
Sunday, April 26, 2009
Ponto negro

A última rotunda da Av. D. Nuno Álvares Pereira, Estoril, de quem desce vindo da auto-estrada, é palco de despistes e colisões com enorme frequência. Aos sábados à noite o prédio que se vê na foto já foi alvo de três colisões no espaço de um ano. A última, que ocorreu ontem, foi quinze dias depois de o muro ser reconstruido após outra colisão! Note-se que, de cada vez que há um embate destes, os contadores de gás do prédio são todos arrancados... Obviamente que é preciso assinalar e iluminar melhor o local, para além de medidas de redução de velocidade.
Cem metros mais abaixo e em sentido contrário, também aos sábados à noite, há inúmeros despistes de carros que fazem a curva em excesso de velocidade e se espetam no passeio, fazendo em seguida várias carambolas, batendo em carros e árvores que estão por perto. Ou melhor, estavam; a Câmara de Cascais eliminou agora os três canteiros e desistiu de ali ter árvores.
Tuesday, April 21, 2009
Detidos quando furtavam 20 mil euros de óculos em Cascais
In Público (21/4/2009)
«A PSP deteve em flagrante delito três homens que furtavam dezenas de óculos no interior de uma loja na Baixa de Cascais, disse ontem à Lusa fonte policial.
Os três homens arrombaram a porta do estabelecimento comercial, durante a madrugada de domingo, e foram "detidos quando saíam do interior do estabelecimento, com várias caixas de óculos nas mãos", explicou a mesma fonte. Aos três assaltantes, com idade de 20 anos, foram recuperadas dezenas de óculos no valor de 20 mil euros, de acordo com a mesma fonte.
A detenção do grupo e a recuperação dos bens furtados ocorreu quando uma equipa de intervenção rápida da PSP efectuava uma patrulha de rotina na Avenida 25 de Abril, em Cascais. Os três assaltantes foram apresentados na tarde de ontem a um juiz do Tribunal de Cascais.»
«A PSP deteve em flagrante delito três homens que furtavam dezenas de óculos no interior de uma loja na Baixa de Cascais, disse ontem à Lusa fonte policial.
Os três homens arrombaram a porta do estabelecimento comercial, durante a madrugada de domingo, e foram "detidos quando saíam do interior do estabelecimento, com várias caixas de óculos nas mãos", explicou a mesma fonte. Aos três assaltantes, com idade de 20 anos, foram recuperadas dezenas de óculos no valor de 20 mil euros, de acordo com a mesma fonte.
A detenção do grupo e a recuperação dos bens furtados ocorreu quando uma equipa de intervenção rápida da PSP efectuava uma patrulha de rotina na Avenida 25 de Abril, em Cascais. Os três assaltantes foram apresentados na tarde de ontem a um juiz do Tribunal de Cascais.»
Alcançados no Estoril suspeitos de assalto em Cascais
In Público (21/4/2009)
«A A PSP anunciou ontem que deteve um grupo de quatro indivíduos suspeitos de roubo com ameaça física no interior de um comboio da CP da linha de Cascais, disse à Lusa fonte da corporação.
Os quatro presumíveis assaltantes, com idades compreendidas entre os 16 e os 20 anos, terão ameaçado fisicamente um dos passageiros da composição, a quem terão roubado a carteira com documentos e dinheiro, de acordo com a polícia. O grupo actuou no interior de uma carruagem de comboio, que estava parada na estação de Cascais, e fugiu depois a pé pelo paredão, junto ao mar, e em direcção ao Estoril. A PSP cercou todos os acessos da zona, tendo detido pouco depois os suspeitos e recuperado todos os bens roubados. O grupo foi ontem interrogado no Tribunal de Cascais.
Foi também detido, no sábado, por volta das 13h30, um dos presumíveis assaltantes de um homem que se encontrava na praça de táxis do Cais do Sodré. A vítima, de 28 anos, foi agredida fisicamente por dois homens, tendo-lhe sido furtado um telemóvel e a carteira.
Em acção concertada com a PSP foi combinado encontro com um dos presumíveis assaltantes através do telemóvel alegadamente furtado para restituição dos bens a troco de 100 euros. No local combinado, os agentes da PSP procederam à detenção de um dos presumíveis assaltantes, que foi ontem conduzido a tribunal. »
«A A PSP anunciou ontem que deteve um grupo de quatro indivíduos suspeitos de roubo com ameaça física no interior de um comboio da CP da linha de Cascais, disse à Lusa fonte da corporação.
Os quatro presumíveis assaltantes, com idades compreendidas entre os 16 e os 20 anos, terão ameaçado fisicamente um dos passageiros da composição, a quem terão roubado a carteira com documentos e dinheiro, de acordo com a polícia. O grupo actuou no interior de uma carruagem de comboio, que estava parada na estação de Cascais, e fugiu depois a pé pelo paredão, junto ao mar, e em direcção ao Estoril. A PSP cercou todos os acessos da zona, tendo detido pouco depois os suspeitos e recuperado todos os bens roubados. O grupo foi ontem interrogado no Tribunal de Cascais.
Foi também detido, no sábado, por volta das 13h30, um dos presumíveis assaltantes de um homem que se encontrava na praça de táxis do Cais do Sodré. A vítima, de 28 anos, foi agredida fisicamente por dois homens, tendo-lhe sido furtado um telemóvel e a carteira.
Em acção concertada com a PSP foi combinado encontro com um dos presumíveis assaltantes através do telemóvel alegadamente furtado para restituição dos bens a troco de 100 euros. No local combinado, os agentes da PSP procederam à detenção de um dos presumíveis assaltantes, que foi ontem conduzido a tribunal. »
Friday, April 17, 2009
Mais de 20 moradores deslocados para hotel devido a incêndio em cabos de electricidade
In Sol Online (17/4/2009)
«Vinte e dois moradores de dois prédios em Matarraque, Cascais, tiveram de passar a noite num hotel após um incêndio em cabos subterrâneos da EDP, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Lisboa
O incêndio subterrâneo «na derivação do ramal da EDP» motivado pelo «sobreaquecimento dos cabos» fez um ferido ligeiro, que foi assistido no hospital de Cascais, sendo que outra pessoa teve de ser assistida no local, também devido à inalação de fumo.
A mesma fonte adiantou à Lusa que 22 moradores dos prédios números 9 e 13 tiveram de ser deslocados para um hotel.
As autoridades desligaram o fornecimento de gás aos dois prédios e às 7h30, ainda se encontravam no local funcionários da EDP, Digal e PSP, referiu a fonte.
Fonte da PSP adiantou à Lusa que inicialmente as autoridades suspeitaram de uma fuga de gás, tendo criado um perímetro de segurança.
Lusa / SOL»
«Vinte e dois moradores de dois prédios em Matarraque, Cascais, tiveram de passar a noite num hotel após um incêndio em cabos subterrâneos da EDP, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Lisboa
O incêndio subterrâneo «na derivação do ramal da EDP» motivado pelo «sobreaquecimento dos cabos» fez um ferido ligeiro, que foi assistido no hospital de Cascais, sendo que outra pessoa teve de ser assistida no local, também devido à inalação de fumo.
A mesma fonte adiantou à Lusa que 22 moradores dos prédios números 9 e 13 tiveram de ser deslocados para um hotel.
As autoridades desligaram o fornecimento de gás aos dois prédios e às 7h30, ainda se encontravam no local funcionários da EDP, Digal e PSP, referiu a fonte.
Fonte da PSP adiantou à Lusa que inicialmente as autoridades suspeitaram de uma fuga de gás, tendo criado um perímetro de segurança.
Lusa / SOL»
Thursday, April 16, 2009
Cascais Assinala Dia Internacional dos Monumentos e Sítios
«Visita guiada às Grutas do Poço Velho
– 18 de Abril | 15h00 | Largo das Grutas –
No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que se assinala a 18 de Abril, a Câmara Municipal de Cascais promove, às 15h00 deste dia, uma visita guiada às Grutas do Poço Velho, situadas no centro da Vila. A visita será complementada com o lançamento da monografia “As Ocupações Pré-Históricas das Furnas do Poço Velho”, da autoria do Prof. Victor Gonçalves.
Guiada e orientada por técnicos especializados, a visita às grutas do Poço Velho constitui um ponto de partida para a (re)descoberta deste importante património. A viagem prossegue até ao antigo muro de sustentação do leito da Ribeira das Vinhas, junto do qual será colocada uma placa alusiva. Este muro foi recentemente identificado no âmbito do acompanhamento arqueológico da implantação das RSU’s – Ilhas Ecológicas da Empresa Municipal de Ambiente de Cascais - EMAC.
Os participantes nesta iniciativa são ainda convidados a deslocar-se até ao Museu Condes de Castro Guimarães, onde irá ter lugar, às 16h00, o lançamento da monografia “As Ocupações Pré-Históricas das Furnas do Poço Velho” pelo seu autor, que levará depois os presentes a percorrer a exposição “Cascais, Terceiro Milénio Antes da Nossa Era”, patente na nova Sala de Arqueologia do Museu.
Breve descrição das Grutas de Poço Velho |
As grutas do Poço Velho situam-se na margem direita da ribeira das Vinhas, a cerca de 500 m da respectiva desembocadura, em plena vila de Cascais. Nos sedimentos que preenchiam o seu interior foram detectados (no final do século XIX) vestígios arqueológicos de período paleolítico, neolítico e calcolítico. A principal ocupação detectada é de época neolítica e calcolítica e refere-se à utilização da cavidade como necrópole, tendo fornecido um rico espólio, uma parte do qual pode ser visto na exposição patente na nova Sala de Arqueologia do Museu Condes de Castro Guimarães.
Muro de sustentação do leito da Ribeira das Vinhas | foi identificado no decorrer do acompanhamento arqueológico da obra de instalação de RSU's (Ilhas Ecológicas) pela EMAC, em Novembro de 2008. Esta estrutura terá, em princípio, cronologia contemporânea (podendo remontar ao final do século XVIII, início do século XIX). Durante a intervenção arqueológica foram escutados pelos nossos técnicos diversos testemunhos de cascalenses, que se recordam da Ribeira das Vinhas correr a “céu aberto”, delimitada por muros (que sustinham o seu leito), em época anterior ao seu encanamento e aterro (2º quartel do século XX).
Este muro tem por isso a característica de ser "elemento patrimonial vivo" que se conserva actualmente em depósito arqueológico. A colocação da placa explicativa permite que a população compreenda e interprete devidamente este desenho no passeio público.
PROGRAMA |
* 15h00 - Visita às grutas de Poço Velho, orientada pelo Prof. Doutor Victor S. Gonçalves e Drª Jacinta Bugalhão.
* 15h20 - Descerramento da placa explicativa, identificando a simulação na calçada do muro de sustentação do leito da Ribeira das Vinhas, identificada e intervencionada no âmbito do acompanhamento arqueológico da implantação das "RSU´s - Ilhas Ecológicas" da EMAC. Intervenção da responsável, Dra. Patrícia Gouveia.
* 16h00 - Apresentação do livro “As Ocupações Pré-Históricas das Furnas do Poço Velho (Cascais)”, do Prof. Doutor Victor Gonçalves, no Museu Condes de Castro Guimarães.
* 16H30 – Breve visita à exposição "Cascais, terceiro milénio antes da nossa era", orientada pelo Prof. Doutor Victor S. Gonçalves.»
– 18 de Abril | 15h00 | Largo das Grutas –
No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que se assinala a 18 de Abril, a Câmara Municipal de Cascais promove, às 15h00 deste dia, uma visita guiada às Grutas do Poço Velho, situadas no centro da Vila. A visita será complementada com o lançamento da monografia “As Ocupações Pré-Históricas das Furnas do Poço Velho”, da autoria do Prof. Victor Gonçalves.
Guiada e orientada por técnicos especializados, a visita às grutas do Poço Velho constitui um ponto de partida para a (re)descoberta deste importante património. A viagem prossegue até ao antigo muro de sustentação do leito da Ribeira das Vinhas, junto do qual será colocada uma placa alusiva. Este muro foi recentemente identificado no âmbito do acompanhamento arqueológico da implantação das RSU’s – Ilhas Ecológicas da Empresa Municipal de Ambiente de Cascais - EMAC.
Os participantes nesta iniciativa são ainda convidados a deslocar-se até ao Museu Condes de Castro Guimarães, onde irá ter lugar, às 16h00, o lançamento da monografia “As Ocupações Pré-Históricas das Furnas do Poço Velho” pelo seu autor, que levará depois os presentes a percorrer a exposição “Cascais, Terceiro Milénio Antes da Nossa Era”, patente na nova Sala de Arqueologia do Museu.
Breve descrição das Grutas de Poço Velho |
As grutas do Poço Velho situam-se na margem direita da ribeira das Vinhas, a cerca de 500 m da respectiva desembocadura, em plena vila de Cascais. Nos sedimentos que preenchiam o seu interior foram detectados (no final do século XIX) vestígios arqueológicos de período paleolítico, neolítico e calcolítico. A principal ocupação detectada é de época neolítica e calcolítica e refere-se à utilização da cavidade como necrópole, tendo fornecido um rico espólio, uma parte do qual pode ser visto na exposição patente na nova Sala de Arqueologia do Museu Condes de Castro Guimarães.
Muro de sustentação do leito da Ribeira das Vinhas | foi identificado no decorrer do acompanhamento arqueológico da obra de instalação de RSU's (Ilhas Ecológicas) pela EMAC, em Novembro de 2008. Esta estrutura terá, em princípio, cronologia contemporânea (podendo remontar ao final do século XVIII, início do século XIX). Durante a intervenção arqueológica foram escutados pelos nossos técnicos diversos testemunhos de cascalenses, que se recordam da Ribeira das Vinhas correr a “céu aberto”, delimitada por muros (que sustinham o seu leito), em época anterior ao seu encanamento e aterro (2º quartel do século XX).
Este muro tem por isso a característica de ser "elemento patrimonial vivo" que se conserva actualmente em depósito arqueológico. A colocação da placa explicativa permite que a população compreenda e interprete devidamente este desenho no passeio público.
PROGRAMA |
* 15h00 - Visita às grutas de Poço Velho, orientada pelo Prof. Doutor Victor S. Gonçalves e Drª Jacinta Bugalhão.
* 15h20 - Descerramento da placa explicativa, identificando a simulação na calçada do muro de sustentação do leito da Ribeira das Vinhas, identificada e intervencionada no âmbito do acompanhamento arqueológico da implantação das "RSU´s - Ilhas Ecológicas" da EMAC. Intervenção da responsável, Dra. Patrícia Gouveia.
* 16h00 - Apresentação do livro “As Ocupações Pré-Históricas das Furnas do Poço Velho (Cascais)”, do Prof. Doutor Victor Gonçalves, no Museu Condes de Castro Guimarães.
* 16H30 – Breve visita à exposição "Cascais, terceiro milénio antes da nossa era", orientada pelo Prof. Doutor Victor S. Gonçalves.»
Monday, April 13, 2009
Câmara requalifica parque escolar da Galiza
In Imprensa Cascais
«REQUALIFICAÇÃO DA ESCOLA E.B 2.3 DA GALIZA - PAVILHÃO, REFEITÓRIO, SALA DE ALUNOS E INSTALAÇÕES DESPORTIVAS EXTERIORES -
O Presidente da Câmara Municipal de Cascais, António d'Orey Capucho inaugura oficialmente as novas instalações da Escola EB.2.3 da Galiza, na próxima terça-feira, dia 14 de Abril, às 11h00.
Substituindo o antigo edifício esta moderna infra-estrutura vem permitir melhores condições para a prática desportiva, serviço de refeitório e cozinha proporcionando ainda um conjunto de novas salas de apoio.
Com exigentes padrões de qualidade, indispensáveis ao bom desempenho da disciplina de Educação Física o novo pavilhão desportivo tem as dimensões de 28,00m x 16,00m, permitindo a prática de diversas modalidades desportivas, dispondo ainda balneários/vestiários, instalações sanitárias para os alunos e arrecadação de apoio à actividade desportiva.
Na outra ala deste edifício, instalou-se o refeitório, a cozinha e demais zonas de serviço, com todas as condições, em espaço e equipamento, para o serviço de refeições à população escolar.
No Piso 1, foi instalada a nova sala e bar de alunos, papelaria e instalações sanitárias. Ainda neste piso, na ala do pavilhão, encontra-se a sala auditório, a sala de trabalho e vestiários/balneários para professores.
No exterior, na área a nascente do pavilhão, foi construído um Campo Desportivo com as dimensões de 42,00m x 27,00m, com iluminação artificial, apto para a prática de jogos de várias modalidades, bem como, uma zona com corredor de velocidade e salto em comprimento.
À semelhança das outras instalações desportivas escolares do concelho, onde a Câmara Municipal de Cascais tem participado na construção e/ou beneficiação, será possível após o horário escolar o acesso aos espaços desportivos por parte da comunidade, designadamente através de associações e clubes desportivos.
