Saturday, October 31, 2009
Capucho critica atraso nas transferências para autarquias
In Público (31/10/2009)
Por Luís Filipe Sebastião
«Autarca de Cascais alerta que os municípios podem ver comprometida a sua capacidade de resposta em termos de apoio social às populações
PDM e Ambiente
O presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, juntou ontem o seu protesto às críticas manifestadas pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) pelo atraso, por parte do Governo, na transferência para as autarquias da participação variável nas receitas do IRS.
O social-democrata António Capucho aproveitou a conferência de imprensa do anúncio da distribuição de competências pelo novo executivo, com efeitos a partir de segunda-feira, para lamentar a demora na transferência para os cofres municipais das verbas relativas ao duodécimo do IRS, que no caso de Cascais se cifra em "cerca de 1,6 a 1,8 milhões de euros". O autarca alertou para "a gravidade" que o atraso representa, "em termos sociais", para os municípios que dependem dessas receitas, embora notando que isso não afectará Cascais.
O município, à semelhança do Porto e de Oeiras, depende em mais de 70 por cento dessas transferências. Mas a situação será ainda mais problemática em Lisboa, pois trata-se da única receita municipal por via de transferência governamental. A ANMP estima que, em Outubro, a câmara lisboeta não tenha recebido 5,5 milhões de euros, de um total no conjunto de todos os concelhos na ordem dos 32,6 milhões de euros. Segundo informação posterior da autarquia, as verbas foram transferidas ao final da manhã "para a conta da câmara" de Cascais.Urbanismo muda de mãos
António Capucho revelou que, na segunda-feira, serão publicados os despachos com a delegação de competências. O presidente fica com a tutela do Planeamento do Território, Urbanismo, Finanças, Trânsito (temporariamente), Assuntos Jurídicos e Polícia Municipal. O vice-presidente, Carlos Carreiras (PSD), deixa a gestão urbanística e assume os pelouros do Ambiente, Obras, Manutenção e Estruturas Territoriais, além das agências municipais na área ambiental. A vereadora Mariana Ribeiro Cabral, indicada pelo CDS-PP na coligação Viva Cascais, fica com a responsabilidade da Habitação e Acção Social. Ana Clara Justino, independente pelo PSD, mantém a Cultura e a Educação, representando ainda a câmara nas fundações culturais do município.
Maria Conceição Cordeiro (PSD), até agora dirigente municipal, assume o pelouro dos Sistemas de Informação, Comunicação e Recursos Humanos. O vereador João Sande e Castro (CDS) continua com o Desporto, assegurando também as relações internacionais e uma nova empresa municipal (SportCascais), para gestão de infra-estruturas desportivas. O social-democrata Miguel Pinto Luz tutela a Juventude e o Licenciamento Económico. O vereador Pedro Mendonça, da CDU, mantém a competência da Protecção Civil.
António Capucho adiantou que não tencionava entregar pelouros aos eleitos do PS - Leonor Coutinho, Alípio Fernandes e Alexandre Faria -, mas que estes também lhe manifestaram a indisponibilidade para aceitar competências e que iriam fazer "uma oposição construtiva".
Por Luís Filipe Sebastião
«Autarca de Cascais alerta que os municípios podem ver comprometida a sua capacidade de resposta em termos de apoio social às populações
PDM e Ambiente
O presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, juntou ontem o seu protesto às críticas manifestadas pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) pelo atraso, por parte do Governo, na transferência para as autarquias da participação variável nas receitas do IRS.
O social-democrata António Capucho aproveitou a conferência de imprensa do anúncio da distribuição de competências pelo novo executivo, com efeitos a partir de segunda-feira, para lamentar a demora na transferência para os cofres municipais das verbas relativas ao duodécimo do IRS, que no caso de Cascais se cifra em "cerca de 1,6 a 1,8 milhões de euros". O autarca alertou para "a gravidade" que o atraso representa, "em termos sociais", para os municípios que dependem dessas receitas, embora notando que isso não afectará Cascais.
O município, à semelhança do Porto e de Oeiras, depende em mais de 70 por cento dessas transferências. Mas a situação será ainda mais problemática em Lisboa, pois trata-se da única receita municipal por via de transferência governamental. A ANMP estima que, em Outubro, a câmara lisboeta não tenha recebido 5,5 milhões de euros, de um total no conjunto de todos os concelhos na ordem dos 32,6 milhões de euros. Segundo informação posterior da autarquia, as verbas foram transferidas ao final da manhã "para a conta da câmara" de Cascais.Urbanismo muda de mãos
António Capucho revelou que, na segunda-feira, serão publicados os despachos com a delegação de competências. O presidente fica com a tutela do Planeamento do Território, Urbanismo, Finanças, Trânsito (temporariamente), Assuntos Jurídicos e Polícia Municipal. O vice-presidente, Carlos Carreiras (PSD), deixa a gestão urbanística e assume os pelouros do Ambiente, Obras, Manutenção e Estruturas Territoriais, além das agências municipais na área ambiental. A vereadora Mariana Ribeiro Cabral, indicada pelo CDS-PP na coligação Viva Cascais, fica com a responsabilidade da Habitação e Acção Social. Ana Clara Justino, independente pelo PSD, mantém a Cultura e a Educação, representando ainda a câmara nas fundações culturais do município.
Maria Conceição Cordeiro (PSD), até agora dirigente municipal, assume o pelouro dos Sistemas de Informação, Comunicação e Recursos Humanos. O vereador João Sande e Castro (CDS) continua com o Desporto, assegurando também as relações internacionais e uma nova empresa municipal (SportCascais), para gestão de infra-estruturas desportivas. O social-democrata Miguel Pinto Luz tutela a Juventude e o Licenciamento Económico. O vereador Pedro Mendonça, da CDU, mantém a competência da Protecção Civil.
António Capucho adiantou que não tencionava entregar pelouros aos eleitos do PS - Leonor Coutinho, Alípio Fernandes e Alexandre Faria -, mas que estes também lhe manifestaram a indisponibilidade para aceitar competências e que iriam fazer "uma oposição construtiva".
Friday, October 30, 2009
Largo Cidade de Vitória - Custos
Wednesday, October 28, 2009
Inundação!!!
Chegado por e-mail:
Estamos preparados para o futuro? ou isto é uma conspiração e não nos devemos preocupar?? http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/20091027+Subida+do+nivel+do+mar+na+Australia++ameaca+milhares+de+casas.htm
Ricardo Palma
Estamos preparados para o futuro? ou isto é uma conspiração e não nos devemos preocupar?? http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/20091027+Subida+do+nivel+do+mar+na+Australia++ameaca+milhares+de+casas.htm
Ricardo Palma
Visão
Chegado por e-mail:
A acta n°21/2009 (de 6 Out), pôde transparecer a perspectiva autárquica da política para a mobilidade no concelho e área metropolitana.
Somos todos muito Ecológicos, fazemos dias sem automóveis na marginal e ciclo vias desde os Hotéis até às praias, debates e conferencias sobre sustentabilidade, e até temos uma Agencia para a energia!!!
Mas não sabemos o que se passa do outro lado da rua. Tomam-se decisões estratégicas para a área metropolitana e nem as próprias autarquias têm conhecimento, ou estas tomam decisões que por e simplesmente põem de parte a inclusão num território.
Isto é simplesmente inadmissível, choca-me a desorganização e irresponsabilidade nas políticas para a área Metropolitana. Claro que os munícipes é que pagam (e bem) a factura dessa brincadeira.
