Wednesday, August 31, 2011
Saturday, August 20, 2011
Exemplar:
Fotografias tiradas no início da Avenida de Sintra, em Cascais, onde a CMC fez o favor de cortar uma árvore sem motivo aparente servindo assim para criar mais um local de estacionamento. LINDO!
Também no Jardim Costa Pinto (ex-Parada), o desbaste de árvores na respectiva moldura continuou recentemente a bom gás. LINDO!
Ai é política ambiental, ai é, e sustentável. LINDO!
Fotos: ACP
Saturday, August 13, 2011
Dom Manolo faz o que quer?
A CMC vem fazendo boa pedagogia no que toca à maior parte das esplanadas em Cascais, seja pela introdução de mobiliário de melhor qualidade, seja pela delimitação dos respectivos espaços com vasos com plantas, no que é de aplaudir. No entanto, tal medida parece ter-se esquecido do mais célebre churrasqueiro de frangos da vila. Nestes dias e noites de regata, tem-se assistido a uma ocupação abusiva do espaço público, com a colocação de mesas e cadeiras por todo o passeio defronte ao estabelecimento tendo os transeuntes que pisar a relva do canteiro, e ocupando também o espaço nas traseiras da Drogaria. É à margem da lei, é?
Foto
Friday, August 12, 2011
CP - Linha de Cascais
Chegado por e-mail:
«Boa noite
Na sequência do post de 25 de Julho de 2011 referente ao (não) funcionamento dos postos de venda de bilhetes venho por este meio enviar uma série de fotografias que tirei hoje, terça-feira dia 8, por volta das 11 da manhã. Ou seja, sem ser à hora de ponta nem num dia de festival ou outro acontecimento maior.
Como se pode ver pelas fotografias, o sistema de cartões simplesmente não está a funcionar como seria devido - quer devido a dificuldade de percepção da parte dos utilizadores, quer por não ter instruções em, pelo menos, inglês, além de problemas no pagamento, vandalismo, entre muitos outros que já enumerei em comentário ao post acima referido. As soluções não são assim tão complicadas mas não se vê qualquer esforço da parte do organismo em tentar resolver.
Fica aqui mais um "protesto"
Os melhores cumprimentos
ACP»
...
As nossas desculpas pelo atraso na publicação. Coisas de férias;-)
Wednesday, August 10, 2011
ECOPONTO MARÍTIMO
O Ecoponto Marítimo inaugurado com pompa e circunstância á poucos meses no cais estacado, de hà duas semanas a esta parte encontra-se no estado que as fotos demonstram.
Para que serve assim? O contentor que falta foi parar ao areal da praia da Ribeira, ou por vandalismo ou pela força do vento forte que por aqui passou.
Tem-se notado também que nem sempre é feita a recolha atempada dos detritos.
Será que não existe nenhum Responsável Operacional da EMAC que tome atenção a esta situação?
Espero que este alerta dê os seus frutos para bem da salubridade pública.
Thursday, August 04, 2011
CP. Linha de Cascais em risco de fechar
In Jornal I (4/7/2011)
«Catenárias têm tensão diferente das da rede nacional. Para salvar a linha são precisos muitos milhões
Comboios com motores dos anos 50 que já não se fabricam, catenárias com uma tensão de 1,5 KV DC, isto é, corrente contínua - uma situação única na rede ferroviária, que tem uma tensão de 25 KV AC, corrente alterna -, sinalização electrónica de controlo e comando e telecomunicações obsoletas. É esta a situação da Linha de Cascais, que transportou 30 milhões de passageiros em 2010. E que pode, a qualquer momento, pura e simplesmente entrar em ruptura e parar por completo. Sem alternativas. Ninguém no mundo, incluindo a Renfe, os parceiros espanhóis da CP, pode ajudar quando os motores derem o estoiro final. É evidente que o mal não é de hoje. A administração da CP tinha consciência da gravidade do problema e teve luz verde do governo socialista, em 2008, para avançar com um plano de modernização que incluía a introdução de novos sistemas de sinalização electrónica, controlo, comando e telecomunicações, modernização da superstrutura da via, renovação da catenária com a migração para a tensão de 25 KV/50 Hz, tornando-a igual à da restante rede, eliminação das passagens de nível e requalificação de estações e apeadeiros.
Na sequência deste plano, em 2009, a CP lançou um concurso para a aquisição de 36 unidades múltiplas eléctricas bi-tensão, isto é, automotoras, no valor de 180 milhões de euros para a Linha de Cascais.
A crise económica internacional e os sucessivos cortes levaram o governo de Sócrates a anular o plano e a aquisição das novas automotoras. Neste quadro de ruptura de uma linha fundamental na área metropolitana de Lisboa, vai tudo por água a baixo. Em primeiro lugar, o projecto de a ligar à Linha de Cintura, o que permitiria chegar à Estação do Oriente em 54 minutos, sem transbordos, em vez dos 80 actuais, com mudanças de comboio. Em segundo lugar, a sua privatização no âmbito da reestruturação da CP, como está previsto no Memorando da troika e no programa do actual governo. Se a Linha de Sintra, por exemplo, é um negócio bastante atractivo para grupos privados, ninguém estará disposto a ficar com a concessão da Linha de Cascais sabendo à partida que são necessários muitos milhões de investimento para garantir o seu funcionamento a curto prazo. E como só o fornecimento de novas automotoras demora pelo menos cinco anos, o seu futuro é mais que negro.
