Thursday, October 27, 2011
Cascais recebe primeira edição do “Restaurant Week”
In Público (27/10/2011)
Por Ana Isabel Silva
«A vila de Cascais vai receber, entre 3 e 13 de Novembro, a primeira edição do "Restaurant Week". A iniciativa, que associa 34 estabelecimentos do concelho, permite comer uma refeição em casas "conceituadas" por um valor mais acessível e, ao mesmo tempo, contribuir para causas sociais.
O projecto “Cascais Restaurant Week”, que decorre durante dez dias, disponibiliza diversos menus nos diferentes restaurantes, que a organização garante serem produzidos com “produtos de alta qualidade”. Cada refeição custará 20 euros, mas os restaurantes envolvidos aceitaram doar um euro para o Movimento Mulheres de Vermelho e a Associação CrescerSer, segundo explica, em comunicado, a Câmara de Cascais.
O presidente da autarquia, Carlos Carreiras, esclarece no comunicado que a adesão à iniciativa se justifica, principalmente, pela "promoção de um dos sectores mais prestigiados, o da restauração, e da identidade da gastronomia local”. O autarca considera que este é um projecto “destinado ao sucesso”.
A iniciativa é organizada pela autarquia em colaboração com a Fundação Cascais. O director-geral do “Restaurant Week”, Rui Amaral, defende que "o sucesso [do projecto] passa por possibilitar o acesso democrático à restauração de topo". E acrescenta que um dos objectivos para o futuro passa por "descentralizar a iniciativa para outras zonas do país”.
Em Portugal, o projecto “Restaurant Week” teve início em Lisboa, em Maio de de 2009, e no Porto, em Outubro do mesmo ano, com o apoio das autarquias. Em Abril de 2010, Loures também se juntou à iniciativa, que pretende “promover a restauração e a gastronomia nacional”, e por outro lado sensibilizar para uma “responsabilidade social”. A par das ajudas às intituições sociais, o projecto também pretende “democratizar da restauração de qualidade”.
Este foi um projecto criado em Nova Iorque, em 1992, no âmbito de uma parceria com a Fashion Week, que tinha como principal objectivo aumentar o volume de vendas na época baixa, numa altura em que se registou uma redução no fluxo turístico da restauração. Na primeira edição associaram-se 90 restaurantes, porém, actualmente, a iniciativa conta com mais de dez mil restaurantes, tendo já chegado a Boston (EUA), Londres (Inglaterra), Amesterdão (Holanda) e São Paulo (Brasil).»
Por Ana Isabel Silva
«A vila de Cascais vai receber, entre 3 e 13 de Novembro, a primeira edição do "Restaurant Week". A iniciativa, que associa 34 estabelecimentos do concelho, permite comer uma refeição em casas "conceituadas" por um valor mais acessível e, ao mesmo tempo, contribuir para causas sociais.
O projecto “Cascais Restaurant Week”, que decorre durante dez dias, disponibiliza diversos menus nos diferentes restaurantes, que a organização garante serem produzidos com “produtos de alta qualidade”. Cada refeição custará 20 euros, mas os restaurantes envolvidos aceitaram doar um euro para o Movimento Mulheres de Vermelho e a Associação CrescerSer, segundo explica, em comunicado, a Câmara de Cascais.
O presidente da autarquia, Carlos Carreiras, esclarece no comunicado que a adesão à iniciativa se justifica, principalmente, pela "promoção de um dos sectores mais prestigiados, o da restauração, e da identidade da gastronomia local”. O autarca considera que este é um projecto “destinado ao sucesso”.
A iniciativa é organizada pela autarquia em colaboração com a Fundação Cascais. O director-geral do “Restaurant Week”, Rui Amaral, defende que "o sucesso [do projecto] passa por possibilitar o acesso democrático à restauração de topo". E acrescenta que um dos objectivos para o futuro passa por "descentralizar a iniciativa para outras zonas do país”.
Em Portugal, o projecto “Restaurant Week” teve início em Lisboa, em Maio de de 2009, e no Porto, em Outubro do mesmo ano, com o apoio das autarquias. Em Abril de 2010, Loures também se juntou à iniciativa, que pretende “promover a restauração e a gastronomia nacional”, e por outro lado sensibilizar para uma “responsabilidade social”. A par das ajudas às intituições sociais, o projecto também pretende “democratizar da restauração de qualidade”.
Este foi um projecto criado em Nova Iorque, em 1992, no âmbito de uma parceria com a Fashion Week, que tinha como principal objectivo aumentar o volume de vendas na época baixa, numa altura em que se registou uma redução no fluxo turístico da restauração. Na primeira edição associaram-se 90 restaurantes, porém, actualmente, a iniciativa conta com mais de dez mil restaurantes, tendo já chegado a Boston (EUA), Londres (Inglaterra), Amesterdão (Holanda) e São Paulo (Brasil).»
