Thursday, April 22, 2010

A CMC nas páginas amarelas...




N.B. A fotocópia é a que nos foi enviada pelos serviços da CMC.

Wednesday, April 14, 2010

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios assinalado em Cascais


Verões em Cascais poderão ser dez graus mais quentes em 2100

In Público (14/4/2010)
Por Ricardo Garcia

«Estudo sobre as alterações climáticas no concelho aponta para praias menores, danos na saúde e o fim do vinho de Carcavelos. Mas há incertezas

No futuros

As praias da Linha quase sem areia. Mais doenças transmissíveis por insectos. Menos água nas ribeiras. Mais fogos florestais. Menos biodiversidade. O fim do vinho de Carcavelos. O futuro definitivamente não parece risonho para Cascais, de acordo com os cenários de um plano estratégico para as alterações climáticas, que a câmara municipal apresenta hoje.

A antevisão do concelho em 2100 foi feita pela mesma equipa científica do projecto SIAM, um vasto estudo interdisciplinar sobre os impactos das alterações climáticas em Portugal. Não contém previsões do que irá acontecer, mas cenários do que pode acontecer, com base em histórias diferentes do mundo no futuro.

Resultados: Cascais será até 10 graus Celsius mais quente no Verão e o mar poderá subir um metro acima do nível actual. Caso não haja medidas de adaptação, a consequência mais visível será a perda de areia das praias voltadas a sul. A do Tamariz encolherá em 84 por cento até 2100. As praias da Conceição e da Duquesa, 78 por cento. São Pedro e Carcavelos, 64 e 67 por cento. Já o Guincho ficará quase na mesma.

Para o vice-presidente da câmara, Carlos Carreiras, este não é o dado mais inquietante. "O que nos preocupa são os efeitos nas condições de saúde e de bem-estar, e na perda de biodiversidade", diz. Na saúde, as ondas de calor, as doenças transmitidas por insectos e a poluição atmosférica são os efeitos mais graves.

No domínio do lazer, medidas como a alimentação artificial das praias podem reduzir o problema das areias. Mas há outras modificações possíveis. Cascais aquecerá menos do que o interior do país e por isso poderá atrair mais visitantes nacionais. A água do mar mais quente também tornará a praia mais apetecível.

Por outro lado, o Verão pode ser demasiado tórrido. "O futuro será desconfortavelmente quente em alguns dias de Abril a Outubro", lê-se no estudo. Jogar golfe, nesses dias, seria um inferno. Poderá haver, por isso, uma distribuição diferente dos turistas ao longo do ano.

Impactos mistos

Nem tudo é negativo num futuro mais quente. Há peixes de interesse comercial e determinadas culturas agrícolas que ganharão com o calor. O próprio vinho de Carcavelos, que tem cenários fatais para 2100, pode ser beneficiado numa primeira fase. Mas o estudo admite que há muitas incertezas neste caso, devido ao desconhecimento da tolerância daquelas castas a um clima mais quente.

Todo o Plano Estratégico de Cascais para as Alterações Climáticas está envolto nas debilidades próprias dos modelos de simulação do clima e dos cenários do que será o mundo até ao final do século. "Temos de olhar [para o estudo] com alguma cautela, tendo em conta que há algumas incertezas", afirma Filipe Duarte Santos, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, coordenador do trabalho. O investigador sugere que a avaliação seja repetida em intervalos regulares, com base em novas metodologias.

Carlos Carreiras diz que o concelho já tem em curso algumas medidas de adaptação ou mitigação das alterações climáticas. Mas reconhece que não é num mandato que se resolve tudo. "Trata-se de uma matéria que não vive de espaços temporais curtos, nem de medidas isoladas", afirma. "Esta é uma peça estratégica de médio a longo prazo"».

...