Governo e CP estão bem conscientes de que o problema não tem uma solução fácil a curto e médio prazo. As ordens da troika são reduzir custos e cortar no endividamento das empresas públicas, nomeadamente no sector dos transportes, que atinge o valor astronómico de 20 mil milhões de euros. E mesmo em matéria de resultados operacionais, a situação é dramática. Em 2010, por exemplo, a CP teve um prejuízo de mais de 195 milhões de euros. Para agravar ainda mais este quadro, o número de passageiros nas linhas de Lisboa registou um ligeiro decréscimo em 2010. Com a ferrovia a atravessar uma crise, a Linha de Cascais está em coma. »
«Catenárias têm tensão diferente das da rede nacional. Para salvar a linha são precisos muitos milhões
Comboios com motores dos anos 50 que já não se fabricam, catenárias com uma tensão de 1,5 KV DC, isto é, corrente contínua - uma situação única na rede ferroviária, que tem uma tensão de 25 KV AC, corrente alterna -, sinalização electrónica de controlo e comando e telecomunicações obsoletas. É esta a situação da Linha de Cascais, que transportou 30 milhões de passageiros em 2010. E que pode, a qualquer momento, pura e simplesmente entrar em ruptura e parar por completo. Sem alternativas. Ninguém no mundo, incluindo a Renfe, os parceiros espanhóis da CP, pode ajudar quando os motores derem o estoiro final. É evidente que o mal não é de hoje. A administração da CP tinha consciência da gravidade do problema e teve luz verde do governo socialista, em 2008, para avançar com um plano de modernização que incluía a introdução de novos sistemas de sinalização electrónica, controlo, comando e telecomunicações, modernização da superstrutura da via, renovação da catenária com a migração para a tensão de 25 KV/50 Hz, tornando-a igual à da restante rede, eliminação das passagens de nível e requalificação de estações e apeadeiros.
Na sequência deste plano, em 2009, a CP lançou um concurso para a aquisição de 36 unidades múltiplas eléctricas bi-tensão, isto é, automotoras, no valor de 180 milhões de euros para a Linha de Cascais.
A crise económica internacional e os sucessivos cortes levaram o governo de Sócrates a anular o plano e a aquisição das novas automotoras. Neste quadro de ruptura de uma linha fundamental na área metropolitana de Lisboa, vai tudo por água a baixo. Em primeiro lugar, o projecto de a ligar à Linha de Cintura, o que permitiria chegar à Estação do Oriente em 54 minutos, sem transbordos, em vez dos 80 actuais, com mudanças de comboio. Em segundo lugar, a sua privatização no âmbito da reestruturação da CP, como está previsto no Memorando da troika e no programa do actual governo. Se a Linha de Sintra, por exemplo, é um negócio bastante atractivo para grupos privados, ninguém estará disposto a ficar com a concessão da Linha de Cascais sabendo à partida que são necessários muitos milhões de investimento para garantir o seu funcionamento a curto prazo. E como só o fornecimento de novas automotoras demora pelo menos cinco anos, o seu futuro é mais que negro.
Governo e CP estão bem conscientes de que o problema não tem uma solução fácil a curto e médio prazo. As ordens da troika são reduzir custos e cortar no endividamento das empresas públicas, nomeadamente no sector dos transportes, que atinge o valor astronómico de 20 mil milhões de euros. E mesmo em matéria de resultados operacionais, a situação é dramática. Em 2010, por exemplo, a CP teve um prejuízo de mais de 195 milhões de euros. Para agravar ainda mais este quadro, o número de passageiros nas linhas de Lisboa registou um ligeiro decréscimo em 2010. Com a ferrovia a atravessar uma crise, a Linha de Cascais está em coma. »
Wednesday, July 27, 2011
Parque do Outeiro de Polima

Chegado por e-mail:
«Caros senhores,
Há dias publiquei no fórum da junta, que ultimamente tem demorado muito tempo a responder, a informar da situação deplorável a que se deixou o Parque do Outeiro de Polima.
Para melhor saber do que falo, envio junto o link do post, com fotografias:
http://www.jf-sdrana.pt/sitemega/forum/display_topic_threads.asp?ForumID=30&TopicID=489&PagePosition=1
Para além disto gostava de saber se tem informações sobre a VOC, ainda não se ouviu falar de obras...
Grato,
Vasco Alexandre Violante Rodrigues»
...
Caro Vasco Rodrigues, "VOC"?
Monday, July 25, 2011
C.P. Venda de bilhetes.
Desde que a CP instalou as actuais máquinas de vender bilhetes que o caos está instalado, perante a indiferença daquela empresa que nós sustentamos. Se, nas máquinas anteriores, qualquer pessoa que soubesse ler comprava o bilhete e pagava rapidamente, com o actual e modernaço sistema é preciso entabular um diálogo de surdos, aprender a linguagem da máquina e gastar muito mais tempo em cada operação. O utente comum lá foi aprendendo à sua custa, perdendo comboios e tempo, de vez em quando ajudados por algum funcionário que a CP punha junto às máquinas. Isto nas estações principais, porque estações há que não têm ninguém, nem nos guichets. Por isso muita gente, em desespero se metia no comboio sem bilhete. Chega o Verão, banhistas e turistas são confrontados pela primeira vez com o sistema e é ver uma multidão desesperada, todos os dias, a tentar comprar um simples bilhete, que, descobrem depois, é mais complicado do que um bilhete de avião. Presenciei ontem, um estrangeiro desvairado, aos berros por não conseguir apanhar um comboio por não ser capaz de adquirir bilhete. E a CP impávida.
Está mais do que visto que o sistema não serve e que é preciso mudá-lo. A CP ignora. Os informáticos que conceberam este aborto também o devem saber modificar. Ou não?
