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Wednesday, December 03, 2014

Thursday, October 31, 2013

ZEP para Cidadela de Cascais, publicada audiência de interessados:


Anúncio n.º 340/2013. D.R. n.º 211, Série II de 2013-10-31 Presidência do Conselho de Ministros - Direção-Geral do Património Cultural Projeto de decisão relativo à fixação da zona especial de proteção (ZEP) conjunta da Cidadela de Cascais, incluindo a Fortaleza de Nossa Senhora da Luz e a Torre Fortificada de Cascais, do Marégrafo de Cascais, do Palácio dos Condes de Castro Guimarães, da Casa de Santa Maria, incluindo o jardim, e do Forte de Santa Marta, sitos em Cascais, freguesia e concelho de Cascais, distrito de Lisboa

Friday, September 13, 2013

Wednesday, December 12, 2012

Monday, November 28, 2011

Temos Palácio da Cidadela










Finalmente, temos de volta o Palácio da Presidência restaurado! É a prova, provada, de que quando há vontade há dinheiro e há trabalho. Em boa hora a CMC e a Presidência da República conseguiram juntar esforços ao Turismo e recuperar e reabrir ao público o edifício. Mesmo sendo um espaço quase sem mobiliário, os 5 euros da entrada são totalmente justificáveis. Parabéns a todos!

Wednesday, October 26, 2011

Palácio da Presidência vai abrir ao público na Cidadela de Cascais


In Público (26/10/2011)
Por Luís Filipe Sebastião

«A recuperação do palácio da Cidadela de Cascais está em fase de conclusão e a Presidência da República vai abrir as portas do renovado espaço à próxima reunião do Conselho para a Globalização, que se realiza no mês de Novembro. O museu das ordens honoríficas vai ter de esperar por disponibilidades financeiras para a sua instalação.

Quem passar pelo Passeio da Rainha D. Maria Pia, à beira da baía de Cascais, ainda ouve barulho de obras. Os trabalhos no interior da alta e larga muralha contígua dizem respeito à empreitada de adaptação da Cidadela para fins turísticos, nomeadamente uma pousada do grupo Pestana. O palácio afecto à Presidência da República, bem como a capela anexa, já se encontram recuperados. Entre muros, a calçada junto ao imóvel está pronta, e a azáfama tomou conta da antiga parada para que tudo fique pronto nas próximas semanas.

A reabilitação do palácio da Presidência, como costuma ser designado, teve por base um projecto do arquitecto Pedro Vaz. A assessoria para a comunicação social da Presidência da República confirmou ao PÚBLICO, por escrito, que a obra "encontra-se quase concluída" e que as instalações devem abrir "até finais de Novembro de 2011".

"Não está prevista uma inauguração", salienta a nota do gabinete de Cavaco Silva, acrescentando que foram executadas as infra-estruturas com vista à instalação de um pólo do Museu da Presidência da República, mas "para a sua concretização não existe uma data prevista, tendo em atenção as restrições orçamentais". O pólo do museu será dedicado às ordens honoríficas, como estava projectado, e entretanto o espaço vai servir para exposições temporárias.

Essa será, aliás, a forma encontrada para abrir as portas do palácio durante um mês, entre 20 de Novembro e 20 de Dezembro, segundo o PÚBLICO apurou. Aníbal Cavaco Silva vai usar o espaço por ocasião da próxima reunião do Conselho para a Globalização, iniciativa que costuma juntar personalidades portuguesas e estrangeiras, mas que este ano vai reunir apenas um conjunto de empresários e gestores portugueses com actividade fora do país. Este primeiro evento oficial no palácio está agendado para 25 de Novembro. E, esclarece a assessoria da Presidência da República, para além da "utilização dos salões principais para reuniões ao mais alto nível" e para "outras cerimónias de carácter institucional", pretende-se definir, com o apoio da Câmara de Cascais, um "perímetro de visitas" para o público.