Só duas coisas:

1. O vinho de Carcavelos já não existe, o que existe é algo com um rótulo a dizer "Vinho de Carcavelos".
2. Duas das "medidas de adaptação ou mitigação das alterações climáticas" foram o abate de árvores de grande porte na Vila Montrose e a construção do novo "amigo do ambiente" Estoril-Sol.
Haja pachorrar!

Tuesday, April 13, 2010

Ir a banhos à Linha já não é só meter o pé em águas frias e salgadas

In Público (13/4/2010)
Por Carlos Filipe

«Grande Lisboa volta a ter mais perto um complexo termal e de bem-estar com água doce que, já no século XIX, era referenciada pelas suas qualidades medicinais

Água chega a 34 graus
Turismo a recuperar

A partir de hoje já é possível à comunidade clínica voltar a prescrever tratamentos hídricos medicinais no Estoril. Há muita oferta em todo o país e para as mais variadas patologias, mas tamanha disponibilidade nunca se situou tão perto dos residentes na Grande Lisboa quanto agora. As Termas do Estoril, que reabriram ontem, após quase meio século fechadas, estão referenciadas há pelo menos três séculos, e são indicadas para a prevenção e tratamento de doenças respiratórias, músculo-esqueléticas e dermatológicas.

O Presidente da República, Cavaco Silva, apadrinhou a inauguração do complexo, um moderno edifício da autoria do arquitecto Manuel Gil Graça, na Avenida de Nice, no Estoril, entre o Hotel Palácio e o futuro Centro de Congressos. No seu conjunto, é um Wellness Center, mas divide-se em complexo termal com valências terapêuticas - as Termas Estoril -, e num centro de bem-estar, um spa da cadeia internacional Banyan Tree, com fortes influências tailandesas. Só não é um hotel, que já há muitos no Estoril (32 unidades, 11 das quais de cinco estrelas).

Por isso mesmo, funcionará em complementaridade com a oferta de camas turísticas. Mesmo em frente, ainda em obra, o Hotel Palácio constrói um complexo residencial de luxo. E como clientes exigentes desejam bem-estar, a oferta que as sociedades Estoril Plage e Opway agora apresentam deverá contar com uma ocupação ao longo de todo o ano, e não apenas sazonal, como é normal no termalismo clássico, com o grosso da afluência a centrar-se no terceiro trimestre do ano.

Promover cluster turístico

Com um período de construção de três anos e um investimento de 25 milhões de euros (parte dos quais financiados por verbas do Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional e do Turismo de Portugal), o complexo de quatro pisos representa a criação de 50 postos de trabalho directos e mereceu elogios do chefe de Estado, que destacou o contributo que a nova infra-estrutura dará à região de Estoril/Cascais "como um cluster turístico regional", lembrando ainda que o sector do turismo de saúde e bem-estar tem tido crescimento importante, na ordem dos dez por cento anuais, o que pode ser uma potencialidade a aproveitar com grande rentabilidade. "Pode a região ganhar estadias mais prolongadas que as dos turistas de praia. Estão criadas condições de maior atractividade e diversificação do pólo turístico de Cascais e Estoril", destacou o Presidente.

António Capucho sublinhou o prestígio que o Estoril ganhou com o termalismo, antes da sua imposição como estância turística. "A fama das suas águas atraía a realeza", disse Ca- pucho - citando uma publicação da época - "onde D. José esteve vários anos a tomar banhos daquela água tão reconhecida". E insistindo neste ponto, o autarca enalteceu a ressurreição das termas: "Tardou, mas arrecadou. Foi um investimento corajoso."»

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As vontades são boas e a exploração comercial e turística será proveitosa. O projecto de arquitectura, esse, é mais um mono numa zona de monos com fartura, cuja cereja em cima do bolo é o tal de centro de congressos. Enfim, podia ser melhor, podia ser pior. Triste sina a do Hotel Palácio, sofrendo as agruras da contemporaneidade.

