Wednesday, January 28, 2015
Continua a falta de manutenção das estações de comboios da linha de Cascais
Tuesday, March 12, 2013
Att. do novo Secretário de Estado do Turismo:
Thursday, June 21, 2012
Centenário do Turismo em Portugal

As comemorações terminaram o seu ciclo regular de iniciativas, e uma das mais significativas exposições promovidas pela Comissão Nacional (CN), presidida por Jorge Mangorrinha, foi "O Estoril e as Origens do Turismo em Portugal", inaugurada a 14 de Maio de 2011 e que perdurou até ao início do corrente ano. A Câmara Municipal de Cascais foi o parceiro da CN. Para além da exposição, realizada no edifício dos CTT do Estoril e comissariada por Helena Gonçalves Pinto e João Miguel Henriques, houve visitas guiadas e um dia de conferências acerca do papel histórico do Estoril e de Cascais desde o final do século XIX aos tempos mais recentes. Para a posteridade, também fica um excelente catálogo. Seria bom que o Estoril se regenerasse e tivesse como referência a ambição com que os seus promotores o projectaram há cem anos e o construíram durante a Primeira República e início do Estado Novo.
Thursday, October 27, 2011
Harley Davidson gera 5 milhões de receitas em Cascais

«A maior concentração europeia de Harley Davidson vai gerar receitas na ordem dos 5 milhões de euros na economia de Cascais. É esta a previsão da organização do 21º Harley Owners Group. Entre os dias 14 e 17 de Junho de 2012, milhares de Harleys e fãs da marca americana – “gente que gosta de viajar e de gastar” - são esperados na vila portuguesa para um dos maiores acontecimentos do Verão.»
Fonte: CMC
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Gosto de Harleys mas duvido que tal rally equivalha a umas receitas tamanhas, enfim, fantasias.
Tuesday, January 18, 2011
Cascais dá 40 mil euros para roteiro turístico submarino
«O mergulhador Miguel Lacerda, conhecedor do mar de Cascais, decidiu criar um projecto de investigação subaquática para encontrar, nas profundezas da costa do Estoril, os melhores roteiros marítimos para a prática de mergulho.
Praticante de mergulho desde os nove anos, Miguel Lacerda referiu que além das condições meteorológicas, é necessária também ajuda financeira. A Câmara de Cascais já decidiu atribuir um subsídio de 40 mil euros, para a elaboração do seu estudo científico e para edição do livro.
Depois de em 2008 ter publicado um livro sobre mais de 800 espécies de animais marinhos de Cascais, Miguel Lacerda decidiu agora lançar-se num novo desafio. "Achei interessante elaborar um projecto sobre os roteiros marinhos de Cascais, numa vertente mais ligada ao turismo", para "mostrar as melhores zonas para se fazer mergulho", explicou. Será um trabalho "bastante útil para os amantes" desta actividade, refere, e uma nova proposta turística do concelho de Cascais.
O projecto ainda não arrancou. "A recolha de material levará cerca de três anos a estar concluído, analisado e organizado para que depois esteja em condições de ser publicado um livro", disse. Ao todo terão de ser realizados entre 150 a 300 mergulhos, por toda a extensão marítima da costa do Estoril, entre o Forte de São Julião da Barra, ainda em Oeiras, e o cabo da Roca, já no concelho de Sintra.
No roteiro marinho será também incluída a Montanha do Camões, uma montanha submarina situada 11 milhas a oeste do cabo da Roca, "ideal para quem gosta de mergulho profundo e oceânico", descreve Lacerda, que deverá investigar cerca de 30 zonas subaquáticas. "Ao fim de conseguir todo o material e de o apresentar à Cascais Atlântico [agência municipal dedicada ao mar], espero conseguir escrever um livro que descreva zona a zona para que as pessoas saibam o que podem encontrar, o tipo de fauna, e irem directamente aos locais do seu interesse", sustentou. Lusa»
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E tem toda a razão o promotor, uma vez que qualquer dia não haverá nada de interesse turístico à superfície...
Monday, August 24, 2009
Desporto dá 27 milhões à região do Estoril
«Os eventos desportivos que anualmente decorrem no Estoril, como o Cascais Vela que ontem se iniciou, o golfe ou o hipismo, representam uma receita de 27 milhões de euros para a região, revelou o Turismo do Estoril.
