Thursday, November 10, 2011
Gestores de hospital fechado há 2 anos ainda recebem
In Diário de Notícias (10/11/2011)
«O antigo hospital de Cascais não tem doentes desde Fevereiro de 2009. Mas mantém um conselho de administração que continua a receber.
De acordo com o jornal "Público", os dois administradores ainda estão a tratar da liquidação que resta do património e por isso são remunerados.
Miguel Vieira, assessor de imprensa do ministério da Saúde, referiu que a situação foi herdada do anterior Governo. E que o actual elenco, assim que soube da situação, accionou uma portaria de extinção. "As situação já devia estar resolvida há muito tempo", referiu.»
«O antigo hospital de Cascais não tem doentes desde Fevereiro de 2009. Mas mantém um conselho de administração que continua a receber.
De acordo com o jornal "Público", os dois administradores ainda estão a tratar da liquidação que resta do património e por isso são remunerados.
Miguel Vieira, assessor de imprensa do ministério da Saúde, referiu que a situação foi herdada do anterior Governo. E que o actual elenco, assim que soube da situação, accionou uma portaria de extinção. "As situação já devia estar resolvida há muito tempo", referiu.»
Monday, November 07, 2011
Para quem se interessa pela preservação das árvores em meio urbano
Em torno dos mitos sobre a poda da Árvore em Meio Urbano… chegado por mão amiga (AEloy):
«SE AS ÁRVORES FALASSEM !
As árvores que dignificam as nossas praças e avenidas e embelezam os nossos jardins e parques são um elemento essencial de qualidade de vida, autênticos oásis no "deserto" que são tantos dos nossos espaços urbanos actuais. E, no entanto, é por demais evidente a ainda quase absoluta ausência de sensibilidade para o papel da Árvore em Meio Urbano. Provam-no os autênticos “massacres de motosserra” que destituem de dignidade e valor estético as árvores – ditas ornamentais – que marginam os nossos arruamentos e estradas.
Estas podas radicais são comummente justificadas com base em preconceitos que continuam arreigados na população, que muitas vezes as exige quando os responsáveis pela sua gestão e manutenção optam por outros modelos de condução. Assim, temos ouvido dizer, como justificação, que estas “rolagens” rejuvenescem e fortalecem as árvores, ou que são a única forma económica de controlar a sua altura e perigosidade... Será isto verdade?
1. A poda drástica rejuvenesce a árvore? – NÃO! São as folhas a “fábrica” que produz o seu alimento. Uma poda que remova mais do que um terço dos ramos da árvore – e as “podas” radicais removem a copa na totalidade – interfere muito com a sua capacidade de se auto-alimentar, desregulando o equilíbrio copa/tronco/raízes. O facto de as árvores apresentarem uma rebentação intensa após uma operação traumática – resultante do abrolhamento de gemas até então inibidas pelo controlo hormonal dos ápices agora removidos – não significa rejuvenescimento, mas sim uma “tentativa desesperada” de repor a copa inicial, à custa da delapidação das suas reservas energéticas. Nalguns casos este “esforço” pode mesmo ser fatal, se à supressão de copa se somarem outros factores de stress, como um Verão seco ou ataques de parasitas...
2. Fortalece-a? – NÃO, pelo contrário, a poda radical é um acto traumatizante e debilitante, uma porta aberta às patologias. As pernadas duma árvore massacrada têm, pelo seu grande diâmetro, dificuldade em formar calo de “cicatrização”, e os cortes nestas condições são muito vulneráveis a ataques de fungos lenhívoros. Para além disso, a copa das árvores funciona como um todo, sendo as folhas periféricas um escudo para a parte mais interna, protegendo-a das queimaduras solares. O nosso país está cheio de tristes exemplos, árvores cujo estado sanitário decadente é o revoltante resultado destas práticas no passado, as quais deviam envergonhar os seus mandantes!
3. Torna-a menos perigosa? – NÃO, estas “podas” induzem a formação, nas zonas de corte, de rebentos epicórmicos de grande fragilidade mecânica, pois têm uma inserção anormal e superficial no tronco. Como, ao longo do tempo, se desenvolvem podridões nesses locais, esta ligação fica ainda mais fraca, tornando estes ramos instáveis e potencialmente perigosos a longo prazo. Acresce ainda que nem todas as novas ramificações são viáveis, pelo que, após alguns anos de concorrência, surgem relações de dominância entre elas e as dominadas acabam por secar, aumentando o volume de madeira morta na copa.
4. É a única forma de a controlar em altura? – NÃO, a quebra da hierarquia – que estava estabelecida entre as ramificações naturalmente formadas – permite o desenvolvimento de novos ramos de forte crescimento vertical, mas agora de uma forma anárquica e muito mais densa! Não se resolve, assim, o motivo por que geralmente se recorre a esta supressão da copa, pois em alguns anos a árvore retoma a altura que tinha, sem nunca mais voltar a ter a mesma estabilidade nem a beleza característica da espécie...
5. É mais barata? – NÃO, se a gestão do património arbóreo for pensada a médio e longo prazo! Aparentemente parece ser mais económico recorrer-se a uma “rolagem” única do que fazer pequenas intervenções anuais e utilizar os princípios correctos de poda e corte, investindo na formação do pessoal ou recorrendo a profissionais especializados nas situações mais complexas. No entanto, esta economia é de curto prazo, pois, se por um lado as árvores se desvalorizam a todos os níveis, por outro lado está-se a onerar o futuro, que terá que “remediar” uma decrepitude precoce ou resolver a instabilidade mecânica dos rebentos formados após os cortes. E a redução da esperança de vida das árvores implementa custos acrescidos para sua remoção e substituição...
