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Sunday, June 04, 2017

AUTÓDROMO DO ESTORIL-Curiosidade.


Chegado por e-mail:

«Decorria o ano de 1971, era eu colaborador em média empresa com valências diversas no apoio às grandes construtoras do nosso país.
Era necessário completar os trabalhos das bancadas do autódromo,para a inauguração.
Os serviços comerciais da empresa,foram contatados para que algum técnico,fosse à Autodril em Lisboa,para falar com o Arq.to Robinstein.
Fui falar com o sr. Arq.to, que me explicou:
"Toda a costrução em betão armado das bancadas estão executadas,exceto a cobertura,a qual não foi executada em igual construção,que não foi concluida apesar de projetada".
Assim,seria necessário um projeto em solução metálica,pelo que, pedi-lhe o plano da geometria da solução projetada.
Executei 2 estudos de soluções,uma com a geometria e outra com solução mais airosa.O Arq.to escolheu a mais airosa.
A Autodril,aprovou a proposta apresentada,incluindo projeto,fabrico e montagem,com exceção de custos adicionais da metalização das estruturas metálicas.
Recordo as grandes dificuldades de montagem das chapas da cobertura,devido aos ventos na zona.
A cobertura foi posteriormente substituida quando da requalificação do Autódromo,por igual formato em construção tubolar,mas bem airosa e bonita.

Nota: A razão do mau estado das estruturas metálicas, que o LNEC detetou risco de colapso,foi a corrosão do ar maritimo e o fato da não aceitação da metalizaçao pela Autodril.

Cumprimentos

Laranjeira Dinis»

foto: Diário Imobiliário

Monday, January 30, 2012

Cascais baixa velocidade automóvel para combater ruído

In Público (230/1/2012)
Por Carlos Filipe

«Públicos e privados serão chamados a tomar medidas

O Autódromo do Estoril é um dos locais identificados onde há excesso de ruído

A repavimentação de vias rodoviárias com materiais que provoquem menos ruído e a redução da velocidade máxima automóvel em zonas habitacionais são as principais medidas de correcção dos excessos identificados no Plano Municipal de Redução de Ruído do concelho de Cascais. [...]

No total, estão identificadas 32 zonas de conflito - áreas residenciais, escolares ou hospitalares, onde o ambiente sonoro exterior excede em mais de cinco decibéis os valores-limite aplicáveis. Destas, 18 são de competência e responsabilidade camarárias, sendo que, depois de ordenados os critérios de actuação definidos pelo plano, as acções consideradas prioritárias para a minimização do ruído incidirão em zonas onde as fontes sejam mais ruidosas e, em complementaridade, quando afectem mais pessoas.

A execução não está ainda calendarizada, mas caberá à Câmara uma intervenção em mais de 10,6 km de vias municipais, ao longo de zonas sensíveis e/ou mistas, com recurso a três medidas: velocidade limitada a 40 km/h num troço da EM579 em Abóboda; e velocidade limitada a 50 km/h na Av. Eng.º Adelino Amaro da Costa - EN9-1, na 3ª Circular - Bairro do Cobre, e noutro lanço da EM579 em Abóboda. Em troços da EM589, em Alcoitão e Manique, e na Av. Rei Humberto de Itália deverá proceder-se a repavimentação, medida comum a todos os locais identificados. [...]»

Monday, November 23, 2009

Autódromo do Estoril vai ter mais valências, câmara municipal recusa mais imobiliário

In Público (23/11/2009)
Por Luís Filipe Sebastião


«Parpública investe 3,5 milhões de euros na construção de um kartódromo e de uma escola de condução defensiva, mas continua aberta à venda do equipamento


O autódromo do Estoril vai ter um kartódromo e uma escola de condução defensiva, segundo anunciou ontem a empresa pública responsável por aquele espaço desportivo. A Câmara de Cascais reafirma, por seu lado, a disponibilidade para assumir a gestão da infra-estrutura, mas recusa um aumento da construção imobiliária na envolvente do circuito.

