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Sunday, March 15, 2015

Atentados à mobilidade pedonal na Parede


Chegado por e-mail:

«Ex.mos Senhores Comandantes das Esquadras da Parede e Carvavelos


Habito na Parede. Os meus filhos estão a atingir a idade em que deveriam começar a circular sozinhos e a pé, nomeadamente para a escola.

Devido aos excessos de velocidade, aos maus percursos pedonais e ao permanente estacionamento nos passeios, porém, tenho muito receio de os deixar andar sozinhos.

Todos os dias encontro centenas (e são mesmo centenas) de carros estacionados nos passeios das freguesias de Carcavelos e Parede, muitos dos quais nos obrigam a caminhar pela estrada (e quando circulo com carro de bebé, ainda é pior). Porém, acho que nunca vi - ou se vi, terá sido tão raro que francamente não me lembro, - nenhum carro multado. Deste modo, uma grande parte dos automobilistas consideram que, se é possível estacionar nos passeios, então eles fazem-no.

Com frequência peço colocação de pilaretes à Câmara. Estes pilaretes só são necessários devido à falta de civismo dos cidadãos, numa primeira análise, e depois à falta de fiscalização da PSP, na falta do primeiro. Com frequência, porém,a Câmara responde-me que me queixe à entidade responsável pela fiscalização.

Gostaria de saber porque razão a PSP não multa (ou mesmo reboca) as centenas de carros que estão constantemente nos passeios destas localidades, tal como prevê a lei e julgo que fará parte da missão da Polícia.

Muito obrigado pela atenção

Melhores cumprimentos»

Leitor identificado

Thursday, March 07, 2013

Vimeca deixa de aceitar passes intermodais a partir de 1 de Abril


In Público (7/3/2103)
Por Inês Boaventura

«A partir de dia 1 de Abril a empresa Vimeca, que opera fundamentalmente nos concelhos de Amadora, Cascais, Odivelas, Oeiras e Sintra, vai deixar de aceitar os passes intermodais a bordo dos seus autocarros. Os autarcas destes cinco municípios dizem que “milhares de utentes” serão prejudicados por aquela medida, que acarretará um acréscimo de custos para os utilizadores de transportes públicos.

No seu site, a transportadora avisa que denunciou, a 5 de Dezembro de 2012, “a sua participação nos passes intermodais, em todos os seus tipos e modalidades, com efeitos a partir do dia 1 de Abril de 2013”. A partir dessa data, explica a empresa, os passes L1, L12, L123, L123SX, L123MA, L123FS, 012, 023 e 123 “deixam de ser válidos nas carreiras regulares operadas pela empresa”.

A transportadora publicou também uma informação com o que diz serem “todas as alternativas dispo Vimeca deixa de aceitar passes intermodais a partir de 1 de Abril níveis para os passes combinados com os demais operadores”. A título de exemplo, a Vimeca explica que quem antes adquiria o passe L1 por 48,85 euros tem agora três opções: comprar um passe Vimeca/CP por 43,35 euros, comprar um passe Vimeca/Carris por 43,6 euros ou comprar um passe Vimeca/Metropolitano de Lisboa também por 43,6 euros. Com isto a empresa conclui que os passageiros poderão poupar mensalmente um valor entre os 5,25 e os 5,5 euros.

Acontece que os títulos que a Vimeca apresenta como alternativa aos passes intermodais permitem utilizar apenas dois operadores de transportes. Já o L1, mencionado no exemplo anterior, permitia viajar na Vimeca, na Carris, no Metro, nalgumas ligações da Transtejo, na CP e na Rodoviária de Lisboa, nos percursos até ao limite exterior da chamada coroa 1. Na prática isto significa que a partir de Abril quem quiser viajar na Vimeca e em dois outros operadores terá de comprar não um, mas dois passes, com custos totais muito superiores.

[...] Anteontem as câmaras de Amadora, Cascais, Odivelas, Oeiras e Sintra emitiram um comunicado conjunto onde dizem estar “totalmente contra” a decisão da Vimeca, por esta “acarretar um prejuízo incomensurável para os milhares de utentes do transporte público regular de passageiros”.