Ao forçar a construção de mais ligações à capital, apenas se está a assumir que não vai mudar o perfil de emprego nos concelhos adjacentes e isto por muito tempo, visto estarmos a falar de vias estruturantes.
Mas já se pensa numa linha de “TLS” para o concelho de Cascais, mas que “máximo“ !! tão giro, vamos poder ir à mercearia de eléctrico – Sustentável !!! Que visionário!!
Parece-me ter ouvido no discurso de tomada de posse do nosso 1º que há demasiada dependência dos combustíveis fosseis (acordaram??)… e o que vamos fazer ??? Mais estradas pois claro. O eléctrico é para darmos umas voltas aqui no bairro e a bicicleta é para ir à praia…(não para andar lá, é perigoso para os transeuntes)
Entre o eixo de Sintra e de Cascais entram em Lisboa todos os dias 100.000 veículos particulares (dados CML), portanto o melhor mesmo é fazer mais umas estradas para que estes fluam… A taxa de motorização até faz parte dos índices de desenvolvimento!
Infelizmente a massa crítica é pouca, porque com estas politicas está-se a investir em horas de tráfego acumulado, de cansaço, de desperdício de energia e capacidade de trabalho, e perda de tempo para actividades de lazer e cultura. Sim a cultura no nosso país nunca há-de sair da “Cepa Torta” enquanto se gastar o tempo em filas de trânsito e dinheiro em combustível desperdiçado.
Acredito que é mesmo isso que se pretende, povo bruto e políticos com imagem de elegantes visionários.
Passem bem,
Ricardo Palma
27 Out 2009
A acta n°21/2009 (de 6 Out), pôde transparecer a perspectiva autárquica da política para a mobilidade no concelho e área metropolitana.
Somos todos muito Ecológicos, fazemos dias sem automóveis na marginal e ciclo vias desde os Hotéis até às praias, debates e conferencias sobre sustentabilidade, e até temos uma Agencia para a energia!!!
Mas não sabemos o que se passa do outro lado da rua. Tomam-se decisões estratégicas para a área metropolitana e nem as próprias autarquias têm conhecimento, ou estas tomam decisões que por e simplesmente põem de parte a inclusão num território.
Isto é simplesmente inadmissível, choca-me a desorganização e irresponsabilidade nas políticas para a área Metropolitana. Claro que os munícipes é que pagam (e bem) a factura dessa brincadeira.
Ao forçar a construção de mais ligações à capital, apenas se está a assumir que não vai mudar o perfil de emprego nos concelhos adjacentes e isto por muito tempo, visto estarmos a falar de vias estruturantes.
Mas já se pensa numa linha de “TLS” para o concelho de Cascais, mas que “máximo“ !! tão giro, vamos poder ir à mercearia de eléctrico – Sustentável !!! Que visionário!!
Parece-me ter ouvido no discurso de tomada de posse do nosso 1º que há demasiada dependência dos combustíveis fosseis (acordaram??)… e o que vamos fazer ??? Mais estradas pois claro. O eléctrico é para darmos umas voltas aqui no bairro e a bicicleta é para ir à praia…(não para andar lá, é perigoso para os transeuntes)
Entre o eixo de Sintra e de Cascais entram em Lisboa todos os dias 100.000 veículos particulares (dados CML), portanto o melhor mesmo é fazer mais umas estradas para que estes fluam… A taxa de motorização até faz parte dos índices de desenvolvimento!
Infelizmente a massa crítica é pouca, porque com estas politicas está-se a investir em horas de tráfego acumulado, de cansaço, de desperdício de energia e capacidade de trabalho, e perda de tempo para actividades de lazer e cultura. Sim a cultura no nosso país nunca há-de sair da “Cepa Torta” enquanto se gastar o tempo em filas de trânsito e dinheiro em combustível desperdiçado.
Acredito que é mesmo isso que se pretende, povo bruto e políticos com imagem de elegantes visionários.
Passem bem,
Ricardo Palma
27 Out 2009
Labels:
desenvolvimento sustentável
Friday, October 23, 2009
ALERTA - Obras no Largo Cidade de Vitória - Cascais
Iniciaram-se no dia 15 de Outubro as obras de requalificação do Largo Cidade de Vitória conforme panfleto distribuido à população;

estas árvores vão ser ABATIDAS (todas com boa saúde)
Como se poderá evitar mais este abate desenfreado de ÁRVORES em Cascais?
" Caro Municipe:
A partir do proximo dia 15 de Outubro arranca a requalificação do Largo Cidade Vitória em Cascais, obra da responsabilidade da Camara Municipal de Cascais e que irá prolongar-se por 150 dias.
Projectada pelos arquitectos Flávio e Maria João Barbini, a intervenção visa a criação de uma praça livre de obstáculos, dotada de iluminação adequada e flexivel para a utilização publica em diferentes eventos de indole cultural.
Neste sentido vão ser implementados um novo pavimento de lages de pedra calcária e novo mobiliário urbano, para além de infra-estrecturas de base. Por motivos de segurança, os trabalhos obrigam a limitações à circulação pedonal e no acesso para cargas e descargas, as quais serão fazeadas e divulgadas no local.
Contamos com a melhor compreensão de todos, apresentando desde já desculpas pelo incómodo provocado.
O Gabinete de Comunicação e Relações ~Públicas
Cascais 12 de Outubro de 2009"
As obras já se iniciaram mas parece estarem no segredo dos "Deuses" pois como obra Municipal, deveria estar afixado em local bem visivel o cartaz indicando os custos, os responsáveis pelo projecto e tempo previsto.
No próprio site da CMC não consta nas obras municipais (em execução ou para breve)
Quanto ao projecto, que alguns comerciantes viram nas mãos dos trabalhadores, e dito por um operário ontem à tarde, contempla o ABATE DAS ÁRVORES que estão do lado das traseiras da lota. Só os plátanos ficam.
Fotos tiradas hoje pelas 09:00h
estas árvores vão ser ABATIDAS (todas com boa saúde)
Como se poderá evitar mais este abate desenfreado de ÁRVORES em Cascais?
Monday, October 19, 2009
"Para vossa consideração"

Chegado por e-mail:
Esta fotografia ilustra do meu ponto de vista a visão da mobilidade da CMC: 4 faixas de rodagem para automóveis e um passeio que dificilmente terá um metro de largura. Via para bicicletas, então, nem vê-la. Compare-se com a Avenida Jorge V ali bem perto.
Trata-se da via EN6-7, entre São Julião da Barra e Carcavelos. Uma via recente, que teria largura tanto para uma, como para a outra coisa. Mas o passeio ficou de tal forma que 2 peões têm dificuldade em caminhar a passo. Na zona da actual feira de Carcavelos, então, se tiver 50cm é muito. Espero que a CMC considere estes erros aquando da urbanização da vizinha Quinta dos Ingleses, onde julgo ter ficado prevista uma zona verde pública.
Não se compreende como não existe um bom acesso de bicicleta do centro de Carcavelos à praia.
A visão da CMC para as bicicletas é a visão do jardim zoológico: uns percursuzinhos para satisfazer o desejo de andar ao fim de semana, para os quais temos que nos deslocar ir de carro. Sim, que andar de bicicleta de modo utilitário é para os pobres; em todo o caso, nunca em Cascais.