Wednesday, October 26, 2011
Palácio da Presidência vai abrir ao público na Cidadela de Cascais

In Público (26/10/2011)
Por Luís Filipe Sebastião
«A recuperação do palácio da Cidadela de Cascais está em fase de conclusão e a Presidência da República vai abrir as portas do renovado espaço à próxima reunião do Conselho para a Globalização, que se realiza no mês de Novembro. O museu das ordens honoríficas vai ter de esperar por disponibilidades financeiras para a sua instalação.
Quem passar pelo Passeio da Rainha D. Maria Pia, à beira da baía de Cascais, ainda ouve barulho de obras. Os trabalhos no interior da alta e larga muralha contígua dizem respeito à empreitada de adaptação da Cidadela para fins turísticos, nomeadamente uma pousada do grupo Pestana. O palácio afecto à Presidência da República, bem como a capela anexa, já se encontram recuperados. Entre muros, a calçada junto ao imóvel está pronta, e a azáfama tomou conta da antiga parada para que tudo fique pronto nas próximas semanas.
A reabilitação do palácio da Presidência, como costuma ser designado, teve por base um projecto do arquitecto Pedro Vaz. A assessoria para a comunicação social da Presidência da República confirmou ao PÚBLICO, por escrito, que a obra "encontra-se quase concluída" e que as instalações devem abrir "até finais de Novembro de 2011".
"Não está prevista uma inauguração", salienta a nota do gabinete de Cavaco Silva, acrescentando que foram executadas as infra-estruturas com vista à instalação de um pólo do Museu da Presidência da República, mas "para a sua concretização não existe uma data prevista, tendo em atenção as restrições orçamentais". O pólo do museu será dedicado às ordens honoríficas, como estava projectado, e entretanto o espaço vai servir para exposições temporárias.
Essa será, aliás, a forma encontrada para abrir as portas do palácio durante um mês, entre 20 de Novembro e 20 de Dezembro, segundo o PÚBLICO apurou. Aníbal Cavaco Silva vai usar o espaço por ocasião da próxima reunião do Conselho para a Globalização, iniciativa que costuma juntar personalidades portuguesas e estrangeiras, mas que este ano vai reunir apenas um conjunto de empresários e gestores portugueses com actividade fora do país. Este primeiro evento oficial no palácio está agendado para 25 de Novembro. E, esclarece a assessoria da Presidência da República, para além da "utilização dos salões principais para reuniões ao mais alto nível" e para "outras cerimónias de carácter institucional", pretende-se definir, com o apoio da Câmara de Cascais, um "perímetro de visitas" para o público.
É nesse sentido que, a par da reunião do Conselho para a Globalização, está a ser preparada uma exposição que servirá como pretexto para que os visitantes possam constatar o resultado da recuperação do monumento. De acordo com o projecto, a área do museu ocupa as caves e as garagens que se encontravam devolutas, com acesso pelo topo sul do piso térreo. No topo norte será criada uma cafetaria, com esplanada, e a bilheteira servirá o museu e o percurso palaciano. Os salões de banquetes, o salão nobre, as salas de jantar e de fumo do Presidente Craveiro Lopes, o gabinete moçárabe e o quarto do rei D. Luís beneficiaram de restauro. Manteve-se a distribuição das salas, vestíbulo e quarto do rei D. Carlos. Os quartos para as comitivas oficiais ficam virados para a praça e, no piso superior, estão incluídos aposentos para o Presidente da República.
Pousada abre em Fevereiro
A capela da Cidadela, nota a assessoria de Cavaco Silva, "reúne condições para a reintrodução do culto" e, por isso, "pretende-se encontrar um equilíbrio entre o seu uso e a sua condição como parte do núcleo do palácio". A empreitada de reabilitação do palácio orçou em 6,534 milhões de euros, dos quais três milhões resultam das contrapartidas anuais da zona de jogo da Costa do Estoril. O restante montante inscrito no PIDDAC (Plano de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) foi repartido no Orçamento do Estado dos últimos quatro anos.
"Estamos muito agradecidos ao Presidente da República por ter sido possível recuperar o palácio da Cidadela, que se encontrava muito degradado, e vamos ajudar a encontrar uma forma de manter o espaço aberto a visitas regulares do público", comentou o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras.