É nesse sentido que, a par da reunião do Conselho para a Globalização, está a ser preparada uma exposição que servirá como pretexto para que os visitantes possam constatar o resultado da recuperação do monumento. De acordo com o projecto, a área do museu ocupa as caves e as garagens que se encontravam devolutas, com acesso pelo topo sul do piso térreo. No topo norte será criada uma cafetaria, com esplanada, e a bilheteira servirá o museu e o percurso palaciano. Os salões de banquetes, o salão nobre, as salas de jantar e de fumo do Presidente Craveiro Lopes, o gabinete moçárabe e o quarto do rei D. Luís beneficiaram de restauro. Manteve-se a distribuição das salas, vestíbulo e quarto do rei D. Carlos. Os quartos para as comitivas oficiais ficam virados para a praça e, no piso superior, estão incluídos aposentos para o Presidente da República.

Pousada abre em Fevereiro

A capela da Cidadela, nota a assessoria de Cavaco Silva, "reúne condições para a reintrodução do culto" e, por isso, "pretende-se encontrar um equilíbrio entre o seu uso e a sua condição como parte do núcleo do palácio". A empreitada de reabilitação do palácio orçou em 6,534 milhões de euros, dos quais três milhões resultam das contrapartidas anuais da zona de jogo da Costa do Estoril. O restante montante inscrito no PIDDAC (Plano de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) foi repartido no Orçamento do Estado dos últimos quatro anos.

"Estamos muito agradecidos ao Presidente da República por ter sido possível recuperar o palácio da Cidadela, que se encontrava muito degradado, e vamos ajudar a encontrar uma forma de manter o espaço aberto a visitas regulares do público", comentou o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras.

O autarca social-democrata acrescentou que a abertura, para breve, da Fortaleza de Nossa Senhora da Luz, monumento anexo à cidadela, em colaboração com o Ministério da Defesa, permitirá criar uma nova dinâmica na área do turismo e "valorizar o património de Cascais". A pousada da Cidadela deverá ser inaugurada em Fevereiro de 2012, revelou o presidente da Câmara de Cascais. As obras da unidade hoteleira, com 127 quartos, estão prontas e até ao final do ano devem ficar concluídas as restantes áreas de comércio e serviços e espaços públicos. A exploração do espaço - cedido por 70 anos ao município contra 2,8 milhões de euros para os ministérios das Finanças e da Defesa - foi concessionada ao grupo Pestana, que se propôs investir 20,5 milhões e pagará 285 mil euros por ano (mais dois por cento da facturação bruta).»

Thursday, November 18, 2010

De "cabo-de-esquadra"!


Internem-me, por favor, que não consigo deixar de gargalhar com esta notícia! O mundo está louco!!!

Monday, November 08, 2010

A pousada no forte vai de vento em popa!



A envolvência do forte de Cascais tem sofrido muito pelos grandes projectos dos últimos anos: do lado do mar ficou com a mega marina; do lado da terra ficou com o edifício do novo parque de estacionamento, restaurantes e outros equipamentos de apoio à Marina. Só faltava mesmo construir dentro do forte, o que acabou por acontecer.

Temo que a obra em curso esteja a tomar proporções que estariam muito mais suaves na maquete e no powerpoint divulgados publicamente. Quanto é que media em altura a construção junto às muralhas?



P.S: Cá fora, a construção do parque de estacionamento subteraneo na zona de protecção do forte não acabou com o estacioanmento selvagem - os passeios junto da Casa de Santa Maria e Farol de Santa Marta continuam ocupados por carros!




