Tuesday, May 22, 2007

Mobilidade e bom gosto










O cidadão pedestre ou o turista da terceira idade que se dirija à estação do Estoril ou à praia do Tamariz descendo a Av. Aida, tem que fazer uma prova de obstáculos de que a última foto dá uma imagem parcial. Porém,esta semana a prova tornou-se mais difícil ao colocarem um contentor do mais refinado gosto mesmo em frente das Arcadas. Destina-se a vender gelados!
Apresentam-se várias vistas do mesmo para que se possa aquilatar bem o impacto estético, paisagistico e prático na circulação daquela artéria ! Dir-me-ão que se tratou tão só de substituir uma barraca de madeira que já lá estava por algo mais moderno. Pois sim. O resultado está à vista.

Agência Cascais Natura e CM de Nisa: Novos membros da Rede 'Business and Biodiversity' do Countdown 2010

Press Release recebido de Nuno Oliveira :

«A Agência municipal Cascais Natura torna‐se no dia 22 de Maio de 2007 a primeira entidade municipal a aderir à rede Pan‐Europeia ‘Countdown 2010 – Parar a Perda de Biodiversidade’*. A Cascais Natura irá assim representar a Câmara Municipal de Cascais, que será assim também o primeiro município a aderir à rede. No entanto não ficará sozinho por muito tempo, dado que já no dia 24 se vai realizar a adesão do Município de Nisa.

No âmbito da celebração da apresentação da Agência à comunidade, a Cascais Natura vai apresentar no dia 22 de Maio às 16h a sua Declaração de Adesão à Iniciativa ‘Countdown 2010’, que representa a sua integração na rede Pan‐Europeia de Conservação da Natureza. A Cascais Natura pretende deste modo definir regras e orientações precisas para mplementar projectos no âmbito da conservação da Natureza e ecoturismo nas áreas naturais do Concelho de Cascais, em parceria com outras entidades, tanto ONG como do sector privado.

Passados dois dias, a 24 de Maio, será a vez da Câmara Municipal de Nisa aderir à rede. Para Nisa trata-se de um acto ‘natural’, dado que o conselho é constituido em 60% por áreas da Rede Natura 2000. O Countdown 2010 irá assim servir de base para uma Estratégia de Desenvolvimento Sustentável integrada na Agenda XXI Local, com o intuito de promover os valores naturais de Nisa enquanto ‘joias da coroa’ do município. Igualmente importante para Nisa, é estabelecer redes de parceria com o sector privado de modo a desenvolver mais e melhor o projecto LIFE Nortenatur e outros projectos que o concelho precisa para se valorizar.

A adesão da Agência Cascais Natura e da Câmara Municipal de Nisa é realizada no âmbito da Medida 2 – Parcerias entre o Sector Público e Privado: Criação de parcerias público‐privadas para a conservação da Natureza. Esta medida procura essencialmente desenvolver projectos de parceria que permitam que haja investimento na Conservação da Natureza como parte da estratégia de Sustentabilidade das autarquias e das empresas, e que se criem instrumentos de gestão para áreas naturais e semi‐naturais que façam parte da actividade de negócio de cada sector.

A Agência Cascais Natura / Câmara Municipal de Cascais e a Câmara de Nisa serão mais duas entidade a aderir com o apoio da AmBioDiv – Valor Natural Lda, entrando para um grupo de parceiros onde já estão a Herdade do Freixo do Meio (empresa dedicada à agricultura biológica e gestão sustentável do Montado), a empresa de Marketing e Comunicação Bactéria Lda e a empresa de I&T Cocinfar – Soluções Informaticas Lda, que constituem a primeira sub‐rede Portuguesa, dedicada ao tema ‘Business and Biodiversity’, considerado uma prioridade pela Secretaria de Estado do Ambiente, a ser debatido durante a realização da Presidência Portuguesa da União Europeia. Até ao final do mês de Maio irão haver novidades em relação a novas adesões de empresas do sector privado, nomeadamente no sector agro-alimentar.

* O ‘Countdown 2010 ‐ Parar a Perda de Biodiversidade’ é uma iniciativa que pretende comprometer e ajudar os países e empresas a proteger e recuperar a estrutura e o funcionamento dos sistemas naturais para, até àquela data, travar a perda de espécies, habitats e de paisagens naturais. Em Maio de 2006, o Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, procedeu à adesão ao ‘Countdown 2010‘. O Ministério do Ambiente comprometeu‐se assim a promover e acrescentar valor económico ao património natural Português, através da criação de medidas.

Nuno Oliveira
(+351) 96 294 02 09
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Monday, May 21, 2007

CP precisa de 200 milhões de euros para comboios novos na Linha de Cascais

In Público (20/5/2007)
Carlos Cipriano

«Frota actual está obsoleta, mas prioridades do Governo vão para a alta velocidade

Têm um ar moderno e um interior arejado. Circulam à beira-Tejo numa das linhas mais bonitas do país, mas as automotoras eléctricas de Cascais estão velhas e algumas datam dos anos 50. Dentro de cinco anos, a frota terá que ser renovada, sob pena de esta linha soçobrar com as avarias sucessivas e os elevados custos de manutenção.
A CP já está a preparar um caderno de encargos para uma eventual compra de novos comboios, mas, tecnicamente falida, depende do Governo para poder financiar uma operação que poderá ascender aos 200 milhões de euros. É que um comboio suburbano custa hoje entre cinco a sete milhões de euros e são necessários pelo menos 30 composições para operar naquela linha.
A questão financeira agrava-se quando, do lado da infra-estrutura, a modernização da linha custa 150 milhões de euros. A Refer assumiu, em Junho do ano passado, que avançaria ainda em 2006 com um investimento inicial de 33 milhões de euros, mas não o fez. Questionada pelo PÚBLICO sobre quais as razões desse atraso, não respondeu.
Como o Governo tem dado prioridade aos investimentos na alta velocidade, as duas empresas limitam-se a discutir os cenários possíveis para a Linha de Cascais sem saber o que dela fazer.
O debate entre a CP e a Refer centra-se na mudança de tensão, que, nesta linha, é de 1500 volts em corrente contínua e no resto da rede é de 25 mil volts em corrente alterna. Este "pormenor técnico" - que resulta de Cascais ter sido a primeira linha férrea do país a ser electrificada, em 1926 - faz desta uma "ilha" em relação à ferrovia nacional e impede, por exemplo, que a sua frota seja reforçada com suburbanos vindos de outras linhas.
Uma "ilha" fora da rede
A mudança de tensão teria vantagens: melhor gestão da frota, ligação à Linha da Cintura (através de um túnel em Alcântara) e custos de manutenção mais baixos, tendo em conta que bastaria construir uma única subestação alimentadora de energia eléctrica para toda a linha, em vez de manter as actuais cinco no Cais do Sodré, Belém, Cruz Quebrada, Paço de Arcos e S. Pedro. E outro argumento de peso: a energia eléctrica em alta tensão (25 mil volts) é mais barata do que a de média tensão (1500 volts).
Mas também há desvantagens. A começar pelo custo do investimento, que representaria mudar todo o sistema eléctrico e a difícil fase de transição dos 1500 para os 25 mil volts, que não poderia ser feita de um dia para o outro. Por isso, o caderno de encargos que a CP está a elaborar prevê a compra de unidades com bitensão para poderem receber energia eléctrica dos dois tipos. E há também quem se questione sobre esta mudança, uma vez que a Linha de Cascais já é, na prática, uma "ilha" fora da rede ferroviária nacional, com uma exploração própria.
De resto, as diferenças existem também ao nível do comprimento das composições e da altura das plataformas das estações, que fazem com que o resto da frota da CP Lisboa não pudesse servir nesta linha.
Quanto à ligação de Cascais à Linha da Cintura, deparam-se dois problemas: o custo de um túnel em Alcântara (demasiado próximo do Tejo e com os problemas do Terreiro de Paço como pano de fundo) e o facto de a estação de Campolide não poder receber mais do que dois comboios por hora vindos de Cascais, por já se encontrar congestionada com as circulações de Sintra e da Fertagus.
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Capucho volta a falar de privatização para uma linha que está "na pré-história"

In Público (20/5/2007)
Luís Filipe Sebastião

«O presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, não se põe com rodeios em relação à linha ferroviária que liga Lisboa ao seu concelho: "Em termos de manutenção e segurança, estamos na pré-história."
O autarca social-democrata não tem ilusões acerca das dificuldades que os utentes do transporte ferroviário podem vir a enfrentar caso não sejam transformados em obra os prometidos investimentos de modernização da Linha de Cascais. António Capucho aguarda pelas conclusões do estudo encomendado pela nova administração da Rede Ferroviária Nacional (Refer). Mas não tem ilusões acerca do actual estado da ferrovia, onde "com a obsolescência das composições a solução tem sido a supressão de comboios".
Além das "características bizarras" que isolam esta linha da restante rede, o autarca espera que a Refer avance com a há muito prometida remodelação das estações de São Pedro do Estoril, que precisa de uma passagem pedonal inferior, e de São João, a última com uma cancela que regula o atravessamento rodoviário de acesso à Avenida Marginal. Se a Refer, acrescenta, não tiver dinheiro para investir na Linha de Cascais, "que vá para casa ou privatize" a infra-estrutura, de forma a permitir que os utentes sejam melhor servidos.
A bandeira da privatização foi, aliás, apresentada como um último recurso durante a recente visita de deputados para verificar as condições na linha, após a supressão de vários comboios provocada por dificuldades de manutenção. "Não podemos manter uma linha como a de Cascais numa completa decadência e obsolescência", reforça Capucho.
O autarca, confrontado com o pesado investimento necessário para renovar a infra-estrutura e o material circulante, recusa que se "avance com a construção do TGV e da Ota sem ter a Linha de Cascais em perfeitas condições de funcionamento". António Capucho adianta que "a câmara pretende cativar pessoas para o caminho-de-ferro", promovendo o aumento do estacionamento junto das estações, mas só terá sucesso em articulação com a CP e a Refer, através de mais parques daquelas empresas e de uma nova política tarifária.
O presidente da câmara aguarda também que as entidades ferroviárias decidam acerca do eventual recuo da estação terminal, para melhorar as acessibilidades na "entrada em Cascais", através do projecto de reconversão do centro comercial Pão de Açúcar. Só após o termo do prazo para apresentação do estudo da Refer, no final do mês, António Capucho estudará que medidas o município pode adoptar para fazer valer as suas exigências. Por agora, deixa apenas o aviso: "Não nos vamos calar."»