Há ainda aquele detalhe simpático de toda a gente ter que comprar o cartão, mesmo que seja para fazer uma única viagem. Cinquenta cêntimos mete a CP no bolso. Argumentam que pode ser reembolsado. Experimentem. Não pode porque não tem o recibo! Não pode porque já passaram cinco dias! E nós a aturar isto.
Não se podem extreminar?
Está mais do que visto que o sistema não serve e que é preciso mudá-lo. A CP ignora. Os informáticos que conceberam este aborto também o devem saber modificar. Ou não?
Há ainda aquele detalhe simpático de toda a gente ter que comprar o cartão, mesmo que seja para fazer uma única viagem. Cinquenta cêntimos mete a CP no bolso. Argumentam que pode ser reembolsado. Experimentem. Não pode porque não tem o recibo! Não pode porque já passaram cinco dias! E nós a aturar isto.
Não se podem extreminar?
O MISTÉRIO DA (A-5) ESTRADA DE CASCAIS" E NÃO SÓ...
Chegado por e-mail:
«Quem saberá o que se está a "tramar" para a zona norte de Cascais?
- O prelongamento da auto-estrada, com tabuleiro sobre a estrada da Malveira da Serra e a terminar, de forma abrupta, na vedação dos terrenos da ALCATEL ( !!! ), está prontíssimo há alguns anos, com candeeiros, taipais de insonorização - já com a selvajaria dos grafitis, barreiras, etc., MAS CONTINUA DESERTO E BARRADO AO TRANSITO, enquanto os coitados dos automobilistas desesperam em todas as filas que atravessam as rotundas de Birre e Cobre.
- Mas agora, desde há alguns meses, a ALCATEL (antiga Standard Eléctrica) passou a funcionar em novo gigantesco (e modernaço!) edifício, construído de raíz em frente à vasta zona que antes utilizava, tendo ficado aquele enorme espaço com aparência de devoluto e a aguardar novo destino.
- ALGUM AMIGO DESTE BLOG TERÁ ALGUMA PISTA ?
Agradeço a atenção e apresento cumprimentos.
Artur Ramalho / Cascais»
«Quem saberá o que se está a "tramar" para a zona norte de Cascais?
- O prelongamento da auto-estrada, com tabuleiro sobre a estrada da Malveira da Serra e a terminar, de forma abrupta, na vedação dos terrenos da ALCATEL ( !!! ), está prontíssimo há alguns anos, com candeeiros, taipais de insonorização - já com a selvajaria dos grafitis, barreiras, etc., MAS CONTINUA DESERTO E BARRADO AO TRANSITO, enquanto os coitados dos automobilistas desesperam em todas as filas que atravessam as rotundas de Birre e Cobre.
- Mas agora, desde há alguns meses, a ALCATEL (antiga Standard Eléctrica) passou a funcionar em novo gigantesco (e modernaço!) edifício, construído de raíz em frente à vasta zona que antes utilizava, tendo ficado aquele enorme espaço com aparência de devoluto e a aguardar novo destino.
- ALGUM AMIGO DESTE BLOG TERÁ ALGUMA PISTA ?
Agradeço a atenção e apresento cumprimentos.
Artur Ramalho / Cascais»
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Wednesday, July 20, 2011
Reclamação sobre o Complexo Desportivo da Abóbada
Chegado por e-mail:
«Boa tarde
Não sei se poderão ajudar, publicando no vosso blog, a minha reclamação enviada no dia 16 de Julho e que ficou registada no CRM do website da C.M.C com o número 20110716053304ev
Exmos. Senhores
Pela segunda época consecutiva não irá ser possível aos cidadãos do Concelho de Cascais e seus Concelhos vizinhos adquirirem pacotes de senhas para utilização livre da piscina do Complexo Desportivo da Abóbada, tal como acontece na esmagadora maioria das piscinas municipais.
Este facto é considerado uma afronta aos cidadãos amantes desta modalidade e que não dispõem da disponibilidade profissional para a sua prática com a regularidade necessária que justifique uma inscrição mensal.
Os cidadãos que desejam a prática ocasional da natação pura ver-se-ão assim obrigados a frequentar durante a época 2010-2011 outras piscinas mais distantes onde a possibilidade da aquisição de senhas individuais nunca terá estado em causa.
Mas já chega.
Faço assim um apelo a V.Exas que reponham o regime anterior e que autorizem a aquisição de pacotes de senhas sem limite anual para a utilização livre da piscina do Complexo Desportivo da Abóbada já a partir de 1 de Agosto de 2011.
Com os melhores cumprimentos
Agradeço a vossa atenção e parabéns pela iniciativa
Um abraço
Pedro Sequeira»
«Boa tarde
Não sei se poderão ajudar, publicando no vosso blog, a minha reclamação enviada no dia 16 de Julho e que ficou registada no CRM do website da C.M.C com o número 20110716053304ev
Exmos. Senhores
Pela segunda época consecutiva não irá ser possível aos cidadãos do Concelho de Cascais e seus Concelhos vizinhos adquirirem pacotes de senhas para utilização livre da piscina do Complexo Desportivo da Abóbada, tal como acontece na esmagadora maioria das piscinas municipais.
Este facto é considerado uma afronta aos cidadãos amantes desta modalidade e que não dispõem da disponibilidade profissional para a sua prática com a regularidade necessária que justifique uma inscrição mensal.
Os cidadãos que desejam a prática ocasional da natação pura ver-se-ão assim obrigados a frequentar durante a época 2010-2011 outras piscinas mais distantes onde a possibilidade da aquisição de senhas individuais nunca terá estado em causa.
Mas já chega.