Esta requalificação surge após o acordo de colaboração entre a Câmara Municipal de Cascais e a Direcção Regional de Educação de Lisboa, num investimento global de €1,3 milhões.»
Texto editado
«REQUALIFICAÇÃO DA ESCOLA E.B 2.3 DA GALIZA - PAVILHÃO, REFEITÓRIO, SALA DE ALUNOS E INSTALAÇÕES DESPORTIVAS EXTERIORES -
O Presidente da Câmara Municipal de Cascais, António d'Orey Capucho inaugura oficialmente as novas instalações da Escola EB.2.3 da Galiza, na próxima terça-feira, dia 14 de Abril, às 11h00.
Substituindo o antigo edifício esta moderna infra-estrutura vem permitir melhores condições para a prática desportiva, serviço de refeitório e cozinha proporcionando ainda um conjunto de novas salas de apoio.
Com exigentes padrões de qualidade, indispensáveis ao bom desempenho da disciplina de Educação Física o novo pavilhão desportivo tem as dimensões de 28,00m x 16,00m, permitindo a prática de diversas modalidades desportivas, dispondo ainda balneários/vestiários, instalações sanitárias para os alunos e arrecadação de apoio à actividade desportiva.
Na outra ala deste edifício, instalou-se o refeitório, a cozinha e demais zonas de serviço, com todas as condições, em espaço e equipamento, para o serviço de refeições à população escolar.
No Piso 1, foi instalada a nova sala e bar de alunos, papelaria e instalações sanitárias. Ainda neste piso, na ala do pavilhão, encontra-se a sala auditório, a sala de trabalho e vestiários/balneários para professores.
No exterior, na área a nascente do pavilhão, foi construído um Campo Desportivo com as dimensões de 42,00m x 27,00m, com iluminação artificial, apto para a prática de jogos de várias modalidades, bem como, uma zona com corredor de velocidade e salto em comprimento.
À semelhança das outras instalações desportivas escolares do concelho, onde a Câmara Municipal de Cascais tem participado na construção e/ou beneficiação, será possível após o horário escolar o acesso aos espaços desportivos por parte da comunidade, designadamente através de associações e clubes desportivos.
Esta requalificação surge após o acordo de colaboração entre a Câmara Municipal de Cascais e a Direcção Regional de Educação de Lisboa, num investimento global de €1,3 milhões.»
Texto editado
Saturday, April 11, 2009
Thursday, April 09, 2009
Passeio D. Maria Pia
Wednesday, April 08, 2009
O candeeiro
Assembleia Municipal aprovou PP Qtª do Barão
In Público (8/4/2009)
«A Assembleia Municipal de Cascais aprovou, segunda-feira à noite, a versão final do Plano de Pormenor do Espaço de Reestruturação Urbanística da Quinta do Barão, em Carcavelos, onde nascerá o Museu da Vinha e do Vinho. O documento, que já recebeu o parecer positivo da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, foi aprovado por maioria com os votos da maioria PSD/CDS-PP e do PS, a abstenção da CDU e os votos contra dos deputados bloquistas. A reestruturação da Quinta do Barão, área com 17 hectares a nordeste do centro histórico de Carcavelos, implicará um investimento público de cerca de 3,511 milhões de euros.»
«A Assembleia Municipal de Cascais aprovou, segunda-feira à noite, a versão final do Plano de Pormenor do Espaço de Reestruturação Urbanística da Quinta do Barão, em Carcavelos, onde nascerá o Museu da Vinha e do Vinho. O documento, que já recebeu o parecer positivo da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, foi aprovado por maioria com os votos da maioria PSD/CDS-PP e do PS, a abstenção da CDU e os votos contra dos deputados bloquistas. A reestruturação da Quinta do Barão, área com 17 hectares a nordeste do centro histórico de Carcavelos, implicará um investimento público de cerca de 3,511 milhões de euros.»
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Planos de pormenor,
Quinta do Barão
Tuesday, April 07, 2009
Deliberações da Reunião Pública extraordinária de Câmara de 2 de Abril e reunião ordinária de 6 de Abril de 2009
A Câmara Municipal de Cascais, em reunião extraordinária de 2 de Abril e reunião ordinária de 2009, entre outras matérias, deliberou:
1. Aprovar a suspensão da aplicação do nº 3 do Artigo 5º do Regulamento dos Mercados Municipais do Concelho de Cascais, o que permitirá a abertura nos dias 25 de Abril e 13 de Junho de 2009, por pedido expresso dos comerciantes, tendo em conta a conjuntura económica difícil que se atravessa.
2. Atribuir um subsídio no valor € 80.000,00 à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Carcavelos e S. Domingos de Rana para obras de construção das camaratas femininas do quartel.
3. Atribuir um subsídio no valor de € 81.000,00 à Associação para a Ilustração de Livros Infantis ―Ver para Ler‖, para apoio à organização do II Encontro sobre o Livro e o Imaginário Infantil de Cascais – ―Farol dos Sonhos‖.
4. Aprovar o projecto de alterações apresentado pela Régis Hotel — Actividade Turísticas e imobiliárias, SA, para remodelação e reclassificação do Grande Hotel do Monte Estoril em Hotel de Apartamentos Turísticos de quatro estrelas. As alterações propostas são essencialmente interiores, prevendo-se a criação de 39 unidades de alojamento.
5. Aprovar a adjudicação do concurso público para construção da Praça do Parque de Palmela‖ à empresa Armando Cunha, SA, pelo valor de € 1.047. 277,29.
6. Aprovar a adjudicação do concurso público para a implementação do reordenamento do trânsito entre Zambujal e Rana à empresa JAOP, SA, no valor € 401.774,93.
7. Atribuir comparticipações financeiras para obras de infra-estruturas às Administrações dos Bairros Alto da Portela - € 81.696,26, Casal dos Grilos - € 137.382,00 e Mata da Torre - €24.715,07.
8. Aprovar subsídios diversos para elaboração de projectos de instalações desportivas, designadamente €20.000,00 para a Sociedade de Instrução e Recreio de Janes e Malveira e €22.380,00 para o Grupo Recreativo Familiar de Murches.
9. Apoiar a construção de sedes juvenis e aquisição de equipamento necessário às actividades dos Grupos de Escoteiros da Associação Escoteiros de Portugal, Agrupamentos de Escuteiros do Corpo Nacional de Escutas e Companhias de Guias da Associação de Guias de Portugal no valor de € 166.319,21.
10. Aprovar um subsídio global no valor de €22.720,00 no âmbito do Programa de Ocupação de Jovens, designadamente para a participação no funcionamento da rede de lojas Geração C e no Programa de Modernização Administrativa e Acesso à Informação.
11. Aprovar a descentralização de €1.000.000,00 para as Juntas de Freguesia no âmbito do "Protocolo de colaboração para a execução de obras de requalificação de Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico e Jardins de Infância da rede pública".
12. Aprovar a descentralização de €518.413,61 para as entidades parceiras e Juntas de Freguesia no âmbito do Programa de Actividades de Enriquecimento Curricular para o 1º Ciclo do Ensino Básico.
13. Aprovar a atribuição de €105.000,00 ao Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora para apoio ao funcionamento da Ludoteca da Galiza e Ludoteca do Monte Estoril.
14. Atribuir verbas a diversas entidades no montante global de €24.630,50 para a manutenção e €731.473,78 para a construção de espaços verdes, no âmbito do Programa CEVAR – Construção de Espaços Verdes em Áreas Reduzidas.
15. Aprovar o protocolo a celebrar entre o Município de Cascais e a CERCICA – Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Cascais, CRL e a atribuição de subsídio no âmbito do protocolo no valor de €358.000,00 no âmbito da construção do Pavilhão de Jardinagem, espaço fundamental para desenvolver o Centro de Actividades Ocupacionais daquela instituição.
16. Aprovar o protocolo a celebrar entre o Município de Cascais e o Centro Comunitário de Tires e a atribuição de subsídio de €100.000,00 no âmbito da construção do novo edifício para creche que irá dar resposta a 60 crianças.
17. Aprovar a proposta de protocolo a celebrar entre o Município de Cascais e o Centro Comunitário de Carcavelos e atribuição de um subsídio no valor de € 300.000,00, no âmbito da construção de um equipamento com as valências de creche, centro de dia e apoio domiciliário, que dará resposta a 60 crianças e a 142 pessoas idosas.
18. Atribuir um subsídio no valor de €139.750,00 a diversas Instituições no âmbito do Protocolo ―Oficina Social‖, que respeita à execução de pequenas reparações em casa de munícipes carenciados.
19. Aprovar a celebração do protocolo entre o Município de Cascais e a Ordem dos Advogados – Delegação de Cascais para o ano 2009. Este protocolo visa apoiar o funcionamento de um gabinete para prestação de informação e consulta jurídica gratuita a munícipes economicamente carenciados nas instalações da Delegação, sitas na Av. Combatentes da Grande Guerra, Ed. São José, 306, Piso 3, em Cascais.
1. Aprovar a suspensão da aplicação do nº 3 do Artigo 5º do Regulamento dos Mercados Municipais do Concelho de Cascais, o que permitirá a abertura nos dias 25 de Abril e 13 de Junho de 2009, por pedido expresso dos comerciantes, tendo em conta a conjuntura económica difícil que se atravessa.
2. Atribuir um subsídio no valor € 80.000,00 à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Carcavelos e S. Domingos de Rana para obras de construção das camaratas femininas do quartel.
3. Atribuir um subsídio no valor de € 81.000,00 à Associação para a Ilustração de Livros Infantis ―Ver para Ler‖, para apoio à organização do II Encontro sobre o Livro e o Imaginário Infantil de Cascais – ―Farol dos Sonhos‖.
4. Aprovar o projecto de alterações apresentado pela Régis Hotel — Actividade Turísticas e imobiliárias, SA, para remodelação e reclassificação do Grande Hotel do Monte Estoril em Hotel de Apartamentos Turísticos de quatro estrelas. As alterações propostas são essencialmente interiores, prevendo-se a criação de 39 unidades de alojamento.
5. Aprovar a adjudicação do concurso público para construção da Praça do Parque de Palmela‖ à empresa Armando Cunha, SA, pelo valor de € 1.047. 277,29.
6. Aprovar a adjudicação do concurso público para a implementação do reordenamento do trânsito entre Zambujal e Rana à empresa JAOP, SA, no valor € 401.774,93.
7. Atribuir comparticipações financeiras para obras de infra-estruturas às Administrações dos Bairros Alto da Portela - € 81.696,26, Casal dos Grilos - € 137.382,00 e Mata da Torre - €24.715,07.
8. Aprovar subsídios diversos para elaboração de projectos de instalações desportivas, designadamente €20.000,00 para a Sociedade de Instrução e Recreio de Janes e Malveira e €22.380,00 para o Grupo Recreativo Familiar de Murches.
9. Apoiar a construção de sedes juvenis e aquisição de equipamento necessário às actividades dos Grupos de Escoteiros da Associação Escoteiros de Portugal, Agrupamentos de Escuteiros do Corpo Nacional de Escutas e Companhias de Guias da Associação de Guias de Portugal no valor de € 166.319,21.
10. Aprovar um subsídio global no valor de €22.720,00 no âmbito do Programa de Ocupação de Jovens, designadamente para a participação no funcionamento da rede de lojas Geração C e no Programa de Modernização Administrativa e Acesso à Informação.
11. Aprovar a descentralização de €1.000.000,00 para as Juntas de Freguesia no âmbito do "Protocolo de colaboração para a execução de obras de requalificação de Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico e Jardins de Infância da rede pública".
12. Aprovar a descentralização de €518.413,61 para as entidades parceiras e Juntas de Freguesia no âmbito do Programa de Actividades de Enriquecimento Curricular para o 1º Ciclo do Ensino Básico.
13. Aprovar a atribuição de €105.000,00 ao Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora para apoio ao funcionamento da Ludoteca da Galiza e Ludoteca do Monte Estoril.
14. Atribuir verbas a diversas entidades no montante global de €24.630,50 para a manutenção e €731.473,78 para a construção de espaços verdes, no âmbito do Programa CEVAR – Construção de Espaços Verdes em Áreas Reduzidas.
15. Aprovar o protocolo a celebrar entre o Município de Cascais e a CERCICA – Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Cascais, CRL e a atribuição de subsídio no âmbito do protocolo no valor de €358.000,00 no âmbito da construção do Pavilhão de Jardinagem, espaço fundamental para desenvolver o Centro de Actividades Ocupacionais daquela instituição.
16. Aprovar o protocolo a celebrar entre o Município de Cascais e o Centro Comunitário de Tires e a atribuição de subsídio de €100.000,00 no âmbito da construção do novo edifício para creche que irá dar resposta a 60 crianças.
17. Aprovar a proposta de protocolo a celebrar entre o Município de Cascais e o Centro Comunitário de Carcavelos e atribuição de um subsídio no valor de € 300.000,00, no âmbito da construção de um equipamento com as valências de creche, centro de dia e apoio domiciliário, que dará resposta a 60 crianças e a 142 pessoas idosas.
18. Atribuir um subsídio no valor de €139.750,00 a diversas Instituições no âmbito do Protocolo ―Oficina Social‖, que respeita à execução de pequenas reparações em casa de munícipes carenciados.
19. Aprovar a celebração do protocolo entre o Município de Cascais e a Ordem dos Advogados – Delegação de Cascais para o ano 2009. Este protocolo visa apoiar o funcionamento de um gabinete para prestação de informação e consulta jurídica gratuita a munícipes economicamente carenciados nas instalações da Delegação, sitas na Av. Combatentes da Grande Guerra, Ed. São José, 306, Piso 3, em Cascais.
Friday, April 03, 2009
Thursday, April 02, 2009
Semente Interminável - Fotografia Susana Neves
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«"A Semente Interminável" mostra 16 fotografias de Susana Neves sobre o imaginário das árvores centenárias do Parque Natural Sintra/Cascais. Realizada ao longo de vários meses, de Junho de 2008 a Janeiro de 2009, esta pesquisa deu origem a centenas de imagens, das quais se apresenta ainda 43 reunidas no filme "Tree Notes".
Patente na Eco-cabana (frente ao Parque Marechal Carmona, em Cascais) até final de Abril, a exposição integra-se na Land Art Cascais 2009, uma iniciativa da Natura Cascais, com direcção artística da Fundação D. Luís (comissariado de Luísa Soares de Oliveira) que este ano inclui ainda obras de Alberto Carneiro e Hamish Fulton.
«Oscar Wilde defendia que "a natureza imita a arte", eu defendo que, às vezes, a arte irrita a natureza de modo positivo: ao entrar na essência e imaginário de cada árvore pode-se identificar a matriz criativa de grandes artistas do Ocidente e do Oriente, a origem das escritas, das fábulas e das mitologias fundadoras. A Land Art do princípio do século XXI beneficia de um banco de imagens gigantesco mas a natureza em estado selvagem é cada vez mais rara. Partilhando com os pioneiros deste movimento o princípio da marcha como instrumento primordial de criação, o meu trabalho não pretende, contudo, intervir nem interferir na paisagem; nasce antes do desejo que a natureza se torne escrita interior e possa reescrever o nosso estar no mundo».
Susana Neves, in catálogo Land Art Cascais 2009
Eco-Cabana (frente ao Parque Marechal Carmona), Cascais.
De 7 de Março a 29 de Abril.
Todos os dias das 10 às 19H00.
Junto enviamos uma montagem das fotografias em pequeno formato, que poderá ampliar clicando sobre o ficheiro, caso precise de alguma imagem em particular para divulgação, não hesite em contactar:
Susana Neves
email: mariposa_roja@yahoo.com»
Wednesday, April 01, 2009
Alcabideche pode vir a ter metro ligeiro de superfície
In Público (1/4/2009)
«Uma linha de metro ligeiro de superfície, na envolvente do futuro hospital de Cascais, e a construção de uma nova urbanização para habitação e equipamento junto à localidade do Cabreiro, às portas do Parque Natural de Sintra-Cascais, fazem parte da proposta a desenvolver no âmbito do Europan.
A área em estudo corresponde a 37 hectares, em Alcabideche, mas a intervenção urbana incidirá sobre 8,7 hectares. Na zona mais próxima do perímetro da área protegida admite-se a criação de um parque urbano, com espaços e recintos desportivos, além de uma ocupação residencial de baixa densidade. Um apeadeiro do transporte ligeiro de superfície, a funcionar a médio/longo prazo, deverá fazer a ligação à povoação do Cabreiro. Numa segunda zona deve promover-se a reaqualificação urbana, com reabilitação do espaço público, e a articulação do metro de superfície com a terceira zona do estudo. Nesta parte do território deve dar-se especial atenção aos espaços públicos, à melhoria das ligações com a rede viária em redor e articulação do novo modo de transporte público entre a povoação do Cabreiro e o futuro hospital, em construção avançada.