Fotos. FJ

Monday, July 20, 2009

Nova Cidadela de Cascais custa nove milhões

In Público (20/7/2009)

«A renovação do Palácio da Presidência, a requalificação da Fortaleza de Nossa Senhora da Luz e a construção de uma pousada são os projectos previstos para a Nova Cidadela de Cascais, que estarão concluídos em 2011.
Para o Palácio da Presidência da República está previsto um projecto de recuperação e musealização, que vai recuperar a residência oficial do Presidente da República e permitir a instalação do Museu das Ordens Honoríficas. Segundo Pedro Vaz, arquitecto do projecto, a obra de reabilitação do edifício consiste num "núcleo de museu da Presidência, aposentos de comitivas e um espaço que poderá ser visitado pelo público, além dos salões que servirão para receber eventos". A obra está a decorrer e deverá estar concluída em Julho de 2010. Lusa»

Friday, July 17, 2009

Monday, June 15, 2009

Festival do Gelado em Cascais não seria o mesmo sem a presença do Santini

In Público (14/6/2009)

«Manter a qualidade e seguir a primeira receita é o segredo de 60 anos dos gelados da antiga geladaria, apesar da anunciada expansão do negócio


A completar 60 anos, os gelados Santini continuam a ser uma referência em Cascais e, porque "o segredo é a alma do negócio", os responsáveis revelam apenas que a qualidade e a tradição são as razões do sucesso.
Quem passa em frente a um Santini não resiste a comprar um gelado, ainda que tenha de enfrentar vários minutos de espera na fila que, no fim, são compensados por breves minutos de prazer. Em copo ou em cone, morango, meloa, framboesa, limão, chocolate, café, noz, são alguns dos sabores mais procurados pelos admiradores do Santini, que não conseguem nomear um só sabor para dizer qual é o melhor.
"São todos maravilhosos. Se pudesse pedia um cone com dez bolas para escolher dez sabores", disse uma das clientes, citada pela agência Lusa. Para Eduardo Santini, responsável pela produção, "manter a qualidade e seguir a receita dos gelados como se faziam em 1949" são as razões do sucesso, além dos "produtos frescos e as matérias-primas da maior qualidade".
Considerando que são produtos para todas as classes, Eduardo Santini descarta a ideia de que os seus gelados são direccionados para as elites, sublinhando que o número de vendas não é a preocupação, mas sim manter o nome da família. Actualmente o Santini só existe em duas lojas no concelho de Cascais - São João do Estoril e Cascais -, mas Martim de Botton, responsável pela expansão, promete fazer crescer a marca com a mesma qualidade: "Para o ano vamos abrir uma nova loja em Lisboa e depois queremos entrar em outros sítios, mas sempre de uma forma controlada, para conseguirmos manter a qualidade".
Apesar de ter novos sócios, Eduardo Santini garante que continua a ser um negócio de família, "porque é aí que está o segredo", acrescentando que os novos sócios dedicam-se apenas à parte de expansão da marca e de crescimento. "A qualidade é exactamente igual e os produtos são exactamente os mesmos", acrescentou Martim de Botton, o novo sócio.
No seguimento da primeira edição do Festival do Gelado, este fim-de-semana na Cidadela de Cascais, os gelados Santini são uma presença obrigatória. "Era inconcebível fazer um Festival do Gelado sem a presença do Santini", evidenciou Susana, organizadora do evento. Além do Santini, estão presentes mais seis geladarias e vários ateliers que visam dar a conhecer às crianças a origem do gelado. O último dia do Festival do Gelado decorre hoje entre as 10h e as 22h, na Cidadela de Cascais, com acesso livre»

...


Só é pena que os preços dos gelados dos participantes não tenham sido abaixo dos preços correntes, uma vez que festa pressupõe isso mesmo, mas em relação ao Santini houve a possibilidade de saborear um magnífico novo sabor, de cereja, a custo zero por força da parceria com o Millennium, que tinha, aliás, um belo espaço (tal como o Santini, com muito bom gosto) e umas belas anfitriãs.

Em relação ao espaço da Cidadela, sempre que entrou ali fico com uma sensação esquisita já que não concebo aquele espaço como sendo privado. Será que não havia outra maneira de recuperar aquilo e de lhe dar um uso sem ser por via da privatização?