O que desejaria ver em Cascais, assim como em todo o país, seria a criação de verdadeiros percursos utilitários para se circular de bicicleta. De modo que as pessoas encontrassem condições para se deslocar para o trabalho, para a estação, para as escolas dos filhos, de bicicleta e não sempre de automóvel, como acontece actualmente. Quem quisesse, usava, mas com o mínimo de condições.
Acho que em muitos casos isso seria simples e não exigiria percursos exclusivos. A velocidade e tipo de tráfego no interior de muitas localidades (Carcavelos, Parede, São Pedro, ..) são de forma que ambos coexistiriam, se o trânsito de bicicletas adquirisse estatuto, e não fosse tratado como indesejável e marginal pela CMC (isto apesar dos pomposos dias e semanas da mobilidade que a CMC promove, em que obviamente aparecem sempre as bicicletas). E, claro, nas novas vias então seriam previstos percursos exclusivos junto a estas.
Aliás, há alguns anos uma via no centro de Carcavelos passou a ser exclusiva BUS. Para não correr o risco de ser autuado pela PSP ao passar lá de bicicleta (é mais fácil isso acontecer que um carro em cima de um passeio sê-lo), pedi à CMC que assinalasse essa via como sendo BUS+bicicletas. A CMC respondeu que não, pois a via não tinha condições de segurança. Mas claro que em sentido contrário, sendo de trânsito geral, já tem condições para bicicletas, pois não é poíbido.
A bicicleta em Portugal e em Cascais é vista como um brinquedo para a qual é preciso criar uns recreios. Enfim.
João Fernandes
Saturday, October 17, 2009
Bicicletas voltam ao paredão de Cascais
In Público (17/10/2009)
«O presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, afirmou ontem que vai ser permitido retomar a circulação de bicicletas no Passeio Marítimo da linha do Estoril, embora com algumas condicionantes. Segundo o autarca, assim que a decisão for aprovada em assembleia municipal, "as bicicletas poderão voltar a circular no paredão". Capucho disse à Lusa que espera que até final do ano esta decisão possa ser posta em prática.
O presidente da câmara explicou ainda que a circulação será autorizada com algumas condicionantes, ou seja, só poderá ser feita "em períodos sazonais e em horas específicas". Assim, durante o Verão será permitido circular das 18h às 10h da manhã seguinte, todos os dias, incluindo fins-de-semana. No Inverno, a circulação é livre todos os dias da semana a qualquer hora, sendo que aos fins-de-semana será proibida apenas das 10h às 18h.
Em termos de segurança, será criado um corredor ao longo do paredão para o trânsito das bicicletas que irá dividir a sua zona com a dos peões.
A fiscalização será rigorosa para os infractores e haverá uma sensibilização pelas autoridades para o uso moderado das bicicletas. A polémica em torno da circulação de bicicletas no Passeio Marítimo surgiu em 2007, depois de alguns atropelamentos.»
«O presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, afirmou ontem que vai ser permitido retomar a circulação de bicicletas no Passeio Marítimo da linha do Estoril, embora com algumas condicionantes. Segundo o autarca, assim que a decisão for aprovada em assembleia municipal, "as bicicletas poderão voltar a circular no paredão". Capucho disse à Lusa que espera que até final do ano esta decisão possa ser posta em prática.
O presidente da câmara explicou ainda que a circulação será autorizada com algumas condicionantes, ou seja, só poderá ser feita "em períodos sazonais e em horas específicas". Assim, durante o Verão será permitido circular das 18h às 10h da manhã seguinte, todos os dias, incluindo fins-de-semana. No Inverno, a circulação é livre todos os dias da semana a qualquer hora, sendo que aos fins-de-semana será proibida apenas das 10h às 18h.
Em termos de segurança, será criado um corredor ao longo do paredão para o trânsito das bicicletas que irá dividir a sua zona com a dos peões.
A fiscalização será rigorosa para os infractores e haverá uma sensibilização pelas autoridades para o uso moderado das bicicletas. A polémica em torno da circulação de bicicletas no Passeio Marítimo surgiu em 2007, depois de alguns atropelamentos.»
Friday, October 09, 2009
Mais do mesmo:
Deliberações da Reunião de Câmara de dia 6 de Outubro:
A Câmara Municipal de Cascais, em Reunião de Câmara de dia 6 de Outubro, entre outras matérias, deliberou:
1. Aprovar a proposta de protocolo a estabelecer entre o Município de Cascais e a IDEIA – Instituto para o Desenvolvimento Educativo Integrado na Acção, bem como a atribuição de um subsídio no valor de €54.400,00, para construção de um novo edifício na Rua Ruben Rola, Outeiro de Polima com as valências de Creche para 66 crianças e Pré-Escolar até 75 crianças. Numa segunda fase este equipamento irá também dispor de um auditório e dar resposta a 125 crianças na valência de escola do 1.° Ciclo do Ensino Básico.
2. Aprovar as candidaturas apresentadas à Câmara Municipal no âmbito do programa “Requalifica FIVE”, bem como a atribuição de um subsídio no valor de €378.686,25 destinados à concretização das 16 candidaturas aceites no âmbito daquele programa de requalificação dos equipamentos sociais de entidades sem fins lucrativos com sede no concelho.
3. Atribuir um subsídio no valor de €18.443,20 à Associação de Bombeiros Voluntários de Carcavelos - São Domingos de Rana no âmbito da parceria no Programa Municipal Praia Para Todos – Tiralô 2009. Com recurso a cadeiras especiais (“tiralô”) e técnicos especializados, este programa decorreu nos meses de Verão e permite o acesso a banhos de mar em total segurança a pessoas com mobilidade reduzida ou portadoras de deficiência.
4. Aprovar o protocolo a celebrar entre a Câmara Municipal de Cascais e a Santa Casa da Misericórdia de Cascais, bem como a atribuição de um subsídio no valor de €40.566,00, no âmbito dos Projectos da Casa Grande da Galiza.
5. Atribuir um subsídio global no valor de €409.196,55 às juntas de freguesia e diversas associações e entidades para construção de espaços verdes no âmbito do Programa CEVAR – Conservação de Espaços Verdes em Áreas Reduzidas.
6. Aprovar a atribuição de um subsídio global no valor de €83.805,69 às juntas de freguesia e diversas associações e entidades para manutenção de espaços verdes no âmbito do Programa CEVAR – Conservação de Espaços Verdes em Áreas Reduzidas.
7. Aprovar o protocolo entre o Município de Cascais e a Associação Portuguesa de Corridas de Aventura, bem como uma comparticipação financeira no valor de €17.800,00, no âmbito da realização do evento “Estoril Portugal Xpd Race 2009”, na modalidade de Corridas de Aventura a decorrer entre 30 de Outubro e 13 de Novembro de 2009.
8. Aprovar o protocolo entre o Município de Cascais e o Surfing Clube de Portugal, bem como a atribuição de uma comparticipação financeira no valor de €17.000,00 para a realização do Estoril Surf Festival que inclui provas em vários escalões, designadamente, o Campeonato Nacional de Esperanças, nos dias 31 de Outubro e 01 de Novembro de 2009; o Campeonato Nacional de Surf Open, nos dias 7 e 8 de Novembro 2009; o Campeonato Nacional de Surf Desporto Escolar, nos dias 14, 15 de Novembro de 2009; e uma etapa do Circuito Europeu de LongBoard, nos dias 21 e 22 de Novembro de 2009.
