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Wednesday, October 07, 2015

Proteção dos peões pela CMC

A obra de construção deste prédio, na Avenida da República, Parede, vai em estado avançado.
O passeio poderia e deveria estar há muito reposto. Deveria haver o maior cuidado para minimizar o tempo de indisponibilidade do passeio, mas isso não acontece. Para o empreiteiro, e sem qualquer pressão da Câmara, o passeio é sua última preocupação. Enquanto a obra decorre, é um seu domínio tal como o estaleiro.

A Câmara deveria velar pelas boas condições de circulação na via pública, nomeadamente em situações de obras, fiscalizando o tempo de ocupação e sua reposição. E fá-lo quando se trata de circulação automóvel. Nesse casos, os cortes são os mínimos possíveis.  Não o faz, porém, quando se trata dos utilizadores mais vulneráveis do espaço público. E isto apesar de a CMC já ter sido alertada por 2 vezes sobre esta situação, em agosto e em setembro, sem nenhum resultado.

Tratasse-se este de um caso isolado, e não seria notícia. Infelizmente, é um exemplo da quase nula importância que é dada pela CMC aos munícipes que querem ou têm que andar a pé nas ruas do concelho.



Friday, December 13, 2013

Espaço Público da Alapraia-(faleceu)


Chegado por e-mail:

«Bom dia!

Sou consultor habitual, da"Cidadania Cascais",por tal,venho por este meio denunciar o "falecimento" do espaço em referência,descrevo:

-Morei nos apartam.tos contíguos ao espaço há cerca de 40 anos.
-O espaço foi votado ao abandono até à cerca de 7/8 anos.
-Daí para cá os habitantes locais produziram um baixo assinado,liderado por uma jovem,reunindo cerca de 300 assinaturas dirigidas ao Pres.te da CMCascais A.Capucho,que muito bem, deu luz verde,para se requalificar.
-A J.F.Estoril,acompanhou o desenvolvimento da petição.
-As obras de requalificação foram desenvolvidas por 3 fases.
-Foram executados: Ajardinamento,Zona para Parque Infantil,Espaço (ringue) desportivo vedado, com relvado sintético,Balneários,Bancadas,Iluminação pública na zona ajardinada, torres de iluminação para desporto noturno, bancos e arruamentos em pavê.

Apesar de faltar a 4ª. fase,(já concluída) o espaço foi utilizado pelos Munícipes,inclusive eu próprio e minha neta.

-É um espaço que consta da carteira de obras levadas a cabo pela E.M. da CMCascais,(Esuc/Cascais Próxima).

Por estranho que pareça,o ringue foi tomado de assalto,por utentes invasores,que após já com portas abertas ao dispôr, utilizavam em Futsal,com brados gritos,palavrões,asneiras,etc.etc.

-O espaço nunca teve vigilância ou supervisão de utilização, apesar do grupo desportivo local e após, a comissão de moradores da Quinta da Carreira,não conseguirem meios para o efeito.

Decorridos estes anos até ao presente momento,ontem dia 10 de Dezembro de 2013,pelas 19,00 Horas, verifiquei um espaço "falecido",sem iluminação,ringue sem vedação,sem piso sintético, vandalizaram os balneários,etc.

Pergunto-me: Se valeu a pena a Requalificação ??????,eu pensei que sim.

Quem atualmente responderá pela situação.........

Atentamente

Júlio Dinis »

Wednesday, September 26, 2012

Como é que isto é possível?

Publicidade aos molhos no Paredão, ainda por cima da própria Câmara, que se declara, e a gente crê, amiga do Ambiente. Não dá para acreditar!!! (foto: José Correia Guedes, no Facebook)

Friday, May 18, 2012

Exposição no Paredão

Chegado por e-mail:

«para atendimento.mu., policia.munici.

Bom Dia,

Verifico com agrado a exposição em curso no paredão.

Alerto, no entanto, para o perigo iminente provocado pelas vedações - cabos de aço - que protegem as obras de arte.

Agradecia uma explicação de como é possível projetar, instalar, fiscalizar e aprovar este tipo de obras. Esticar cabos de aço, invisíveis na maior parte do tempo (preciso explicar porquê?), à altura do pescoço de uma criança, num local por elas frequentado para correr, andar de patins, trotineta ou bicicleta é, em qualquer parte do mundo civilizado, criminoso.

