Saturday, July 25, 2009

Reportar, ver, partilhar ou debater problemas do seu Município

Recebi este email que partilho:

Caro cidadão,

A partir de hoje, tem ao seu dispor a plataforma
autarquias.org.
Com o autarquias.org os cidadãos podem alertar os
municípios para as mais variadas situações, desde de Lixos na via pública,
postes de iluminação que não o funcionam, buracos na via pública,
equipamento danificado, problemas nos abastecimentos, ou outros tipos de
problemas, que muitas das vezes as Câmaras Municipais não tem
conhecimento.

Os cidadãos podem acompanhar as respostas das autarquias aos alertas
apresentados por outros cidadãos, como também participarem nesses mesmos
alertas adicionando comentários.

O autarquias.org permite também a criação de
debates por cidadãos que pretendem discutir assuntos que lhes pareçam
pertinentes com outros cidadãos e com o próprio município ou questionar a
autarquia sobre um assunto do interesse de todo o município, como também
a abertura de petições.
Participe neste projecto.
<http://autarquias.org>

Monday, July 20, 2009

Nova Cidadela de Cascais custa nove milhões

In Público (20/7/2009)

«A renovação do Palácio da Presidência, a requalificação da Fortaleza de Nossa Senhora da Luz e a construção de uma pousada são os projectos previstos para a Nova Cidadela de Cascais, que estarão concluídos em 2011.
Para o Palácio da Presidência da República está previsto um projecto de recuperação e musealização, que vai recuperar a residência oficial do Presidente da República e permitir a instalação do Museu das Ordens Honoríficas. Segundo Pedro Vaz, arquitecto do projecto, a obra de reabilitação do edifício consiste num "núcleo de museu da Presidência, aposentos de comitivas e um espaço que poderá ser visitado pelo público, além dos salões que servirão para receber eventos". A obra está a decorrer e deverá estar concluída em Julho de 2010. Lusa»

Friday, July 17, 2009

Bicicletas no paredão

Informo que por reunião ontem entre os "Amigos das Bicicletas no Paredão Estoril - Cascais", a "Associação dos Amigos do Paredão" e o Presidente da Câmara de Cascais foi decidido autorizar, a partir de Outubro, a circulação de bicicletas em horários especiais e diferenciados no Verão e Inverno.

Assim sendo, foi decidido que a partir de Outubro (15) será aberto o trânsito de bicicletas no Paredão da seguinte forma:


HORÁRIOS

Verão:
Proibido das 10h00 às 18h00 durante todos os dias
Permitido das 18h00 às 10h00 todos os dias (incluindo fins-de-semana)

Inverno:
Livre durante todos os dias da semana (todas as horas)
Proibido das 10h00 às 18h00 aos fins-de-semana
Permitido entre as 18h00 e as 10h00 aos fins-de-semana

SEGURANÇA
Criação de um corredor para o trânsito das bicicletas, ao longo do Paredão que irá dividir as zonas dos peões e bicicletas.

FISCALIZAÇÃO e SENSIBILIZAÇÃO
Forte fiscalização de infractores e sensibilização pelas autoridades para o uso regrado das bicicletas.

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Sou a favor do incentivo da utilização de bicicletas, meio que preferencialmente tento utilizar em detrimento do carro. Circular na Av Marginal é um perigo maior que utilizar um feery-boat nas Filipinas. Portanto, enquanto não se criarem ciclovias na Marginal, só resta a alternativa do paredão.
O horário tentou incentivar a utilização da bicicleta pelas pessoas que a utilizam para ir trabalhar, o que acho uma excelente idéia ! Quem a utiliza para ir às compras, terá de adaptar o seu horário.

Será uma decisão que não agradará a toda a gente, mas foi uma decisão salomónica.

A meu ver, neste momento, o maior entrave à circulação no paredão são as esplanadas que tomam conta do espaço e por vezes apenas deixam livre, para quem quer fazer exercício e deslocar-se, menos de 10% da largura disponível (Mte Estoril, Bolina e praias Palm Beach por exemplo). Existem zonas onde 2 transeuntes têm dificuldade em se cruzarem !
O mais ridiculo é que muitas estão a maior parte do tempo vazias ou quase vazias.