Acerca destas “ideias feitas”, responsáveis por tantos atentados à beleza, saúde e dignidade dos exemplares arbóreos das nossas urbes, já dizia o saudoso Eng.º Vieira da Natividade: “o podador domina porque enfraquece, vence porque suprime... em boa verdade a vitória não é brilhante”! E de facto, devia dizer-se de uma poda o mesmo que de um árbitro: - tanto melhor quanto menos se der por ela!
Francisco Coimbra
Consultor em Arboricultura Ornamental
Ex - Vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Arboricultura
Bibliografia sobre este tema:
Drénou, C. 1999. La taille des arbres d’ornement. I.D.F., Paris, 268 p.
Shigo, A. 1994. Arboricultura moderna. Edição portuguesa publicada pela Sociedade Portuguesa de Arboricultura, 165 p.»
«SE AS ÁRVORES FALASSEM !
As árvores que dignificam as nossas praças e avenidas e embelezam os nossos jardins e parques são um elemento essencial de qualidade de vida, autênticos oásis no "deserto" que são tantos dos nossos espaços urbanos actuais. E, no entanto, é por demais evidente a ainda quase absoluta ausência de sensibilidade para o papel da Árvore em Meio Urbano. Provam-no os autênticos “massacres de motosserra” que destituem de dignidade e valor estético as árvores – ditas ornamentais – que marginam os nossos arruamentos e estradas.
Estas podas radicais são comummente justificadas com base em preconceitos que continuam arreigados na população, que muitas vezes as exige quando os responsáveis pela sua gestão e manutenção optam por outros modelos de condução. Assim, temos ouvido dizer, como justificação, que estas “rolagens” rejuvenescem e fortalecem as árvores, ou que são a única forma económica de controlar a sua altura e perigosidade... Será isto verdade?
1. A poda drástica rejuvenesce a árvore? – NÃO! São as folhas a “fábrica” que produz o seu alimento. Uma poda que remova mais do que um terço dos ramos da árvore – e as “podas” radicais removem a copa na totalidade – interfere muito com a sua capacidade de se auto-alimentar, desregulando o equilíbrio copa/tronco/raízes. O facto de as árvores apresentarem uma rebentação intensa após uma operação traumática – resultante do abrolhamento de gemas até então inibidas pelo controlo hormonal dos ápices agora removidos – não significa rejuvenescimento, mas sim uma “tentativa desesperada” de repor a copa inicial, à custa da delapidação das suas reservas energéticas. Nalguns casos este “esforço” pode mesmo ser fatal, se à supressão de copa se somarem outros factores de stress, como um Verão seco ou ataques de parasitas...
2. Fortalece-a? – NÃO, pelo contrário, a poda radical é um acto traumatizante e debilitante, uma porta aberta às patologias. As pernadas duma árvore massacrada têm, pelo seu grande diâmetro, dificuldade em formar calo de “cicatrização”, e os cortes nestas condições são muito vulneráveis a ataques de fungos lenhívoros. Para além disso, a copa das árvores funciona como um todo, sendo as folhas periféricas um escudo para a parte mais interna, protegendo-a das queimaduras solares. O nosso país está cheio de tristes exemplos, árvores cujo estado sanitário decadente é o revoltante resultado destas práticas no passado, as quais deviam envergonhar os seus mandantes!
3. Torna-a menos perigosa? – NÃO, estas “podas” induzem a formação, nas zonas de corte, de rebentos epicórmicos de grande fragilidade mecânica, pois têm uma inserção anormal e superficial no tronco. Como, ao longo do tempo, se desenvolvem podridões nesses locais, esta ligação fica ainda mais fraca, tornando estes ramos instáveis e potencialmente perigosos a longo prazo. Acresce ainda que nem todas as novas ramificações são viáveis, pelo que, após alguns anos de concorrência, surgem relações de dominância entre elas e as dominadas acabam por secar, aumentando o volume de madeira morta na copa.
4. É a única forma de a controlar em altura? – NÃO, a quebra da hierarquia – que estava estabelecida entre as ramificações naturalmente formadas – permite o desenvolvimento de novos ramos de forte crescimento vertical, mas agora de uma forma anárquica e muito mais densa! Não se resolve, assim, o motivo por que geralmente se recorre a esta supressão da copa, pois em alguns anos a árvore retoma a altura que tinha, sem nunca mais voltar a ter a mesma estabilidade nem a beleza característica da espécie...
5. É mais barata? – NÃO, se a gestão do património arbóreo for pensada a médio e longo prazo! Aparentemente parece ser mais económico recorrer-se a uma “rolagem” única do que fazer pequenas intervenções anuais e utilizar os princípios correctos de poda e corte, investindo na formação do pessoal ou recorrendo a profissionais especializados nas situações mais complexas. No entanto, esta economia é de curto prazo, pois, se por um lado as árvores se desvalorizam a todos os níveis, por outro lado está-se a onerar o futuro, que terá que “remediar” uma decrepitude precoce ou resolver a instabilidade mecânica dos rebentos formados após os cortes. E a redução da esperança de vida das árvores implementa custos acrescidos para sua remoção e substituição...
