Saturday, August 30, 2008

“Viver num condomínio privado muda os comportamentos políticos?”


Cascais, que tem mais de meia centena de condomínios fechados e se prepara para produzir mais, é um dos concelhos em análise num estudo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa:


“Viver num condomínio privado muda os comportamentos políticos?”

in Público, 24.08.2008
Natália Faria


“Porque a segregação promove a intolerância, sociólogo do Instituto de Ciências Sociais diz que autarcas têm que começar a pensar nas consequências políticas dos condomínios fechados


Um indivíduo que mora num condomínio privado tem práticas de participação política diferentes de alguém que vive num aglomerado social? E os autarcas podem, através da organização do espaço urbano, influenciar o comportamento político dos cidadãos? O sociólogo Filipe Carreira da Silva, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, acredita que sim. E por isso lidera uma equipa de investigadores que está a estudar a influência da metrópole na participação política, num projecto intitulado Cidade e Cidadania em Portugal.

"Nós sabemos que o rendimento, o sexo e a religião têm importância no comportamento político dos cidadãos, essas são as variáveis clássicas para perceber como votam as pessoas. O que estamos a fazer, pela primeira vez em Portugal, é estudar de que modo é que a variável espaço, o local de residência ou de trabalho das pessoas, tem influência sobre isso", adiantou Carreira Dias.


O sociólogo acrescenta que "o facto de se viver numa cidade promove a cidadania, não em termos de afluência às urnas, mas enquanto conjunto de direitos reclamados por via de manifestações, comícios, participação em fóruns e em sindicatos".

Os investigadores propõem-se, através desta análise da influência do espaço cidade na participação política dos cidadãos, fornecer pistas sobre como deve ser feita a governação de uma cidade, nomeadamente ao nível do planeamento urbano. "Não é à toa que muitos colegas desta área de investigação nos Estados Unidos trabalham como consultores do poder local", lembra Carreira Dias.


Segmentação do território

O projecto - financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e com conclusão aprazada para 2010 - incide sobre os 18 concelhos da Área Metropolitana de Lisboa. E, no caso de Cascais, os investigadores vão comparar os valores políticos dos residentes em condomínios fechados por oposição aos habitantes dos bairros sociais.

"Em Cascais existem mais de 50 condomínios privados, e os autarcas têm que começar a, quando aprovam a construção de mais um desses condomínios, ter consciência das consequências políticas que daí advêm".

E que consequências são essas? "Cria-se um problema de segmentação do território, em que as pessoas tendem a agrupar-se com outras que pensam da mesma maneira. Essa ausência de confronto com os outros, a falta de exposição a opiniões diversas, torna-as menos democráticas e tolerantes", responde Carreira Dias.

Em Portugal, essa realidade não está estudada. Mas lá fora, sim. "Há estudos nos EUA e no Brasil que indicam que é essa a realidade, numa tendência que é contrária à ideia de cidadania, à luz da qual todos os cidadãos são iguais perante a lei". O investigador não hesita ainda em afirmar que "ao permitir que as pessoas se enclausurem por detrás de muros, numa tendência muitas vezes motivada por um sentimento de insegurança desproporcional à criminalidade, os autarcas estão a criar obstáculos à partilha da cidadania".

Apontando o exemplo de S. Paulo, onde a segregação económica é muito mais marcada, o investigador do ICS recorda que naquela cidade brasileira "há uma geração inteira que nunca conviveu com a pobreza e com o diferente: crianças que nascem em condomínios a que só têm acesso pessoas do mesmo extracto social e que não saem dali porque ali tudo existe: desde a igreja ao centro comercial, passando pelos empregos".

Aliás, "esses paulistanos pagam ao condomínio mais do que pagam ao Estado brasileiro em impostos", nota, para concluir que o desafio que se coloca hoje aos autarcas portugueses é precisamente perceber que "não é de todo indiferente permitir--se a construção de um condomínio ou de um bairro social do ponto de vista do comportamento político dos cidadãos".


