Texto editado
Friday, April 27, 2007
Doação do recheio do Hotel Atlântico
Segundo fonte fidedigna, a CMC acaba de anuncir, em press release, a doação do recheio do Hotel Atlântico (cadeiras, electrodomésticos, etc.), ao mesmo tempo que reitera o facto do projecto para o novo Hotel Atlântico estar em fase de apreciação.
Duas dúvidas:
1. Se o hotel tem um dono, como é que é a CMC a anunciar a doação?
2. Se o projecto está em fase de apreciação, então não se dê a ideia que é um facto consumado, ou será?
E uma nota: seria mais sensato que a partir de hoje, todo e qualquer projecto potencialmente polémico junto dos cascalenses fosse objecto de discussão pública noutra altura que não as férias do Verão.
Duas dúvidas:
1. Se o hotel tem um dono, como é que é a CMC a anunciar a doação?
2. Se o projecto está em fase de apreciação, então não se dê a ideia que é um facto consumado, ou será?
E uma nota: seria mais sensato que a partir de hoje, todo e qualquer projecto potencialmente polémico junto dos cascalenses fosse objecto de discussão pública noutra altura que não as férias do Verão.
Thursday, April 26, 2007
Deve ser o artigo menos respeitado no País, a par do limite de velocidade, não?
RGEU, Regulamento Geral das Edificações Urbanas:
«Artigo 121.º
As construções em zonas urbanas ou rurais, seja qual for a sua natureza e o fim a que se destinem, deverão ser delineadas, executadas e mantidas de forma que contribuam para dignificação e valorização estética do conjunto em que venham a integrar-se. Não poderão erigir-se quaisquer construções susceptíveis de comprometerem, pela localização, aparência ou proporções, o aspecto das povoações ou dos conjuntos arquitectónicos, edifícios e locais de reconhecido interesse histórico ou artístico ou de prejudicar a beleza das paisagens.»
«Artigo 121.º
As construções em zonas urbanas ou rurais, seja qual for a sua natureza e o fim a que se destinem, deverão ser delineadas, executadas e mantidas de forma que contribuam para dignificação e valorização estética do conjunto em que venham a integrar-se. Não poderão erigir-se quaisquer construções susceptíveis de comprometerem, pela localização, aparência ou proporções, o aspecto das povoações ou dos conjuntos arquitectónicos, edifícios e locais de reconhecido interesse histórico ou artístico ou de prejudicar a beleza das paisagens.»
Fonte e texto: Mão amiga de PG
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Estoril-Sol,
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Marina
A sociedade de regresso aos banhos no Estoril
In Público (23/4/2007)
Luís Filipe Sebastião
«Águas termais que se presumem brotem da serra de Sintra voltam a ser aproveitadas para fins terapêuticos dentro de um ano
Ir a banhos ao Estoril vai deixar de ter a ver apenas com uma simples deslocação à praia do Tamariz ou às adjacentes. O novo complexo termal deverá abrir portas durante o primeiro trimestre do próximo ano, meio século após o encerramento do antigo balneário, procurando diversificar a oferta turística na região.
A sociedade Estoril Plage decidiu apostar na recuperação das antigas termas. O complexo, em construção avançada na Avenida de Portugal, foi desenhado pelo arquitecto Manuel Gil Graça. O projecto faz parte de um plano urbanístico que prevê a ampliação da ala norte do Hotel Palácio (transformando a actual planta em formato de "t" em "u"), criando mais uma dúzia de quartos; a construção ao lado do Centro de Congressos do novo Parque Palácio, condomínio residencial e comercial, com 368 lugares de estacionamento subterrâneo, e o complexo termal.
As termas, segundo Pedro Garcia, administrador da sociedade Estoril Plage, serão um complemento importante para os clientes do Hotel Palácio, que terão acesso ao Spa e restantes serviços, mas foram desenvolvidas para "funcionarem com autonomia, de forma a servirem as outras unidades turísticas da região". O edifício, com quatro pisos e cave - a fachada principal com dois pisos dá para a Avenida de Portugal - reparte-se em duas áreas: lazer e clínica.
O clube de saúde e beleza terá piscinas termais, sauna, salas de inalação, banhos de vapor, lamas vichy, massagens e ginásio fitness/welness. Na clínica termal estará disponível uma piscina terapêutica, gabinetes médicos, ginásios, duche escocês, lamas e massagens.
Zona urbana controlada
De acordo com a base de dados de ocorrências termais, do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, as águas do Estoril estavam indicadas para as doenças do aparelho respiratório, da pele, reumáticas e músculo-esqueléticas. Estas propriedades terapêuticas foram confirmadas por vários estudos médico-hidrológicos. Num dos últimos, do final de 2000, são acrescentadas as patologias imunitária e digestiva. No fim da década de 1980, a concessionária efectuou dois furos verticais de prospecção, captando água termal, com uma temperatura de 34 graus, a cerca de 260 metros de profundidade, com as propriedades das "águas do Estoril". Em 2004, a Direcção-Geral de Geologia e Energia autorizou um terceiro furo, para "garantir a existência de caudal" e verificar a qualidade do veio termal.
O administrador da sociedade Estoril Plage salienta que, actualmente, a qualidade das águas subterrâneas acaba "por estar mais garantida em meio urbano", quando existe um controlo efectivo sobre as infra-estruturas, ao contrário das zonas rurais, onde as fontes de abastecimento podem ser contaminadas por uma exploração agrícola ou por uma pecuária. Pedro Garcia esclarece que o lençol termal está protegido pela profundidade a que se encontra, presumindo-se que tenha origem na serra de Sintra e que, depois de "afundar cerca de cinco mil metros", ocorre mais perto da superfície no parque do Estoril.
O investimento no complexo deverá ascender a perto de 21 milhões de euros, já incluindo o valor do terreno onde se insere a infra-estrutura. Todavia, dada a sua natureza e interesse turístico para a região, o projecto concorreu a um apoio na área do turismo e foi-lhe atribuído um incentivo de 1,3 milhões de euros, dos quais 500 mil euros a título reembolsável.
O responsável da sociedade Estoril Plage mostra-se confiante na aposta do turismo de saúde, notando que metade dos utentes de termalismo no país são residentes na área da Grande Lisboa, mas que são frequentemente obrigados a deslocar-se para fora da sua área geográfica de residência, única forma para ter acesso a tratamentos termais.
Se se tiver em conta que os familiares, muitas vezes acompanham os pacientes, mas que nem todos podem partilhar dos mesmos interesses ou necessidades terapêuticas, a região do Estoril poderá também capitalizar novos turistas, nomeadamente ao oferecer a proximidade de uma extensa faixa litoral.
Pedro Garcia conta que o complexo termal possa abrir durante o primeiro trimestre de 2008 e que a exploração em pleno ocorra na Primavera do próximo ano.
21
Milhões de euros é o investimento total do novo complexo termal do Estoril.
1961
Foi o ano de encerramento da estância inaugurada quatro décadas antes por Fausto de Figueiredo.
34
Graus é a temperatura da água termal do "tipo Estoril" classificada oficialmente na base de dados das ocorrências termais do país.
1839
É a data da primeira publicação conhecida acerca das "moléstias" que poderiam ser tratadas pelas águas do Estoril.
Estância encerrou em 1961
23.04.2007
As águas que trataram das "moléstias" de D. José I
O aproveitamento das águas termais do Estoril encontra-se referenciado já desde os séculos XVII e XVIII. Neste último período, segundo rezam as crónicas, o rei D. José I procurava nas reconhecidas águas da Poça, e também nas do Estoril, a cura para as chagas que o afligiam nas pernas. As qualidades da nascente que então jorrava no parque ali existente são também apregoadas num modesto opúsculo impresso em 1839, com o sugestivo nome de Memoria sobre a utilidade e uso medicinal dos banhos do Estoril applicados ao tratamento das affecções cutaneas, e de muitas outras molestias...
Para assinalar o primeiro centenário das termas do Estoril, a direcção clínica do estabelecimento assegurava, em 1939, que os melhoramentos efectuados na captação proporcionavam "uma água bacteriologicamente pura, com maior termalidade e mais forte mineralização, por estar isenta de infiltrações". Os técnicos garantiam que, quando ingerida, a água exercia "uma acção benéfica sobre a mucosa gastro-intestinal, dissolvendo o muco", o que a tornava indicada em casos de gastrites e dispepsias (dificuldades de digestão).
Os tratamentos externos, pela "acção revulsiva [e] analgésica", cobriam vária formas de reumatismo, ciáticas e artropatia (articulações). Os benefícios dermatológicos e ginecológicos, assim como para as doenças cardiovasculares, também eram enunciadas.
As excelentes condições climatéricas da zona do Estoril, mesmo quando a maioria das estâncias termais estrangeiras se encontravam debaixo dos rigores do Inverno, eram igualmente apontadas como um trunfo do balneário aberto em 1918 por iniciativa de Fausto de Figueiredo. Argumentos que, no entanto, não impediram o seu encerramento em 1961, quando foi demolido o Hotel do Parque que o acolhia. L.F.S. »
Luís Filipe Sebastião
«Águas termais que se presumem brotem da serra de Sintra voltam a ser aproveitadas para fins terapêuticos dentro de um ano
Ir a banhos ao Estoril vai deixar de ter a ver apenas com uma simples deslocação à praia do Tamariz ou às adjacentes. O novo complexo termal deverá abrir portas durante o primeiro trimestre do próximo ano, meio século após o encerramento do antigo balneário, procurando diversificar a oferta turística na região.
A sociedade Estoril Plage decidiu apostar na recuperação das antigas termas. O complexo, em construção avançada na Avenida de Portugal, foi desenhado pelo arquitecto Manuel Gil Graça. O projecto faz parte de um plano urbanístico que prevê a ampliação da ala norte do Hotel Palácio (transformando a actual planta em formato de "t" em "u"), criando mais uma dúzia de quartos; a construção ao lado do Centro de Congressos do novo Parque Palácio, condomínio residencial e comercial, com 368 lugares de estacionamento subterrâneo, e o complexo termal.
As termas, segundo Pedro Garcia, administrador da sociedade Estoril Plage, serão um complemento importante para os clientes do Hotel Palácio, que terão acesso ao Spa e restantes serviços, mas foram desenvolvidas para "funcionarem com autonomia, de forma a servirem as outras unidades turísticas da região". O edifício, com quatro pisos e cave - a fachada principal com dois pisos dá para a Avenida de Portugal - reparte-se em duas áreas: lazer e clínica.
O clube de saúde e beleza terá piscinas termais, sauna, salas de inalação, banhos de vapor, lamas vichy, massagens e ginásio fitness/welness. Na clínica termal estará disponível uma piscina terapêutica, gabinetes médicos, ginásios, duche escocês, lamas e massagens.
Zona urbana controlada
De acordo com a base de dados de ocorrências termais, do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, as águas do Estoril estavam indicadas para as doenças do aparelho respiratório, da pele, reumáticas e músculo-esqueléticas. Estas propriedades terapêuticas foram confirmadas por vários estudos médico-hidrológicos. Num dos últimos, do final de 2000, são acrescentadas as patologias imunitária e digestiva. No fim da década de 1980, a concessionária efectuou dois furos verticais de prospecção, captando água termal, com uma temperatura de 34 graus, a cerca de 260 metros de profundidade, com as propriedades das "águas do Estoril". Em 2004, a Direcção-Geral de Geologia e Energia autorizou um terceiro furo, para "garantir a existência de caudal" e verificar a qualidade do veio termal.
O administrador da sociedade Estoril Plage salienta que, actualmente, a qualidade das águas subterrâneas acaba "por estar mais garantida em meio urbano", quando existe um controlo efectivo sobre as infra-estruturas, ao contrário das zonas rurais, onde as fontes de abastecimento podem ser contaminadas por uma exploração agrícola ou por uma pecuária. Pedro Garcia esclarece que o lençol termal está protegido pela profundidade a que se encontra, presumindo-se que tenha origem na serra de Sintra e que, depois de "afundar cerca de cinco mil metros", ocorre mais perto da superfície no parque do Estoril.
O investimento no complexo deverá ascender a perto de 21 milhões de euros, já incluindo o valor do terreno onde se insere a infra-estrutura. Todavia, dada a sua natureza e interesse turístico para a região, o projecto concorreu a um apoio na área do turismo e foi-lhe atribuído um incentivo de 1,3 milhões de euros, dos quais 500 mil euros a título reembolsável.
O responsável da sociedade Estoril Plage mostra-se confiante na aposta do turismo de saúde, notando que metade dos utentes de termalismo no país são residentes na área da Grande Lisboa, mas que são frequentemente obrigados a deslocar-se para fora da sua área geográfica de residência, única forma para ter acesso a tratamentos termais.
Se se tiver em conta que os familiares, muitas vezes acompanham os pacientes, mas que nem todos podem partilhar dos mesmos interesses ou necessidades terapêuticas, a região do Estoril poderá também capitalizar novos turistas, nomeadamente ao oferecer a proximidade de uma extensa faixa litoral.
Pedro Garcia conta que o complexo termal possa abrir durante o primeiro trimestre de 2008 e que a exploração em pleno ocorra na Primavera do próximo ano.
21
Milhões de euros é o investimento total do novo complexo termal do Estoril.
1961
Foi o ano de encerramento da estância inaugurada quatro décadas antes por Fausto de Figueiredo.
34
Graus é a temperatura da água termal do "tipo Estoril" classificada oficialmente na base de dados das ocorrências termais do país.
1839
É a data da primeira publicação conhecida acerca das "moléstias" que poderiam ser tratadas pelas águas do Estoril.
Estância encerrou em 1961
23.04.2007
As águas que trataram das "moléstias" de D. José I
O aproveitamento das águas termais do Estoril encontra-se referenciado já desde os séculos XVII e XVIII. Neste último período, segundo rezam as crónicas, o rei D. José I procurava nas reconhecidas águas da Poça, e também nas do Estoril, a cura para as chagas que o afligiam nas pernas. As qualidades da nascente que então jorrava no parque ali existente são também apregoadas num modesto opúsculo impresso em 1839, com o sugestivo nome de Memoria sobre a utilidade e uso medicinal dos banhos do Estoril applicados ao tratamento das affecções cutaneas, e de muitas outras molestias...
Para assinalar o primeiro centenário das termas do Estoril, a direcção clínica do estabelecimento assegurava, em 1939, que os melhoramentos efectuados na captação proporcionavam "uma água bacteriologicamente pura, com maior termalidade e mais forte mineralização, por estar isenta de infiltrações". Os técnicos garantiam que, quando ingerida, a água exercia "uma acção benéfica sobre a mucosa gastro-intestinal, dissolvendo o muco", o que a tornava indicada em casos de gastrites e dispepsias (dificuldades de digestão).
Os tratamentos externos, pela "acção revulsiva [e] analgésica", cobriam vária formas de reumatismo, ciáticas e artropatia (articulações). Os benefícios dermatológicos e ginecológicos, assim como para as doenças cardiovasculares, também eram enunciadas.
As excelentes condições climatéricas da zona do Estoril, mesmo quando a maioria das estâncias termais estrangeiras se encontravam debaixo dos rigores do Inverno, eram igualmente apontadas como um trunfo do balneário aberto em 1918 por iniciativa de Fausto de Figueiredo. Argumentos que, no entanto, não impediram o seu encerramento em 1961, quando foi demolido o Hotel do Parque que o acolhia. L.F.S. »
Tuesday, April 24, 2007
Carruagens separaram-se de comboio em andamento na Linha de Cascais
In Público (24/4/2007)
Carlos Cipriano
«Em Março, com muitos comboios em reparação, a CP reduziu a oferta na linha de Cascais. A situação já foi ultrapassada
a Um parafuso que se partiu no sistema de ligação entre duas carruagens esteve na origem de um quase-acidente ontem de manhã na Linha de Cascais, quando uma composição se separou em duas partes.
