Showing posts with label lixo. Show all posts
Showing posts with label lixo. Show all posts
Friday, August 04, 2017
Wednesday, January 28, 2015
Continua a falta de manutenção das estações de comboios da linha de Cascais
Foto: Fernando Jorge
Labels:
cp,
estações ferroviárias,
falta de manutenção,
lixo,
Turismo,
vandalismo
Saturday, August 14, 2010
Há mais recolha selectiva em Lisboa mas um terço continua a falhar o alvo

In Público (14/8/2010)
Por Carlos Filipe
Aumenta a consciência de que a reciclagem contribuirá para melhorar o ambiente. O pior é que ainda é atirado para o sítio errado muito do lixo que se separa
A percentagem de resíduos sólidos urbanos produzidos em Portugal e que seguem para valorização e reciclagem continua a aumentar, estimando o Instituto Nacional de Estatística que, em 2008, representava 12 por cento do total do lixo produzido, cinco pontos abaixo da média da União Europeia. Em Lisboa, de acordo com dados fornecidos pela autarquia, aquele valor aumenta para 20 por cento.
Todavia, há um dado que prejudica o esforço colocado nessa boa prática ambiental: há demasiados resíduos que chegam contaminados às linhas de triagem. Então no caso do ecoponto amarelo (embalagens de plástico e metal) eles representam um terço do total. Em última instância, a incineração ou aterro são os destinos finais.
A situação torna-se menos sustentável, quando se sabe que é o ecoponto amarelo que representa o maior fluxo de trabalho e de complexidade no processo de separação, pois é naquele contentor que são colocadas as embalagens de plástico, metal e pacotes de leite e outras bebidas, produtos estes que em Lisboa, segundo os dados fornecidos pelos serviços camarários, representaram em 2009 um aumento de 18 por cento relativamente a 2008, passando de 6262 toneladas para 7384 toneladas.
Porém, e segundo os dados da Valorsul, uma das operadoras na Área Metropolitana de Lisboa (AML), que serve os municípios de Lisboa, Amadora, Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira, cerca de um terço das quantidades provenientes daqueles receptáculos são constituídas por materiais indesejados (contaminantes), casos de papel, cartão, vidro, electrodomésticos, sapatos, chapéus de chuva, ou restos alimentares.
Diz Ana Loureiro, directora de comunicação da empresa, que aquelas embalagens mal colocadas, ou que não podem ser recicladas, mas que foram depositadas nos ecopontos, ainda assim "podem ser objecto de valorização através da produção de energia eléctrica" na central. "Mas os resíduos que são contaminantes, por não se enquadrarem em nenhuma categoria de reciclagem, seguem para incineração, o que acontece na Valorsul, ou para aterro sanitário, nos casos de operadores que não disponham deste sistema", esclareceu Ana Loureiro.
A situação não será igual em todo o território nacional, mas no caso destes cinco municípios da AML (desconhecem-se os valores em Cascais, Oeiras, Mafra e Sintra, operados pela Tratolixo, que não respondeu às questões do PÚBLICO), também cinco por cento dos materiais depositados nos receptáculos azuis (papel/cartão, que a nível nacional representam o maior valor, 36 por cento, do total de resíduos) são indesejados, encontrando-se entre os principais contaminantes sacos de plástico, esferovite, papel de prata, vegetal, plastificado e autocolantes.
Ainda de acordo com os dados da Valorsul, no ecoponto verde (embalagens de vidro) entre um a dois por cento do que ali é depositado é rejeitado na triagem - casos de loiças, plásticos, cerâmicas, vidro plano, cristais, espelhos, lâmpadas.
Mais erros, mais custos
Sejam "erros de pontaria" na cor dos contentores, desleixo/negligência, ou simples enganos por desconhecimento, a verdade é que a má separação dos resíduos pelos utilizadores acarreta maiores custos ambientais, sejam eles na operação de triagem, pela menor quantidade de produtos reciclados, pela utilização de combustíveis fósseis no processo produtivo de novos produtos (por exemplo, nos plásticos), ou pela necessidade de construção/aumento de aterros sanitários.
Ana Loureiro admite que a má separação "leva à existência de maiores custos, porque obriga a uma maior eficiência dos sistemas". "Como exemplo, refiro a existência ainda em elevada quantidade de papel/cartão no ecoponto amarelo. Este erro por parte de população obriga a um esforço adicional para tentar recuperar um material que é reciclável, mas que não deveria estar a aparecer naquele fluxo."