Monday, July 06, 2009

Para reflectir...

“Esta noite sonhei com o Mário Lino”
(de Miguel Sousa Tavares - Expresso - Segunda-feira, 29 de Jun de 2009 )

Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa.
Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis.
Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor. Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!

http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?sid=ex.sections/23491

Thursday, July 02, 2009

Será que os moradores de São João sabem?


Que estas árvores vão todas abaixo se for por diante a "prenda" que a CMC aprovou para ali?

Onde pára o aviso?
Onde pára o cartaz com a foto do que vai morrer e do que vai nascer?

Abençoada democracia!

Wednesday, July 01, 2009

300 voluntários inscritos para preservação do Parque

In Diário de Notícias (1/7/2009)
por Lusa Hoje

«O programa "Natura Observa", promovido pela agência municipal Cascais Natura, arranca hoje e já conta com 300 voluntários inscritos, dispostos a participar em acções de protecção da Natureza no Parque Natural de Sintra-Cascais.

De acordo com o presidente da Cascais Natura e vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, "a grande adesão ao programa demonstra o sucesso dos esforços no sentido de envolver as camadas mais jovens, consciencializando-as para a preservação dos recursos naturais do concelho, e para a importância do voluntariado."

O programa decorre no Parque Natural de Sintra-Cascais e funciona, também, como ocupação dos tempos livres, "orientado para a formação dos jovens em matérias de desenvolvimento sustentável e para a sua participação pública em acções de preservação, gestão e manutenção do meio ambiente".

Os participantes vão estar envolvidos em seis projectos, "todos eles com características distintas, mas complementares".

Um deles é o projecto Raposa, que visa a instalação de sinalética e monitorização de pequenas e grandes rotas no Parque, com o objectivo de manter os percursos pedestres e cicláveis registados para visitação.

Outro dos projectos é o Coruja, que pretende recuperar e manter o património arquitectónico, em área protegida, com o objectivo de preservar as infra-estruturas de interesse histórico e arquitectónico.

A terceira fase (Gaio) consiste num esquema de patrulhamento e monitorização de zonas florestais e matas nas encostas da Serra de Sintra voltadas a Sul, durante os meses de Verão, com o objectivo imediato de reforçar os meios de vigilância dos fogos.

A fase do Guarda-Rios trata-se de uma campanha de monitorização das linhas de água, em paralelo ao projecto Gaio, que abrange as treze principais ribeiras do concelho de Cascais, de forma a proteger as manchas de vegetação ripícula existentes ao longo das suas margens.

O projecto Javali, que consiste na execução de um conjunto de trabalhos florestais, como limpeza de matos e controlo de acácia, pretende reduzir o risco de incêndio e apoiar a regeneração da vegetação natural.

A última etapa passa pelo projecto Germina, que visa a identificação e beneficiação de núcleos de espécies vegetais autóctones do Parque Natural e consequente campanha de recolha de sementes que constituirão o material de propagação do Banco Genético Vegetal de Sintra-Cascais, criado para fornecer plantas destinadas a acções de plantação e recuperação da paisagem natural e promover uma floresta sustentável.

A iniciativa, que comemora este ano a sua terceira edição, é destinada a jovens voluntários, entre os 16 e 30 anos, que tenham a preocupação de preservar o ambiente.

As acções de voluntariado vão ser divididas por quinzenas, sendo que os interessados ainda se podem inscrever, num prazo máximo de cinco dias antes do início de cada fase, em www.cascaisnatura.org.

Além disso, será atribuída uma bolsa diária de 12 euros para suportar os custos de alimentação e ainda vão ser disponibilizados bilhetes para transportes públicos.»