O autarca social-democrata acrescentou que a abertura, para breve, da Fortaleza de Nossa Senhora da Luz, monumento anexo à cidadela, em colaboração com o Ministério da Defesa, permitirá criar uma nova dinâmica na área do turismo e "valorizar o património de Cascais". A pousada da Cidadela deverá ser inaugurada em Fevereiro de 2012, revelou o presidente da Câmara de Cascais. As obras da unidade hoteleira, com 127 quartos, estão prontas e até ao final do ano devem ficar concluídas as restantes áreas de comércio e serviços e espaços públicos. A exploração do espaço - cedido por 70 anos ao município contra 2,8 milhões de euros para os ministérios das Finanças e da Defesa - foi concessionada ao grupo Pestana, que se propôs investir 20,5 milhões e pagará 285 mil euros por ano (mais dois por cento da facturação bruta).»
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Thursday, October 13, 2011
Registe-se e participe!
Ainda sobre o Orçamento Participativo, só para informar que os projectos/propostas (http://op.cm-cascais.pt/cache/binImagens/OP_Cascais_listagem-905.pdf) entrarão em votação, inclusive via net a partir de 27 de Outubro e até 24 de Novembro.
Mais informação em http://op.cm-cascais.pt/.
Registe-se e participe, pode ser que valha a pena, nunca se sabe.
Mais informação em http://op.cm-cascais.pt/.
Registe-se e participe, pode ser que valha a pena, nunca se sabe.
Monday, October 10, 2011
Prepotência de director de escolas
Chegado por e-mail:
«Exmo(a). Sr(a).
Solicitamos a divulgação do seguinte,
Decisão absurda de Director de Agrupamento de Escolas de leva ao encerramento de Escola de Danças de Salão da AMQC com 40 alunos, em S. João do Estoril.
A EDSAMQC, foi criada em Março de 2010 e desde então tem funcionado na Escola EB1 de S. João do Estoril, tendo para tal sido assinado um Protocolo de Cedência de Instalações entre o Agrupamento de Escolas da Galiza e a AMQC, que tem sido criteriosamente cumprido por ambas as partes.
A enorme receptividade da Comunidade Local a esta iniciativa da AMQC tem promovido a aproximação de todos os associados e amigos da Quinta da Carreira, reunindo todas as Terças e Quintas Feiras cerca de 40 alunos de todas as idades que saudavelmente se divertem na aprendizagem desta actividade.
Ao longo deste ano e meio de existência foram várias as actuações públicas, com especial destaque para as Festas de Aniversário da AMQC (Ver Vídeo) e da Noite Cultural AMQC que tiveram um enorme participação do Público como atestam as fotos anexas.
Atendendo ao sucesso da EDSAMQC, e por forma a melhorar as suas condições e promover o seu crescimento, a AMQC conjuntamente com a CMC e a Junta de Freguesia do Estoril fizeram um investimento de aproximadamente 7.500,00€ tendo sido adquiridos; uma aparelhagem de som, duas tendas para espectáculos e instalado uma parede de espelhos na Escola EB1 de S. João do Estoril, sendo esta uma mais valia também para as actividades curriculares da Escola.
No final de Agosto do corrente ano, com o intuito de dinamizar ainda mais a EDSAMQC, foi preparada uma campanha de divulgação (que está a decorrer) do “regresso às aulas de danças de salão” com um forte investimento financeiro por parte da AMQC.
De referir que de acordo com o Relatório e Contas de 2010 prevê-se atingir o “break–even Point” em Abril de 2011 (já atingido), sendo que a partir daí passou a Escola a gerar um sistemático, mas pequeno lucro para a AMQC, que minimizará a sua dependência de subsídios municipais, caminhando-se para a auto-sustentação da AMQC.
É portanto, para nós um enorme orgulho garantir a satisfação dos praticantes, garantir um posto de trabalho e promover a cultura e o espectáculo no Concelho de Cascais sem necessitar de subsídios que poderão ser redireccionados para fins Sociais/Solidários tão necessários nesta época de constrangimentos orçamentais.
Contudo, fomos confrontados no passado dia 16 de Setembro, com a impossibilidade de continuarmos a realizar as aulas da EDSAMQC na Escola EB1 de S. João do Estoril, “por razões logísticas, mais concretamente por falta de pessoal” em resultado de ter sido aprovado (em Julho 2011) o regulamento interno do Agrupamento de Escolas que “não permite a utilização das instalações escolares por terceiros sem a abertura das mesmas estar salvaguardada por um funcionário da escola, pelo que esse procedimento fica vedado a entidades externas às escolas.”.
A falta de alternativa de instalações levará à óbvia extinção de uma actividade auto-sustentada de promoção da qualidade de vida da comunidade e de promoção da cultura, podendo eventualmente levar à perda de independência financeira da AMQC.