O comboio parou imediatamente porque as condutas de ar comprimido entre as carruagens também se partiram, o que, nestas circunstâncias, leva - automaticamente - à frenagem imediata da composição em escassos segundos. Não houve vítimas porque naquele momento ninguém ia a passar de uma carruagem para a outra através do passadiço que liga os dois veículos.
A única consequência foram os atrasos provocados naquela linha suburbana por o tráfego ferroviário ter ficado reduzido a via única entre Paço de Arcos e Santo Amaro, das 11h30 às 14h00, já depois da hora de ponta.
Há alguns meses aconteceu uma situação idêntica quando um engate se partiu e uma composição ficou separada em duas partes. Esse caso foi menos perigoso porque se tratava do engate que unia as duas unidades por que é formada uma composição, não havendo ali a possibilidade de os passageiros circularem entre as duas partes.
Situação mais grave terá sido a de ontem, porque se trata de um engate semi-rígido, supostamente inquebrável, que junta os três ou quatro veículos que formam uma "unidade indeformável", como é designada.
A CP debate-se actualmente com um problema de material circulante na Linha de Cascais, cuja frota, apesar de um lifting realizado nos anos 90, está envelhecida e com alguns equipamentos com um prazo de vida útil ultrapassado. »
Carlos Cipriano
«Em Março, com muitos comboios em reparação, a CP reduziu a oferta na linha de Cascais. A situação já foi ultrapassada
a Um parafuso que se partiu no sistema de ligação entre duas carruagens esteve na origem de um quase-acidente ontem de manhã na Linha de Cascais, quando uma composição se separou em duas partes.
O comboio parou imediatamente porque as condutas de ar comprimido entre as carruagens também se partiram, o que, nestas circunstâncias, leva - automaticamente - à frenagem imediata da composição em escassos segundos. Não houve vítimas porque naquele momento ninguém ia a passar de uma carruagem para a outra através do passadiço que liga os dois veículos.
A única consequência foram os atrasos provocados naquela linha suburbana por o tráfego ferroviário ter ficado reduzido a via única entre Paço de Arcos e Santo Amaro, das 11h30 às 14h00, já depois da hora de ponta.
Há alguns meses aconteceu uma situação idêntica quando um engate se partiu e uma composição ficou separada em duas partes. Esse caso foi menos perigoso porque se tratava do engate que unia as duas unidades por que é formada uma composição, não havendo ali a possibilidade de os passageiros circularem entre as duas partes.
Situação mais grave terá sido a de ontem, porque se trata de um engate semi-rígido, supostamente inquebrável, que junta os três ou quatro veículos que formam uma "unidade indeformável", como é designada.
A CP debate-se actualmente com um problema de material circulante na Linha de Cascais, cuja frota, apesar de um lifting realizado nos anos 90, está envelhecida e com alguns equipamentos com um prazo de vida útil ultrapassado. »
Friday, April 20, 2007
Petição "Por um novo Estoril-Sol amigo da Marginal"

Já são 300 assinaturas, mas são precisas mais. Não importa o que digam. Vamos em frente! Assine-a e divulgue, S.F.F.
Foto: Atelier GB
Thursday, April 19, 2007
Não esquecer os castanheiros, s.f.f.!
Aproveitando a notícia do jardim Visconde da Luz, aqui fica mais uma vez o memento à CMC:
Não se esqueçam de replantar os castanheiros que ao longo dos últimos anos têm sido abatidos, sem apelo nem agravo, nas artérias junto ao Museu do Mar.
Foto: stiago.com.sapo.pt
Intervenção nos Jardins Visconde da Luz e do Pelourinho

In Site da CMC
«Mantas térmicas favorecem germinação
Ao longo da semana, o relvado dos jardins Visconde da Luz e do Pelourinho, em Cascais, vão apresentar uma invulgar cobertura branca. Uma acção que visa obter melhores resultados da sementeira de relva recentemente ali efectuada pela Câmara.
Tratam-se de mantas térmicas colocadas pela Câmara e que irão ali permanecer cerca de uma semana, de modo a obter-se uma germinação mais alargada e rápida das sementes de relva agora lançadas, impedindo que os pombos se alimentem das mesmas e frustrem este processo.
As mantas começaram a ser colocadas na passada segunda-feira, dia 16 de Abril, prevendo-se a sua retirada ao longo da próxima semana, dependendo das condições climatéricas e de factores de conservação.»
Tuesday, April 17, 2007
Monday, April 16, 2007
Cascais desaparecida #10: Arcadas do Estoril

Dir-me-ão que estou enganado, que as Arcadas continuam lá. Certo, estão lá, mas só no nome. Há muito que a loja de brinquedos do lado "de lá" se foi, e com ela aquela cave fabulosamente recheada, bem como a discoteca completíssima, e as simpáticas senhoras da livraria/papelaria. Do lado de cá, foi-se o grande cão amarelo, de nome Leão, da loja de ferragens que por ali havia, paredes meias com o café Biquini, dos Sr. Manel, António e Lima.
Com ele, o café, foram-se os bifes à casa, as madalenas embaladas em saquinho de plástico, mais as pastilhas Pirata e os amendoins saídos de máquina com globo de vidro. Foram-se as corridas de caricas, por sobre os muros que cercavam as esplanadas do Biquini, do Deck e do Iate. Foram-se as excursões pelos corredores do antigo hotel, no primeiro piso. Foram-se também, já mais velho, as noites no Deck, onde até chegou a haver música. Acima de tudo, foram-se as pessoas.
Restam muitas e boas recordações, a começar pela espectacular fuga dos espectadores hippies corridos a bastão e cão, de um espectáculo que decorria antes do 25 de Abril no pavilhão de hóquei dos Salesianos, e que se refugiaram nas Arcadas, como podiam. Resta, de facto, a fabulosa magnólia (?), como que assombrada e a chorar por mais. Resta o mau gosto que persiste em tudo aquilo que ali há hoje, inexplicavelmente ... Credo, com a Junta de Turismo ali mesmo ao lado, como é possível que aquilo continue assim?
Foto: Esalvide
Friday, April 13, 2007
Ainda, e sempre, o novo Estoril-Sol
Um "novo" Hotel Atlântico
"O velho Hotel Atlântico, no Estoril, vai ser demolido e dar lugar a uma nova unidade hoteleira e de apartamentos turísticos. O projecto do arquitecto João Paciência, deverá ser aprovado pela Câmara Municipal de Cascais dentro de 'dois a três meses'.
O antigo Hotel Atlântico, entalado entre a Avenida Marginal e a linha ferroviária de Cascais, encerrou portas em Dezembro passado".
fonte: Público. sexta-feira, 13 de Abril de 2007. Extracto do Artigo de Luis Filipe Sebastião. pág26.
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Thursday, April 12, 2007
Remodelação da Marina exclui torre polémica
In Notícias da Manhã (12/4/2007)
«O novo estudo prévio de remodelação da marina de Cascais abdica “completamente da orientação hoteleira”, exclui a torre do hotel e cria uma vertente “comercial e de habitação turística”, disse ontem o presidente da Câmara de Cascais.
António Capucho adiantou à Lusa que o novo estudo prévio de remodelação da marina, apresentado pela Marcascais - concessionária da infra-estrutura - no departamento municipal de urbanismo, exclui a construção de uma torre de vidro com 30 pisos que gerou alguma polémica local. Segundo o autarca, esta intervenção vai permitir o “reequilíbrio financeiro” da marina de Cascais. A torre de 100 metros de altura estava prevista localizar-se virada para o mar à entrada do porto de recreio, mas o projecto foi abandonado devido a forte contestação dos munícipes. (...)»
«O novo estudo prévio de remodelação da marina de Cascais abdica “completamente da orientação hoteleira”, exclui a torre do hotel e cria uma vertente “comercial e de habitação turística”, disse ontem o presidente da Câmara de Cascais.
António Capucho adiantou à Lusa que o novo estudo prévio de remodelação da marina, apresentado pela Marcascais - concessionária da infra-estrutura - no departamento municipal de urbanismo, exclui a construção de uma torre de vidro com 30 pisos que gerou alguma polémica local. Segundo o autarca, esta intervenção vai permitir o “reequilíbrio financeiro” da marina de Cascais. A torre de 100 metros de altura estava prevista localizar-se virada para o mar à entrada do porto de recreio, mas o projecto foi abandonado devido a forte contestação dos munícipes. (...)»
Wednesday, April 11, 2007
Capucho admite privatização da linha
In Público (11/4/2007)
«A privatização da exploração da Linha de Cascais pode ser a solução para resolver os principais problemas desta via ferroviária e de a rentabilizar, defendeu ontem o presidente da câmara municipal, António Capucho.
No final de uma visita de deputados do PSD à Linha de Cascais, o autarca considerou: "Caso nada mude na Linha de Cascais, a câmara pode sugerir ao Governo a privatização da linha, na qual estaríamos interessados".
A falta de investimento na Linha de Cascais, onde "todo o sistema de segurança é obsoleto" e o problema do estacionamento "nas diversas estações" são algumas das lacunas apontadas pelo autarca durante a conferência de imprensa conjunta com os deputados do PSD, realizada nos paços do concelho.
No entanto, António Capucho mostra-se optimista, em virtude da última reunião que teve com a administração da Refer, na qual lhe foi garantido que "no dia 12 deste mês iria ser apresentado um estudo à exploradora ferroviária com uma solução global para a Linha de Cascais".
Para o deputado Luís Rodrigues, coordenador do PSD na comissão de obras públicas, "tem que haver uma decisão política do Governo quanto ao sistema de tracção da Linha de Cascais que é diferente da da restante rede ferroviária". Este deputado refere que "o menor investimento nesta linha também tem a ver com esta decisão".
Luís Rodrigues sublinhou também os "diversos problemas de segurança nas passagens pedonais que já resultaram em diversos acidentes" para os passageiros. Durante a visita, os deputados do PSD confirmaram junto da CP que "a redução do número de comboios verificada desde 1 de Março último ocorreu devido à falta de material circulante", sublinhou este parlamentar. Lusa »
Efectivamente, os comboios nunca como agora foram tão inimigos do cascalense em termos de horários. A segurança é um outro ponto importante. Se isso se resolve com a privatização, já tenho as minhas dúvidas, basta ver o que se passa no Reino Unido.
Em termos de comboios, porque não juntar esforços e começar-se, já, a planear o abaixamento da linha ferroviária, desde a estação de Cascais até São João do Estoril, por exemplo?
«A privatização da exploração da Linha de Cascais pode ser a solução para resolver os principais problemas desta via ferroviária e de a rentabilizar, defendeu ontem o presidente da câmara municipal, António Capucho.
No final de uma visita de deputados do PSD à Linha de Cascais, o autarca considerou: "Caso nada mude na Linha de Cascais, a câmara pode sugerir ao Governo a privatização da linha, na qual estaríamos interessados".
A falta de investimento na Linha de Cascais, onde "todo o sistema de segurança é obsoleto" e o problema do estacionamento "nas diversas estações" são algumas das lacunas apontadas pelo autarca durante a conferência de imprensa conjunta com os deputados do PSD, realizada nos paços do concelho.
No entanto, António Capucho mostra-se optimista, em virtude da última reunião que teve com a administração da Refer, na qual lhe foi garantido que "no dia 12 deste mês iria ser apresentado um estudo à exploradora ferroviária com uma solução global para a Linha de Cascais".
Para o deputado Luís Rodrigues, coordenador do PSD na comissão de obras públicas, "tem que haver uma decisão política do Governo quanto ao sistema de tracção da Linha de Cascais que é diferente da da restante rede ferroviária". Este deputado refere que "o menor investimento nesta linha também tem a ver com esta decisão".
Luís Rodrigues sublinhou também os "diversos problemas de segurança nas passagens pedonais que já resultaram em diversos acidentes" para os passageiros. Durante a visita, os deputados do PSD confirmaram junto da CP que "a redução do número de comboios verificada desde 1 de Março último ocorreu devido à falta de material circulante", sublinhou este parlamentar. Lusa »
Efectivamente, os comboios nunca como agora foram tão inimigos do cascalense em termos de horários. A segurança é um outro ponto importante. Se isso se resolve com a privatização, já tenho as minhas dúvidas, basta ver o que se passa no Reino Unido.
Em termos de comboios, porque não juntar esforços e começar-se, já, a planear o abaixamento da linha ferroviária, desde a estação de Cascais até São João do Estoril, por exemplo?
Câmara recebe novo projecto sem torre para a marina de Cascais
In Público (11/4/2007)
Luís Filipe Sebastião
«Estudo da concessionária aposta na introdução de alojamento turístico para viabilizar utilização permanente das áreas públicas do porto de recreio
Um novo projecto de remodelação da marina de Cascais, sem a polémica torre com 100 metros de altura, foi apresentado à autarquia pela Marcascais. A concessionária da infra-estrutura náutica mantém a aposta na criação de alojamento turístico para revitalizar o espaço, mas assegura que será reduzida a volumetria antes prevista para os novos edifícios.
Pedro Garcia, da Marcascais, adianta que foi entregue na câmara um novo estudo preliminar para a remodelação da marina, abandonando a proposta de construção de um hotel com 30 pisos, virado ao mar e na entrada do porto de recreio. A torre revestida a vidro não foi viabilizada pelo presidente da autarquia, António Capucho, em resposta às críticas que se fizeram ouvir contra a arrojada proposta. O novo estudo, além de não incluir o hotel, "foi corrigido" na área da entrada, para uma melhor articulação com o estacionamento subterrâneo em construção no fosso da Cidadela, e viu "reduzidas algumas cotas" nos edifícios projectados mais perto das muralhas.
O responsável admite que, aos actuais dois pisos, poderá ser acrescentado mais um andar (no estudo anterior ia até quatro pisos), e que se mantém a intenção de introduzir "uma ocupação de alojamento turístico que permita dar uma utilização mais permanente às áreas públicas". Os espaços comerciais podem mesmo sofrer uma ligeira redução, uma vez que actualmente muitas lojas se encontram sem uso.
Um cenário que será alterado durante este Verão, com a realização do Campeonato do Mundo de Vela (ISAF 2007). Na altura serão "reforçados" os estabelecimentos comerciais e outros servirão para acolher diversos serviços, mas após a prova não se vislumbra que o número de lojas possa aumentar. O estacionamento em construção no fosso da Cidadela também poderá ser utilizado, a partir da primeira semana de Junho, para apoio ao evento náutico. As obras exteriores só ficarão prontas no final do ano, mas, enquanto os pisos inferior e intermédio já servirão para parqueamento, o espaço à superfície será disponibilizado para instalar contentores das equipas participantes.
As obras de remodelação da marina, segundo Pedro Garcia, devem decorrer durante ano e meio, pelo que, se não arrancarem até Outubro deste ano, só avançam no mesmo período de 2008, para não prejudicar mais do que uma época de veraneio. »
Ora aí está uma boa acção. Cascais só tem a ganhar com estas acções!
Luís Filipe Sebastião
«Estudo da concessionária aposta na introdução de alojamento turístico para viabilizar utilização permanente das áreas públicas do porto de recreio
Um novo projecto de remodelação da marina de Cascais, sem a polémica torre com 100 metros de altura, foi apresentado à autarquia pela Marcascais. A concessionária da infra-estrutura náutica mantém a aposta na criação de alojamento turístico para revitalizar o espaço, mas assegura que será reduzida a volumetria antes prevista para os novos edifícios.
Pedro Garcia, da Marcascais, adianta que foi entregue na câmara um novo estudo preliminar para a remodelação da marina, abandonando a proposta de construção de um hotel com 30 pisos, virado ao mar e na entrada do porto de recreio. A torre revestida a vidro não foi viabilizada pelo presidente da autarquia, António Capucho, em resposta às críticas que se fizeram ouvir contra a arrojada proposta. O novo estudo, além de não incluir o hotel, "foi corrigido" na área da entrada, para uma melhor articulação com o estacionamento subterrâneo em construção no fosso da Cidadela, e viu "reduzidas algumas cotas" nos edifícios projectados mais perto das muralhas.