Friday, February 20, 2009


Parece-me um bom projecto e bonito, o que já começa a ser raro em Cascais, mas há que esclarecer uns quantos pontos:

1. Qual a altura acima da muralha?
2. Qual a distância entre a estrutura em aço oxidado e a muralha?
3. Aquelas árvores virtuais, estão plantadas em quê? Caldeiras? Canteiros contínuos? Com que profundidade? Que tipo de árvores?

No resto, pensei que fosse pior do que é, o que é uma boa notícia, por sinal.

Tuesday, February 17, 2009

Pestana ganha a Cidadela de Cascais

In Público (17/2/2009)
Luís Filipe Sebastião

«O júri do concurso público para a recuperação e exploração turística da Cidadela de Cascais propôs a adjudicação do negócio ao único concorrente que se apresentou, o grupo Pestana. A exploração do espaço, caso as obras arranquem até ao final deste ano, deverá iniciar-se dois anos depois, no termo de 2011.
Segundo adiantou ao PÚBLICO uma fonte da Câmara de Cascais, o júri do concurso público para a concessão da Cidadela reuniu-se ontem à tarde e decidiu propor ao conselho de administração da empresa municipal Fortaleza de Cascais a adjudicação ao único concorrente, o grupo que explora as pousadas da Enatur.

A proposta, com projecto de Gonçalo Byrne e David Sinclair, prevê a construção de um hotel com 127 quartos, aproveitando o pano de muralhas virado ao mar e à marina, e a adaptação de vários edifícios da Praça de Armas para espaços de restauração, comércio e actividades culturais.

A proposta do grupo Pestana optou pelo prazo de concessão mais longo, de 70 anos, pelo que deverá pagar uma contrapartida de 2,8 milhões de euros aos ministérios das Finanças e da Defesa. O investimento global ronda os 20,5 milhões de euros, muito acima do mínimo de oito milhões previsto no caderno de encargos. A renda anual fixa será de 285 mil euros, acrescida de uma verba variável de dois por cento da facturação bruta, a pagar a partir de 2016. O grupo Pestana anunciou recentemente que o projecto para Cascais se insere "na linha da nova geração de pousadas".
A par do aproveitamento turístico e cultural do antigo recinto militar, a Presidência da República também já lançou o projecto para a reabilitação do palácio da Cidadela, que inclui um museu das ordens honoríficas, e a recuperação dos antigos aposentos reais.

Pestana diz que aposta em unidades com "projectos arquitectónicos marcantes e sobretudo com dimensão" »

Nada tenho contra o Grupo Pestana que é dos poucos a ter bom gosto e não ser muito agressivo para com o património e a envolvente. A minha dúvida é só em termos de projectista. Onde param as imagens virtuais do projecto?

Friday, January 16, 2009

Cascais decide até Fevereiro se Pestana fica com Cidadela

In Público (16/1/2009)
Luís Filipe Sebastião

«A proposta do grupo Pestana para a reabilitação e exploração hoteleira da Cidadela de Cascais viu ontem validada a sua admissão pelo júri do concurso público, o que representa meio caminho para uma decisão final, que o presidente da autarquia, António Capucho, admite que possa vir a ser tomada até ao "princípio de Fevereiro".
O grupo Pestana foi o único concorrente à concessão da exploração da Cidadela. A proposta prevê a adaptação de três edifícios em termo da Praça de Armas, que mantém a actual configuração, com áreas comerciais e de restauração. As antigas garagens terão uma utilização de natureza cultural, através de parcerias com entidades como as fundações Berardo e Oriente e a Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo. Na zona sul e poente, num edifício em L, será construído um hotel de 127 quartos, aproveitando o plano de muralhas virado ao mar. A antiga messe será demolida. O projecto arquitectónico é assinado por Gonçalo Byrne e David Sinclair.