Refira-se ainda, que a partir do momento em que a EDSAMQC passou a gerar receitas, a AMQC assumiu compromissos com outros, que como é hábito e dever desta instituição tudo fará para cumprir, sendo que esta decisão porá em causa esses mesmos comprometimentos.
É assim, com enorme estranheza que vemos esta tomada de decisão por parte da Direcção do Agrupamento de Escolas de S. João do Estoril, que para além de pecar por tardia, peca também por falta de justificação, uma vez que em ano e meio de existência, nunca foi necessária a presença de um funcionário da Escola, nunca houve qualquer tipo de problema com a utilização das instalações escolares e nunca houve acréscimo de custos para a escola pelo facto de existir a EDSAMQC.
De referir que segundo o Novo Modelo de Edifício Escolar da Parque Escolar, no seu ponto 4, prevê: “Abertura à Comunidade – Criação de condições de abertura de sectores específicos da escola para utilização pela comunidade exterior, com particular ênfase nos espaços de Biblioteca, Conhecimento e da Memória (núcleos museológicos), salas polivalentes (exposições, teatro, cinema, dança), Centros de Novas Oportunidades, bar e cantina e nas áreas de desporto”
Estranhamos ainda, que em época de constrangimentos orçamentais, se faça um regulamento que por ter acréscimos de despesa, se torne impraticável. Aparentemente está-se a legislar à dinamarquesa num País tolhido financeiramente e que se quer gerido com um rigor consentâneo com a sua realidade.
Assim, está em causa um património cultural e associativo municipal, promovido por uma instituição com de 20 anos de existência, representativa da Comunidade.
Certos da Vossa atenção,
Com os melhores cumprimentos,
Carlos Guimarães
(Presidente da Direcção da AMQC)»
«Exmo(a). Sr(a).
Solicitamos a divulgação do seguinte,
Decisão absurda de Director de Agrupamento de Escolas de leva ao encerramento de Escola de Danças de Salão da AMQC com 40 alunos, em S. João do Estoril.
A EDSAMQC, foi criada em Março de 2010 e desde então tem funcionado na Escola EB1 de S. João do Estoril, tendo para tal sido assinado um Protocolo de Cedência de Instalações entre o Agrupamento de Escolas da Galiza e a AMQC, que tem sido criteriosamente cumprido por ambas as partes.
A enorme receptividade da Comunidade Local a esta iniciativa da AMQC tem promovido a aproximação de todos os associados e amigos da Quinta da Carreira, reunindo todas as Terças e Quintas Feiras cerca de 40 alunos de todas as idades que saudavelmente se divertem na aprendizagem desta actividade.
Ao longo deste ano e meio de existência foram várias as actuações públicas, com especial destaque para as Festas de Aniversário da AMQC (Ver Vídeo) e da Noite Cultural AMQC que tiveram um enorme participação do Público como atestam as fotos anexas.
Atendendo ao sucesso da EDSAMQC, e por forma a melhorar as suas condições e promover o seu crescimento, a AMQC conjuntamente com a CMC e a Junta de Freguesia do Estoril fizeram um investimento de aproximadamente 7.500,00€ tendo sido adquiridos; uma aparelhagem de som, duas tendas para espectáculos e instalado uma parede de espelhos na Escola EB1 de S. João do Estoril, sendo esta uma mais valia também para as actividades curriculares da Escola.
No final de Agosto do corrente ano, com o intuito de dinamizar ainda mais a EDSAMQC, foi preparada uma campanha de divulgação (que está a decorrer) do “regresso às aulas de danças de salão” com um forte investimento financeiro por parte da AMQC.
De referir que de acordo com o Relatório e Contas de 2010 prevê-se atingir o “break–even Point” em Abril de 2011 (já atingido), sendo que a partir daí passou a Escola a gerar um sistemático, mas pequeno lucro para a AMQC, que minimizará a sua dependência de subsídios municipais, caminhando-se para a auto-sustentação da AMQC.
É portanto, para nós um enorme orgulho garantir a satisfação dos praticantes, garantir um posto de trabalho e promover a cultura e o espectáculo no Concelho de Cascais sem necessitar de subsídios que poderão ser redireccionados para fins Sociais/Solidários tão necessários nesta época de constrangimentos orçamentais.
Contudo, fomos confrontados no passado dia 16 de Setembro, com a impossibilidade de continuarmos a realizar as aulas da EDSAMQC na Escola EB1 de S. João do Estoril, “por razões logísticas, mais concretamente por falta de pessoal” em resultado de ter sido aprovado (em Julho 2011) o regulamento interno do Agrupamento de Escolas que “não permite a utilização das instalações escolares por terceiros sem a abertura das mesmas estar salvaguardada por um funcionário da escola, pelo que esse procedimento fica vedado a entidades externas às escolas.”.