O plano admite ainda a construção de uma unidade hoteleira, residências assistidas para a terceira idade, equipamentos para a infância e um centro de apoio e reabilitação de deficientes visuais. Segundo um dirigente municipal, a autarquia pretende que, "através de uma intervenção qualificada, haja uma contaminação positiva na requalificação do bairro do Cabreiro". A área máxima destinada a habitação será de 40 por cento, dos quais 20 por cento terão que se destinar a apartamentos para jovens. Luís Filipe Sebastião»
A ideia em si não é má (refiro-me ao metro ligeiro de superfície), simplesmente, há duas coisas a ter em conta:
1. A construção dessa linha não pode envolver abate maciço de árvores nem impermeabilização excessiva do solo.
2. Uma linha de metro ligeiro só funciona se for em rede, ou seja, se for mais um troço do género que Isaltino construiu, sem ligação a nenhum outro ramal, inter-face, e apenas um sorvedouro de dinheiros públicos, mais vale desistirem da ideia.
«Uma linha de metro ligeiro de superfície, na envolvente do futuro hospital de Cascais, e a construção de uma nova urbanização para habitação e equipamento junto à localidade do Cabreiro, às portas do Parque Natural de Sintra-Cascais, fazem parte da proposta a desenvolver no âmbito do Europan.
A área em estudo corresponde a 37 hectares, em Alcabideche, mas a intervenção urbana incidirá sobre 8,7 hectares. Na zona mais próxima do perímetro da área protegida admite-se a criação de um parque urbano, com espaços e recintos desportivos, além de uma ocupação residencial de baixa densidade. Um apeadeiro do transporte ligeiro de superfície, a funcionar a médio/longo prazo, deverá fazer a ligação à povoação do Cabreiro. Numa segunda zona deve promover-se a reaqualificação urbana, com reabilitação do espaço público, e a articulação do metro de superfície com a terceira zona do estudo. Nesta parte do território deve dar-se especial atenção aos espaços públicos, à melhoria das ligações com a rede viária em redor e articulação do novo modo de transporte público entre a povoação do Cabreiro e o futuro hospital, em construção avançada.
O plano admite ainda a construção de uma unidade hoteleira, residências assistidas para a terceira idade, equipamentos para a infância e um centro de apoio e reabilitação de deficientes visuais. Segundo um dirigente municipal, a autarquia pretende que, "através de uma intervenção qualificada, haja uma contaminação positiva na requalificação do bairro do Cabreiro". A área máxima destinada a habitação será de 40 por cento, dos quais 20 por cento terão que se destinar a apartamentos para jovens. Luís Filipe Sebastião»
A ideia em si não é má (refiro-me ao metro ligeiro de superfície), simplesmente, há duas coisas a ter em conta:
1. A construção dessa linha não pode envolver abate maciço de árvores nem impermeabilização excessiva do solo.
2. Uma linha de metro ligeiro só funciona se for em rede, ou seja, se for mais um troço do género que Isaltino construiu, sem ligação a nenhum outro ramal, inter-face, e apenas um sorvedouro de dinheiros públicos, mais vale desistirem da ideia.
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Thursday, March 26, 2009
Planeamentos… cadê?
Sei que não poderá lá parecer muito bonito comentar o que o nosso colega de página e amigo de longa data já sabiamente comentou. Desta feita, porém, permita, Senhor Director, que se abra uma excepção, para aplaudir o «ponto de vista» de Rui Rama da Silva, inserto na edição do passado dia 10.
Referia-se ao facto de, no vulgarmente chamado ‘cruzamento de Birre’, onde todo o trânsito se afunila, se estar a construir, num terreno há longa data descampado e poiso quase habitual de carros (supostamente) para vender, mais um restaurante daqueles da comida rápida: toma lá uma sandes, engole depressa o combinado, sorve a cerveja em copo de plástico e põe-te a andar, que se faz tarde e há mais gente a querer ocupar a mesa ou o balcão… Gente que entra, gente a sair, carro que se arruma, carro que precisa de lugar e o estupor da fila que nunca mais acaba, esta gente parece que aprendeu toda pela cartilha dos senhores técnicos que estudaram a saída da Alexandre Herculano para a rotunda na marginal (lá na vila de Cascais), que não sabem as regras das rotundas… e é o salve-se quem puder!
Pois é, amigo Rui! Sabes o que é chato? É tu teres sido vereador e continuares a pensar global (como hoje se diz). Como foste vereador e pensas global, os que mandam nestas coisas, os que dão o beneplácito aos que os técnicos sonharam (sim, sonharam, porque também eles não andam no terreno e vêem é outras coisas que o comum dos mortais não vê…), esses amigos acham que tu o que tens é dor de cotovelo! E pronto.
Vê lá se eles se preocupam, antes, com acabar esta tal de «Via Saloia» de que tu também falas! Para quê acabar aquilo? Não é tão giro a A5 terminar assim, numa… anfractuosidade? (Ena, pá, que até a palavra é gira e soa a intelectual!).
Referia-se ao facto de, no vulgarmente chamado ‘cruzamento de Birre’, onde todo o trânsito se afunila, se estar a construir, num terreno há longa data descampado e poiso quase habitual de carros (supostamente) para vender, mais um restaurante daqueles da comida rápida: toma lá uma sandes, engole depressa o combinado, sorve a cerveja em copo de plástico e põe-te a andar, que se faz tarde e há mais gente a querer ocupar a mesa ou o balcão… Gente que entra, gente a sair, carro que se arruma, carro que precisa de lugar e o estupor da fila que nunca mais acaba, esta gente parece que aprendeu toda pela cartilha dos senhores técnicos que estudaram a saída da Alexandre Herculano para a rotunda na marginal (lá na vila de Cascais), que não sabem as regras das rotundas… e é o salve-se quem puder!
Pois é, amigo Rui! Sabes o que é chato? É tu teres sido vereador e continuares a pensar global (como hoje se diz). Como foste vereador e pensas global, os que mandam nestas coisas, os que dão o beneplácito aos que os técnicos sonharam (sim, sonharam, porque também eles não andam no terreno e vêem é outras coisas que o comum dos mortais não vê…), esses amigos acham que tu o que tens é dor de cotovelo! E pronto.
Vê lá se eles se preocupam, antes, com acabar esta tal de «Via Saloia» de que tu também falas! Para quê acabar aquilo? Não é tão giro a A5 terminar assim, numa… anfractuosidade? (Ena, pá, que até a palavra é gira e soa a intelectual!).
Publicado no Jornal de Cascais, nº 165, 17-03-2009, p. 4.
Abaixo-assinado contra a construção de um Burger King em Birre
Exmº Senhor Presidente da Câmara de Cascais,
Como habitantes ou amigos de Cascais, vimos por este meio repudiar e pedir a V. Exª a anulação da autorização da construção de um Burger King em Birre.
As razões para a n/ indignação têm a ver com os seguintes pontos:
1. O local de construção é uma zona residencial, que vai ser prejudicada por esta infra-estrutura.
2. O caos do trânsito que vai causar no principal acesso a Cascais, que já é presentemente crítico, com apenas uma faixa de rodagem para cada sentido na principal artéria de entrada na vila.
3. Os factores ambientais de cheiros, lixos e poluição que esta infra-estrutura causará numa zona residencial.
4. O impacto negativo que um restaurante com estas características têm nos hábitos alimentares e na saúde, especialmente dos jovens.
5. A existência (também ela negativa) de um restaurante semelhante de um concorrente nas proximidades. Haverá necessidade de dois restaurantes similarmente prejudiciais à saúde, tão próximos, para uma população como a de Birre sabendo que há já outros restaurantes do género em outros pontos de Cascais? Pensamos que não.
Por estas razões principais, que não são exaustivas, e face à indignação da população, pedimos que anule a autorização da construção do Burger King de Birre.
Atentamente,
Comunidade de Cascais
http://www.petitiononline.com/BurgerNo/petition.html
Wednesday, March 25, 2009
Deliberações da Reunião Ordinária de Câmara de 23 de Março de 2009
1. Aprovar a assinatura do contrato-programa com a ESUC – Empresa Municipal de Serviços Urbanos de Cascais para a remodelação do pavilhão da fruta do Mercado Municipal de Cascais. Representando um investimento municipal de € 349.00,00, esta intervenção surge no seguimento da requalificação já operada em diferentes espaços do mercado, proporcionando também ao pavilhão da fruta melhores condições de higiene, segurança e armazenamento dos víveres, de modo a que os vendedores forneçam um serviço com mais qualidade aos clientes pontuais e frequentes do mercado.
2. Aprovar a atribuição de subsídio no valor de € 145.000,00 à AECC - Associação Empresarial do Concelho de Cascais, para apoio à organização da Expo’Cascais 2009 e Stock&Fashion Market. Estes dois eventos têm por objectivo dinamizar a actividade comercial no Concelho, contribuindo para a apresentação ao grande público de lojas e produtos de empresas aqui instaladas.
3. Aprovar a celebração do acordo de Colaboração Trocactiva–Canal Geração C, entre a Câmara Municipal de Cascais e o ForPro/Escola Profissional Val do Rio–Formação Profissional CRL. Este projecto pretende ampliar a capacidade das escolas em colocar à disposição da comunidade educativa instrumentos de comunicação que facilitem e multipliquem o acesso de todos e, principalmente dos jovens, ao conhecimento e à informação. No âmbito deste projecto, a ForPro/EPVR irá desenvolver anualmente programas de formação na área da Televisão e Vídeo que abrangerão cinco turmas de alunos das escolas concelhias.
4. Aprovar a realização das obras de reabilitação, beneficiação e restauro da Igreja de N.ª Sr.ª da Misericórdia de Cascais, o restauro da capela-mor e do património móvel, para os quais a Câmara havia já aprovado uma verba global de €570.000,00.
5. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor € 80 000,00 à Actecas – Promoção Artístico Lda. para apoio à produção da peça “D. Carlos”, de Teixeira de Pascoaes, que o Teatro Experimental de Cascais irá levar à cena num espaço anexo à Marina de Cascais com forte investimento em figurinos e cenografia.
6. Atribuir um subsídio no valor de € 40 000,00 à Associação Cultural Confluência, para apoio à actividade regular na área do teatro para o ano em curso. Gabinete de Comunicação e Relações Públicas
7. Atribuir um subsídio no valor de € 26.500,00 ao Grupo Desportivo da Malveira da Serra para apoio na construção do campo de futebol.
8. Atribuir um subsídio no valor de € 35.000,00 à Alfarroba Amarela, Ideias e Eventos, Lda para apoio na organização do “Estoril Coast Pro 2009” e um subsídio no valor de € 15.000,00 à Liga Portuguesa de Karaté Goju-Ryu para apoio na organização do Campeonato do Mundo de Karaté Goju-Ryu 2010.
9. Aprovar a atribuição de € 267.092,00 aos parceiros da Câmara no âmbito do “Programa Apoio Alimentar”, designadamente a Santa Casa da Misericórdia de Cascais e Fundação “O Século”.
10. Aprovar a atribuição de uma verba global de € 370.712,00 para apoio a diversas instituições do concelho no âmbito do Protocolo Desenvolvimento Social – Área da Infância e de € 333.900,00 para apoio a diversas instituições do concelho no âmbito do Protocolo Desenvolvimento Social – Área da População Idosa.
11. Aprovar a proposta de alteração ao protocolo celebrado entre o Município de Cascais e a Associação MIMAR. Esta alteração visa garantir os encargos adicionais verificados com a obra e aquisição de equipamento no montante de €200.000,00. A Associação MIMAR está a levar a cabo a construção de um Centro de Acolhimento Temporário para Crianças em Risco na Amoreira, o qual dará resposta entre 15 a 20 crianças em situação de perigo, criando condições para a definição do projecto de vida de cada criança/jovem, com vista ao seu adequado encaminhamento.
12. Aprovar a proposta de alteração ao protocolo celebrado entre o Município de Cascais e o GADS – Grupo de Apoio e Desafio à SIDA. Esta alteração visa reforçar em €215.000,00 o apoio camarário à construção da nova sede desta associação, cuja obra está em curso na Freguesia de Cascais. Instituição Particular de Solidariedade Social, o GADS dá resposta nas valências de Serviço de Apoio Domiciliário e Centro de Atendimento e Acompanhamento Psicossocial (CAAP) a cerca de 30 e 25 munícipes, respectivamente, registando uma média de 25 atendimentos mensais ao nível do CAAP, que totaliza 400 munícipes inscritos.
13. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de €17.195,00 à Santa Casa da Misericórdia de Cascais, designadamente ao Centro de apoio Social do Pisão, para manutenção e modernização do elevador da Unidade de Internamento Feminina.
14. Aprovar a celebração do protocolo entre a Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional de Lisboa, o Município de Setúbal, o Instituto do Turismo de Portugal, I.P., o Município de Cascais, o Parque Escolar, E.P.E. e a Associação HMI Portugal que visa a Gabinete de Comunicação e Relações Públicas atribuição de € 500.000,00 para a instalação do CIFAT – Centro de Investigação e Formação Avançada em Turismo no campus da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril.
15. Aprovar o protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Cascais e o Centro de Estudos para a lntervenção Social, no âmbito da Promoção da Igualdade de Género e da Promoção e Combate à Violência Doméstica, para o desenvolvimento no Município de Cascais de um trabalho técnico e científico no domínio da promoção da igualdade de género e da prevenção e combate à violência doméstica e consequente consolidação do conhecimento nas áreas em causa.
16. Adjudicar a execução da obra escultórica em homenagem a D. Diogo de Menezes ao escultor Augusto Cid e aprovar a elaboração pelo Departamento de Cultura de uma brochura dedicada à memória deste capitão da Fortaleza de Cascais e aos acontecimentos históricos que subjazeram ao seu papel neste determinante capítulo da história de Portugal. Esta obra irá prestar homenagem à figura de D. Diogo de Meneses, 26.º Governador da Índia chamado a organizar a defesa em Portugal contra a entrada do exército espanhol em território nacional, primeiro no Alentejo e depois em Cascais, tendo sido executado pelos invasores por não se ter entregue nem rendido.
2. Aprovar a atribuição de subsídio no valor de € 145.000,00 à AECC - Associação Empresarial do Concelho de Cascais, para apoio à organização da Expo’Cascais 2009 e Stock&Fashion Market. Estes dois eventos têm por objectivo dinamizar a actividade comercial no Concelho, contribuindo para a apresentação ao grande público de lojas e produtos de empresas aqui instaladas.
3. Aprovar a celebração do acordo de Colaboração Trocactiva–Canal Geração C, entre a Câmara Municipal de Cascais e o ForPro/Escola Profissional Val do Rio–Formação Profissional CRL. Este projecto pretende ampliar a capacidade das escolas em colocar à disposição da comunidade educativa instrumentos de comunicação que facilitem e multipliquem o acesso de todos e, principalmente dos jovens, ao conhecimento e à informação. No âmbito deste projecto, a ForPro/EPVR irá desenvolver anualmente programas de formação na área da Televisão e Vídeo que abrangerão cinco turmas de alunos das escolas concelhias.
4. Aprovar a realização das obras de reabilitação, beneficiação e restauro da Igreja de N.ª Sr.ª da Misericórdia de Cascais, o restauro da capela-mor e do património móvel, para os quais a Câmara havia já aprovado uma verba global de €570.000,00.
5. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor € 80 000,00 à Actecas – Promoção Artístico Lda. para apoio à produção da peça “D. Carlos”, de Teixeira de Pascoaes, que o Teatro Experimental de Cascais irá levar à cena num espaço anexo à Marina de Cascais com forte investimento em figurinos e cenografia.
6. Atribuir um subsídio no valor de € 40 000,00 à Associação Cultural Confluência, para apoio à actividade regular na área do teatro para o ano em curso. Gabinete de Comunicação e Relações Públicas
7. Atribuir um subsídio no valor de € 26.500,00 ao Grupo Desportivo da Malveira da Serra para apoio na construção do campo de futebol.
8. Atribuir um subsídio no valor de € 35.000,00 à Alfarroba Amarela, Ideias e Eventos, Lda para apoio na organização do “Estoril Coast Pro 2009” e um subsídio no valor de € 15.000,00 à Liga Portuguesa de Karaté Goju-Ryu para apoio na organização do Campeonato do Mundo de Karaté Goju-Ryu 2010.
9. Aprovar a atribuição de € 267.092,00 aos parceiros da Câmara no âmbito do “Programa Apoio Alimentar”, designadamente a Santa Casa da Misericórdia de Cascais e Fundação “O Século”.
10. Aprovar a atribuição de uma verba global de € 370.712,00 para apoio a diversas instituições do concelho no âmbito do Protocolo Desenvolvimento Social – Área da Infância e de € 333.900,00 para apoio a diversas instituições do concelho no âmbito do Protocolo Desenvolvimento Social – Área da População Idosa.