Friday, May 18, 2007


In Público (18/5/2007)

Uma boa notícia para o palácio, finalmente.

Wednesday, May 16, 2007

Azarujinha... em obras!





...os (bons) exemplos ficam adiados. Há obras (de requalificação?) nos "edifícios" na Praia da Azarujinha mas... não parecem cumprir regras nenhumas e não cumprem, definitivamente, as normas (que são LEI!!!), de segurança.
Vamos por partes:
1. Aviso de obras (quem promove, quem projecta, técnico responsável pela execução, processo de licença): não há. Há uma comunicação a dizer que está a correr o CONCURSO para a concessão. Mas então, se está a correr concurso, não é o antigo concessionário a realizar as obras e, também, não será o FUTURO concessionário a fazê-las (a menos que já saiba que vai ganhar a concessão!!!). Se não é um privado-concessionário então... é a Câmara que está a fazer as obras?

2.Segurança das obras: não estão a ser cumpridas NENHUMAS REGRAS DE SEGURANÇA NAQUELA OBRA (assim como acabei de ver hoje, mais obras completamente inclassificáveis quanto à segurança, pelo paredão fora!!).
Então pergunto: é a Câmara que está a realizá-las? As obras da Câmara (também) não precisam de cumprir as normas de segurança? Na Azarujinha, no Fim-de-semana, com o passeio à frente totalmente cheio, o acesso a qualquer um, aos materiais de estaleiro e construçao bem como aos andaimes, era total, tal como o é hoje dia de semana! Não há qualquer separação entre zona de circulação pública e zona de obras... aliás os materiais, no fim-de-semana pareciam estar NA zona de circulação pública!
E a construçao de paredes em tijolo foi realizada sem qualquer protecção contra quedas de materiais. Cuidem-se, portanto, os transeuntes...

Faz-se mal. Num sítio de turismo onde "Excelência" não parece ser um conceito ou ideal (pelo menos a atingir) mas, antes, uma palavra gasta pelo excesso de uso.

P.S. como prometido: dedicado ao J.N.Barbosa, Calavera e claro(!) à cidadania em Cascais!

In Público (16/5/2007)

Um campo de golfe em cima de uma lixeira, não é ideia nova, nem má. Já existe um sobre o antigo aterro de F.Tijolo, ao Lumiar. Nada a opôr.

Monday, May 14, 2007

Cascais assinala Dia Internacional dos Museus

Entre os dias 17 e 20 de Maio, a Câmara Municipal de Cascais vai assinalar o Dia Internacional dos Museus (18 de Maio) com um conjunto de iniciativas dirigidas a diversos públicos, que terão lugar nos diferentes espaços museológicos do concelho. (...) Consulte AQUI o calendário geral de iniciativas.

Texto editado

Fonte: CNC

Wednesday, May 09, 2007

Cascais DESAPARECENDO... e (a)PARECENDO




Enquanto uns edifícios (por acaso de um tipo e época relevantes, em termos das memórias do sítio) vão paulatinamente sendo demolidos ou abandonados à degradação lenta, alegremente, lado-a-lado, vão-se susbstituindo por outros, que... neste caso, são uma completa e chapada IMBECILIDADE.
...à frente deste PÉSSIMO "exemplar" do que (não) se pode fazer, ostenta-se - reluzente - a obra municipal acabadinha (e que se aplaude), do estacionamento e arranjos exteriores da praia da poça. Resultado?: cenários patéticos e surrealistas na Marginal.

Cascais DESAPARECENDO




Pelos vistos, os proprietários não são(!!) legalmente obrigados a fazerem obras periódicas de manutenção dos seus edifícios.
Aposto que já devem estar a circular (formalmente e informalmente) imensos argumentos de "bom senso" que justificarão a inviabilidade desta casa ("casa de S. Francisco", Marginal, Estoril) e, com ela, a sua demolição.
...talvez, com a abertura do novo centro de saúde em S. João do Estoril, o edifício do Centro de Saúde, vizinho desta casa, venha - com ela - a ser "sensatamente" demolido, e substituído por um novo hotel (à escala do vizinho Sana e ainda mais modernaço, assim como os da Marginal do Funchal e etc..).

É pena. Esta Casa é - muito provavelmente - a MELHOR peça de Arquitectura representante do Modernismo, situada na Marginal entre a Parede e Cascais. No mínimo, é uma das melhores peças de Arquitectura (em absoluto) nesta zona.

Sunday, May 06, 2007

O Paredão


A renovação do paredão foi uma obra que mereceu o aplauso de todos e, a prova disso, é a sua crescente popularidade entre os que gostam de exercício físico ao ar livre. É certo que os acabamentos não foram perfeitos e que o próprio empreiteiro ia estragando o trabalho acabado com as suas enormes máquinas, pesadas demais para aquele pavimento. Ao fim de um ano havia muitas lages partidas e aluimento de consideráveis áreas que obrigaram a uma intervenção correctiva. Já por essa altura havia sinais de que o material de que são feitas as lages não aguenta o efeito corrosivo da água do mar. Passa mais um ano e verifica-se hoje que o pavimento tornou a abater em muitas áreas, julgo eu que em parte por culpa das inúmeras viaturas que por ele transitam e, o pior de tudo, a corrosão das lages sujeitas à acção da água salgada atinge proporções alarmantes que obrigarão a curto ou médio prazo à substituição de todo o pavimento.

A Câmara de Cascais tem aqui um problema que a irá apoquentar por muito tempo. Não sei que tipo de garantia tem a obra, mas julgo que será melhor uma solução radical já do que gastar dinheiro em paleativos que não terão fim.

Thursday, May 03, 2007

Capucho(PSD) defende eleições na Assembleia Municipal

In Sol / Lusa (3/5/2007)

«O presidente da Câmara de Cascais, António Capucho (PSD), defendeu hoje que o seu partido deve provocar eleições intercalares também na Assembleia Municipal de Lisboa

Num comunicado à Lusa, o autarca de Cascais refere que o seu partido deverá provocar eleições na Assembleia Municipal de Lisboa por «questões éticas e de elementar coerência politica».

«Essa é a solução que melhor favorece a formação de maiorias coerentes nos dois órgãos do município, ou seja, a respectiva governabilidade», acrescenta.

Esta ideia vai contra as afirmações de Paula Teixeira da Cruz (PSD), presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, que recusa as eleições intercalares no organismo que preside.

Para António Capucho, «é público que o PSD defende uma alteração à Lei Eleitoral das Autarquias (que coincide com a posição do PS), no sentido de se eliminar a eleição separada da Câmara Municipal e da Assembleia».

«Seria submetida aos eleitores uma só lista para a Assembleia Municipal, sendo eleito presidente o cidadão que encabeça a lista mais votada, o qual escolherá os membros da câmara de entre os membros eleitos para a Assembleia», acrescenta.

O autarca refere que «este é o modelo em vigor para a eleição dos órgãos das freguesias».

«Assim, seria irresponsável, incoerente e absurdo proporcionar a queda da câmara e deixar esta Assembleia em ficar em funções», finaliza.

Quando questionado pela Agencia Lusa sobre a possibilidade desta tomada de posição poder desagradar a alguns membros do PSD, António Capucho disse «nunca condicionei as minhas tomadas de posição com medo das opiniões dos outros»-

«A minha tomada de posição surge de uma pergunta que me colocaram, e à qual eu respondi», acrescenta.
Lusa/SOL»

Um comentário de alguém com pêso, e que prezo, mas não compreendo a tentativa de meter foice em seara alheia. Mais valia que a AM de Cascais funcionasse sem ser figura de corpo presente.

Wednesday, May 02, 2007

Vasco Franco na SANEST?!

Garantem-me que o já reformado da função pública e ex-vereador da CML, ao tempo de João Soares, foi convidado por Joaquim Raposo (presidente da CM Amadora) para administrador desta empresa de capitais públicos. Alguém sabe mais pormenores?

Postais antigos e histórias sobre aquela vila, aqui!

Friday, April 27, 2007

VIAGEM ILUSTRADA AO PASSADO





Texto editado

Fonte: Maria Amorim Morais

Doação do recheio do Hotel Atlântico

Segundo fonte fidedigna, a CMC acaba de anuncir, em press release, a doação do recheio do Hotel Atlântico (cadeiras, electrodomésticos, etc.), ao mesmo tempo que reitera o facto do projecto para o novo Hotel Atlântico estar em fase de apreciação.