Monday, June 29, 2009

Ordem de Trabalhos da Reunião Pública de Câmara, HOJE (15h), nos Paços do Concelho:

Aqui ficam os pontos que me parecem mais importantes:



3.2. Património:

3.2.1. Permuta de lotes de terreno entre o Município de Cascais e Fernando Gabriel Mendes Sampaio Ferreira de Sousa, com as áreas de 324 m2 e 375 m2, situados no Estoril e Bicesse, Freguesia do Estoril e Alcabideche, respectivamente, destinados a construção.
3.2.2. Cedência em direito de superfície à Fundação Victor Reis Morais – Pedido de Moratória do pagamento de renda.
3.2.3. Cedência gratuita ao Município de Cascais de duas parcelas de terreno com a área total de 4,38m2, situadas em Outeiro de Polima, Freguesia de S. Domingos de Rana, por Agostinho Antunes Ferreira e outros, destinadas a arruamentos.
3.2.4. Cedência gratuita ao Município de Cascais de duas parcelas de terreno com a área total de 28.925,20 m2, situadas nos limites do lugar da Torre, Freguesia de Cascais, por Santa Casa da Misericórdia de Cascais, destinadas a arruamentos, passeios, estacionamentos, espaços livres e construção.

4.Ordenamento e Planeamento Estratégico:
4.1. Alteração do Plano Director Municipal de Cascais – “Plano de Pormenor do Espaço de Reestruturação Urbanística da Quinta do Barão".
4.2. Compromissos Urbanísticos do Plano de Pormenor do Espaço de Estabelecimento Terciário do Arneiro.
5.Urbanismo:
5.1. Processo Nº:Spo-992/2009 - Nome: Município de Cascais - Local: Pampilheira-Cascais - Assunto: Alteração à operação de Loteamento nº 8 – junção dos Lotes 2 e 3, para equipamento.
5.2. Processo Nº:Spo-438/2009 - Nome: Girumar-Comercialização de Imóveis, S.A - Local: Mato dos Gaios - Livramento-Estoril - Assunto: Alteração ao Alvará de Loteamento nº 1420 – redistribuição das áreas entre os Lotes 1 ao 7.
5.3. Processo Nº: Spo – 56/2008 (Reqt.º Nº 2371/08, 5746/08, 148/09 E 949/09) - Nome: Ricardo Antunes Lourenço e Outros - Local: Tires – S. D. Rana - Assunto: Operação de Loteamento.
5.4. Processo Nº: E-Geral – 10579/2009 - Nome: Fundbox Sgfii, SA - Local: Aldeia de Juso – Cascais - Assunto: Lote 4 do Alvará de Loteamento Nº 943 (Alcatel).

7.Obras Municipais:
7.1. Construção da Via Circular Nascente a São João do Estoril – Troço entre o Bairro Social da Galiza e o Nó do Estoril ” - Obra N.º 4.11.4.02 - Revisão de preços definitiva - Valor: € 377,27 C/Iva a favor da CMC.

O PARECER QUE É

Eu já aqui tinha feito uma reflexão sobre o cimento, e a forma como o cimento se enquistou no nosso conceito de país moderno. Hoje venho aqui dar continuidade a essa reflexão. É que não sei se já repararam mas as obras estão aí em grande pujança desde o início do ano. Um pouco por toda a parte despeja-se alcatrão, remendam-se passeios, reorganizam-se rotundas. Tudo isto seria normal, e até apreciável, se fosse resultado de uma preocupação séria, por parte do executivo camarário, em melhorar o quotidiano dos seus munícipes. Mas a verdade é que este impulso de obras à pressa e em quantidade, é apenas mais um daqueles truques próprios do marketing político. Os parvos, que somos nós, são o alvo destas campanhas. Os parvos vão "comer com os olhos" e esquecer os últimos quatro anos. E quando forem às urnas escolherem o próximo presidente de câmara, vão levar no seu subconsciente o cheiro a alcatrão e o barulho da pedra de calçada a ser martelada. Na verdade, foi sempre assim. Na verdade, os parvos nunca deixaram de ser parvos. Precisamente porque essa ideia de "obra feita" revela-se como uma representação desse tal conceito de modernidade (e como nós gostamos de ser visceralmente modernos), resultando daí uma associação quase espontânea entre competência política e esta forma de fazer obras. Veja-se, a título de exemplo, o caso de Oeiras em que perante as suspeitas que recaem sobre Isaltino de Morais, os munícipes fazem uma espécie de absolvição política pelo pretexto da tal "obra feita". Aliás, esta encenação traduz-se num «parecer que é» precisamente para não mostrar o que realmente é, ou seja, uma autêntica treta. Enquanto não percebermos que isto está tudo armadilhado, e que este «parecer que é» não passa de uma mentira, então este espectáculo de marionetas vai continuar, e blogues como este vão continuar a lamentar os blooms de insensatez nos negócios entre o município e as empresas do cimento e do alcatrão.