9. Aprovar o protocolo de colaboração a estabelecer com o Centro Cultural e Recreativo da Quinta dos Lombos para a construção de uma piscina de aprendizagem, bem como a atribuição de um subsídio no valor de €80.135,58. Este subsídio corresponde a 49% do valor total do novo equipamento, a ser construído em terreno cedido pela Câmara Municipal de Cascais e que irá ser também utilizado pela população escolar da Freguesia de Carcavelos e outros grupos populacionais, como idosos e cidadãos portadores de deficiência.
10. Atribuir um subsídio no valor de €20.000,00 à The English Speaking Union para apoio à realização do evento “Youth Eco Forum”, que irá realizar-se em Cascais de 11 a 14 de Novembro. O “Youth Eco Forum” é uma conferência global de estudantes do ensino secundário destinada a facilitar a compreensão das grandes questões ambientais através do debate e da procura de soluções.
11. Autorizar a mudança da localização e usos nas Lojas no Mercado Municipal de Cascais, bem como a realização de uma hasta pública para ocupação das lojas vagas, tendo em vista favorecer a vivência do espaço fora do horário de funcionamento do mercado. A nova distribuição de usos vai permitir centralizar no piso térreo os talhos, a loja de produtos congelados, uma pastelaria para apoio a esplanadas e ainda proporcionar espaço para o alargamento físico do Gabinete dos Fiscais do Mercado. O primeiro andar será destinado a lojas de produtos “gourmet”, como chocolate, café, vinhos, charcutaria e similares.
12. Aprovar a cedência à Associação de Profissionais da Pesca de Cascais (APPC) de um espaço sito no primeiro piso do Mercado Municipal de Cascais. Actualmente esta associação tem atribuídas duas lojas no mercado, sendo que carecia de um novo espaço para dar cumprimento aos seus objectivos, visando a obtenção de novas receitas.
13. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de €9.000,00 ao Grupo Instrução Popular da Amoreira para apoio à pintura exterior da sede social.
14. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de €8.500,00 à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcabideche para apoio à deslocação a França para realização de um estágio de Ballet por parte dos alunos que frequentam as classes de dança clássica.
15. Aprovar a atribuição de subsídio ao Centro de Estudos para a Intervenção Social – CESIS, no valor de €14.825,00, no âmbito do Protocolo de Cooperação Técnica e Cientifica para a Promoção da Igualdade de Género.
16. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de €20.888,00 à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcabideche para apoio às comemorações do “Dia Municipal do Bombeiro”.
A Câmara Municipal de Cascais, em Reunião de Câmara de dia 6 de Outubro, entre outras matérias, deliberou:
1. Aprovar a proposta de protocolo a estabelecer entre o Município de Cascais e a IDEIA – Instituto para o Desenvolvimento Educativo Integrado na Acção, bem como a atribuição de um subsídio no valor de €54.400,00, para construção de um novo edifício na Rua Ruben Rola, Outeiro de Polima com as valências de Creche para 66 crianças e Pré-Escolar até 75 crianças. Numa segunda fase este equipamento irá também dispor de um auditório e dar resposta a 125 crianças na valência de escola do 1.° Ciclo do Ensino Básico.
2. Aprovar as candidaturas apresentadas à Câmara Municipal no âmbito do programa “Requalifica FIVE”, bem como a atribuição de um subsídio no valor de €378.686,25 destinados à concretização das 16 candidaturas aceites no âmbito daquele programa de requalificação dos equipamentos sociais de entidades sem fins lucrativos com sede no concelho.
3. Atribuir um subsídio no valor de €18.443,20 à Associação de Bombeiros Voluntários de Carcavelos - São Domingos de Rana no âmbito da parceria no Programa Municipal Praia Para Todos – Tiralô 2009. Com recurso a cadeiras especiais (“tiralô”) e técnicos especializados, este programa decorreu nos meses de Verão e permite o acesso a banhos de mar em total segurança a pessoas com mobilidade reduzida ou portadoras de deficiência.
4. Aprovar o protocolo a celebrar entre a Câmara Municipal de Cascais e a Santa Casa da Misericórdia de Cascais, bem como a atribuição de um subsídio no valor de €40.566,00, no âmbito dos Projectos da Casa Grande da Galiza.
5. Atribuir um subsídio global no valor de €409.196,55 às juntas de freguesia e diversas associações e entidades para construção de espaços verdes no âmbito do Programa CEVAR – Conservação de Espaços Verdes em Áreas Reduzidas.
6. Aprovar a atribuição de um subsídio global no valor de €83.805,69 às juntas de freguesia e diversas associações e entidades para manutenção de espaços verdes no âmbito do Programa CEVAR – Conservação de Espaços Verdes em Áreas Reduzidas.
7. Aprovar o protocolo entre o Município de Cascais e a Associação Portuguesa de Corridas de Aventura, bem como uma comparticipação financeira no valor de €17.800,00, no âmbito da realização do evento “Estoril Portugal Xpd Race 2009”, na modalidade de Corridas de Aventura a decorrer entre 30 de Outubro e 13 de Novembro de 2009.
8. Aprovar o protocolo entre o Município de Cascais e o Surfing Clube de Portugal, bem como a atribuição de uma comparticipação financeira no valor de €17.000,00 para a realização do Estoril Surf Festival que inclui provas em vários escalões, designadamente, o Campeonato Nacional de Esperanças, nos dias 31 de Outubro e 01 de Novembro de 2009; o Campeonato Nacional de Surf Open, nos dias 7 e 8 de Novembro 2009; o Campeonato Nacional de Surf Desporto Escolar, nos dias 14, 15 de Novembro de 2009; e uma etapa do Circuito Europeu de LongBoard, nos dias 21 e 22 de Novembro de 2009.
9. Aprovar o protocolo de colaboração a estabelecer com o Centro Cultural e Recreativo da Quinta dos Lombos para a construção de uma piscina de aprendizagem, bem como a atribuição de um subsídio no valor de €80.135,58. Este subsídio corresponde a 49% do valor total do novo equipamento, a ser construído em terreno cedido pela Câmara Municipal de Cascais e que irá ser também utilizado pela população escolar da Freguesia de Carcavelos e outros grupos populacionais, como idosos e cidadãos portadores de deficiência.
10. Atribuir um subsídio no valor de €20.000,00 à The English Speaking Union para apoio à realização do evento “Youth Eco Forum”, que irá realizar-se em Cascais de 11 a 14 de Novembro. O “Youth Eco Forum” é uma conferência global de estudantes do ensino secundário destinada a facilitar a compreensão das grandes questões ambientais através do debate e da procura de soluções.
11. Autorizar a mudança da localização e usos nas Lojas no Mercado Municipal de Cascais, bem como a realização de uma hasta pública para ocupação das lojas vagas, tendo em vista favorecer a vivência do espaço fora do horário de funcionamento do mercado. A nova distribuição de usos vai permitir centralizar no piso térreo os talhos, a loja de produtos congelados, uma pastelaria para apoio a esplanadas e ainda proporcionar espaço para o alargamento físico do Gabinete dos Fiscais do Mercado. O primeiro andar será destinado a lojas de produtos “gourmet”, como chocolate, café, vinhos, charcutaria e similares.
12. Aprovar a cedência à Associação de Profissionais da Pesca de Cascais (APPC) de um espaço sito no primeiro piso do Mercado Municipal de Cascais. Actualmente esta associação tem atribuídas duas lojas no mercado, sendo que carecia de um novo espaço para dar cumprimento aos seus objectivos, visando a obtenção de novas receitas.
13. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de €9.000,00 ao Grupo Instrução Popular da Amoreira para apoio à pintura exterior da sede social.
14. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de €8.500,00 à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcabideche para apoio à deslocação a França para realização de um estágio de Ballet por parte dos alunos que frequentam as classes de dança clássica.
15. Aprovar a atribuição de subsídio ao Centro de Estudos para a Intervenção Social – CESIS, no valor de €14.825,00, no âmbito do Protocolo de Cooperação Técnica e Cientifica para a Promoção da Igualdade de Género.
16. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de €20.888,00 à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcabideche para apoio às comemorações do “Dia Municipal do Bombeiro”.
Tuesday, October 06, 2009
Cascais sem projecto
Um artigo publicado na "I", a 16 de Setembro deste ano, dá conta da incapacidade do executivo do presidente António Capucho de aprovar uma revisão ao Plano Director Municipal de Cascais até ao final do seu mandato, tal como era esperado. Os pontos fundamentais que levaram ao chumbo desta proposta pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo(CCDR-LVT), do Ministério do Ambiente (MA), prendem-se com a mobilidade e ordenamento do território, onde as proposta camarária terá ficado "aquém do que seria desejável".
De acordo com o parecer da CCDR-LVT, as opções em matéria de ordenamento de território "não contribuem suficientemente para limitar o consumo difuso do espaço para fins urbanos, nem para a contenção das expansões urbanas", sofrendo também criticas ao nivel da rede de transportes publicos: "A caracterização da oferta é insuficiente: não são apresentados dados sobre a procura, não é feita a avaliação dos níveis de serviço e não são apresentados nem um diagnóstico das necessidades nem dos potenciais impactos das propostas".
Mobilidade precisa-se
Segundo o mesmo parecer, a proposta da câmara falha ainda em apresentar objectivos especificos no dominio da mobilidade: "regista-se uma aparente divergência entre as opções do projecto de PDM e as linhas preconizadas no Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa, que propõe a implementação de medidas visando a integração e a melhoria da oferta do sistema de transporte público e a diminuição do tráfego automóvel". O relatório da comissão chama ainda atenção para o facto da autarquia dever dar mais importância às vias exclusivas para ciclistas e peões. Curiosamente, estas são apresentadas pela CMC como "infra-estruturas destinadas ao lazer fora das zonas urbanas" e "a CMC não atribui a importância que a mobilidade não motorizada merece".
Pondo de parte eventuais interesses politico partidários, ligados ao facto de o MA estar sobre tutela de um governo PS e a candidata do mesmo partido à CMC, Leonor Coutinho, ter como estandarte um percurso profissional e académico ligado ao Urbanismo, tendo estado na origem do passe social em Lisboa e sido quadro superior do Atelier Parisien d'Urbanisme (entre 1970 e 1974), a agencia que elabora as orientações da política urbana da capital francesa, é manifesta a falta de visão do actual executivo camarário em relação à mobilidade e a um projecto de fundo para o conselho e seus cidadãos.
A alteração do PDM avançada pela autarquia recorda que Cascais é um concelho de atracção. Mas encontro esta expressão extremamente redutora, enquanto a autarquia olhar para o municipio como saudoso destino de férias da familia real e esquecer os quase 200 000 habitantes e o título de quinta vila mais populosa do país, com toda a complexidade e potencial humano que ai reside.
Não é preciso ir muito longe para conhecer uma realidade diferente. Basta dar um salto até Oeiras, um municipio onde se concentra cerca de 30% da capacidade científica do país, que tem dos mais altos niveis de qualificação média da Europa e sim, onde os cidadãos também vão a banhos nas diversas praias do concelho.
De acordo com o parecer da CCDR-LVT, as opções em matéria de ordenamento de território "não contribuem suficientemente para limitar o consumo difuso do espaço para fins urbanos, nem para a contenção das expansões urbanas", sofrendo também criticas ao nivel da rede de transportes publicos: "A caracterização da oferta é insuficiente: não são apresentados dados sobre a procura, não é feita a avaliação dos níveis de serviço e não são apresentados nem um diagnóstico das necessidades nem dos potenciais impactos das propostas".
Mobilidade precisa-se
Segundo o mesmo parecer, a proposta da câmara falha ainda em apresentar objectivos especificos no dominio da mobilidade: "regista-se uma aparente divergência entre as opções do projecto de PDM e as linhas preconizadas no Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa, que propõe a implementação de medidas visando a integração e a melhoria da oferta do sistema de transporte público e a diminuição do tráfego automóvel". O relatório da comissão chama ainda atenção para o facto da autarquia dever dar mais importância às vias exclusivas para ciclistas e peões. Curiosamente, estas são apresentadas pela CMC como "infra-estruturas destinadas ao lazer fora das zonas urbanas" e "a CMC não atribui a importância que a mobilidade não motorizada merece".
Pondo de parte eventuais interesses politico partidários, ligados ao facto de o MA estar sobre tutela de um governo PS e a candidata do mesmo partido à CMC, Leonor Coutinho, ter como estandarte um percurso profissional e académico ligado ao Urbanismo, tendo estado na origem do passe social em Lisboa e sido quadro superior do Atelier Parisien d'Urbanisme (entre 1970 e 1974), a agencia que elabora as orientações da política urbana da capital francesa, é manifesta a falta de visão do actual executivo camarário em relação à mobilidade e a um projecto de fundo para o conselho e seus cidadãos.
A alteração do PDM avançada pela autarquia recorda que Cascais é um concelho de atracção. Mas encontro esta expressão extremamente redutora, enquanto a autarquia olhar para o municipio como saudoso destino de férias da familia real e esquecer os quase 200 000 habitantes e o título de quinta vila mais populosa do país, com toda a complexidade e potencial humano que ai reside.
Não é preciso ir muito longe para conhecer uma realidade diferente. Basta dar um salto até Oeiras, um municipio onde se concentra cerca de 30% da capacidade científica do país, que tem dos mais altos niveis de qualificação média da Europa e sim, onde os cidadãos também vão a banhos nas diversas praias do concelho.
Wednesday, September 30, 2009
Pampilheira vai ter novo equipamento de apoio à infância
In Imprensa Cascais (29/9/2009):
«Foi hoje assinado o auto de consignação da obra da nova “Creche da Pampilheira”, na Praça João de Deus, a construir pela Junta de Freguesia de Cascais em terreno cedido pela Câmara Municipal de Cascais.
Promovida pela Junta de Freguesia de Cascais, a obra deverá ter início ainda em Setembro e desenrolar-se-á por um período de 10 meses, proporcionando uma resposta na valência de creche a cerca de 43 crianças.
O terreno em causa foi doado pelo Município de Cascais à Junta de Freguesia de Cascais através de escritura celebrada em 18/03/2004, sendo que a Junta de Freguesia de Cascais vai investir neste equipamento 800 mil euros.
Durante a cerimónia foi ainda celebrado um protocolo entre a Junta de Freguesia de Cascais e a Santa Casa da Misericórdia, responsável pela gestão da futura creche.
Esta iniciativa vem reforçar a oferta de lugares em creche na freguesia de Cascais, contribuindo para colmatar as carências identificadas na Carta Social de Cascais, segundo a qual, até 2016, deverão ser criados no Concelho de Cascais mais 280 novos lugares de creche, o que corresponde a oito novos equipamentos. »
«Foi hoje assinado o auto de consignação da obra da nova “Creche da Pampilheira”, na Praça João de Deus, a construir pela Junta de Freguesia de Cascais em terreno cedido pela Câmara Municipal de Cascais.