A Costa do Estoril acolhe, até 4 de Setembro, mais de 200 velejadores e 60 barcos de oito países, que participam na 10.ª edição do Cascais Vela 2009. Segundo o presidente do Turismo do Estoril, Duarte Nobre Guedes, citado pela Lusa, eventos deste tipo trazem, anualmente, cerca de 80 mil dormidas, provenientes de 25 mil hóspedes, o que resulta numa receita de 27 milhões de euros para a região costeira.
Salientando que "a vela é um produto importante associado à Costa do Estoril", Duarte Nobre Guedes disse que se "deveria investir mais no turismo náutico da costa nacional". O responsável explicou que a zona "é o local de eleição para a realização de eventos deste tipo, não só devido às condições naturais e atmosféricas, mas porque o Estoril pode oferecer tudo num espaço físico muito reduzido".
Referindo-se não só à prática da vela, mas também do golfe e do hipismo, o representante do Turismo do Estoril afirmou que "têm sido feitos investimentos, principalmente em termos de palcos, em todas as modalidades, procurando construir estruturas de primeira qualidade". No Cascais Vela 2009, organizado pelo Clube Naval de Cascais, realizam-se quatro regatas internacionais nas classes GP42, ORC, Laser SB3 e Dragão. »
Thursday, June 04, 2009
Estoril premiado na Alemanha. IMEX 2009 elogia Destino Verde
«O Estoril foi distinguido, com dois galardões, numa das mais importantes feiras mundiais dedicada ao Turismo de Negócios, a IMEX 2009, realizada em Frankfurt, confirmando o reconhecimento generalizado do trabalho levado a cabo em prol do desenvolvimento sustentável.
O Centro de Congressos do Estoril (CCE) recebeu o prémio “Equipamento Ambientalmente Sustentado”, o de maior prestígio atribuído neste certame – visitado por mais de 8.700 profissionais -, ao qual concorria a par de congéneres do Mónaco e da Suíça.
O estudante português Miguel Neves foi agraciado, no Fórum dos Futuros Líderes, com o prémio “Meetings Planners International” (MPI), uma distinção que visa reconhecer o elevado valor estratégico e organizacional que caracterizam o projecto para a realização de um evento sustentável no CCE.
A participação do Estoril na edição deste ano da IMEX - efectuada de 26 a 28 de Maio, em Messe, Frankfurt, na qual participaram 3.500 expositores de 150 países - teve por objectivo captar um maior número de eventos para o destino.
No âmbito da sua política interna de desenvolvimento sustentável, o Estoril definiu, no início de 2007, o “Plano Estratégico Green Destination 2010”, que visa a reestruturação do CCE.
Neste contexto, o CCE foi reconhecido, já este ano, pela Green Globe International como um “Green Venue”, tornando-se no primeiro centro europeu com certificação ambiental.
O CCE é um equipamento de referência a nível mundial que complementa e confirma a já longa tradição da Costa do Estoril como destino de eleição para acolhimento e organização de seminários, conferências e outras reuniões, reflectindo uma nova visão transversal e sustentavelmente responsável de todos os sectores do mundo empresarial.
De referir, ainda, que o Turismo de Negócios é um dos dez produtos estratégicos do Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT).»
Thursday, April 30, 2009
Saturday, September 27, 2008
Comunicado: O Mito do Turismo Sustentável no PNSC

No Dia Mundial do Turismo, as Organizações e Cidadãos que integram o Movimento Cívico em Defesa do Parque Natural de Sintra. Cascais denunciam o deturpado conceito de turismo que grassa nesta Área Protegida
Recentemente, foi considerada “ melhor hotel do mundo “, uma albergaria familiar e com 35 quartos, no Funchal (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=988730&div_id=2577)
Todos gostaríamos que isso acontecesse nos concelhos de Cascais e no de Sintra, mormente quando as Câmaras Municipais respectivas, com pompa e circunstância e desde há anos, têm vindo a anunciar estarem Cascais e Sintra a apostar num turismo de excepção.
A realidade demonstra-nos, porém, quão longe estamos de tal ilusão.
Na verdade, ano após ano, assistimos ao desbaratar continuado das características únicas que fizeram de Cascais e Sintra destinos de eleição, transformados que estão em ‘produto’ descartável, destinados, quiçá, a turismo de negócios, mas pouco perene.
Paulatinamente, a paisagem natural de Cascais e Sintra tem vindo a ser delapidada, ano após ano, pela construção desmesurada e desenfreada, da vila de Sintra , à Praia das Maçãs, da Malveira da Serra e do Abano ao Raso e a Oitavos, da Areia e Charneca à Quinta da Marinha.