Thursday, June 25, 2009

Praias "geração pitbull"


Ao fim de 4 idas à Praia da Conceição (uma vez que na da Duquesa e areia já foi...), e de assistir a múltiplas pegas entre o débil banheiro de serviço à concessionária da mesma e os variados espécimes chegadinhos não se sabe muito bem de onde, por causa ora de boladas por todo o lado, guarda-sóis colocados indevidamente (onde páram os cabos-mar?), os palavrões e as rixas por causa disto e daquilo; e por muito que goste de nadar no pacato "lago" em que a marina transformou aquelas águas, dei por encerrada a minha época balnear na praia do Prof. Marcelo.

No paga a pena.


P.S-Esta coisa só se resolveria se Cascais tomasse como bom o exemplo de mais de 30 anos de praias em Itália (da Ligúria à Sicília) onde as cadeiras-espreguiçadeiras pagas se estendem até à borda de água. Quem quer paga quem não quer vai para outro sítio, geralmente um recanto da praia. Se houver outra solução, força!




Foto

Wednesday, June 24, 2009

Casa Henrique Sommer.... finalmente?


Será que finalmente as obras vão ter inicio?
Sim! Pois o problema, segundo as "linguas", está resolvido.
Esperemos que as palmeiras não sejam destruidas e que tudo fique conforme a traça original.
Mas... Porque será que estas coisas coincidem com a proximidade das eleições?

Tuesday, June 23, 2009

«Eclipse total no Estoril» ... a construção de um monstro:










In Público (2/2007)





Fotos: MVP, PC, FB e JNB

Monday, June 22, 2009

Cascais quer reduzir "pegada ecológica", 18 por cento acima da média nacional

In Público (20/6/2009)


«Cascais possui uma "pegada ecológica" acima da média nacional, estimada em 5,2 hectares globais, a área necessária a cada pessoa para produzir o que consome e absorver os resíduos que produz. Esta avaliação, segundo o vice-presidente da autarquia, Carlos Carreiras, permitirá "antecipar medidas para proteger o ambiente e promover o desenvolvimento sustentável do concelho".
Um estudo realizado pela Agenda Cascais 21, em colaboração com o Centro de Estudos e Estratégias para a Sustentabilidade, calculou a "pegada ecológica" de Cascais com base em determinadas variáveis como alimentação, mobilidade e transportes, habitação, bens de consumo e serviços. A área abstracta (hectare global) apurada permite relacionar, numa mesma unidade, hectares com produtividade biológica diversa. No caso de Cascais, a "pegada" de 5,2 ha é superior em 18 por cento à média nacional (4,4 ha) e fica acima da média da União Europeia (4,7 ha). Estes valores ficam abaixo de cidades como Marin (EUA), com 10,9 ha; Vistoria (Austrália), com 8,1 ha, e Londres, com 6,63 ha.