Promovida pela Junta de Freguesia de Cascais, a obra deverá ter início ainda em Setembro e desenrolar-se-á por um período de 10 meses, proporcionando uma resposta na valência de creche a cerca de 43 crianças.
O terreno em causa foi doado pelo Município de Cascais à Junta de Freguesia de Cascais através de escritura celebrada em 18/03/2004, sendo que a Junta de Freguesia de Cascais vai investir neste equipamento 800 mil euros.
Durante a cerimónia foi ainda celebrado um protocolo entre a Junta de Freguesia de Cascais e a Santa Casa da Misericórdia, responsável pela gestão da futura creche.
Esta iniciativa vem reforçar a oferta de lugares em creche na freguesia de Cascais, contribuindo para colmatar as carências identificadas na Carta Social de Cascais, segundo a qual, até 2016, deverão ser criados no Concelho de Cascais mais 280 novos lugares de creche, o que corresponde a oito novos equipamentos. »
Monday, September 28, 2009
Deliberações da Reunião de Câmara de dia 21 de Setembro
De entre os habituais subsídios, há que referir:
«1. Aprovar a abertura do período de discussão pública do Plano de Pormenor do Espaço de Reestruturação Urbanística e Valorização Patrimonial da Área Envolvente à Villa Romana de Freiria (PPVRF) por um período de 22 dias úteis, a contar da data de publicação do respectivo Aviso no Diário da República. Este plano vem permitir a legalização de sete Áreas Urbanas de Génese Ilegal e o ordenamento de uma área global com 58,5 hectares, na qual serão implantadas infra-estruturas de base como redes de água e saneamento, bolsas de estacionamento, novas vias rodoviárias articuladas com a malha urbana adjacente, espaços verdes e de lazer – incluindo um parque urbano com 17 hectares –, um complexo escolar integrado, equipamentos desportivos, zonas de comércio e serviços, um centro interpretativo e um pequeno museu de sítio de valorização da Villa Romana de Freiria, um dos mais importantes vestígios romanos da Península Ibérica. Após a ponderação desta participação dos interessados, o Plano de Pormenor será finalmente enviado pela Câmara Municipal de
Cascais à Assembleia Municipal, para a respectiva aprovação, a qual se espera vir a acontecer até final do ano em curso.
...
15. Aprovar a realização de uma hasta pública e respectivas normas para a atribuição 16 lugares no Mercado Municipal de Cascais, respectivamente de 12 lugares no Mercado Saloio e de 4 lugares no Pavilhão da Fruta.»
«1. Aprovar a abertura do período de discussão pública do Plano de Pormenor do Espaço de Reestruturação Urbanística e Valorização Patrimonial da Área Envolvente à Villa Romana de Freiria (PPVRF) por um período de 22 dias úteis, a contar da data de publicação do respectivo Aviso no Diário da República. Este plano vem permitir a legalização de sete Áreas Urbanas de Génese Ilegal e o ordenamento de uma área global com 58,5 hectares, na qual serão implantadas infra-estruturas de base como redes de água e saneamento, bolsas de estacionamento, novas vias rodoviárias articuladas com a malha urbana adjacente, espaços verdes e de lazer – incluindo um parque urbano com 17 hectares –, um complexo escolar integrado, equipamentos desportivos, zonas de comércio e serviços, um centro interpretativo e um pequeno museu de sítio de valorização da Villa Romana de Freiria, um dos mais importantes vestígios romanos da Península Ibérica. Após a ponderação desta participação dos interessados, o Plano de Pormenor será finalmente enviado pela Câmara Municipal de
Cascais à Assembleia Municipal, para a respectiva aprovação, a qual se espera vir a acontecer até final do ano em curso.
...
15. Aprovar a realização de uma hasta pública e respectivas normas para a atribuição 16 lugares no Mercado Municipal de Cascais, respectivamente de 12 lugares no Mercado Saloio e de 4 lugares no Pavilhão da Fruta.»
Obrigado, CMC, por ter aberto portas anteontem.
Sunday, September 27, 2009
Aviso para risco de "queda de blocos" afixado em esplanada do Estoril
In Público (27/9/2009(
Por Luís Filipe Sebastião
«Proprietário do estabelecimento estranha que a consolidação da arriba não tenha avançado até ao espaço concessionado junto à praia da Poça
Mesas e cadeiras costumam fazer parte de uma esplanada, mas na praia da Poça, em São João do Estoril, as autoridades resolveram acrescentar ao espaço uma placa informativa, aparentemente contraditória com o propósito da sua instalação, a que se junta o à-vontade com que é ignorada pela maioria dos utentes.
"Queda de Blocos" e "Mantenha uma distância de segurança", em português e inglês, pode ler-se no aviso, com o sinal de perigo, com a indicação da Câmara de Cascais e da Administração Regional Hidrográfica (ARH) do Tejo. O problema é que a placa se encontra afixada mesmo no meio da esplanada do Atlantis Bar, em pleno paredão, numa ponta da praia da Poça, já a caminho para o areal da Azarujinha.
"Não faz sentido ter consolidado a arriba e não ter continuado mais alguns metros na zona onde chega o mar", comenta o proprietário do apoio de praia, que explora há quatro anos a esplanada ali montada há quase duas décadas. A arriba escarpada foi coberta com betão, numa determinada extensão, e coberta com uma rede metálica até meia dúzia de metros das cadeiras de plástico.
O proprietário não teme que a arriba possa desabar, mas admite recear que "se possa soltar uma pedra que acerte na cabeça de um cliente". No entanto, uma vez que o espaço se encontra devidamente licenciado, a placa deverá servir apenas para "sacudir" as responsabilidades na eventualidade remota de qualquer incidente. Os utentes, indiferentes ao aviso, continuam a frequentar a esplanada, com uma vista magnífica para o recorte costeiro de Cascais.
O estabelecimento funciona diariamente como um dos apoios à praia da Poça, pequena extensão de areia encaixada entre duas elevações da costa, enquadrada pelos fortes Velho (do lado do Estoril) e da Cadaveira (do lado de São João). A partir de Outubro, o bar abre apenas aos fins-de-semana, desde que as condições climatéricas o permitam. A ARH do Tejo, através de Francisco Reis, esclareceu que a colocação da placa se enquadra num conjunto de acções articuladas com as autarquias "para minimizar as situações de risco na zona costeira".
"A colocação de placas não esgota o que são as nossas atribuições em matéria de risco", notou o porta-voz da ARH, acrescentando que o organismo está a "avaliar a situação da esplanada, de um estabelecimento titulado por uma licença válida" e que juntamente com o concessionário "será encontrada uma solução o mais rápido possível para assegurar a segurança dos utentes.»
Por Luís Filipe Sebastião
«Proprietário do estabelecimento estranha que a consolidação da arriba não tenha avançado até ao espaço concessionado junto à praia da Poça
Mesas e cadeiras costumam fazer parte de uma esplanada, mas na praia da Poça, em São João do Estoril, as autoridades resolveram acrescentar ao espaço uma placa informativa, aparentemente contraditória com o propósito da sua instalação, a que se junta o à-vontade com que é ignorada pela maioria dos utentes.