O responsável admite que, aos actuais dois pisos, poderá ser acrescentado mais um andar (no estudo anterior ia até quatro pisos), e que se mantém a intenção de introduzir "uma ocupação de alojamento turístico que permita dar uma utilização mais permanente às áreas públicas". Os espaços comerciais podem mesmo sofrer uma ligeira redução, uma vez que actualmente muitas lojas se encontram sem uso.
Um cenário que será alterado durante este Verão, com a realização do Campeonato do Mundo de Vela (ISAF 2007). Na altura serão "reforçados" os estabelecimentos comerciais e outros servirão para acolher diversos serviços, mas após a prova não se vislumbra que o número de lojas possa aumentar. O estacionamento em construção no fosso da Cidadela também poderá ser utilizado, a partir da primeira semana de Junho, para apoio ao evento náutico. As obras exteriores só ficarão prontas no final do ano, mas, enquanto os pisos inferior e intermédio já servirão para parqueamento, o espaço à superfície será disponibilizado para instalar contentores das equipas participantes.
As obras de remodelação da marina, segundo Pedro Garcia, devem decorrer durante ano e meio, pelo que, se não arrancarem até Outubro deste ano, só avançam no mesmo período de 2008, para não prejudicar mais do que uma época de veraneio. »
Ora aí está uma boa acção. Cascais só tem a ganhar com estas acções!
Tuesday, April 10, 2007
Ainda, e sempre, o novo Estoril-Sol,
Aqui fica o depoimento de Luís Geraldes:
«Boa tarde,
como me dou mal com blogs, aqui deixo o meu testemunho, que podem tornar público se o acharem assim como divulgar a fonte.
Conheço o projecto há já largos meses e nunca concordei com o mesmo, reconhecendo padecer da nossa falta de inércia, mas também altura em que não existia a facilidade de colocar petições com resultados, como vi pela primeira vez com a torre de vidro da Marina.
As ideias e opiniões, em prol do debate são sempre salutares... os gostos não se discutem, mas também por isso mesmo nem todos vão para intervinientes directos na paisagem, e daqueles que vão, nem a todos são dados ouvidos, face à falta de adequação das suas propostas ao que se pretende (umas vezes por claro mau gosto...)
Agora o design, a harmonia, as linhas e curvas, o enquadramento são tudo variáveis susceptíveis de contribuirem para uma óptima integração de um novo edifício num determinado local.
Eu olho para o Cascais Mirage, e vejo tudo isto muito bem conseguido, sobre o novo Estoril Sol???
Porque todos sempre o quiseram ver em baixo???
-Dimensão! Desenquadramento da linha estética do monte que tem por detrás, assim como das restantes habitações.
-Impacto sobre a paisagem normal da baía de Cascais, que não é por acaso que se dizem maravilhas, com um efeito crescente a partir da linha de água, até chegar ao edifícios mais altos na Gandarinha, Bairro do Rosário e J.Pimenta, bem lá para trás...
Será difícil perceber isto? Nada tem a ver com materiais utilizados, concentração de habitante por m2, tudo isso discursos políticos, pouco inteligentes a meu ver, dignos para serem apresentados à... oposição!
Agora quem de facto dá valor ao que Cascais ainda preserva, quem sempre quis que um "raio ou scud" caísse sobre o Estoril Sol (sem ninguém lá dentro claro, afinal somos amigos do ambiente...), de forma alguma pode concordar com tamanha aberração!
Cumprimentos,
Luis Giraldes»
«Boa tarde,
como me dou mal com blogs, aqui deixo o meu testemunho, que podem tornar público se o acharem assim como divulgar a fonte.
Conheço o projecto há já largos meses e nunca concordei com o mesmo, reconhecendo padecer da nossa falta de inércia, mas também altura em que não existia a facilidade de colocar petições com resultados, como vi pela primeira vez com a torre de vidro da Marina.
As ideias e opiniões, em prol do debate são sempre salutares... os gostos não se discutem, mas também por isso mesmo nem todos vão para intervinientes directos na paisagem, e daqueles que vão, nem a todos são dados ouvidos, face à falta de adequação das suas propostas ao que se pretende (umas vezes por claro mau gosto...)
Agora o design, a harmonia, as linhas e curvas, o enquadramento são tudo variáveis susceptíveis de contribuirem para uma óptima integração de um novo edifício num determinado local.
Eu olho para o Cascais Mirage, e vejo tudo isto muito bem conseguido, sobre o novo Estoril Sol???
Porque todos sempre o quiseram ver em baixo???
-Dimensão! Desenquadramento da linha estética do monte que tem por detrás, assim como das restantes habitações.
-Impacto sobre a paisagem normal da baía de Cascais, que não é por acaso que se dizem maravilhas, com um efeito crescente a partir da linha de água, até chegar ao edifícios mais altos na Gandarinha, Bairro do Rosário e J.Pimenta, bem lá para trás...
Será difícil perceber isto? Nada tem a ver com materiais utilizados, concentração de habitante por m2, tudo isso discursos políticos, pouco inteligentes a meu ver, dignos para serem apresentados à... oposição!
Agora quem de facto dá valor ao que Cascais ainda preserva, quem sempre quis que um "raio ou scud" caísse sobre o Estoril Sol (sem ninguém lá dentro claro, afinal somos amigos do ambiente...), de forma alguma pode concordar com tamanha aberração!
Cumprimentos,
Luis Giraldes»
Monday, April 09, 2007
Estoril e Carcavelos mais verdes - Programa CEVAR beneficia freguesias
«A Câmara Municipal de Cascais concluiu, ao abrigo do Programa CEVAR, as obras de recuperação de zonas verdes na Quinta do Barão e na Galiza, nas freguesias de Carcavelos e Estoril.
Com o desenlace destas duas obras, a CMC recuperou na totalidade uma área de 4000 m2, num investimento global de 80 mil euros. Nestas duas novas zonas verdes, foram plantadas 20 árvores, 1500 arbustos e mais de 3200 herbáceas complementadas com 200 m2 de prados/relvados. (...)»
Com o desenlace destas duas obras, a CMC recuperou na totalidade uma área de 4000 m2, num investimento global de 80 mil euros. Nestas duas novas zonas verdes, foram plantadas 20 árvores, 1500 arbustos e mais de 3200 herbáceas complementadas com 200 m2 de prados/relvados. (...)»
Fonte: CMC
Thursday, April 05, 2007
Wednesday, April 04, 2007
Minha opinião
Vou pedir muitas desculpas aos meus colegas colunistas...
Explico...
Tenho tentado durante estes posts dos ultimos dias definir-me em relação ao «novo Estoril-Sol»,
não consigo ...Por um lado penso que Cascais devia ter uma obra deste genero....diferente....mas ao mesmo tempo não tenho o «olho» de Arquitecto treinado para colocar o novo projecto ali....Desculpem mas não me parece ficar assim tão estranho.
Por estas razões não vou assinar esta petição, sei que os meus colegas e amigos não me vão levar a mal.
Em relação á Torre da Marina penso existir uma diferença, enquanto havia uma maioria contra esse projecto , era unanime, este projecto tem dividido opiniões... existem municipes contra e a favor....tudo muito igualado.
Explico...
Tenho tentado durante estes posts dos ultimos dias definir-me em relação ao «novo Estoril-Sol»,
não consigo ...Por um lado penso que Cascais devia ter uma obra deste genero....diferente....mas ao mesmo tempo não tenho o «olho» de Arquitecto treinado para colocar o novo projecto ali....Desculpem mas não me parece ficar assim tão estranho.
Por estas razões não vou assinar esta petição, sei que os meus colegas e amigos não me vão levar a mal.
Em relação á Torre da Marina penso existir uma diferença, enquanto havia uma maioria contra esse projecto , era unanime, este projecto tem dividido opiniões... existem municipes contra e a favor....tudo muito igualado.
Manobra de diversão?

Afinal, é no próprio site do atelier GB, em http://www.byrnearq.com/?lop=projectos&list_mode=5&id=6364d3f0f495b6ab9dcf8d3b5c6e0b01 , que encontramos a foto do projecto para o novo Estoril-Sol.
É do domínio público, portanto.
Câmara de Cascais aplica saldo positivo das contas do ano passado no realojamento
In Público (4/4/2007)
Luís Filipe Sebastião
«Contas de 2006 aprovadas pela assembleia municipal com reforço do orçamento deste ano em cerca de 9,7 milhões de euros para novas obras camarárias
A aquisição de 243 fogos de habitação social e lojas em empreendimentos do Programa Especial de Realojamento (PER), num investimento de cerca de 2,6 milhões de euros, será uma das medidas a lançar pela Câmara de Cascais em resultado do saldo positivo obtido nas contas municipais do ano passado.
O presidente do câmara, António Capucho, apresentou na segunda-feira, à Assembleia Municipal de Cascais, o relatório e contas de 2006, no qual se apurou um saldo positivo de 9,7 milhões de euros. Este montante, que transita para o orçamento do corrente ano, será aplicado em investimentos de diversas áreas. No caso da habitação social, serão adquiridos fogos e lojas, destinadas a realojamentos e à instalação de serviços e pequeno comércio em empreendimentos do PER.
No campo da acção social serão investidos 222 mil euros no reforço de iniciativas já programadas com instituições do concelho ou no arranque de iniciativas como o apoio para a inserção de reclusos (dos estabelecimentos do Linhó e de Tires) e para colónias de férias juvenis. A construção de creches (S. João/S. Pedro e Adroana) e de lares de idosos (Alcoitão) e a recuperação de centros de dia e de instalações de assistência social (como a nova sede do GAD Sida na Pampilheira) também serão objecto de um reforço de verbas.
Em termos de equipamentos escolares serão investidos 1,74 milhões de euros na construção de pavilhões desportivos (Galiza) e escolas do primeiro ciclo (Alcabideche, Galiza, São Domingos de Rana) e na beneficiação da Escola de Teatro. Os bairros Irene e Maria serão requalificados, estando destinados cerca de 169 mil euros para a elaboração de planos de ordenamento do território em núcleos urbanos no Parque Natural de Sintra-Cascais - nomeadamente em Malveira, Areia, Murches, Charneca, Alcabideche e Biscaia - em colaboração com a Universidade Nova de Lisboa. O projecto de novas instalações da Feira de Carcavelos, para criar condições adequadas para vendedores e clientes, vai beneficiar de 93 mil euros.
De acordo com as contas prestadas por António Capucho aos deputados municipais - que mereceram a abstenção do PS, BE e CDU e aprovação do PSD e CDS/PP -, as receitas camarárias registaram, em 2006, um acréscimo de 5,5 por cento em relação ao ano anterior. A dívida acumulada, resultado de "um controlo eficaz", foi reduzida de 62,9 milhões para 34,2 milhões de euros.
A Câmara de Cascais vai avançar com a recuperação da cisterna da Cidadela de Cascais, através de uma verba de 100 mil euros, retirada ao montante que transitou das contas do ano passado. A intervenção insere-se na reabilitação da antiga fortificação militar em articulação com a Presidência da República, que vai recuperar o palácio e criar um Museu das Ordens Honoríficas. »
Luís Filipe Sebastião
«Contas de 2006 aprovadas pela assembleia municipal com reforço do orçamento deste ano em cerca de 9,7 milhões de euros para novas obras camarárias
A aquisição de 243 fogos de habitação social e lojas em empreendimentos do Programa Especial de Realojamento (PER), num investimento de cerca de 2,6 milhões de euros, será uma das medidas a lançar pela Câmara de Cascais em resultado do saldo positivo obtido nas contas municipais do ano passado.
O presidente do câmara, António Capucho, apresentou na segunda-feira, à Assembleia Municipal de Cascais, o relatório e contas de 2006, no qual se apurou um saldo positivo de 9,7 milhões de euros. Este montante, que transita para o orçamento do corrente ano, será aplicado em investimentos de diversas áreas. No caso da habitação social, serão adquiridos fogos e lojas, destinadas a realojamentos e à instalação de serviços e pequeno comércio em empreendimentos do PER.
No campo da acção social serão investidos 222 mil euros no reforço de iniciativas já programadas com instituições do concelho ou no arranque de iniciativas como o apoio para a inserção de reclusos (dos estabelecimentos do Linhó e de Tires) e para colónias de férias juvenis. A construção de creches (S. João/S. Pedro e Adroana) e de lares de idosos (Alcoitão) e a recuperação de centros de dia e de instalações de assistência social (como a nova sede do GAD Sida na Pampilheira) também serão objecto de um reforço de verbas.
Em termos de equipamentos escolares serão investidos 1,74 milhões de euros na construção de pavilhões desportivos (Galiza) e escolas do primeiro ciclo (Alcabideche, Galiza, São Domingos de Rana) e na beneficiação da Escola de Teatro. Os bairros Irene e Maria serão requalificados, estando destinados cerca de 169 mil euros para a elaboração de planos de ordenamento do território em núcleos urbanos no Parque Natural de Sintra-Cascais - nomeadamente em Malveira, Areia, Murches, Charneca, Alcabideche e Biscaia - em colaboração com a Universidade Nova de Lisboa. O projecto de novas instalações da Feira de Carcavelos, para criar condições adequadas para vendedores e clientes, vai beneficiar de 93 mil euros.
De acordo com as contas prestadas por António Capucho aos deputados municipais - que mereceram a abstenção do PS, BE e CDU e aprovação do PSD e CDS/PP -, as receitas camarárias registaram, em 2006, um acréscimo de 5,5 por cento em relação ao ano anterior. A dívida acumulada, resultado de "um controlo eficaz", foi reduzida de 62,9 milhões para 34,2 milhões de euros.
A Câmara de Cascais vai avançar com a recuperação da cisterna da Cidadela de Cascais, através de uma verba de 100 mil euros, retirada ao montante que transitou das contas do ano passado. A intervenção insere-se na reabilitação da antiga fortificação militar em articulação com a Presidência da República, que vai recuperar o palácio e criar um Museu das Ordens Honoríficas. »
Tuesday, April 03, 2007
A foto do DN:
Esclarecimento da jornalista Paula Sanchez, do DN:
«A foto publicada é do Arquivo DN e, tanto quanto sei, foi tirada aquando da apresentação do projecto do Estoril Sol, pelos promotores. Presumo que também seja a foto final do projecto»
Portanto, as fotos diferem muito pouco entre si, pelo que a petição é para manter!
A propósito do projecto para o local do Estoril-Sol:
Notas:
1. A fotografia que aparece na edição de hoje do Diário de Notícias (e que é uma terceira foto, que pessoalmente desconhecia) é ou não a do projecto final? É que se for, o projecto é o mesmo (!), ou será dos meus olhos?
2. A petição não sairá da Net enquanto não se verificar de facto qual a aparência que o projecto definitivo apresenta.
3. A aprovação de um plano de pormenor em regime simplificado é um instrumento demasiadamente usado para que ninguém saiba de facto para o que serve na prática: basta andar pelo país... Mas uma coisa é um plano de pormenor para uma zona - e foi isso que foi aprovado -, outra, bem diferente, é o "boneco" do projecto.
4. Parece que ainda há muitas pessoas que ignoram o que é a Net. Paciência.
5. É confrangedor ver-se ao que pessoas com responsabilidades, curricula e imagem, se agarram para defender uma coisa sem pés nem cabeça, só porque é preciso defender!
Um projecto com aquelas imagens, ou parecidas com elas (pois não creio que de uma fase preliminar para a fase final se tenha alterado radicalmente o projecto, nem que o facto de se diminuir em 7 andares a altura do conjunto ... o mono deixe de ser mono!), é uma agressão tão grave à Marginal, à costa de Cascais e do Estoril (que sempre que há eleições lá aparecem os mil e um argumentistas do costume) como o famigerado Titanix, o Jumbo, o Hotel Eden ou a Marina.