11. Aprovar a proposta de alteração ao protocolo celebrado entre o Município de Cascais e a Associação MIMAR. Esta alteração visa garantir os encargos adicionais verificados com a obra e aquisição de equipamento no montante de €200.000,00. A Associação MIMAR está a levar a cabo a construção de um Centro de Acolhimento Temporário para Crianças em Risco na Amoreira, o qual dará resposta entre 15 a 20 crianças em situação de perigo, criando condições para a definição do projecto de vida de cada criança/jovem, com vista ao seu adequado encaminhamento.
12. Aprovar a proposta de alteração ao protocolo celebrado entre o Município de Cascais e o GADS – Grupo de Apoio e Desafio à SIDA. Esta alteração visa reforçar em €215.000,00 o apoio camarário à construção da nova sede desta associação, cuja obra está em curso na Freguesia de Cascais. Instituição Particular de Solidariedade Social, o GADS dá resposta nas valências de Serviço de Apoio Domiciliário e Centro de Atendimento e Acompanhamento Psicossocial (CAAP) a cerca de 30 e 25 munícipes, respectivamente, registando uma média de 25 atendimentos mensais ao nível do CAAP, que totaliza 400 munícipes inscritos.
13. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de €17.195,00 à Santa Casa da Misericórdia de Cascais, designadamente ao Centro de apoio Social do Pisão, para manutenção e modernização do elevador da Unidade de Internamento Feminina.
14. Aprovar a celebração do protocolo entre a Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional de Lisboa, o Município de Setúbal, o Instituto do Turismo de Portugal, I.P., o Município de Cascais, o Parque Escolar, E.P.E. e a Associação HMI Portugal que visa a Gabinete de Comunicação e Relações Públicas atribuição de € 500.000,00 para a instalação do CIFAT – Centro de Investigação e Formação Avançada em Turismo no campus da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril.
15. Aprovar o protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Cascais e o Centro de Estudos para a lntervenção Social, no âmbito da Promoção da Igualdade de Género e da Promoção e Combate à Violência Doméstica, para o desenvolvimento no Município de Cascais de um trabalho técnico e científico no domínio da promoção da igualdade de género e da prevenção e combate à violência doméstica e consequente consolidação do conhecimento nas áreas em causa.
16. Adjudicar a execução da obra escultórica em homenagem a D. Diogo de Menezes ao escultor Augusto Cid e aprovar a elaboração pelo Departamento de Cultura de uma brochura dedicada à memória deste capitão da Fortaleza de Cascais e aos acontecimentos históricos que subjazeram ao seu papel neste determinante capítulo da história de Portugal. Esta obra irá prestar homenagem à figura de D. Diogo de Meneses, 26.º Governador da Índia chamado a organizar a defesa em Portugal contra a entrada do exército espanhol em território nacional, primeiro no Alentejo e depois em Cascais, tendo sido executado pelos invasores por não se ter entregue nem rendido.
Fonte: Imprensa Cascais
Tuesday, March 24, 2009
Espertos e... Falta de civismo!
No mês de Fevereiro foi feito um "resguardo" no passeio, ocupado pelo carro (foto 1), para colocação dos contentores do lixo (foto 2) por forma a libertar espaço e visibilidade no cruzamento da Rua João Luis de Moura com a Av. Vasco da Gama.
Porém, como existem uns "chicos espertos", é constante observar que os ditos contentores são arrastados para o seu local antigo, por forma a que estacionem os seus automóveis!
Afinal para que é que serviu esta pequena obra, que deve ter custado uma "pipa de massa"?
Se colocarem uns pilharetes antes e depois do resguardo já os "chicos espertos" não tiravam os contentores do seu lugar.
Para quando é que a fiscalização da EMAC e da CMC se resolvem a repor a legalidade, já que somos nós, contribuintes que pagamos todas estas obras (que parecem inuteis)?
Nota: Os próprios funcionários da EMAC já comentaram!
Monday, March 23, 2009
Vandalismo puro e... desleixo da CMC
Na noite de 13 para 14 deste mês, uns VANDALOS destruiram parte do muro (foto 1) do passeio D. Maria Pia, assim como deitaram abaixo a placa comemorativa da inauguração da energia eléctrica em Cascais (Foto 2) e ainda retiraram alguns parafusos dos suportes dos mastro de bandeira, tal como derrubaram alguns (foto 3 e 4).
Na segunda-feira, dia 16, um cidadão através da opção "contacte-nos" do site da CMC enviou o seguinte pedido de intervenção: "UNS VANDALOS, partiram na noite de sexta para sábado ultimo, a placa evocativa da inauguração do inicio da rede electrica em CAscais (1878), assim como parte da "muralha" junto á rampa do C.N.C. Hoje, dia 16MAR2009, urge que os respectivos serviços reponham tudo em condições pois é um local de acesso turistico e como tal "DÁ MUITO MAU ASPECTO" Aguardando a resolução,Obrigado."
Hoje dia 23 de Março está tudo na mesma.
Quando é que a CMC se resolve a repor tudo em condições e segurânça e "apagar" este mau aspecto numa zona diáriamente percorrida por inumeros turistas?
Mais um lindo postal de Cascais.
Foto 1

Foto 2 foto 3
foto 4
Thursday, March 19, 2009
Wednesday, March 18, 2009
Mas não HÁ vacina contra a Meningite.
Desde essa altura (há mais de 3 meses), fui lá já três vezes, para que o bebé recebesse essa vacina. A cada vez, a mesma resposta: "não há essa. Está esgotada. Venha cá para a semana... talvez já tenha chegado".
Perante um sinal de impaciência, recebemos outra resposta: "Olhe, antes de vir, telefone para saber se já chegou a vacina". Esta resposta veio acompanhada de uma fotocópia ao nível das fotocópias com ofertas de explicações, serviços domésticos, aluguer de quartos a meninas, e rendimentos de sonho com trabalhos feitos em casa, que se colam nos vidros dos snack-bares, dos centros de saúde e das repartições públicas. E neste rectângulozinho A6, entre diversas informações, sublinhado a Lumocolor amarelo efusivo, um número de telefone: o da vacinação.
Liguei durante toda a manhã, 4 ou 5 vezes. Ninguém respondeu. Responderam-me quando liguei às 15.30, e a resposta (confesso), foi a esperada: Não há essa vacina. Está esgotada.
Sei mais. Já sabia. Já nos tinham dito antes lá, na "vacinação" do Centro de Saúde: não havendo ali essa vacina, não vale a pena procurá-la nos restantes centros de saúde do Concelho, porque este (o de Cascais) é a sede e, se cá não há...
Solução?: ir a Lisboa.
Viva o LUXO!!
Ali para os lados da Av. Aida e da Av. Clotilde - essas mesmo! As que definem os jardins do (?) Casino do Estoril de um lado e de outro - a excitação e o entusiasmo continuam a medrar!
Pois agora, as Termas e o Hotel do Parque, terão "vizinhança de luxo". Nada mais, nada menos do que "O Condomínio mais caro de sempre [que] vende residências que custam entre 1,2 e 4,2 milhões de euros", e isto num conjunto que convoca "espírito de luxo e exclusividade" conjugando o "estilo clássico [!!! haja pudor] com o design contemporâneo [!!! haja pudor]" pois então!
E (claro!), que alternativa restaria, se o que havia a fazer era uma coisa que fica no "entre" o hi-tec do edifício dos congressos, o Hotel do Parque e o novíssimo edifício das termas?... e no meio está sempre a virtude (pois claro)!
Portanto, que o luxo fique nesse "meio" entre o c. [não escrevo a palavra toda por respeito ao valioso contributo artístico que o clássico deu na história da Arte] e o d.c. [não escrevo as palavras todas por respeito pela vitalidade da contemporaneidade, que parece não encontrar terreno fértil neste "meio" onde se pretende colocá-la].
Pois este "meio", cujo luxo poderá ser ainda mais reflectido e ampliado, pelo novel "lifting" espelhado e sofisticado a negro, nas fachadas falsas do Casino, não é o mesmo "meio" onde na vizinhança sobrevive e sobreviverá, ESTE inacreditável resto de muro?
E não é o mesmo "meio", a dar-se ares de grande praça voltada ao mar, mas cuja paisagem (vistas na direcção do mar) mais parece uma feirinha de horrores, cheia das inevitáveis barraquinhas - umas mais velhas que as outras (Avis, BP, estação da CP, Telecom, Lúcia Piloto) - fios eléctricos suspensos por todo o lado, e conjunto do Tamariz (de Arquitecto mundialmente premiado e cuja inteligência da arquitectura do conjunto do Tamariz, deveria ser localmente respeitada) a degradar-se irreconhecível, pelos atentados e adulterações feitas à mercê da conveniência e incultura da fauna que o explora?
Viva o "Luxo", a Excelência, os hotéis de Charme e o Halloween! Wellcome!
(neste trecho de texto citei a notícia do JR Cascais de 10 a 16 de Março de 2009).
Friday, March 13, 2009
Deliberações da Reunião Ordinária de Câmara de 9 de Março de 2009
Deliberações da Reunião Ordinária de Câmara de 9 de Março de 2009
2009-03-11
A Câmara Municipal de Cascais, em reunião ordinária de 9 de Março, entre outras matérias, deliberou:
1. Aprovar o pedido de reconhecimento de relevante interesse público para o projecto de regularização da Ribeira das Marianas. A concretização deste projecto, que inclui a construção de uma bacia de retenção, vai permitir: o licenciamento dos projectos previstos para as margens da ribeira, designadamente a interligação rodoviária a poente de Carcavelos entre a Quinta da Junqueira e a Av. da República; a legalização do Bairro da Cova da Raposa; e o loteamento urbano do Bairro das Marianas.
2. Aprovar a celebração de três contratos-programa com a ESUC – Empresa de Serviços Urbanos de Cascais, designadamente para a instalação da Loja Cascais - Novo Atendimento Municipal e do Julgado de Paz de Cascais, ambas dependentes de obras de adaptação no edifício Cascais Center e ainda para a requalificação do espaço envolvente às Torres de Campomar, na freguesia de Parede.
3. Aprovar a alteração ao Regulamento de Cobrança e Tabela de Taxas, Licenças e outras receitas municipais 2009. Tendo em conta a difícil situação económica de algumas empresas, entendeu a Câmara submeter a discussão pública uma alteração que proporciona o pagamento das taxas, licenças e outras receitas municipais a partir de €500,00 até um máximo de quatro prestações.
4. Aprovar a atribuição de subsídio no valor de €6.000,00 à Universidade Lusíada - Fundação Minerva, Cultura, Ensino e Investigação Cientifica no âmbito do Protocolo de colaboração celebrado entre esta entidade e o Município de Cascais para a realização de estudos na área de inventário, conservação e reabilitação do património construído no concelho de Cascais, a efectuar pelos docentes da Universidade e seus estudantes finalistas da licenciatura de Arquitectura. No caso em apreço, foram já efectuados estudos no núcleo urbano histórico da Parede e, no ano lectivo em curso, decorre a análise do núcleo urbano histórico de Carcavelos.
5. Aprovar o Programa Maré Viva 2009 que irá permitir o acesso a cerca de 500 jovens, entre os 15 e os 21 anos, a uma ocupação de tempos livres saudável, de apoio comunitário e remunerada. Ao longo dos três turnos da edição de 2008, os 485 participantes deram resposta a mais de 3.000 ocorrências, constituindo um forte apoio à população que frequenta as praias concelhias (prevenção de situações de risco, sensibilização para as questões relacionadas com a melhoria do ambiente, divulgação junto de informações úteis relativas ao Turismo, Ambiente, Saúde Pública e outras ).
6. Apoiar a realização do V Maré Jovem de Cascais, projecto dinamizado pela Associação Juvenil Op’arte com recurso a teatro de rua, através de um subsídio de € 49.290,00. Este projecto irá decorrer ao longo de um mês no período de Verão, englobando encenações históricas que irão evocar de uma forma lúdica e divertida o passado da Vila, neste caso episódios relacionados com o rei D. Carlos no início do século XX.
7. Atribuir um subsídio no valor de € 30.000,00 ao Quarteto com Piano de Moscovo para apoio à sua actividade regular, e de € 21.500,00 ao Coral Infantil de Carcavelos para apoio à realização do XIX Festival da Canção Infanto-Juvenil “A Clave de Prata”.
8. Apoiar a beneficiação de várias instalações desportivas no montante global de € 372.987,95 designadamente, o Clube Nacional de Ginástica, Grupo Desportivo Murtalense, Centro Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos, Grupo Recreativo Familiar de Murches, Clube Ténis do Estoril e Grupo Musical e Desportivo 9 de Abril de Trajouce, e ainda atribuir um subsídio no valor de € 19.689,70 ao Grupo Recreativo de Mato Cheirinhos para apoio na aquisição de uma viatura para transporte de atletas.
9. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de € 50.000,00 à Associação de Idosos e Deficientes do Penedo, para requalificação do Centro de Dia de Pessoas Idosas.
10. Atribuir um subsídio no valor de € 30.383,10 à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cascais para apoio ao funcionamento da viatura médica de emergência e reanimação (VMER) ao abrigo do protocolo tripartido entre a Câmara Municipal, Instituto Nacional de Emergência Médica e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cascais.
Thursday, March 12, 2009
Só para variar- Agenda!
Retirado do site da CMC
Agenda do Presidente da Câmara Municipal de Cascais de 12 a 22 de Março
2009-03-12
No período compreendido entre os dias de 12 e 22 de Março de 2009, o Presidente da Câmara Municipal de Cascais, António d’Orey Capucho, estará presente nos seguintes actos públicos:
Quinta-feira, dia 12 de Março,19h00 – Desfile das propostas de José António Tenente para o Verão 2010, no âmbito da 32.ª ModaLisboa Estoril, na Cidadela de Cascais.
21h30 – Inauguração da exposição de artes plásticas “Fragmentos Musicais” de Gilda Maria Ferreira Maya (Gild), no Centro Cultural de Cascais.
22h30 - Cascais Moda (Summer 09), apresentação das propostas de Susana Marques Pinto e Xana Guerra para o Verão 2009, a partir da coordenação de peças de vestuário e acessórios comercializados nas lojas de referência de Cascais com as tendências de moda para o Verão de 2009, na Cidadela de Cascais.
Sexta-feira, dia 13 de Março, 10h00 – Sessão de abertura da conferência “ Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI)”, organizada pela Câmara Municipal, no Centro Cultural de Cascais. No mesmo âmbito, segue-se, às 11h00, a inauguração da exposição “Áreas Urbanas de Génese Ilegal em Cascais 25 anos – Tempo de reflexão”.
22h00 - Desfile das propostas de Ana Salazar para o Verão 2010, no âmbito da 32.ª ModaLisboa Estoril, na Cidadela de Cascais.
Sábado, dia 14 de Março,22h00 - Desfile das propostas de Luís Buchinho para o Verão 2010, no âmbito da 32.ª ModaLisboa Estoril, na Cidadela de Cascais.
22h30 – Ceia de encerramento da 32.ª ModaLisboa Estoril, oferecido pela Câmara Municipal de Cascais, no Restaurante Verbasco, Quinta da Marinha.
Domingo, 15 de Março,18h30 - Desfile das propostas de Nuno Gama para o Verão 2010, no âmbito da 32.ª ModaLisboa Estoril, na Cidadela de Cascais.
Quarta-feira, dia 18 de Março,12h00 – Conferência de imprensa de apresentação da Corrida Sempre Mulher 2009, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
17h00 – Apresentação do livro “Os Nossos Arruamentos – toponímia na freguesia de Cascais”, de Manuel Eugénio Silva e José Ricardo Fialho, no Centro Cultural de Cascais.
Quinta-feira, dia 19 de Março,11h30 – Comemorações do 25.º aniversário do Seminário Patriarcal de S. José, na Quinta da Ribeira, Caparide.
Sábado, 21 de Março,12h00 – Festa da Primavera, junto à Urbanização Jardins da Parede.
13h00 - Almoço com o Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz que se desloca a Cascais no âmbito do lançamento de duas obras do poeta Gabriel Raminhos que, sendo natural daquela zona do Alentejo, é munícipe de Cascais há longos anos.
15h00 – Apresentação das obras de poesia “Quadras que ficam” e “As Palavras depois dos Oitenta”, da autoria de Gabriel Raminhos, na Biblioteca Municipal de S. Domingos de Rana.
18h30 – Concerto Sol Invictus, evento que assinala a chegada da Primavera, no auditório da Escola Salesiana de Santo António do Estoril. Os concertos que integram o Ciclo de Música Coral "Sol Invictus" realizam-se no início de cada estação e em cada solstício, dando a conhecer diferentes grupos corais amadores.
21h00 – Concerto de Apoio à Associação Portuguesa de Familiares e Amigos dos Doentes de Alzheimer, no Casino do Estoril.
Domingo, 22 de Março, 16h00 – Inauguração da Exposição/Venda da Associação Vida Activa, na Galeria de Arte do Casino do Estoril.