Monday, April 12, 2010

Projecto Ruin'Arte:

Há algum tempo que existe um blog importantíssimo sobre o PATRIMÓNIO- o RUIN'ARTE.com- da autoria de Gastão Freire de Andrade de Brito, para o qual nos foi chamada a atenção por António Muñoz, igualmente. Aqui fica a referência.

No rescaldo do Limpar Portugal






Aqui fica a referência ao mais importante Movimento Cívico de que tenho conhecimento desde o 25 de Abril (!): o "Limpar Portugal" (limparportugal.ning.com) com mais de 100.000 voluntários em todo o país, a que o PR e até a C.M.Cascais anuíram, vindo em todos os jornais e televisões. Falha esta,no blog,que não entendo e que gostaria de corrigir. Tive o imenso prazer de coordenadar o Grupo "Cascais a N da A 5" (ver Álbuns de fotos, que junto envio),havendo outros, no Concelho de Cascais (Alcabideche, etc.).
Cumprimenta,
um abraço
António Muñoz.

Friday, March 26, 2010

Cascais alarga protecção do património edificado




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Boas notícias. Espero que estejam incluídas a magnífica vivenda (e respectivo logradouro) por cima da Praia da Poça/Tamariz e o que resta da vivenda Arte Nova da Av. Nuno Álvares Pereira.

Praias de Cascais perderão 80 por cento de areias este século

In Público (26/3/2010)

«Os areais de Cascais correm o risco de diminuir 23% até 2050 e 80% até ao final do século. Esta é uma das conclusões do Plano Estratégico de Cascais face às Alterações Climáticas, cujos resultados vão ser apresentados a 14 de Abril.

O estudo aponta outras conclusões, como o aumento da mortalidade associada a vagas de calor, o incremento do número de incêndios e a consequente redução da floresta nativa, alterações na sazonalidade dos produtos turísticos, redução de algumas espécies de peixes (pescada, linguado) e possível extinção local de algumas plantas e animais.

Para a elaboração dos cenários futuros, foram utilizados modelos de circulação geral da atmosfera usados pelo Centro Hadley, do Reino Unido, com base nos mais recentes cenários de emissões de gases com efeito de estufa propostos pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas das Nações Unidas.

O objectivo do estudo foi o de identificar os principais impactos das alterações climáticas em Cascais nos próximos cem anos ao nível dos recursos hídricos, zonas costeiras, biodiversidade, pescas, agricultura, saúde humana, turismo e energia.»

Wednesday, March 24, 2010

Ainda sobre as obras na Igreja Matriz:

Chegado por e-mail:


Ex.mo Senhor

Como poderá recordar-se envie há tempos atrás para divulgação, um alerta sobre umas obras de melhoramentos na Igreja Matriz de Cascais.

A tentativa de protecção do património não foi bem sucedida. O Pároco esta a levar a dele avante contra tudo e contra todos, sem se quer dar os mínimos esclarecimentos ao povo daquilo que pretende fazer. A Câmara Municipal que parece também estar envolvida com a atribuição de subsídio, não quer dar a cara, tentando-se descartar com o Pároco, e tudo se está a fazer de uma forma pouco clara, tendo só em mente a delapidação e destruição do património.

A surpresa total vem da parte do próprio Patriarcado???

Se alguém se dignar deslocar à Igreja irá verificar, toda uma completa e total destruição em curso, pelo seguimento de um projecto que tem um único e infeliz fio condutor, o de construir uma igreja moderna dentro da antiga.

Mais uma vez nos devemos questionar, das directrizes condutoras de alguns responsáveis pelo nosso património. E o Senhor Padre que deve pensar que é dono de uma propriedade plena.

Respeitosos cumprimentos

Sunday, March 21, 2010

Exposição


Está patente no restaurante do Centro Cultural de Cascais uma exposição colectiva de pintura de nove pintores amadores que frequentam o ateliê de Luís Guimarães, reputado artista de Cascais. A exposição pode ser visitada até 28 de Março, das 10.00 às 18.00 horas, excepto segunda-feira.