Em Cascais, já não sei.

Agradecia a resolução URGENTE desta anomalia.

Cumprimentos,

João Magalhães

para psp.cascais, divcascais.lis., policiamaritim., dirp, geral

Bom Dia,

No paredão de Cascais, local público normalmente frequentado por crianças para correr, andar de patins, trotinete ou bicicleta, está agora patente uma exposição.

Algumas das obras expostas estão cercadas por vedações formadas por pilaretes metálicos e dois cabos de aço esticados na horizontal, praticamente invisíveis. Situados à altura do pescoço de uma criança, constituem uma ameaça à sua integridade física totalmente inaceitável. Junto fotos de alguns exemplos em attach (recolhidas ontem ao final do dia).

No início da semana, alertei as autoridades que julguei terem competência nesta matéria (ver email abaixo), as quais acusaram a receção e processamento do meu alerta, mas decorridos 4 dias nada de minimamente efetivo foi feito.

Venho assim solicitar a vossa intervenção, se possível, na resolução desta situação.

Obrigado.

Cumprimentos,

João Magalhães»

Monday, November 07, 2011

Para quem se interessa pela preservação das árvores em meio urbano

Em torno dos mitos sobre a poda da Árvore em Meio Urbano… chegado por mão amiga (AEloy):

«SE AS ÁRVORES FALASSEM !

As árvores que dignificam as nossas praças e avenidas e embelezam os nossos jardins e parques são um elemento essencial de qualidade de vida, autênticos oásis no "deserto" que são tantos dos nossos espaços urbanos actuais. E, no entanto, é por demais evidente a ainda quase absoluta ausência de sensibilidade para o papel da Árvore em Meio Urbano. Provam-no os autênticos “massacres de motosserra” que destituem de dignidade e valor estético as árvores – ditas ornamentais – que marginam os nossos arruamentos e estradas.

Estas podas radicais são comummente justificadas com base em preconceitos que continuam arreigados na população, que muitas vezes as exige quando os responsáveis pela sua gestão e manutenção optam por outros modelos de condução. Assim, temos ouvido dizer, como justificação, que estas “rolagens” rejuvenescem e fortalecem as árvores, ou que são a única forma económica de controlar a sua altura e perigosidade... Será isto verdade?

1. A poda drástica rejuvenesce a árvore? – NÃO! São as folhas a “fábrica” que produz o seu alimento. Uma poda que remova mais do que um terço dos ramos da árvore – e as “podas” radicais removem a copa na totalidade – interfere muito com a sua capacidade de se auto-alimentar, desregulando o equilíbrio copa/tronco/raízes. O facto de as árvores apresentarem uma rebentação intensa após uma operação traumática – resultante do abrolhamento de gemas até então inibidas pelo controlo hormonal dos ápices agora removidos – não significa rejuvenescimento, mas sim uma “tentativa desesperada” de repor a copa inicial, à custa da delapidação das suas reservas energéticas. Nalguns casos este “esforço” pode mesmo ser fatal, se à supressão de copa se somarem outros factores de stress, como um Verão seco ou ataques de parasitas...

2. Fortalece-a? – NÃO, pelo contrário, a poda radical é um acto traumatizante e debilitante, uma porta aberta às patologias. As pernadas duma árvore massacrada têm, pelo seu grande diâmetro, dificuldade em formar calo de “cicatrização”, e os cortes nestas condições são muito vulneráveis a ataques de fungos lenhívoros. Para além disso, a copa das árvores funciona como um todo, sendo as folhas periféricas um escudo para a parte mais interna, protegendo-a das queimaduras solares. O nosso país está cheio de tristes exemplos, árvores cujo estado sanitário decadente é o revoltante resultado destas práticas no passado, as quais deviam envergonhar os seus mandantes!