"Se todos consumissem como os habitantes de Cascais, seriam precisos dois planetas e meio", comentou Carlos Carreiras, salientando que o estudo, elaborado em parceria com a Global Footprint Network, vai contribuir para a autarquia "planear a médio e longo prazo para que venha a ter uma pegada ecológica menor". De acordo com as várias "subpegadas" de Cascais, cada habitante precisa de 52 por cento de área para absorção do C02 que produz; 24 por cento de área agrícola, para a produção de alimentos; dez por cento de terrenos de pastoreio, para a alimentação animal; nove por cento para a produção piscícola; quatro por cento de floresta (para diversas actividades); e um por cento relacionado com a construção (impermeabilização do solo).
Uma fonte do gabinete municipal Agenda Cascais 21 adiantou que, perante os resultados actuais, será preciso "o equivalente a 79 vezes a área do município para satisfazer as necessidades" dos 187 mil habitantes de Cascais. Eugénio Sequeira, da Liga para a Protecção da Natureza, não estranhou que Cascais exiba "uma pegada ecológica elevada" e sublinhou que o cenário não é pior devido à extensa área concelhia no Parque Natural de Sintra-Cascais. O ambientalista, entre as várias medidas para atenuar os impactes, aconselhou a substituição da iluminação pública pela tecnologia de LED, o aumento de recolha de água da chuva, que deve ser usada para rega, o aproveitamento de espaços verdes para a produção hortícola, e a melhoria do sistema de transportes públicos, através da articulação dos diferentes modos e mais estacionamento junto ao caminho-de-ferro.
Almada também já calculou a sua "pegada ecológica", em 5,82 hectares por habitante, o que se traduziria na necessidade de "três planetas para sustentar" o modo de vida no município da margem sul do Tejo. Luís Filipe Sebastião»

...

Talvez seja por isso que a CMC permite os empreendimentos que lavram pela Quinta da Marinha, mais o tal de PP do Hotel Miramar, mais o abate das árvores na Quinta Montrose, mais os empreendimentos a poente do clube de golfe junto à auto-estrada, etc., etc. É tudo em prol de um desenvolvimento sustentável... O ridículo mata.

Monday, June 15, 2009

Festival do Gelado em Cascais não seria o mesmo sem a presença do Santini

In Público (14/6/2009)

«Manter a qualidade e seguir a primeira receita é o segredo de 60 anos dos gelados da antiga geladaria, apesar da anunciada expansão do negócio


A completar 60 anos, os gelados Santini continuam a ser uma referência em Cascais e, porque "o segredo é a alma do negócio", os responsáveis revelam apenas que a qualidade e a tradição são as razões do sucesso.
Quem passa em frente a um Santini não resiste a comprar um gelado, ainda que tenha de enfrentar vários minutos de espera na fila que, no fim, são compensados por breves minutos de prazer. Em copo ou em cone, morango, meloa, framboesa, limão, chocolate, café, noz, são alguns dos sabores mais procurados pelos admiradores do Santini, que não conseguem nomear um só sabor para dizer qual é o melhor.
"São todos maravilhosos. Se pudesse pedia um cone com dez bolas para escolher dez sabores", disse uma das clientes, citada pela agência Lusa. Para Eduardo Santini, responsável pela produção, "manter a qualidade e seguir a receita dos gelados como se faziam em 1949" são as razões do sucesso, além dos "produtos frescos e as matérias-primas da maior qualidade".
Considerando que são produtos para todas as classes, Eduardo Santini descarta a ideia de que os seus gelados são direccionados para as elites, sublinhando que o número de vendas não é a preocupação, mas sim manter o nome da família. Actualmente o Santini só existe em duas lojas no concelho de Cascais - São João do Estoril e Cascais -, mas Martim de Botton, responsável pela expansão, promete fazer crescer a marca com a mesma qualidade: "Para o ano vamos abrir uma nova loja em Lisboa e depois queremos entrar em outros sítios, mas sempre de uma forma controlada, para conseguirmos manter a qualidade".
Apesar de ter novos sócios, Eduardo Santini garante que continua a ser um negócio de família, "porque é aí que está o segredo", acrescentando que os novos sócios dedicam-se apenas à parte de expansão da marca e de crescimento. "A qualidade é exactamente igual e os produtos são exactamente os mesmos", acrescentou Martim de Botton, o novo sócio.
No seguimento da primeira edição do Festival do Gelado, este fim-de-semana na Cidadela de Cascais, os gelados Santini são uma presença obrigatória. "Era inconcebível fazer um Festival do Gelado sem a presença do Santini", evidenciou Susana, organizadora do evento. Além do Santini, estão presentes mais seis geladarias e vários ateliers que visam dar a conhecer às crianças a origem do gelado. O último dia do Festival do Gelado decorre hoje entre as 10h e as 22h, na Cidadela de Cascais, com acesso livre»

...