Foi também esta uma das razões apontadas pelo município de Oeiras - ainda que muito criticada por associações ambientalistas - como justificação para a decisão de interromper a recolha selectiva porta a porta no concelho. "Recuo ambiental", disse a Quercus, "lixo contaminado", alegou a câmara, salientando que cerca de 70 por cento daqueles detritos estavam mal separados, razão pela qual optou por substituir aquele sistema de recolha pela contentorização enterrada, garantindo também que assim haverá uma "melhoria substancial da quantidade e da qualidade dos resíduos recicláveis.
A Empresa Municipal de Ambiente de Cascais anunciou há dias que vai reforçar a capacidade de recolha de resíduos sólidos urbanos, com um investimento superior a 2,5 milhões de euros, com comparticipação de fundos do Programa Operacional Regional de Lisboa.
A empresa diz que avançará em Setembro uma nova fase de colocação de "ilhas ecológicas" no concelho, com a instalação de 465 novos contentores subterrâneos que aumentarão, respectivamente em 274% e 40% a capacidade de recolha de resíduos recicláveis e indiferenciados.
Já a Câmara de Lisboa conta abranger toda a cidade, até 2013, com o sistema porta a porta.
Segundo dados fornecidos pelo gabinete do vereador responsável pela higiene urbana, actualmente cerca de 25 por cento das habitações da cidade têm já à sua disposição este tipo de recolha de resíduos sólidos. E especifica que, na sua totalidade, já estão abrangidas as freguesias das Mercês, Santa Catarina, Santa Maria dos Olivais e São Miguel.
Existem ainda quatro freguesias que têm recolha selectiva porta a porta quase na totalidade - Nossa Sra. de Fátima, Socorro, São Cristóvão e São Lourenço -, mas que ainda têm áreas servidas por outros sistemas. Já a Quinta do Lambert, Alameda das Linhas de Torres (sul) e área envolvente ao Estádio de Alvalade experimentam este sistema desde o início do corrente ano.
Ainda segundo a Câmara Municipal de Lisboa, existe também uma evolução significativa em termos económicos. As contrapartidas financeiras obtidas pela autarquia com a entrega de materiais para reciclagem continuam a aumentar, cifrando-se em 3,6 milhões de euros para 2009, a que acresce uma economia de mais de dois milhões no tratamento e destino final dos resíduos. Tal reflectiu-se num acréscimo da poupança para os cofres municipais em mais de 160 mil euros relativamente a 2008.»
Tuesday, June 01, 2010
Mais de uma centena recolheu em Cascais uma tonelada de lixo deixado no mar
In Público (1/6/2010)
«Mais de uma centena de mergulhadores e voluntários participaram no passado fim-de-semana, em Cascais, numa iniciativa para limpar o fundo do mar, tendo recolhido cerca de uma tonelada de resíduos.
Com metade do lixo recolhido em relação ao ano anterior, em que foram recolhidas 2100 toneladas, a iniciativa deste ano do Clean up the Atlantic conseguiu recolher cerca de uma tonelada de entulho. A iniciativa atraiu muitos turistas curiosos que paravam na baía de Cascais para ver o que se passava, tal era a quantidade de pessoas preocupadas em recolher, pesar e separar o lixo que era extraído do fundo do mar em frente à praia dos Pescadores.
Sapatos abandonados, óculos de sol, um grelhador eléctrico, uma bateria de carro, pneus, latas de alimentos e equipamentos de pesca foram alguns dos objectos encontrados no fundo do mar.
Promovida pela agência municipal Cascais Atlântico, Grupo Ecológico de Cascais e ProjectMar, a iniciativa visa, segundos os organizadores, "alertar e sensibilizar a opinião pública para a problemática da poluição marítima e todos os problemas daí resultantes, removendo a maior quantidade de lixo possível do meio marinho, e incentivar a prática de mergulho em Cascais".»
«Mais de uma centena de mergulhadores e voluntários participaram no passado fim-de-semana, em Cascais, numa iniciativa para limpar o fundo do mar, tendo recolhido cerca de uma tonelada de resíduos.
Com metade do lixo recolhido em relação ao ano anterior, em que foram recolhidas 2100 toneladas, a iniciativa deste ano do Clean up the Atlantic conseguiu recolher cerca de uma tonelada de entulho. A iniciativa atraiu muitos turistas curiosos que paravam na baía de Cascais para ver o que se passava, tal era a quantidade de pessoas preocupadas em recolher, pesar e separar o lixo que era extraído do fundo do mar em frente à praia dos Pescadores.
Sapatos abandonados, óculos de sol, um grelhador eléctrico, uma bateria de carro, pneus, latas de alimentos e equipamentos de pesca foram alguns dos objectos encontrados no fundo do mar.
Promovida pela agência municipal Cascais Atlântico, Grupo Ecológico de Cascais e ProjectMar, a iniciativa visa, segundos os organizadores, "alertar e sensibilizar a opinião pública para a problemática da poluição marítima e todos os problemas daí resultantes, removendo a maior quantidade de lixo possível do meio marinho, e incentivar a prática de mergulho em Cascais".»
