Wednesday, February 15, 2012

Edifício "amarelo" da PSP (por concluir) irá ser demolido

Notícia do Jornal da Região (de 14 a 20 de Fevereiro)
"Destinado a receber a Divisão da PSP, o 'edifício amarelo' está por concluir há cerca de uma década. Agora, a autarquia propõe a sua demolição, já que seriam necessários mais cinco milhões de euros para o tornar operacional"...com custo previsto de menos de 2 milhões de euros, quase acabado, faltam agora 5 milhões?
Se não se tivesse já percebido o nível dos amanuenses que desde há décadas andam a fazer as "contas públicas" até se deixaria passar estas coisas.
Seria tão interessante que a história deste projecto fosse agora contada e contabilizada toda. Todinha! ...com nomes e ligações partidárias.
Edificante!

Tuesday, February 07, 2012

Cruzeiro


Que diabo, deitá-lo abaixo para construir uma construção ainda maior? E não poderia o BPI em vez de gastar milhões com a demolição e a gigantesca construção nova e estar à espera de recuperar o dinheiro investido, não poderiam ele e a CMC, e puxarem pela cabeça e recuperarem o espaço, dando-lhe novas funções e ocupantes. Habitação, porque não? Indústrias criativas e culturais (allô DNA!) em alguns dos espaços, comércio a sério, etc. Já sei que há quem odeie o Cruzeiro, mas esse mesmo alguém deixou construir monos milhões de vezes piores... E não haveria contestação, acho, antes pelo contrário. Que diabo, afinalo Cruzeiro até é tem história e teve vida boa há algumas décadas...


Foto

Miramar, o ovo de Colombo?


E se a CMC, simplesmente, comprasse o lote do Miramar, que continua à venda sem que ninguém o compre? Poderia reconstruir o Miramar, dotá-lo de uma escola de hotelaria (a ideia não é minha), por exemplo, anexa ao hotel revivalista, plantar árvores, fazer um espaço de usufruto público. Simples.

Monday, February 06, 2012

E por que razão o Atlântico não pode ser assim?


Foto

Mas, afinal que se passa com isto?


Em Setembro passado parecia que seria desta. Passados 6 meses, nada. Que se passa com este caso? É por causa do despejo das cocheiras? É por alguma razão técnica-estrutural da casa? Processual ou concursal? Que se passa?


Foto

Wednesday, February 01, 2012

"Cenário desolador" do centro de Cascais

In Diário de Notícias, 31-01-2012. Via Lusa.

Lojas a trespasse, paredes pintadas com "graffiti", ruas desertas, é o atual estado do centro de Cascais a que assistem os comerciantes que resistem à crise e que recordam a zona outrora movimentada e hoje transformada num "cenário desolador".

Fotografia © Steven Governo/Global Imagens


Entre bocejos e o folhear da página de uma revista, Cidalina Santos, que há mais de 30 anos monta todos os dias a sua banca de venda de bijutaria na Rua Frederico Arouca (antiga Rua Direita), recorda com nostalgia a azáfama de outros tempos em que "nem sequer tinha tempo de respirar".
"Isto está péssimo, não se vende nada, não há aqui ninguém. Chegámos a ser 15 pessoas a vender aqui na rua e havia trabalho para todas, agora estou só eu e mais duas com a banca montada", afirma Cidalina à agência Lusa.
Também Luís Santos, funcionário há 16 anos da emblemática "Sapataria Carneiro" (aberta há 50 anos), lamenta a falta de clientes, a atual conjuntura económica e a "decadência" em que vive o comércio na baixa de Cascais.
"É um cenário desolador, isto está deserto. Tenho clientes antigos que já chegaram a chorar dentro da loja, porque ficaram dois anos sem cá vir e agora ficam chocados com o que veem [lojas fechadas]", disse o comerciante, sublinhando que tem registado uma quebra de 60 por cento nas vendas.
O mesmo sentimento tem Mírilio Carlos, proprietário da "Ourivesaria Carlos". "Estou aqui há 54 anos e não me lembro de ver uma crise como esta. É uma grande tristeza o que eu sinto. Isto já não é rua, já não é nada, nem sequer é Cascais", disse o proprietário, que ainda se lembra do tempo em que a Rua Direita era invadida por um "mar de gente, em que mal se via a calçada".