"Queda de Blocos" e "Mantenha uma distância de segurança", em português e inglês, pode ler-se no aviso, com o sinal de perigo, com a indicação da Câmara de Cascais e da Administração Regional Hidrográfica (ARH) do Tejo. O problema é que a placa se encontra afixada mesmo no meio da esplanada do Atlantis Bar, em pleno paredão, numa ponta da praia da Poça, já a caminho para o areal da Azarujinha.
"Não faz sentido ter consolidado a arriba e não ter continuado mais alguns metros na zona onde chega o mar", comenta o proprietário do apoio de praia, que explora há quatro anos a esplanada ali montada há quase duas décadas. A arriba escarpada foi coberta com betão, numa determinada extensão, e coberta com uma rede metálica até meia dúzia de metros das cadeiras de plástico.
O proprietário não teme que a arriba possa desabar, mas admite recear que "se possa soltar uma pedra que acerte na cabeça de um cliente". No entanto, uma vez que o espaço se encontra devidamente licenciado, a placa deverá servir apenas para "sacudir" as responsabilidades na eventualidade remota de qualquer incidente. Os utentes, indiferentes ao aviso, continuam a frequentar a esplanada, com uma vista magnífica para o recorte costeiro de Cascais.
O estabelecimento funciona diariamente como um dos apoios à praia da Poça, pequena extensão de areia encaixada entre duas elevações da costa, enquadrada pelos fortes Velho (do lado do Estoril) e da Cadaveira (do lado de São João). A partir de Outubro, o bar abre apenas aos fins-de-semana, desde que as condições climatéricas o permitam. A ARH do Tejo, através de Francisco Reis, esclareceu que a colocação da placa se enquadra num conjunto de acções articuladas com as autarquias "para minimizar as situações de risco na zona costeira".
"A colocação de placas não esgota o que são as nossas atribuições em matéria de risco", notou o porta-voz da ARH, acrescentando que o organismo está a "avaliar a situação da esplanada, de um estabelecimento titulado por uma licença válida" e que juntamente com o concessionário "será encontrada uma solução o mais rápido possível para assegurar a segurança dos utentes.»
Friday, September 25, 2009
Rotundas deixam de ter esculturas

In Sol Online (25/9/2009)
Por Sónia Graça
«As rotundas artísticas ou pseudo-artísticas que enxameiam o país vão ter novas regras. E isto porque se concluiu que, em muitos casos, as esculturas e outros obstáculos prejudicam a visibilidade e estão na origem de acidentes, avança a edição do SOL desta sexta-feira
Quem passa junto ao Hotel Turismo da Covilhã consegue atravessar praticamente a direito, sem curvar o volante, a pitoresca rotunda de acesso ao edifício – implantada numa estrada de forte inclinação e com uma microfloresta alojada no centro.
Não muito longe dali, no início da Estrada Nacional 18 (Guarda), os condutores deparam com uma rotunda de grande dimensão, com um colossal monumento em forma de ‘G’ cravado num terreno íngreme, formando o conjunto um autêntico empecilho à visibilidade na circulação.
Defeitos de concepção desta natureza vão passar a ser proibidos em todos os projectos de novas rotundas da rede rodoviária, assim que entrarem em vigor as novas regras consagradas no Manual de Dimensionamento de Rotundas – um documento elaborado pela Universidade de Coimbra (UC) e pela Estradas de Portugal (EP).»
...
E aquelas que, simplesmente, são feiosas e inclassificáveis?
Thursday, September 24, 2009
Resposta ao último post:
Aqui.
Ou seja, no site da Fundbox, é apresentado como:
«Estrada da Malveira da Serra São Gabriel - Aldeia de Juzo
Imóvel localizado a 30Km de Cascais, na Estrada Nacional 9/1, junto à saída da A5, nos limites da Aldeia de Juzo. Situado num belo enquadramento, privilegiado pela Serra de Sintra e orla marítima ocidental.
Trata-se de um edifício com 30 anos, de 5 pisos, sendo o último recuado, inserido num terreno com cerca de 5150 m².
Dado o facto do imóvel encontrar-se devoluto, está em fase de desenvolvimento um projecto de construção para este terreno.
Tipo Outros
Morada EN 9/1 - Estrada da Malveira da Serra São Gabriel
Aldeia de Juzo
Cascais
Área 5156 m2
Nº de Pisos 5
Estado DESOCUPADO»
...
Sobre o tal projecto nada se diz. Talvez depois das eleições ...
Outra coisa: não sabia que a coisa distava 30km de Cascais!!!
Ou seja, no site da Fundbox, é apresentado como:
«Estrada da Malveira da Serra São Gabriel - Aldeia de Juzo
Imóvel localizado a 30Km de Cascais, na Estrada Nacional 9/1, junto à saída da A5, nos limites da Aldeia de Juzo. Situado num belo enquadramento, privilegiado pela Serra de Sintra e orla marítima ocidental.
Trata-se de um edifício com 30 anos, de 5 pisos, sendo o último recuado, inserido num terreno com cerca de 5150 m².
Dado o facto do imóvel encontrar-se devoluto, está em fase de desenvolvimento um projecto de construção para este terreno.
Tipo Outros
Morada EN 9/1 - Estrada da Malveira da Serra São Gabriel
Aldeia de Juzo
Cascais
Área 5156 m2
Nº de Pisos 5
Estado DESOCUPADO»
...
Sobre o tal projecto nada se diz. Talvez depois das eleições ...
Outra coisa: não sabia que a coisa distava 30km de Cascais!!!
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São Gabriel,
Standard Eléctrica
Terrenos da antiga Standard Eléctrica, que futuro?

Chegado por e-mail:
«A ALCATEL , importante empresa que ocupa um vasto terreno arborizado, junto à Aldeia de Juzo (no fim da A5) vai mudar as suas instalações para um pequeno lote no outro lado da estrada, deixando este vasto terreno. [...] Será possível saber-se o que se irá passar neste terreno, que está no PNSC?»
Wednesday, September 23, 2009
JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO - Cascais promove nova visita às grutas do Poço Velho
In Imprensa Cascais
«Sábado, dia 26 de Setembro, a partir das 15h00 –Centro da Vila (Largo das Grutas)
Dia 26 de Setembro, a partir das 15h00, no âmbito das comemorações das Jornadas Europeias do Património, subordinadas ao tema “Viver o Património”, a Câmara Municipal de Cascais convida o público a visitar novamente as Grutas do Poço Velho, situadas no centro da Vila. Com entrada livre, as visitas serão guiadas por técnicos municipais.
Abertas ao público pela primeira vez em 18 de Abril último, Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, após uma intervenção de reabilitação, as Grutas do Poço Velho, situadas na margem direita da ribeira das Vinhas, em pleno coração da vila de Cascais e com entrada pelo Largo das Grutas, nas traseiras do edifício S. José, voltam agora a receber visitantes.
Agora como há uns meses atrás, aguarda-se grande afluência do público, sendo que as visitas serão guiadas por técnicos municipais que irão dar a conhecer a história deste espaço ímpar que remonta ao período paleolítico, neolítico e calcolítico, conforme atestam os vestígios arqueológicos encontrados, no final do século XIX, nos sedimentos que preenchiam o seu interior. A principal ocupação detectada nestas grutas é, aliás, da época neolítica e calcolítica e refere-se à utilização da cavidade como necrópole, tendo fornecido um rico espólio, uma parte do qual pode ser visto na exposição patente na nova Sala de Arqueologia do Museu Condes de Castro Guimarães.
