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Monday, July 18, 2016

Friday, March 22, 2013

Directora do museu Paula Rego demitiu-se


In Público (22/3/2013)
Por Lucinda Canelas

«Os papéis ainda não estão assinados,mas há já duas semanas que Helena de Freitas pediu a demissão do cargo de directora da Casa das Histórias Paula Rego, o museu dedicado à pintora portuguesa, em Cascais. Há duas semanas que não vai àquela que foi a sua casa nos últimos três anos. “Neste momento sinto que não tenho condições para continuar”, disse ao PÚBLICO esta curadora de 52 anos que em 2010 trocou o Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, aonde deverá regressar, por Cascais, a convite da artista. “O projecto não é o mesmo, a equipa não é a mesma, a colecção não será a mesma”, justificou.

A decisão vem na sequência da extinção da fundação com o nome da artista, sustentáculo da Casa das Histórias, confi rmada em Diário da República a 8 de Março. Segunda-feira, o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras (PSD), disse em reunião com o seu executivo que a família da pintora e a autarquia tinham chegado a acordo em relação aos novos moldes em que o museu virá a funcionar. Paula Rego continuará a dar nome ao espaço museológico, onde será instalada uma exposição permanente da sua obra, mas o acervo à guarda da Casa das Histórias desde 2009 deverá sofrer alterações. Com a extinção da fundação, é a câmara quem passa a assumir a gestão – e os custos – do museu. Reduzir os gastos é, disse Carreiras, o principal objectivo da reestruturação.

Helena de Freitas, que chegou ao museu para substituir a primeira directora, a historiadora de arte Dalila Rodrigues, prefere não falar do acervo que vai ser exposto a partir daqui. Admite que os anos de trabalho em Cascais foram “muito difíceis”, mas “extremamente compensadores”, em boa parte por causa da equipa do museu e do contacto directo com Paula Rego. “Ela é uma artista incrível e uma pessoa extraordinária. Trabalhar com Paula Rego foi um privilégio que pude partilhar com uma equipa que respeito muito. Tenho muito orgulho no que fizemos juntos.”
com Lusa»

Friday, May 06, 2011

Projecto de alteração ao Regulamento da Urbanização e Edificação do Município de Cascais

Aviso n.º 10362/2011. D.R. n.º 88, Série II de 2011-05-06
Município de Cascais
Projecto de alteração ao Regulamento da Urbanização e Edificação do Município de Cascais

Wednesday, November 21, 2007

Sim Sua Exª, eu quero o meu quinhão do quintal dos meus vizinhos.

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Na Assembleia Municipal que se reuniu em 19 de Novembro, foi muito interessante e revelador (mas constrangedor), sobreviver ao tempo que durou até que o Sr. Dr. Carlos Carreiras terminasse de "esclarecer" a Assembleia e os cidadãos, sobre o "caso Montrose"... chegou até a ser pungente, a forma como o Sr. Vice-Presidente - a propósito do dito "caso" - sentiu ser necessário e de superior interesse, defender a sua virtude (que sente ofendida) de pessoa e autarca, que NUNCA concordou com o mal-formado PDM [o mesmo que agora - hélas - tem de fazer respeitar, e que - esperamos - com igual convicção e denodo, está a (co)mandar ALTERAR (estará?)]... interessante também, sublinhar o troféu que ostenta, como coroação e emblema da sua actuação como responsável pela condução de políticas urbanísticas. Diz o Sr. Dr. que "indefere mais licenciamentos do que licencia", donde, por isso, não se sente O responsável pela construção desenfreada no Concelho... acreditamos. Adiante!

Quanto ao "Caso Montrose" (emblemático e doloroso, doa a quem doer... e que doa a TODOS), o Sr. Carreiras afirma - mesmo já com conhecimento da pronuncia do Tribunal Administrativo no sentido do embargo desta obra! - que todo o processo cumpriu as formalidades legais obrigatórias (pareceres positivos do cultíssimo IPPAR incluídos), pelo que, assim sendo, se trata de uma obra legítima. Os hábeis juristas de serviço à Câmara, em conjunto com os não menos hábeis juristas ao serviço do promotor, estudarão a pronuncia do Tribunal nos próximos dias...