Faço assim um apelo a V.Exas que reponham o regime anterior e que autorizem a aquisição de pacotes de senhas sem limite anual para a utilização livre da piscina do Complexo Desportivo da Abóbada já a partir de 1 de Agosto de 2011.
Com os melhores cumprimentos
Agradeço a vossa atenção e parabéns pela iniciativa
Um abraço
Pedro Sequeira»
Friday, July 15, 2011
Monday, July 11, 2011
Chegado por e-mail:
«Boa noite
Para vossa informação:
http://diaummais.blogspot.com/2011/07/cascais-ciclavel.html
Melhores cumprimentos
João Fernandes»
Para vossa informação:
http://diaummais.blogspot.com/2011/07/cascais-ciclavel.html
Melhores cumprimentos
João Fernandes»
24 pilotos e sete pára-quedistas. Cem mil pessoas para ver acrobacias aéreas em Cascais
In Público (11/7/2011)
Por Marisa Soares
«Este ano, até o S. Pedro ajudou a organização do Estoril AirShow. "Encomendámos bom tempo", brinca Duarte Salema Cordeiro, da ProAir, organizador deste espectáculo de acrobacias aéreas que, ontem, deixou mais de 100.000 pessoas, segundo números dos promotores, de olhos postos no céu.
Pelo terceiro ano consecutivo, Cascais acolheu a demonstração de acrobacias radicais realizadas por 24 pilotos portugueses, espanhóis e franceses, civis e militares. Um dos pontos altos na praia do Tamariz foi a exibição de oito pára-quedistas do Exército português, os "Falcões Negros", que pela primeira vez saltaram para uma praia repleta de pessoas.
"Cascais é terra, é mar e ar também", afirmou o presidente da câmara, Carlos Carreiras, satisfeito com a grande afluência de pessoas. Mas ainda não é certo que o sucesso se repita em 2012. O Estoril AirShow foi pensado há três anos e o contrato com a ProAir, que decorreu de uma candidatura ao Turismo de Portugal, termina este ano. Neste momento, diz o autarca, a lógica é de "contenção", mas "a perspectiva é de continuidade". Porém, deixa um um aviso: "Teremos de fazer mais com menos, e melhor."
O evento, que custou 150 mil euros, foi financiado com as receitas do jogo do Casino Estoril, "não representando nenhum investimento dos contribuintes de Cascais". Quanto ao impacto económico no concelho, "é difícil precisar". "Temos o litoral de Cascais completamente cheio. Cada uma destas pessoas ajuda o comércio local e a restauração, o que é reconfortante", prosseguiu.
Chuva de estrelas
O espectáculo começou às 11h00 e durante duas horas e meiavárias "estrelas" rasgaram o céu. Até o vento foi "perfeito" para o alinhamento, diz Duarte Salema Cordeiro, frisando que, em 2010, o forte vento obrigou a cancelar uma actuação.
Destaque para a estreia no Estoril AirShow da patrulha Aspa, da Força Aérea espanhola, com a exibição de cinco helicópteros em jeito de coreografia, acompanhada por música. Também de Espanha veio a equipa Jacob 52, com cinco aviões. A equipa civil francesa Reva "desfilou" em três aviões com design de um astronauta da NASA.
O espectáculo incluiu também uma demonstração de salvamento marítimo feita pela Força Aérea portuguesa. O piloto Lino Gonçalves -o piloto português que até hoje conseguiu os melhores resultados nas competições internacionais, segundo a organização - fez uma exibição aos comandos de um Extra-300, um avião que permite acrobacias aéreas mais avançadas.
Entre os pilotos nacionais esteve apenas uma mulher, Diana Gomes da Silva, que se estreou no Estoril AirShow no ano passado. Continua a ser a única representante feminina na acrobacia aérea lusa e uma das mais jovens do mundo.
A garantir a segurança da iniciativa estiveram 34 bombeiros, três elementos da Protecção Civil, 15 da Polícia Municipal, 12 da PSP, dez da Marinha e seis do Instituto de Socorros a Náufragos.
Notícia substituída às 08h38 de 11 de Julho»
Por Marisa Soares
«Este ano, até o S. Pedro ajudou a organização do Estoril AirShow. "Encomendámos bom tempo", brinca Duarte Salema Cordeiro, da ProAir, organizador deste espectáculo de acrobacias aéreas que, ontem, deixou mais de 100.000 pessoas, segundo números dos promotores, de olhos postos no céu.
Pelo terceiro ano consecutivo, Cascais acolheu a demonstração de acrobacias radicais realizadas por 24 pilotos portugueses, espanhóis e franceses, civis e militares. Um dos pontos altos na praia do Tamariz foi a exibição de oito pára-quedistas do Exército português, os "Falcões Negros", que pela primeira vez saltaram para uma praia repleta de pessoas.
"Cascais é terra, é mar e ar também", afirmou o presidente da câmara, Carlos Carreiras, satisfeito com a grande afluência de pessoas. Mas ainda não é certo que o sucesso se repita em 2012. O Estoril AirShow foi pensado há três anos e o contrato com a ProAir, que decorreu de uma candidatura ao Turismo de Portugal, termina este ano. Neste momento, diz o autarca, a lógica é de "contenção", mas "a perspectiva é de continuidade". Porém, deixa um um aviso: "Teremos de fazer mais com menos, e melhor."
O evento, que custou 150 mil euros, foi financiado com as receitas do jogo do Casino Estoril, "não representando nenhum investimento dos contribuintes de Cascais". Quanto ao impacto económico no concelho, "é difícil precisar". "Temos o litoral de Cascais completamente cheio. Cada uma destas pessoas ajuda o comércio local e a restauração, o que é reconfortante", prosseguiu.