Esta visita coincide com as Jornadas Europeias do Património assinaladas este ano a 25, 26 e 27 de Setembro, e que se subordinam ao tema “Viver o Património” como forma de chamar a atenção para que as visitas aos lugares patrimoniais sejam mais do que simples visitas clássicas. O desafio de “vir ver o património”, traduzido no lema “Viver o Património”, consiste em proporcionar ao público a vivência do património, potenciando a sensação de “estar em casa”. Assim, pretende-se estimular a aproximação física e emocional das pessoas para com o património, transformando a visita numa experiência integral dos sentidos. »
«Sábado, dia 26 de Setembro, a partir das 15h00 –Centro da Vila (Largo das Grutas)
Dia 26 de Setembro, a partir das 15h00, no âmbito das comemorações das Jornadas Europeias do Património, subordinadas ao tema “Viver o Património”, a Câmara Municipal de Cascais convida o público a visitar novamente as Grutas do Poço Velho, situadas no centro da Vila. Com entrada livre, as visitas serão guiadas por técnicos municipais.
Abertas ao público pela primeira vez em 18 de Abril último, Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, após uma intervenção de reabilitação, as Grutas do Poço Velho, situadas na margem direita da ribeira das Vinhas, em pleno coração da vila de Cascais e com entrada pelo Largo das Grutas, nas traseiras do edifício S. José, voltam agora a receber visitantes.
Agora como há uns meses atrás, aguarda-se grande afluência do público, sendo que as visitas serão guiadas por técnicos municipais que irão dar a conhecer a história deste espaço ímpar que remonta ao período paleolítico, neolítico e calcolítico, conforme atestam os vestígios arqueológicos encontrados, no final do século XIX, nos sedimentos que preenchiam o seu interior. A principal ocupação detectada nestas grutas é, aliás, da época neolítica e calcolítica e refere-se à utilização da cavidade como necrópole, tendo fornecido um rico espólio, uma parte do qual pode ser visto na exposição patente na nova Sala de Arqueologia do Museu Condes de Castro Guimarães.
Esta visita coincide com as Jornadas Europeias do Património assinaladas este ano a 25, 26 e 27 de Setembro, e que se subordinam ao tema “Viver o Património” como forma de chamar a atenção para que as visitas aos lugares patrimoniais sejam mais do que simples visitas clássicas. O desafio de “vir ver o património”, traduzido no lema “Viver o Património”, consiste em proporcionar ao público a vivência do património, potenciando a sensação de “estar em casa”. Assim, pretende-se estimular a aproximação física e emocional das pessoas para com o património, transformando a visita numa experiência integral dos sentidos. »
Sunday, September 20, 2009
Apresentação Pública do PP de Freiria, em S.Domingos de Rana
«- Dia 20 de Setembro | 16h30 | Estrada de Polima –
Decorre no dia 20 de Setembro, às 16h30, na Estrada de Polima, junto à Villa Romana de Freiria, a apresentação pública do Plano de Pormenor de Freiria. Este Plano de Pormenor tem como objectivo estratégico o ordenamento e requalificação das sete Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI) existentes na zona e a implementação de um pólo de actividades comerciais e serviços, para além de permitir a musealização e valorização cénica do conjunto arqueológico da Villa Romana de Freiria. A sessão conta com a presença do Presidente da Câmara Municipal, António d’Orey Capucho.
Desenvolvido pelo Departamento de Requalificação Urbana, o Plano de Pormenor de Reestruturação Urbanística da Área Envolvente à Villa Romana de Freiria está numa fase processual bastante adiantada, uma vez que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional já procedeu à conferência de serviços, acto que antecede a remissão para discussão pública, que está prevista para a próxima semana. Após a ponderação desta participação dos interessados, o Plano de Pormenor será finalmente enviado pela Câmara Municipal de Cascais à Assembleia Municipal, para a respectiva aprovação, a qual se espera vir a acontecer até final do ano em curso.
Depois disso poderá começar a tomar forma o plano gizado em conjunto por moradores, proprietários, arqueólogos, historiadores, técnicos e políticos, todos em articulação com o arquitecto José Alves Bicho, e do qual sobressai o ordenamento de uma área com 58,5 hectares na qual serão implantadas infra-estruturas de base, como redes de água e saneamento, bolsas de estacionamento, novas vias rodoviárias articuladas com a malha urbana adjacente – entre elas um troço da Variante EN 249-4 - , espaços verdes e de lazer – incluindo um parque urbano com 17 hectares –, um complexo escolar integrado para o primeiro, segundo e terceiro ciclos, equipamentos desportivos, zonas de comércio e serviços, um centro interpretativo e um pequeno museu de sítio, que irá valorizar a Villa Romana de Freiria, um dos mais importantes vestígios romanos da Península Ibérica.
DADOS-RESUMO PP FREIRIA
Habitação | 135.000 m2, correspondentes a 1012 fogos;
Comércio e Serviços | 22.400m2;
Espaços verdes e equipamentos | 259.000m2, dos quais 170,000m2 para um Parque Urbano e 30.800m2 para a instalação de uma Escola Básica Integrada.»
Decorre no dia 20 de Setembro, às 16h30, na Estrada de Polima, junto à Villa Romana de Freiria, a apresentação pública do Plano de Pormenor de Freiria. Este Plano de Pormenor tem como objectivo estratégico o ordenamento e requalificação das sete Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI) existentes na zona e a implementação de um pólo de actividades comerciais e serviços, para além de permitir a musealização e valorização cénica do conjunto arqueológico da Villa Romana de Freiria. A sessão conta com a presença do Presidente da Câmara Municipal, António d’Orey Capucho.
Desenvolvido pelo Departamento de Requalificação Urbana, o Plano de Pormenor de Reestruturação Urbanística da Área Envolvente à Villa Romana de Freiria está numa fase processual bastante adiantada, uma vez que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional já procedeu à conferência de serviços, acto que antecede a remissão para discussão pública, que está prevista para a próxima semana. Após a ponderação desta participação dos interessados, o Plano de Pormenor será finalmente enviado pela Câmara Municipal de Cascais à Assembleia Municipal, para a respectiva aprovação, a qual se espera vir a acontecer até final do ano em curso.
Depois disso poderá começar a tomar forma o plano gizado em conjunto por moradores, proprietários, arqueólogos, historiadores, técnicos e políticos, todos em articulação com o arquitecto José Alves Bicho, e do qual sobressai o ordenamento de uma área com 58,5 hectares na qual serão implantadas infra-estruturas de base, como redes de água e saneamento, bolsas de estacionamento, novas vias rodoviárias articuladas com a malha urbana adjacente – entre elas um troço da Variante EN 249-4 - , espaços verdes e de lazer – incluindo um parque urbano com 17 hectares –, um complexo escolar integrado para o primeiro, segundo e terceiro ciclos, equipamentos desportivos, zonas de comércio e serviços, um centro interpretativo e um pequeno museu de sítio, que irá valorizar a Villa Romana de Freiria, um dos mais importantes vestígios romanos da Península Ibérica.
DADOS-RESUMO PP FREIRIA
Habitação | 135.000 m2, correspondentes a 1012 fogos;
Comércio e Serviços | 22.400m2;
Espaços verdes e equipamentos | 259.000m2, dos quais 170,000m2 para um Parque Urbano e 30.800m2 para a instalação de uma Escola Básica Integrada.»
Thursday, September 17, 2009
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