Thursday, March 18, 2010

Cascais tem 38 empresas novas. E nenhuma teme a crise

In Público (18/3/2010)

«A DNA Cascais apresentou ontem 38 novas empresas, as primeiras de 2010, criadas por jovens empreendedores que não temem a crise que o país atravessa e acreditam no sucesso dos seus negócios. Os projectos foram apresentados no ninho de empresas da DNA Cascais, em Alcabideche.

Segundo o presidente da DNA Cascais e vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, "o desenvolvimento do empreendedorismo é essencial para o crescimento de qualquer economia". "Em Portugal, existem talento e competências, capacidade criativa e vontade de risco. Existe um país que responde de forma positiva contra a adversidade e estamos muito satisfeitos por sermos a capital desse Portugal positivo", disse o responsável à Lusa.

Os novos projectos representam um investimento de 6,4 milhões de euros e ajudam à criação de 116 postos de trabalho. Com a missão de incentivar o desenvolvimento do empreendedorismo, a DNA Cascais fez nascer, nos seus três anos de existência, 100 empresas e ajudou à criação de 300 postos de trabalho.»

Tuesday, March 16, 2010

Museu da Música Portuguesa tem site

«No Monte Estoril, situado entre a zona das antigas residências de veraneio da alta sociedade da passagem do século XIX para o século XX e a zona de edifícios mais modernos, encontramos, enquadrada por um espaçoso parque, a Casa Verdades Faria.

Por si só merecedor de uma visita dada a sua beleza em termos arquitectónicos e decorativos, o edifício alberga o Museu da Música Portuguesa, uma estrutura museológica tutelada pela Câmara Municipal de Cascais que visa preservar, estudar e dar a conhecer muito do património musical português. Único museu em Portugal dedicado exclusivamente à música portuguesa nas suas vertentes popular e erudita é o resultado do encontro em 1960 de dois grandes vultos do nosso panorama musical, uma vez que assenta nos legados do etnomusicólogo francês Michel Giacometti e do compositor Fernando Lopes-Graça. À época, o primeiro preparava a apresentação à Fundação Gulbenkian dos resultados dos primeiros trabalhos de recolha em Portugal e Lopes-Graça, que pertencia à Comissão de Etnomusicologia, havia já realizado na década de 40 algum trabalho de recolha musical, que utilizara como base para o seu próprio trabalho de composição. Os projectos complementavam-se. Décadas mais tarde, ambos legaram os resultados do seu trabalho à Câmara Municipal de Cascais, com o intuito de se criar o Museu que agora existe. Tanto Giacometti como Lopes-Graça estiveram ainda envolvidos na sua criação. Ao longo dos anos, o espólio do Museu foi sendo enriquecido. Recentemente a Câmara Municipal de Cascais adquiriu a biblioteca do maestro Álvaro Cassuto e existem projectos de outras incorporações. [...]»

Friday, March 12, 2010

O passado nunca passa? Ai não que não passa.

Decorre até finais de Junho nos antigos Correios do Estoril, rebaptizados Espaço Memória dos Exílios, uma exposição de postais da colecção de José Santos Fernandes ilustrando a Cascais de antanho, intitulada «O Passado Nunca Passa» e organizada pela Câmara Municipal de Cascais. Acontece, porém, caros organizadores, que o passado passa e de que maneira.

Acontece, também, que ele vai passando graças à acção, tantas vezes indelével, das autarquias e dos seus responsáveis, sendo que aqui, pese embora esta iniciativa louvável, a “ajuda” da CMC foi inestimável ao longo de décadas. Não só dela (o défice de cidadania também ajudou) mas sobretudo dela.