Duas dúvidas:

1. Se o hotel tem um dono, como é que é a CMC a anunciar a doação?

2. Se o projecto está em fase de apreciação, então não se dê a ideia que é um facto consumado, ou será?


E uma nota: seria mais sensato que a partir de hoje, todo e qualquer projecto potencialmente polémico junto dos cascalenses fosse objecto de discussão pública noutra altura que não as férias do Verão.

Thursday, April 26, 2007

Deve ser o artigo menos respeitado no País, a par do limite de velocidade, não?

RGEU, Regulamento Geral das Edificações Urbanas:

«Artigo 121.º

As construções em zonas urbanas ou rurais, seja qual for a sua natureza e o fim a que se destinem, deverão ser delineadas, executadas e mantidas de forma que contribuam para dignificação e valorização estética do conjunto em que venham a integrar-se. Não poderão erigir-se quaisquer construções susceptíveis de comprometerem, pela localização, aparência ou proporções, o aspecto das povoações ou dos conjuntos arquitectónicos, edifícios e locais de reconhecido interesse histórico ou artístico ou de prejudicar a beleza das paisagens


Fonte e texto: Mão amiga de PG

A sociedade de regresso aos banhos no Estoril

In Público (23/4/2007)
Luís Filipe Sebastião

«Águas termais que se presumem brotem da serra de Sintra voltam a ser aproveitadas para fins terapêuticos dentro de um ano

Ir a banhos ao Estoril vai deixar de ter a ver apenas com uma simples deslocação à praia do Tamariz ou às adjacentes. O novo complexo termal deverá abrir portas durante o primeiro trimestre do próximo ano, meio século após o encerramento do antigo balneário, procurando diversificar a oferta turística na região.
A sociedade Estoril Plage decidiu apostar na recuperação das antigas termas. O complexo, em construção avançada na Avenida de Portugal, foi desenhado pelo arquitecto Manuel Gil Graça. O projecto faz parte de um plano urbanístico que prevê a ampliação da ala norte do Hotel Palácio (transformando a actual planta em formato de "t" em "u"), criando mais uma dúzia de quartos; a construção ao lado do Centro de Congressos do novo Parque Palácio, condomínio residencial e comercial, com 368 lugares de estacionamento subterrâneo, e o complexo termal.
As termas, segundo Pedro Garcia, administrador da sociedade Estoril Plage, serão um complemento importante para os clientes do Hotel Palácio, que terão acesso ao Spa e restantes serviços, mas foram desenvolvidas para "funcionarem com autonomia, de forma a servirem as outras unidades turísticas da região". O edifício, com quatro pisos e cave - a fachada principal com dois pisos dá para a Avenida de Portugal - reparte-se em duas áreas: lazer e clínica.
O clube de saúde e beleza terá piscinas termais, sauna, salas de inalação, banhos de vapor, lamas vichy, massagens e ginásio fitness/welness. Na clínica termal estará disponível uma piscina terapêutica, gabinetes médicos, ginásios, duche escocês, lamas e massagens.
Zona urbana controlada
De acordo com a base de dados de ocorrências termais, do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, as águas do Estoril estavam indicadas para as doenças do aparelho respiratório, da pele, reumáticas e músculo-esqueléticas. Estas propriedades terapêuticas foram confirmadas por vários estudos médico-hidrológicos. Num dos últimos, do final de 2000, são acrescentadas as patologias imunitária e digestiva. No fim da década de 1980, a concessionária efectuou dois furos verticais de prospecção, captando água termal, com uma temperatura de 34 graus, a cerca de 260 metros de profundidade, com as propriedades das "águas do Estoril". Em 2004, a Direcção-Geral de Geologia e Energia autorizou um terceiro furo, para "garantir a existência de caudal" e verificar a qualidade do veio termal.
O administrador da sociedade Estoril Plage salienta que, actualmente, a qualidade das águas subterrâneas acaba "por estar mais garantida em meio urbano", quando existe um controlo efectivo sobre as infra-estruturas, ao contrário das zonas rurais, onde as fontes de abastecimento podem ser contaminadas por uma exploração agrícola ou por uma pecuária. Pedro Garcia esclarece que o lençol termal está protegido pela profundidade a que se encontra, presumindo-se que tenha origem na serra de Sintra e que, depois de "afundar cerca de cinco mil metros", ocorre mais perto da superfície no parque do Estoril.
O investimento no complexo deverá ascender a perto de 21 milhões de euros, já incluindo o valor do terreno onde se insere a infra-estrutura. Todavia, dada a sua natureza e interesse turístico para a região, o projecto concorreu a um apoio na área do turismo e foi-lhe atribuído um incentivo de 1,3 milhões de euros, dos quais 500 mil euros a título reembolsável.
O responsável da sociedade Estoril Plage mostra-se confiante na aposta do turismo de saúde, notando que metade dos utentes de termalismo no país são residentes na área da Grande Lisboa, mas que são frequentemente obrigados a deslocar-se para fora da sua área geográfica de residência, única forma para ter acesso a tratamentos termais.
Se se tiver em conta que os familiares, muitas vezes acompanham os pacientes, mas que nem todos podem partilhar dos mesmos interesses ou necessidades terapêuticas, a região do Estoril poderá também capitalizar novos turistas, nomeadamente ao oferecer a proximidade de uma extensa faixa litoral.
Pedro Garcia conta que o complexo termal possa abrir durante o primeiro trimestre de 2008 e que a exploração em pleno ocorra na Primavera do próximo ano.
21
Milhões de euros é o investimento total do novo complexo termal do Estoril.

1961
Foi o ano de encerramento da estância inaugurada quatro décadas antes por Fausto de Figueiredo.

34
Graus é a temperatura da água termal do "tipo Estoril" classificada oficialmente na base de dados das ocorrências termais do país.

1839
É a data da primeira publicação conhecida acerca das "moléstias" que poderiam ser tratadas pelas águas do Estoril.



Estância encerrou em 1961
23.04.2007
As águas que trataram das "moléstias" de D. José I
O aproveitamento das águas termais do Estoril encontra-se referenciado já desde os séculos XVII e XVIII. Neste último período, segundo rezam as crónicas, o rei D. José I procurava nas reconhecidas águas da Poça, e também nas do Estoril, a cura para as chagas que o afligiam nas pernas. As qualidades da nascente que então jorrava no parque ali existente são também apregoadas num modesto opúsculo impresso em 1839, com o sugestivo nome de Memoria sobre a utilidade e uso medicinal dos banhos do Estoril applicados ao tratamento das affecções cutaneas, e de muitas outras molestias...
Para assinalar o primeiro centenário das termas do Estoril, a direcção clínica do estabelecimento assegurava, em 1939, que os melhoramentos efectuados na captação proporcionavam "uma água bacteriologicamente pura, com maior termalidade e mais forte mineralização, por estar isenta de infiltrações". Os técnicos garantiam que, quando ingerida, a água exercia "uma acção benéfica sobre a mucosa gastro-intestinal, dissolvendo o muco", o que a tornava indicada em casos de gastrites e dispepsias (dificuldades de digestão).
Os tratamentos externos, pela "acção revulsiva [e] analgésica", cobriam vária formas de reumatismo, ciáticas e artropatia (articulações). Os benefícios dermatológicos e ginecológicos, assim como para as doenças cardiovasculares, também eram enunciadas.
As excelentes condições climatéricas da zona do Estoril, mesmo quando a maioria das estâncias termais estrangeiras se encontravam debaixo dos rigores do Inverno, eram igualmente apontadas como um trunfo do balneário aberto em 1918 por iniciativa de Fausto de Figueiredo. Argumentos que, no entanto, não impediram o seu encerramento em 1961, quando foi demolido o Hotel do Parque que o acolhia. L.F.S.
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Tuesday, April 24, 2007


Carruagens separaram-se de comboio em andamento na Linha de Cascais

In Público (24/4/2007)
Carlos Cipriano

«Em Março, com muitos comboios em reparação, a CP reduziu a oferta na linha de Cascais. A situação já foi ultrapassada
a Um parafuso que se partiu no sistema de ligação entre duas carruagens esteve na origem de um quase-acidente ontem de manhã na Linha de Cascais, quando uma composição se separou em duas partes.
O comboio parou imediatamente porque as condutas de ar comprimido entre as carruagens também se partiram, o que, nestas circunstâncias, leva - automaticamente - à frenagem imediata da composição em escassos segundos. Não houve vítimas porque naquele momento ninguém ia a passar de uma carruagem para a outra através do passadiço que liga os dois veículos.
A única consequência foram os atrasos provocados naquela linha suburbana por o tráfego ferroviário ter ficado reduzido a via única entre Paço de Arcos e Santo Amaro, das 11h30 às 14h00, já depois da hora de ponta.
Há alguns meses aconteceu uma situação idêntica quando um engate se partiu e uma composição ficou separada em duas partes. Esse caso foi menos perigoso porque se tratava do engate que unia as duas unidades por que é formada uma composição, não havendo ali a possibilidade de os passageiros circularem entre as duas partes.
Situação mais grave terá sido a de ontem, porque se trata de um engate semi-rígido, supostamente inquebrável, que junta os três ou quatro veículos que formam uma "unidade indeformável", como é designada.
A CP debate-se actualmente com um problema de material circulante na Linha de Cascais, cuja frota, apesar de um lifting realizado nos anos 90, está envelhecida e com alguns equipamentos com um prazo de vida útil ultrapassado
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Friday, April 20, 2007

Petição "Por um novo Estoril-Sol amigo da Marginal"


Já são 300 assinaturas, mas são precisas mais. Não importa o que digam. Vamos em frente! Assine-a e divulgue, S.F.F.
Foto: Atelier GB

Thursday, April 19, 2007

Não esquecer os castanheiros, s.f.f.!