Continuo sem perceber como os argumentistas mudam de agulha, tal qual os camaleões mudam de cor, a seu bel-prazer.
Senhores, esse projecto é uma aberração!!
1. A fotografia que aparece na edição de hoje do Diário de Notícias (e que é uma terceira foto, que pessoalmente desconhecia) é ou não a do projecto final? É que se for, o projecto é o mesmo (!), ou será dos meus olhos?
2. A petição não sairá da Net enquanto não se verificar de facto qual a aparência que o projecto definitivo apresenta.
3. A aprovação de um plano de pormenor em regime simplificado é um instrumento demasiadamente usado para que ninguém saiba de facto para o que serve na prática: basta andar pelo país... Mas uma coisa é um plano de pormenor para uma zona - e foi isso que foi aprovado -, outra, bem diferente, é o "boneco" do projecto.
4. Parece que ainda há muitas pessoas que ignoram o que é a Net. Paciência.
5. É confrangedor ver-se ao que pessoas com responsabilidades, curricula e imagem, se agarram para defender uma coisa sem pés nem cabeça, só porque é preciso defender!
Um projecto com aquelas imagens, ou parecidas com elas (pois não creio que de uma fase preliminar para a fase final se tenha alterado radicalmente o projecto, nem que o facto de se diminuir em 7 andares a altura do conjunto ... o mono deixe de ser mono!), é uma agressão tão grave à Marginal, à costa de Cascais e do Estoril (que sempre que há eleições lá aparecem os mil e um argumentistas do costume) como o famigerado Titanix, o Jumbo, o Hotel Eden ou a Marina.
Continuo sem perceber como os argumentistas mudam de agulha, tal qual os camaleões mudam de cor, a seu bel-prazer.
Senhores, esse projecto é uma aberração!!
Câmara diz que discussão sobre Estoril-Sol está feita
In Diário de Notícias (3/4/2007)
Paula Sanchez
Direitos reservados (imagem)
«A Câmara de Cascais não vai abrir a discussão pública sobre o projecto urbanístico do Estoril-Sol, por considerar que já foi feita e que existe um Plano de Pormenor já aprovado. A garantia foi dada pela autarquia em resposta a uma solicitação do DN sobre uma petição online que aconselha o município e o governo a repensarem a volumetria do novo edifício.
O presidente da câmara lembrou que a área de construção foi reduzida a um terço e o número de andares desceu de 22 para 15. António Capucho sublinha ainda que a imagem divulgada "não corresponde ao projecto aprovado."
Até ao fim da tarde de ontem, 20 pessoas tinham subscrito a petição online, lançada pelos autores do blog Cidadaniacsc, pedindo uma reflexão sobre a volumetria e a agressividade do edifício de usos mistos, para habitação, comércio e escritórios, cuja construção deverá arrancar em Novembro. Com três torres em vidro, o edifício "parece vir de uma galáxia distante", dizem os subscritores.
A volumetria foi, aliás, a razão que levou o presidente da Liga para a Protecção da Natureza, a assinar a petição. Eugénio Sequeira disse ao DN que são as estruturas sobre a marginal que o chocam, pois, considera, não lhe parece uma arquitectura própria de zonas de praia". Sem colocar em causa o uso de superfície, mas relacionando o projecto com bom senso, os subscritores sublinham que "por muito que se goste do trabalho de Gonçalo Byrne" é difícil defender-se o projecto »
Monday, April 02, 2007
Resposta ao atelier GB
Ex.mo Senhor
Muito obrigado pelo esclarecimento, que registamos e iremos publicar no blogue.
Aproveitamos a oportunidade para solicitar o envio de fotos do projecto definitivo, que TODOS ignoramos.
Iremos retirar as fotos do blogue, apesar de acharmos que são do domínio público, uma vez que constam de vários fora na Net, entre eles o de http://www.skyscrapercity.com/
Na expectativa de uma resposta, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero
Muito obrigado pelo esclarecimento, que registamos e iremos publicar no blogue.
Aproveitamos a oportunidade para solicitar o envio de fotos do projecto definitivo, que TODOS ignoramos.
Iremos retirar as fotos do blogue, apesar de acharmos que são do domínio público, uma vez que constam de vários fora na Net, entre eles o de http://www.skyscrapercity.com/
Na expectativa de uma resposta, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero
Email recebido do Atelier GB:
Exmºs Senhores,
Agradecemos e estimamos o vosso interesse na renovação urbanística do concelho de Cascais, em geral, e no projecto do novo Complexo Estoril-Sol, do qual somos autores, em particular.
Reparamos, no entanto, que as imagens publicadas no vosso web-site não correspondem à versão final do projecto, aprovada pela Câmara Municipal de Cascais e actualmente em construção, mas sim a imagens de um estudo volumétrico preliminar que pouco tem a ver com o projecto final.
Em segunda instância nunca recebemos qualquer pedido de autorização para publicação das referidas imagens, sobre as quais temos direito de autor.
Sendo assim, não podemos aceitar que utilizem as referidas imagens no vosso site, pelo que agradecemos que sejam retiradas.
Com os melhores cumprimentos,
Rolf Heinemann, arq.º
GB-Arquitectos, Lda
Rua da Escola Politécnica , 285
1250-101 Lisboa - Portugal
T 21 382 79 53 / 21 380 41 90
F 21 382 79 55
E gbyrne2 @ mail.telepac.pt
Agradecemos e estimamos o vosso interesse na renovação urbanística do concelho de Cascais, em geral, e no projecto do novo Complexo Estoril-Sol, do qual somos autores, em particular.
Reparamos, no entanto, que as imagens publicadas no vosso web-site não correspondem à versão final do projecto, aprovada pela Câmara Municipal de Cascais e actualmente em construção, mas sim a imagens de um estudo volumétrico preliminar que pouco tem a ver com o projecto final.
Em segunda instância nunca recebemos qualquer pedido de autorização para publicação das referidas imagens, sobre as quais temos direito de autor.
Sendo assim, não podemos aceitar que utilizem as referidas imagens no vosso site, pelo que agradecemos que sejam retiradas.
Com os melhores cumprimentos,
Rolf Heinemann, arq.º
GB-Arquitectos, Lda
Rua da Escola Politécnica , 285
1250-101 Lisboa - Portugal
T 21 382 79 53 / 21 380 41 90
F 21 382 79 55
E gbyrne2 @ mail.telepac.pt
Sunday, April 01, 2007
Restaurantes de Cascais

Saiu no mês passado um artigo de um alto quadro da Vinalda a criticar a restauração de Cascais...Fez mal , não se criticam os nossos clientes. Mas deixe-me dizer-lhe uma coisa...quer comer peixe experimente os famosos restaurantes de Cascais da zona do Guincho, lota ou mesmo Boca do Inferno...alguns deles com recomendações do guia Michelin ...por exemplo...
E se houvesse um boicote à Vinalda ....aí se calhar a restauração passava debesta a bestial não...
Ahhh outra coisa deixe de comer aqui... se calhar foi isso que lhe fez mal...
Friday, March 30, 2007
Demolida a pala do Hotel Estoril-Sol
In Diário de Notícias (30/3/2007)
Carla Ventura
em Oeiras
«A emblemática pala do Hotel Estoril-Sol foi demolida ontem de manhã. O desmantelamento desta estrutura, que teve início às 10.35 e terminou passados cerca de 45 mi- nutos, começou pelo corte dos dois apoios frontais, seguindo-se o corte da junção com o edifício principal e a consequente queda da pala.
Já no chão, a pala começou por ser desbastada por baixo. O entulho resultante da demolição será posteriormente britado e acumulado no monte de detritos que vai servir de base às máquinas de longo alcance. (...)»
Thursday, March 29, 2007
Demolição no Estoril-Sol afecta trânsito
In Público (29/3/2007)
«Os trabalhos de demolição em curso no Hotel Estoril-Sol, fronteiro à Estrada Nacional nº 6, vulgo estrada marginal, em Cascais, provocarão hoje um corte parcial naquela via de trânsito, entre as 10h e as 16h.
Segundo anunciou ontem o gabinete de relações públicas da Câmara Municipal de Cascais em comunicado, os trabalhos em curso para a demolição da pála de betão da entrada principal do hotel irão condicionar a normal circulação automóvel naquela muito movimentada artéria.
Assim, naquele período, e para criar condições de segurança aos automobilistas e operários enquanto decorrem os trabalhos de demolição da pála, a estrada será parcialmente cortada.
Mais concretamente, será suprimida uma faixa de rodagem no sentido Lisboa-Cascais.»
«Os trabalhos de demolição em curso no Hotel Estoril-Sol, fronteiro à Estrada Nacional nº 6, vulgo estrada marginal, em Cascais, provocarão hoje um corte parcial naquela via de trânsito, entre as 10h e as 16h.
Segundo anunciou ontem o gabinete de relações públicas da Câmara Municipal de Cascais em comunicado, os trabalhos em curso para a demolição da pála de betão da entrada principal do hotel irão condicionar a normal circulação automóvel naquela muito movimentada artéria.
Assim, naquele período, e para criar condições de segurança aos automobilistas e operários enquanto decorrem os trabalhos de demolição da pála, a estrada será parcialmente cortada.
Mais concretamente, será suprimida uma faixa de rodagem no sentido Lisboa-Cascais.»
Tuesday, March 27, 2007
O novo Estoril-Sol, directamente de uma galáxia distante!
Como se não bastassem as sucessivas agressões de que tem sido alvo a Marginal ao longo das últimas décadas, designadamente no troço pertencente ao concelho de Cascais, designadamente as várias rotundas pato-bravescas, a anarquia junto à praia de Carcavelos, a «cidade A.Santo», na Parede; o esventramento do chalet da Condessa d'Edla, também na Parede; a proliferação de painéis publicitários de tudo e mais alguma coisa, o Hotel Eden, no Monte do Estoril; o Jumbo, o c.c. Titanix, ambos em Cascais, etc.; há agora uma ideia que alguns acham luminosa, outros tantos assinam de cruz sem saberem do que se trata, e muitos outros acham mal. Incluo-me nestes últimos. Demolir-se o Estoril-Sol com o argumento de que era um "mamarracho", pareceu-me uma ideia louvável, apesar de saber que irei ter saudades daquela pisicina, da decoração do hall de entrada e da pala exterior. Parceu-me louvável porque supus que quem de direito aproveitasse a ocasião para requalificar aquela parcela nobre à entrada da vila de Cascais. Nunca supus que a demolição do Estoril-Sol acarretasse negócio imobiliário com terrenos junto ao Casino do Estoril (em que se prevê mais estacionamento subterrâneo e mais empreendimentos). Nem que acarretasse transformação do público em privado. Muito menos que significasse a substituição de um "mamarracho" por algo "alienígena" como o projecto que o Arq. Byrne desenhou para o local e que agora nos querem meter à força pelos olhos adentro. Como a foto mostra, este projecto poderá ser excelente "pastiche" aos edifícios da Paris de La Défence, ou da margem sul do Tamisa, mas não dá para acreditar que seja o que iremos ter que conviver na nossa Cascais. Mais uma vez, o português não sabe copiar, porque não sabe contextualizar, nem tem memória. Pior, insiste em deixar para as gerações futuras o ónus de corrigir os erros do presente... tal como o Estoril-Sol o é agora. O pior, ainda, é ver-se que o Governo assina de cruz um plano de pormenor em regime simplificado, que servirá para contornar o PDM ... mas, curiosamente, um plano de pormenor que não autoriza este projecto em particular. Cascalenses, acordem!!
DNA Cascais com projectos de oito milhões
In Jornal de Notícias (27/3/2007)
«A DNA Cascais apresenta hoje os primeiros 12 projectos apoiados por esta agência para o empreendedorismo, num valor superior a oito milhões de euros e que, nos próximos três anos, vão criar 140 postos de trabalho (...)»
«A DNA Cascais apresenta hoje os primeiros 12 projectos apoiados por esta agência para o empreendedorismo, num valor superior a oito milhões de euros e que, nos próximos três anos, vão criar 140 postos de trabalho (...)»
Friday, March 23, 2007
Notificação do ministro da Saúde: Maternidade de Cascais mantém-se no concelho até conclusão do novo hospital
Público/Lusa (23/3/2007)
«A maternidade de Cascais já não vai ser transferida temporariamente para o Hospital S. Francisco Xavier, como chegou a ser admitido pelo Governo, mantendo-se em funcionamento até à inauguração do novo hospital do concelho, anunciou o presidente da autarquia.
Na semana passada, a Câmara de Cascais apelara ao Governo para manter a maternidade no centro hospitalar do concelho, numa deliberação aprovada em reunião do executivo municipal que se pronunciava contra a transferência temporária desta valência para o Hospital S. Francisco Xavier, em Lisboa.
Hoje, o presidente da autarquia, António Capucho (PSD), anunciou ter recebido uma notificação do ministro da Saúde, Correia de Campos, em que o governante diz concordar com os "argumentos aduzidos na moção", nomeadamente quanto à "existência de mais inconvenientes que vantagens na utilização temporária do espaço do Hospital de S. Francisco Xavier".
Na opinião de António Capucho, a maternidade "é um equipamento que funciona bem e, com os três a quatro partos por dia de média anual, está no limite do número de partos mínimos imposto pelo ministério da Saúde".
O novo hospital, "nesta valência, vai abarcar os concelhos de Cascais e Sintra", revelou o autarca.
A câmara já iniciou as obras dos acessos ao novo hospital de Cascais, adiantando que para o terceiro trimestre deste ano está previsto o início dos trabalhos de construção do novo edifício, que deverá ficar pronto dentro de dois anos.
As extensões de saúde de S. João, a abrir em Abril; de Alcabideche, com abertura posterior; e de S. Domingos de Rana, cujas obras terminam em Maio, ainda não estão ao serviço da população "devido a questões burocráticas relacionadas com a complexidade do equipamento a adquirir", adiantou António Capucho.»
Uma excelente notícia. Uma vitória do bom senso. Haja mais assim.
«A maternidade de Cascais já não vai ser transferida temporariamente para o Hospital S. Francisco Xavier, como chegou a ser admitido pelo Governo, mantendo-se em funcionamento até à inauguração do novo hospital do concelho, anunciou o presidente da autarquia.
Na semana passada, a Câmara de Cascais apelara ao Governo para manter a maternidade no centro hospitalar do concelho, numa deliberação aprovada em reunião do executivo municipal que se pronunciava contra a transferência temporária desta valência para o Hospital S. Francisco Xavier, em Lisboa.
Hoje, o presidente da autarquia, António Capucho (PSD), anunciou ter recebido uma notificação do ministro da Saúde, Correia de Campos, em que o governante diz concordar com os "argumentos aduzidos na moção", nomeadamente quanto à "existência de mais inconvenientes que vantagens na utilização temporária do espaço do Hospital de S. Francisco Xavier".
Na opinião de António Capucho, a maternidade "é um equipamento que funciona bem e, com os três a quatro partos por dia de média anual, está no limite do número de partos mínimos imposto pelo ministério da Saúde".
O novo hospital, "nesta valência, vai abarcar os concelhos de Cascais e Sintra", revelou o autarca.
A câmara já iniciou as obras dos acessos ao novo hospital de Cascais, adiantando que para o terceiro trimestre deste ano está previsto o início dos trabalhos de construção do novo edifício, que deverá ficar pronto dentro de dois anos.
As extensões de saúde de S. João, a abrir em Abril; de Alcabideche, com abertura posterior; e de S. Domingos de Rana, cujas obras terminam em Maio, ainda não estão ao serviço da população "devido a questões burocráticas relacionadas com a complexidade do equipamento a adquirir", adiantou António Capucho.»
Uma excelente notícia. Uma vitória do bom senso. Haja mais assim.