Só é pena que os preços dos gelados dos participantes não tenham sido abaixo dos preços correntes, uma vez que festa pressupõe isso mesmo, mas em relação ao Santini houve a possibilidade de saborear um magnífico novo sabor, de cereja, a custo zero por força da parceria com o Millennium, que tinha, aliás, um belo espaço (tal como o Santini, com muito bom gosto) e umas belas anfitriãs.

Em relação ao espaço da Cidadela, sempre que entrou ali fico com uma sensação esquisita já que não concebo aquele espaço como sendo privado. Será que não havia outra maneira de recuperar aquilo e de lhe dar um uso sem ser por via da privatização?

Linha de Cascais terá controlo de sinalização mais avançado do país

In Público (15/6/2009)
Carlos Cipriano

«Refer avança com investimentos na área da segurança que vão custar cerca de 45 milhões de euros. Obras deverão estar concluídas em 2014


A Rede Ferroviária Nacional (Refer) lançou um concurso público internacional para dotar a Linha de Cascais do sistema de controlo e comando de sinalização mais avançado de toda a rede ferroviária nacional. Trata-se do ERTMS (European Rail Traffic Management System), que garante a interoperacionalidade técnica dos comboios portugueses no espaço europeu.

O investimento, no valor de 45 milhões de euros, vai substituir todas as infra-estruturas de sinalização, controlo de velocidade e telecomunicações existentes naquela linha e deverá estar concluído em 2012, altura em que se prevê a entrada ao serviço dos novos comboios suburbanos entretanto adquiridos pela CP.
Este é o primeiro passo de um projecto de modernização que inclui a substituição integral da linha férrea. Como a última renovação de via foi realizada em 1975, torna-
-se agora necessário sanear a plataforma, isto é, levantar os carris e o balastro, retirar a terra que está por baixo e substituir tudo por um novo leito e uma nova superestrutura.
Esta obra, porém, ainda não foi adjudicada e só estará concluída em 2014, de acordo com o plano de actividades da Refer, que prevê gastar até 2016 mais de 160 milhões de euros na Linha de Cascais.
Privatização à vista?
O projecto está praticamente concluído desde 2006 e a empresa chegou a anunciar que as obras teriam início nesse mesmo ano, apontando-se então que a requalificação da linha estaria concluída em 2012. De acordo com esse calendário, a nova sinalização electrónica agora anunciada, teria sido implementada até 2008 e teria custado 33 milhões de euros (menos 12 milhões do que agora). Os trabalhos na via e a substituição das catenárias teriam lugar entre 2008 e 2012, mas agora a Refer prevê que os mesmos só venham a decorrer entre 2011 e 2014.
O que aconteceu então? O Governo decidiu travar o projecto, mantendo-
-o congelado nos últimos três anos e só agora decidiu avançar. Por óbvias razões financeiras, embora tal decisão nunca tenha sido publicamente assumida, ao contrário da modernização da Linha do Norte, que também foi parada, mas neste caso com a justificação de que o projecto deveria ser repensado tendo em conta o TGV (alta velocidade) entre Lisboa e Porto.
A situação de envelhecimento da Linha de Cascais tornou insustentável mais adiamentos, pelo que os primeiros concursos foram agora lançados. A par de sinalização, a Refer lançou um outro concurso para a remodelação das estações desta linha, por forma a dotá-las de maior conforto e segurança para os utilizadores da ferrovia.
A empresa diz ainda que pretende "conferir aos espaços de acolhimento dos passageiros da Linha de Cascais uma imagem singular, que permita a sua diferenciação relativamente às restantes estações e apeadeiros que integram a rede ferroviária nacional, nomeadamente com um design para a simbologia, sinalética e utilização de elementos cromáticos". Uma opção que pode significar a preparação desta linha para uma eventual privatização após as obras.
Em Junho de 2006, a Refer assegurava que a quadruplicação na Linha de Sintra, entre Queluz e Cacém, e da Linha da Cintura, entre Chelas e Braço de Prata, tinham as candidaturas ao Quatro Comunitário de Apoio concluídas e que as obras estariam concluídas em 2011. A estação do Cacém, construída de raiz, estaria concluída em 2008. Três anos depois, só recentemente foram iniciadas as obras para quadruplicar a via entre Barcarena e Cacém, cuja estação está longe de estar terminada. Na Linha da Cintura não começaram quaisquer obras e nem o plano de actividades da Refer tem previsto até 2011 qualquer investimento de vulto para quadruplicar o troço entre Chelas e Braço de Prata.»