Aproveitando a notícia do jardim Visconde da Luz, aqui fica mais uma vez o memento à CMC:

Não se esqueçam de replantar os castanheiros que ao longo dos últimos anos têm sido abatidos, sem apelo nem agravo, nas artérias junto ao Museu do Mar.

Foto: stiago.com.sapo.pt

Intervenção nos Jardins Visconde da Luz e do Pelourinho


In Site da CMC

«Mantas térmicas favorecem germinação

Ao longo da semana, o relvado dos jardins Visconde da Luz e do Pelourinho, em Cascais, vão apresentar uma invulgar cobertura branca. Uma acção que visa obter melhores resultados da sementeira de relva recentemente ali efectuada pela Câmara.

Tratam-se de mantas térmicas colocadas pela Câmara e que irão ali permanecer cerca de uma semana, de modo a obter-se uma germinação mais alargada e rápida das sementes de relva agora lançadas, impedindo que os pombos se alimentem das mesmas e frustrem este processo.

As mantas começaram a ser colocadas na passada segunda-feira, dia 16 de Abril, prevendo-se a sua retirada ao longo da próxima semana, dependendo das condições climatéricas e de factores de conservação

Tuesday, April 17, 2007

Monday, April 16, 2007

Cascais desaparecida #10: Arcadas do Estoril


Dir-me-ão que estou enganado, que as Arcadas continuam lá. Certo, estão lá, mas só no nome. Há muito que a loja de brinquedos do lado "de lá" se foi, e com ela aquela cave fabulosamente recheada, bem como a discoteca completíssima, e as simpáticas senhoras da livraria/papelaria. Do lado de cá, foi-se o grande cão amarelo, de nome Leão, da loja de ferragens que por ali havia, paredes meias com o café Biquini, dos Sr. Manel, António e Lima.

Com ele, o café, foram-se os bifes à casa, as madalenas embaladas em saquinho de plástico, mais as pastilhas Pirata e os amendoins saídos de máquina com globo de vidro. Foram-se as corridas de caricas, por sobre os muros que cercavam as esplanadas do Biquini, do Deck e do Iate. Foram-se as excursões pelos corredores do antigo hotel, no primeiro piso. Foram-se também, já mais velho, as noites no Deck, onde até chegou a haver música. Acima de tudo, foram-se as pessoas.

Restam muitas e boas recordações, a começar pela espectacular fuga dos espectadores hippies corridos a bastão e cão, de um espectáculo que decorria antes do 25 de Abril no pavilhão de hóquei dos Salesianos, e que se refugiaram nas Arcadas, como podiam. Resta, de facto, a fabulosa magnólia (?), como que assombrada e a chorar por mais. Resta o mau gosto que persiste em tudo aquilo que ali há hoje, inexplicavelmente ... Credo, com a Junta de Turismo ali mesmo ao lado, como é possível que aquilo continue assim?
Foto: Esalvide

Friday, April 13, 2007

Bem a propósito, este convite da CMC!


«Eles comem tudo, eles comem tudo, e não deixam nada».

Hotel Atlântico vai ser demolido e dará lugar a hotel de 5 estrelas


In Público (13/4/2007)

Ainda, e sempre, o novo Estoril-Sol




Dois documentos a propósito da consulta pública do novo Estoril-Sol. Repare-se primeiro no anúncio, e depois leia-se o 4.º parágrafo da notícia…

Um "novo" Hotel Atlântico















"O velho Hotel Atlântico, no Estoril, vai ser demolido e dar lugar a uma nova unidade hoteleira e de apartamentos turísticos. O projecto do arquitecto João Paciência, deverá ser aprovado pela Câmara Municipal de Cascais dentro de 'dois a três meses'.
O antigo Hotel Atlântico, entalado entre a Avenida Marginal e a linha ferroviária de Cascais, encerrou portas em Dezembro passado".

fonte: Público. sexta-feira, 13 de Abril de 2007. Extracto do Artigo de Luis Filipe Sebastião. pág26.

Thursday, April 12, 2007

Remodelação da Marina exclui torre polémica

In Notícias da Manhã (12/4/2007)

«O novo estudo prévio de remodelação da marina de Cascais abdica “completamente da orientação hoteleira”, exclui a torre do hotel e cria uma vertente “comercial e de habitação turística”, disse ontem o presidente da Câmara de Cascais.
António Capucho adiantou à Lusa que o novo estudo prévio de remodelação da marina, apresentado pela Marcascais - concessionária da infra-estrutura - no departamento municipal de urbanismo, exclui a construção de uma torre de vidro com 30 pisos que gerou alguma polémica local. Segundo o autarca, esta intervenção vai permitir o “reequilíbrio financeiro” da marina de Cascais. A torre de 100 metros de altura estava prevista localizar-se virada para o mar à entrada do porto de recreio, mas o projecto foi abandonado devido a forte contestação dos munícipes
. (...)»

Wednesday, April 11, 2007

Capucho admite privatização da linha

In Público (11/4/2007)

«A privatização da exploração da Linha de Cascais pode ser a solução para resolver os principais problemas desta via ferroviária e de a rentabilizar, defendeu ontem o presidente da câmara municipal, António Capucho.
No final de uma visita de deputados do PSD à Linha de Cascais, o autarca considerou: "Caso nada mude na Linha de Cascais, a câmara pode sugerir ao Governo a privatização da linha, na qual estaríamos interessados".
A falta de investimento na Linha de Cascais, onde "todo o sistema de segurança é obsoleto" e o problema do estacionamento "nas diversas estações" são algumas das lacunas apontadas pelo autarca durante a conferência de imprensa conjunta com os deputados do PSD, realizada nos paços do concelho.
No entanto, António Capucho mostra-se optimista, em virtude da última reunião que teve com a administração da Refer, na qual lhe foi garantido que "no dia 12 deste mês iria ser apresentado um estudo à exploradora ferroviária com uma solução global para a Linha de Cascais".
Para o deputado Luís Rodrigues, coordenador do PSD na comissão de obras públicas, "tem que haver uma decisão política do Governo quanto ao sistema de tracção da Linha de Cascais que é diferente da da restante rede ferroviária". Este deputado refere que "o menor investimento nesta linha também tem a ver com esta decisão".
Luís Rodrigues sublinhou também os "diversos problemas de segurança nas passagens pedonais que já resultaram em diversos acidentes" para os passageiros. Durante a visita, os deputados do PSD confirmaram junto da CP que "a redução do número de comboios verificada desde 1 de Março último ocorreu devido à falta de material circulante", sublinhou este parlamentar. Lusa
»

Efectivamente, os comboios nunca como agora foram tão inimigos do cascalense em termos de horários. A segurança é um outro ponto importante. Se isso se resolve com a privatização, já tenho as minhas dúvidas, basta ver o que se passa no Reino Unido.

Em termos de comboios, porque não juntar esforços e começar-se, já, a planear o abaixamento da linha ferroviária, desde a estação de Cascais até São João do Estoril, por exemplo?

Câmara recebe novo projecto sem torre para a marina de Cascais

In Público (11/4/2007)
Luís Filipe Sebastião

«Estudo da concessionária aposta na introdução de alojamento turístico para viabilizar utilização permanente das áreas públicas do porto de recreio
Um novo projecto de remodelação da marina de Cascais, sem a polémica torre com 100 metros de altura, foi apresentado à autarquia pela Marcascais. A concessionária da infra-estrutura náutica mantém a aposta na criação de alojamento turístico para revitalizar o espaço, mas assegura que será reduzida a volumetria antes prevista para os novos edifícios.
Pedro Garcia, da Marcascais, adianta que foi entregue na câmara um novo estudo preliminar para a remodelação da marina, abandonando a proposta de construção de um hotel com 30 pisos, virado ao mar e na entrada do porto de recreio. A torre revestida a vidro não foi viabilizada pelo presidente da autarquia, António Capucho, em resposta às críticas que se fizeram ouvir contra a arrojada proposta. O novo estudo, além de não incluir o hotel, "foi corrigido" na área da entrada, para uma melhor articulação com o estacionamento subterrâneo em construção no fosso da Cidadela, e viu "reduzidas algumas cotas" nos edifícios projectados mais perto das muralhas.
O responsável admite que, aos actuais dois pisos, poderá ser acrescentado mais um andar (no estudo anterior ia até quatro pisos), e que se mantém a intenção de introduzir "uma ocupação de alojamento turístico que permita dar uma utilização mais permanente às áreas públicas". Os espaços comerciais podem mesmo sofrer uma ligeira redução, uma vez que actualmente muitas lojas se encontram sem uso.
Um cenário que será alterado durante este Verão, com a realização do Campeonato do Mundo de Vela (ISAF 2007). Na altura serão "reforçados" os estabelecimentos comerciais e outros servirão para acolher diversos serviços, mas após a prova não se vislumbra que o número de lojas possa aumentar. O estacionamento em construção no fosso da Cidadela também poderá ser utilizado, a partir da primeira semana de Junho, para apoio ao evento náutico. As obras exteriores só ficarão prontas no final do ano, mas, enquanto os pisos inferior e intermédio já servirão para parqueamento, o espaço à superfície será disponibilizado para instalar contentores das equipas participantes.
As obras de remodelação da marina, segundo Pedro Garcia, devem decorrer durante ano e meio, pelo que, se não arrancarem até Outubro deste ano, só avançam no mesmo período de 2008, para não prejudicar mais do que uma época de veraneio.
»

Ora aí está uma boa acção. Cascais só tem a ganhar com estas acções!