A falta de alternativa de instalações levará à óbvia extinção de uma actividade auto-sustentada de promoção da qualidade de vida da comunidade e de promoção da cultura, podendo eventualmente levar à perda de independência financeira da AMQC.
Refira-se ainda, que a partir do momento em que a EDSAMQC passou a gerar receitas, a AMQC assumiu compromissos com outros, que como é hábito e dever desta instituição tudo fará para cumprir, sendo que esta decisão porá em causa esses mesmos comprometimentos.
É assim, com enorme estranheza que vemos esta tomada de decisão por parte da Direcção do Agrupamento de Escolas de S. João do Estoril, que para além de pecar por tardia, peca também por falta de justificação, uma vez que em ano e meio de existência, nunca foi necessária a presença de um funcionário da Escola, nunca houve qualquer tipo de problema com a utilização das instalações escolares e nunca houve acréscimo de custos para a escola pelo facto de existir a EDSAMQC.
De referir que segundo o Novo Modelo de Edifício Escolar da Parque Escolar, no seu ponto 4, prevê: “Abertura à Comunidade – Criação de condições de abertura de sectores específicos da escola para utilização pela comunidade exterior, com particular ênfase nos espaços de Biblioteca, Conhecimento e da Memória (núcleos museológicos), salas polivalentes (exposições, teatro, cinema, dança), Centros de Novas Oportunidades, bar e cantina e nas áreas de desporto”
Estranhamos ainda, que em época de constrangimentos orçamentais, se faça um regulamento que por ter acréscimos de despesa, se torne impraticável. Aparentemente está-se a legislar à dinamarquesa num País tolhido financeiramente e que se quer gerido com um rigor consentâneo com a sua realidade.
Assim, está em causa um património cultural e associativo municipal, promovido por uma instituição com de 20 anos de existência, representativa da Comunidade.
Certos da Vossa atenção,
Com os melhores cumprimentos,
Carlos Guimarães
(Presidente da Direcção da AMQC)»
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Tuesday, October 04, 2011
Sunday, October 02, 2011
Vandalismo
Não demorou muito para que os magníficos paineis de azulejo de Nadir Afonso fossem borrados pelos grafiteiros do costume. O belo túnel que liga o Parque Palmela à praia foi já estragado pelos artistas do spray que vão vandalizando o nosso país, muitas vezes com a complacência das autoridades. Há que proteger a arte pública, dizem iluminados autarcas, mesmo destruindo as outras artes e o bem estar colectivo. Ninguém vai preso e eles até assinam os "trabalhos". É só ir buscá-los a casa.
Monday, September 26, 2011
Ainda sobre o PDM
...
Ou seja, desbravemos e opinemos sobre o PDM em http://www.cm-cascais.pt/Cascais/Cascais/PlanoDirectorMunicipal/... vamos a isso.
Monday, September 19, 2011
Vergonha - Antiga Rua Direita
Para quando o fim desta vergonha na antiga Rua Direita?
Será que a autarquia não pode tomar posse administrativa e efectuar obras coercivas e apresentar a conta aos proprietários?
Quando alguém levar com os restos das janelas, paredes, etc… e os danos forem mito graves talvez então a CMC e a Protecção civil tome alguma acção.
Até lá, já parece um monumento com tantos turistas a tirar fotografias, e já tenho ouvido, dizerem alguns comentários nada abonatórios.
Uma Vergonha!
Será que a autarquia não pode tomar posse administrativa e efectuar obras coercivas e apresentar a conta aos proprietários?
Quando alguém levar com os restos das janelas, paredes, etc… e os danos forem mito graves talvez então a CMC e a Protecção civil tome alguma acção.
Até lá, já parece um monumento com tantos turistas a tirar fotografias, e já tenho ouvido, dizerem alguns comentários nada abonatórios.
Uma Vergonha!
Thursday, September 15, 2011
Mais abate de Arvores
COMUNICADO CASCAIS Abate de árvores em mau estado fitossanitário na Alameda Duquesa de Palmela
2011-09-13 a 2011-09-21 . Avisos
Por motivos de segurança vai realizar-se no próximo dia 21 de Setembro, na Alameda Duquesa de Palmela, em Cascais, uma intervenção para abate de oito árvores em mau estado fitossanitário, sendo que algumas representam risco de queda. De referir que os exemplares agora abatidos serão alvo de reposição em época própria.