Exposição mostra 40 obras públicas. Edifício recuperado até 2008
In Jornal de Notícias (23/3/2007)
«Antigo armazém de munições, o Edifício 5 de Outubro, em Cascais, vai acolher a mostra dos cerca de 40 projectos e obras de promoção pública realizados neste século no concelho, no âmbito da I Trienal de Arquitectura de Lisboa 2007. A participação da Câmara no evento, entre Maio e Junho, foi ontem firmada com a assinatura de um protocolo.
O imóvel que irá funcionar como Pólo IV da Trienal - contíguo aos Paços do Concelho - será posteriormente alvo de uma intervenção de reabilitação urbana que o transformará no futuro Centro de Interpretação Urbana de Cascais (CIUC). As obras, realizadas de acordo com o projecto do arquitecto Pedro Pacheco, estão orçadas em cerca de um milhão de contos, verba já assegurada através das receitas municipais provenientes da concessão do jogo do Estoril, disse, ao JN, fonte camarária. (...)»
«Antigo armazém de munições, o Edifício 5 de Outubro, em Cascais, vai acolher a mostra dos cerca de 40 projectos e obras de promoção pública realizados neste século no concelho, no âmbito da I Trienal de Arquitectura de Lisboa 2007. A participação da Câmara no evento, entre Maio e Junho, foi ontem firmada com a assinatura de um protocolo.
O imóvel que irá funcionar como Pólo IV da Trienal - contíguo aos Paços do Concelho - será posteriormente alvo de uma intervenção de reabilitação urbana que o transformará no futuro Centro de Interpretação Urbana de Cascais (CIUC). As obras, realizadas de acordo com o projecto do arquitecto Pedro Pacheco, estão orçadas em cerca de um milhão de contos, verba já assegurada através das receitas municipais provenientes da concessão do jogo do Estoril, disse, ao JN, fonte camarária. (...)»
Thursday, March 22, 2007
Comércio urbano - uma "realidade futura"
A Câmara Municipal de Cascais e a Associação Empresarial do Concelho de Cascais (AECC), apresentaram no dia 14 de Março, a Agência para a promoção da Vila de Cascais (PROCASCAIS), num colóquio com o tema "Comércio Urbano: Apresentação de Uma Realidade Futura". (Fonte: Jornal da Região, 20 a 26 Mar)
Levantaram-se os argumentos do costume (e já muito estafados) para justificar a situação no centro da Vila de Cascais: pouca atractibilidade do "comércio de rua", a desertificação do centro e os "turistas a passearem com sacos das lojas dos chineses(!!!). Repetiu-se então, que isto se deve a: 1) o "apelo espectacular do Cascais Shopping"; 2) faltas de estacionamento, conforto, iluminação e espaços verdes nas ruas; 3) horários do comércio.
O "exemplo" da Baixa-Chiado (em Lisboa. Que levou cerca de 20 anos a mostar sinais de revitalização - desde o incêndio de 1988) veio "evidenciar" a importância das "Lojas Âncora" neste processo de animação do comércio (mas em Cascais já lá estão!!!... ou não?).
O vogal da AECC, sublinha que "a resolução dos problemas do dia-a-dia" só poderá ser efectuada com a participação dos comerciantes" ...Que participação? Como participar? E atrair outro tipo de comércio e produtos que não o desencanto e a banalidade dos produtos que são oferecidos lá? Um turista compra produtos de Lojas Âncora - espanholas - se os pode comprar em Espanha todos os dias com I.V.A. inferior? E o custo da aquisição de espaço comercial - a falta de apoio da banca e o negócio obsceno dos trespasses - custos que se têm de reflectir nos dos produtos?...o novo comércio irá instalar-se nos primeiros andares (de habitação) adquiridos com empréstimo individual para habitação?
Levantaram-se os argumentos do costume (e já muito estafados) para justificar a situação no centro da Vila de Cascais: pouca atractibilidade do "comércio de rua", a desertificação do centro e os "turistas a passearem com sacos das lojas dos chineses(!!!). Repetiu-se então, que isto se deve a: 1) o "apelo espectacular do Cascais Shopping"; 2) faltas de estacionamento, conforto, iluminação e espaços verdes nas ruas; 3) horários do comércio.
O "exemplo" da Baixa-Chiado (em Lisboa. Que levou cerca de 20 anos a mostar sinais de revitalização - desde o incêndio de 1988) veio "evidenciar" a importância das "Lojas Âncora" neste processo de animação do comércio (mas em Cascais já lá estão!!!... ou não?).
O vogal da AECC, sublinha que "a resolução dos problemas do dia-a-dia" só poderá ser efectuada com a participação dos comerciantes" ...Que participação? Como participar? E atrair outro tipo de comércio e produtos que não o desencanto e a banalidade dos produtos que são oferecidos lá? Um turista compra produtos de Lojas Âncora - espanholas - se os pode comprar em Espanha todos os dias com I.V.A. inferior? E o custo da aquisição de espaço comercial - a falta de apoio da banca e o negócio obsceno dos trespasses - custos que se têm de reflectir nos dos produtos?...o novo comércio irá instalar-se nos primeiros andares (de habitação) adquiridos com empréstimo individual para habitação?
Monday, March 19, 2007
Friday, March 16, 2007
Carta aberta ao Senhor Ministro da Saúde
Ex.mo Senhor Ministro da Saúde,
Dr. Correia de Campos
Há exactamente um ano, e já nessa altura com o atraso de um ano, a Comissão de Avaliação das propostas de construção/exploração do novo Hospital de Cascais anunciava os Hospitais Privados de Portugal (HPP), consórcio constituído pela Caixa Geral de Depósitos e pela Teixeira Duarte, e a José Mello Saúde (Grupo Mello) como sendo os apurados para a fase seguinte, ou seja, a fase em que se daria uma negociação com os apurados com vista ao apuramento final, ao «vencedor» definitivo. Fase que se supunha ser breve.
No site dos HPP refere-se mesmo que « (...) o contrato de gestão do Hospital de Cascais envolve a gestão e exploração do actual Centro Hospitalar de Cascais e a concepção, construção, financiamento, conservação e exploração do novo Hospital de Cascais, situado em Alcabideche» e publica-se uma fotografia virtual (em anexo).
Mas passado novo ano, em Fevereiro de 2007, ou seja, passados dois anos e meio desde o despacho conjunto 554/2004 (DR 2ª Série nº 204 de 30/8) que aprovou as condições de lançamento da parceria público-privada relativa à construção e gestão do novo hospital de Cascais, incluindo o programa do respectivo concurso público internacional e o caderno de encargos ... Cascais continua sem saber quando é que arrancam as obras de construção.
Mais, muito recentemente, há cerca de 15 dias, a CMC avançou com as obras das acessibilidades ao hospital («virtual»!...), obras cujo investimento rondará os 7 M €, sendo previsível que envolvam melhoramentos nas faixas de rodagem da 3ª circular, nos acessos ao Pisão e ao Cabreiro, requalificação das redes de abastecimento de água e energia eléctrica, gás e telecomunicações. As obras em Alcabideche já começaram, mas o novo hospital, esse, não passa do papel!...
«No princípio era o verbo...», e talvez por essa fidelidade à bíblica mensagem, se tenha prometido 2009 como sendo o ano do novo hospital de Cascais. Só que, neste momento, já estamos a menos de dois anos dessa data-limite e nem sequer sabemos quem é o vencedor do concurso quanto mais vermos fisicamente o novo hospital!... Nesta altura, só sabemos uma coisa: que o Sr. Ministro da Saúde anunciou publicamente que faria, em Fevereiro de 2007, o anúncio do vencedor do concurso para a construção/exploração do novo hospital de Cascais. Até agora... nada!
Sabemos quanta preocupação terá o Sr. Ministro com outros assuntos como o fecho das urgências e dos serviços de obstetrícia por esse país fora; mas já estamos em Março de 2007, Sr. Ministro, e Cascais precisa, efectivamente, de um novo hospital!
Talvez o Sr. Ministro nunca tenha frequentado o velho, mas há milhares e milhares de pessoas que já o fizeram e que anseiam por uma nova unidade, moderna, bem situada e com acessos facilitados, e, sobretudo, real! Sem ser de... faz-de-conta!
Paulo Ferrero, José d'Encarnação, Eduardo Santini e Pedro Partidário
Dr. Correia de Campos
Há exactamente um ano, e já nessa altura com o atraso de um ano, a Comissão de Avaliação das propostas de construção/exploração do novo Hospital de Cascais anunciava os Hospitais Privados de Portugal (HPP), consórcio constituído pela Caixa Geral de Depósitos e pela Teixeira Duarte, e a José Mello Saúde (Grupo Mello) como sendo os apurados para a fase seguinte, ou seja, a fase em que se daria uma negociação com os apurados com vista ao apuramento final, ao «vencedor» definitivo. Fase que se supunha ser breve.
No site dos HPP refere-se mesmo que « (...) o contrato de gestão do Hospital de Cascais envolve a gestão e exploração do actual Centro Hospitalar de Cascais e a concepção, construção, financiamento, conservação e exploração do novo Hospital de Cascais, situado em Alcabideche» e publica-se uma fotografia virtual (em anexo).
Mas passado novo ano, em Fevereiro de 2007, ou seja, passados dois anos e meio desde o despacho conjunto 554/2004 (DR 2ª Série nº 204 de 30/8) que aprovou as condições de lançamento da parceria público-privada relativa à construção e gestão do novo hospital de Cascais, incluindo o programa do respectivo concurso público internacional e o caderno de encargos ... Cascais continua sem saber quando é que arrancam as obras de construção.
Mais, muito recentemente, há cerca de 15 dias, a CMC avançou com as obras das acessibilidades ao hospital («virtual»!...), obras cujo investimento rondará os 7 M €, sendo previsível que envolvam melhoramentos nas faixas de rodagem da 3ª circular, nos acessos ao Pisão e ao Cabreiro, requalificação das redes de abastecimento de água e energia eléctrica, gás e telecomunicações. As obras em Alcabideche já começaram, mas o novo hospital, esse, não passa do papel!...
«No princípio era o verbo...», e talvez por essa fidelidade à bíblica mensagem, se tenha prometido 2009 como sendo o ano do novo hospital de Cascais. Só que, neste momento, já estamos a menos de dois anos dessa data-limite e nem sequer sabemos quem é o vencedor do concurso quanto mais vermos fisicamente o novo hospital!... Nesta altura, só sabemos uma coisa: que o Sr. Ministro da Saúde anunciou publicamente que faria, em Fevereiro de 2007, o anúncio do vencedor do concurso para a construção/exploração do novo hospital de Cascais. Até agora... nada!
Sabemos quanta preocupação terá o Sr. Ministro com outros assuntos como o fecho das urgências e dos serviços de obstetrícia por esse país fora; mas já estamos em Março de 2007, Sr. Ministro, e Cascais precisa, efectivamente, de um novo hospital!
Talvez o Sr. Ministro nunca tenha frequentado o velho, mas há milhares e milhares de pessoas que já o fizeram e que anseiam por uma nova unidade, moderna, bem situada e com acessos facilitados, e, sobretudo, real! Sem ser de... faz-de-conta!
Paulo Ferrero, José d'Encarnação, Eduardo Santini e Pedro Partidário
Thursday, March 15, 2007
Sai um mamarracho, entra um triplo mamarracho!

Demolição vai ocorrer de forma faseada. Hotel Estoril Sol começa a desaparecer na próxima semana
In Público/Lusa (15/3/2007)
«Os andares mais altos do hotel Estoril Sol, à entrada de Cascais, vão começar a ser demolidos na próxima semana, enquanto o resto do edifício será deitado abaixo com maquinaria pesada até Setembro. (...) Cada piso demorará dez dias a ser demolido, acrescentou. (...) "A implosão causava 120 toneladas de entulho que para retirar iria sobrecarregar muito o trânsito", sustentou.
Novo empreendimento arranca no final do anoEntre Novembro e no final do ano, deverá começar a construção de um empreendimento, da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, que deverá demorar dois anos a ser construído. O empreendimento inclui um edifício de habitação, comércio e serviços de 15 pisos, com três torres de vidro ligadas.»
Agenda cultural
Wednesday, March 14, 2007
Criticada proposta para fecho da maternidade
In Jornal de Notícias (14/3/2007)
Helena Simão
Lisa Soares
«Supressão do serviço por dois anos é considerada um "absurdo" pela autarquia
A Câmara de Cascais quer saber se o Ministério da Saúde tenciona encerrar, ainda que temporariamente, a maternidade do Centro Hospitalar (CHC), seguindo as indicações da comissão técnica. Numa deliberação aprovada unanimemente pelo Executivo, a autarquia apela ao Governo para que mantenha o serviço, uma vez que "estão garantidas todas as condições técnicas e os requisitos indispensáveis ao correcto funcionamento da unidade". O documento foi já enviado ao ministério de Correia de Campos, mas ainda não obteve resposta.
O "rumor" de que a actual maternidade poderia encerrar enquanto não fica pronto o futuro hospital, que incluirá esta valência, surgiu há cerca de duas semanas, através da CDU. A informação era a de que o serviço encerraria no concelho, sendo transferido para o Hospital S. Francisco Xavier, em Lisboa. Perante tal cenário, o gabinete do ministro da Saúde foi contactado e a informação desmentida (...)»
Helena Simão
Lisa Soares
«Supressão do serviço por dois anos é considerada um "absurdo" pela autarquia
A Câmara de Cascais quer saber se o Ministério da Saúde tenciona encerrar, ainda que temporariamente, a maternidade do Centro Hospitalar (CHC), seguindo as indicações da comissão técnica. Numa deliberação aprovada unanimemente pelo Executivo, a autarquia apela ao Governo para que mantenha o serviço, uma vez que "estão garantidas todas as condições técnicas e os requisitos indispensáveis ao correcto funcionamento da unidade". O documento foi já enviado ao ministério de Correia de Campos, mas ainda não obteve resposta.
O "rumor" de que a actual maternidade poderia encerrar enquanto não fica pronto o futuro hospital, que incluirá esta valência, surgiu há cerca de duas semanas, através da CDU. A informação era a de que o serviço encerraria no concelho, sendo transferido para o Hospital S. Francisco Xavier, em Lisboa. Perante tal cenário, o gabinete do ministro da Saúde foi contactado e a informação desmentida (...)»
Tuesday, March 13, 2007
Vem o Verão voltam os nossos «amigos»

Acredito que muita gente já viu estas mensagens nas paredes da nossa vila. Em muitas. Em tapumes, muros, etc...
Acredito também que já tenham visto um senhor que está «acampado» em pleno Cascais, rua Direita , Av. Valbom , entre outras..., e também que já tenham ouvido este cavalheiro a insultar as pessoas, a soltar os seus cães na praia repleta de gente, os cães a atacarem-se mutuamente e a atacar cães de pessoas que passeiam com os seus animais «trelados»...
Acontece que estes escritos só aparecem quando este senhor decide começar a sua época de férias na praia...
Aposto que este cavalheiro é o artista da parada....Toda a gente sabe e ninguém faz nada. Aceitam-se sugestões para resolver esta situação...depressa....porque o dia que os cães morderem alguém vamos ver de quem é a culpa....
Monday, March 12, 2007
Por favor, replantem os castanheiros que abateram!
Os castanheiros são árvores magníficas. E Cascais, especialmente na zona em volta do Museu do Mar (ex. R.Sacadura Cabral, etc.), tem algums exemplares espectaculares. Mas, por obra e graça desse argumento capcioso "exemplar em más condições fitossanitárias", muitos deles têm vindo a ser cortados rente, ficando decepados sem dó nem piedade. Aqui fica o alerta aos seviços dos espaços verdes da CMC: é preciso replantar as caldeiras em falta!!
Estacionamento anárquico em redor do «Jardim dos Passarinhos»

Ali no Monte do Estoril, rodeado de hotéis e de algumas moradias de belo recorte, existe um jardim a que não ia desde há muito tempo: chama-se Jardim Carlos Anjos. mas é mais conhecido por outro nome (como é da praxe em quase todos os jardins portugueses). Passei por ele neste fim de semana e quase que fui trucidado por carros em velocidade excessiva que entravam e saiam de todas as ruas e travessas que o cruzam. Mais, o estacionamento é verdadeiramente anárquico, feito em cima dos passeios, junto a portões de moradias, em sítios com indicação de estacionamento proibido e, pasme-se, em segunda fila. É tempo de pôr aquilo na ordem!