17h00 – Concerto pelo Moscow Piano Quartet, no Centro Cultural de Cascais.
" Com uma agenda destas, realmente não deve ter tempo para gerir esta Câmara! "
Friday, March 06, 2009
Rua da Olivença - Estoril






Chegado por e-mail:
«Exmos Senhores,
É com grande pesar que vejo como a Câmara de Cascais negligência o seu património.
Na Rua de Olivença com n.º 14 no Estoril, foram realizadas obras num muro dando cabo do património. Junto ao portão de acesso ao jardim, deitaram abaixo, por questões de segurança, parte do muro (lado direito) que tinha a forma de um tronco de uma árvore, tendo construído uma "aberração", uma viga e vários pilares em betão, colocando um gradeamento em ferro, dando cabo de um muro lindíssimo. Parte do muro do lado esquerdo desse portão, "ruíu", logo a seguir ao nº2, está um edifício classificado, a antiga garagem, cocheira e cavalariça da casa de António Santos Jorge, (planta em anexo).
Enviei para a Câmara Municipal de Cascais e para o IGESPAR um email a informar que a cocheira e cavalariça da casa de António Santos Jorge é um Imóvel de Interesse Público e, de acordo com o Decreto Lei 555/99 de 16 de Dezembro com a nova redação, o IGESPAR deveria ter dado parecer das obras realizadas numa área de 50 metros de um edifício classificado.
Informei também da existência de uma fenda vertical localizada no muro do lado direito junto às escadas de acesso ao jardim, e que o muro deveria ser consolidado, pressupondo que o problema terá origem na vegetação ali existente, na falta de escoamento e possivelmente nas obras ali realizadas. Nesse muro observa-se uns "favos", e quando os proprietários forem realizar obras nesse muro concerteza que o rebocarão, tornando o paramento liso, dando cabo da arquitectura, história e beleza do muro.
A Câmara Municipal de Cascais limitou-se a enviar um email a dizer que as obras foram executadas por questões de segurança, não existindo elementos sobre a natureza dos materiais ou forma do muro, tendo sido arquivado a questão colocada por mim, email esse que junto em anexo.»
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atentado ao património,
Estoril
Requalificação e Valorização Ambiental do Troço Guincho-Guia
In Imprensa Cascais
«Projecto integrado no Plano de Ordenamento da Orla Costeira Sintra-Sado já está em vigor – Concluídas as fases de participação pública e de aprovação pelo Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade e pelo Município de Cascais, entrou em vigor dia 2 de Março de 2009 o Projecto de Requalificação e Valorização Ambiental Troço Guincho-Guia. Estão, assim, criadas condições para a implementação de diversas medidas para aperfeiçoar as acções de salvaguarda, recuperação, gestão, valorização e usufruto dos recursos e valores naturais naquela zona do território de Cascais. Os cerca de 38 km de orla costeira do Concelho de Cascais apresentam troços com biodiversidade e ecossistemas únicos que importa preservar através de acções que potenciem a compatibilização entre a protecção, a valorização e a utilização sustentável dos recursos, em especial no que concerne aos valores naturais presentes nas áreas protegidas e na salvaguarda das zonas de risco. O troço de costa compreendido entre o limite poente do Concelho de Cascais (Guincho) e a Guia, encontra-se desde há muito referenciado como uma zona de características singulares, tendo consequentemente sido identificado no Plano de Ordenamento da Orla Costeira Sintra-Sado, como área territorial independente, denominada Unidade Operativa de Planeamento e Gestão número 8. Respeita a esta faixa de território, designada por Troço Guincho-Guia, o Projecto de Requalificação e Valorização Ambiental que agora entrou em vigor e que foi elaborado pelo Ministério responsável pela área do ambiente em articulação com a Câmara Municipal de Cascais. De realçar que esta articulação teve por base a necessária compatibilização da actividade humana com os valores naturais, sendo que daí resultou a definição de intervenções ao nível da gestão do território e do ordenamento dos diferentes usos e actividades específicas desta orla costeira, das quais se destaca:
1. Demolição de edifícios abandonados ou degradados, incluindo a demolição de viveiros desactivados;
2. Requalificação dos viveiros a manter, incluindo a redefinição de acessos e zonas de parqueamento;
3. Reformulação e requalificação das construções degradadas e actividades associadas, definindo-se as actividades autorizadas para cada equipamento, nomeadamente ao nível dos usos, e dos quais se destacam funções de carácter cultural, ambiental ou de serviços e equipamentos de apoio à visitação, como centros de interpretação, equipamentos hoteleiros, de restauração ou similares;
4. Reabilitação e requalificação do património arquitectónico classificado de interesse público (Forte de São Jorge de Oitavos, Bateria da Crismina e Forte do Guincho);
5. Melhoria da rede de acessibilidades através da conclusão e ligação entre as ciclovias do Guincho e da Areia, da criação de parques de estacionamento alternativos, da implementação de um sistema de transporte público dedicado para funcionar durante a época balnear;
6. Requalificação das praias, dos seus apoios balneares e dos respectivos acessos;
7. Recuperação do sistema dunar e do coberto vegetal;
8. Obrigação de atribuir níveis de prioridade de intervenção às áreas degradas ou faixas de risco de forma a fasear e agilizar as acções de recuperação;
9. Eliminação de espécies exóticas infestantes com a consequente renaturalização, como forma de atingir a requalificação paisagística e ambiental do lugar;
10. Enterramento de infra-estruturas aéreas e obrigatoriedade de implementação de sistemas adequados de tratamento de águas residuais e de esgotos, sendo obrigatório o uso de estações de tratamento compactas quando não exista a possibilidade de ligação à rede Municipal.»
Depois de casa roubada, trancas à porta. Aquela Estrada do Guincho é o exemplo acabado de como NÃO se trata uma zona protegida.
Ano após ano, década após década: incêndios postos sem criminosos por detrás das grades, pinhais inteiros abaixo, estradas alargadas, carreiros naturais esventrados, dunas roubadas, pedra substituída por asfalto, iluminação pública tonta, pistas para isto e para aquilo, restaurantes em todo o lado, anexos ilegais, ampliações ilegais, construções novas ilegais, enfim, de tudo um pouco ao longo dos últimos 30 anos.
Falar-se agora de valorização ambiental dá-me vontade de rir, confesso.
«Projecto integrado no Plano de Ordenamento da Orla Costeira Sintra-Sado já está em vigor – Concluídas as fases de participação pública e de aprovação pelo Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade e pelo Município de Cascais, entrou em vigor dia 2 de Março de 2009 o Projecto de Requalificação e Valorização Ambiental Troço Guincho-Guia. Estão, assim, criadas condições para a implementação de diversas medidas para aperfeiçoar as acções de salvaguarda, recuperação, gestão, valorização e usufruto dos recursos e valores naturais naquela zona do território de Cascais. Os cerca de 38 km de orla costeira do Concelho de Cascais apresentam troços com biodiversidade e ecossistemas únicos que importa preservar através de acções que potenciem a compatibilização entre a protecção, a valorização e a utilização sustentável dos recursos, em especial no que concerne aos valores naturais presentes nas áreas protegidas e na salvaguarda das zonas de risco. O troço de costa compreendido entre o limite poente do Concelho de Cascais (Guincho) e a Guia, encontra-se desde há muito referenciado como uma zona de características singulares, tendo consequentemente sido identificado no Plano de Ordenamento da Orla Costeira Sintra-Sado, como área territorial independente, denominada Unidade Operativa de Planeamento e Gestão número 8. Respeita a esta faixa de território, designada por Troço Guincho-Guia, o Projecto de Requalificação e Valorização Ambiental que agora entrou em vigor e que foi elaborado pelo Ministério responsável pela área do ambiente em articulação com a Câmara Municipal de Cascais. De realçar que esta articulação teve por base a necessária compatibilização da actividade humana com os valores naturais, sendo que daí resultou a definição de intervenções ao nível da gestão do território e do ordenamento dos diferentes usos e actividades específicas desta orla costeira, das quais se destaca:
1. Demolição de edifícios abandonados ou degradados, incluindo a demolição de viveiros desactivados;
2. Requalificação dos viveiros a manter, incluindo a redefinição de acessos e zonas de parqueamento;
3. Reformulação e requalificação das construções degradadas e actividades associadas, definindo-se as actividades autorizadas para cada equipamento, nomeadamente ao nível dos usos, e dos quais se destacam funções de carácter cultural, ambiental ou de serviços e equipamentos de apoio à visitação, como centros de interpretação, equipamentos hoteleiros, de restauração ou similares;
4. Reabilitação e requalificação do património arquitectónico classificado de interesse público (Forte de São Jorge de Oitavos, Bateria da Crismina e Forte do Guincho);
5. Melhoria da rede de acessibilidades através da conclusão e ligação entre as ciclovias do Guincho e da Areia, da criação de parques de estacionamento alternativos, da implementação de um sistema de transporte público dedicado para funcionar durante a época balnear;
6. Requalificação das praias, dos seus apoios balneares e dos respectivos acessos;
7. Recuperação do sistema dunar e do coberto vegetal;
8. Obrigação de atribuir níveis de prioridade de intervenção às áreas degradas ou faixas de risco de forma a fasear e agilizar as acções de recuperação;
9. Eliminação de espécies exóticas infestantes com a consequente renaturalização, como forma de atingir a requalificação paisagística e ambiental do lugar;
10. Enterramento de infra-estruturas aéreas e obrigatoriedade de implementação de sistemas adequados de tratamento de águas residuais e de esgotos, sendo obrigatório o uso de estações de tratamento compactas quando não exista a possibilidade de ligação à rede Municipal.»
Depois de casa roubada, trancas à porta. Aquela Estrada do Guincho é o exemplo acabado de como NÃO se trata uma zona protegida.
Ano após ano, década após década: incêndios postos sem criminosos por detrás das grades, pinhais inteiros abaixo, estradas alargadas, carreiros naturais esventrados, dunas roubadas, pedra substituída por asfalto, iluminação pública tonta, pistas para isto e para aquilo, restaurantes em todo o lado, anexos ilegais, ampliações ilegais, construções novas ilegais, enfim, de tudo um pouco ao longo dos últimos 30 anos.
Falar-se agora de valorização ambiental dá-me vontade de rir, confesso.
Thursday, March 05, 2009
Projectos de requalificação ambiental da zona costeira de Cascais podem avançar
In Público (5/3/2009)
Luís Filipe Sebastião
«Documento prevê a demolição de viveiros abandonados e de ampliações não legalizadas
em restaurantes na faixa litoral protegida no perímetro do Parque Natural de Sintra-Cascais
A construção de uma cafetaria no forte do Guincho e de um restaurante na bateria da Crismina faz parte do projecto de requalificação e valorização ambiental do troço Guincho-Guia, a desenvolver no âmbito do Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC).
O POOC Sintra-Sado determinou, para a unidade operativa de planeamento e gestão número oito, a elaboração de um projecto de requalificação e valorização ambiental da zona costeira entre o Guincho e a Guia, publicado segunda-feira no boletim municipal. O novo regulamento permitirá avançar "com uma série de projectos em apreciação individualmente no Parque Natural [de Sintra-Cascais], mas que estavam dependentes da aprovação destas normas", explicou o director municipal de ordenamento e planeamento estratégico, Diogo Capucho.
"No fundo, define orientações e enquadra diversas iniciativas públicas e privadas de construção de alguns equipamentos culturais e de restauração", frisa o arquitecto, para além das "medidas na área da requalificação ambiental e de melhoria das acessibilidades". O regulamento determina que as demolições "devem ser executadas no período máximo de um ano" e que sejam deitados abaixo elementos que comprometam "a qualidade geral da intervenção" proposta.
Ampliações ilegais
O projecto aponta para a demolição do posto de vigia degradado a norte da praia do Abano. O restaurante do Abano será remodelado, com ordenamento do estacionamento e criação de acesso à praia e ao forte do Guincho. Neste imóvel de interesse público estão projectadas uma unidade de divulgação ambiental e uma cafetaria, que não podem ultrapassar a implantação pré-existente. O equipamento, a executar pela autarquia, incluirá um passadiço de ligação pedonal ao parque de estacionamento da praia do Guincho.
A zona de parqueamento privada deve ser legalizada, com a salvaguarda das "questões ambientais e de integração paisagística". A via de acesso, em terra batida, permitirá o cruzamento de viaturas. No bar do Guincho será equacionada a desmontagem de ampliações ilegais, remodelado o apoio ao windsurf e relocalizado o apoio de praia.
Os restaurantes Mar do Guincho e Mestre Zé serão objecto de requalificação, com redução de terraços na última unidade. Um novo parque junto à Crismina disciplinará o estacionamento e limitará o acesso às dunas.
A ruína da bateria da Crismina, classificada de interesse público, pode abrigar um restaurante e equipamento cultural, confinados ao perímetro das muralhas. O estacionamento junto ao Faroleiro será regularizado, enquanto o Raio Verde deve retomar a actividade de restauração. O viveiro da Berlenga será transformado em restaurante, ao passo que o de Oitavos será recuperado ou substituído por um novo projecto, desde que respeite a área de construção e volumetria. Nas Furnas do Guincho também serão realizadas demolições pontuais de ampliações. A câmara prevê investir em projectos e obras cerca de 2,5 milhões de euros até 2010.
a A estalagem do Muchaxo deve ser objecto de uma requalificação global, o que incluirá a demolição de várias áreas edificadas que contrariam o POOC. A zona de ampliação mais recente da unidade hoteleira, a nascente, deve ser demolida com a renaturalização do espaço. O resto deve ser requalificado, "visando a sua dignificação e coerência global", incluindo a piscina e áreas envolventes. O bar sobre a cobertura do apoio de praia e a esplanada a nascente também devem ser fechados, preconizando-se a renovação do equipamento balnear. Além da remodelação do parque de estacionamento, também se defende a demolição de uma construção a sul da estalagem, eventualmente para mais área de parqueamento.
O estacionamento merece, aliás, especial atenção, pois será proibida a paragem de viaturas na estrada varrida pelas dunas em frente ao Guincho. O projecto aponta para um parque junto à ribeira da Foz do Guincho (parque de merendas), outro do lado nascente da Rua da Areia e um terceiro do lado oposto da estrada, junto à ruína da casa do guarda da duna da Crismina. Estes parques devem ser servidos por transportes do tipo "busCas", na época balnear, no percurso Guincho-Guia-Bicuda-Torre.
A Casa da Guia viu a maioria das suas estruturas legalizadas ao abrigo do POOC. O projecto, elaborado pelos arquitectos Luís Campos Guerra, da câmara, e Rui Espírito Santo, do Parque Natural de Sintra-Cascais, prevê ainda a demolição dos viveiros abandonados na faixa litoral e a conclusão da via pedonal entre o Guincho e a Guia. "O objectivo é cumprir o que já está definido no POOC", comentou uma fonte do Instituto de Conservação da Natureza, explicando que os licenciamentos vão competir à nova Administração da Região Hidrográfica do Tejo. L.F.S. »
Luís Filipe Sebastião
«Documento prevê a demolição de viveiros abandonados e de ampliações não legalizadas
em restaurantes na faixa litoral protegida no perímetro do Parque Natural de Sintra-Cascais
A construção de uma cafetaria no forte do Guincho e de um restaurante na bateria da Crismina faz parte do projecto de requalificação e valorização ambiental do troço Guincho-Guia, a desenvolver no âmbito do Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC).
O POOC Sintra-Sado determinou, para a unidade operativa de planeamento e gestão número oito, a elaboração de um projecto de requalificação e valorização ambiental da zona costeira entre o Guincho e a Guia, publicado segunda-feira no boletim municipal. O novo regulamento permitirá avançar "com uma série de projectos em apreciação individualmente no Parque Natural [de Sintra-Cascais], mas que estavam dependentes da aprovação destas normas", explicou o director municipal de ordenamento e planeamento estratégico, Diogo Capucho.
"No fundo, define orientações e enquadra diversas iniciativas públicas e privadas de construção de alguns equipamentos culturais e de restauração", frisa o arquitecto, para além das "medidas na área da requalificação ambiental e de melhoria das acessibilidades". O regulamento determina que as demolições "devem ser executadas no período máximo de um ano" e que sejam deitados abaixo elementos que comprometam "a qualidade geral da intervenção" proposta.
Ampliações ilegais
O projecto aponta para a demolição do posto de vigia degradado a norte da praia do Abano. O restaurante do Abano será remodelado, com ordenamento do estacionamento e criação de acesso à praia e ao forte do Guincho. Neste imóvel de interesse público estão projectadas uma unidade de divulgação ambiental e uma cafetaria, que não podem ultrapassar a implantação pré-existente. O equipamento, a executar pela autarquia, incluirá um passadiço de ligação pedonal ao parque de estacionamento da praia do Guincho.