Tuesday, April 10, 2007

Ainda, e sempre, o novo Estoril-Sol,

Aqui fica o depoimento de Luís Geraldes:

«Boa tarde,

como me dou mal com blogs, aqui deixo o meu testemunho, que podem tornar público se o acharem assim como divulgar a fonte.

Conheço o projecto há já largos meses e nunca concordei com o mesmo, reconhecendo padecer da nossa falta de inércia, mas também altura em que não existia a facilidade de colocar petições com resultados, como vi pela primeira vez com a torre de vidro da Marina.

As ideias e opiniões, em prol do debate são sempre salutares... os gostos não se discutem, mas também por isso mesmo nem todos vão para intervinientes directos na paisagem, e daqueles que vão, nem a todos são dados ouvidos, face à falta de adequação das suas propostas ao que se pretende (umas vezes por claro mau gosto...)

Agora o design, a harmonia, as linhas e curvas, o enquadramento são tudo variáveis susceptíveis de contribuirem para uma óptima integração de um novo edifício num determinado local.

Eu olho para o Cascais Mirage, e vejo tudo isto muito bem conseguido, sobre o novo Estoril Sol???

Porque todos sempre o quiseram ver em baixo???

-Dimensão! Desenquadramento da linha estética do monte que tem por detrás, assim como das restantes habitações.
-Impacto sobre a paisagem normal da baía de Cascais, que não é por acaso que se dizem maravilhas, com um efeito crescente a partir da linha de água, até chegar ao edifícios mais altos na Gandarinha, Bairro do Rosário e J.Pimenta, bem lá para trás...

Será difícil perceber isto? Nada tem a ver com materiais utilizados, concentração de habitante por m2, tudo isso discursos políticos, pouco inteligentes a meu ver, dignos para serem apresentados à... oposição!

Agora quem de facto dá valor ao que Cascais ainda preserva, quem sempre quis que um "raio ou scud" caísse sobre o Estoril Sol (sem ninguém lá dentro claro, afinal somos amigos do ambiente...), de forma alguma pode concordar com tamanha aberração!


Cumprimentos,

Luis Giraldes
»

Monday, April 09, 2007

Estoril e Carcavelos mais verdes - Programa CEVAR beneficia freguesias

«A Câmara Municipal de Cascais concluiu, ao abrigo do Programa CEVAR, as obras de recuperação de zonas verdes na Quinta do Barão e na Galiza, nas freguesias de Carcavelos e Estoril.

Com o desenlace destas duas obras, a CMC recuperou na totalidade uma área de 4000 m2, num investimento global de 80 mil euros. Nestas duas novas zonas verdes, foram plantadas 20 árvores, 1500 arbustos e mais de 3200 herbáceas complementadas com 200 m2 de prados/relvados
. (...)»

Fonte: CMC

Thursday, April 05, 2007

Wednesday, April 04, 2007

Minha opinião

Vou pedir muitas desculpas aos meus colegas colunistas...
Explico...
Tenho tentado durante estes posts dos ultimos dias definir-me em relação ao «novo Estoril-Sol»,
não consigo ...Por um lado penso que Cascais devia ter uma obra deste genero....diferente....mas ao mesmo tempo não tenho o «olho» de Arquitecto treinado para colocar o novo projecto ali....Desculpem mas não me parece ficar assim tão estranho.
Por estas razões não vou assinar esta petição, sei que os meus colegas e amigos não me vão levar a mal.
Em relação á Torre da Marina penso existir uma diferença, enquanto havia uma maioria contra esse projecto , era unanime, este projecto tem dividido opiniões... existem municipes contra e a favor....tudo muito igualado.

Manobra de diversão?


Afinal, é no próprio site do atelier GB, em http://www.byrnearq.com/?lop=projectos&list_mode=5&id=6364d3f0f495b6ab9dcf8d3b5c6e0b01 , que encontramos a foto do projecto para o novo Estoril-Sol.

É do domínio público, portanto.

Câmara de Cascais aplica saldo positivo das contas do ano passado no realojamento

In Público (4/4/2007)
Luís Filipe Sebastião

«Contas de 2006 aprovadas pela assembleia municipal com reforço do orçamento deste ano em cerca de 9,7 milhões de euros para novas obras camarárias
A aquisição de 243 fogos de habitação social e lojas em empreendimentos do Programa Especial de Realojamento (PER), num investimento de cerca de 2,6 milhões de euros, será uma das medidas a lançar pela Câmara de Cascais em resultado do saldo positivo obtido nas contas municipais do ano passado.
O presidente do câmara, António Capucho, apresentou na segunda-feira, à Assembleia Municipal de Cascais, o relatório e contas de 2006, no qual se apurou um saldo positivo de 9,7 milhões de euros. Este montante, que transita para o orçamento do corrente ano, será aplicado em investimentos de diversas áreas. No caso da habitação social, serão adquiridos fogos e lojas, destinadas a realojamentos e à instalação de serviços e pequeno comércio em empreendimentos do PER.
No campo da acção social serão investidos 222 mil euros no reforço de iniciativas já programadas com instituições do concelho ou no arranque de iniciativas como o apoio para a inserção de reclusos (dos estabelecimentos do Linhó e de Tires) e para colónias de férias juvenis. A construção de creches (S. João/S. Pedro e Adroana) e de lares de idosos (Alcoitão) e a recuperação de centros de dia e de instalações de assistência social (como a nova sede do GAD Sida na Pampilheira) também serão objecto de um reforço de verbas.
Em termos de equipamentos escolares serão investidos 1,74 milhões de euros na construção de pavilhões desportivos (Galiza) e escolas do primeiro ciclo (Alcabideche, Galiza, São Domingos de Rana) e na beneficiação da Escola de Teatro. Os bairros Irene e Maria serão requalificados, estando destinados cerca de 169 mil euros para a elaboração de planos de ordenamento do território em núcleos urbanos no Parque Natural de Sintra-Cascais - nomeadamente em Malveira, Areia, Murches, Charneca, Alcabideche e Biscaia - em colaboração com a Universidade Nova de Lisboa. O projecto de novas instalações da Feira de Carcavelos, para criar condições adequadas para vendedores e clientes, vai beneficiar de 93 mil euros.
De acordo com as contas prestadas por António Capucho aos deputados municipais - que mereceram a abstenção do PS, BE e CDU e aprovação do PSD e CDS/PP -, as receitas camarárias registaram, em 2006, um acréscimo de 5,5 por cento em relação ao ano anterior. A dívida acumulada, resultado de "um controlo eficaz", foi reduzida de 62,9 milhões para 34,2 milhões de euros.
A Câmara de Cascais vai avançar com a recuperação da cisterna da Cidadela de Cascais, através de uma verba de 100 mil euros, retirada ao montante que transitou das contas do ano passado. A intervenção insere-se na reabilitação da antiga fortificação militar em articulação com a Presidência da República, que vai recuperar o palácio e criar um Museu das Ordens Honoríficas.
»

Tuesday, April 03, 2007

A foto do DN:


Esclarecimento da jornalista Paula Sanchez, do DN:

«A foto publicada é do Arquivo DN e, tanto quanto sei, foi tirada aquando da apresentação do projecto do Estoril Sol, pelos promotores. Presumo que também seja a foto final do projecto»

Portanto, as fotos diferem muito pouco entre si, pelo que a petição é para manter!

In Público (3/4/2007)

A entrada é livre



Fonte: CMC

A propósito do projecto para o local do Estoril-Sol:

Notas:

1. A fotografia que aparece na edição de hoje do Diário de Notícias (e que é uma terceira foto, que pessoalmente desconhecia) é ou não a do projecto final? É que se for, o projecto é o mesmo (!), ou será dos meus olhos?

2. A petição não sairá da Net enquanto não se verificar de facto qual a aparência que o projecto definitivo apresenta.

3. A aprovação de um plano de pormenor em regime simplificado é um instrumento demasiadamente usado para que ninguém saiba de facto para o que serve na prática: basta andar pelo país... Mas uma coisa é um plano de pormenor para uma zona - e foi isso que foi aprovado -, outra, bem diferente, é o "boneco" do projecto.

4. Parece que ainda há muitas pessoas que ignoram o que é a Net. Paciência.

5. É confrangedor ver-se ao que pessoas com responsabilidades, curricula e imagem, se agarram para defender uma coisa sem pés nem cabeça, só porque é preciso defender!

Um projecto com aquelas imagens, ou parecidas com elas (pois não creio que de uma fase preliminar para a fase final se tenha alterado radicalmente o projecto, nem que o facto de se diminuir em 7 andares a altura do conjunto ... o mono deixe de ser mono!), é uma agressão tão grave à Marginal, à costa de Cascais e do Estoril (que sempre que há eleições lá aparecem os mil e um argumentistas do costume) como o famigerado Titanix, o Jumbo, o Hotel Eden ou a Marina.