A Parpública, empresa estatal que gere o empreendimento, anunciou ontem que disponibilizará 3,5 milhões de euros para a criação de duas novas valências. O objectivo é "rentabilizar o equipamento", "ajustar o autódromo do Estoril a novas oportunidades e desafios de negócio no sector".

Uma fonte da empresa, citada pela agência Lusa, admitiu que o Estado se mantém disponível para vender o autódromo, "tendo em conta o interesse público, pelo que quaisquer possibilidades de alienação que, eventualmente, venham a surgir irão continuar a ser exploradas".

Os novos equipamentos fazem há muito parte dos planos para dinamizar o autódromo. Para além do kartódromo, que poderá atrair mais utilizadores, a criação de uma escola de condução defensiva cabe dentro dos usos admitidos pelo plano de pormenor que a Câmara de Cascais conta ter concluído até 2010. A criação de um museu da velocidade, aproveitando o espaço sob uma bancada sem utilidade desportiva, é outro dos projectos admitidos pelo plano, que prevê ainda a medidas de minimização do ruído provocado pelas provas de desporto motorizado que ali têm lugar.


Capucho satisfeitoO presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, afirmou ao PÚBLICO que, para já, desconhece o projecto da Parpública, aguardando que o mesmo seja apresentado ao município. O autarca social-democrata mostrou-se, porém, satisfeito com o anúncio de investimento no autódromo, da total responsabilidade do Estado, uma vez que se trata de "uma âncora turística muito importante para a região", que "importa valorizar e requalificar". Aliás, Capucho lamenta que o Governo continue a privilegiar o autódromo do Algarve, que é privado, em detrimento do autódromo do Estoril, que é público. E acrescenta que a câmara nada tem a opor à possível venda da infra-estrutura.

Porém, o executivo municipal de Cascais "recusa qualquer outra finalidade especulativa" para aquela zona do Parque Natural de Sintra-Cascais, nomeadamente em termos imobiliários. Por outro lado, o autarca mantém o interesse em assumir a gestão da infra-estrutura, desde que por um prazo dilatado e por um valor simbólico. Com Lusa»

Friday, January 30, 2009

Autódromo do Estoril pode vir a ter museu da velocidade e escola rodoviária

In Público (30/1/2009)
Luís Filipe Sebastião

«A criação de um museu da velocidade e o estudo de medidas de minimização do ruído provocado pelo desporto motorizado fazem parte dos objectivos do plano de pormenor do Autódromo do Estoril, que a Câmara de Cascais deverá concluir no próximo ano.
A autarquia de Cascais decidiu promover a elaboração de planos de pormenor para os aglomerados inseridos no perímetro do Parque Natural de Sintra-Cascais. No caso das áreas de intervenção específica da Atrozela e do autódromo, os planos visam a requalificação do aglomerado urbano e da infra-estrutura desportiva que marginam a área protegida. No circuito prevê-se a criação de um museu da velocidade, associado a uma escola da cidadania rodoviária, bem como de outros espaços lúdicos e de exposição vocacionados para temática automobilística. O vale a poente deverá ser dinamizado através das estruturas agrícolas que ali subsistem.

Os objectivos ambientais passam pela valorização da ribeira da Penha Longa e soluções para a "redução do impacte do ruído decorrente da actividade do autódromo", admitindo-se também "espaços turísticos/comerciais próprios" em complemento da actividade desportiva.
O presidente da autarquia, António Capucho, citado pela Lusa, apontou como possível local para o museu a zona "debaixo da bancada, que pareceres técnicos dizem dever ser destruída". A câmara continua na expectativa de chegar a acordo com a Parpública, sociedade responsável pela infra-estrutura desportiva, para a gestão do autódromo, lamentando que o Governo privilegie o novo autódromo do Algarve, propriedade de privados, em detrimento da pista do Estoril, que é pública.
O plano do vizinho aglomerado da Atrozela também prevê a regularização da ribeira da Penha Longa e a criação de uma zona arborizada de protecção acústica a nascente, junto ao autódromo. A par da expansão do perímetro urbano, o plano contempla percursos para desporto informal e acessos à área protegida.
Para além destes planos, que poderão ser publicados até meados de 2010, a câmara apresentou também o levantamento dos compromissos urbanísticos nos outros oito planos em elaboração, em parceria com a Universidade Nova de Lisboa, que abrangem mais de duas dezenas de áreas no Parque Natural de Sintra-Cascais: Biscaia e Figueira do Guincho, Malveira da Serra e Janes, Zambujeiro e Murches, Charneca, Alcorvim de Baixo e de Cima, Areia, Cabreiro e Alcabideche.
As propostas dos planos, incluindo do autódromo, podem ser consultadas no site da câmara em www.cm-cascais.pt»

