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Tuesday, May 24, 2016

Era uma vez no Castelinho. Quem tem medo dos fantasmas do Estoril?


In Observador (21.5.2016)
Por João Pedro Pincha

«Era uma vez no Castelinho. Quem tem medo dos fantasmas do Estoril?
Diz-se que há fantasmas em várias casas ao longo da linha de Cascais. Mas nenhuma será tão charmosa como o Castelinho. E estas paredes contam muito mais do que histórias de terror...

— Epá, pareceu-me que a janela ainda agora estava aberta.
— Não estava nada. Estás a ver coisas.

Não é preciso grandes teimas. Uma olhadela rápida à máquina fotográfica e esclarecemos já o assunto. Nada. Janelas bem fechadas. Nem sinal de movimento.
— Mas agora está aberta, não há dúvida!p Pois é, agora não há volta a dar: a janela está escancarada. Mas logo se fecha abruptamente. Temos fotografias para comprovar o fenómeno. Fazemos zoom e nada. Na janela aberta, não se vê vivalma, só negrume. Abre-se de novo a caixilharia de alumínio, fecha de repente e vem de lá a correr um gato cinzento a toda a velocidade. Nós não acreditamos em bruxas, pero que las hay… p Pensar em fantasmagorias junto ao mar azul de São Pedro do Estoril parece quase criminoso. A vista para o Atlântico, para a baía de Cascais e para a Outra Banda não trazem assombrações à memória, só o sonho de dias mais quentes e felizes. Ainda assim, nesta moradia semelhante a um castelo que se debruça sobre os penhascos, consta que há fantasmas. E aquela janela… Tocamos à campainha, ninguém responde. Deve ter sido só o vento…
[...]»

Tuesday, February 02, 2016

Mais um para a moda das obras clandestinas em Cascais?


No que foi o Instituto de Cegos Branco Rodrigues (ver história da casa aqui), após doação do terreno juntinho à Choupana, em São João do Estoril, à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, pelos donos da Quinta da Carreira (foto do edifício antes do incêndio que o assolou há um punhado de anos), parece que a moda das obras clandestinas continua, pois da placa que anuncia o futuro condomínio (e não é suposto a doação ter sido só para fins de beneficência, e reverter o terreno para os antigos donos em caso de alteração de uso, como é o caso?), vê-se zero sobre o licenciamento respectivo. A Oeste nada de novo...