A juntar à crise, a mudança de hábitos dos clientes, a falta de segurança e de estacionamento e a desertificação da vila são outras das razões apontadas pelos lojistas para esta situação.
No entanto, estes comerciantes vão resistindo, o mesmo não acontece com outros que, ou já fecharam ou preparam-se para fechar. É o caso de uma loja de venda artesanal na Rua Direita que, aberta há mais de 30 anos, prepara-se para encerrar. "Já não conseguimos suportar mais. A cada ano que passa as coisas estão piores e agora já não há volta a dar. Já fui informado pelos meus patrões que a loja vai fechar em breve", lamenta o funcionário Sérgio Silva.
O presidente da Associação Empresarial do Concelho de Cascais (AECC), Armando Correia, confirma à Lusa que "centenas de lojas encerraram nos últimos anos", uma situação que tende a agravar-se devido à atual conjuntura económica e aos elevados preços das rendas.
"Agora refletiu-se mais por causa crise, mas há outro fator que tem contribuído para esta desertificação de comércio que está relacionado com os preços exorbitantes das rendas pedidas pelos proprietários, impedindo que a loja volte a ser ocupada", acrescenta o responsável, sublinhando que, neste momento, a renda de uma loja na baixa de Cascais custa cerca de três mil euros.
Para combater a situação, Armando Correia apela a mais ações de dinamização do comércio tradicional e sugere aos comerciantes que apostem numa "personalização ao cliente", de forma a distinguirem-se dos centros comerciais.

Tuesday, January 31, 2012

Ainda o Hospital José de Almeida

Grutas de Alapraia

Cascais investe quase 8 milhões na construção de escolas

In Diário de Notícias (30/12/2012)
por Lusa

«O concelho de Cascais prevê inaugurar até maio três novas escolas e avançar com a construção de outra escola e a requalificação de um recreio, num investimento municipal total de quase oito milhões de euros.

Segundo informação disponibilizada pela Câmara de Cascais à Agência Lusa, a Escola Básica do Monte Estoril deverá ser inaugurada já em março. Com capacidade para 275 alunos, este estabelecimento terá oito salas de 1.º ciclo, duas de jardim de infância e uma 'sala de multi-eficiência', além de cozinha, refeitório, sala de atividade física, biblioteca, salas para atividades polivalentes, logradouro com equipamento e campo de jogos.

Ainda a ser construída, a Escola Básica de São Pedro do Estoril deverá estar concluída em maio e terá quatro salas de 1.º ciclo e duas de jardim de infância, com capacidade para 150 alunos. Também a Escola Básica Mato Cheirinhos (freguesia de São Domingos de Rana) deverá estar pronta em maio. Com oito salas de 1.º ciclo e três de jardim de infância, o novo equipamento vai acolher 275 alunos. Quanto à Escola Básica Monte real, em Tires, as obras previstas visam a requalificação do recreio.

Ao todo, o investimento municipal para estas cinco obras é de 7,7 milhões de euros e servirá 850 alunos do concelho.

"Todas estas obras, quer sejam novas ou requalificadas, visam tornar o ensino/escola pública mais atrativo no que concerne à competência dos municípios. O nosso parque escolar fica assim com condições impares para o ensino de qualidade, com melhores refeitórios, melhores bibliotecas e melhores espaços exteriores", refere a vereadora da Educação, Ana Clara Justino.»

Monday, January 30, 2012

Cascais baixa velocidade automóvel para combater ruído

In Público (230/1/2012)
Por Carlos Filipe

«Públicos e privados serão chamados a tomar medidas

O Autódromo do Estoril é um dos locais identificados onde há excesso de ruído

A repavimentação de vias rodoviárias com materiais que provoquem menos ruído e a redução da velocidade máxima automóvel em zonas habitacionais são as principais medidas de correcção dos excessos identificados no Plano Municipal de Redução de Ruído do concelho de Cascais. [...]

No total, estão identificadas 32 zonas de conflito - áreas residenciais, escolares ou hospitalares, onde o ambiente sonoro exterior excede em mais de cinco decibéis os valores-limite aplicáveis. Destas, 18 são de competência e responsabilidade camarárias, sendo que, depois de ordenados os critérios de actuação definidos pelo plano, as acções consideradas prioritárias para a minimização do ruído incidirão em zonas onde as fontes sejam mais ruidosas e, em complementaridade, quando afectem mais pessoas.

A execução não está ainda calendarizada, mas caberá à Câmara uma intervenção em mais de 10,6 km de vias municipais, ao longo de zonas sensíveis e/ou mistas, com recurso a três medidas: velocidade limitada a 40 km/h num troço da EM579 em Abóboda; e velocidade limitada a 50 km/h na Av. Eng.º Adelino Amaro da Costa - EN9-1, na 3ª Circular - Bairro do Cobre, e noutro lanço da EM579 em Abóboda. Em troços da EM589, em Alcoitão e Manique, e na Av. Rei Humberto de Itália deverá proceder-se a repavimentação, medida comum a todos os locais identificados. [...]»