Mas, por entre uma indisfarçável (e sintomática?) necessidade de se justificar, e não respondendo com objectividade às questões levantadas pelos cidadãos sobre este caso, achou Sua Exª adequado, deixar "no ar" um insulto aos cidadãos: Considerou que a manifestação de oposição a esta obra, é movida por um grupo de pessoas, que querem fazer SEU um logradouro, nos terrenos privados de um seu vizinho!!!!
Esta (des)consideração é não apenas isso mesmo: um desqualificado e despropositado INSULTO aos seus concidadãos; como revela em simultâneo, que não entende nada (ou não lhe dá jeito entender) de Património, de Arquitectura e de Paisagismo, das suas importâncias na paisagem urbana, na cultura congregadora das sociedades, e dos fenómenos sociais de identificação de peças e conjuntos de Património colectivo.

Não merece qualquer comentário o insulto. Mas, valerá a pena (?) esclarecer que "Património" com "interesse público" nasce, precisamente, quando qualquer elemento adquire e justifica, o interesse de um grupo social (o público), que se estabelece para além dos seus proprietários. 
É isso que acontece, por exemplo, com O CONJUNTO INDISSOCIÁVEL do Chalet e jardins Villa Montrose: os cidadãos do Concelho (pelo menos) TÊM TODO O DIREITO E LEGITIMIDADE - e argumentos sólidos que o justificam -  a lutarem para a consagração, defesa e preservação daquele conjunto.
Ou seja, reconhecido o valor patrimonial da Villa Montrose, ele torna-se património de interesse colectivo e já não, sómente, privado. Doa a quem doer... e isto não é forçosamente um ataque ao  sacrossanto (como alguns o parecem considerar) direito sobre a "propriedade privada".
Por isso, Exmº Sr. Carlos Carreiras, eu, cidadão, quero - como diz - que o conjunto Chalet e Jardins da Villa Montrose, sejam considerados património cultural colectivo a proteger. QUERO-OS TAMBÉM UM POUCO PARA MIM e para os restantes cidadãos de Cascais (nem que seja para o vermos a partir das nossas ruas que qualificam). Diga - se quiser -  que quero fazer um logradouro em propriedade de outrém. Pois bem, é isso mesmo que quero. E encontrar soluções para resolver os problemas que isso implica, é um problema político para ser resolvido pela Autarquia e competentes orgãos da Administração da coisa pública.

A ausência de acção nesta área em Cascais, por dezenas de anos - tal como foi relembrado pela Srª Drª Raquel Henriques da Silva -  é uma omissão grave, que noutras civilizações, com outros valores, poderia ser classificada como de lesa património e gestão danosa dos interesses públicos. A perca do conjunto Villa Montrose, é uma perca de MAIS UMA parte dos interesses colectivos com a anuência e, porventura, com a cumplicidade da Câmara Municipal de Cascais.

E a solução que Vª Exª toma como pertinente e viável (de destruir a parte "verde" do conjunto, para "rentabilizar" o espaço, construindo novo edificado, e assim juntar o dinheirinho suficiente para conseguir preservar o Chalet) é pouco imaginativa, é um lugar-comum, culturalmente ignorante, e na prática, sendo que o problema é, então, dinheiro (!!!), revela uma única coisa: miséria... e "contabilidade" de mercearia... igual à contabilidade que coloca o país no sítio em que está: na cauda de já nem se sabe bem do quê.

Passe bem Vossa Exª, Sr. Carlos Carreiras.