Na origem do abandono do passe social terão estado atrasos do Estado no pagamento de verbas respeitantes à repartição das receitas do passe social e o desacordo da Vimeca quanto à forma como essa repartição é feita entre os diferentes operadores de transporte. O PÚBLICO pediu esclarecimentos sobre essas duas questões à Secretaria de Estado dos Transportes, mas não obteve resposta até ao fecho desta edição. »

Monday, July 23, 2012

Chegado por e-mail:

«Olá, boa tarde!

Venho dar os parabéns (e agradecer ) pelo blogue que visito regularmente.

Venho também solicitar a divulgação de um abaixo assinado pelo direto à mobilidade no concelho de Cascais e contra o serviço prestado pela Scotturb há anos, proposto por um grupo de utentes .

O link para assinar a petição:

http://www.peticaopublica.com/?pi=Scotturb»

Friday, May 18, 2012

Exposição no Paredão

Chegado por e-mail:

«para atendimento.mu., policia.munici.

Bom Dia,

Verifico com agrado a exposição em curso no paredão.

Alerto, no entanto, para o perigo iminente provocado pelas vedações - cabos de aço - que protegem as obras de arte.

Agradecia uma explicação de como é possível projetar, instalar, fiscalizar e aprovar este tipo de obras. Esticar cabos de aço, invisíveis na maior parte do tempo (preciso explicar porquê?), à altura do pescoço de uma criança, num local por elas frequentado para correr, andar de patins, trotineta ou bicicleta é, em qualquer parte do mundo civilizado, criminoso.

Em Cascais, já não sei.

Agradecia a resolução URGENTE desta anomalia.

Cumprimentos,

João Magalhães

para psp.cascais, divcascais.lis., policiamaritim., dirp, geral

Bom Dia,

No paredão de Cascais, local público normalmente frequentado por crianças para correr, andar de patins, trotinete ou bicicleta, está agora patente uma exposição.

Algumas das obras expostas estão cercadas por vedações formadas por pilaretes metálicos e dois cabos de aço esticados na horizontal, praticamente invisíveis. Situados à altura do pescoço de uma criança, constituem uma ameaça à sua integridade física totalmente inaceitável. Junto fotos de alguns exemplos em attach (recolhidas ontem ao final do dia).

No início da semana, alertei as autoridades que julguei terem competência nesta matéria (ver email abaixo), as quais acusaram a receção e processamento do meu alerta, mas decorridos 4 dias nada de minimamente efetivo foi feito.

Venho assim solicitar a vossa intervenção, se possível, na resolução desta situação.

Obrigado.

Cumprimentos,

João Magalhães»

Tuesday, November 22, 2011

Mobilidade em bicicleta

Chegado por e-mail:

«Para vossa informação:

http://diaummais.blogspot.com/2011/11/bicicletas-em-cascais.html.

João Fernandes»

Monday, August 25, 2008

Câmara de Cascais recorre de sentença sobre trânsito

In Público (14/8/2008)
Ana Nunes

«A Câmara de Cascais recorreu da sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra proferida na providência cautelar interposta pela Associação de Moradores do Bairro da Martinha. A decisão recorrida obriga a autarquia a pôr em prática, no prazo de 60 dias, uma série de medidas destinadas a minimizar as consequências da alteração de trânsito que fez com que o acesso à A5 passasse a ser feito pelo interior do bairro - até que esteja concluída uma nova via, actualmente em construção .
"A câmara apresentou recurso por ter sido intimada a implementar certas medidas, que parcialmente não são merecedoras do seu acordo", disse o presidente da câmara, António Capucho. O autarca sublinhou que o pedido de suspensão da alteração de trânsito foi indeferido, mas garantiu que as medidas que "efectivamente concorrem para melhorar a segurança e são exequíveis serão implementadas proximamente, independentemente do resultado do recurso".
As medidas ordenadas pelo tribunal consistem na colocação de passeios e lombas de redução de velocidade, na proibição de trânsito de pesados dentro do bairro, na sinalização vertical accionada em situação de incumprimento dos limites de velocidade, na procura de soluções para o estacionamento de ligeiros e na informação sobre o prazo previsto para a conclusão da nova via. Segundo Carlos Magalhães Barros, porta-voz da associação de moradores, estas medidas pretendem "menorizar os riscos para a segurança e bem-estar dos moradores".
O porta-voz acrescentou que o tráfego com origem em Manique Sul, Alcoitão, Adroana e Bicesse, que passou a circular pelo interior do bairro a caminho da A8, em Setembro de 2007, já causou "vários acidentes e danos em bens dos moradores", pelo que se torna "perigoso sair das casas, especialmente na zona norte onde não existem passeios»