Acerca destas “ideias feitas”, responsáveis por tantos atentados à beleza, saúde e dignidade dos exemplares arbóreos das nossas urbes, já dizia o saudoso Eng.º Vieira da Natividade: “o podador domina porque enfraquece, vence porque suprime... em boa verdade a vitória não é brilhante”! E de facto, devia dizer-se de uma poda o mesmo que de um árbitro: - tanto melhor quanto menos se der por ela!
Francisco Coimbra
Consultor em Arboricultura Ornamental
Ex - Vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Arboricultura
Bibliografia sobre este tema:
Drénou, C. 1999. La taille des arbres d’ornement. I.D.F., Paris, 268 p.
Shigo, A. 1994. Arboricultura moderna. Edição portuguesa publicada pela Sociedade Portuguesa de Arboricultura, 165 p.»
Friday, November 04, 2011
Regulamento da Urbanização e Edificação do Município de Cascais
Regulamento n.º 589/2011. D.R. n.º 212, Série II de 2011-11-04
Município de Cascais
Regulamento da Urbanização e Edificação do Município de Cascais.
Município de Cascais
Regulamento da Urbanização e Edificação do Município de Cascais.
Friday, October 28, 2011
Discussão Publica da Alteração ao POOC Cidadela - Forte S. Julião da Barra
In Site da Administração da Região Hidrogeográfica do Tejo:
«Manuel Lacerda, Presidente da Administração da Região Hidrográfica do Tejo, I.P. (ARH do Tejo, I.P.), torna público que, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 3 do artigo 48.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, na sua redacção actual, a ARH do Tejo, I.P. vai proceder à abertura do período de participação pública da proposta de alteração do Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Cidadela – Forte de S. Julião da Barra, cuja elaboração foi determinada pelo Despacho n.º 6561/2011, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 79, de 21 de Abril.
O processo referente à alteração do POOC pode ser consultado no edifício da ARH do Tejo, I.P. sito na Rua Braamcamp, n.º 7, 1250-048 Lisboa (Telefone 211 554 800), no edifício da Capitania do Porto de Cascais, sito na Rua Fernandes Thomaz, n.º 2, 2750-342 Cascais (Telefone 214 830 136) ou no edifício da Câmara Municipal de Cascais, sito na Praça 5 de Outubro, 2754-501 Cascais (Telefone 214 825 000 ou 214 815 000), durante o horário normal de expediente.
Os interessados poderão apresentar as suas reclamações, observações ou sugestões, por escrito remetidas pelo correio ou entregues nos locais acima referidos. Os documentos estão ainda disponíveis na página da Internet da ARH do Tejo, I.P. (www.arhtejo.pt), do Instituto da Água, I.P. (www.inag.pt), da Autoridade Marítima Nacional (www.marinha.pt), da Câmara Municipal de Cascais (www.cm-cascais.pt) e do portal do cidadão (www.portaldocidadao.pt).
O período de participação pública terá dia 3 de Outubro, e terá a duração de 30 dias úteis, terminando deste modo a 15 de Novembro de 2011.»
«Manuel Lacerda, Presidente da Administração da Região Hidrográfica do Tejo, I.P. (ARH do Tejo, I.P.), torna público que, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 3 do artigo 48.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, na sua redacção actual, a ARH do Tejo, I.P. vai proceder à abertura do período de participação pública da proposta de alteração do Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Cidadela – Forte de S. Julião da Barra, cuja elaboração foi determinada pelo Despacho n.º 6561/2011, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 79, de 21 de Abril.
O processo referente à alteração do POOC pode ser consultado no edifício da ARH do Tejo, I.P. sito na Rua Braamcamp, n.º 7, 1250-048 Lisboa (Telefone 211 554 800), no edifício da Capitania do Porto de Cascais, sito na Rua Fernandes Thomaz, n.º 2, 2750-342 Cascais (Telefone 214 830 136) ou no edifício da Câmara Municipal de Cascais, sito na Praça 5 de Outubro, 2754-501 Cascais (Telefone 214 825 000 ou 214 815 000), durante o horário normal de expediente.
Os interessados poderão apresentar as suas reclamações, observações ou sugestões, por escrito remetidas pelo correio ou entregues nos locais acima referidos. Os documentos estão ainda disponíveis na página da Internet da ARH do Tejo, I.P. (www.arhtejo.pt), do Instituto da Água, I.P. (www.inag.pt), da Autoridade Marítima Nacional (www.marinha.pt), da Câmara Municipal de Cascais (www.cm-cascais.pt) e do portal do cidadão (www.portaldocidadao.pt).
O período de participação pública terá dia 3 de Outubro, e terá a duração de 30 dias úteis, terminando deste modo a 15 de Novembro de 2011.»
Thursday, October 27, 2011
Harley Davidson gera 5 milhões de receitas em Cascais

«A maior concentração europeia de Harley Davidson vai gerar receitas na ordem dos 5 milhões de euros na economia de Cascais. É esta a previsão da organização do 21º Harley Owners Group. Entre os dias 14 e 17 de Junho de 2012, milhares de Harleys e fãs da marca americana – “gente que gosta de viajar e de gastar” - são esperados na vila portuguesa para um dos maiores acontecimentos do Verão.»
Fonte: CMC
...
Gosto de Harleys mas duvido que tal rally equivalha a umas receitas tamanhas, enfim, fantasias.
Cascais recebe primeira edição do “Restaurant Week”
In Público (27/10/2011)
Por Ana Isabel Silva
«A vila de Cascais vai receber, entre 3 e 13 de Novembro, a primeira edição do "Restaurant Week". A iniciativa, que associa 34 estabelecimentos do concelho, permite comer uma refeição em casas "conceituadas" por um valor mais acessível e, ao mesmo tempo, contribuir para causas sociais.