Em particular, os mega-empreendimentos turisticos que têm sido aprovados e edificados são totalmente incompatíveis, pela descaracterização que provocam na envolvente, e pela inadequação em termos de investimento e de conceito de turismo que encerram; com o apregoado conceito e propalado objectivo de erigir os Concelhos de Cascais e Sintra em destino turístico de eleição.
Vejam-se os seguintes exemplos:
* Abano: Os projectos urbanísticos inicialmente aprovados excediam os limites da área de construção admitidos na autorização de localização, e as tipologias violavam o disposto no regulamento geral das edificações urbanas; não obstante, a actual maioria camarária, nunca cumpriu os compromissos pré-eleitorais assumidos no sentido de fazer implodir as construções ilegais e continua, ao invés, a aprovar novas construções na zona Norte
* nvento de S. Saturnino” unidade hoteleira construída ilegalmente e em pleno funcionamento entre o Guincho e o Cabo da Roca, é bem exemplo da permissividade que grassa no PNSC. Violando embargos, tem vindo, cada ano que passa, a alargar clandestinamente a sua área de implantação sobre zona classificada como “Prioritária para a Conservação da Natureza” no Plano de Ordenamento do PNSC
* Hotel em construção em Oitavospreendimento da familia Champallimaud. Nem o obrigatório aviso com a identificação do Nº de alvará se encontrava afixado, tendo o MCDPNSC feito a devida participação à Camara Municipal de Cascais
* Empreendimento de Monte Santos: loteamento resultante de uma parceria entre a CMS e vários proprietários, reunidos num fundo de investimento. A proposta aponta para a construção de um hotel, trinta moradias e um espaço comercial em zona verde fronteira ao centro histórico de Sintra, nas imediações do Palácio Nacional.
Em contrapartida, formas de alojamento turístico com menos impactos ambientais, como os parques de campismo, continuam ao abandono na área do PNSC. È o caso do Parque de Campismo da Praia Grande, encerrado há mais de 3 anos depois de 25 em funcionamento, e ainda hoje publicitado em diversos Sítios da Internet e, como tal, ( em vão ) procurado por milhares de turistas e participantes nos campeonatos mundiais de surf e body board que anualmente decorrem naquela zona do litoral. Entretanto, por trás do Parque de Campismo, floresce uma Área Urbana de Génese Ilegal com diversas moradias já construídas e um aparthotel (Quinta da Vigia) instalado sobre uma arriba instável, entre a Praia Pequena e a Praia das Maçãs.
É consensual ser o Turismo um sector estratégico prioritário para o País.
Mas é, também, inequívoco que Portugal tem vindo a perder quota de mercado, neste Sector, a nível internacional.
Sendo o turismo de natureza, cultural e paisagístico parte integrante dos “ dez produtos turísticos estratégicos “ previstos no Plano Estratégico Nacional do Turismo aprovado no ano passado, não pode o desenvolvimento da oferta turística ser feito à custa da delapidação das áreas protegidas.
A àrea do PNSC e, em particular a sua orla marítima, do sistema dunar do Guincho ao Vale aberto da Ribeira de Colares – Praia das Maças, constitui uma zona com elementos geomorfológicos e paisagísticos que fazem dela, seguramente, um dos troços mais emblemáticos de toda a costa portuguesa.
Para além da paisagem única, nesta faixa de território encontra-se um inestimável valor ambiental, expresso nas mais de nove centenas de espécies botânicas autóctones cerca de noventa das quais endemismos, alguns lusitanos como o Omphalodes kuzinskyanae, outros ibéricos como o Ionopsidium acaule e cinco restritos exclusivamente à região de Sintra, como a Armeria pseudarmeria, a Dianthus cintranus ssp cintranus e a raríssima Silene cintrana
Os objectivos que presidiram à criação do Parque Natural de Sintra Cascais, em 1995, visaram a conservação dos seus recursos naturais e paisagísticos e a salvaguarda do património arquitectónico e histórico com promoção de uma arquitectura integrada na paisagem.
Os projectos a promover no PNSC no segmento de Turismo Natureza deverão ser, assim, consentâneos com aqueles objectivos e assegurar uma actividade turística responsável e sustentável, com respeito pelas capacidades de carga e de acolhimento da área protegida do PNSC e da Paisagem Cultural de Sintra; como previsto na Carta de Turismo Sustentável (Declaração de Lanzarote-1995) .