Thursday, June 11, 2009

Demolidas últimas barracas do Bairro do Fim do Mundo

In Público (10/6/2009)
Inês Boaventura

«A Câmara Municipal de Cascais demoliu ontem as últimas barracas do Bairro do Fim do Mundo, na freguesia do Estoril, onde chegaram a morar mais de 600 pessoas. A demolição, que gerou o protesto de alguns moradores, vai permitir a renaturalização deste espaço da Reserva Ecológica Nacional.
Em comunicado, a autarquia sublinhou ter criado "as condições necessárias para erradicar este foco de pobreza e degradação", que surgiu no fim da década de 1970 e teve "uma franca expansão" na década seguinte. Segundo um recenseamento realizado em 1993, o Bairro do Fim do Mundo tinha na altura 141 barracas, nas quais moravam 619 pessoas de 278 agregados familiares.
Ontem foram demolidas as últimas habitações depois de, segundo a Câmara de Cascais, terem sido realojadas "as últimas 14 famílias recenseadas no âmbito do Programa Especial de Realojamento", instrumento ao abrigo do qual foram realojados 280 agregados familiares ao longo de 16 anos. No comunicado acrescenta-se que, "após a limpeza do entulho resultante destas demolições, o espaço irá ser beneficiado pela implementação de um projecto de renaturalização, a levar a cabo pela Agência Municipal Cascais Natura", que permitirá "a devolução do Pinhal de Santa Rita à população".
Durante a manhã de ontem, alguns habitantes protestaram contra a acção do município e a não apresentação de soluções para o seu realojamento. Armandinho Sá, da comissão de moradores, disse à Lusa que se vivia um "ambiente calmo", empunhando os contestatários cartazes onde se lia "as pessoas não têm alternativas". Armandinho Sá disse que a população se tem manifestado a favor da destruição das barracas, embora reclame alternativas de habitação. As demolições foram acompanhadas pela PSP e Polícia Municipal. »

Friday, June 05, 2009

Requalificação da Avenida Sabóia no Monte Estoril

Imprensa Cascais:

«Requalificação da Avenida Sabóia no Monte Estoril


Cortes de trânsito antecipados.

Estão a decorrer em ritmo acelerado os trabalhos de requalificação da Avenida Sabóia no Monte Estoril, de tal modo que foi possível antecipar a conclusão na frente de trabalho designada por Zona 2A, no troço da Avenida Sabóia frente ao Hotel Éden.

A obra avança já para a fase seguinte, no troço da Avenida de Sabóia | Jardim dos Passarinhos, entre a Rua D. Manuel de Mello e a Rua de Belmonte, pelo que os cortes de trânsito previstos foram igualmente antecipados.

Assim, a partir das 8h00 de dia 05/06/2009 encontrar-se-á implementado o novo Plano de Corte de Trânsito e Sinalização Temporária – Zona 3, em função do corte e desvios de trânsito impostos pelas obras no troço referido.

De referir que foi implementado dia 03 de Junho com a ScottUrb o novo circuito para os autocarros e está já em funcionamento a sinalização provisória relativa a esta fase dos trabalhos.