O projecto “Cascais Restaurant Week”, que decorre durante dez dias, disponibiliza diversos menus nos diferentes restaurantes, que a organização garante serem produzidos com “produtos de alta qualidade”. Cada refeição custará 20 euros, mas os restaurantes envolvidos aceitaram doar um euro para o Movimento Mulheres de Vermelho e a Associação CrescerSer, segundo explica, em comunicado, a Câmara de Cascais.
O presidente da autarquia, Carlos Carreiras, esclarece no comunicado que a adesão à iniciativa se justifica, principalmente, pela "promoção de um dos sectores mais prestigiados, o da restauração, e da identidade da gastronomia local”. O autarca considera que este é um projecto “destinado ao sucesso”.
A iniciativa é organizada pela autarquia em colaboração com a Fundação Cascais. O director-geral do “Restaurant Week”, Rui Amaral, defende que "o sucesso [do projecto] passa por possibilitar o acesso democrático à restauração de topo". E acrescenta que um dos objectivos para o futuro passa por "descentralizar a iniciativa para outras zonas do país”.
Em Portugal, o projecto “Restaurant Week” teve início em Lisboa, em Maio de de 2009, e no Porto, em Outubro do mesmo ano, com o apoio das autarquias. Em Abril de 2010, Loures também se juntou à iniciativa, que pretende “promover a restauração e a gastronomia nacional”, e por outro lado sensibilizar para uma “responsabilidade social”. A par das ajudas às intituições sociais, o projecto também pretende “democratizar da restauração de qualidade”.
Este foi um projecto criado em Nova Iorque, em 1992, no âmbito de uma parceria com a Fashion Week, que tinha como principal objectivo aumentar o volume de vendas na época baixa, numa altura em que se registou uma redução no fluxo turístico da restauração. Na primeira edição associaram-se 90 restaurantes, porém, actualmente, a iniciativa conta com mais de dez mil restaurantes, tendo já chegado a Boston (EUA), Londres (Inglaterra), Amesterdão (Holanda) e São Paulo (Brasil).»
Por Ana Isabel Silva
«A vila de Cascais vai receber, entre 3 e 13 de Novembro, a primeira edição do "Restaurant Week". A iniciativa, que associa 34 estabelecimentos do concelho, permite comer uma refeição em casas "conceituadas" por um valor mais acessível e, ao mesmo tempo, contribuir para causas sociais.
O projecto “Cascais Restaurant Week”, que decorre durante dez dias, disponibiliza diversos menus nos diferentes restaurantes, que a organização garante serem produzidos com “produtos de alta qualidade”. Cada refeição custará 20 euros, mas os restaurantes envolvidos aceitaram doar um euro para o Movimento Mulheres de Vermelho e a Associação CrescerSer, segundo explica, em comunicado, a Câmara de Cascais.
O presidente da autarquia, Carlos Carreiras, esclarece no comunicado que a adesão à iniciativa se justifica, principalmente, pela "promoção de um dos sectores mais prestigiados, o da restauração, e da identidade da gastronomia local”. O autarca considera que este é um projecto “destinado ao sucesso”.
A iniciativa é organizada pela autarquia em colaboração com a Fundação Cascais. O director-geral do “Restaurant Week”, Rui Amaral, defende que "o sucesso [do projecto] passa por possibilitar o acesso democrático à restauração de topo". E acrescenta que um dos objectivos para o futuro passa por "descentralizar a iniciativa para outras zonas do país”.
Em Portugal, o projecto “Restaurant Week” teve início em Lisboa, em Maio de de 2009, e no Porto, em Outubro do mesmo ano, com o apoio das autarquias. Em Abril de 2010, Loures também se juntou à iniciativa, que pretende “promover a restauração e a gastronomia nacional”, e por outro lado sensibilizar para uma “responsabilidade social”. A par das ajudas às intituições sociais, o projecto também pretende “democratizar da restauração de qualidade”.
Este foi um projecto criado em Nova Iorque, em 1992, no âmbito de uma parceria com a Fashion Week, que tinha como principal objectivo aumentar o volume de vendas na época baixa, numa altura em que se registou uma redução no fluxo turístico da restauração. Na primeira edição associaram-se 90 restaurantes, porém, actualmente, a iniciativa conta com mais de dez mil restaurantes, tendo já chegado a Boston (EUA), Londres (Inglaterra), Amesterdão (Holanda) e São Paulo (Brasil).»
Wednesday, October 26, 2011
Palácio da Presidência vai abrir ao público na Cidadela de Cascais

In Público (26/10/2011)
Por Luís Filipe Sebastião
«A recuperação do palácio da Cidadela de Cascais está em fase de conclusão e a Presidência da República vai abrir as portas do renovado espaço à próxima reunião do Conselho para a Globalização, que se realiza no mês de Novembro. O museu das ordens honoríficas vai ter de esperar por disponibilidades financeiras para a sua instalação.
Quem passar pelo Passeio da Rainha D. Maria Pia, à beira da baía de Cascais, ainda ouve barulho de obras. Os trabalhos no interior da alta e larga muralha contígua dizem respeito à empreitada de adaptação da Cidadela para fins turísticos, nomeadamente uma pousada do grupo Pestana. O palácio afecto à Presidência da República, bem como a capela anexa, já se encontram recuperados. Entre muros, a calçada junto ao imóvel está pronta, e a azáfama tomou conta da antiga parada para que tudo fique pronto nas próximas semanas.