3. Torna-a menos perigosa? – NÃO, estas “podas” induzem a formação, nas zonas de corte, de rebentos epicórmicos de grande fragilidade mecânica, pois têm uma inserção anormal e superficial no tronco. Como, ao longo do tempo, se desenvolvem podridões nesses locais, esta ligação fica ainda mais fraca, tornando estes ramos instáveis e potencialmente perigosos a longo prazo. Acresce ainda que nem todas as novas ramificações são viáveis, pelo que, após alguns anos de concorrência, surgem relações de dominância entre elas e as dominadas acabam por secar, aumentando o volume de madeira morta na copa.

4. É a única forma de a controlar em altura? – NÃO, a quebra da hierarquia – que estava estabelecida entre as ramificações naturalmente formadas – permite o desenvolvimento de novos ramos de forte crescimento vertical, mas agora de uma forma anárquica e muito mais densa! Não se resolve, assim, o motivo por que geralmente se recorre a esta supressão da copa, pois em alguns anos a árvore retoma a altura que tinha, sem nunca mais voltar a ter a mesma estabilidade nem a beleza característica da espécie...

5. É mais barata? – NÃO, se a gestão do património arbóreo for pensada a médio e longo prazo! Aparentemente parece ser mais económico recorrer-se a uma “rolagem” única do que fazer pequenas intervenções anuais e utilizar os princípios correctos de poda e corte, investindo na formação do pessoal ou recorrendo a profissionais especializados nas situações mais complexas. No entanto, esta economia é de curto prazo, pois, se por um lado as árvores se desvalorizam a todos os níveis, por outro lado está-se a onerar o futuro, que terá que “remediar” uma decrepitude precoce ou resolver a instabilidade mecânica dos rebentos formados após os cortes. E a redução da esperança de vida das árvores implementa custos acrescidos para sua remoção e substituição...

Acerca destas “ideias feitas”, responsáveis por tantos atentados à beleza, saúde e dignidade dos exemplares arbóreos das nossas urbes, já dizia o saudoso Eng.º Vieira da Natividade: “o podador domina porque enfraquece, vence porque suprime... em boa verdade a vitória não é brilhante”! E de facto, devia dizer-se de uma poda o mesmo que de um árbitro: - tanto melhor quanto menos se der por ela!

Francisco Coimbra
Consultor em Arboricultura Ornamental
Ex - Vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Arboricultura

Bibliografia sobre este tema:
Drénou, C. 1999. La taille des arbres d’ornement. I.D.F., Paris, 268 p.
Shigo, A. 1994. Arboricultura moderna. Edição portuguesa publicada pela Sociedade Portuguesa de Arboricultura, 165 p.»

Saturday, August 13, 2011

Dom Manolo faz o que quer?


A CMC vem fazendo boa pedagogia no que toca à maior parte das esplanadas em Cascais, seja pela introdução de mobiliário de melhor qualidade, seja pela delimitação dos respectivos espaços com vasos com plantas, no que é de aplaudir. No entanto, tal medida parece ter-se esquecido do mais célebre churrasqueiro de frangos da vila. Nestes dias e noites de regata, tem-se assistido a uma ocupação abusiva do espaço público, com a colocação de mesas e cadeiras por todo o passeio defronte ao estabelecimento tendo os transeuntes que pisar a relva do canteiro, e ocupando também o espaço nas traseiras da Drogaria. É à margem da lei, é?




Foto

Sunday, December 19, 2010

Regulamento sobre Ambiente e Espaço Público

De entre as deliberações da última reunião de executivo da CMC, há um ponto que deve ser colocado em discussão pública e, obviamente, ser colocado online no site da CMC:

«7. Aprovar seis projectos de Regulamento Municipal na área do Ambiente, os quais serão agora remetidos para discussão e aprovação em sede de Assembleia Municipal. Abrangendo diversas áreas de intervenção como os Parques e Espaços Verdes Municipais, incluindo espaços verdes em áreas reduzidas Eficiência Energética em Edifícios, Ruído Ambiental, Saúde e Bem-Estar Animal e Gestão da Higiene Urbana, estes regulamentos visam estabelecer um conjunto normativo que contribua para uma melhor gestão e usufruto do espaço público

Saturday, September 11, 2010

Cascais Comunica - Requalificação da Rua das Flores


...

Esta parece-me uma boa demolição, para que aquela zona respire! Agora não ponham é lá mais carros nem esplanadas, s.f.f