Os trabalhos são da responsabilidade da Câmara Municipal, vão decorrer entre as 8h00 e as 14horas e, por motivos de segurança, implicam a limitação dos lugares de estacionamento durante a intervenção.
2011-09-13 a 2011-09-21 . Avisos
Por motivos de segurança vai realizar-se no próximo dia 21 de Setembro, na Alameda Duquesa de Palmela, em Cascais, uma intervenção para abate de oito árvores em mau estado fitossanitário, sendo que algumas representam risco de queda. De referir que os exemplares agora abatidos serão alvo de reposição em época própria.
Os trabalhos são da responsabilidade da Câmara Municipal, vão decorrer entre as 8h00 e as 14horas e, por motivos de segurança, implicam a limitação dos lugares de estacionamento durante a intervenção.
Minha nota:
Será que têm mesmo que ser abatidas? Não será possivel tratar pelo menos algumas? E logo oito!
Tuesday, September 13, 2011
Será desta?

Espero, desejo que sim, e que o lançamento do concurso público para a empreitada de reabilitação da Casa Sommer dê na sua reabilitação de facto. Peço o favor de transplantarem a imensa palmeira ali existente para o jardim em frente!
Monday, September 12, 2011
Hotel na Marina, outra vez?

Em entrevista ao Expresso, o responsável pela marina de Cascais atirou o barro à parede, referindo o tonto do hotel como solução para os problemas da marina ... Lindo.
Foto
Thursday, September 08, 2011
Wednesday, September 07, 2011
Centro Comunitário de Carcavelos vai servir mais duas mil pessoas
In Público Online 6/9/2011
Por Lusa
«O Centro Comunitário de Carcavelos (Cascais) vai alargar as suas instalações e inaugurá-las no sábado. Assim, a instituição passa a conseguir dar resposta a mais dois mil utentes, por ano.
“Com o passar do tempo, o espaço do centro comunitário tornou-se exíguo para o número de respostas sociais que foram sendo desenvolvidas”, justificou a directora do Centro Comunitário de Carcavelos, Conceição Fernando. “Já não tínhamos espaço para dar resposta a tanta gente e concretizar os projectos que queríamos. Portanto, este novo edifício vai trazer várias mais-valias no âmbito da realização de novas actividades”, esclareceu.
“Não podemos especificar um número, porque há pessoas que participam nas actividades esporadicamente, mas contamos em atender, por ano, mais duas mil pessoas além das que já temos”, adiantou Conceição Fernando.
O novo equipamento, orçado em cerca de 2,1 milhões de euros, terá valência de creche com capacidade para 50 crianças, o que implica ainda o aumento do quadro de pessoal, que integrará mais 12 pessoas. Além disso, a nova construção contempla três pisos com refeitório, berçário, sala de convívio e salas de ateliês. Com as novas condições, será ainda possível disponibilizar 400 refeições por dia, sendo que o serviço poderá ser alargado também ao domicílio.
O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos foi criado em 1981 e é uma instituição particular de solidariedade social que “promove a melhoria das condições de vida, o equilíbrio social e o bem-estar da comunidade”.
A inauguração das novas instalações realiza-se no sábado e contará com a presença do cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, e do presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras.»
Por Lusa
«O Centro Comunitário de Carcavelos (Cascais) vai alargar as suas instalações e inaugurá-las no sábado. Assim, a instituição passa a conseguir dar resposta a mais dois mil utentes, por ano.
“Com o passar do tempo, o espaço do centro comunitário tornou-se exíguo para o número de respostas sociais que foram sendo desenvolvidas”, justificou a directora do Centro Comunitário de Carcavelos, Conceição Fernando. “Já não tínhamos espaço para dar resposta a tanta gente e concretizar os projectos que queríamos. Portanto, este novo edifício vai trazer várias mais-valias no âmbito da realização de novas actividades”, esclareceu.
“Não podemos especificar um número, porque há pessoas que participam nas actividades esporadicamente, mas contamos em atender, por ano, mais duas mil pessoas além das que já temos”, adiantou Conceição Fernando.
O novo equipamento, orçado em cerca de 2,1 milhões de euros, terá valência de creche com capacidade para 50 crianças, o que implica ainda o aumento do quadro de pessoal, que integrará mais 12 pessoas. Além disso, a nova construção contempla três pisos com refeitório, berçário, sala de convívio e salas de ateliês. Com as novas condições, será ainda possível disponibilizar 400 refeições por dia, sendo que o serviço poderá ser alargado também ao domicílio.
O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos foi criado em 1981 e é uma instituição particular de solidariedade social que “promove a melhoria das condições de vida, o equilíbrio social e o bem-estar da comunidade”.