A reabilitação do palácio da Presidência, como costuma ser designado, teve por base um projecto do arquitecto Pedro Vaz. A assessoria para a comunicação social da Presidência da República confirmou ao PÚBLICO, por escrito, que a obra "encontra-se quase concluída" e que as instalações devem abrir "até finais de Novembro de 2011".
"Não está prevista uma inauguração", salienta a nota do gabinete de Cavaco Silva, acrescentando que foram executadas as infra-estruturas com vista à instalação de um pólo do Museu da Presidência da República, mas "para a sua concretização não existe uma data prevista, tendo em atenção as restrições orçamentais". O pólo do museu será dedicado às ordens honoríficas, como estava projectado, e entretanto o espaço vai servir para exposições temporárias.
Essa será, aliás, a forma encontrada para abrir as portas do palácio durante um mês, entre 20 de Novembro e 20 de Dezembro, segundo o PÚBLICO apurou. Aníbal Cavaco Silva vai usar o espaço por ocasião da próxima reunião do Conselho para a Globalização, iniciativa que costuma juntar personalidades portuguesas e estrangeiras, mas que este ano vai reunir apenas um conjunto de empresários e gestores portugueses com actividade fora do país. Este primeiro evento oficial no palácio está agendado para 25 de Novembro. E, esclarece a assessoria da Presidência da República, para além da "utilização dos salões principais para reuniões ao mais alto nível" e para "outras cerimónias de carácter institucional", pretende-se definir, com o apoio da Câmara de Cascais, um "perímetro de visitas" para o público.
É nesse sentido que, a par da reunião do Conselho para a Globalização, está a ser preparada uma exposição que servirá como pretexto para que os visitantes possam constatar o resultado da recuperação do monumento. De acordo com o projecto, a área do museu ocupa as caves e as garagens que se encontravam devolutas, com acesso pelo topo sul do piso térreo. No topo norte será criada uma cafetaria, com esplanada, e a bilheteira servirá o museu e o percurso palaciano. Os salões de banquetes, o salão nobre, as salas de jantar e de fumo do Presidente Craveiro Lopes, o gabinete moçárabe e o quarto do rei D. Luís beneficiaram de restauro. Manteve-se a distribuição das salas, vestíbulo e quarto do rei D. Carlos. Os quartos para as comitivas oficiais ficam virados para a praça e, no piso superior, estão incluídos aposentos para o Presidente da República.
Pousada abre em Fevereiro
A capela da Cidadela, nota a assessoria de Cavaco Silva, "reúne condições para a reintrodução do culto" e, por isso, "pretende-se encontrar um equilíbrio entre o seu uso e a sua condição como parte do núcleo do palácio". A empreitada de reabilitação do palácio orçou em 6,534 milhões de euros, dos quais três milhões resultam das contrapartidas anuais da zona de jogo da Costa do Estoril. O restante montante inscrito no PIDDAC (Plano de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) foi repartido no Orçamento do Estado dos últimos quatro anos.
"Estamos muito agradecidos ao Presidente da República por ter sido possível recuperar o palácio da Cidadela, que se encontrava muito degradado, e vamos ajudar a encontrar uma forma de manter o espaço aberto a visitas regulares do público", comentou o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras.
O autarca social-democrata acrescentou que a abertura, para breve, da Fortaleza de Nossa Senhora da Luz, monumento anexo à cidadela, em colaboração com o Ministério da Defesa, permitirá criar uma nova dinâmica na área do turismo e "valorizar o património de Cascais". A pousada da Cidadela deverá ser inaugurada em Fevereiro de 2012, revelou o presidente da Câmara de Cascais. As obras da unidade hoteleira, com 127 quartos, estão prontas e até ao final do ano devem ficar concluídas as restantes áreas de comércio e serviços e espaços públicos. A exploração do espaço - cedido por 70 anos ao município contra 2,8 milhões de euros para os ministérios das Finanças e da Defesa - foi concessionada ao grupo Pestana, que se propôs investir 20,5 milhões e pagará 285 mil euros por ano (mais dois por cento da facturação bruta).»
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Thursday, October 13, 2011
Registe-se e participe!
Ainda sobre o Orçamento Participativo, só para informar que os projectos/propostas (http://op.cm-cascais.pt/cache/binImagens/OP_Cascais_listagem-905.pdf) entrarão em votação, inclusive via net a partir de 27 de Outubro e até 24 de Novembro.
Mais informação em http://op.cm-cascais.pt/.
Registe-se e participe, pode ser que valha a pena, nunca se sabe.
Mais informação em http://op.cm-cascais.pt/.
Registe-se e participe, pode ser que valha a pena, nunca se sabe.
Monday, October 10, 2011
Prepotência de director de escolas
Chegado por e-mail:
«Exmo(a). Sr(a).
Solicitamos a divulgação do seguinte,
Decisão absurda de Director de Agrupamento de Escolas de leva ao encerramento de Escola de Danças de Salão da AMQC com 40 alunos, em S. João do Estoril.
A EDSAMQC, foi criada em Março de 2010 e desde então tem funcionado na Escola EB1 de S. João do Estoril, tendo para tal sido assinado um Protocolo de Cedência de Instalações entre o Agrupamento de Escolas da Galiza e a AMQC, que tem sido criteriosamente cumprido por ambas as partes.