O presidente da câmara, António Capucho, concede que se trata de "uma proposta muito sóbria" e realça o facto de a unidade hoteleira vir a integrar a rede de Pousadas de Portugal. O também presidente do júri adianta que a proposta vai ser analisada, para se aferir se cumpre o caderno de encargos, e que a decisão final será tomada "no início de Fevereiro".
O grupo Pestana optou pelo prazo de concessão mais alargado de 70 anos, o que implica o pagamento de uma contrapartida de 2,8 milhões de euros aos ministérios das Finanças e da Defesa. O investimento global ronda os 20,5 milhões de euros, muito acima do mínimo de oito milhões estipulado no concurso. A renda anual fixa, de 285 mil euros, também supera o mínimo de 135 mil previsto no caderno de encargos, e a renda variável corresponderá a 2% da facturação bruta, com início em 2016.
As obras, a iniciar até 27 de Dezembro de 2009, deverão ficar concluídas no máximo até ao final de 2011. O grupo Pestana, em comunicado, salienta que a nova unidade "cumpre na íntegra os requisitos apresentados no caderno de encargos" e insere-se "na linha da nova geração de pousadas": "Unidades históricas, com localizações ímpares, projectos arquitectónicos marcantes e sobretudo com dimensão."
Entretanto, a Câmara de Cascais assinou ontem um acordo de colaboração para a abertura, ainda em 2009, de uma Loja do Cidadão num espaço municipal na Rua Manuel Joaquim Avelar, no centro da vila (perto do hospital e das Finanças). Esta Loja do Cidadão, de segunda geração, será instalada numa área de 1200m2, concentrará os serviços públicos da administração central e local, incluindo o serviço municipal de atendimento.
20,5
milhões de euros é montante que o grupo Pestana se propõe investir para reabilitar e explorar turisticamente a Cidadela de Cascais
20,5
milhões de euros é o montante que o grupo Pestana se propõe investir para reabilitar e explorar a Cidadela de Cascais»


Sobre o Grupo Pestana, nada a dizer, porque se trata de um dos raros grupos hoteleiros que costuma ter bom gosto no 'produto final'. O que me preocupa neste artigo é a palavra 'dimensão'. Isto porque temo que as muralhas levem com caixote em cima, mais a mais dada a 'amostra' que o Arq. Byrne desenhou para o Instituto Bacteriológico do Campo Santana, quanto a mim uma perfeita aberração, ainda por cima completamente démodée.

Convinha que a CMC propriciasse na Net o projecto em apreço, para que as pessoas pudessem dizer de sua justiça de forma mais eficaz.

PS-Sobre a localização da loja do cidadão, esperemos que não provoque o caos naquela zona já de si saturada. Podiam tê-la posto noutro local, mas quem nos governa insiste na lógica tonta de concentrar os serviços todos num local, como se fosse melhor as pessoas irem a um 'supermercado burocrático' do que andar de um lado para o outro...

Wednesday, January 07, 2009

Requalificação do palácio da Cidadela avança em Cascais

In Público (7/1/2009)

«A Presidência da República adjudicou ontem a obra de requalificação do palácio da Cidadela, em Cascais, segundo anunciou fonte oficial do palácio de Belém.
A secretaria-geral da Presidência da República, entidade responsável pelo processo, adjudicou o contrato para o projecto, segundo a mesma fonte citada pela agência Lusa. Uma fonte da autarquia de Cascais, por seu lado, manifestou ao PÚBLICO satisfação pelo avanço de uma obra que irá contribuir para a "requalificação de todo o perímetro" do antigo recinto militar situado junto à baía e à marina.