Continuo sem perceber como os argumentistas mudam de agulha, tal qual os camaleões mudam de cor, a seu bel-prazer.

Senhores, esse projecto é uma aberração!!

Câmara diz que discussão sobre Estoril-Sol está feita


In Diário de Notícias (3/4/2007)
Paula Sanchez
Direitos reservados (imagem)

«A Câmara de Cascais não vai abrir a discussão pública sobre o projecto urbanístico do Estoril-Sol, por considerar que já foi feita e que existe um Plano de Pormenor já aprovado. A garantia foi dada pela autarquia em resposta a uma solicitação do DN sobre uma petição online que aconselha o município e o governo a repensarem a volumetria do novo edifício.

O presidente da câmara lembrou que a área de construção foi reduzida a um terço e o número de andares desceu de 22 para 15. António Capucho sublinha ainda que a imagem divulgada "não corresponde ao projecto aprovado."

Até ao fim da tarde de ontem, 20 pessoas tinham subscrito a petição online, lançada pelos autores do blog Cidadaniacsc, pedindo uma reflexão sobre a volumetria e a agressividade do edifício de usos mistos, para habitação, comércio e escritórios, cuja construção deverá arrancar em Novembro. Com três torres em vidro, o edifício "parece vir de uma galáxia distante", dizem os subscritores.

A volumetria foi, aliás, a razão que levou o presidente da Liga para a Protecção da Natureza, a assinar a petição. Eugénio Sequeira disse ao DN que são as estruturas sobre a marginal que o chocam, pois, considera, não lhe parece uma arquitectura própria de zonas de praia". Sem colocar em causa o uso de superfície, mas relacionando o projecto com bom senso, os subscritores sublinham que "por muito que se goste do trabalho de Gonçalo Byrne" é difícil defender-se o projecto
»

Monday, April 02, 2007

Resposta ao atelier GB

Ex.mo Senhor

Muito obrigado pelo esclarecimento, que registamos e iremos publicar no blogue.

Aproveitamos a oportunidade para solicitar o envio de fotos do projecto definitivo, que TODOS ignoramos.

Iremos retirar as fotos do blogue, apesar de acharmos que são do domínio público, uma vez que constam de vários fora na Net, entre eles o de http://www.skyscrapercity.com/

Na expectativa de uma resposta, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero

Email recebido do Atelier GB:

Exmºs Senhores,

Agradecemos e estimamos o vosso interesse na renovação urbanística do concelho de Cascais, em geral, e no projecto do novo Complexo Estoril-Sol, do qual somos autores, em particular.

Reparamos, no entanto, que as imagens publicadas no vosso web-site não correspondem à versão final do projecto, aprovada pela Câmara Municipal de Cascais e actualmente em construção, mas sim a imagens de um estudo volumétrico preliminar que pouco tem a ver com o projecto final.

Em segunda instância nunca recebemos qualquer pedido de autorização para publicação das referidas imagens, sobre as quais temos direito de autor.

Sendo assim, não podemos aceitar que utilizem as referidas imagens no vosso site, pelo que agradecemos que sejam retiradas.

Com os melhores cumprimentos,

Rolf Heinemann, arq.º



GB-Arquitectos, Lda
Rua da Escola Politécnica , 285
1250-101 Lisboa - Portugal
T 21 382 79 53 / 21 380 41 90
F 21 382 79 55
E gbyrne2 @ mail.telepac.pt

Petição por um outro Estoril-Sol

Já está online:

AQUI!

Assine e divulgue!

Ainda vamos a tempo!

Sunday, April 01, 2007

Restaurantes de Cascais


Saiu no mês passado um artigo de um alto quadro da Vinalda a criticar a restauração de Cascais...Fez mal , não se criticam os nossos clientes. Mas deixe-me dizer-lhe uma coisa...quer comer peixe experimente os famosos restaurantes de Cascais da zona do Guincho, lota ou mesmo Boca do Inferno...alguns deles com recomendações do guia Michelin ...por exemplo...
E se houvesse um boicote à Vinalda ....aí se calhar a restauração passava debesta a bestial não...
Ahhh outra coisa deixe de comer aqui... se calhar foi isso que lhe fez mal...

Friday, March 30, 2007

Demolida a pala do Hotel Estoril-Sol


In Diário de Notícias (30/3/2007)
Carla Ventura
em Oeiras

«A emblemática pala do Hotel Estoril-Sol foi demolida ontem de manhã. O desmantelamento desta estrutura, que teve início às 10.35 e terminou passados cerca de 45 mi- nutos, começou pelo corte dos dois apoios frontais, seguindo-se o corte da junção com o edifício principal e a consequente queda da pala.

Já no chão, a pala começou por ser desbastada por baixo. O entulho resultante da demolição será posteriormente britado e acumulado no monte de detritos que vai servir de base às máquinas de longo alcance
. (...)»

Thursday, March 29, 2007

Demolição no Estoril-Sol afecta trânsito

In Público (29/3/2007)

«Os trabalhos de demolição em curso no Hotel Estoril-Sol, fronteiro à Estrada Nacional nº 6, vulgo estrada marginal, em Cascais, provocarão hoje um corte parcial naquela via de trânsito, entre as 10h e as 16h.
Segundo anunciou ontem o gabinete de relações públicas da Câmara Municipal de Cascais em comunicado, os trabalhos em curso para a demolição da pála de betão da entrada principal do hotel irão condicionar a normal circulação automóvel naquela muito movimentada artéria.
Assim, naquele período, e para criar condições de segurança aos automobilistas e operários enquanto decorrem os trabalhos de demolição da pála, a estrada será parcialmente cortada.
Mais concretamente, será suprimida uma faixa de rodagem no sentido Lisboa-Cascais

Tuesday, March 27, 2007

O novo Estoril-Sol, directamente de uma galáxia distante!

Como se não bastassem as sucessivas agressões de que tem sido alvo a Marginal ao longo das últimas décadas, designadamente no troço pertencente ao concelho de Cascais, designadamente as várias rotundas pato-bravescas, a anarquia junto à praia de Carcavelos, a «cidade A.Santo», na Parede; o esventramento do chalet da Condessa d'Edla, também na Parede; a proliferação de painéis publicitários de tudo e mais alguma coisa, o Hotel Eden, no Monte do Estoril; o Jumbo, o c.c. Titanix, ambos em Cascais, etc.; há agora uma ideia que alguns acham luminosa, outros tantos assinam de cruz sem saberem do que se trata, e muitos outros acham mal. Incluo-me nestes últimos. Demolir-se o Estoril-Sol com o argumento de que era um "mamarracho", pareceu-me uma ideia louvável, apesar de saber que irei ter saudades daquela pisicina, da decoração do hall de entrada e da pala exterior. Parceu-me louvável porque supus que quem de direito aproveitasse a ocasião para requalificar aquela parcela nobre à entrada da vila de Cascais. Nunca supus que a demolição do Estoril-Sol acarretasse negócio imobiliário com terrenos junto ao Casino do Estoril (em que se prevê mais estacionamento subterrâneo e mais empreendimentos). Nem que acarretasse transformação do público em privado. Muito menos que significasse a substituição de um "mamarracho" por algo "alienígena" como o projecto que o Arq. Byrne desenhou para o local e que agora nos querem meter à força pelos olhos adentro. Como a foto mostra, este projecto poderá ser excelente "pastiche" aos edifícios da Paris de La Défence, ou da margem sul do Tamisa, mas não dá para acreditar que seja o que iremos ter que conviver na nossa Cascais. Mais uma vez, o português não sabe copiar, porque não sabe contextualizar, nem tem memória. Pior, insiste em deixar para as gerações futuras o ónus de corrigir os erros do presente... tal como o Estoril-Sol o é agora. O pior, ainda, é ver-se que o Governo assina de cruz um plano de pormenor em regime simplificado, que servirá para contornar o PDM ... mas, curiosamente, um plano de pormenor que não autoriza este projecto em particular. Cascalenses, acordem!!

DNA Cascais com projectos de oito milhões

In Jornal de Notícias (27/3/2007)

«A DNA Cascais apresenta hoje os primeiros 12 projectos apoiados por esta agência para o empreendedorismo, num valor superior a oito milhões de euros e que, nos próximos três anos, vão criar 140 postos de trabalho (...)»

Friday, March 23, 2007

Notificação do ministro da Saúde: Maternidade de Cascais mantém-se no concelho até conclusão do novo hospital

Público/Lusa (23/3/2007)

«A maternidade de Cascais já não vai ser transferida temporariamente para o Hospital S. Francisco Xavier, como chegou a ser admitido pelo Governo, mantendo-se em funcionamento até à inauguração do novo hospital do concelho, anunciou o presidente da autarquia.

Na semana passada, a Câmara de Cascais apelara ao Governo para manter a maternidade no centro hospitalar do concelho, numa deliberação aprovada em reunião do executivo municipal que se pronunciava contra a transferência temporária desta valência para o Hospital S. Francisco Xavier, em Lisboa.

Hoje, o presidente da autarquia, António Capucho (PSD), anunciou ter recebido uma notificação do ministro da Saúde, Correia de Campos, em que o governante diz concordar com os "argumentos aduzidos na moção", nomeadamente quanto à "existência de mais inconvenientes que vantagens na utilização temporária do espaço do Hospital de S. Francisco Xavier".