A zona de parqueamento privada deve ser legalizada, com a salvaguarda das "questões ambientais e de integração paisagística". A via de acesso, em terra batida, permitirá o cruzamento de viaturas. No bar do Guincho será equacionada a desmontagem de ampliações ilegais, remodelado o apoio ao windsurf e relocalizado o apoio de praia.
Os restaurantes Mar do Guincho e Mestre Zé serão objecto de requalificação, com redução de terraços na última unidade. Um novo parque junto à Crismina disciplinará o estacionamento e limitará o acesso às dunas.
A ruína da bateria da Crismina, classificada de interesse público, pode abrigar um restaurante e equipamento cultural, confinados ao perímetro das muralhas. O estacionamento junto ao Faroleiro será regularizado, enquanto o Raio Verde deve retomar a actividade de restauração. O viveiro da Berlenga será transformado em restaurante, ao passo que o de Oitavos será recuperado ou substituído por um novo projecto, desde que respeite a área de construção e volumetria. Nas Furnas do Guincho também serão realizadas demolições pontuais de ampliações. A câmara prevê investir em projectos e obras cerca de 2,5 milhões de euros até 2010.
a A estalagem do Muchaxo deve ser objecto de uma requalificação global, o que incluirá a demolição de várias áreas edificadas que contrariam o POOC. A zona de ampliação mais recente da unidade hoteleira, a nascente, deve ser demolida com a renaturalização do espaço. O resto deve ser requalificado, "visando a sua dignificação e coerência global", incluindo a piscina e áreas envolventes. O bar sobre a cobertura do apoio de praia e a esplanada a nascente também devem ser fechados, preconizando-se a renovação do equipamento balnear. Além da remodelação do parque de estacionamento, também se defende a demolição de uma construção a sul da estalagem, eventualmente para mais área de parqueamento.
O estacionamento merece, aliás, especial atenção, pois será proibida a paragem de viaturas na estrada varrida pelas dunas em frente ao Guincho. O projecto aponta para um parque junto à ribeira da Foz do Guincho (parque de merendas), outro do lado nascente da Rua da Areia e um terceiro do lado oposto da estrada, junto à ruína da casa do guarda da duna da Crismina. Estes parques devem ser servidos por transportes do tipo "busCas", na época balnear, no percurso Guincho-Guia-Bicuda-Torre.
A Casa da Guia viu a maioria das suas estruturas legalizadas ao abrigo do POOC. O projecto, elaborado pelos arquitectos Luís Campos Guerra, da câmara, e Rui Espírito Santo, do Parque Natural de Sintra-Cascais, prevê ainda a demolição dos viveiros abandonados na faixa litoral e a conclusão da via pedonal entre o Guincho e a Guia. "O objectivo é cumprir o que já está definido no POOC", comentou uma fonte do Instituto de Conservação da Natureza, explicando que os licenciamentos vão competir à nova Administração da Região Hidrográfica do Tejo. L.F.S. »
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Parque Natural Sintra Cascais
Wednesday, March 04, 2009
Cascais já tem residómetro disponível na Internet
In Público (4/3/2009)
«A população de Cascais já pode aceder aos dados relativos à recolha de resíduos sólidos urbanos do seu concelho, através de um sítio online criado pela Empresa de Ambiente de Cascais (EMAC), em www.emac-em.pt. O residómetro permite contabilizar valores mensais e anuais dos vários fluxos de resíduos recolhidos, visualizar ecopontos e contentores da zona e respectivos horários de recolha de resíduos.
Segundo Rui Libório, presidente da EMAC, "este sistema inovador tem a vantagem de dar a conhecer os horários de recolha por zona, contribuindo para a sensibilização da população relativamente à reciclagem". Através da consulta de gráficos é possível verificar a quantidade de resíduos recolhidos no concelho, por tipo, mês e ano, e, através do mapa interactivo, os visitantes têm acesso aos horários de recolha de cada contentor ou ecoponto, assim como o tipo de serviço de limpeza que se aplica a cada zona de residência. Rui Libório adiantou que "o volume de resíduos selectivos recolhido aumentou em relação a 2007, significando que a população está a responder positivamente" aos apelos. Numa breve consulta através do residómetro pode-se constatar que, relativamente à recolha selectiva, todos os fluxos recolhidos aumentaram desde 2007, com excepção do fluxo de restos de comida, e que a recolha de plásticos foi a que registou uma maior evolução (23,1 por cento). Segundo António Capucho, presidente da autarquia, o residómetro "tem a vantagem de aumentar o nível de transparência de uma empresa municipal junto do público". A.E. »
«A população de Cascais já pode aceder aos dados relativos à recolha de resíduos sólidos urbanos do seu concelho, através de um sítio online criado pela Empresa de Ambiente de Cascais (EMAC), em www.emac-em.pt. O residómetro permite contabilizar valores mensais e anuais dos vários fluxos de resíduos recolhidos, visualizar ecopontos e contentores da zona e respectivos horários de recolha de resíduos.
Segundo Rui Libório, presidente da EMAC, "este sistema inovador tem a vantagem de dar a conhecer os horários de recolha por zona, contribuindo para a sensibilização da população relativamente à reciclagem". Através da consulta de gráficos é possível verificar a quantidade de resíduos recolhidos no concelho, por tipo, mês e ano, e, através do mapa interactivo, os visitantes têm acesso aos horários de recolha de cada contentor ou ecoponto, assim como o tipo de serviço de limpeza que se aplica a cada zona de residência. Rui Libório adiantou que "o volume de resíduos selectivos recolhido aumentou em relação a 2007, significando que a população está a responder positivamente" aos apelos. Numa breve consulta através do residómetro pode-se constatar que, relativamente à recolha selectiva, todos os fluxos recolhidos aumentaram desde 2007, com excepção do fluxo de restos de comida, e que a recolha de plásticos foi a que registou uma maior evolução (23,1 por cento). Segundo António Capucho, presidente da autarquia, o residómetro "tem a vantagem de aumentar o nível de transparência de uma empresa municipal junto do público". A.E. »
Tuesday, March 03, 2009
Polícia Municipal de Cascais reforça fiscalização ambiental
In Imprensa Cascais
«Competência da Polícia Municipal, as acções de fiscalização ambiental têm vindo a ganhar expressão com a criação de equipas específicas para intervenção em casos de reclamações relacionadas com animais. Entre Março e Dezembro de 2008, a Câmara Municipal procedeu à recolha de 22 cães perigosos ou potencialmente perigosos e de 68 cães abandonados ou animais mortos na via pública, num total de 90 intervenções.
A equipa à qual está atribuída esta tarefa foi criada em Março de 2008, na sequência do aumento do número de reclamações relacionadas com este fenómeno, e o trabalho desenvolvido em estreita colaboração com o SVET (Serviço Veterinário Municipal) tem produzido evidentes reflexos no reforço do sentimento de segurança das pessoas.
A intervenção ganhou maior expressão após a publicação de legislação que limita a criação de determinadas raças classificadas como perigosas ou potencialmente perigosas e impondo a castração dos exemplares. Todavia, se por um lado a disposição legal impede o nascimento de novos animais destas raças, também tem contribuído para um crescimento do abandono dos animais quando os respectivos donos são confrontados com os encargos decorrentes da intervenção cirúrgica nos animais.
Tendo em vista um desenvolvimento favorável da actividade deste serviço especialmente vocacionado para a fiscalização de animais, qualquer situação desta natureza deve ser dada a conhecer aos respectivos serviços através do telefone 21 481 56 11 ou do endereço electrónico policia.municipal@cm-cascais.pt.»
«Competência da Polícia Municipal, as acções de fiscalização ambiental têm vindo a ganhar expressão com a criação de equipas específicas para intervenção em casos de reclamações relacionadas com animais. Entre Março e Dezembro de 2008, a Câmara Municipal procedeu à recolha de 22 cães perigosos ou potencialmente perigosos e de 68 cães abandonados ou animais mortos na via pública, num total de 90 intervenções.
A equipa à qual está atribuída esta tarefa foi criada em Março de 2008, na sequência do aumento do número de reclamações relacionadas com este fenómeno, e o trabalho desenvolvido em estreita colaboração com o SVET (Serviço Veterinário Municipal) tem produzido evidentes reflexos no reforço do sentimento de segurança das pessoas.
A intervenção ganhou maior expressão após a publicação de legislação que limita a criação de determinadas raças classificadas como perigosas ou potencialmente perigosas e impondo a castração dos exemplares. Todavia, se por um lado a disposição legal impede o nascimento de novos animais destas raças, também tem contribuído para um crescimento do abandono dos animais quando os respectivos donos são confrontados com os encargos decorrentes da intervenção cirúrgica nos animais.
Tendo em vista um desenvolvimento favorável da actividade deste serviço especialmente vocacionado para a fiscalização de animais, qualquer situação desta natureza deve ser dada a conhecer aos respectivos serviços através do telefone 21 481 56 11 ou do endereço electrónico policia.municipal@cm-cascais.pt.»
Monday, March 02, 2009
Quinta do Barão- Alteração do REN no Diário da República
http://dre.pt/pdf1sdip/2009/03/04200/0141201413.pdf
"Foi apresentada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento
Regional de Lisboa e Vale do Tejo, nos
termos do n.º 2 do artigo 41.º do Decreto -Lei n.º 166/2008,
de 22 de Agosto, uma proposta de alteração da delimitação
da Reserva Ecológica Nacional (REN) para a área do município
de Cascais, constante da Resolução do Conselho
de Ministros n.º 155/95, de 25 de Novembro.
Esta proposta insere -se no âmbito do procedimento
de elaboração do Plano de Pormenor da Quinta do
Barão.
A Comissão Nacional da Reserva Ecológica Nacional
pronunciou -se favoravelmente à delimitação proposta,
nos termos do disposto no artigo 3.º do Decreto -Lei
n.º 93/90, de 19 de Março, aplicável via n.º 2 do artigo 41.º
do Decreto -Lei n.º 166/2008, de 22 de Agosto, parecer
consubstanciado em acta de reunião daquela Comissão,
subscrita pelos representantes que a compõem.
Sobre a referida delimitação foi ouvida a Câmara Municipal
de Cascais."
"Foi apresentada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento
Regional de Lisboa e Vale do Tejo, nos
termos do n.º 2 do artigo 41.º do Decreto -Lei n.º 166/2008,
de 22 de Agosto, uma proposta de alteração da delimitação
da Reserva Ecológica Nacional (REN) para a área do município
de Cascais, constante da Resolução do Conselho
de Ministros n.º 155/95, de 25 de Novembro.
Esta proposta insere -se no âmbito do procedimento
de elaboração do Plano de Pormenor da Quinta do
Barão.
A Comissão Nacional da Reserva Ecológica Nacional
pronunciou -se favoravelmente à delimitação proposta,
nos termos do disposto no artigo 3.º do Decreto -Lei
n.º 93/90, de 19 de Março, aplicável via n.º 2 do artigo 41.º
do Decreto -Lei n.º 166/2008, de 22 de Agosto, parecer
consubstanciado em acta de reunião daquela Comissão,
subscrita pelos representantes que a compõem.
Sobre a referida delimitação foi ouvida a Câmara Municipal
de Cascais."
Saturday, February 28, 2009
Deliberações da Reunião Pública Ordinária de Câmara de 25 de Fevereiro de 2009
«A Câmara Municipal de Cascais, em reunião pública ordinária de 25 de Fevereiro, entre outras matérias, deliberou:
1. Aprovar a cedência em direito de superfície de uma parcela de terreno com a área de 3.886,40 m2, situada nos Lombos, Freguesia de Carcavelos, ao Centro Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos, destinada à construção de campos de Paddel e respectivas instalações. Modalidade semelhante ao ténis, mas com regras diferentes, o paddel tem registado um crescente número de praticantes e adeptos no nosso país, sendo reconhecida a necessidade de disponibilizar campos com dimensões oficiais para a realização de provas oficiais. Próximos do Pavilhão Desportivo Municipal Oriental, estes terrenos oferecem as melhores condições para a prossecução deste objectivo.
2. Aprovar a remissão à Assembleia Municipal para ratificação da versão final da proposta de Plano de Pormenor do Espaço de Reestruturação Urbanística da Quinta do Barão. Após a validação por parte da Assembleia Municipal, o Plano de Pormenor ficará oficialmente concluído, dando lugar ao avanço dos trabalhos de reestruturação urbanística de uma significativa área do concelho, com destaque para a recuperação das antigas adegas da Quinta do Barão, onde será instalado o Museu do Vinho de Carcavelos, bem como permitirá a criação de uma zona verdes de seis hectares, dos quais cinco serão destinados ao plantio e recuperação do Vinho de Carcavelos.
[...]»
1. Aprovar a cedência em direito de superfície de uma parcela de terreno com a área de 3.886,40 m2, situada nos Lombos, Freguesia de Carcavelos, ao Centro Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos, destinada à construção de campos de Paddel e respectivas instalações. Modalidade semelhante ao ténis, mas com regras diferentes, o paddel tem registado um crescente número de praticantes e adeptos no nosso país, sendo reconhecida a necessidade de disponibilizar campos com dimensões oficiais para a realização de provas oficiais. Próximos do Pavilhão Desportivo Municipal Oriental, estes terrenos oferecem as melhores condições para a prossecução deste objectivo.
2. Aprovar a remissão à Assembleia Municipal para ratificação da versão final da proposta de Plano de Pormenor do Espaço de Reestruturação Urbanística da Quinta do Barão. Após a validação por parte da Assembleia Municipal, o Plano de Pormenor ficará oficialmente concluído, dando lugar ao avanço dos trabalhos de reestruturação urbanística de uma significativa área do concelho, com destaque para a recuperação das antigas adegas da Quinta do Barão, onde será instalado o Museu do Vinho de Carcavelos, bem como permitirá a criação de uma zona verdes de seis hectares, dos quais cinco serão destinados ao plantio e recuperação do Vinho de Carcavelos.
[...]»
Thursday, February 26, 2009
Resposta da CCDR-LVT ao nosso protesto:

Exmos Senhores
Em resposta ao V. email de 26/01/2009, relativamente à questão da isenção de avaliação ambiental, salienta-se que a CCDRLVT se pronunciou no âmbito das suas competências ambientais específicas sobre a proposta de isenção de avaliação ambiental mediante pedido formulado pela Câmara Municipal de Cascais. Considerou esta CCDR, nos termos do n.º 5 do art.º 74.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 316/2007, de 19 de Setembro, que o plano de pormenor em questão implicava a utilização de pequena área a nível local, só sendo objecto de avaliação ambiental no caso de se determinar ser susceptível de ter efeitos significativos no ambiente de acordo com os critérios estabelecidos no anexo do Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de Junho.
Efectivamente, analisadas as características da área susceptível de ser afectada e os impactes expectáveis, concordou esta CCDR com a proposta de isenção apresentada pela Câmara Municipal de Cascais.
Relativamente ao facto de estarmos perante a proposta de implantação de um hotel de 100 camas, salienta-se que o projecto em questão não estará, nos termos do Decreto-Lei n.º 69/2000, de 3 de Maio com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 197/2005, de 8 de Novembro, sujeito ao procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental, uma vez que não atinge os requisitos cumulativos constantes do Anexo III desse diploma: não se localiza fora de zonas urbanas e urbanizáveis delimitadas em plano municipal de ordenamento do território ou plano especial de ordenamento do território e não prevê um número igual ou superior a 200 camas. Por esse motivo, a previsão do hotel não constitui fundamento legal por si para a sujeição do plano de pormenor em apreço a Avaliação Ambiental nos termos do n.º 6 do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 316/2007, de 19 de Setembro.
Salienta-se ainda que a isenção de avaliação ambiental de um plano de pormenor não prejudica a necessidade deste ser acompanhado, nos termos do art.º 92.º do diploma referido, de relatório que contenha a fundamentação técnica das soluções propostas no plano, suportada na identificação da sua área de intervenção e na avaliação das condições económicas, sociais, culturais e ambientais para a sua execução.
Relativamente à questão da modalidade simplificada, salienta-se que um plano de pormenor, independentemente de estar ou não integrado em regime de modalidade simplificada ou de modalidade específica, pode dentro de certos limites legais alterar um Plano Director Municipal. Relativamente à invocada ilegalidade do plano por estar obsoleta a designação de regime simplificado, salienta-se que o regime transitório definido pelo n.º 4 do art.º 4.º do Decreto-Lei n.º 316/2007, de 19 de Setembro permite a manutenção da adopção da modalidade simplificada, salvaguardando neste âmbito específico os actos já praticados, nomeadamente quanto à deliberação de elaboração do plano em questão, uma vez que mantém para esse efeito em vigor o art.º 91.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro alterado pelo Decreto-Lei n.º 310/2003, de 10 de Dezembro.
Atento o acima exposto, considera-se que a Cidadania Cascais não advoga razões que justifiquem uma alteração na posição favorável à proposta de isenção emitida por esta CCDR nem motivos para considerar ilegal qualquer procedimento relativo ao plano de pormenor em elaboração.