Monday, February 01, 2010
Cascais: empresa municipal de ambiente recolheu 143 mil toneladas de lixo em 2009
In I online (1/2/2010)
por Agência Lusa
«A EMAC - Empresa de Ambiente de Cascais anunciou hoje a recolha em 2009 de 143 mil toneladas de lixo, 12 mil das quais são material reciclável, um valor que o presidente daquela entidade, Rui Libório, considera refletir uma “maior consciência ambiental”.
“O resultado da recolha seletiva salienta dois aspetos essenciais: por um lado, a sensibilidade crescente da população face à separação dos resíduos e, por outro, a valorização que resultará da transformação e reciclagem destas 12 mil toneladas recolhidas”, afirmou Rui Libório.
Para 2010, o responsável adianta ainda que “a EMAC vai continuar a dinamizar os seus programas de sensibilização no âmbito do ‘Objetivo 66’, “um plano estratégico que visa dar cumprimento à defesa do ambiente e qualidade de vida, de forma a promover o desenvolvimento sustentável”.
“Será também intensificada a fiscalização sobre os locais em que se registe grande quantidade de recicláveis nos contentores destinados à deposição coletiva de RSU Indiferenciados”, acrescentou o presidente daquela entidade.
Segundo um comunicado divulgado hoje pela EMAC, num total de 143 mil toneladas de lixo recolhido, foram totalizadas 12 mil toneladas na recolha seletiva, repartidas pelo Papel/Cartão (5.274 toneladas), Vidro (3.274 toneladas), Plástico/Metal (2.222 toneladas) e Resíduos Orgânicos (1.307 toneladas).
Os Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) Indiferenciados, vulgarmente conhecidos por lixo, perfizeram o maior volume de recolha, calculado em 93.470 toneladas.
O mesmo comunicado informa ainda que foram recolhidas 37.657 toneladas de Resíduos Equiparados a RSU, como os Objetos Fora de Uso (2.718 toneladas), Resíduos de Limpeza (24.211 toneladas) e Cortes de Jardim (10.728 toneladas).
Perante estes valores, o vice-presidente e vereador do pelouro do Ambiente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, considerou que “o elevado volume de resíduos recolhidos demonstra a eficácia e o empenho da EMAC na realização da sua atividade e representa mais um contributo para a melhoria da qualidade de vida da população”.»
por Agência Lusa
«A EMAC - Empresa de Ambiente de Cascais anunciou hoje a recolha em 2009 de 143 mil toneladas de lixo, 12 mil das quais são material reciclável, um valor que o presidente daquela entidade, Rui Libório, considera refletir uma “maior consciência ambiental”.
“O resultado da recolha seletiva salienta dois aspetos essenciais: por um lado, a sensibilidade crescente da população face à separação dos resíduos e, por outro, a valorização que resultará da transformação e reciclagem destas 12 mil toneladas recolhidas”, afirmou Rui Libório.
Para 2010, o responsável adianta ainda que “a EMAC vai continuar a dinamizar os seus programas de sensibilização no âmbito do ‘Objetivo 66’, “um plano estratégico que visa dar cumprimento à defesa do ambiente e qualidade de vida, de forma a promover o desenvolvimento sustentável”.
“Será também intensificada a fiscalização sobre os locais em que se registe grande quantidade de recicláveis nos contentores destinados à deposição coletiva de RSU Indiferenciados”, acrescentou o presidente daquela entidade.
Segundo um comunicado divulgado hoje pela EMAC, num total de 143 mil toneladas de lixo recolhido, foram totalizadas 12 mil toneladas na recolha seletiva, repartidas pelo Papel/Cartão (5.274 toneladas), Vidro (3.274 toneladas), Plástico/Metal (2.222 toneladas) e Resíduos Orgânicos (1.307 toneladas).
Os Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) Indiferenciados, vulgarmente conhecidos por lixo, perfizeram o maior volume de recolha, calculado em 93.470 toneladas.
O mesmo comunicado informa ainda que foram recolhidas 37.657 toneladas de Resíduos Equiparados a RSU, como os Objetos Fora de Uso (2.718 toneladas), Resíduos de Limpeza (24.211 toneladas) e Cortes de Jardim (10.728 toneladas).
Perante estes valores, o vice-presidente e vereador do pelouro do Ambiente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, considerou que “o elevado volume de resíduos recolhidos demonstra a eficácia e o empenho da EMAC na realização da sua atividade e representa mais um contributo para a melhoria da qualidade de vida da população”.»
Subscribe to:
Posts (Atom)