Chuva de estrelas
O espectáculo começou às 11h00 e durante duas horas e meiavárias "estrelas" rasgaram o céu. Até o vento foi "perfeito" para o alinhamento, diz Duarte Salema Cordeiro, frisando que, em 2010, o forte vento obrigou a cancelar uma actuação.
Destaque para a estreia no Estoril AirShow da patrulha Aspa, da Força Aérea espanhola, com a exibição de cinco helicópteros em jeito de coreografia, acompanhada por música. Também de Espanha veio a equipa Jacob 52, com cinco aviões. A equipa civil francesa Reva "desfilou" em três aviões com design de um astronauta da NASA.
O espectáculo incluiu também uma demonstração de salvamento marítimo feita pela Força Aérea portuguesa. O piloto Lino Gonçalves -o piloto português que até hoje conseguiu os melhores resultados nas competições internacionais, segundo a organização - fez uma exibição aos comandos de um Extra-300, um avião que permite acrobacias aéreas mais avançadas.
Entre os pilotos nacionais esteve apenas uma mulher, Diana Gomes da Silva, que se estreou no Estoril AirShow no ano passado. Continua a ser a única representante feminina na acrobacia aérea lusa e uma das mais jovens do mundo.
A garantir a segurança da iniciativa estiveram 34 bombeiros, três elementos da Protecção Civil, 15 da Polícia Municipal, 12 da PSP, dez da Marinha e seis do Instituto de Socorros a Náufragos.
Notícia substituída às 08h38 de 11 de Julho»
Tuesday, July 05, 2011
Torre de São Patrício, Casa Verdades de Faria
Anúncio n.º 9223/2011. D.R. n.º 127, Série II de 2011-07-05
Ministério da Cultura - Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I. P.
Projecto de Decisão relativo à classificação como Monumento de Interesse Público (MIP) da Torre de São Patrício, Casa Verdades de Faria, freguesia do Estoril, concelho Cascais, distrito de Lisboa, e à fixação da respectiva zona especial de protecção (ZEP)
Ministério da Cultura - Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I. P.
Projecto de Decisão relativo à classificação como Monumento de Interesse Público (MIP) da Torre de São Patrício, Casa Verdades de Faria, freguesia do Estoril, concelho Cascais, distrito de Lisboa, e à fixação da respectiva zona especial de protecção (ZEP)
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Monte Estoril
Cascais anfitrião do XI Congresso Internacional de Reabilitação do Património Arquitectónico e Edificado

Excelente iniciativa. A ver se as câmaras de Lisboa e ... Cascais, pelo menos essas, tomam apontamentos... e, claro, se até lá não escavacam mais nada.
Site do Congresso em Cascais: http://www.inditech.es/fundacion/congreso/index.htm
Thursday, June 30, 2011
Wednesday, June 29, 2011
El Corte Inglés e a Linha de Cascais
In Diário Económico (28/6/2011)
EDITORIAL
«O projecto de um centro comercial El Corte Inglés na linha de Cascais, o terceiro em Portugal - depois de Lisboa e Gaia - vai finalmente avançar, após anos e anos a marcar passo. O grupo espanhol anunciou a intenção de investir naquela zona em 2005 e desde então o projecto tem sofrido avanços e recuos, chegando a ser disputado pelas autarquias de Oeiras, Sintra e Cascais.
Depois de várias localizações prováveis, o El Corte Inglés decidiu avançar para um terreno em Carcavelos, no lado sul da auto-estrada do Estoril, junto à povoação do Arneiro. O projecto está para aprovação final na Câmara de Cascais e inclui, além do centro comercial, um hotel e os escritórios da sede do grupo em Portugal. Trata-se de um projecto grandioso, com uma área total de construção de 52 mil metros quadrados, um investimento de 200 milhões de euros e a criação de 2.000 postos de trabalho directos e indirectos.
O projecto nunca foi considerado PIN (Potencial Interesse Nacional) porque o anterior Governo entendeu, em 2007, que a construção de um centro comercial não preenchia os requisitos para beneficiar dessa classificação. Ainda assim, a autarquia de Cascais espera que o projecto do El Corte Inglés tenha um impacte económico e social importante na região.
Ao mesmo tempo, o grupo espanhol ficará obrigado a construir, como contrapartida, um equipamento social ainda a definir. Se as obras arrancarem até ao fim do ano e decorrerem com normalidade, o projecto deverá ser uma realidade no prazo de um ano. Apesar de se tratar de mais um centro comercial, é de saudar o desbloqueamento do El Corte Inglés da Linha de Cascais por se tratar de um investimento privado em período de crise e de uma unidade de qualidade, por certo semelhante à da de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa, e que ajudará a desenvolver uma zona interior e com pouca actividade.»
...
Está de volta o mono, que vai fazer daquele nó de Carcavelos o que se imagina. Ainda há a questão do leito de cheias, mas que importa isso face ao "interesse nacional" do projecto?
EDITORIAL
«O projecto de um centro comercial El Corte Inglés na linha de Cascais, o terceiro em Portugal - depois de Lisboa e Gaia - vai finalmente avançar, após anos e anos a marcar passo. O grupo espanhol anunciou a intenção de investir naquela zona em 2005 e desde então o projecto tem sofrido avanços e recuos, chegando a ser disputado pelas autarquias de Oeiras, Sintra e Cascais.
Depois de várias localizações prováveis, o El Corte Inglés decidiu avançar para um terreno em Carcavelos, no lado sul da auto-estrada do Estoril, junto à povoação do Arneiro. O projecto está para aprovação final na Câmara de Cascais e inclui, além do centro comercial, um hotel e os escritórios da sede do grupo em Portugal. Trata-se de um projecto grandioso, com uma área total de construção de 52 mil metros quadrados, um investimento de 200 milhões de euros e a criação de 2.000 postos de trabalho directos e indirectos.