Com os melhores cumprimentos
Paula Santana
Vice-Presidente
CCDRLVT
Friday, February 20, 2009

Parece-me um bom projecto e bonito, o que já começa a ser raro em Cascais, mas há que esclarecer uns quantos pontos:
1. Qual a altura acima da muralha?
2. Qual a distância entre a estrutura em aço oxidado e a muralha?
3. Aquelas árvores virtuais, estão plantadas em quê? Caldeiras? Canteiros contínuos? Com que profundidade? Que tipo de árvores?
No resto, pensei que fosse pior do que é, o que é uma boa notícia, por sinal.
Wednesday, February 18, 2009
Moradores do Estoril ameaçam voltar a tribunal
In Público (18/2/2009)
«Um ano depois de pintarem passadeiras para contestar a passagem de trânsito destinado à auto-estrada junto às suas casas, moradores do Bairro da Martinha (Cascais) ameaçam recorrer à justiça para obrigar a câmara a adoptar as medidas de segurança já determinadas pelo tribunal, mas que foram objecto de recurso por parte do município.
A alteração de trânsito que leva os veículos destinados à A5 a circular por aquela zona residencial do Estoril desde Outubro de 2007 - até que seja concluída uma nova via, em construção - motivou no ano passado a interposição de uma providência cautelar por parte de moradores, tendo o Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra decidido que a autarquia teria de, num prazo de 60 dias, aplicar várias medidas para minimizar as consequências da mudança na circulação rodoviária.
"Consistiam em levantar lombas, construir passeios, colocar sinalização semafórica vertical e passagens de peões, proibir o trânsito a pesados. A câmara não aceitou esta decisão, recorreu [no Verão] e, durante este tempo, acabou por nunca cumprir nada. Apenas tivemos duas ou três reuniões, com tudo muito no ar, sem se saber 'quando ou como'", contou à agência Lusa o porta-voz da Associação de Moradores do Bairro da Martinha, Carlos Magalhães Barros.
A esperança dos habitantes de verem aumentadas as suas condições de segurança foi, no entanto, renovada na semana passada, após o Tribunal Central Administrativo Sul ter decidido, segundo o acórdão, "negar provimento ao recurso e confirmar a sentença recorrida". A autarquia afirmou não ter conhecimento de qualquer decisão do Tribunal Central Administrativo Sul em relação ao recurso.
António Capucho disse à Lusa que as obras destinadas a aumentar a segurança deverão começar em Março.»
«Um ano depois de pintarem passadeiras para contestar a passagem de trânsito destinado à auto-estrada junto às suas casas, moradores do Bairro da Martinha (Cascais) ameaçam recorrer à justiça para obrigar a câmara a adoptar as medidas de segurança já determinadas pelo tribunal, mas que foram objecto de recurso por parte do município.
A alteração de trânsito que leva os veículos destinados à A5 a circular por aquela zona residencial do Estoril desde Outubro de 2007 - até que seja concluída uma nova via, em construção - motivou no ano passado a interposição de uma providência cautelar por parte de moradores, tendo o Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra decidido que a autarquia teria de, num prazo de 60 dias, aplicar várias medidas para minimizar as consequências da mudança na circulação rodoviária.
"Consistiam em levantar lombas, construir passeios, colocar sinalização semafórica vertical e passagens de peões, proibir o trânsito a pesados. A câmara não aceitou esta decisão, recorreu [no Verão] e, durante este tempo, acabou por nunca cumprir nada. Apenas tivemos duas ou três reuniões, com tudo muito no ar, sem se saber 'quando ou como'", contou à agência Lusa o porta-voz da Associação de Moradores do Bairro da Martinha, Carlos Magalhães Barros.
A esperança dos habitantes de verem aumentadas as suas condições de segurança foi, no entanto, renovada na semana passada, após o Tribunal Central Administrativo Sul ter decidido, segundo o acórdão, "negar provimento ao recurso e confirmar a sentença recorrida". A autarquia afirmou não ter conhecimento de qualquer decisão do Tribunal Central Administrativo Sul em relação ao recurso.
António Capucho disse à Lusa que as obras destinadas a aumentar a segurança deverão começar em Março.»
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Tuesday, February 17, 2009
NOVA LIGAÇÃO PEDONAL ENTRE O PARQUE PALMELA E O PAREDÃO
In Imprensa Cascais:
« – Trânsito condicionado devido a obras da passagem inferior à Marginal –
Durante os próximos 150 dias a circulação rodoviária na Estrada Marginal, à entrada em Cascais, vai estar condicionada. No sentido Cascais-Estoril, em frente ao Parque Palmela, uma das duas faixas será suprimida por força dos trabalhos de construção da nova passagem que vai ligar em túnel o Parque Palmela ao Paredão. No sentido Estoril-Cascais serão mantidas as duas faixas.
Com vista à construção de uma estrutura de suporte que irá permitir a continuidade de circulação das composições na linha da CP, a intervenção municipal arranca em simultâneo do lado do Paredão e do lado norte da via-férrea.
Por outro lado, quem pretenda dirigir-se ao Parque Palmela terá acesso provisório garantido a poente, através da Avenida da Argentina.
A nova Passagem Inferior irá estabelecer a ligação pedonal entre a futura praça de acesso ao Parque Palmela e o Paredão, criando um túnel com 48 metros de comprimento e 10 metros de largura sob a linha férrea e as quatro vias da Avenida Marginal. Amplo e de acesso fácil, irá garantir a circulação a pessoas com mobilidade reduzida.»
« – Trânsito condicionado devido a obras da passagem inferior à Marginal –
Durante os próximos 150 dias a circulação rodoviária na Estrada Marginal, à entrada em Cascais, vai estar condicionada. No sentido Cascais-Estoril, em frente ao Parque Palmela, uma das duas faixas será suprimida por força dos trabalhos de construção da nova passagem que vai ligar em túnel o Parque Palmela ao Paredão. No sentido Estoril-Cascais serão mantidas as duas faixas.
Com vista à construção de uma estrutura de suporte que irá permitir a continuidade de circulação das composições na linha da CP, a intervenção municipal arranca em simultâneo do lado do Paredão e do lado norte da via-férrea.
Por outro lado, quem pretenda dirigir-se ao Parque Palmela terá acesso provisório garantido a poente, através da Avenida da Argentina.
A nova Passagem Inferior irá estabelecer a ligação pedonal entre a futura praça de acesso ao Parque Palmela e o Paredão, criando um túnel com 48 metros de comprimento e 10 metros de largura sob a linha férrea e as quatro vias da Avenida Marginal. Amplo e de acesso fácil, irá garantir a circulação a pessoas com mobilidade reduzida.»
Pestana ganha a Cidadela de Cascais
In Público (17/2/2009)
Luís Filipe Sebastião
«O júri do concurso público para a recuperação e exploração turística da Cidadela de Cascais propôs a adjudicação do negócio ao único concorrente que se apresentou, o grupo Pestana. A exploração do espaço, caso as obras arranquem até ao final deste ano, deverá iniciar-se dois anos depois, no termo de 2011.
Segundo adiantou ao PÚBLICO uma fonte da Câmara de Cascais, o júri do concurso público para a concessão da Cidadela reuniu-se ontem à tarde e decidiu propor ao conselho de administração da empresa municipal Fortaleza de Cascais a adjudicação ao único concorrente, o grupo que explora as pousadas da Enatur.
A proposta, com projecto de Gonçalo Byrne e David Sinclair, prevê a construção de um hotel com 127 quartos, aproveitando o pano de muralhas virado ao mar e à marina, e a adaptação de vários edifícios da Praça de Armas para espaços de restauração, comércio e actividades culturais.
A proposta do grupo Pestana optou pelo prazo de concessão mais longo, de 70 anos, pelo que deverá pagar uma contrapartida de 2,8 milhões de euros aos ministérios das Finanças e da Defesa. O investimento global ronda os 20,5 milhões de euros, muito acima do mínimo de oito milhões previsto no caderno de encargos. A renda anual fixa será de 285 mil euros, acrescida de uma verba variável de dois por cento da facturação bruta, a pagar a partir de 2016. O grupo Pestana anunciou recentemente que o projecto para Cascais se insere "na linha da nova geração de pousadas".
A par do aproveitamento turístico e cultural do antigo recinto militar, a Presidência da República também já lançou o projecto para a reabilitação do palácio da Cidadela, que inclui um museu das ordens honoríficas, e a recuperação dos antigos aposentos reais.
Pestana diz que aposta em unidades com "projectos arquitectónicos marcantes e sobretudo com dimensão" »
Nada tenho contra o Grupo Pestana que é dos poucos a ter bom gosto e não ser muito agressivo para com o património e a envolvente. A minha dúvida é só em termos de projectista. Onde param as imagens virtuais do projecto?
Luís Filipe Sebastião
«O júri do concurso público para a recuperação e exploração turística da Cidadela de Cascais propôs a adjudicação do negócio ao único concorrente que se apresentou, o grupo Pestana. A exploração do espaço, caso as obras arranquem até ao final deste ano, deverá iniciar-se dois anos depois, no termo de 2011.
Segundo adiantou ao PÚBLICO uma fonte da Câmara de Cascais, o júri do concurso público para a concessão da Cidadela reuniu-se ontem à tarde e decidiu propor ao conselho de administração da empresa municipal Fortaleza de Cascais a adjudicação ao único concorrente, o grupo que explora as pousadas da Enatur.
A proposta, com projecto de Gonçalo Byrne e David Sinclair, prevê a construção de um hotel com 127 quartos, aproveitando o pano de muralhas virado ao mar e à marina, e a adaptação de vários edifícios da Praça de Armas para espaços de restauração, comércio e actividades culturais.
A proposta do grupo Pestana optou pelo prazo de concessão mais longo, de 70 anos, pelo que deverá pagar uma contrapartida de 2,8 milhões de euros aos ministérios das Finanças e da Defesa. O investimento global ronda os 20,5 milhões de euros, muito acima do mínimo de oito milhões previsto no caderno de encargos. A renda anual fixa será de 285 mil euros, acrescida de uma verba variável de dois por cento da facturação bruta, a pagar a partir de 2016. O grupo Pestana anunciou recentemente que o projecto para Cascais se insere "na linha da nova geração de pousadas".
A par do aproveitamento turístico e cultural do antigo recinto militar, a Presidência da República também já lançou o projecto para a reabilitação do palácio da Cidadela, que inclui um museu das ordens honoríficas, e a recuperação dos antigos aposentos reais.
Pestana diz que aposta em unidades com "projectos arquitectónicos marcantes e sobretudo com dimensão" »
Nada tenho contra o Grupo Pestana que é dos poucos a ter bom gosto e não ser muito agressivo para com o património e a envolvente. A minha dúvida é só em termos de projectista. Onde param as imagens virtuais do projecto?
Monday, February 16, 2009
Chegado por email:
«Estoril sol (imagem Ficcionada)
Boa noite, antes de mais gostaria de dar os parabéns ao seu blogue, pela sua preciosa informação que tem dado a todos os Cascalenses.
Relativamente ao assunto que me leva a escrever este email, é sobre o meu actual desagrado face à construção do novo empreendimento do Estoril Sol, levando-me a optar por fazer uma pequena foto-montagem (aqui anexada), do que imaginaria ser o empreendimento ideal para aquela zona.
Não sou arquitecto, nem tenho intenções de provocar alguma espécie de conflito relativamente a montagem que fiz, apenas expressei a minha opinião pessoal sobre este assunto.
O meu objectivo principal é apenas a divulgação desta imagem, através de meios que considere apelativos para este tipo de intenção, optei por este blogue pois sei que é bastante visitado pelos habitantes da Vila.
Caso venha a optar por divulgar esta imagem no seu Blogue, agradecia que antes me enviasse um pequeno email, informando-me da sua intenção, relativamente
à recepção desta imagem.
Agradecia-lhe desde já o anonimato relativamente ao autor desta imagem e deste email.
Sem mais nenhum assunto.
Com os meus melhores cumprimentos»
Wednesday, February 11, 2009
Deliberações da Reunião Pública Ordinária de Câmara de 9 de Fevereiro de 2009
«A Câmara Municipal de Cascais, em reunião pública ordinária de 9 de Fevereiro, entre outras matérias, deliberou:
1. Aprovar por unanimidade os estatutos da Fundação Paula Rego, entidade que gerirá o espaço museológico de vocação nacional e internacional destinado a acolher, conservar e tornar acessível ao público a obra da pintora Paula Rego e, ainda, a do seu falecido marido, o pintor Victor Willing. A fundação tem como fins principais a promoção e o estudo das obras da pintora e, subsidiariamente, a divulgação da arte moderna contemporânea. Para tanto irá assegurar o funcionamento do Museu – Casa das Histórias Paula Rego, bem como o desenvolvimento das relações artísticas entre Portugal e outros países mediante a criação e organização de exposições temporárias de artistas nacionais e estrangeiros. Serão promovidas exposições, colóquios, conferências e eventos análogos sobre temas que contribuam para o aperfeiçoamento da arte contemporânea e para o desenvolvimento da cultura e educação artísticas. Para este objectivo concorrem ainda a edição e publicação de obras no domínio da história e da crítica da arte dos séculos XX e XXI e a concessão de prémios, subsídios ou bolsas a artistas e estudiosos.
2. Adjudicar pelo valor de € 958.965,87 o concurso público para a construção da nova escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico Birre n.º 3, na Areia. Esta escola irá ter capacidade para cerca de 150 crianças distribuídas por quatro turmas de primeiro ciclo e duas de Jardim de Infância. O início das aulas neste novo equipamento deverá ocorrer nos primeiros meses de 2010.
3. Aprovar a atribuição de um subsídio de € 1.212.205,00 às Associações de Bombeiros Voluntários do Concelho de Cascais, no âmbito dos Protocolos de Cooperação em iniciativas conjuntas no âmbito da Protecção Civil e da criação e funcionamento dos “Grupos de Primeiro Socorro”.
4. Aprovar a atribuição de um subsídio global de € 336.497,09 às Juntas de Freguesia do Concelho e diversas associações de moradores e administrações de condomínio no âmbito do Programa CEVAR – Conservação de Espaços Verdes em Áreas Reduzidas, destinando-se €127.501,68 para manutenção de espaços já existentes e € 208.995,41 para construção de novos espaços verdes.
5. Aprovar a proposta de abertura do procedimento administrativo de classificação como Imóveis de Interesse Municipal de dois edificados na freguesia de Alcabideche, designadamente o Moinho de Armação, tipo Americano, sito na Praceta do Moinho, em Alcabideche, conjunto formado pelos dois moinhos de vento da Quinta dos Cinco Ventos e o Monumento ao poeta Árabe, em Alcabideche.
6. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de € 150.000,00 à Actecas – Promoção de Comércio Artístico Lda. para apoio ao desenvolvimento da actividade do Teatro Experimental de Cascais.
7. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor global de € 41.274,00 para apoio à realização de visitas de estudo por parte de escolas de ensino oficial do concelho.
8. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de €100.853,75 a diversas associações e colectividades para apoio a actividades de índole desportiva.
9. Aprovar a celebração de um protocolo de cooperação com a Cruz Vermelha Portuguesa para implementação no concelho de Cascais de um serviço de Tele-Assistência para munícipes em situação de dependência, bem como e atribuição de subsídio no valor de €18.000,00 para o arranque deste serviço de apoio.
10. Atribuir a Medalha Municipal de Mérito Cultural à Sociedade Musical Sportiva Alvidense, em reconhecimento pelo trabalho de excelência desenvolvido em favor dos munícipes.
11. Aprovar a realização do Estoril Air Show para o triénio 2009, 2010 e 2011. Este festival resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Cascais e a Força Aérea Portuguesa e já proporcionou em anos anteriores um interessante espectáculo de acrobacias aéreas nos céus de Cascais.»
1. Aprovar por unanimidade os estatutos da Fundação Paula Rego, entidade que gerirá o espaço museológico de vocação nacional e internacional destinado a acolher, conservar e tornar acessível ao público a obra da pintora Paula Rego e, ainda, a do seu falecido marido, o pintor Victor Willing. A fundação tem como fins principais a promoção e o estudo das obras da pintora e, subsidiariamente, a divulgação da arte moderna contemporânea. Para tanto irá assegurar o funcionamento do Museu – Casa das Histórias Paula Rego, bem como o desenvolvimento das relações artísticas entre Portugal e outros países mediante a criação e organização de exposições temporárias de artistas nacionais e estrangeiros. Serão promovidas exposições, colóquios, conferências e eventos análogos sobre temas que contribuam para o aperfeiçoamento da arte contemporânea e para o desenvolvimento da cultura e educação artísticas. Para este objectivo concorrem ainda a edição e publicação de obras no domínio da história e da crítica da arte dos séculos XX e XXI e a concessão de prémios, subsídios ou bolsas a artistas e estudiosos.