Foto: CMC
Novamente o Chalet Faial!
Wednesday, March 07, 2007
Cascais desaparecida #9: Carrinhos de rolamentos

Na rua íngreme acima de minha casa, era vê-los aos magotes, pirralhos desbarrigados, cada qual com o seu carrinho feito de tábuas arrancadas a caixotes de madeira, alguns rolamentos mais ou menos gastos, e umas cordas para comandar a direcção. E era vê-los a descer a rua sem medo de levarem com algum carro pela frente, em sentido ascendente. Nunca andei, por medo e timidez, talvez. Tenho pena que já não haja nenhum sítio onde se possa brincar assim. Ou haverá?
(Foto cedida pela mão amiga da MAM)
Estacionamento junto à praia da Conceição
Email recebido de José Braz Mimoso:
«Não tendo acesso publicação de posts neste blog, levo à vossa consideração a possibilidade de publicação do seguinte:
Até se iniciarem as obras de demolição do Estoril-Sol era relativamente fácil aos utentes madrugadores do Paredão estacionarem os carros no parque grátis junto à entrada do parque Palmela aí pela 8 horas da manhã, fazerem a marcha mais ou menos acelerada, até à Azarujinha e às 9 e meia 10 menos um quarto irem às suas vidas.
Com o inicio da demolição do hotel e impedimento da quase totalidade do estacionamento referido esta prática tornou-se quase impossível.
Não seria de apelar à boa vontade da Câmara Municipal para que autorizasse o estacionamento gratuito junto ao palacete dos duques de Palmela até às 10 horas e assim facilitar a vida a quem, faça sol ou faça chuva, percorre diariamente o Paredão?
Desde já o meu obrigado
José Braz Mimoso»
«Não tendo acesso publicação de posts neste blog, levo à vossa consideração a possibilidade de publicação do seguinte:
Até se iniciarem as obras de demolição do Estoril-Sol era relativamente fácil aos utentes madrugadores do Paredão estacionarem os carros no parque grátis junto à entrada do parque Palmela aí pela 8 horas da manhã, fazerem a marcha mais ou menos acelerada, até à Azarujinha e às 9 e meia 10 menos um quarto irem às suas vidas.
Com o inicio da demolição do hotel e impedimento da quase totalidade do estacionamento referido esta prática tornou-se quase impossível.
Não seria de apelar à boa vontade da Câmara Municipal para que autorizasse o estacionamento gratuito junto ao palacete dos duques de Palmela até às 10 horas e assim facilitar a vida a quem, faça sol ou faça chuva, percorre diariamente o Paredão?
Desde já o meu obrigado
José Braz Mimoso»
Menos 45 comboios por dia a circular na Linha de Cascais
In Diário de Notícias (7/3/2007)
Leonor Matias
«A CP suprimiu a circulação de nove comboios por dia na linha de Cascais, correspondendo a menos 45 comboios nos dias úteis da semana. Os cortes, que a CP comunicou aos passageiros como sendo "temporários", devem-se à falta de material circulante. O DN apurou junto de fonte da ferroviária que, neste momento, se encontram fora de serviço seis unidades. E a paragem foi provocada por "motores queimados e falta de rodados". As composições aguardam reparação nas oficinas da EMEF, empresa de manutenção da CP, em Oeiras, e os trabalhos só deverão ficar concluídos entre finais deste ano e princípios de 2008. (...) »
Leonor Matias
«A CP suprimiu a circulação de nove comboios por dia na linha de Cascais, correspondendo a menos 45 comboios nos dias úteis da semana. Os cortes, que a CP comunicou aos passageiros como sendo "temporários", devem-se à falta de material circulante. O DN apurou junto de fonte da ferroviária que, neste momento, se encontram fora de serviço seis unidades. E a paragem foi provocada por "motores queimados e falta de rodados". As composições aguardam reparação nas oficinas da EMEF, empresa de manutenção da CP, em Oeiras, e os trabalhos só deverão ficar concluídos entre finais deste ano e princípios de 2008. (...) »
Tuesday, March 06, 2007
Cascais desaparecida #8: Piscina do Estoril-Sol
Desde o passeio do lado de lá da Marginal, avista-se claramente o entulho nas traseiras do Estoril-Sol, decorrente da demolição da sua mítica piscina. Naquela, antes, muito antes de se tornar ex-libris de neo-políticos endinheirados, miúdos e graúdos se divertiram de forma inesquecível; uns, na piscina rectangular mais imponente do burgo, outros, chapinhando na piscina para crianças, lá mais acima. Do que me lembro, havia duas coisas imponentes naquela piscina: o trampolim que me parecia de arranha-céus, e uma sandwich club de arrasar com qualquer nutricionista. Entretanto, os mais ousados (incluí-me neles uma só vez, sem sucesso!) tentavam entrar na piscina sem pagar, invadindo o hotel a partir do túnel que dá acesso à praia, e furtando-se ao olhar distraído do guarda de serviço ... até ao dia em que puseram uma grade. Ponto final.
Monday, March 05, 2007
Areias e praias


O carregamento artificial de areia nas nossas praias, feito há dois anos, foi um sucesso que muito beneficiou os frequentadores das mesmas. Infelizmente este inverno tem sido duro no que ao mar diz respeito e temos várias praias muito descarnadas, o que é normal, já que o mar se encarrega de repôr a areia quando fizer bom tempo. Mas não toda! Com efeito, grande parte da areia colocada nas praias do Tamariz e das Moitas foi subindo e passando por cima dos molhes, indo criar novos areais onde antes só havia rocha, perdendo-se assim grande quantidade que fará falta no próximo Verão. Aqui a Câmara poderia dar uma ajuda a suster o fenómeno, se as máquinas que regularmente alizam o areal se munissem de uma pá articulada que empurrasse a areia dos molhes para o lado das praias. Será muito difícil?
18 milhões de euros para investir em Cascais
In Diário de Notícias (3/3/2007)
Isaltina Padrão
Diana Quintela (foto)
«Estão estrategicamente colocados um pouco por todo o concelho os out-doors que pretendem aliciar quem passa a contribuir para transformar "Cascais, num concelho empreendedor". Ao desafio, lançado pela autarquia através da DNA Cascais (uma empresa municipal criada há cerca de cinco meses), responderam vária pessoas - individuais ou colectivas -, tendo resultado na candidatura de 106 projectos.(...)»
Isaltina Padrão
Diana Quintela (foto)
«Estão estrategicamente colocados um pouco por todo o concelho os out-doors que pretendem aliciar quem passa a contribuir para transformar "Cascais, num concelho empreendedor". Ao desafio, lançado pela autarquia através da DNA Cascais (uma empresa municipal criada há cerca de cinco meses), responderam vária pessoas - individuais ou colectivas -, tendo resultado na candidatura de 106 projectos.(...)»
Thursday, March 01, 2007
Sr. Ministro, já estamos em Março!
Estradas de Portugal anuncia que Variante à EN9 em Cascais abre na primeira quinzena de Março
In Público (1/3/2007)
Luís Filipe Sebastião
«Os graffiti já tomaram conta dos rails e das barreiras sonoras, mas a faixa de rodagem de parte da variante à EN9, na Abuxarda, continua vedada ao tráfego. A nova via, segundo adiantou ontem uma porta-voz da Estradas de Portugal, deverá abrir durante a primeira quinzena de Março. A Câmara de Cascais anunciou, em Julho de 2004, o lançamento do concurso público para a empreitada da variante à Estrada Nacional 9, na Abuxarda, a “muito aguardada via alternativa à Avenida de Sintra”. O novo troço, de apenas um quilómetro, visa melhorar as acessibilidades junto ao nó de Alcabideche da Auto-estrada de Cascais (A5). A autarquia, apesar da obra caber à Estradas de Portugal, previa a abertura “ainda durante” 2005. Os trabalhos, adjudicados por 2,654 milhões de euros (dos quais 1,327 milhões de comparticipação comunitária), só arrancaram em Novembro de 2005 e ficaram prontos em Julho do ano passado. Mas a detecção de problemas de instabilidade no solo levou a que apenas fosse aberta uma parte do troço do lado da A5. (...) Uma fonte camarária adiantou que o LNEC foi chamado a encontrar soluções para a instabilidade dos terrenos. O presidente da Junta de Freguesia de Alcabideche, Fernando Teixeira Lopes, lamentou que, “em qualquer obra, não se estudem antes os solos” e explicou que “um dos pilares do viaduto construído sobre a via”, que assegura a ligação da zona antiga e as novas urbanizações da Abuxarda, assenta sobre uma “loca” — área sem
capacidade para aguentar com cargas elevadas. (...).»
Luís Filipe Sebastião
«Os graffiti já tomaram conta dos rails e das barreiras sonoras, mas a faixa de rodagem de parte da variante à EN9, na Abuxarda, continua vedada ao tráfego. A nova via, segundo adiantou ontem uma porta-voz da Estradas de Portugal, deverá abrir durante a primeira quinzena de Março. A Câmara de Cascais anunciou, em Julho de 2004, o lançamento do concurso público para a empreitada da variante à Estrada Nacional 9, na Abuxarda, a “muito aguardada via alternativa à Avenida de Sintra”. O novo troço, de apenas um quilómetro, visa melhorar as acessibilidades junto ao nó de Alcabideche da Auto-estrada de Cascais (A5). A autarquia, apesar da obra caber à Estradas de Portugal, previa a abertura “ainda durante” 2005. Os trabalhos, adjudicados por 2,654 milhões de euros (dos quais 1,327 milhões de comparticipação comunitária), só arrancaram em Novembro de 2005 e ficaram prontos em Julho do ano passado. Mas a detecção de problemas de instabilidade no solo levou a que apenas fosse aberta uma parte do troço do lado da A5. (...) Uma fonte camarária adiantou que o LNEC foi chamado a encontrar soluções para a instabilidade dos terrenos. O presidente da Junta de Freguesia de Alcabideche, Fernando Teixeira Lopes, lamentou que, “em qualquer obra, não se estudem antes os solos” e explicou que “um dos pilares do viaduto construído sobre a via”, que assegura a ligação da zona antiga e as novas urbanizações da Abuxarda, assenta sobre uma “loca” — área sem
capacidade para aguentar com cargas elevadas. (...).»
Wednesday, February 28, 2007
Agenda Local XXI em debate nas Freguesias de Cascais
Esta é uma iniciativa a louvar, especialmente porque é prática pouco corrente na Área Metropolitana de Lisboa e porque da Agenda XXI (ou 21, como se quiser) toda a gente fala e ninguém sabe o que é.
Friday, February 23, 2007
A Lisbon Suburb Turns Up the Chic

É com esta foto (*) - por sinal um acrescento horroroso que se permitiram permitir ao Farol, dissonante em relação ao resto do edifício e sobre as rochas! - e com este título que o New York Times de 18 de Fevereiro, por Saraha Wildman se refere a Cascais na sua rubrica «Surfacing»; comparando-a com Newport e tecendo alguns comentários elogiosos à nossa vila, mormente no que se refere à abertura a novos frequentadores, à modernidade, se quiserem. Vale a pena ler, até porque vem no site da CMC.
(*) Foto Michael Barrientos/The New York Times
Ondas de Carcavelos disputadas por veteranos
In Jornal de Notícias (23/2/2007)
Telma Roque
«Seis veteranos do surf que, durante anos, percorreram a mais alta roda mundial da modalidade, participam, a partir de amanhã, no Red Bull Locals Only, uma prova de surf que decorrerá nas praias de Carcavelos, Ericeira e no Porto. Objectivo render homenagem a um dos fenómenos mais antigos desta modalidade - o localismo - e explicar que nas ondas também há regras tão apertadas como no trânsito, e que, quem joga em casa, goza quase sempre de vantagem.
As ondas da praia de Carcavelos, em Cascais, servem amanhã de pano de abertura ao desafio inédito, lançado pela Red Bull. O prémio para o melhor surfista, que será escolhido entre os seis concorrentes, será uma viagem para duas pessoas ao Havai, berço da modalidade e do fenómeno do localismo.»
Telma Roque
«Seis veteranos do surf que, durante anos, percorreram a mais alta roda mundial da modalidade, participam, a partir de amanhã, no Red Bull Locals Only, uma prova de surf que decorrerá nas praias de Carcavelos, Ericeira e no Porto. Objectivo render homenagem a um dos fenómenos mais antigos desta modalidade - o localismo - e explicar que nas ondas também há regras tão apertadas como no trânsito, e que, quem joga em casa, goza quase sempre de vantagem.
As ondas da praia de Carcavelos, em Cascais, servem amanhã de pano de abertura ao desafio inédito, lançado pela Red Bull. O prémio para o melhor surfista, que será escolhido entre os seis concorrentes, será uma viagem para duas pessoas ao Havai, berço da modalidade e do fenómeno do localismo.»
Thursday, February 22, 2007
Carlos Alberto Rosa homenageado no Estoril
In Site CMC
«Homenagear, a título póstumo, o munícipe e antigo Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Alberto Rosa, é o objectivo da atribuição do seu nome à actual Rotunda da Estrada da Alapraia (Junto ao Liceu de S. João do Estoril). A cerimónia de inauguração da Praça Dr. Carlos Alberto Rosa terá lugar sábado, dia 24 de Fevereiro, às 17H00.
Jurista e reconhecido especialista em finanças públicas, Carlos Alberto Rosa desempenhou diversas funções na administração pública, designadamente na magistratura e como Presidente da Bolsa de Valores de Lisboa.
Empenhado também na acção cívica no Município de Cascais, foi um activista na defesa das liberdades e da ordem democrática, especialmente no período conturbado que se seguiu à revolução de Abril de 1974, tendo sido eleito, em 1979, Presidente da Câmara Municipal de Cascais, onde desenvolveu um trabalho que todos consideram globalmente muito positivo.
Até à sua morte foi membro da Assembleia Municipal, eleito como independente nas listas da coligação "Viver Cascais". O trabalho desenvolvido e as intervenções produzidas no Plenário e nas Comissões patenteavam a sua competência política e capacidade técnica.
Em homenagem à memória de Carlos Alberto Rosa, foi-lhe atribuída a título póstumo, em 2005, a Medalha de Honra do Concelho de Cascais.»
Obrigado ao anónimo que nos indicou esta homenagem, que pessoalmente acho justa.
«Homenagear, a título póstumo, o munícipe e antigo Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Alberto Rosa, é o objectivo da atribuição do seu nome à actual Rotunda da Estrada da Alapraia (Junto ao Liceu de S. João do Estoril). A cerimónia de inauguração da Praça Dr. Carlos Alberto Rosa terá lugar sábado, dia 24 de Fevereiro, às 17H00.
Jurista e reconhecido especialista em finanças públicas, Carlos Alberto Rosa desempenhou diversas funções na administração pública, designadamente na magistratura e como Presidente da Bolsa de Valores de Lisboa.
Empenhado também na acção cívica no Município de Cascais, foi um activista na defesa das liberdades e da ordem democrática, especialmente no período conturbado que se seguiu à revolução de Abril de 1974, tendo sido eleito, em 1979, Presidente da Câmara Municipal de Cascais, onde desenvolveu um trabalho que todos consideram globalmente muito positivo.
Até à sua morte foi membro da Assembleia Municipal, eleito como independente nas listas da coligação "Viver Cascais". O trabalho desenvolvido e as intervenções produzidas no Plenário e nas Comissões patenteavam a sua competência política e capacidade técnica.
Em homenagem à memória de Carlos Alberto Rosa, foi-lhe atribuída a título póstumo, em 2005, a Medalha de Honra do Concelho de Cascais.»