A enorme receptividade da Comunidade Local a esta iniciativa da AMQC tem promovido a aproximação de todos os associados e amigos da Quinta da Carreira, reunindo todas as Terças e Quintas Feiras cerca de 40 alunos de todas as idades que saudavelmente se divertem na aprendizagem desta actividade.
Ao longo deste ano e meio de existência foram várias as actuações públicas, com especial destaque para as Festas de Aniversário da AMQC (Ver Vídeo) e da Noite Cultural AMQC que tiveram um enorme participação do Público como atestam as fotos anexas.
Atendendo ao sucesso da EDSAMQC, e por forma a melhorar as suas condições e promover o seu crescimento, a AMQC conjuntamente com a CMC e a Junta de Freguesia do Estoril fizeram um investimento de aproximadamente 7.500,00€ tendo sido adquiridos; uma aparelhagem de som, duas tendas para espectáculos e instalado uma parede de espelhos na Escola EB1 de S. João do Estoril, sendo esta uma mais valia também para as actividades curriculares da Escola.
No final de Agosto do corrente ano, com o intuito de dinamizar ainda mais a EDSAMQC, foi preparada uma campanha de divulgação (que está a decorrer) do “regresso às aulas de danças de salão” com um forte investimento financeiro por parte da AMQC.
De referir que de acordo com o Relatório e Contas de 2010 prevê-se atingir o “break–even Point” em Abril de 2011 (já atingido), sendo que a partir daí passou a Escola a gerar um sistemático, mas pequeno lucro para a AMQC, que minimizará a sua dependência de subsídios municipais, caminhando-se para a auto-sustentação da AMQC.
É portanto, para nós um enorme orgulho garantir a satisfação dos praticantes, garantir um posto de trabalho e promover a cultura e o espectáculo no Concelho de Cascais sem necessitar de subsídios que poderão ser redireccionados para fins Sociais/Solidários tão necessários nesta época de constrangimentos orçamentais.
Contudo, fomos confrontados no passado dia 16 de Setembro, com a impossibilidade de continuarmos a realizar as aulas da EDSAMQC na Escola EB1 de S. João do Estoril, “por razões logísticas, mais concretamente por falta de pessoal” em resultado de ter sido aprovado (em Julho 2011) o regulamento interno do Agrupamento de Escolas que “não permite a utilização das instalações escolares por terceiros sem a abertura das mesmas estar salvaguardada por um funcionário da escola, pelo que esse procedimento fica vedado a entidades externas às escolas.”.
A falta de alternativa de instalações levará à óbvia extinção de uma actividade auto-sustentada de promoção da qualidade de vida da comunidade e de promoção da cultura, podendo eventualmente levar à perda de independência financeira da AMQC.
Refira-se ainda, que a partir do momento em que a EDSAMQC passou a gerar receitas, a AMQC assumiu compromissos com outros, que como é hábito e dever desta instituição tudo fará para cumprir, sendo que esta decisão porá em causa esses mesmos comprometimentos.
É assim, com enorme estranheza que vemos esta tomada de decisão por parte da Direcção do Agrupamento de Escolas de S. João do Estoril, que para além de pecar por tardia, peca também por falta de justificação, uma vez que em ano e meio de existência, nunca foi necessária a presença de um funcionário da Escola, nunca houve qualquer tipo de problema com a utilização das instalações escolares e nunca houve acréscimo de custos para a escola pelo facto de existir a EDSAMQC.
De referir que segundo o Novo Modelo de Edifício Escolar da Parque Escolar, no seu ponto 4, prevê: “Abertura à Comunidade – Criação de condições de abertura de sectores específicos da escola para utilização pela comunidade exterior, com particular ênfase nos espaços de Biblioteca, Conhecimento e da Memória (núcleos museológicos), salas polivalentes (exposições, teatro, cinema, dança), Centros de Novas Oportunidades, bar e cantina e nas áreas de desporto”
Estranhamos ainda, que em época de constrangimentos orçamentais, se faça um regulamento que por ter acréscimos de despesa, se torne impraticável. Aparentemente está-se a legislar à dinamarquesa num País tolhido financeiramente e que se quer gerido com um rigor consentâneo com a sua realidade.
Assim, está em causa um património cultural e associativo municipal, promovido por uma instituição com de 20 anos de existência, representativa da Comunidade.
Certos da Vossa atenção,
Com os melhores cumprimentos,
Carlos Guimarães
(Presidente da Direcção da AMQC)»
«Exmo(a). Sr(a).
Solicitamos a divulgação do seguinte,
Decisão absurda de Director de Agrupamento de Escolas de leva ao encerramento de Escola de Danças de Salão da AMQC com 40 alunos, em S. João do Estoril.
A EDSAMQC, foi criada em Março de 2010 e desde então tem funcionado na Escola EB1 de S. João do Estoril, tendo para tal sido assinado um Protocolo de Cedência de Instalações entre o Agrupamento de Escolas da Galiza e a AMQC, que tem sido criteriosamente cumprido por ambas as partes.
A enorme receptividade da Comunidade Local a esta iniciativa da AMQC tem promovido a aproximação de todos os associados e amigos da Quinta da Carreira, reunindo todas as Terças e Quintas Feiras cerca de 40 alunos de todas as idades que saudavelmente se divertem na aprendizagem desta actividade.
Ao longo deste ano e meio de existência foram várias as actuações públicas, com especial destaque para as Festas de Aniversário da AMQC (Ver Vídeo) e da Noite Cultural AMQC que tiveram um enorme participação do Público como atestam as fotos anexas.