Neste Dia Mundial do Turismo, o Movimento Cívico em Defesa do Parque Natural de Sintra – Cascais apela ao Governo e aos Presidentes das Câmaras de Sintra e Cascais, para que se comprometam na defesa desta Área Protegida face aos lobbies dos sectores do imobiliário e do turismo
27-09-08
A Coordenação do MCDPNSC
LPN- Eugénio Sequeira
QUERCUS – Ana Cristina Figueiredo - Movimento Cívico em Defesa do Parque Natural Sintra-Cascais integra cidadãos em geral e as associações: GEOTA, QUERCUS, LPN, OLHO VIVO e GEC
Wednesday, June 25, 2008
Revista «Élite Traveler» elege Costa do Estoril como destino recomendado
«– Hot Spot para viajantes em avião particular –
Tema de capa da edição de Maio / Junho da revista "Elite Traveler" (1), a Costa do Estoril é apresentada como um dos principais dez destinos a ter em conta para quem viaja em avião particular.
De acordo com a publicação, Cascais é um dos dez novos destinos recomendados para quem viaja em avião particular, tendo em conta as infra-estruturas específicas da vila, realçando a existência do aeródromo, dado que esta infra-estrutura coloca a vila a seis horas e meia de distância de Nova Iorque, para quem viaja em avião privado. Importante é também o magnífico cenário envolvente e as mais-valias culturais, no alojamento e na restauração.
Num artigo acompanhado por fotografias bem ilustrativas do glamour de que a zona goza, a "Elite Traveler" destaca locais como o Guincho e Sintra, eventos como a Feira de Artesanato e o Festival do Cavalo Lusitano, enunciando ainda instituições culturais como o Museu Colecção Berardo (Sintra) e a Fundação Ellipse (Alcoitão).
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(1) Publicação distribuída em 90 países e internacionalmente premiada ao nível editorial e gráfico, a revista é considerada como um guia indispensável de produtos e serviços de excelência, especialmente dirigidos ao segmento classe A.»
Tuesday, April 15, 2008
Comunicado da CMC sobre Turismo na Costa do Estoril
Assunto: O Turismo na Costa do Estoril
Cascais, 11 de Abril de 2008
Comunicado
Foi ontem publicado o Decreto-Lei nº 67/2008 que "estabelece o regime jurídico das áreas regionais de turismo de Portugal continental, a sua delimitação e características, bem como o regime jurídico da criação, organização e funcionamento das respectivas entidades regionais de turismo".
Lamentavelmente, por razões que não se compreendem, a Junta de Turismo da Costa do Estoril é extinta, após 80 anos de bons serviços prestados à região, mantendo-se, porém, "em actividade até à assunção de funções da comissão instaladora" da nova "entidade regional de turismo" (com o âmbito territorial da Região de Lisboa e Vale do Tejo), "ou ainda durante o tempo necessário para garantir a gestão corrente e a prática de todos os actos relacionados com a remuneração do pessoal" (artigo 19.º, n.º 1 e n.º 2). Esta decisão contrasta com a criação de um conjunto de "pólos de desenvolvimento turístico" que sucedem às entidades objecto de extinção...
A extinção da Junta que respeita ao quarto maior destino turístico do País, sendo um absurdo político, contempla disposições que, em nosso entendimento, permitem transferir para uma nova entidade a criar, designada "Turismo Estoril", o essencial das competências actualmente detidas por aquela, nomeadamente:
- contratualizando com a Secretaria de Estado do Turismo o "exercício de actividades e a realização de projectos" (artº 2 º nº 2 );
- assumindo o papel de delegação da referida "entidade regional" para a nossa região (artº 6º nº2).
Poderá ainda a Câmara Municipal contratualizar com a "entidade regional" o "exercício de actividades e a realização de projectos" (art.º 5º nº4) .
Em princípio, a "Turismo Estoril" resultará da simples alteração estatutária da empresa municipal "DTCE - Desenvolvimento Turístico da Costa do Estoril", presidida por Duarte Nobre Guedes.
Assinale-se que esta nova legislação em nada altera os dispositivos da chamada Lei do Jogo, que prevêem a atribuição de verbas oriundas da concessão. Mantém-se designadamente a Comissão de Obras, que passa a ser presidida pelo Presidente da Câmara nos termos da legislação aplicável.