Friday, September 12, 2008

Câmara de Cascais não chega a acordo sobre autódromo

In Público (12/9/2008)
Ana Nunes

«O período de negocições entre a autarquia de Cascais e a empresa gestora da exploração do Autódromo do Estoril arrastava-se desde 2007

A Câmara de Cascais revelou ontem que "não foi possível chegar a acordo" sobre a exploração do Autódromo do Estoril com a empresa gestora daquele circuito automóvel, a Parpública, encontrando-se neste momento a aguardar pela requalificação do equipamento, na qual diz que terá uma "participação activa". Este desfecho surge passado mais de um ano sobre o início das negociações.
Em Julho de 2007, a empresa exigiu 35 milhões de euros pela participação totalitária que detém no capital social do CE - Circuito do Estoril, proprietária do equipamento, um valor que a autarquia sempre recusou oferecer.
A holding estatal, tutelada pelo Ministério das Finanças, lançou então um concurso público, mas a falta de propostas levou-a a retomar as negociações com o município no início deste ano. Apesar da extensão do processo, a Parpública acabou, no entanto, por não aceitar a alternativa proposta pela câmara, que previa a concessão "por um período razoável e mediante contrapartidas aceitáveis", segundo o presidente da câmara, António Capucho.
"Não foi possível chegar a acordo, essencialmente por entendermos que o período de concessão proposto é insuficiente e algumas das contrapartidas pretendidas inaceitáveis", revelou o presidente da câmara em comunicado enviado à agência Lusa.
Questionado acerca da possibilidade desta conclusão implicar a desistência da câmara em obter a gestão da pista, António Capucho explicou que "a concessão não é um fim em si mesmo", mas que o mais importante é que o modelo de gestão do autódromo sirva o "correcto aproveitamento turístico-desportivo".
"Se a requalificação prevista proporcionar essa possibilidade, não é necessária a concessão ou a aquisição, bastando que a câmara tenha capacidade efectiva de acompanhamento da gestão do equipamento, como está previsto", afirmou, referindo-se a uma "disponibilidade reafirmada da Parpública" em manter o autódromo ao serviço da Costa do Estoril e do desporto motorizado. E ainda de "proceder à requalificação inadiável do circuito".
O projecto, actualmente a ser preparado pela administração do autódromo, englobará o alargamento das instalações e a construção de um kartódromo (uma ideia já com alguns anos) e não vai motivar uma intervenção directa do orçamento ca-
marário. António Capucho não exclui, no entanto, a possibilidade de canalizar para as obras verbas provenientes da concessão do jogo do Casino Estoril.
O autarca apelou ainda ao Ministério da Economia e à Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto para "não privilegiarem" o projecto privado do futuro Autódromo do Algarve "em detrimento" do circuito público do Estoril. com Lusa
35
milhões de euros foi o montante exigido à Câmara de Cascais, em Julho de 2007, pela participação totalitária no capital social do Circuito do Estoril.»

Wednesday, May 28, 2008

António Capucho quer prazo mais alargado para gerir o autódromo do Estoril

In Público (28/5/2008)
Luís Filipe Sebastião

«Empresa que gere participações públicas limita período de concessão a cinco anos e pretende do município uma contrapartida financeira anual nunca inferior a 250 mil euros

O presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, está cansado de esperar por uma resposta positiva da Parpública à sua proposta para gerir o autódromo do Estoril. O autarca social-democrata decidiu pedir uma audiência ao ministro das Finanças para tentar negociar um aumento do prazo para a concessão daquele equipamento.
Segundo António Capucho, a empresa que gere participações públicas "não cede em relação aos cinco anos, para o prazo de concessão, e no valor de 35 milhões de euros atribuído por uma avaliação economicista e desajustada da realidade". Perante este cenário, considera "o assunto encerrado com a Parpública" e decidiu "pedir uma audiência à tutela", para avaliar se a posição irredutível da empresa apenas vincula os seus administradores ou decorre de instruções governamentais.
O autarca contesta a avaliação de 35 milhões de euros - "como se lá se pudesse construir arranha-céus" -, quando a zona se encontra no perímetro do Parque Natural de Sintra-Cascais, onde a capacidade para edificação se encontra esgotada pela área ocupada com aquela pista. "Os terrenos valem o que lá se pode fazer", argumenta António Capucho.
E a autarquia de Cascais já garantiu que não autorizará a mudança de uso do solo no autódromo, destinado a equipamento. Por isso, não aceita que a Parpública limite a concessão a cinco anos, com uma contrapartida financeira de "cinco por cento da facturação anual e no mínimo de 250 mil euros".
"Não vou fazer ali investimentos para ao fim de cinco anos aquilo ser devolvido à Parpública", nota o presidente do município, para quem mais do que o valor da contrapartida pecuniária interessa negociar o prazo da concessão - "nunca menos de 25 anos", diz o autarca.
Resposta do mercado
Aliás, as "condições inaceitáveis" da empresa, como classifica o eleito do PSD, foram também objecto de resposta do mercado, quando o recente concurso para alienar o autódromo não teve qualquer proposta. Em comunicado, a empresa anunciou que, face à ausência de interessados na aquisição do circuito do Estoril, seriam promovidas "outras hipóteses" para rentabilizar aquele património, "nomeadamente a concessão da sua exploração".
A Câmara de Cascais, que já antes manifestara vontade em assegurar a exploração da infra-estrutura desportiva - pelo valor simbólico de um euro, no que foi apoiado por Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Clube de Portugal -, voltou a expressar à Parpública disponibilidade para gerir o autódromo. Em Fevereiro, António Capucho reuniu-se com a administração da empresa para equacionar a concessão à câmara, em parceria com outras entidades ligadas aos desportos motorizados (ACP) e entidades do sector turístico e hoteleiro, uma vez que o equipamento constitui "uma âncora essencial ao turismo na Costa do Estoril e na região de Lisboa".
António Capucho não teme a concorrência do Algarve, onde está a ser construído um outro autódromo: "As federações de automobilismo e motociclismo dizem que há espaço para dois circuitos." Prova disso mesmo será a renovação do contrato para o MotoGP e a petição na Internet, com mais de 5000 subscritores, para que a Assembleia da República discuta a manutenção do "equipamento público" e a suspensão da sua venda. »

Tuesday, March 11, 2008

Valor pedido pelo autódromo não agrada à Câmara

In Jornal de Notícias (11/3/20089)
Nuno Miguel Ropio

«Parpública não recebeu até agora qualquer proposta para a aquisição do circuito internacional do Estoril

Muito dinheiro e pouco tempo de concessão. Terão sido estas as razões para a Câmara Municipal de Cascais recusar a proposta apresentada, na última semana, pela Parpública para a exploração da concessão do Autódromo do Estoril. Na sua mais recente proposta, a empresa estatal gestora do Circuito do Estoril (CE) pouco terá alterado nos valores que impôs à autarquia há sete meses, quando exigiu 35 milhões de euros e a continuação da exploração do autódromo até 2012. (...)»

Friday, February 15, 2008

Informação à Imprensa

O Presidente da Câmara Municipal de Cascais reuniu ontem com a Administração da Parpública no seguimento do insucesso da tentativa de alienação do Autódromo do Estoril.

As duas partes equacionaram a possibilidade de aquele equipamento ser concessionado à Câmara de Cascais para exploração do Autódromo, eventualmente em parceria com outras entidades interessadas seja pela ligação aos desportos motorizados seja à actividade turístico-hoteleira da região.

A Parpública vai estudar a solução e apresentará proximamente à Câmara Municipal uma proposta concreta definindo o prazo de concessão, valores a considerar e outras condições a definir.