A inauguração das novas instalações realiza-se no sábado e contará com a presença do cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, e do presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras.»
Wednesday, August 31, 2011
Saturday, August 20, 2011
Exemplar:
Fotografias tiradas no início da Avenida de Sintra, em Cascais, onde a CMC fez o favor de cortar uma árvore sem motivo aparente servindo assim para criar mais um local de estacionamento. LINDO!
Também no Jardim Costa Pinto (ex-Parada), o desbaste de árvores na respectiva moldura continuou recentemente a bom gás. LINDO!
Ai é política ambiental, ai é, e sustentável. LINDO!
Fotos: ACP
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Saturday, August 13, 2011
Dom Manolo faz o que quer?
A CMC vem fazendo boa pedagogia no que toca à maior parte das esplanadas em Cascais, seja pela introdução de mobiliário de melhor qualidade, seja pela delimitação dos respectivos espaços com vasos com plantas, no que é de aplaudir. No entanto, tal medida parece ter-se esquecido do mais célebre churrasqueiro de frangos da vila. Nestes dias e noites de regata, tem-se assistido a uma ocupação abusiva do espaço público, com a colocação de mesas e cadeiras por todo o passeio defronte ao estabelecimento tendo os transeuntes que pisar a relva do canteiro, e ocupando também o espaço nas traseiras da Drogaria. É à margem da lei, é?
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Friday, August 12, 2011
CP - Linha de Cascais
Chegado por e-mail:
«Boa noite
Na sequência do post de 25 de Julho de 2011 referente ao (não) funcionamento dos postos de venda de bilhetes venho por este meio enviar uma série de fotografias que tirei hoje, terça-feira dia 8, por volta das 11 da manhã. Ou seja, sem ser à hora de ponta nem num dia de festival ou outro acontecimento maior.
Como se pode ver pelas fotografias, o sistema de cartões simplesmente não está a funcionar como seria devido - quer devido a dificuldade de percepção da parte dos utilizadores, quer por não ter instruções em, pelo menos, inglês, além de problemas no pagamento, vandalismo, entre muitos outros que já enumerei em comentário ao post acima referido. As soluções não são assim tão complicadas mas não se vê qualquer esforço da parte do organismo em tentar resolver.
Fica aqui mais um "protesto"
Os melhores cumprimentos
ACP»
...
As nossas desculpas pelo atraso na publicação. Coisas de férias;-)
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Wednesday, August 10, 2011
ECOPONTO MARÍTIMO
O Ecoponto Marítimo inaugurado com pompa e circunstância á poucos meses no cais estacado, de hà duas semanas a esta parte encontra-se no estado que as fotos demonstram.
Para que serve assim? O contentor que falta foi parar ao areal da praia da Ribeira, ou por vandalismo ou pela força do vento forte que por aqui passou.
Tem-se notado também que nem sempre é feita a recolha atempada dos detritos.
Será que não existe nenhum Responsável Operacional da EMAC que tome atenção a esta situação?
Espero que este alerta dê os seus frutos para bem da salubridade pública.
Thursday, August 04, 2011
CP. Linha de Cascais em risco de fechar
In Jornal I (4/7/2011)
«Catenárias têm tensão diferente das da rede nacional. Para salvar a linha são precisos muitos milhões
Comboios com motores dos anos 50 que já não se fabricam, catenárias com uma tensão de 1,5 KV DC, isto é, corrente contínua - uma situação única na rede ferroviária, que tem uma tensão de 25 KV AC, corrente alterna -, sinalização electrónica de controlo e comando e telecomunicações obsoletas. É esta a situação da Linha de Cascais, que transportou 30 milhões de passageiros em 2010. E que pode, a qualquer momento, pura e simplesmente entrar em ruptura e parar por completo. Sem alternativas. Ninguém no mundo, incluindo a Renfe, os parceiros espanhóis da CP, pode ajudar quando os motores derem o estoiro final. É evidente que o mal não é de hoje. A administração da CP tinha consciência da gravidade do problema e teve luz verde do governo socialista, em 2008, para avançar com um plano de modernização que incluía a introdução de novos sistemas de sinalização electrónica, controlo, comando e telecomunicações, modernização da superstrutura da via, renovação da catenária com a migração para a tensão de 25 KV/50 Hz, tornando-a igual à da restante rede, eliminação das passagens de nível e requalificação de estações e apeadeiros.
Na sequência deste plano, em 2009, a CP lançou um concurso para a aquisição de 36 unidades múltiplas eléctricas bi-tensão, isto é, automotoras, no valor de 180 milhões de euros para a Linha de Cascais.