Friday, September 07, 2007

Mobilidade acrescida com menos transporte privado

In Jornal de Notícias (7/9/2007)

«Autarquias apostam na mobilidade para os seus territórios

Talvez porque a maior mobilidade de uns pode significar a imobilidade de muitos outros, e ainda porque convirá que o exemplo venha de cima, os secretários de Estado dos Transportes e do Ambiente foram ontem a Cascais de comboio. Ana Paulo Vitorino e Humberto Rosa davam assim um sinal de que a adesão à Semana Europeia da Mobilidade (entre 16 e 22 do corrente) por parte de largas dezenas de municípios do país passa também pela aceitação do princípio básico que é o abandono, o mais possível, do transporte privado em favor do colectivo. "Melhores ruas para todos" é o o lema deste ano da Semana da Mobilidade. Melhores ruas significa, no contexto, a apropriação do espaço público pelas pessoas e não pelos carros de cada um. Ganha o ambiente e ganha a mobilidade de todos, com um melhor aproveitamento e racionalização dos transportes públicos. Parece simples, mas a secretária de Estado dos Transportes deixou a ideia de que tal noção ainda não está bem entranhada em muitas câmaras do país "Quando pensam em retirar o tráfego de uma determinada zona, pensam logo na necessidade de outras vias para o tráfego desviado", lançou. E a ideia, em seu entender, passa pela primeira aposta e, em alternativa à segunda, decidir que o que importa é diminuir o número de motores. Desde o lançamento das semanas da mobilidade, em 2000, já aderiram à iniciarica 210 dos 308 municípios do país. Faz parte do programa a adesão às linhas de orientação globais e implementar pelo menos uma nova medida permanente que contribua para a substituição do automóvel por modos de transporte ecológicos e, genericamente, promover uma mobilidade urbana mais sustentável. Relativamente a 2006 e a par de Bolonha (Itália), Budapeste (Hungria) e Léon (Espanha), Cascais é uma das finalistas do Prémio deste ano da Semana Europeia da Mobilidade. A vantagem dos transportes públicos para a saúde ambiental e ganhos no dia-a-dia urbano foi deixada em números pela secretária de Estado dos Transportes. Concretamente, Ana Paula Vitorino mencionou a expansão dos metropolitanos de Lisboa e Porto e a entrada em funcionamento do Metro Sul do Tejo. Segundo referiu, dados da procura destes meios de transporte em Lisboa cresceram cerca de 0,2%, e no Porto 10,4%. Já os comboios suburbanos de Lisboa e do Porto transportaram no ano passado, respectivamente, mais 1% e 9% de passageiros relativamente a 2005. Ana Vitorino considerou que muitas das acções de transferência modal do transporte individual para o público "são da responsabilidade das autarquias" e daí o "seu papel determinante" nesta questão»

Faziam melhor, muito melhor, e mais pela mobilidade se aumentassem o número de comboios na Linha de Cascais; acabassem, de vez, com a vergonha das obras no Cais do Sodré; criassem efectivos inter-faces com autocarros eficazes, dignos e com carreiras que chegassem aos diferentes pontos dos concelhos, etc., etc. Como nada disso é feito, esta notícia refere-se apenas a um evento de publicidade gratuita, e para inglês ver ... o pior é que cada vez há menos ingleses na Linha. Abençoada ingenuidade!