Atendendo ao sucesso da EDSAMQC, e por forma a melhorar as suas condições e promover o seu crescimento, a AMQC conjuntamente com a CMC e a Junta de Freguesia do Estoril fizeram um investimento de aproximadamente 7.500,00€ tendo sido adquiridos; uma aparelhagem de som, duas tendas para espectáculos e instalado uma parede de espelhos na Escola EB1 de S. João do Estoril, sendo esta uma mais valia também para as actividades curriculares da Escola.
No final de Agosto do corrente ano, com o intuito de dinamizar ainda mais a EDSAMQC, foi preparada uma campanha de divulgação (que está a decorrer) do “regresso às aulas de danças de salão” com um forte investimento financeiro por parte da AMQC.
De referir que de acordo com o Relatório e Contas de 2010 prevê-se atingir o “break–even Point” em Abril de 2011 (já atingido), sendo que a partir daí passou a Escola a gerar um sistemático, mas pequeno lucro para a AMQC, que minimizará a sua dependência de subsídios municipais, caminhando-se para a auto-sustentação da AMQC.
É portanto, para nós um enorme orgulho garantir a satisfação dos praticantes, garantir um posto de trabalho e promover a cultura e o espectáculo no Concelho de Cascais sem necessitar de subsídios que poderão ser redireccionados para fins Sociais/Solidários tão necessários nesta época de constrangimentos orçamentais.
Contudo, fomos confrontados no passado dia 16 de Setembro, com a impossibilidade de continuarmos a realizar as aulas da EDSAMQC na Escola EB1 de S. João do Estoril, “por razões logísticas, mais concretamente por falta de pessoal” em resultado de ter sido aprovado (em Julho 2011) o regulamento interno do Agrupamento de Escolas que “não permite a utilização das instalações escolares por terceiros sem a abertura das mesmas estar salvaguardada por um funcionário da escola, pelo que esse procedimento fica vedado a entidades externas às escolas.”.
A falta de alternativa de instalações levará à óbvia extinção de uma actividade auto-sustentada de promoção da qualidade de vida da comunidade e de promoção da cultura, podendo eventualmente levar à perda de independência financeira da AMQC.
Refira-se ainda, que a partir do momento em que a EDSAMQC passou a gerar receitas, a AMQC assumiu compromissos com outros, que como é hábito e dever desta instituição tudo fará para cumprir, sendo que esta decisão porá em causa esses mesmos comprometimentos.
É assim, com enorme estranheza que vemos esta tomada de decisão por parte da Direcção do Agrupamento de Escolas de S. João do Estoril, que para além de pecar por tardia, peca também por falta de justificação, uma vez que em ano e meio de existência, nunca foi necessária a presença de um funcionário da Escola, nunca houve qualquer tipo de problema com a utilização das instalações escolares e nunca houve acréscimo de custos para a escola pelo facto de existir a EDSAMQC.
De referir que segundo o Novo Modelo de Edifício Escolar da Parque Escolar, no seu ponto 4, prevê: “Abertura à Comunidade – Criação de condições de abertura de sectores específicos da escola para utilização pela comunidade exterior, com particular ênfase nos espaços de Biblioteca, Conhecimento e da Memória (núcleos museológicos), salas polivalentes (exposições, teatro, cinema, dança), Centros de Novas Oportunidades, bar e cantina e nas áreas de desporto”
Estranhamos ainda, que em época de constrangimentos orçamentais, se faça um regulamento que por ter acréscimos de despesa, se torne impraticável. Aparentemente está-se a legislar à dinamarquesa num País tolhido financeiramente e que se quer gerido com um rigor consentâneo com a sua realidade.
Assim, está em causa um património cultural e associativo municipal, promovido por uma instituição com de 20 anos de existência, representativa da Comunidade.
Certos da Vossa atenção,
Com os melhores cumprimentos,
Carlos Guimarães
(Presidente da Direcção da AMQC)»
Tuesday, October 04, 2011
Sunday, October 02, 2011
Vandalismo
Não demorou muito para que os magníficos paineis de azulejo de Nadir Afonso fossem borrados pelos grafiteiros do costume. O belo túnel que liga o Parque Palmela à praia foi já estragado pelos artistas do spray que vão vandalizando o nosso país, muitas vezes com a complacência das autoridades. Há que proteger a arte pública, dizem iluminados autarcas, mesmo destruindo as outras artes e o bem estar colectivo. Ninguém vai preso e eles até assinam os "trabalhos". É só ir buscá-los a casa.
Monday, September 26, 2011
Ainda sobre o PDM
...
Ou seja, desbravemos e opinemos sobre o PDM em http://www.cm-cascais.pt/Cascais/Cascais/PlanoDirectorMunicipal/... vamos a isso.
Monday, September 19, 2011
Vergonha - Antiga Rua Direita
Para quando o fim desta vergonha na antiga Rua Direita?
Será que a autarquia não pode tomar posse administrativa e efectuar obras coercivas e apresentar a conta aos proprietários?
Quando alguém levar com os restos das janelas, paredes, etc… e os danos forem mito graves talvez então a CMC e a Protecção civil tome alguma acção.
Até lá, já parece um monumento com tantos turistas a tirar fotografias, e já tenho ouvido, dizerem alguns comentários nada abonatórios.
Uma Vergonha!
Será que a autarquia não pode tomar posse administrativa e efectuar obras coercivas e apresentar a conta aos proprietários?
Quando alguém levar com os restos das janelas, paredes, etc… e os danos forem mito graves talvez então a CMC e a Protecção civil tome alguma acção.