De acordo com a mesma fonte da Câmara de Cascais, a empreitada inclui a instalação de um museu no piso de baixo, a recuperação do piso intermédio para uso partilhado com o município e visitas do público (salões para banquetes e eventos, salas e aposentos dos monarcas) e o piso superior para residência oficial.
O projecto de reabilitação e musealização da Fortaleza de Nossa Senhora da Luz, em parceria com a Armada, deve ser aprovado este mês e avançar até ao final do ano. As propostas para a concessão da Cidadela para fins turístico-culturais serão abertas no próximo dia 12. O presidente da câmara, António Capucho, apresentou o concurso público da Cidadela em Setembro passado. Segundo fonte municipal, foram levantados vários cadernos de encargos, mas até ao início da semana ainda não deu entrada nos serviços camarários qualquer candidatura para o segundo concurso público destinado à exploração do antigo recinto militar. No primeiro concurso não foi aceite a única proposta apresentada, por se entender que não respeitava as condições do município. PÚBLICO/Lusa»

Wednesday, September 10, 2008

Projecto turístico. Concurso público da Cidadela de Cascais apresentado hoje


In Público Online / Lusa

«O concurso público internacional da Cidadela é apresentado hoje pelo presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, no Centro Cultural de Cascais. O concurso possibilita a construção de espaços culturais, hotéis e apartamentos turísticos na antiga instalação militar.

Em 2006, o primeiro concurso de exploração da fortaleza só recebeu uma proposta que não foi aceite pelo júri. O Governo alargou em Junho passado o prazo de reafectação municipal de 35 para 50 ou 75 anos, mediante uma compensação financeira de cerca de 1,8 ou 2,8 milhões de euros, respectivamente.

Os promotores candidatos têm até 9 de Janeiro de 2009 para apresentar soluções de ocupação dos 17.555 metros quadrados a concessionar, sem exceder o limite máximo de área bruta de construção - 14 mil metros quadrados, 3200 metros quadrados dos quais correspondentes a novas edificações.

A nível do património já existente, o futuro concessionário da Nova Cidadela terá de investir mais de oito milhões de euros em reabilitação.

De acordo com a autarquia, os equipamentos com utilidade turística e cultural deverão preencher pelo menos 70 por cento da área bruta. Enquanto os apartamentos turísticos não poderão ultrapassar os 20 por cento da mesma»

Wednesday, July 23, 2008

Câmara de Cascais admite construção de apartamentos turísticos na Cidadela

In Público (23/7/2008)
Luís Filipe Sebastião

«Novo concurso para a reabilitação da Cidadela dividiu a maioria PSD na autarquia, devido à possibilidade dos candidatos poderem concorrer só com apartamentos e sem hotel