O projecto nunca foi considerado PIN (Potencial Interesse Nacional) porque o anterior Governo entendeu, em 2007, que a construção de um centro comercial não preenchia os requisitos para beneficiar dessa classificação. Ainda assim, a autarquia de Cascais espera que o projecto do El Corte Inglés tenha um impacte económico e social importante na região.
Ao mesmo tempo, o grupo espanhol ficará obrigado a construir, como contrapartida, um equipamento social ainda a definir. Se as obras arrancarem até ao fim do ano e decorrerem com normalidade, o projecto deverá ser uma realidade no prazo de um ano. Apesar de se tratar de mais um centro comercial, é de saudar o desbloqueamento do El Corte Inglés da Linha de Cascais por se tratar de um investimento privado em período de crise e de uma unidade de qualidade, por certo semelhante à da de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa, e que ajudará a desenvolver uma zona interior e com pouca actividade.»
...
Está de volta o mono, que vai fazer daquele nó de Carcavelos o que se imagina. Ainda há a questão do leito de cheias, mas que importa isso face ao "interesse nacional" do projecto?
Monday, June 27, 2011
Wednesday, June 22, 2011
Esqueleto-mono vai ser demolido

O esqueleto do empreendimento que a ser feito seria um mono inqualificável bem no largo da estação de comboios, e de que aqui já deramos conta (http://cidadaniacsc.blogspot.com/2007/12/curiosidades-embargadas-2.html e cuja foto da altura aqui reproduzimos, de autoria de JNB), será demolido.
Assim o diz o Presidente da Câmara de Cascais, citado no Jornal do Metro. A obra estava embargada e o edifício a construir de novo será diferente, suponho, respeitando a escala do largo, volto a supor. Será? Espero que sim.
Thursday, June 16, 2011
Hospital de Sant'Ana classificado com respectiva ZEP

Portaria n.º 584/2011. D.R. n.º 115, Série II de 2011-06-16
Ministério da Cultura - Gabinete do Secretário de Estado da Cultura
Classifica o Hospital de Sant'Ana, situado no concelho de Cascais, distrito de Lisboa, a Casa Júlio Resende, situada no concelho de Gondomar, distrito do Porto, e a Igreja Matriz da Vila de Souselas, situada no concelho e distrito de Coimbra, como monumentos de interesse público e fixa as respectivas zonas especiais de protecção
...
Uma EXCELENTE e oportuna notícia.
Foto
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Parede
Orçamento Participativo Cascais
Exmos. SenhoresCongratulamo-nos com a iniciativa da Câmara Municipal de Cascais mencionada em epígrafe, e comprometemo-nos a dar o nosso contributo em prol do concelho de Cascais, sempre que possível e na medida das nossas possibilidades e disponibilidade.
Sugerimos a V.Exas., desde já, que também a fase de apresentação de propostas no âmbito do Orçamento Participativo de Cascais seja aberta ao envio das mesmas por via electrónica, e não apenas durante a fase de votação, como parece ser um facto nesta edição inaugural, o que poderá enviesar e reduzir significativamente a participação dos potenciais interessados em participar no OP.
Sem mais, e desejando os maiores sucessos a esta iniciativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Pelo Cidadania Csc
Paulo Ferrero
Orçamento Participativo de Cascais


...
Mais informações em http://op.cm-cascais.pt/. E mais acrescento que esta é uma boa iniciativa, tão boa quanto a CMC souber aprender com a experiência de Lisboa... Iremos acompanhar este processo com atenção.
Wednesday, June 08, 2011
Buracos e escavações
O centro de Cascais tem sido este ano particularmente causticado pelas obras na via pública, para colocar novos colectores, canalizações, etc. Tem sido longo e penoso. Mas, mais uma vez, se vê tapar e, logo a seguir, destapar e destruir o trabalho feito uma ou duas semanas antes, para uma nova vala ser aberta. Há sítios que vi abrir três vezes em curto intervalo de tempo.
Ninguém tem mão nisto?
Ninguém tem mão nisto?
Thursday, June 02, 2011
Obras na Marginal ...
A extrema incompetência dos responsáveis pela obra de re-pavimentação da Marginal em S.J.Estoril, após a abertura de uma faixa de cerca de 2 palmos de largura para instalar tubos de gás (acho eu), é assustadora. Não entendo como a Câmara ou as Estradas de Portugal, deixem passar esta falta de profissionalismo.
Moro nesta mesma Av Marginal, e até tenho um certo carinho pelos buracos, porque é uma forma bruta de fazer com que os veículos circulem a uma velocidade menor já que os semáforos de velocidade quase não são respeitados :-)
No entanto, esta obra foi paga com o nosso dinheiro, e como cidadãos não podemos permitir que este abuso passe sem a obrigação de repor o estado anterior da estrada.
A primeira foto mostra como ficou a repavimentação 1 semana depois de concluída, depois de um único dia de chuva.
Os buracos foram tapados, mas de forma tão deficiente (podem-se ver os "remendos a cor mais clara), que nas chuvas seguintes abriu tudo de novo.
Acabaram à poucos dias de re-pavimentar o sentido Cascais-Lisboa, mas a obra ficou tão má ou pior que esta primeira.
Outro problema é que a faixa re-pavimentada ficou cerca de 2cm mais baixa com um degrau para o resto da estrada, o que é um perigo para as bicicletas que agora têm de circular no meio da faixa ou arriscam-se a ficarem pelo chão se o pneu raspar no "degrau".