Saturday, July 28, 2007

Inaugurado o Farol-Museu de Cascais

"Primeiro farol-museu do país inaugurado em Cascais

O Farol de Santa Marta, em Cascais, tornou-se ontem o primeiro farol-museu nacional em resultado de um projecto do Estado-Maior da Armada e da autarquia, que pretende desvendar um ofício com cinco séculos de história em Portugal.
[...]
No ano passado, a Câmara de Cascais e a Marinha, que ainda hoje apoia a navegação a partir da torre de 20 metros do farol, iniciaram a remodelação do espaço para dar a conhecer as antigas residências dos faroleiros, os seus instrumentos de trabalho e modo de vida. O resultado do investimento - 1,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas da concessão do casino do Estoril - é um espaço de exposição de peças recuperadas pela Marinha, amplas plataformas com vista para o mar, um centro de documentação e uma cafetaria ontem inaugurados".

Extracto de notícia da Agência Lusa publicada no Público de 28 de Julho de 2007

Monday, July 23, 2007

Obstáculo inútil (6 meses depois... ainda).

Em Fevereiro, aqui , o J.N Barbosa "chocou" com esta "coisa". Imaginámos, com gozo, e de imediato, a miserável teia kafkiana de pequeníssimos poderes que "justifica" o querido mamarrachinho... seis meses depois, ficamos com a certeza que a "dona de casa" (a CMC), de vassoura na mão, e genuinamente desejosa de se ver livre do mono no hall de entrada, não tem força para a vassourada... 
Coisas menores.

Thursday, June 28, 2007

+ (apoios de) praia




...com alguns dias de atraso relativamente à divulgação que a CMC fez in situ, aqui ficam as pré-visualizações dos apoios de praia que serão construídos na praia da Azarujinha e praia da Poça.
Também há novos apoios de praia em Carcavelos...
Se o da Azarujinha será um bar-miradouro com vistas absolutamente estimulantes, veremos o que acontecerá na cobertura do da praia da poça (cobertura que agora está ligada ao novo estacionamento): miradouro-varanda? acessível? Como ficarão integradas na arquitectura as máquinas de ar-condicionado e chaminés?... tudo isso estará resolvido.

Monday, June 25, 2007

AS NOSSAS ESCOLAS TAMBÉM SE DISTINGUEM AO LONGE!




Terminou o ano lectivo... e aqui há tempos, neste blogue, o Eduardo lançava um desafio lógico e bom: actuar nas escolas para ajudar a formar logo aí, nas crianças, o gosto e o interesse pela cidade, o seu ambiente e o seu património.
Mas, como se pode ver neste caso (que se repete de forma alargada... tristemente!), as próprias escolas são péssimos exemplos de qualidade dos seus espaços... Distinguem-se ao longe, mas, pelas piores razões. E neste aspecto, as escolas públicas de Cascais, em nada se distinguem da maioria das escolas do país.
Há excepções,mas, são isso mesmo: excepções.
O que há, pode ver-se aqui, a partir do site da Câmara Municipal de Cascais:
http://escolaspublicascascais.notlong.com
Pergunta-se: Como é que se pode "ensinar" as crianças a gostar dos espaços (públicos e privados) se o seu espaço de aprendizagem é um verdadeiro e inqualificável deserto (literalmente, neste caso)?
É eloquente a imagem acima: A escola é um pré-fabricado (há anos e anos) e o seu recreio é o que se vê: vazio e desqualificado. Um campo poeirento no verão, e um lamaçal no Inverno.
Imediatamente à volta (fora da escola), os jardins são impecávelmente tratados... num caso e noutro, responsabilidade da Câmara Municipal: a nossa.
Sinal das prioridades? A educação e a Escola estão no fim das prioridades da Câmara Municipal?
O facto é que, já não bastando a situação desastrosa da Educação à responsabilidade do Ministério, com esta "comparticipação" da Câmara na sua parte, através de "protocolos com as Juntas de Freguesias" (que dá no que se vê), as escolas continuarão a ser terra estéril para a formação da cidadania.
...que são terra estéril para a Educação (em geral), já o sabemos.