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Monday, November 21, 2016

Uau, celebremos!


In Site da Câmara Municipal de Cascais:

«A5 tem nova saída

A construção da autoestrada chegou a Cascais em 1991 e o último troço ficou agora concluído, 25 anos depois. Foi assim criada uma rotunda no final da A5, a partir da qual saem duas ramificações: uma em direcção a norte do concelho, que afetará a Aldeia do Juso e a Charneca; e outra para sul, que irá servir as localidades de Birre, Torre, Areia, Quinta da Marinha, Guincho, entre outras.

O valor global da obra foi de 600 mil euros, assumidos pelo orçamento da Câmara Municipal de Cascais. Segundo o presidente Carlos Carreiras, isto foi possível "graças a termos uma situação financeira estável, o que nos permite resolver estes problemas e constrangimentos."

Joana Rodrigues, moradora na Charneca, explica que "o nó da A5 era um caos. Estudo no Estoril e demorava imenso tempo para chegar à faculdade. Perdia 20 minutos só para entrar na autoestrada. Agora, vai ser num instante." Vasco Pereira "demorava meia hora de manhã, só para levar a minha filha à escola, em três ou quatro quilómetros. Agora, vão ser sete minutos. Estas são melhorias muito boas e significativas. Queremos qualidade de vida na vila de Cascais, aqui tão perto do centro." Para Conceição Martins, moradora no Zambujeiro, "foi a melhor coisa que podiam ter feito aqui. Ao sair da Aldeia de Juso, apanhávamos logo filas de automóveis. Isto agora vai ser muito bom."

A A5 é a mais antiga autoestrada portuguesa, cujo primeiro troço foi inaugurado em 1944, e é também a mais movimentada, com 65 mil viaturas em circulação diariamente, ao longo de 25 quilómetros. Logo após a inauguração, foi possível passar a utilizar a nova saída da autoestrada.

"Temos feito melhorias em vários constragimentos a nível rodoviário", afirmou Carlos Carreiras, "como na ligação da Adroana a Manique, na circular interna de Manique, e na outra saída da A5, em São Domingos de Rana, no nó de Carcavelos, em direcção à Abóboda, Tires, Trajouce e Talaíde. Muitos cidadãos passavam horas infindas no trânsito, numa perda de tempo absoluta. Agora, podem chegar a casa mais cedo, consumindo menos combustível."

O presidente da Câmara Municipal de Cascais lembrou ainda que o aumento dos níveis de mobilidade no concelho "é uma estratégia que definimos como fundamental. Esta obra integra-se nessa estratégia, de melhoria da rede rodoviária de aposta nos transportes públicos (incluindo o aumento do estacionamento junto às estações e zonas que lhes são periféricas) e na mobilidade suave, com um forte investimento, quer em número de bicicletas partilhadas, quer em quilómetros de ciclovias."

A rotunda onde se dividem as duas saídas (norte e sul) tem o nome de Delfim Santos, um filósofo, pedagogo, escritor e professor universitário português, que habitou nessa zona.»

Monday, July 25, 2011

O MISTÉRIO DA (A-5) ESTRADA DE CASCAIS" E NÃO SÓ...

Chegado por e-mail:


«Quem saberá o que se está a "tramar" para a zona norte de Cascais?

- O prelongamento da auto-estrada, com tabuleiro sobre a estrada da Malveira da Serra e a terminar, de forma abrupta, na vedação dos terrenos da ALCATEL ( !!! ), está prontíssimo há alguns anos, com candeeiros, taipais de insonorização - já com a selvajaria dos grafitis, barreiras, etc., MAS CONTINUA DESERTO E BARRADO AO TRANSITO, enquanto os coitados dos automobilistas desesperam em todas as filas que atravessam as rotundas de Birre e Cobre.

- Mas agora, desde há alguns meses, a ALCATEL (antiga Standard Eléctrica) passou a funcionar em novo gigantesco (e modernaço!) edifício, construído de raíz em frente à vasta zona que antes utilizava, tendo ficado aquele enorme espaço com aparência de devoluto e a aguardar novo destino.

- ALGUM AMIGO DESTE BLOG TERÁ ALGUMA PISTA ?

Agradeço a atenção e apresento cumprimentos.

Artur Ramalho / Cascais»

Friday, July 18, 2008

Capucho dixit (1)

Documento de candidatura à CMC (2001)
Capítulo «Transportes e Comunicações»
Pg. 37

«i) Anular o prolongamento da A5, tendo em conta que será possível resolver os constrangimentos de trânsito na zona com a melhoria das cias secundárias e a criação de outras, mas também porque o prolongamento provocaria um impacto muito negativo sobre o PNSC e, em particular, na orla costeia a Oeste de Cascais»

(o negrito é meu)