Moro nesta mesma Av Marginal, e até tenho um certo carinho pelos buracos, porque é uma forma bruta de fazer com que os veículos circulem a uma velocidade menor já que os semáforos de velocidade quase não são respeitados :-)
No entanto, esta obra foi paga com o nosso dinheiro, e como cidadãos não podemos permitir que este abuso passe sem a obrigação de repor o estado anterior da estrada.
Acabaram à poucos dias de re-pavimentar o sentido Cascais-Lisboa, mas a obra ficou tão má ou pior que esta primeira.
Wednesday, June 01, 2011
Tuesday, May 31, 2011
Mais outra artéria "privatizada"?

Já não bastava o caso da rua paralela ao Albatroz, para agora fazerem coisa igual no pequeno troço íngreme junto à antiga bomba da Shell / Discoteca Bauhaus, paredes meias com a Marginal? Desde quando aquilo é uma travessa privada, para que a possam vedar?
Friday, May 27, 2011
Thursday, May 26, 2011
A partir de 5 Jun. no Centro Cultural de Cascais
In Expresso Online (26/5/2011)
«Fotos da famosa sessão de Bert Stern com Marilyn Monroe, dias antes da morte da atriz. Veja aqui parte dessas fotos (algumas estarão expostas a partir de 5 de junho no Centro Cultural de Cascais) [...]»
«Fotos da famosa sessão de Bert Stern com Marilyn Monroe, dias antes da morte da atriz. Veja aqui parte dessas fotos (algumas estarão expostas a partir de 5 de junho no Centro Cultural de Cascais) [...]»
Tuesday, May 24, 2011
Monday, May 09, 2011
Passagem pedonal e ciclável sobre a ribeira de Oeiras
Chegado por e-mail:
«Bom dia
Sabe de alguma organização de cidadãos no concelho de Oeiras que pudesse pegar neste assunto, concordando com ele?
Coloquei esta sugestão há dois anos mas, como é hábito nas Câmaras, nem resposta tive.
Obrigado
Cumprimentos
JP
---------- Forwarded message ----------
Nome:* JP
Morada:* Oeiras
Freguesia:* Oeiras e São Julião da Barra
Email:*
Assunto:* Passagem pedonal e ciclável sobre a ribeira de Oeiras
Mensagem:* Gostaria se sugerir a construção de uma ponte sobre a ribeira de Oeiras, na zona das estações de comboios de Oeiras e Santo Amaro. Provavelmente seria até de baixo investimento, pois talvez se pudesse suportar na ponte do comboio. Esta passagem teria as seguintes vantagens: 1) passageiros que aguardam na estação de Santo Amaro, com oferta de comboios de menor qualidade, poderiam facilmente deslocar-se a pé para a estação de Oeiras 2) circulação facilitada de peões entre as duas zonas, evitando o esforço de subida e descida do vale 3) facilitar circulação de ciclistas entre as duas zonas, com a mesma vantagem, permitindo manter o nivelamento do terreno existente Penso que esta medida poderia fazer muito pela mobilidade não automóvel naquela zona. Muito obrigado pela atenção JP»
«Bom dia
Sabe de alguma organização de cidadãos no concelho de Oeiras que pudesse pegar neste assunto, concordando com ele?
Coloquei esta sugestão há dois anos mas, como é hábito nas Câmaras, nem resposta tive.
Obrigado
Cumprimentos
JP
---------- Forwarded message ----------
Nome:* JP
Morada:* Oeiras
Freguesia:* Oeiras e São Julião da Barra
Email:*
Assunto:* Passagem pedonal e ciclável sobre a ribeira de Oeiras
Mensagem:* Gostaria se sugerir a construção de uma ponte sobre a ribeira de Oeiras, na zona das estações de comboios de Oeiras e Santo Amaro. Provavelmente seria até de baixo investimento, pois talvez se pudesse suportar na ponte do comboio. Esta passagem teria as seguintes vantagens: 1) passageiros que aguardam na estação de Santo Amaro, com oferta de comboios de menor qualidade, poderiam facilmente deslocar-se a pé para a estação de Oeiras 2) circulação facilitada de peões entre as duas zonas, evitando o esforço de subida e descida do vale 3) facilitar circulação de ciclistas entre as duas zonas, com a mesma vantagem, permitindo manter o nivelamento do terreno existente Penso que esta medida poderia fazer muito pela mobilidade não automóvel naquela zona. Muito obrigado pela atenção JP»
Friday, May 06, 2011
Projecto de alteração ao Regulamento da Urbanização e Edificação do Município de Cascais
Aviso n.º 10362/2011. D.R. n.º 88, Série II de 2011-05-06
Município de Cascais
Projecto de alteração ao Regulamento da Urbanização e Edificação do Município de Cascais
Município de Cascais
Projecto de alteração ao Regulamento da Urbanização e Edificação do Município de Cascais
Thursday, May 05, 2011
Aqui ficam as fotos do lote da antiga maternidade
Em resposta ao post «Alguém sabe?». Dada a extrema rapidez, que agradecemos, em terem afixado o respectivo cartaz logo após aquele post, muito mais agradecidos ficaríamos se alguma outra alma caridosa informasse sobre o que se preparam para construir ali. Pode ser?
Demolição da Vila Arriaga foi revogada
Wednesday, May 04, 2011
Câmara suspende plano de reconstrução do Hotel Miramar
In LUSA
2011-05-04, 13h41
«Cascais, 04 mai (Lusa) -- A Câmara de Cascais suspendeu o plano de reestruturação do Hotel Miramar, que previa uma nova unidade com 100 quartos, uma exigência da população, que considerava o documento um atentado urbanístico.
O presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras (PSD), afirmou hoje aos jornalistas à margem da inauguração das novas instalações da PSP de São Domingos de Rana, que deu ordem de suspensão do plano de reestruturação do Hotel Miramar por considerar que "não era correto".
"Decidi suspender o plano porque não me pareceu que a intervenção que estava a ser proposta era correta e agora estou à procura de uma alternativa", disse Carlos Carreiras, sublinhando que a decisão já estava tomada desde que tomou posse como presidente da Câmara (fevereiro de 2011).
O autarca quer agora encontrar uma solução que pode passar por "fazer um bom enquadramento do plano de pormenor, alterando os termos de referência".
O plano em causa previa construir um empreendimento hoteleiro com um mínimo de 100 quartos.
Este Plano de Pormenor de Reestruturação e Urbanização do Terreno do Hotel Miramar - destruído quase na totalidade por um incêndio, em 1975 -- mereceu fortes críticas da população.
No mês passado, a Associação de Moradores do Monte Estoril criou uma petição a exigir o arquivamento do plano de pormenor existente, considerando que o projeto representava um "atentado urbanístico".
Carlos Carreiras prometeu ainda manter contacto com os moradores do Monte Estoril para lhes dar conta do processo e discutir as soluções que vierem a ser encontradas.»
2011-05-04, 13h41
«Cascais, 04 mai (Lusa) -- A Câmara de Cascais suspendeu o plano de reestruturação do Hotel Miramar, que previa uma nova unidade com 100 quartos, uma exigência da população, que considerava o documento um atentado urbanístico.
O presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras (PSD), afirmou hoje aos jornalistas à margem da inauguração das novas instalações da PSP de São Domingos de Rana, que deu ordem de suspensão do plano de reestruturação do Hotel Miramar por considerar que "não era correto".
"Decidi suspender o plano porque não me pareceu que a intervenção que estava a ser proposta era correta e agora estou à procura de uma alternativa", disse Carlos Carreiras, sublinhando que a decisão já estava tomada desde que tomou posse como presidente da Câmara (fevereiro de 2011).
O autarca quer agora encontrar uma solução que pode passar por "fazer um bom enquadramento do plano de pormenor, alterando os termos de referência".
O plano em causa previa construir um empreendimento hoteleiro com um mínimo de 100 quartos.
Este Plano de Pormenor de Reestruturação e Urbanização do Terreno do Hotel Miramar - destruído quase na totalidade por um incêndio, em 1975 -- mereceu fortes críticas da população.
No mês passado, a Associação de Moradores do Monte Estoril criou uma petição a exigir o arquivamento do plano de pormenor existente, considerando que o projeto representava um "atentado urbanístico".
Carlos Carreiras prometeu ainda manter contacto com os moradores do Monte Estoril para lhes dar conta do processo e discutir as soluções que vierem a ser encontradas.»
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Friday, April 29, 2011
Já agora alguém sabe?
O que se está a construir no local da antiga maternidade do Monte Estoril, junto ao Largo de Ostende? Parece que a obra estará embargada... mas como tudo quanto se deita abaixo e constrói não chega ao público, senão quando a isso a CMC é obrigada, pode ser que alguma alma caridosa saiba o que se passa com essa obra. Obrigado.
Portugal em destaque na World Travel Guide... mas nada de Cascais ou Estoril
Conforme noticiado em alguns jornais, a World Travel Guide dá destaque a Portugal na sua página online (http://www.worldtravelguide.net/portugal).
Fala de muitos detalhes, entre eles "wide assortment of World Heritage sites - natural and cultural wonders", fala de tesouros históricos e arquitetónicos, fala de lugares encantados à beira mar...
...mas nenhuma referência a Cascais ou ao Estoril !!!
Sem dúvida uma consequência da delapidação da herança arquitetónica que a Câmara de Cascais tem apoiado, por negligência ou de forma ativa e sobre a qual a Cidadania Cascais tanto tem avisado.
Refere Lisboa, Porto, Évora, Coimbra, Guimarães e Braga.
Para não tomar este exemplo como único, fazendo uma pesquisa a sites similares, vemos que Cascais e o Estoril é cada vez menos referido como exemplo e lugar a visitar.
De que nos serve ter hotéis de centenas de camas (como querem o novo Miramar), se não há mais razão para visitar a região ?
O que terá a Câmara de Cascais a dizer sobre isso?
Fala de muitos detalhes, entre eles "wide assortment of World Heritage sites - natural and cultural wonders", fala de tesouros históricos e arquitetónicos, fala de lugares encantados à beira mar...
...mas nenhuma referência a Cascais ou ao Estoril !!!
Sem dúvida uma consequência da delapidação da herança arquitetónica que a Câmara de Cascais tem apoiado, por negligência ou de forma ativa e sobre a qual a Cidadania Cascais tanto tem avisado.
Refere Lisboa, Porto, Évora, Coimbra, Guimarães e Braga.
Para não tomar este exemplo como único, fazendo uma pesquisa a sites similares, vemos que Cascais e o Estoril é cada vez menos referido como exemplo e lugar a visitar.
De que nos serve ter hotéis de centenas de camas (como querem o novo Miramar), se não há mais razão para visitar a região ?
O que terá a Câmara de Cascais a dizer sobre isso?
Tuesday, April 26, 2011
E como seria bom que o Cruzeiro fosse o seu ninho
Assim se pusesse de lado a gula construtiva e BPI e CMC se entendessem quanto à necessidade de preservação do Centro Comercial Cruzeiro, o qual não pode ir abaixo só porque um presidente de câmara não gosta dele.
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