Obrigado ao anónimo que nos indicou esta homenagem, que pessoalmente acho justa.
Esclarecimento da PSP:
«Exm.º Sr. Paulo Ferrero
Efectuadas as diligências referidas em e-mail anterior, informamos V.Ex.ª do seguinte:
1- Em meados de 2005, foi instalada uma nova central telefónica na sede da Divisão de Cascais, originando assim a alteração dos números de telefone e de FAX, a qual foi devidamente publicitada nos meios de comunicação social e através da PT, que manteve durante um largo período de tempo uma mensagem no número antigo a informar os novos numeros de telefone, que agora são os indicados: Telf. 214839100 / Fax. 214839110
2- Quanto ao e-mail, também pela mesma data foi alterado para o actual, que passamos a indicar: divcascais.lisbioa@psp.pt
Com os melhores cumprimentos,
NÚCLEO DE ESTUDOS, PLANEAMENTO E RELAÇÕES PÚBLICAS
COMANDO METROPOLITANO DA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DE LISBOA
TEL 21 765 42 42
FAX 21 765 43 05
E-MAIL lsbrpub@psp.pt»
Efectuadas as diligências referidas em e-mail anterior, informamos V.Ex.ª do seguinte:
1- Em meados de 2005, foi instalada uma nova central telefónica na sede da Divisão de Cascais, originando assim a alteração dos números de telefone e de FAX, a qual foi devidamente publicitada nos meios de comunicação social e através da PT, que manteve durante um largo período de tempo uma mensagem no número antigo a informar os novos numeros de telefone, que agora são os indicados: Telf. 214839100 / Fax. 214839110
2- Quanto ao e-mail, também pela mesma data foi alterado para o actual, que passamos a indicar: divcascais.lisbioa@psp.pt
Com os melhores cumprimentos,
NÚCLEO DE ESTUDOS, PLANEAMENTO E RELAÇÕES PÚBLICAS
COMANDO METROPOLITANO DA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DE LISBOA
TEL 21 765 42 42
FAX 21 765 43 05
E-MAIL lsbrpub@psp.pt»
Wednesday, February 21, 2007
Sinalização

A placa central da Praça Dr. Joaquim Maia Loureiro, no Estoril, tem fraca visibilidade, sobretudo de noite. Situa-se no meio de uma movimentada artéria de acesso ao Estoril e verifica-se que os condutores só muito tarde se apercebem da existência da placa, causando acidentes. A foto mostra o estado em que ficou o muro de uma casa recém construida naquele local.
Sugere-se a colocação de reflectores de luz e iluminação mais forte naquele cruzamento.
Resposta da PSP à questão lançada por Tomás Champalimaud:
«Ex.mo Senhor
Acusamos a recepção do seu e-mail, o qual mereceu a nossa melhor atenção.
Informamos V.ª Ex.ª que estão a ser efectuadas todas as diligências no sentido de averiguar e esclarecer a situação reclamada por Tomás Champalimaud, no vosso blog - http://cidadaniacsc.blogspot.com
Em virtude de não termos qualquer contacto directo com o cidadão acima referido, queira V.ª Ex.ª informá-lo, pelo que desde já agradecemos, que assim que o assunto estiver esclarecido o mesmo será informado por esta via. Mais se informa que o nosso contacto directo via e-mail é o presente e que estamos disponíveis para qualquer informção adicional.
Com os melhores cumprimentos,
NÚCLEO DE ESTUDOS, PLANEAMENTO E RELAÇÕES PÚBLICAS
COMANDO METROPOLITANO DA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DE LISBOA
TEL: 21 765 42 42
FAX: 21 765 43 05
E-MAIL: lsbrpub@psp.pt »
Acusamos a recepção do seu e-mail, o qual mereceu a nossa melhor atenção.
Informamos V.ª Ex.ª que estão a ser efectuadas todas as diligências no sentido de averiguar e esclarecer a situação reclamada por Tomás Champalimaud, no vosso blog - http://cidadaniacsc.blogspot.com
Em virtude de não termos qualquer contacto directo com o cidadão acima referido, queira V.ª Ex.ª informá-lo, pelo que desde já agradecemos, que assim que o assunto estiver esclarecido o mesmo será informado por esta via. Mais se informa que o nosso contacto directo via e-mail é o presente e que estamos disponíveis para qualquer informção adicional.
Com os melhores cumprimentos,
NÚCLEO DE ESTUDOS, PLANEAMENTO E RELAÇÕES PÚBLICAS
COMANDO METROPOLITANO DA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DE LISBOA
TEL: 21 765 42 42
FAX: 21 765 43 05
E-MAIL: lsbrpub@psp.pt
Demolição do Hotel Estoril-Sol está sujeita a regras ambientais rigorosas
In Diário de Notícias (21/2/2007)
Carla Ventura
«Reduzir a libertação de poeiras, evitar o transtorno na circulação na Estrada da Marginal e reutilizar os resíduos da obra são as principais preocupações da Sociedade Estoril-Sol durante a demolição do hotel Estoril-Sol, em Cascais. Aliás, estas foram algumas das razões que levaram a empresa a optar pelo tradicional método de demolição, em detrimento da implosão.
Segundo fontes técnicas da sociedade, "ao iniciar as obras pelo esventramento foi reduzida a libertação de poeiras dos diversos materiais, como alcatifas ou azulejos". Durante toda esta fase é utilizada uma grua de forma a recolher os resíduos dos diversos pisos, sejam eles caixilharia, portas, soalhos ou qualquer outro material que não seja considerado estrutural. Esta máquina eleva um contentor aos diversos andares para que os trabalhadores depositem todos os detritos extraídos, que serão posteriormente separados e reutilizados. Para tal, a Somague/Edifer, consórcio a quem foram adjudicadas as obras de demolição, integra pessoal especializado para desmantelar os resíduos, efectuar a recolha dos detritos e proceder à sua separação. Estes são depois encaminhados para os vazadouros adequados, sendo de seguida reciclados.
Caso a Somague/Edifer venha a ganhar a adjudicação da edificação do empreendimento que ali vai nascer, "há a hipótese de alguns destes materiais virem a ser usados na construção do edifício, o que lhe atribuirá uma certa nostalgia", refere o porta-voz da Estoril-Sol. (...)»
Carla Ventura
«Reduzir a libertação de poeiras, evitar o transtorno na circulação na Estrada da Marginal e reutilizar os resíduos da obra são as principais preocupações da Sociedade Estoril-Sol durante a demolição do hotel Estoril-Sol, em Cascais. Aliás, estas foram algumas das razões que levaram a empresa a optar pelo tradicional método de demolição, em detrimento da implosão.
Segundo fontes técnicas da sociedade, "ao iniciar as obras pelo esventramento foi reduzida a libertação de poeiras dos diversos materiais, como alcatifas ou azulejos". Durante toda esta fase é utilizada uma grua de forma a recolher os resíduos dos diversos pisos, sejam eles caixilharia, portas, soalhos ou qualquer outro material que não seja considerado estrutural. Esta máquina eleva um contentor aos diversos andares para que os trabalhadores depositem todos os detritos extraídos, que serão posteriormente separados e reutilizados. Para tal, a Somague/Edifer, consórcio a quem foram adjudicadas as obras de demolição, integra pessoal especializado para desmantelar os resíduos, efectuar a recolha dos detritos e proceder à sua separação. Estes são depois encaminhados para os vazadouros adequados, sendo de seguida reciclados.
Caso a Somague/Edifer venha a ganhar a adjudicação da edificação do empreendimento que ali vai nascer, "há a hipótese de alguns destes materiais virem a ser usados na construção do edifício, o que lhe atribuirá uma certa nostalgia", refere o porta-voz da Estoril-Sol. (...)»
Friday, February 16, 2007
Como contactar a PSP de Cascais?
«Peço desculpa por utilizar este meio para falar com os senhores mas não consegui contactar directamente.
Vinha por este meio expôr um problema de Cascais. É impossivel contactar a PSP de Cascais, o telefone não atendem, o voice mail está cheio de tantas mensagens, o email está em baixo, e não têm fax. Querendo eu contactar a policia como o fazer? Só dirigindo-me ao local? Não me parece que façam um bom serviço ao cidadão.
Com os melhores cumprimentos, Tomás Champalimaud»
Vinha por este meio expôr um problema de Cascais. É impossivel contactar a PSP de Cascais, o telefone não atendem, o voice mail está cheio de tantas mensagens, o email está em baixo, e não têm fax. Querendo eu contactar a policia como o fazer? Só dirigindo-me ao local? Não me parece que façam um bom serviço ao cidadão.
Com os melhores cumprimentos, Tomás Champalimaud»
Continuando pelo novo Estoril-Sol
Só para referir duas coisas:
1. A moda do plano de pormenor em regime simplificado é muito útil como meio de contornar os PDM. Todas as autarquias fazem isso, em alguns casos à descarada. Parece que ninguém se importa ... basta lembrarmo-nos do caso do novo Estádio da Luz, por exemplo.
2. No caso presente, aos termos gerais propostos pela CMC (http://www.cm-cascais.pt/Cascais/Cascais/Planeamento_Estrategico/), houve recentemente (31 de Outubro de 2006) esta resolução do Conselho de Ministros, que ratificou parcialmente o dito cujo: http://www.dre.pt/pdf1sdip/2006/10/21000/75607568.PDF
1. A moda do plano de pormenor em regime simplificado é muito útil como meio de contornar os PDM. Todas as autarquias fazem isso, em alguns casos à descarada. Parece que ninguém se importa ... basta lembrarmo-nos do caso do novo Estádio da Luz, por exemplo.
2. No caso presente, aos termos gerais propostos pela CMC (http://www.cm-cascais.pt/Cascais/Cascais/Planeamento_Estrategico/), houve recentemente (31 de Outubro de 2006) esta resolução do Conselho de Ministros, que ratificou parcialmente o dito cujo: http://www.dre.pt/pdf1sdip/2006/10/21000/75607568.PDF
Thursday, February 15, 2007
Sai uma aberração entra outra, duplamente pior?


Este é o projecto do Arq.Gonçalo Byrne para o novo Estoril-Sol. Credo!!
Fonte: www.arquitectura.pt/forum
Monday, February 12, 2007
Encalhe
Poluição visual
Clube Naval de Cascais reabre portas à baía em novo formato e de olhos postos na competição
In Público (11/2/2007)
«O Clube Naval de Cascais inaugurou ontem as novas instalações na presença de altas personalidades nacionais e estrangeiras, como o Rei Constantino da Grécia e o presidente da Federação Internacional de Vela, que elegeu Cascais como sede do Mundial das Classes Olímpicas em 2007. por Nysse Arruda
Ontem foi um dia especial na história do Clube Naval de Cascais com a apresentação das novas instalações que expandiram o espaço e a capacidade organizativa da entidade, agora a braços com a grande responsabilidade de orquestrar a realização do Campeonato Mundial das Classes Olímpicas 2007, entre 28 de Junho e 13 de Julho próximos, um dos maiores eventos internacionais do desporto à vela.
"Hoje é realmente um dia especial pois concretizámos um processo que teve início ainda em 1998, data em que o projecto foi apreciado pela primeira vez dentro do programa de desenvolvimento desportivo da Câmara de Cascais", disse o presidente do clube, Miguel Magalhães, ao iniciar o discurso perante uma selecta plateia de velejadores, autoridades camarárias e figuras de vulto das entidades do desporto à vela nacional e internacional. (...)
O presidente da Federação Internacional de Vela, o sueco Goran Petersson, não poupou os elogios quando tomou a palavra no rol dos discursos de inauguração. "A baía de Cascais é um dos mais espectaculares palcos marítimos do mundo, elogiada pelos melhores velejadores internacionais, e as novas instalações do Clube Naval de Cascais só vêm fazer justiça à preciosidade natural deste local", disse Petersson, entusiasmado com a capacidade de resposta dos dirigentes do CNC na organização do evento mais prestigiado do calendário olímpico internacional. (...)
Mais de 60 anos de história náutica em Cascais
Fundado em 1940, o Clube Naval de Cascais assumiu desde sempre um papel de relevo no desenvolvimento dos desportos náuticos em Portugal e no seu palmarés estão registadas as importantes performances de velejadores portugueses em Jogos Olímpicos, a começar com a primeira medalha de prata obtida pela dupla Duarte e Fernando Bello na classe Swallon em 1946, em Londres. Os anos 50 e 60 também foram férteis em sucessos, como atestam a medalha de bronze em 1952, conquistada pela dupla Fiuza e Rebelo Andrade na classe Star em Helsínquia e a medalha de prata na classe Star em 1960, conseguida pela dupla José Manuel e Mário Quina em Roma. Tal performance só viria a repetir-se em 1996 quando Nuno Barreto, tripulante de Hugo Rocha na classe 470, ganhou a medalha de bronze em Atlanta. E agora em 2007, o Clube Naval de Cascais prepara-se para o seu maior desafio: o Mundial das classes olímpicas,de 28 de Junho a 13 de Julho. (...)»
«O Clube Naval de Cascais inaugurou ontem as novas instalações na presença de altas personalidades nacionais e estrangeiras, como o Rei Constantino da Grécia e o presidente da Federação Internacional de Vela, que elegeu Cascais como sede do Mundial das Classes Olímpicas em 2007. por Nysse Arruda
Ontem foi um dia especial na história do Clube Naval de Cascais com a apresentação das novas instalações que expandiram o espaço e a capacidade organizativa da entidade, agora a braços com a grande responsabilidade de orquestrar a realização do Campeonato Mundial das Classes Olímpicas 2007, entre 28 de Junho e 13 de Julho próximos, um dos maiores eventos internacionais do desporto à vela.
"Hoje é realmente um dia especial pois concretizámos um processo que teve início ainda em 1998, data em que o projecto foi apreciado pela primeira vez dentro do programa de desenvolvimento desportivo da Câmara de Cascais", disse o presidente do clube, Miguel Magalhães, ao iniciar o discurso perante uma selecta plateia de velejadores, autoridades camarárias e figuras de vulto das entidades do desporto à vela nacional e internacional. (...)
O presidente da Federação Internacional de Vela, o sueco Goran Petersson, não poupou os elogios quando tomou a palavra no rol dos discursos de inauguração. "A baía de Cascais é um dos mais espectaculares palcos marítimos do mundo, elogiada pelos melhores velejadores internacionais, e as novas instalações do Clube Naval de Cascais só vêm fazer justiça à preciosidade natural deste local", disse Petersson, entusiasmado com a capacidade de resposta dos dirigentes do CNC na organização do evento mais prestigiado do calendário olímpico internacional. (...)
Mais de 60 anos de história náutica em Cascais
Fundado em 1940, o Clube Naval de Cascais assumiu desde sempre um papel de relevo no desenvolvimento dos desportos náuticos em Portugal e no seu palmarés estão registadas as importantes performances de velejadores portugueses em Jogos Olímpicos, a começar com a primeira medalha de prata obtida pela dupla Duarte e Fernando Bello na classe Swallon em 1946, em Londres. Os anos 50 e 60 também foram férteis em sucessos, como atestam a medalha de bronze em 1952, conquistada pela dupla Fiuza e Rebelo Andrade na classe Star em Helsínquia e a medalha de prata na classe Star em 1960, conseguida pela dupla José Manuel e Mário Quina em Roma. Tal performance só viria a repetir-se em 1996 quando Nuno Barreto, tripulante de Hugo Rocha na classe 470, ganhou a medalha de bronze em Atlanta. E agora em 2007, o Clube Naval de Cascais prepara-se para o seu maior desafio: o Mundial das classes olímpicas,de 28 de Junho a 13 de Julho. (...)»
Esclarecimentos do Dr.Capucho:
1. Por estranho que possa parecer, o fenómeno da vaca é relativamente frequente. Em regra são animais que se afogam na zona da lezíria do Tejo e são depositados nas nossas praias por força das correntes. A pedido da autoridade marítima a EMAC actuou prontamente e retirou o cadáver para incineração.