Arrendamento pode evitar novas "Quintas da Fonte"


É à luz da tendência segregacionista que se traduz na adesão cada vez maior aos condomínios privados que o sociólogo Filipe Carreira Dias analisa as reacções que se seguiram aos desacatos ocorridos em meados de Julho na Quinta da Fonte (Loures).

"À esquerda, houve quem defendesse que uma solução seria os bairros sociais desaparecerem e os seus habitantes espalhados pela cidade; à direita, houve quem dissesse que o problema se colocava ao nível da responsabilidade individual." Na sua opinião, nem uma coisa nem outra.

Quanto à responsabilidade individual, "o ciclo de pobreza afecta gerações da mesma família, logo há aqui um processo de reprodução social, e, por outro lado, a percentagem de pessoas que cometem fraudes com o Rendimento Social de Inserção é equivalente à de pessoas que não pagam impostos, pelo que não se pode olhar para ali como se se tratasse de um grupo de malandros que quer aproveitar-se do Estado".

Quanto a disseminar as populações pela cidade, Carreira Dias confirma que é o que se passa, por exemplo, em Inglaterra, onde a lei prevê que uma percentagem das habitações de qualquer condomínio seja para fins sociais: "É uma forma de mitigar o problema." Mas não é solução que atenda à realidade de aglomerados como o da Quinta da Fonte, porque "pegar numa comunidade cigana, cabo-verdiana ou caucasiana e pulverizá-la pela cidade é absolutamente não-democrático".

A solução "está na escola". Mas, "como a aposta na educação é de longo prazo e as pessoas precisam de comer hoje, o Estado tem que manter as suas funções sociais". E, já agora, de promover o mercado de arrendamento, de maneira a que as pessoas "que começam a sua vida activa e que têm uma enorme dificuldade em comprar casa deixem de ser empurradas para os subúrbios". N.F.”

Tuesday, August 26, 2008

Monday, August 25, 2008

Eh pá, que azar!


Não sei se já repararam nisto.
A A5 tem uma extensão de 25 Km, e vai desde Cascais até ao Viaduto Duarte Pacheco.
As portagens estão localizadas no Estoril (Km 19), em Carcavelos (km 14) e em Oeiras (km 11).
Quem entrar em Cascais e sair em Linda-a-Velha, por exemplo, paga EUR 1,15 e percorre 20 km.
Quem entrar em Cascais e sair em Monsanto, por exemplo, paga EUR 1,15 e percorre 23 km.
Quem entrar em Cascais e for até ao fim, paga EUR 1,15 e percorre os 25 km.
Quem entrar em Carcavelos e sair em Oeiras, paga EUR 0,50 e percorre 3 km.
Quem entrar em Carcavelos e sair em Montanto paga EUR 0,50 e percorre 7 km.
Quem entrar em Oeiras e sair em Queijas, paga EUR 0,30 e percorre 3 km.
Quem entrar em Oeiras e for até ao fim, paga EUR EUR 0,30 e percorre 11 km.
Quem entrar em Queijas e sair em Linda-a-Velha, paga EUR o,00 e percorre 3 km.
Quem entrar em Queijas e for até ao fim, paga EUR 0,00 e percorre 8 km.

Estas são algumas constatações possíveis.
Daqui resulta que apenas 10 dos 25 km da A5 são pagos.
Os 3 km entre Carcavelos e Oeiras são os mais caros de todos os 25 km (custam EUR 0,20).
Há 8 km de auto-estrada, entre Queijas e o Viaduto Duarte Pacheco que são totalmente de graça.
Então, quem é que paga a auto-estrada?
Quem vive no concelho de Cascais.
Eh pá, que azar!

Casa do Prior Velho - Largo do Prior

Hoje ao passar por lá reparei que já vai neste estado. O que será que por ali vai ser feito? Recordo que do lado da Av. Vasco da Gama, um nº. antes existia, uma vivenda que deu lugar a um edificio de porpoções bem maiores do que a tal vivenda ocupava.
Será também o que por ali vai acontecer o mesmo? E depois é só pagar alguma taxa qualquer?
Estando este edificio na carta Patrimonial da CMC como é que tal acontece? E..... os paineis de Licenciamento continuam sem informação nenhuma. Lindo!