Na opinião de António Capucho, a maternidade "é um equipamento que funciona bem e, com os três a quatro partos por dia de média anual, está no limite do número de partos mínimos imposto pelo ministério da Saúde".

O novo hospital, "nesta valência, vai abarcar os concelhos de Cascais e Sintra", revelou o autarca.

A câmara já iniciou as obras dos acessos ao novo hospital de Cascais, adiantando que para o terceiro trimestre deste ano está previsto o início dos trabalhos de construção do novo edifício, que deverá ficar pronto dentro de dois anos.

As extensões de saúde de S. João, a abrir em Abril; de Alcabideche, com abertura posterior; e de S. Domingos de Rana, cujas obras terminam em Maio, ainda não estão ao serviço da população "devido a questões burocráticas relacionadas com a complexidade do equipamento a adquirir", adiantou António Capucho.
»

Uma excelente notícia. Uma vitória do bom senso. Haja mais assim.

Exposição mostra 40 obras públicas. Edifício recuperado até 2008

In Jornal de Notícias (23/3/2007)

«Antigo armazém de munições, o Edifício 5 de Outubro, em Cascais, vai acolher a mostra dos cerca de 40 projectos e obras de promoção pública realizados neste século no concelho, no âmbito da I Trienal de Arquitectura de Lisboa 2007. A participação da Câmara no evento, entre Maio e Junho, foi ontem firmada com a assinatura de um protocolo.

O imóvel que irá funcionar como Pólo IV da Trienal - contíguo aos Paços do Concelho - será posteriormente alvo de uma intervenção de reabilitação urbana que o transformará no futuro Centro de Interpretação Urbana de Cascais (CIUC). As obras, realizadas de acordo com o projecto do arquitecto Pedro Pacheco, estão orçadas em cerca de um milhão de contos, verba já assegurada através das receitas municipais provenientes da concessão do jogo do Estoril, disse, ao JN, fonte camarária
. (...)»

Thursday, March 22, 2007

Comemorações do Dia Mundial do Teatro


Comércio urbano - uma "realidade futura"

A Câmara Municipal de Cascais e a Associação Empresarial do Concelho de Cascais (AECC), apresentaram no dia 14 de Março, a Agência para a promoção da Vila de Cascais (PROCASCAIS), num colóquio com o tema "Comércio Urbano: Apresentação de Uma Realidade Futura". (Fonte: Jornal da Região, 20 a 26 Mar)

Levantaram-se os argumentos do costume (e já muito estafados) para justificar a situação no centro da Vila de Cascais: pouca atractibilidade do "comércio de rua", a desertificação do centro e os "turistas a passearem com sacos das lojas dos chineses(!!!). Repetiu-se então, que isto se deve a: 1) o "apelo espectacular do Cascais Shopping"; 2) faltas de estacionamento, conforto, iluminação e espaços verdes nas ruas; 3) horários do comércio.

O "exemplo" da Baixa-Chiado (em Lisboa. Que levou cerca de 20 anos a mostar sinais de revitalização - desde o incêndio de 1988) veio "evidenciar" a importância das "Lojas Âncora" neste processo de animação do comércio (mas em Cascais já lá estão!!!... ou não?).

O vogal da AECC, sublinha que "a resolução dos problemas do dia-a-dia" só poderá ser efectuada com a participação dos comerciantes" ...Que participação? Como participar? E atrair outro tipo de comércio e produtos que não o desencanto e a banalidade dos produtos que são oferecidos lá? Um turista compra produtos de Lojas Âncora - espanholas - se os pode comprar em Espanha todos os dias com I.V.A. inferior? E o custo da aquisição de espaço comercial - a falta de apoio da banca e o negócio obsceno dos trespasses - custos que se têm de reflectir nos dos produtos?...o novo comércio irá instalar-se nos primeiros andares (de habitação) adquiridos com empréstimo individual para habitação?

Monday, March 19, 2007

Cascais ganha novo Centro de Informação Urbana


In Público (19/3/2007)

Informação adicional AQUI.

Friday, March 16, 2007

Carta aberta ao Senhor Ministro da Saúde

Ex.mo Senhor Ministro da Saúde,
Dr. Correia de Campos

Há exactamente um ano, e já nessa altura com o atraso de um ano, a Comissão de Avaliação das propostas de construção/exploração do novo Hospital de Cascais anunciava os Hospitais Privados de Portugal (HPP), consórcio constituído pela Caixa Geral de Depósitos e pela Teixeira Duarte, e a José Mello Saúde (Grupo Mello) como sendo os apurados para a fase seguinte, ou seja, a fase em que se daria uma negociação com os apurados com vista ao apuramento final, ao «vencedor» definitivo. Fase que se supunha ser breve.

No site dos HPP refere-se mesmo que « (...) o contrato de gestão do Hospital de Cascais envolve a gestão e exploração do actual Centro Hospitalar de Cascais e a concepção, construção, financiamento, conservação e exploração do novo Hospital de Cascais, situado em Alcabideche» e publica-se uma fotografia virtual (em anexo).

Mas passado novo ano, em Fevereiro de 2007, ou seja, passados dois anos e meio desde o despacho conjunto 554/2004 (DR 2ª Série nº 204 de 30/8) que aprovou as condições de lançamento da parceria público-privada relativa à construção e gestão do novo hospital de Cascais, incluindo o programa do respectivo concurso público internacional e o caderno de encargos ... Cascais continua sem saber quando é que arrancam as obras de construção.

Mais, muito recentemente, há cerca de 15 dias, a CMC avançou com as obras das acessibilidades ao hospital («virtual»!...), obras cujo investimento rondará os 7 M €, sendo previsível que envolvam melhoramentos nas faixas de rodagem da 3ª circular, nos acessos ao Pisão e ao Cabreiro, requalificação das redes de abastecimento de água e energia eléctrica, gás e telecomunicações. As obras em Alcabideche já começaram, mas o novo hospital, esse, não passa do papel!...

«No princípio era o verbo...», e talvez por essa fidelidade à bíblica mensagem, se tenha prometido 2009 como sendo o ano do novo hospital de Cascais. Só que, neste momento, já estamos a menos de dois anos dessa data-limite e nem sequer sabemos quem é o vencedor do concurso quanto mais vermos fisicamente o novo hospital!... Nesta altura, só sabemos uma coisa: que o Sr. Ministro da Saúde anunciou publicamente que faria, em Fevereiro de 2007, o anúncio do vencedor do concurso para a construção/exploração do novo hospital de Cascais. Até agora... nada!

Sabemos quanta preocupação terá o Sr. Ministro com outros assuntos como o fecho das urgências e dos serviços de obstetrícia por esse país fora; mas já estamos em Março de 2007, Sr. Ministro, e Cascais precisa, efectivamente, de um novo hospital!

Talvez o Sr. Ministro nunca tenha frequentado o velho, mas há milhares e milhares de pessoas que já o fizeram e que anseiam por uma nova unidade, moderna, bem situada e com acessos facilitados, e, sobretudo, real! Sem ser de... faz-de-conta!

Paulo Ferrero, José d'Encarnação, Eduardo Santini e Pedro Partidário

Thursday, March 15, 2007

Sai um mamarracho, entra um triplo mamarracho!


Demolição vai ocorrer de forma faseada. Hotel Estoril Sol começa a desaparecer na próxima semana

In Público/Lusa (15/3/2007)

«Os andares mais altos do hotel Estoril Sol, à entrada de Cascais, vão começar a ser demolidos na próxima semana, enquanto o resto do edifício será deitado abaixo com maquinaria pesada até Setembro. (...) Cada piso demorará dez dias a ser demolido, acrescentou. (...) "A implosão causava 120 toneladas de entulho que para retirar iria sobrecarregar muito o trânsito", sustentou.

Novo empreendimento arranca no final do ano

Entre Novembro e no final do ano, deverá começar a construção de um empreendimento, da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, que deverá demorar dois anos a ser construído. O empreendimento inclui um edifício de habitação, comércio e serviços de 15 pisos, com três torres de vidro ligadas.
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Agenda cultural


Aí está mais um exemplar da agenda cultural da Câmara Municipal de Cascais; sempre bem-vinda, claro.

Wednesday, March 14, 2007

Criticada proposta para fecho da maternidade

In Jornal de Notícias (14/3/2007)
Helena Simão
Lisa Soares

«Supressão do serviço por dois anos é considerada um "absurdo" pela autarquia

A Câmara de Cascais quer saber se o Ministério da Saúde tenciona encerrar, ainda que temporariamente, a maternidade do Centro Hospitalar (CHC), seguindo as indicações da comissão técnica. Numa deliberação aprovada unanimemente pelo Executivo, a autarquia apela ao Governo para que mantenha o serviço, uma vez que "estão garantidas todas as condições técnicas e os requisitos indispensáveis ao correcto funcionamento da unidade". O documento foi já enviado ao ministério de Correia de Campos, mas ainda não obteve resposta.

O "rumor" de que a actual maternidade poderia encerrar enquanto não fica pronto o futuro hospital, que incluirá esta valência, surgiu há cerca de duas semanas, através da CDU. A informação era a de que o serviço encerraria no concelho, sendo transferido para o Hospital S. Francisco Xavier, em Lisboa. Perante tal cenário, o gabinete do ministro da Saúde foi contactado e a informação desmentida
(...)»