Assim, paulatinamente, onde havia pinhal e verde passou a haver asfalto, moradias “à la” Beverly Hills e torres. Malveira, Abano, Areia, Birre, Guia, etc., etc. até à “fronteiriça” Carcavelos. Não houve terreno expectante que resistisse, nem casa antiga ou árvore que impedisse o “progresso”. Onde havia pictórico e provinciano passou a haver “oportunidade de negócio” e modernidade. Nem o próprio horizonte escapou. Exemplos não faltam e não é preciso Cerebrum (passe a publicidade) para recapitular alguns deles:

A bela baía de Sta. Marta, ofuscada por uma marina horrenda e desproporcionada. O C.C. Villa que matou o já de si moribundo comércio no centro da vila. A via-rápida que desemboca nos semáforos junto ao Mercado. A A5 que puxa mais carros para o Guincho. A fabulosa piscina do Estoril-Sol mais a “minha” sandwich club engolidas pelo novel mono alienígena junto ao Pq. Palmela. O Paredão corrido a pré-fabricados e pavimento ainda mais quebradiço que o rústico que lá estava. O toldo em lona que virou plastificado, “amigo do ambiente” e com direito a logo camarário. As magníficas bolas de Berlim da D. Rosa, expropriadas do usucapião de que gozavam na praia do Guincho, em prol das medíocres do concessionário respectivo.

Onde havia “ cachet” passou a haver “charme”. Piscatório e veraneio passaram a significar subúrbio e “resort”. E, pelos vistos, assim continuará a ser. Daí que o local onde decorre esta exposição não possa ser mais adequado do que é: “exílio” tem sido o destino da memória de quem conhece Cascais há 40 anos (e imagino as memórias mais antigas). Curioso é que ali ao lado, uns metros passeio acima, a CMC podia inverter o rumo das coisas e demonstrar, preto no branco, que quer resgatar a Memória desse exílio forçado.

Falo da Casa de São Francisco, desenhada pelo Arqº António Varela e vizinha do Espaço Memória dos Exílios. Um dos últimos edifícios modernistas de pé no concelho e que tem sobre si o camartelo sob a forma de “projecto de alterações e ampliação”. Bom seria que esta oportunidade fosse não de negócio mas de mudança e de “aviso à navegação”. Será?




In Jornal de Notícias

Tuesday, March 09, 2010

Friday, March 05, 2010

Nova praia do Guincho





«Os ventos ciclónicos que atingiram os 140 quilómetros por hora no passado sábado, 27 de Fevereiro, e a agitação do mar transformaram a praia do Guincho, em Cascais. No lugar do areal raso até ao mar há agora uma autêntica falésia de areia»


Fonte (ABA)

Wednesday, March 03, 2010

Evacuada sala de espera das consultas externas do novo hospital de Cascais


In Diário Económico (3/3/2010)
Mafalda Aguilar

«O hospital foi inaugurado na semana passada.

A sala de espera da zona das consultas externas do novo hospital de Cascais foi hoje evacuada devido a uma inundação, apurou o Económico.

O acidente surge uma semana depois do novo hospital de Cascais ter sido inaugurado pelo primeiro-ministro.

Fonte do hospital contactada pelo Económico avançou que "houve uma ruptura da canalização da sala de espera da zona das consultas externas, que levou à evacuação da área, tendo sido desmarcadas as consultas".

Sobre a notícia avançada pela SIC de que o tecto teria caído, Matos Viegas, o engenheiro da TDOHOSP, empresa responsável pela concessão e manutenção do hospital, desmentiu ao Económico a informação, explicando que "o tubo de drenagem ficou entupido e fez uma pequena inundação, que já está resolvida".

O novo hospital de Cascais foi inaugurado no passado dia 23 de Fevereiro por José Sócrates.

Esta unidade do Sistema Nacional de Saúde (SNS) tem 272 camas, seis blocos operatórios, 10 quartos de partos, seis postos de hospital de dia, 26 gabinetes de consultas e uma unidade de cuidados especiais de neonatologia.»