Câmara de Cascais recorre de sentença sobre trânsito

In Público (14/8/2008)
Ana Nunes

«A Câmara de Cascais recorreu da sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra proferida na providência cautelar interposta pela Associação de Moradores do Bairro da Martinha. A decisão recorrida obriga a autarquia a pôr em prática, no prazo de 60 dias, uma série de medidas destinadas a minimizar as consequências da alteração de trânsito que fez com que o acesso à A5 passasse a ser feito pelo interior do bairro - até que esteja concluída uma nova via, actualmente em construção .
"A câmara apresentou recurso por ter sido intimada a implementar certas medidas, que parcialmente não são merecedoras do seu acordo", disse o presidente da câmara, António Capucho. O autarca sublinhou que o pedido de suspensão da alteração de trânsito foi indeferido, mas garantiu que as medidas que "efectivamente concorrem para melhorar a segurança e são exequíveis serão implementadas proximamente, independentemente do resultado do recurso".
As medidas ordenadas pelo tribunal consistem na colocação de passeios e lombas de redução de velocidade, na proibição de trânsito de pesados dentro do bairro, na sinalização vertical accionada em situação de incumprimento dos limites de velocidade, na procura de soluções para o estacionamento de ligeiros e na informação sobre o prazo previsto para a conclusão da nova via. Segundo Carlos Magalhães Barros, porta-voz da associação de moradores, estas medidas pretendem "menorizar os riscos para a segurança e bem-estar dos moradores".
O porta-voz acrescentou que o tráfego com origem em Manique Sul, Alcoitão, Adroana e Bicesse, que passou a circular pelo interior do bairro a caminho da A8, em Setembro de 2007, já causou "vários acidentes e danos em bens dos moradores", pelo que se torna "perigoso sair das casas, especialmente na zona norte onde não existem passeios»

Wednesday, August 13, 2008

Adivinhar o futuro, sem esforço


Tem a fachada principal virada à Marginal e à Rua Biarritz, e as traseiras debruçadas sobre a via férrea, mesmo à entrada do Estoril. Com a sua dose de portas e janelas escancaradas, quase se apostando que conjugada com as habituais telhas retiradas do lugar, a vivenda Francisco e Maria tem vindo a definhar com a dignidade possível que só as velhas casas conseguem ter. Previsível como é o seu futuro, um dia chegará em que não a veremos mais. Quando ruir, o proprietário desculpar-se-á com a lei das rendas, apesar de imóveis devolutos não gerarem rendas, e a vereação que estiver em funções desculpar-se-á com a que a antecedeu, como já antes esta fizera com a anterior. Entretanto, ambos terão lucrado com a sua ruína e com o seu desaparecimento. A responsabilidade, essa, e como sempre, morrerá solteira.

Saturday, August 09, 2008

ATENTADOS


Mais um ATENTADO URBANISTICO esta para acontecer em Cascais.

Este e' o projecto para o espaco da antiga Praca de Touros de Cascais.
Agora ja sei porque tanto misterio a volta do projecto e porque o Sr. Presidente da Camara sempre foi tao laconico quando confrontado com as perguntas sobre o que seria feito naquela zona. Ele so nao quis admitir mais um atentado com direito a uma torre de 14 andares!!!!!!

Para quem tem memoria curta:
"Quanto à zona ocupada actualmente pela praça de touros, Capucho explicou que vai dar lugar "a edifícios para a residência assistida de idosos e a uma área comercial residual" (Jornal de Noticias 27-04-2006).

ou ainda:

"A partir de 7 de Maio estão reunidas as condições para que a Praça de Touros de Cascais seja demolida, garantiu o presidente da câmara municipal, António Capucho."..."Embora ainda desconheça o projecto urbanístico, o presidente da Câmara de Cascais adianta que "para o local está previsto um complexo com residência assistida e menos impacto na parte viária. Está proposto um edifício inteligente com grande valorização ambiental que poderá ter algum comércio de proximidade ou residual". Posto de lado está o mega-projecto imobiliário que consagrava a reconversão da zona da Monumental de Cascais, com 33 mil m2 de construção, entre os quais dez mil metros de grandes-superfícies comerciais e um forte impacto sobre o Bairro do Rosário. Uma ideia defendida pelo anterior autarca socialista, José Luís Judas."