As antigas áreas militares da Cidadela de Cascais vão poder ser transformadas em hotel ou em apartamentos turísticos de luxo. O novo concurso público para a reabilitação e exploração da velha fortificação foi aprovado pela assembleia municipal e deverá ser publicado na próxima semana em Diário da República.
A empresa municipal Fortaleza de Cascais, criada pela autarquia para gerir o antigo recinto militar, anulou o primeiro concurso público para a recuperação daquele espaço por entender que a única proposta então apresentada não cumpria o caderno de encargos e o programa do concurso. O presidente da câmara, António Capucho, admitiu na ocasião que vários interessados manifestaram dúvidas quanto à viabilidade do investimento, devido ao prazo apertado da concessão, de 35 anos.
Numa tentativa de tornar mais atractivo um novo concurso, o município viu autorizado pelo Ministério das Finanças a prolongar a concessão, formalizada em 2004, para 50 ou 75 anos. Nesse sentido, para além de uma renda anual a pagar pelo futuro concessionário - no mínimo de 135 mil euros - para compensar os 4,612 milhões de euros já pagos pelos cofres municipais pelo período inicial, os concorrentes terão de suportar mais 1,820 milhões caso optem pelo prazo de 50 anos ou 2,831 milhões até 2079. Este montante adicional será entregue ao Estado.
O anterior concurso já previa um hotel e apartamentos turísticos, no máximo de dezena e meia, em algumas zonas da Cidadela. Mas o novo caderno de encargos vai mais longe e prevê a adaptação de alguns edifícios com vista a "estabelecimento hoteleiro e/ou de exploração de apartamentos turísticos". A possibilidade do concorrente apresentar apenas apartamentos, para além das restantes áreas de comércio, serviços e culturais faz toda a diferença. Ao ponto de dividir a própria maioria PSD que lidera o executivo camarário.
Na anterior reunião de câmara, o vice-presidente e responsável pelo Urbanismo, Carlos Carreiras (PSD), manifestou-se "desconfortável" perante a possível concessão da Cidadela sem uma unidade hoteleira. O autarca defendeu que os apartamentos turísticos fossem limitados a 20 por cento da área bruta de construção. A proposta acabou por ser remetida para a assembleia municipal por PSD, CDS e PS, com quatro abstenções do PSD e da CDU.
Na assembleia municipal, anteontem à noite, a proposta foi aprovada por PSD e CDS, com uma abstenção social-democrata e os votos contra de PS, CDU e BE. Apesar das dúvidas manifestadas por eleitos sociais-democratas, relativamente aos apartamentos turísticos, o novo concurso só admitirá propostas com este tipo de ocupação para uma área máxima equivalente a cerca de 2800 metros quadrados, o correspondente até 16 apartamentos com tipologias dúplex, T1 e T2.
Dos 17.555 m2 a concessionar, a área bruta de construção máxima nos edifícios a reabilitar totaliza 10.800 m2. A área bruta para novas construções e ampliações é de 3200 m2. A altura máxima dos imóveis varia entre um e dois pisos.
O montante mínimo a investir em recuperação está fixado em oito milhões de euros. O concessionário terá de assegurar o acesso público à praça da Cidadela e construir a ligação ao parque de estacionamento da marina, recentemente aberto no fosso da fortificação.
As obras deverão arrancar até ao final de 2009, para que a exploração tenha início até Dezembro de 2012. As propostas, com entrega até 9 de Janeiro de 2009, deverão incluir equipamentos comerciais, turísticos e de cultura e lazer, nomeadamente museus, galerias de arte, auditórios e espaços de restauração. Uma fonte municipal esclareceu que as candidaturas que incluírem uma utilização hoteleira serão naturalmente valorizadas perante a simples ocupação com apartamentos.
"Fizemos todos os possíveis para tornar o concurso atractivo, dentro do razoável", comentou Bernardo Pinto Gonçalves, presidente da Fortaleza de Cascais. A empresa municipal procurou deixar o "mais amplo e aberto possível" o leque de opções para a exploração de um espaço com diversas condicionantes de natureza histórica e cultural.»

É uma vergonha estar-se a permitir a construção de apartamentos dentro da Cidadela, que foi cedida à CMC pelo Estado para investimento turístico e não para simples contabilidade de mercearia, em época de pré-campanha eleitoral. Espero que a CMC caia em si e corrija esta situação, que já começa a ter contornos suspeitos. Além disso, só a ideia de se ter apartamentos dentro de um edifício que é património de todos não lemnbra a ninguém, e o mínimo que me provoca é nojo.

Tuesday, June 24, 2008

António Capucho negoceia concessão da Cidadela

In Notícias da Manhã (24/6/2008)

«A Câmara de Cascais vai lançar em Julho um novo concurso público para a concessão da exploração da Cidadela (Fortaleza), depois do Governo ter alargado o prazo de reafectação municipal de 35 para 50 ou 75 anos.

Em 2006, a autarquia avançou com um primeiro concurso internacional para a concessão daquele equipamento para fins turísticos e culturais, mas a única proposta apresentada não foi aceite pelo júri.
Para o presidente do executivo, António Capucho, os resultados obtidos não foram os esperados por o período então estipulado de reafectação ao município - 35 anos, por 4,5 milhões de euros - “ter sido considerado limitado”, levando a autarquia a tentar renegociá-lo com os ministérios das Finanças e da Defesa Nacional.De acordo com um despacho governamental publicado na semana passada, o prazo foi agora alargado para 50 ou 75 anos, mediante uma compensação financeira de cerca de 1,8 ou 2,8 milhões de euros, respectivamente, limite que ficará ao critério dos concorrentes de um novo concurso público. (...)»

Vamos a ver se é desta. Espero que sim.