A crise económica internacional e os sucessivos cortes levaram o governo de Sócrates a anular o plano e a aquisição das novas automotoras. Neste quadro de ruptura de uma linha fundamental na área metropolitana de Lisboa, vai tudo por água a baixo. Em primeiro lugar, o projecto de a ligar à Linha de Cintura, o que permitiria chegar à Estação do Oriente em 54 minutos, sem transbordos, em vez dos 80 actuais, com mudanças de comboio. Em segundo lugar, a sua privatização no âmbito da reestruturação da CP, como está previsto no Memorando da troika e no programa do actual governo. Se a Linha de Sintra, por exemplo, é um negócio bastante atractivo para grupos privados, ninguém estará disposto a ficar com a concessão da Linha de Cascais sabendo à partida que são necessários muitos milhões de investimento para garantir o seu funcionamento a curto prazo. E como só o fornecimento de novas automotoras demora pelo menos cinco anos, o seu futuro é mais que negro.
Governo e CP estão bem conscientes de que o problema não tem uma solução fácil a curto e médio prazo. As ordens da troika são reduzir custos e cortar no endividamento das empresas públicas, nomeadamente no sector dos transportes, que atinge o valor astronómico de 20 mil milhões de euros. E mesmo em matéria de resultados operacionais, a situação é dramática. Em 2010, por exemplo, a CP teve um prejuízo de mais de 195 milhões de euros. Para agravar ainda mais este quadro, o número de passageiros nas linhas de Lisboa registou um ligeiro decréscimo em 2010. Com a ferrovia a atravessar uma crise, a Linha de Cascais está em coma. »
«Catenárias têm tensão diferente das da rede nacional. Para salvar a linha são precisos muitos milhões
Comboios com motores dos anos 50 que já não se fabricam, catenárias com uma tensão de 1,5 KV DC, isto é, corrente contínua - uma situação única na rede ferroviária, que tem uma tensão de 25 KV AC, corrente alterna -, sinalização electrónica de controlo e comando e telecomunicações obsoletas. É esta a situação da Linha de Cascais, que transportou 30 milhões de passageiros em 2010. E que pode, a qualquer momento, pura e simplesmente entrar em ruptura e parar por completo. Sem alternativas. Ninguém no mundo, incluindo a Renfe, os parceiros espanhóis da CP, pode ajudar quando os motores derem o estoiro final. É evidente que o mal não é de hoje. A administração da CP tinha consciência da gravidade do problema e teve luz verde do governo socialista, em 2008, para avançar com um plano de modernização que incluía a introdução de novos sistemas de sinalização electrónica, controlo, comando e telecomunicações, modernização da superstrutura da via, renovação da catenária com a migração para a tensão de 25 KV/50 Hz, tornando-a igual à da restante rede, eliminação das passagens de nível e requalificação de estações e apeadeiros.
Na sequência deste plano, em 2009, a CP lançou um concurso para a aquisição de 36 unidades múltiplas eléctricas bi-tensão, isto é, automotoras, no valor de 180 milhões de euros para a Linha de Cascais.
A crise económica internacional e os sucessivos cortes levaram o governo de Sócrates a anular o plano e a aquisição das novas automotoras. Neste quadro de ruptura de uma linha fundamental na área metropolitana de Lisboa, vai tudo por água a baixo. Em primeiro lugar, o projecto de a ligar à Linha de Cintura, o que permitiria chegar à Estação do Oriente em 54 minutos, sem transbordos, em vez dos 80 actuais, com mudanças de comboio. Em segundo lugar, a sua privatização no âmbito da reestruturação da CP, como está previsto no Memorando da troika e no programa do actual governo. Se a Linha de Sintra, por exemplo, é um negócio bastante atractivo para grupos privados, ninguém estará disposto a ficar com a concessão da Linha de Cascais sabendo à partida que são necessários muitos milhões de investimento para garantir o seu funcionamento a curto prazo. E como só o fornecimento de novas automotoras demora pelo menos cinco anos, o seu futuro é mais que negro.
Governo e CP estão bem conscientes de que o problema não tem uma solução fácil a curto e médio prazo. As ordens da troika são reduzir custos e cortar no endividamento das empresas públicas, nomeadamente no sector dos transportes, que atinge o valor astronómico de 20 mil milhões de euros. E mesmo em matéria de resultados operacionais, a situação é dramática. Em 2010, por exemplo, a CP teve um prejuízo de mais de 195 milhões de euros. Para agravar ainda mais este quadro, o número de passageiros nas linhas de Lisboa registou um ligeiro decréscimo em 2010. Com a ferrovia a atravessar uma crise, a Linha de Cascais está em coma. »
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