Tuesday, March 13, 2007

Vem o Verão voltam os nossos «amigos»


Acredito que muita gente já viu estas mensagens nas paredes da nossa vila. Em muitas. Em tapumes, muros, etc...
Acredito também que já tenham visto um senhor que está «acampado» em pleno Cascais, rua Direita , Av. Valbom , entre outras..., e também que já tenham ouvido este cavalheiro a insultar as pessoas, a soltar os seus cães na praia repleta de gente, os cães a atacarem-se mutuamente e a atacar cães de pessoas que passeiam com os seus animais «trelados»...
Acontece que estes escritos só aparecem quando este senhor decide começar a sua época de férias na praia...
Aposto que este cavalheiro é o artista da parada....Toda a gente sabe e ninguém faz nada. Aceitam-se sugestões para resolver esta situação...depressa....porque o dia que os cães morderem alguém vamos ver de quem é a culpa....

Monday, March 12, 2007

Por favor, replantem os castanheiros que abateram!

Os castanheiros são árvores magníficas. E Cascais, especialmente na zona em volta do Museu do Mar (ex. R.Sacadura Cabral, etc.), tem algums exemplares espectaculares. Mas, por obra e graça desse argumento capcioso "exemplar em más condições fitossanitárias", muitos deles têm vindo a ser cortados rente, ficando decepados sem dó nem piedade. Aqui fica o alerta aos seviços dos espaços verdes da CMC: é preciso replantar as caldeiras em falta!!

Estacionamento anárquico em redor do «Jardim dos Passarinhos»


Ali no Monte do Estoril, rodeado de hotéis e de algumas moradias de belo recorte, existe um jardim a que não ia desde há muito tempo: chama-se Jardim Carlos Anjos. mas é mais conhecido por outro nome (como é da praxe em quase todos os jardins portugueses). Passei por ele neste fim de semana e quase que fui trucidado por carros em velocidade excessiva que entravam e saiam de todas as ruas e travessas que o cruzam. Mais, o estacionamento é verdadeiramente anárquico, feito em cima dos passeios, junto a portões de moradias, em sítios com indicação de estacionamento proibido e, pasme-se, em segunda fila. É tempo de pôr aquilo na ordem!

Foto: CMC

Novamente o Chalet Faial!

No seguimento deste post e daquele outro, volto a alertar: as portadas vão desaparecendo à velocidade do vento dos ... larápios! A decoração das varandas já desapareceu também. E o ferro forjado das vedações é um autêntico maná para os amigos do alheio!

Wednesday, March 07, 2007

Cascais desaparecida #9: Carrinhos de rolamentos


Na rua íngreme acima de minha casa, era vê-los aos magotes, pirralhos desbarrigados, cada qual com o seu carrinho feito de tábuas arrancadas a caixotes de madeira, alguns rolamentos mais ou menos gastos, e umas cordas para comandar a direcção. E era vê-los a descer a rua sem medo de levarem com algum carro pela frente, em sentido ascendente. Nunca andei, por medo e timidez, talvez. Tenho pena que já não haja nenhum sítio onde se possa brincar assim. Ou haverá?

(Foto cedida pela mão amiga da MAM)

Estacionamento junto à praia da Conceição

Email recebido de José Braz Mimoso:

«Não tendo acesso publicação de posts neste blog, levo à vossa consideração a possibilidade de publicação do seguinte:

Até se iniciarem as obras de demolição do Estoril-Sol era relativamente fácil aos utentes madrugadores do Paredão estacionarem os carros no parque grátis junto à entrada do parque Palmela aí pela 8 horas da manhã, fazerem a marcha mais ou menos acelerada, até à Azarujinha e às 9 e meia 10 menos um quarto irem às suas vidas.

Com o inicio da demolição do hotel e impedimento da quase totalidade do estacionamento referido esta prática tornou-se quase impossível.

Não seria de apelar à boa vontade da Câmara Municipal para que autorizasse o estacionamento gratuito junto ao palacete dos duques de Palmela até às 10 horas e assim facilitar a vida a quem, faça sol ou faça chuva, percorre diariamente o Paredão?

Desde já o meu obrigado

José Braz Mimoso
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Menos 45 comboios por dia a circular na Linha de Cascais

In Diário de Notícias (7/3/2007)
Leonor Matias

«A CP suprimiu a circulação de nove comboios por dia na linha de Cascais, correspondendo a menos 45 comboios nos dias úteis da semana. Os cortes, que a CP comunicou aos passageiros como sendo "temporários", devem-se à falta de material circulante. O DN apurou junto de fonte da ferroviária que, neste momento, se encontram fora de serviço seis unidades. E a paragem foi provocada por "motores queimados e falta de rodados". As composições aguardam reparação nas oficinas da EMEF, empresa de manutenção da CP, em Oeiras, e os trabalhos só deverão ficar concluídos entre finais deste ano e princípios de 2008. (...) »

Tuesday, March 06, 2007

Cascais desaparecida #8: Piscina do Estoril-Sol

Desde o passeio do lado de lá da Marginal, avista-se claramente o entulho nas traseiras do Estoril-Sol, decorrente da demolição da sua mítica piscina. Naquela, antes, muito antes de se tornar ex-libris de neo-políticos endinheirados, miúdos e graúdos se divertiram de forma inesquecível; uns, na piscina rectangular mais imponente do burgo, outros, chapinhando na piscina para crianças, lá mais acima. Do que me lembro, havia duas coisas imponentes naquela piscina: o trampolim que me parecia de arranha-céus, e uma sandwich club de arrasar com qualquer nutricionista. Entretanto, os mais ousados (incluí-me neles uma só vez, sem sucesso!) tentavam entrar na piscina sem pagar, invadindo o hotel a partir do túnel que dá acesso à praia, e furtando-se ao olhar distraído do guarda de serviço ... até ao dia em que puseram uma grade. Ponto final.

Goodie?


«Táxis de Londres promovem a região da Costa do Estoril», in Jornal Público (6/3/2007).

Monday, March 05, 2007

Areias e praias





O carregamento artificial de areia nas nossas praias, feito há dois anos, foi um sucesso que muito beneficiou os frequentadores das mesmas. Infelizmente este inverno tem sido duro no que ao mar diz respeito e temos várias praias muito descarnadas, o que é normal, já que o mar se encarrega de repôr a areia quando fizer bom tempo. Mas não toda! Com efeito, grande parte da areia colocada nas praias do Tamariz e das Moitas foi subindo e passando por cima dos molhes, indo criar novos areais onde antes só havia rocha, perdendo-se assim grande quantidade que fará falta no próximo Verão. Aqui a Câmara poderia dar uma ajuda a suster o fenómeno, se as máquinas que regularmente alizam o areal se munissem de uma pá articulada que empurrasse a areia dos molhes para o lado das praias. Será muito difícil?

18 milhões de euros para investir em Cascais

In Diário de Notícias (3/3/2007)
Isaltina Padrão
Diana Quintela (foto)

«Estão estrategicamente colocados um pouco por todo o concelho os out-doors que pretendem aliciar quem passa a contribuir para transformar "Cascais, num concelho empreendedor". Ao desafio, lançado pela autarquia através da DNA Cascais (uma empresa municipal criada há cerca de cinco meses), responderam vária pessoas - individuais ou colectivas -, tendo resultado na candidatura de 106 projectos.(...)»

Thursday, March 01, 2007

Sr. Ministro, já estamos em Março!


Deu-nos Fevereiro como data limite para o anúncio do vencedor do concurso público para o novo Hospital de Cascais. Já estamos em Março!

Foto: Maquete HPP (um dos dois finalistas...)

Estradas de Portugal anuncia que Variante à EN9 em Cascais abre na primeira quinzena de Março

In Público (1/3/2007)
Luís Filipe Sebastião

«Os graffiti já tomaram conta dos rails e das barreiras sonoras, mas a faixa de rodagem de parte da variante à EN9, na Abuxarda, continua vedada ao tráfego. A nova via, segundo adiantou ontem uma porta-voz da Estradas de Portugal, deverá abrir durante a primeira quinzena de Março. A Câmara de Cascais anunciou, em Julho de 2004, o lançamento do concurso público para a empreitada da variante à Estrada Nacional 9, na Abuxarda, a “muito aguardada via alternativa à Avenida de Sintra”. O novo troço, de apenas um quilómetro, visa melhorar as acessibilidades junto ao nó de Alcabideche da Auto-estrada de Cascais (A5). A autarquia, apesar da obra caber à Estradas de Portugal, previa a abertura “ainda durante” 2005. Os trabalhos, adjudicados por 2,654 milhões de euros (dos quais 1,327 milhões de comparticipação comunitária), só arrancaram em Novembro de 2005 e ficaram prontos em Julho do ano passado. Mas a detecção de problemas de instabilidade no solo levou a que apenas fosse aberta uma parte do troço do lado da A5. (...) Uma fonte camarária adiantou que o LNEC foi chamado a encontrar soluções para a instabilidade dos terrenos. O presidente da Junta de Freguesia de Alcabideche, Fernando Teixeira Lopes, lamentou que, “em qualquer obra, não se estudem antes os solos” e explicou que “um dos pilares do viaduto construído sobre a via”, que assegura a ligação da zona antiga e as novas urbanizações da Abuxarda, assenta sobre uma “loca” — área sem
capacidade para aguentar com cargas elevadas. (...)