A Câmara de Cascais, porque entende que o Autódromo do Estoril representa um equipamento muito importante para os desportos motorizados, mas também porque é uma âncora essencial ao turismo na Costa do Estoril e na Região de Lisboa, congratula-se com esta abertura da Parpública e espera que seja possível chegar a um acordo satisfatório para as duas partes.

António d´Orey Capucho
(Presidente da Câmara Municipal de Cascais)

Cascais, 2008.02.14

Friday, December 21, 2007

António Capucho receptivo a que ACP entre na gestão do autódromo

In Público (21/12/2007)
Luís Filipe Sebastião

«Presidente da câmara disponível para assumir futura concessão da pista do Estoril com parceiros privados com experiência nos desportos motorizados

O presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, congratulou-se ontem com a falta de propostas para aquisição do autódromo do Estoril. O autarca social-democrata mostrou-se disponível para participar numa eventual concessão da infra-estrutura desportiva com parceiros privados, nomeadamente o Automóvel Clube de Portugal (ACP).
A Parpública, empresa que gere as participações do Estado, anunciou anteontem que "não foram apresentadas propostas de aquisição" da empresa CE-Circuito Estoril, que detem a propriedade do autódromo. No comunicado, a comissão executiva da empresa acrescenta que, "dado não existirem, neste momento, interessados" na compra da sociedade, "irá promover outras hipóteses de rentabilização daquele activo, nomeadamente, a concessão da sua exploração".
O valor base do concurso previa a alienação da pista por cerca de 35 milhões de euros, ficando os compradores com a obrigação de apenas manter a exploração do circuito até 2012. A Câmara de Cascais considerou tratar-se de "um preço absurdo", que só poderia atrair investidores na expectativa de uma substituição da pista por um projecto imobiliário. No entanto, desde há muito que o executivo deixou claro opor-se ao desmantelamento do circuito e à viabilização de construção naquela zona do Parque Natural.
Foi com "regozijo" que António Capucho soube da ausência de propostas para aquisição do autódromo, o que já esperava e reafirmou desde logo que a autarquia "está interessada em participar numa eventual concessão" da infra-estrutura, para que possa continuar a servir de palco a provas desportivas. "Queremos que o espaço se mantenha no âmbito dos desportos motorizados e de interesse turístico", vincou o autarca, mostrando-se disponível para assumir um papel activo na viabilização de soluções que permitam rentabilizar a pista, mesmo sem o regresso da Fórmula 1. "Dependendo do prazo e das condições, estamos disponíveis para ajudar a encontrar uma solução"
António Capucho admite que a Câmara de Cascais, num eventual controlo da gestão do autódromo, poderá associar-se "a um parceiro privado como o ACP, pela capacidade que tem demonstrado na promoção dos desportos motorizados". Uma posição que vai ao encontro da proposta de Carlos Barbosa, presidente do ACP, para que a pista seja vendida ao município pelo "valor simbólico de um euro" e que se disponibilizou para colaborar na rentabilização do autódromo.»

Trata-se, sem sombra de dúvida de uma boa notícia. Mais, a Fórmula 1 tem que voltar ao Estoril. Vá lá, puxem pela cabeça, que é para isso que vos elegemos!

Wednesday, November 28, 2007

Petição na Net contra venda do autódromo

In Jornal de Notícias (28/11/2007)

«Circuito do Estoril pode vir a ser desactivado a partir de 2012

O vereador do Desporto da Câmara Municipal de Cascais (CMC), João Sande e Castro, lançou uma petição na Internet contra a venda do autódromo do Estoril, por recear que possa significar a desactivação do circuito após 2012.

O caderno de encargos impõe como condição para venda a continuação da exploração da infra-estrutura com os actuais fins até 2012, mas João Sande e Castro teme que após esse prazo o comprador possa "fechar as portas do autódromo e rentabilizar o investimento com um projecto imobiliário".

"Estou muito preocupado e tenho fortes receios que após 2012 o autódromo seja desactivado como pista para provas de desportos motorizados. Os fundos de investimento imobiliário conseguem trabalhar a muito longo prazo...", disse o vereador do Desporto da CMC.