Até lá, já parece um monumento com tantos turistas a tirar fotografias, e já tenho ouvido, dizerem alguns comentários nada abonatórios.
Uma Vergonha!
Thursday, September 15, 2011
Mais abate de Arvores
COMUNICADO CASCAIS Abate de árvores em mau estado fitossanitário na Alameda Duquesa de Palmela
2011-09-13 a 2011-09-21 . Avisos
Por motivos de segurança vai realizar-se no próximo dia 21 de Setembro, na Alameda Duquesa de Palmela, em Cascais, uma intervenção para abate de oito árvores em mau estado fitossanitário, sendo que algumas representam risco de queda. De referir que os exemplares agora abatidos serão alvo de reposição em época própria.
Os trabalhos são da responsabilidade da Câmara Municipal, vão decorrer entre as 8h00 e as 14horas e, por motivos de segurança, implicam a limitação dos lugares de estacionamento durante a intervenção.
2011-09-13 a 2011-09-21 . Avisos
Por motivos de segurança vai realizar-se no próximo dia 21 de Setembro, na Alameda Duquesa de Palmela, em Cascais, uma intervenção para abate de oito árvores em mau estado fitossanitário, sendo que algumas representam risco de queda. De referir que os exemplares agora abatidos serão alvo de reposição em época própria.
Os trabalhos são da responsabilidade da Câmara Municipal, vão decorrer entre as 8h00 e as 14horas e, por motivos de segurança, implicam a limitação dos lugares de estacionamento durante a intervenção.
Minha nota:
Será que têm mesmo que ser abatidas? Não será possivel tratar pelo menos algumas? E logo oito!
Tuesday, September 13, 2011
Será desta?

Espero, desejo que sim, e que o lançamento do concurso público para a empreitada de reabilitação da Casa Sommer dê na sua reabilitação de facto. Peço o favor de transplantarem a imensa palmeira ali existente para o jardim em frente!
Monday, September 12, 2011
Hotel na Marina, outra vez?

Em entrevista ao Expresso, o responsável pela marina de Cascais atirou o barro à parede, referindo o tonto do hotel como solução para os problemas da marina ... Lindo.
Foto
Thursday, September 08, 2011
Wednesday, September 07, 2011
Centro Comunitário de Carcavelos vai servir mais duas mil pessoas
In Público Online 6/9/2011
Por Lusa
«O Centro Comunitário de Carcavelos (Cascais) vai alargar as suas instalações e inaugurá-las no sábado. Assim, a instituição passa a conseguir dar resposta a mais dois mil utentes, por ano.
“Com o passar do tempo, o espaço do centro comunitário tornou-se exíguo para o número de respostas sociais que foram sendo desenvolvidas”, justificou a directora do Centro Comunitário de Carcavelos, Conceição Fernando. “Já não tínhamos espaço para dar resposta a tanta gente e concretizar os projectos que queríamos. Portanto, este novo edifício vai trazer várias mais-valias no âmbito da realização de novas actividades”, esclareceu.
“Não podemos especificar um número, porque há pessoas que participam nas actividades esporadicamente, mas contamos em atender, por ano, mais duas mil pessoas além das que já temos”, adiantou Conceição Fernando.
O novo equipamento, orçado em cerca de 2,1 milhões de euros, terá valência de creche com capacidade para 50 crianças, o que implica ainda o aumento do quadro de pessoal, que integrará mais 12 pessoas. Além disso, a nova construção contempla três pisos com refeitório, berçário, sala de convívio e salas de ateliês. Com as novas condições, será ainda possível disponibilizar 400 refeições por dia, sendo que o serviço poderá ser alargado também ao domicílio.
O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos foi criado em 1981 e é uma instituição particular de solidariedade social que “promove a melhoria das condições de vida, o equilíbrio social e o bem-estar da comunidade”.
A inauguração das novas instalações realiza-se no sábado e contará com a presença do cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, e do presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras.»
Por Lusa
«O Centro Comunitário de Carcavelos (Cascais) vai alargar as suas instalações e inaugurá-las no sábado. Assim, a instituição passa a conseguir dar resposta a mais dois mil utentes, por ano.
“Com o passar do tempo, o espaço do centro comunitário tornou-se exíguo para o número de respostas sociais que foram sendo desenvolvidas”, justificou a directora do Centro Comunitário de Carcavelos, Conceição Fernando. “Já não tínhamos espaço para dar resposta a tanta gente e concretizar os projectos que queríamos. Portanto, este novo edifício vai trazer várias mais-valias no âmbito da realização de novas actividades”, esclareceu.
“Não podemos especificar um número, porque há pessoas que participam nas actividades esporadicamente, mas contamos em atender, por ano, mais duas mil pessoas além das que já temos”, adiantou Conceição Fernando.
O novo equipamento, orçado em cerca de 2,1 milhões de euros, terá valência de creche com capacidade para 50 crianças, o que implica ainda o aumento do quadro de pessoal, que integrará mais 12 pessoas. Além disso, a nova construção contempla três pisos com refeitório, berçário, sala de convívio e salas de ateliês. Com as novas condições, será ainda possível disponibilizar 400 refeições por dia, sendo que o serviço poderá ser alargado também ao domicílio.
O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos foi criado em 1981 e é uma instituição particular de solidariedade social que “promove a melhoria das condições de vida, o equilíbrio social e o bem-estar da comunidade”.
A inauguração das novas instalações realiza-se no sábado e contará com a presença do cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, e do presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras.»
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