(in Diario de Noticias 27 de Abril de 2006)



Na verdade serao 29.500 m2 de area construida , 185 fogos, lojas varias e estacionamento!
E DE BONUS UMA TORRE DE 14 ANDARES!
Qual e' entao a diferenca deste projecto ao projecto do tempo do Judas???? 2.500 m2????

A verdade Sr. Presidente e' que o antigo projecto, duramente criticado, vai finalmente sair do papel!
A verdade Senhor Presidente e' que o poder do betao mais uma vez venceu o bom senso, venceu o poder publico e os cidadaos, venceu a sua palavra.

Mais um atentado a somar no seu governo.

Que vergonha Sr. Presidente...Que vergonha...

Sera que podemos fazer algo para impedir mais este monstro?

Confira no site do empreendedor ou procurem no Google "Frisa Cascais"(na hiperligacao da Teixeira Duarte), podem tambem clicar no titulo deste post "Atentados" para fazer a hiperligacao

http://www.tdimobiliaria.pt/portfolioDetail.asp?id=11&sector=habitacao&pais=Portugal&localidade=


(ps. desculpem a falta de acentos mas estou fora de Portugal com um teclado sem os mesmos, quando voltar corrijo)


Friday, August 08, 2008

EMAC- Amiga do Ambiente!

Diz a EMAC que é uma empresa amiga do Ambiente, por isso não se compreende a forma encontrada para limpar os passeios.
Desde que "descobriram" aqueles sopradores de folhas é uma constante o que as fotos documentam:
Pó por tudo quanto é sitio! É nos carros, janelas, roupa que está estendida, etc... e por vezes nem se dão ao cuidado de parar para que as pessoas saiam de casa ou passem.
Será que não têm noção do que andam a fazer?
E quanto ao horário por vezes começam pelas 6:30 da manhã em zona habitacional.
Depois também não se compreende como a fiscalização não obriga os funcionários a usar uma máscara. Será para daqui a uns tempos termos mais uns doentes pulmonares?
E já notaram o barulho que aquelas máquinas fazem?
É só para alertar!

Thursday, August 07, 2008

Cascais recebeu certificação de edifício municipal

In Público (7/8/2008)

«A Após receber a primeira certificação energética atribuída a um edifício municipal português, o Centro de Interpretação Ambiental da Ponta do Sal (Cascais) prepara-se para receber, no Outono, uma central de dessalinização, um telescópio e um "jardim fotovoltaico".
Com um investimento de mais de 160 mil euros, o projecto de valorização energética da Ponta do Sal pretende fomentar uma vertente didáctica da ciência, compensando o consumo de energia através da microprodução por fontes renováveis. A certificação foi o primeiro passo dado pela agência municipal Cascais Energia para retirar o edifício da lista de "maus consumidores", que não estão preparados para reter energia. O município está a monitorizar mais 23 edifícios, num percurso que o vereador do Ambiente, Carlos Carreiras, considera ser ainda longo para toda a sociedade. O centro passará a transformar água do mar em água potável por evaporação via aquecimento solar, numa central de dessanilização que produzirá diariamente mil litros de água doce. »


Trata-se da certificação de um MONO, portanto, totalmente dispensável e cuja utilização parece ser exclusivamente de ordem ... caféeira, por sinal, um café-esplanada que não presta rigorosamente para nada. Além do mais teve como consequência o estacionamento de carros por tudo quanto é lado. Aqueles terrenos e o que resta das casas-mata bem que poderiam ter sido arranjados simplesmente como jardins e espaço museológico. Mas não, o betão teve que entrar. Certificar aquilo?

Monday, August 04, 2008

Deliberações da Reunião Ordinária de Câmara de 29 de Julho de 2008

In Imprensa Cascais:

«A Câmara Municipal de Cascais, em reunião ordinária de 29 de Julho, entre outras matérias, deliberou:

1. Ratificar o despacho do Presidente da Câmara relativamente à abertura do Concurso Público Internacional que tem por objecto a concessão da exploração, concepção e construção/reabilitação, para fins de utilidade turística e cultural da “Cidadela de Cascais”. As propostas de concorrentes devem ser apresentadas até dia 9 de Janeiro de 2009.