Até dia 28 de Junho, vai funcionar o Parque de Estacionamento de Táxis Zona 3, uma estrutura provisória com capacidade para 10 viaturas»

Thursday, June 04, 2009

Estoril premiado na Alemanha. IMEX 2009 elogia Destino Verde

In LCM

«O Estoril foi distinguido, com dois galardões, numa das mais importantes feiras mundiais dedicada ao Turismo de Negócios, a IMEX 2009, realizada em Frankfurt, confirmando o reconhecimento generalizado do trabalho levado a cabo em prol do desenvolvimento sustentável.
O Centro de Congressos do Estoril (CCE) recebeu o prémio “Equipamento Ambientalmente Sustentado”, o de maior prestígio atribuído neste certame – visitado por mais de 8.700 profissionais -, ao qual concorria a par de congéneres do Mónaco e da Suíça.
O estudante português Miguel Neves foi agraciado, no Fórum dos Futuros Líderes, com o prémio “Meetings Planners International” (MPI), uma distinção que visa reconhecer o elevado valor estratégico e organizacional que caracterizam o projecto para a realização de um evento sustentável no CCE.
A participação do Estoril na edição deste ano da IMEX - efectuada de 26 a 28 de Maio, em Messe, Frankfurt, na qual participaram 3.500 expositores de 150 países - teve por objectivo captar um maior número de eventos para o destino.
No âmbito da sua política interna de desenvolvimento sustentável, o Estoril definiu, no início de 2007, o “Plano Estratégico Green Destination 2010”, que visa a reestruturação do CCE.
Neste contexto, o CCE foi reconhecido, já este ano, pela Green Globe International como um “Green Venue”, tornando-se no primeiro centro europeu com certificação ambiental.
O CCE é um equipamento de referência a nível mundial que complementa e confirma a já longa tradição da Costa do Estoril como destino de eleição para acolhimento e organização de seminários, conferências e outras reuniões, reflectindo uma nova visão transversal e sustentavelmente responsável de todos os sectores do mundo empresarial.
De referir, ainda, que o Turismo de Negócios é um dos dez produtos estratégicos do Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT).»

Monday, June 01, 2009

Chegado por e-mail:


«Boa tarde,e parabens pelo seu blogue!

Sendo um utente diário da linha de Cascais,tenho notado algumas defeciencias nos acessos á estação de Cascais pelo que,e mesmo não tendo qualquer conhecimento de urbanismo ou mobilidade,tentei criar um esquiço de uma ideia que já tinha á algum tempo em relação aos acessos a esta estação e gostaria portanto de partilhar com os Cascalenses esta ideia.

Envio em anexo o esquiço e a explicação do projecto para vossa apreciação.
Agradecia desde já o Anonimato.
Com os meus melhores cumprimentos»

Sugestão para melhoramentos de acessos inferiores á estação de Cascais

o Acessos á estação a partir da Avenida de Sintra-Quem vier a pé ou de autocarro poderá utilizar um novo túnel de acesso directo aos apeadeiros da estação,ao parque de estacionamento,e á alameda Duquesa de Palmela evitando o atravessamento de duas avenidas.Para isso teria que ser criado um pequeno terminal rodoviário para alargamento do passeio com acessos a partir de escada ou elevador ao novo túnel.Quem vier da avenida e pretender seguir até ao actual terminal rodoviário poderá faze-lo através de uma nova ligação ao actual túnel vermelho expandindo-o até a avenida D.Pedro I.
o Acessos á estação a partir da avenida 25 de Abril-Quem se encontrar do lado oposto á estação poderá utilizar um túnel alternativo que atravessa a parte inferior da avenida através de rampa evitando o tempo de espera actual para a atravessar retirando opcionalmente os sinais luminosos para um melhor escoamento do transito, criando assim um acesso directo á estação a partir desse novo túnel até á já existente entrada para a gare,evitando ter que utilizar o já actual acesso ao túnel vermelho do terminal rodoviário em que o mesmo tem de ser feito através de escadas não só prejudicando os utentes de mobilidade condicionada como também os que pretendem chegar rapidamente á estação a partir da avenida.O túnel vermelho continua a exercer a mesma função (acessos de quem chega do terminal rodoviário até á estação)criando também uma rampa de acesso ao exterior próximo á entrada do centro comercial Cascaisvilla.»