João Sande e Castro considera o processo de venda do autódromo "um verdadeiro escândalo" e não se tranquiliza com as garantias da autarquia, que já assegurou que nunca autorizará a construção nos terrenos do circuito, porque está numa área de parque natural.

"O caderno de encargos não exige sequer que a entidade compradora tenha experiência de gestão de infra-estruturas desportivas", denunciou o autarca, que lançou sexta-feira a petição on-line e já recolheu mais de 2.000 assinaturas, metade das quais ontem.

João Sande e Castro pretende atingir as 4.000 assinaturas, para que o documento possa ser aceite e discutido na Assembleia da República antes de 19 de Dezembro, data da conclusão do prazo para a entrega de propostas de compra.

"Espanha tem 14 circuitos e está a construir mais dois, enquanto Portugal pode desactivar o único que tem", disse Sande e Castro, que considera o circuito "um equipamento de primordial importância para o desporto motorizado em Portugal e para o turismo na Costa do Estoril".

A Parpública está a aceitar propostas para a aquisição do capital total da CE - Circuito Estoril, empresa que controla o autódromo. »

Wednesday, November 21, 2007

Tranquilidade, portanto.

In Público (21/11/2007)

«Câmara de Cascais garante que não autorizará construção na zona do autódromo do Estoril

Autarca avisa que qualquer projecto "precisa de licença da câmara, mesmo no caso de demolição"

A Câmara de Cascais nunca autorizará a construção na zona do autódromo do Estoril por estar numa área de parque natural, garantiu ontem o vice-presidente da autarquia, Carlos Carreiras.

"O autódromo do Estoril está inserido numa área de parque natural, pelo que não é possível construir nesta zona, nem o licenciamento o permite", disse o autarca do PSD, após a Parpública anunciar que aceita propostas para a compra da totalidade do capital da CE-Circuito Estoril, empresa que controla o autódromo, impondo como prazo o ano de 2012 para a continuação da exploração da infra-estrutura. Questionado sobre se o autódromo poderá ser demolido a partir de 2012, para que no seu lugar seja edificada qualquer construção, Carlos Carreiras lamentou a posição da Parpública, realçando que "não é nada clara" sobre esta matéria.
"O Governo parece querer tirar o autódromo de Cascais e construir um outro no Algarve, em Portimão, que se situa em Reserva Ecológica Nacional", lamentou o vice-presidente da autarquia.
Carlos Carreiras salientou que qualquer construção no autódromo do Estoril, mesmo em caso de demolição, "está sempre condicionada aos direitos de carga construtiva legal licenciada pela câmara", a qual terá sempre em conta a situação de estar numa zona do Parque Natural de Sintra-Cascais.
Neste sentido, garantiu que a disponibilidade da Câmara de Cascais para se construir nesta zona "é sempre negativa". A Parpública, nas condições gerais para a venda da participação, obriga o adquirente a assegurar que a CE continua a explorar o autódromo pelo menos até 31 de Dezembro de 2012, mantendo as homologações oficiais existentes. O comprador deve ceder o autódromo, durante um máximo de 12 dias por ano, para a realização de eventos que sejam considerados de relevante interesse turístico pelas autoridades públicas do sector do turismo, desde que a cedência seja solicitada com pelo menos 180 dias de antecedência.
Carlos Carreiras disse ainda que "o preço pedido pela Parpública, no valor de 35 milhões de euros, é absurdo", factor que levou a autarquia a desistir da proposta apresentada para compra da totalidade do capital da CE. E sustentou que "só um louco ou um especulador puro e duro" é que terá capacidade técnica e financeira para assegurar a exploração do autódromo até 2012. Lusa »

Monday, November 12, 2007

Câmara de Cascais compra autódromo

In Correio da Manhã

«Está por dias a celebração do acordo de compra do Autódromo do Estoril pela Câmara Municipal de Cascais. Segundo afirmou ao Correio da Manhã o vice-presidente da autarquia, Carlos Carreiras, “o negócio deverá concretizar-se até ao fim deste mês”.»

Fonte: Mão amiga