2. Adjudicar pelo valor de € 958.965,87 o concurso público para a construção da nova escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico Birre n.º 3, na Areia. Esta escola irá ter capacidade para cerca de 150 crianças distribuídas por quatro turmas de primeiro ciclo e duas de Jardim de Infância. O início das aulas neste novo equipamento deverá ocorrer nos primeiros meses de 2010.
3. Aprovar a atribuição de um subsídio de € 1.212.205,00 às Associações de Bombeiros Voluntários do Concelho de Cascais, no âmbito dos Protocolos de Cooperação em iniciativas conjuntas no âmbito da Protecção Civil e da criação e funcionamento dos “Grupos de Primeiro Socorro”.
4. Aprovar a atribuição de um subsídio global de € 336.497,09 às Juntas de Freguesia do Concelho e diversas associações de moradores e administrações de condomínio no âmbito do Programa CEVAR – Conservação de Espaços Verdes em Áreas Reduzidas, destinando-se €127.501,68 para manutenção de espaços já existentes e € 208.995,41 para construção de novos espaços verdes.
5. Aprovar a proposta de abertura do procedimento administrativo de classificação como Imóveis de Interesse Municipal de dois edificados na freguesia de Alcabideche, designadamente o Moinho de Armação, tipo Americano, sito na Praceta do Moinho, em Alcabideche, conjunto formado pelos dois moinhos de vento da Quinta dos Cinco Ventos e o Monumento ao poeta Árabe, em Alcabideche.
6. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de € 150.000,00 à Actecas – Promoção de Comércio Artístico Lda. para apoio ao desenvolvimento da actividade do Teatro Experimental de Cascais.
7. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor global de € 41.274,00 para apoio à realização de visitas de estudo por parte de escolas de ensino oficial do concelho.
8. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de €100.853,75 a diversas associações e colectividades para apoio a actividades de índole desportiva.
9. Aprovar a celebração de um protocolo de cooperação com a Cruz Vermelha Portuguesa para implementação no concelho de Cascais de um serviço de Tele-Assistência para munícipes em situação de dependência, bem como e atribuição de subsídio no valor de €18.000,00 para o arranque deste serviço de apoio.
10. Atribuir a Medalha Municipal de Mérito Cultural à Sociedade Musical Sportiva Alvidense, em reconhecimento pelo trabalho de excelência desenvolvido em favor dos munícipes.
11. Aprovar a realização do Estoril Air Show para o triénio 2009, 2010 e 2011. Este festival resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Cascais e a Força Aérea Portuguesa e já proporcionou em anos anteriores um interessante espectáculo de acrobacias aéreas nos céus de Cascais.»
Friday, February 06, 2009
Ainda sobre a farmácia.
O que os jornais da zona têm dito:
“Não entendo é o que aquele edifício tem de comum com os edifícios envolventes. Traça modernista junto da traça antiga, propensa a que dentro em breve aquela zona seja algo que nada tem a ver com a vila de Cascais”, avança Fernando Boaventura no Blog Cidadania Cascais, levantando também a questão da alteração ao Plano Director Municipal (PDM) dado que o edifico está a uma cota superior aos restantes da zona.
Ora de acordo com o vice-presidente e vereador do Urbanismo na Câmara Municipal de Cascais (CMC), Carlos Carreiras, "o edifício cumpre todos os regulamentos vigentes", e acrescenta que a alteração ao PDM "nem sequer está em questão", na zona.
Situado no centro da vila, que data do século XII, entre a rua direita de Cascais e o largo Cidade Vitória, trata-se de um edifício onde está a funcionar a Farmácia Cordeiro. Ficou concluído há uma semana e insere-se numa das artérias de comércio tradicional. Também Paulo Ferrero, outro interveniente, considera a nova construção uma "Mono", acrescentando que "é inadmissível que tenham deixado construir neste espaço".
Para José d'Encarnação, fundador da associação Cultural de Cascais (uma instituição que procura a preservação do património arquitectónico), "a volumetria do edifício é excessiva e as linhas estão completamente desenquadradas, numa rua que tem características específicas no coração da vila". O membro da associação e arqueólogo diz ainda "não colocar em causa o projecto de arquitectura", no entanto, refere que "a sua localização é que é desadequada", porque "a rua direita tem um significado em todas os centros históricos".
A população está dividida sobre o projecto, para João Silva, este novo edifício "vem retirar ao centro de Cascais as suas características de vila histórica, trazendo consequências para o turismo". De acordo com este morador, "existem muitos locais em Cascais onde se pode apostar na arquitectura moderna".
Ainda segundo João Silva, "já chega de tanta construção, com a agravante que cada novo edifico apresenta-se com uma arquitectura diferente fazendo do centro de Cascais uma manta de retalhos". Já para Francisca Curro Graça, também moradora, "a nova estrutura está gira, moderna e tem linhas simples, com cores discretas, que se enquadram bem na zona".
O vereador recusa-se comentar aquilo que considera ser "teorias de gosto e estética". Carlos Carreiras garante ainda que todas as decisões foram tomadas com base em "pareceres técnicos".
No mesmo jornal
Cada um tem o seu gosto, o seu sentido estético. Mas nesta apreciação não me baseio no meu gosto pessoal, discutível como tantos outros, mas apenas na lógica do conjunto construído, na coerência de estilos envolventes, numa cultura arquitectónica local existente e dominante.
Tanto zelo posto no acompanhamento do projecto de adaptação da “Casa do Retratista”, que resultou amaneirado mas, apesar de tudo, combinável com a envolvente.
O problema da cota do edifício superior aos restantes não o deixa de ser mas, apesar de tudo, não será o maior.
O maior, está num conjunto de três alçados, porventura adequáveis a outro local com outras características, mas, no sítio e nas circunstâncias, tornado o dito mono, de quem já muita gente fala como o desenho errado para o local errado.
O responsável autárquico pelo licenciamento da dita obra, laconicamente, veio justificar que “o edifício cumpre todos os regulamentos vigentes”
Com base no mesmo argumento, mas aduzido por outros no passado, vi o dito responsável nessa altura, e bem, criticar os responsáveis de então por igual ligeireza e cizentismo empregues para justificar o injustificável em situações de igual perfil e jaez.
Muitos estarão lembrados da polémica suscitada, ao tempo da presidência de Helena Roseta na Câmara de Cascais, com um estudo para o novo centro de Cascais. As maquetas apresentadas na exposição concorriam em futurismo, arrojo, inovação mas tinham também em comum, na generalidade, uma proposta de solução desproporcionada desenraizada e alheia á escala do local.
Essa iniciativa, apesar de, felizmente, não ter tido consequências nem resultados , de que hoje muito nos arrependeríamos, teve, pelo menos, o mérito de nos pôr a pensar e a reflectir melhor sobre o que desejaríamos de Cascais.
É desse exercício e da consciência crítica surgida então em muitos de nós que partiram nos anos seguintes outras posições criticas sobre outras tantas obras, umas evitadas mas outras nem tanto, e que têm descaracterizado o centro da Vila.
E esta é apenas mais uma, dirão os resignados.
In Jornal de Cascais
27JAN2009
Por MILENE MATOS SILVA
Um novo edifício de linhas modernas, situado no centro histórico da vila piscatória, está a causar polémica. A discussão surgiu no Blog da Internet Cidadania Cascais, onde se podem ler várias queixas sobre volumetria da construção. A população divide-se quanto ao impacto da nova casa da Farmácia Cordeiro.
27JAN2009
Por MILENE MATOS SILVA
Um novo edifício de linhas modernas, situado no centro histórico da vila piscatória, está a causar polémica. A discussão surgiu no Blog da Internet Cidadania Cascais, onde se podem ler várias queixas sobre volumetria da construção. A população divide-se quanto ao impacto da nova casa da Farmácia Cordeiro.
“Não entendo é o que aquele edifício tem de comum com os edifícios envolventes. Traça modernista junto da traça antiga, propensa a que dentro em breve aquela zona seja algo que nada tem a ver com a vila de Cascais”, avança Fernando Boaventura no Blog Cidadania Cascais, levantando também a questão da alteração ao Plano Director Municipal (PDM) dado que o edifico está a uma cota superior aos restantes da zona.
Ora de acordo com o vice-presidente e vereador do Urbanismo na Câmara Municipal de Cascais (CMC), Carlos Carreiras, "o edifício cumpre todos os regulamentos vigentes", e acrescenta que a alteração ao PDM "nem sequer está em questão", na zona.
Situado no centro da vila, que data do século XII, entre a rua direita de Cascais e o largo Cidade Vitória, trata-se de um edifício onde está a funcionar a Farmácia Cordeiro. Ficou concluído há uma semana e insere-se numa das artérias de comércio tradicional. Também Paulo Ferrero, outro interveniente, considera a nova construção uma "Mono", acrescentando que "é inadmissível que tenham deixado construir neste espaço".
Para José d'Encarnação, fundador da associação Cultural de Cascais (uma instituição que procura a preservação do património arquitectónico), "a volumetria do edifício é excessiva e as linhas estão completamente desenquadradas, numa rua que tem características específicas no coração da vila". O membro da associação e arqueólogo diz ainda "não colocar em causa o projecto de arquitectura", no entanto, refere que "a sua localização é que é desadequada", porque "a rua direita tem um significado em todas os centros históricos".
A população está dividida sobre o projecto, para João Silva, este novo edifício "vem retirar ao centro de Cascais as suas características de vila histórica, trazendo consequências para o turismo". De acordo com este morador, "existem muitos locais em Cascais onde se pode apostar na arquitectura moderna".
Ainda segundo João Silva, "já chega de tanta construção, com a agravante que cada novo edifico apresenta-se com uma arquitectura diferente fazendo do centro de Cascais uma manta de retalhos". Já para Francisca Curro Graça, também moradora, "a nova estrutura está gira, moderna e tem linhas simples, com cores discretas, que se enquadram bem na zona".
O vereador recusa-se comentar aquilo que considera ser "teorias de gosto e estética". Carlos Carreiras garante ainda que todas as decisões foram tomadas com base em "pareceres técnicos".
No mesmo jornal
Ponto de vista
Por: Rui Rama da Silva
O Mono da Rua Direita
Já é do conhecimento e apontado como tal: O Mono da Rua Direita de Cascais. O edifício já lá estava. Á data em que foi construído também destoou mas, perante o mau estado dos envolventes e a falta de intervenção planificada para o local, fomo-nos habituando a ele.
Por: Rui Rama da Silva
O Mono da Rua Direita
Já é do conhecimento e apontado como tal: O Mono da Rua Direita de Cascais. O edifício já lá estava. Á data em que foi construído também destoou mas, perante o mau estado dos envolventes e a falta de intervenção planificada para o local, fomo-nos habituando a ele.
Cada um tem o seu gosto, o seu sentido estético. Mas nesta apreciação não me baseio no meu gosto pessoal, discutível como tantos outros, mas apenas na lógica do conjunto construído, na coerência de estilos envolventes, numa cultura arquitectónica local existente e dominante.
Tanto zelo posto no acompanhamento do projecto de adaptação da “Casa do Retratista”, que resultou amaneirado mas, apesar de tudo, combinável com a envolvente.
O problema da cota do edifício superior aos restantes não o deixa de ser mas, apesar de tudo, não será o maior.
O maior, está num conjunto de três alçados, porventura adequáveis a outro local com outras características, mas, no sítio e nas circunstâncias, tornado o dito mono, de quem já muita gente fala como o desenho errado para o local errado.
O responsável autárquico pelo licenciamento da dita obra, laconicamente, veio justificar que “o edifício cumpre todos os regulamentos vigentes”
Com base no mesmo argumento, mas aduzido por outros no passado, vi o dito responsável nessa altura, e bem, criticar os responsáveis de então por igual ligeireza e cizentismo empregues para justificar o injustificável em situações de igual perfil e jaez.
Muitos estarão lembrados da polémica suscitada, ao tempo da presidência de Helena Roseta na Câmara de Cascais, com um estudo para o novo centro de Cascais. As maquetas apresentadas na exposição concorriam em futurismo, arrojo, inovação mas tinham também em comum, na generalidade, uma proposta de solução desproporcionada desenraizada e alheia á escala do local.
Essa iniciativa, apesar de, felizmente, não ter tido consequências nem resultados , de que hoje muito nos arrependeríamos, teve, pelo menos, o mérito de nos pôr a pensar e a reflectir melhor sobre o que desejaríamos de Cascais.
É desse exercício e da consciência crítica surgida então em muitos de nós que partiram nos anos seguintes outras posições criticas sobre outras tantas obras, umas evitadas mas outras nem tanto, e que têm descaracterizado o centro da Vila.
E esta é apenas mais uma, dirão os resignados.
Tuesday, February 03, 2009
Petição Em Defesa do Diário de Notícias
Chegado por email:
Petição Em Defesa do Diário de Notícias
To: Sociedade Portuguesa
Diário de Notícias Em defesa de um património com 144 anos
A história do Diário de Notícias não pode, nem deve, ser dissociada da história do País. Nos últimos 144 anos, o jornal fundado a 29 de Dezembro de 1864, por Thomaz Quintino Antunes e Eduardo Coelho, tem estado presente nos momentos mais históricos da sociedade portuguesa.
Em 1864, por exemplo, quando a maioria dos periódicos não escondia a sua veia de combate político, o Diário de Notícias apostou na sobriedade informativa e na prioridade factual. Sempre aliada à atracção de alguns dos nomes mais importantes da cultura nacional. Nestas páginas escreveram, entre outros, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Pinheiro Chagas e José Saramago.
Ao longo dos anos, contra crises mundiais e nacionais, sobreviveu a tudo e a todos, ultrapassou o Antigo Regime, defendeu a liberdade e implantou-se como uma das maiores referências nacionais e internacionais na história do jornalismo. 144 anos a informar Portugal e a inaugurar novos géneros jornalísticos: o Editorial, a Grande Reportagem, as grandes entrevistas.
Momentos houve, porém, em que algumas forças pareceram querer aniquilar o DN, colocando em causa a sua subsistência. Com sucessivas vendas e privatizações, muitas vezes causadoras de enormes perturbações no seio de uma redacção que apenas tem procurado informar Portugal, sempre com o máximo de rigor.
Nunca, porém, a precariedade dessa sobrevivência foi tão notória como hoje, sendo tempo de todas as forças vivas da sociedade portuguesa reclamarem contra o definhamento da identidade de uma instituição centenária que sempre as representou.
Num difícil momento económico-financeiro, nacional e internacional, são cada vez mais nítidos os indícios de que o grupo Controlinveste está a usar a crise como pretexto para levar a cabo uma reestruturação, longamente pensada, e que conduzirá ao despedimento, sem qualquer tipo de critério explicável, de 122 trabalhadores, dos quais mais de 60 são jornalistas do Diário de Notícias, JN, 24 Horas e O Jogo. [...]
Petição disponível aqui.
Petição Em Defesa do Diário de Notícias
To: Sociedade Portuguesa Diário de Notícias Em defesa de um património com 144 anos
A história do Diário de Notícias não pode, nem deve, ser dissociada da história do País. Nos últimos 144 anos, o jornal fundado a 29 de Dezembro de 1864, por Thomaz Quintino Antunes e Eduardo Coelho, tem estado presente nos momentos mais históricos da sociedade portuguesa.
Em 1864, por exemplo, quando a maioria dos periódicos não escondia a sua veia de combate político, o Diário de Notícias apostou na sobriedade informativa e na prioridade factual. Sempre aliada à atracção de alguns dos nomes mais importantes da cultura nacional. Nestas páginas escreveram, entre outros, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Pinheiro Chagas e José Saramago.
Ao longo dos anos, contra crises mundiais e nacionais, sobreviveu a tudo e a todos, ultrapassou o Antigo Regime, defendeu a liberdade e implantou-se como uma das maiores referências nacionais e internacionais na história do jornalismo. 144 anos a informar Portugal e a inaugurar novos géneros jornalísticos: o Editorial, a Grande Reportagem, as grandes entrevistas.
Momentos houve, porém, em que algumas forças pareceram querer aniquilar o DN, colocando em causa a sua subsistência. Com sucessivas vendas e privatizações, muitas vezes causadoras de enormes perturbações no seio de uma redacção que apenas tem procurado informar Portugal, sempre com o máximo de rigor.
Nunca, porém, a precariedade dessa sobrevivência foi tão notória como hoje, sendo tempo de todas as forças vivas da sociedade portuguesa reclamarem contra o definhamento da identidade de uma instituição centenária que sempre as representou.
Num difícil momento económico-financeiro, nacional e internacional, são cada vez mais nítidos os indícios de que o grupo Controlinveste está a usar a crise como pretexto para levar a cabo uma reestruturação, longamente pensada, e que conduzirá ao despedimento, sem qualquer tipo de critério explicável, de 122 trabalhadores, dos quais mais de 60 são jornalistas do Diário de Notícias, JN, 24 Horas e O Jogo. [...]
Petição disponível aqui.
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