O Presidente da Câmara e o Presidente da Junta de Turismo, que sempre trabalharam em articulação permanente em tudo o que respeita ao desenvolvimento turístico da Costa do Estoril, perante a publicação do diploma em apreço e só agora conhecedores do seu conteúdo (que sofreu diversas alterações nos últimos meses) já solicitaram audiência ao Secretário de Estado do Turismo e ao Presidente do "Turismo de Portugal" para acerto das modalidades práticas de funcionamento e colaboração no futuro, na expectativa de que prossigam com o mesmo elevado espírito de cooperação muito profícua registada no antecedente.
Neste contexto, esperamos que a implementação das novas estruturas não interrompa nem prejudique a prestação profissional da generalidade dos colaboradores da Junta de Turismo, no pressuposto de que chegaremos a acordo com o Governo na contratualização acima referida, garantindo assim o normal financiamento dos encargos de estrutura e das actividades de promoção e animação turísticas.
António d' Orey Capucho
Presidente da Câmara Municipal de Cascais
(aprovado por unanimidade em reunião da Câmara Municipal de Cascais de 11 de Abril de
2008)
Monday, January 14, 2008
Cascais quer criar nova entidade para o turismo
Luís Filipe Sebastião
«O presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, contesta o diploma governamental que extingue os órgãos regionais de turismo, como a Junta de Turismo da Costa do Estoril. O autarca social-democrata vai propor aos vizinhos municípios de Mafra, Oeiras e Sintra a criação de uma entidade vocacionada para o desenvolvimento turístico da zona e a aplicação das verbas das contrapartidas da concessão do jogo.
O novo diploma, de acordo com um comunicado do autarca de Cascais, cria cinco áreas regionais de turismo, coincidentes com as actuais regiões administrativas - Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve -, acabando com as actuais cinco dezenas de órgãos regionais e locais, como as regiões e zonas de turismo. Assim, quando o diploma for publicado, será extinta a Junta de Turismo da Costa do Estoril, ficando o município de Cascais integrado na entidade correspondente à região de Lisboa e Vale do Tejo. As três dezenas de trabalhadores da junta de turismo transitam para o novo organismo.
"Discordamos frontalmente desta decisão do Governo", sublinhou António Capucho, considerando que a iniciativa não levou em conta "as características próprias" da Costa do Estoril, criada há 70 anos e que representa "o quarto destino turístico do país em volume de receitas e dormidas hoteleiras". Lamentando que a câmara não tenha sido contactada acerca da decisão tomada em Conselho de Ministros, em declarações ao PÚBLICO o autarca acusou o Governo de estar a fazer "regionalização por decreto".
A nova legislação não afecta as contrapartidas da concessão de jogo do Estoril, quer nas destinadas a Cascais, quer nas dos restantes três concelhos que também beneficiam dessas verbas. Por isso, Capucho vai propor às outras autarquias a criação de uma entidade, aberta à participação da Associação dos Hoteleiros da Costa do Estoril, destinada ao "desenvolvimento turístico na zona" e a coordenar a aplicação dos fundos do jogo através de protocolo com o Instituto de Turismo de Portugal.
O autarca vai também propor ao executivo a alteração do nome da empresa municipal DTCE - Desenvolvimento Turístico da Costa do Estoril, que gere o Centro de Congressos. A nova "Turismo Estoril" e.m. visa alargar o âmbito de acção ao desenvolvimento das políticas municipais de turismo e articulação com os órgãos regionais e nacionais do sector, mantendo na presidência da empresa Duarte Nobre Guedes. »
Wednesday, October 31, 2007
Saturday, July 28, 2007
Inaugurado o Farol-Museu de Cascais
"Primeiro farol-museu do país inaugurado em CascaisMonday, July 23, 2007
As "novas" Termas do Estoril
...má antevisão do que vai ser. É pena (mais uma vez).Friday, April 13, 2007
Um "novo" Hotel Atlântico
"O velho Hotel Atlântico, no Estoril, vai ser demolido e dar lugar a uma nova unidade hoteleira e de apartamentos turísticos. O projecto do arquitecto João Paciência, deverá ser aprovado pela Câmara Municipal de Cascais dentro de 'dois a três meses'.
O antigo Hotel Atlântico, entalado entre a Avenida Marginal e a linha ferroviária de Cascais, encerrou portas em Dezembro passado".
fonte: Público. sexta-feira, 13 de Abril de 2007. Extracto do Artigo de Luis Filipe Sebastião. pág26.