2. Vou "tratar" do muro da Av. Aida. Por incrível que pareça, nunca tinha reparado naquele obstáculo!
2. Vou "tratar" do muro da Av. Aida. Por incrível que pareça, nunca tinha reparado naquele obstáculo!
Cascais tem novo centro de iniciação de velejadores
In Diário de Notívias (11/2/2007)
Francisco Lourenço
«Formar velejadores, levá-los a atingir o estatuto olímpico e organizar eventos nacionais ou internacionais, são alguns objectivos do Centro de Alto Rendimento de Vela do Clube Naval de Cascais (CNC), inaugurado sexta-feira. As novas instalações demoraram dois anos a ser construídas e traduzem "uma remodelação que já se esperava há mais de sete anos", como afirmou o presidente Miguel Magalhães. (...)
O equipamento divide-se em três pavilhões: o primeiro contempla o secretariado-geral, central de acessos e entrada principal e tem projectado um futuro restaurante. O segundo é composto pela sala do clube para os sócios, bar do clube e espaço para as actividades dos sócios. É onde ficarão as salas de reuniões e onde se farão as assembleias-gerais. O terceiro pavilhão está dividido em duas partes: uma com três salas de formação, a sala de escola de vela, onde decorrerão diferentes formações e clínicas de especialidade e a sala de professores. Na sala polivalente ficará a comissão de regata e júri e os responsáveis do CNC. »
Francisco Lourenço
«Formar velejadores, levá-los a atingir o estatuto olímpico e organizar eventos nacionais ou internacionais, são alguns objectivos do Centro de Alto Rendimento de Vela do Clube Naval de Cascais (CNC), inaugurado sexta-feira. As novas instalações demoraram dois anos a ser construídas e traduzem "uma remodelação que já se esperava há mais de sete anos", como afirmou o presidente Miguel Magalhães. (...)
O equipamento divide-se em três pavilhões: o primeiro contempla o secretariado-geral, central de acessos e entrada principal e tem projectado um futuro restaurante. O segundo é composto pela sala do clube para os sócios, bar do clube e espaço para as actividades dos sócios. É onde ficarão as salas de reuniões e onde se farão as assembleias-gerais. O terceiro pavilhão está dividido em duas partes: uma com três salas de formação, a sala de escola de vela, onde decorrerão diferentes formações e clínicas de especialidade e a sala de professores. Na sala polivalente ficará a comissão de regata e júri e os responsáveis do CNC. »
Friday, February 09, 2007
Obstáculo inútil
Obras acesso ao novo hospital Cascais vão durar 14 meses
In Diário de Notícias (9/2/2007)
Francisco Lourenço
«As obras que vão permitir a acessibilidade ao novo hospital de Cascais, localizado na freguesia de Alcabideche, já começaram e deverão durar 14 meses, segundo o presidente da autarquia, António Capucho. A intervenção envolve melhoramentos nas duas vias da Terceira Circular, que serão alargadas, nos acessos ao Pisão e ao Cabreiro, contemplando ainda a requalificação das redes de abastecimento de água, de fornecimento de energia eléctrica, gás e telecomunicações, bem como os espaços exteriores. A obra representa um investimento municipal de sete milhões de euros.
Em termos de infra-estruturas viárias, a empreitada prevê o alargamento da Terceira Circular nas duas vias (entre as rotundas de Alcabideche e a que vai ser construída a sul da A5), a construção de um nó desnivelado ainda na mesma via a sul do perímetro da implantação do hospital, o aumento da rotunda de Alcabideche e a beneficiação das vias de acesso aos lugares do Cabreiro e Pisão.»
Francisco Lourenço
«As obras que vão permitir a acessibilidade ao novo hospital de Cascais, localizado na freguesia de Alcabideche, já começaram e deverão durar 14 meses, segundo o presidente da autarquia, António Capucho. A intervenção envolve melhoramentos nas duas vias da Terceira Circular, que serão alargadas, nos acessos ao Pisão e ao Cabreiro, contemplando ainda a requalificação das redes de abastecimento de água, de fornecimento de energia eléctrica, gás e telecomunicações, bem como os espaços exteriores. A obra representa um investimento municipal de sete milhões de euros.
Em termos de infra-estruturas viárias, a empreitada prevê o alargamento da Terceira Circular nas duas vias (entre as rotundas de Alcabideche e a que vai ser construída a sul da A5), a construção de um nó desnivelado ainda na mesma via a sul do perímetro da implantação do hospital, o aumento da rotunda de Alcabideche e a beneficiação das vias de acesso aos lugares do Cabreiro e Pisão.»
Thursday, February 08, 2007
Surpresa na praia
Abertura de El Corte Inglés assusta pequeno comércio
In Jornal de Notícias (8/2/2007)
César Santos e Fátima Mariano
«El Corte Inglés está a desenvolver estudos de viabilidade para a instalação de uma nova loja em terrenos na zona norte de Carcavelos
A possível construção de um armazém El Corte Inglés em Cascais não é bem acolhida pelos pequenos comerciantes e por alguns autarcas do concelho, que temem o impacto negativo ao nível do comércio tradicional e das acessibilidades rodoviárias.
A Câmara Municipal, por seu lado, acolhe de bom grado esta intenção da cadeia espanhola. Ao JN, o presidente da câmara, António Capucho, confirma as conversações e adianta que os armazéns terão que ser instalados "em local apropriado para o efeito", "fora dos centros urbanos e com boas acessibilidades". Embora diga que "não há previsão de prazos para a concretização deste projecto" e não adiante quais as localizações em estudo, o autarca diz que está "disponível para analisar um projecto que venha a ser apresentado", dando a entender que Cascais é opção quase certa para a instalação da nova loja.
Ao que o JN apurou, o El Corte Inglés estará já a desenvolver estudos de viabilidade para terrenos localizados na zona Norte de Carcavelos, a Sul da A5, embora se tenha recusado a confirmar esta informação. "O El Corte Inglés não faz qualquer comentário sobre este assunto", disse, ao JN, Susana Santos, porta-voz da cadeia espanhola.
A Associação Comercial do Concelho é taxativa quanto a este assunto. "Não queremos mais espaços comerciais no concelho", disse o presidente, Rui Barbosa, acrescentando que os armazéns "iriam criar ainda mais dificuldades às lojas de rua". No entanto, entre as localizações já faladas - Fundição de Oeiras (ler caixa) ou Carcavelos -, Rui Barbosa prefere esta última, devido "às dificuldades de acesso".
São também estas dificuldades que levam Manuel do Carmo Mendes, presidente da Junta de Freguesia de São Domingos de Rana, a estar contra a instalação dos armazéns na zona Norte de Carcavelos. "Numa primeira análise, não somos favoráveis, pela dimensão do projecto e pelo impacto que teria na qualidade de vida dos munícipes, agravando ainda mais os problemas de mobilidade", frisou Manuel do Carmo Mendes, adiantando que já pediu esclarecimentos à Câmara e à empresa Estradas de Portugal sobre possíveis pedidos de alteração da rede viária, mas ambas as entidades negaram.
O JN tentou ouvir também a presidente da Junta de Freguesia de Carcavelos, Zilda Costa, sobre esta matéria, mas, apesar das várias tentativas feitas ao longo da última semana, não foi possível obter comentários.»
César Santos e Fátima Mariano
«El Corte Inglés está a desenvolver estudos de viabilidade para a instalação de uma nova loja em terrenos na zona norte de Carcavelos
A possível construção de um armazém El Corte Inglés em Cascais não é bem acolhida pelos pequenos comerciantes e por alguns autarcas do concelho, que temem o impacto negativo ao nível do comércio tradicional e das acessibilidades rodoviárias.
A Câmara Municipal, por seu lado, acolhe de bom grado esta intenção da cadeia espanhola. Ao JN, o presidente da câmara, António Capucho, confirma as conversações e adianta que os armazéns terão que ser instalados "em local apropriado para o efeito", "fora dos centros urbanos e com boas acessibilidades". Embora diga que "não há previsão de prazos para a concretização deste projecto" e não adiante quais as localizações em estudo, o autarca diz que está "disponível para analisar um projecto que venha a ser apresentado", dando a entender que Cascais é opção quase certa para a instalação da nova loja.
Ao que o JN apurou, o El Corte Inglés estará já a desenvolver estudos de viabilidade para terrenos localizados na zona Norte de Carcavelos, a Sul da A5, embora se tenha recusado a confirmar esta informação. "O El Corte Inglés não faz qualquer comentário sobre este assunto", disse, ao JN, Susana Santos, porta-voz da cadeia espanhola.
A Associação Comercial do Concelho é taxativa quanto a este assunto. "Não queremos mais espaços comerciais no concelho", disse o presidente, Rui Barbosa, acrescentando que os armazéns "iriam criar ainda mais dificuldades às lojas de rua". No entanto, entre as localizações já faladas - Fundição de Oeiras (ler caixa) ou Carcavelos -, Rui Barbosa prefere esta última, devido "às dificuldades de acesso".
São também estas dificuldades que levam Manuel do Carmo Mendes, presidente da Junta de Freguesia de São Domingos de Rana, a estar contra a instalação dos armazéns na zona Norte de Carcavelos. "Numa primeira análise, não somos favoráveis, pela dimensão do projecto e pelo impacto que teria na qualidade de vida dos munícipes, agravando ainda mais os problemas de mobilidade", frisou Manuel do Carmo Mendes, adiantando que já pediu esclarecimentos à Câmara e à empresa Estradas de Portugal sobre possíveis pedidos de alteração da rede viária, mas ambas as entidades negaram.
O JN tentou ouvir também a presidente da Junta de Freguesia de Carcavelos, Zilda Costa, sobre esta matéria, mas, apesar das várias tentativas feitas ao longo da última semana, não foi possível obter comentários.»
Wednesday, February 07, 2007
Clube Naval de Cascais com nova Sede
A notícia dá conta da inauguração no dia 10 de Fevereiro, pelas 17h00.
O equipamento fazia falta, mas o Passeio D.Maria Pia ficaria melhor se estivesse livre de todo e qualquer equipamento por debaixo dele ...
Cascais PSP apreendeu explosivos carnavalescos
In Público (7/2/2007)
«O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP anunciou ontem a apreensão, numa loja junto a uma escola de Cascais, de mais de nove mil petardos, mil estalinhos e quase 500 explosivos. A operação Carnaval em Segurança teve lugar na sexta-feira depois de se ter verificado que "o estabelecimento não se encontrava legalmente habilitado para venda" dos artigos. O material, que incluía centenas de outros explosivos de Carnaval, foi recolhido "a fim de se proceder à sua destruição em condições de segurança". A PSP acrescenta que "decorrem os normais trâmites processuais no sentido de responsabilizar o proprietário do estabelecimento pela infracção".
Ericeira Aposta em biocombustíveis. (...)»
«O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP anunciou ontem a apreensão, numa loja junto a uma escola de Cascais, de mais de nove mil petardos, mil estalinhos e quase 500 explosivos. A operação Carnaval em Segurança teve lugar na sexta-feira depois de se ter verificado que "o estabelecimento não se encontrava legalmente habilitado para venda" dos artigos. O material, que incluía centenas de outros explosivos de Carnaval, foi recolhido "a fim de se proceder à sua destruição em condições de segurança". A PSP acrescenta que "decorrem os normais trâmites processuais no sentido de responsabilizar o proprietário do estabelecimento pela infracção".
Ericeira Aposta em biocombustíveis. (...)»
Monday, February 05, 2007
Empreitada dos acessos viários/redes infra-estruturas p/novo hospital
In Site da CMC (5/2/2007)
«Teve início a construção das acessibilidades ao novo hospital de Cascais, obra que inclui a execução de todas as infra-estruturas necessárias ao bom funcionamento da nova unidade de saúde.
Esta empreitada tem um investimento municipal que ascende aos 7 milhões de euros e prevê o alargamento da 3.ª Circular para 2x2 vias, entre a rotunda de Alcabideche e a rotunda a construir a Sul da A5, a construção de um nó desnivelado na 3ª circular a Sul do perímetro da implantação do hospital, o aumento da capacidade da rotunda de Alcabideche, bem como a beneficiação das vias de acesso aos lugares do Cabreiro e Pisão.
Os trabalhos incluem ainda a requalificação das redes de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais domésticas.
Serão também feitas as necessárias alterações nas redes de fornecimento de energia eléctrica, telecomunicações e gás, a par do reforço da iluminação pública e a requalificação dos espaços exteriores.»
«Teve início a construção das acessibilidades ao novo hospital de Cascais, obra que inclui a execução de todas as infra-estruturas necessárias ao bom funcionamento da nova unidade de saúde.
Esta empreitada tem um investimento municipal que ascende aos 7 milhões de euros e prevê o alargamento da 3.ª Circular para 2x2 vias, entre a rotunda de Alcabideche e a rotunda a construir a Sul da A5, a construção de um nó desnivelado na 3ª circular a Sul do perímetro da implantação do hospital, o aumento da capacidade da rotunda de Alcabideche, bem como a beneficiação das vias de acesso aos lugares do Cabreiro e Pisão.
Os trabalhos incluem ainda a requalificação das redes de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais domésticas.
Serão também feitas as necessárias alterações nas redes de fornecimento de energia eléctrica, telecomunicações e gás, a par do reforço da iluminação pública e a requalificação dos espaços exteriores.»
Thursday, February 01, 2007
Vila de Cascais eleita a melhor de Portugal em mobilidade
In Sol (1/2/2007)
«Distinção europeia
As acções de promoção da qualidade do ambiente e da segurança rodoviária implementadas pelo município de Cascais garantiram-lhe o prémio de melhor vila de Portugal
A criação de Zonas Sem Tráfego Automóvel em todas as freguesias do concelho de Cascais foi uma das iniciativas desenvolvidas pelo município durante a Semana Europeia da Mobilidade. A construção de alternativas aos transportes poluentes como a ciclovia e vias cicláveis foi outra das medidas adoptadas. A Semana Europeia da Mobilidade subordinada à temática das alterações climáticas faz parte de uma campanha da Comissão Europeia que pretende alertar os cidadãos para esta problemática. Cascais foi o palco nacional desta iniciativa, que decorreu de 16 a 22 de Setembro de 2006.
Elblag (Polonia), Nantes Metrópole (França), Östersund (Suécia), Glasgow (Reino Unido), León (Espanha), Budapeste (Hungria) e Bolonha (Itália) foram as outras cidades distinguidas pela Comissão Europeia.»
«Distinção europeia
As acções de promoção da qualidade do ambiente e da segurança rodoviária implementadas pelo município de Cascais garantiram-lhe o prémio de melhor vila de Portugal
A criação de Zonas Sem Tráfego Automóvel em todas as freguesias do concelho de Cascais foi uma das iniciativas desenvolvidas pelo município durante a Semana Europeia da Mobilidade. A construção de alternativas aos transportes poluentes como a ciclovia e vias cicláveis foi outra das medidas adoptadas. A Semana Europeia da Mobilidade subordinada à temática das alterações climáticas faz parte de uma campanha da Comissão Europeia que pretende alertar os cidadãos para esta problemática. Cascais foi o palco nacional desta iniciativa, que decorreu de 16 a 22 de Setembro de 2006.
Elblag (Polonia), Nantes Metrópole (França), Östersund (Suécia), Glasgow (Reino Unido), León (Espanha), Budapeste (Hungria) e Bolonha (Itália) foram as outras cidades distinguidas pela Comissão Europeia.»
Dia de Dom Bosco

No dia 31 de Janeiro do meu tempo os Salesianos do Estoril costumavam estar engalanados. Havia festivais de tudo e mais alguma coisa, de hóquei em patins e sessões gímnicas a quermesses e musiquinha com direito a petiscos, pais e restantes familiares e amigos. E não havia aulas. Era o meu dia preferido, o que assinala a morte deste homem bom, que foi copiado, e bem, um pouco por toda a parte.
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