2. Aprovar a cedência a título gratuito e definitivo de 23 computadores e diverso equipamento informático a instituições concelhias de apoio social.

3. Aprovar a cedência em regime de comodato, à Torreguia de um prédio urbano situado na Torre, destinado a creche e lavandaria. As instalações em causa correspondem a um edifício de rés-do-chão, destinado a creche/lavandaria, com zona de recreio.

4. Aprovar o projecto de execução e requalificação das “Ruas a Poente em Atibá”, uma intervenção estimada em € 513.770. Os trabalhos a realizar envolvem as ruas dos Goivos, da Fonte e Barros Queirós, bem como do Impasse 1 e 2 e da Rua A, que liga aquelas três artérias, todas ainda em terra batida, com grandes inclinações e incompatibilidade de cotas entre as habitações existentes. Serão igualmente executados trabalhos de drenagem de águas pluviais, prolongamento de redes de abastecimento de águas, sinalização e segurança (muros de suporte e colocação de guardas de segurança).

5. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor € 100.000 à Escola Profissional de Teatro de Cascais para obras de remodelação. Fundada em 1992, a Escola Profissional de Teatro de Cascais aposta numa formação sólida e diversificada dos seus alunos. A direcção da ETPC é de Carlos Avilez, um dos mais reconhecidos encenadores a nível nacional, sendo que esta instituição se orgulha de ter formado dezenas de alunos que são hoje profissionais de sucesso nas diversas áreas da interpretação, do teatro à televisão.

6. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de € 71992 ao Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo para proceder à substituição da cobertura da Escola EB1 nº 3 de Tires, situada na Rua João de Deus, no Bairro Conde Real.

7. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de € 30.000 à IDEIA/O Nosso Sonho para apoio nos encargos com a elaboração dos projectos de arquitectura para o novo edifício a nascer em Outeiro de Polima com as valências de Creche (60 crianças), Jardim de Infância (75 crianças), Escola 1° Ciclo (5/6 salas), Centro de Actividades de tempos Livres (5/6 salas de ateliê) e uma Mediateca / Centro Recursos.

8. Aprovar a atribuição de subsídios a diversas instituições para apoio a serviços de índole social, designadamente: Associações de Pessoas com Deficiência para qualificação da resposta e apoio ao funcionamento (€ 20.000); Fundação Portuguesa para o Estudo, Prevenção e Tratamento da Toxicodependência - Projecto Terapia Familiar (€ 20.000) e apoio à reinserção sócio-profissional dos utentes (€ 25.000); Centro de Convívio dos Vinhais, para aquisição de equipamento (€ 30.000); Centro Social e Paroquial de S. Pedro e S. João do Estoril para apoio na aquisição de equipamento para o novo edifício de creche (€ 80.000); Centro Comunitário da Paróquia da Parede para apoio nos encargos com os Projectos de Arquitectura para a construção de uma Creche (€ 25.000).

9. Aprovar um protocolo entre o Município de Cascais e a Delegação da Costa do Estoril da Cruz Vermelha Portuguesa, bem como a atribuição de um subsídio no valor de € 500.000 relativos à construção de um equipamento para a Academia Sénior, Centro de Dia, Apoio Domiciliário, Residência Sénior e Centro de Especialidades Médicas.

10. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de € 30.000 às Associações de Bombeiros para apoio na aquisição de desfibrilhadores. O apoio camarário agiliza a aquisição destes equipamentos proporcionando melhores condições na resposta a situações de emergência em caso de doença cardiovascular.

11. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de € 130.000 à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcabideche para apoio na realização de obras de modernização das instalações do edifício sede.
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Friday, August 01, 2008

Estão quase, quase, as 50%+1 assinaturas

A propósito das notícias várias que começaram há pouco tempo, de um dos lotes polémicos na Guia, só para dizer que o abaixo-assinado em boa hora começado está quase, quase a ter os 50%+1 que permitem estancar mais esta sangria na Costa da Guia.

FORÇA!