Friday, January 27, 2012

Casa das Pedras

Anúncio n.º 1629/2012. D.R. n.º 19, Série II de 2012-01-26

Presidência do Conselho de Ministros - Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico, I. P.

Abertura do procedimento de classificação da Casa das Pedras, freguesia da Parede, concelho de Cascais, distrito de Lisboa

Tuesday, January 24, 2012

Assembleia Municipal de Cascais aprova compra do Hospital Ortopédico e do Quartel da Parede

In Público Online (24/1/2012)

«Investimento de 6,15 milhões de euros

Hospital Ortopédico custa à autarquia 3,55 milhões de euros (Dário Cruz)

A Câmara de Cascais vai comprar ao Estado, por 6,15 milhões de euros, o Hospital Ortopédico Dr. José de Almeida, em Carcavelos, e o Quartel da Parede, infra-estruturas desactivadas onde pretende criar um centro de saúde e uma esquadra da PSP.
»

Capucho renuncia a mandato na Câmara de Cascais

In SOL, 24-01-2012




O ex-presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, que havia anunciado a suspensão do seu mandato em Fevereiro do ano passado, comunicou ontem que vai renunciar definitivamente ao cargo.
A poucas semanas de cumprir um ano de mandato suspenso, António Capucho anunciou na reunião de hoje da Assembleia Municipal de Cascais a renúncia ao cargo de presidente da autarquia.

«Aproximando-se o fim do período improrrogável e porque persistem os condicionalismos que me obrigaram a suspender as funções, decidi renunciar definitivamente ao cargo», afirmou António Capucho.

No final de Janeiro de 2010, António Capucho anunciou a suspensão do seu mandato por «razões de saúde», tendo sido as suas funções assumidas pelo vice-presidente, Carlos Carreiras.

No seu discurso de despedida, António Capucho lembrou o «longo e espinhoso caminho a percorrer», numa altura em que o País atravessa uma «difícil crise económica».

Capucho congratulou o Executivo agora assumido por Carlos Carreiras pelo desempenho no último ano e pela prioridade dada à área da Acção Social.

«Espero que a Educação e Cultura continuem a merecer tratamento prioritário municipal», acrescentou António Capucho.

Perante a decisão, o actual líder do Executivo, Carlos Carreiras, elogiou o seu antecessor com o trabalho realizado, por ter sido «igual a si mesmo» e «defensor da liberdade e dos valores cívicos».

As obras que deixa no terreno, disse, «valem certamente muito mais do que as palavras aqui ditas».

Também o presidente da Assembleia Municipal de Cascais, António Pires de Lima, lembrou a «determinada acção» de Capucho, quem considera ter sido «determinante» para a distinção do concelho.

António Pires de Lima comunicou ainda que está a ser preparada uma homenagem ao ex-autarca.

Lusa/SOL

Thursday, January 19, 2012

Câmara de Cascais compra hospital de Carcavelos e quartel da Parede

Por Carlos Filipe, in Público de 18-01-2012

O hospital ortopédico Dr. José de Almeida, em Carcavelos, e a antiga 2.ª Bateria da Parede, unidade militar que faz parte do Regimento de Artilharia de Costa, bem assim como o quartel que a servia, todas estas infra-estruturas já desactivadas, vão ser comprados ao Estado pelo município de Cascais, por um valor que ronda os 6,15 milhões de euros.

Autarquia quer aproveitar instalações para uma extensão de saúde (Foto de Dário Cruz)

Com a aquisição dos imóveis, classificados de interesse municipal, já negociados com a Estamo (imobiliária do Estado), tal como a forma de pagamento, em prestações mensais ao longo de seis anos, a autarquia pretende requalificar os espaços, mas mantendo-lhes utilidade ou fruição públicas. No caso da unidade de saúde, especializada nas áreas de Ortopedia e Traumatologia, mas desactivada desde que entrou em funcionamento o novo hospital de Cascais, existe o desejo de ali instalar a extensão de saúde de Carcavelos, que actualmente funciona em situação precária. Mas parte do espaço pode receber também funções de conhecimento e investigação na área da saúde pública.

O valor de venda do imóvel foi fixado em 3,55 milhões de euros, e compreende uma vasta área, dividida entre as freguesias de Carcavelos e da Parede, com prédios urbanos e rústicos, o maior dos quais com 25 mil m2 e o mais pequeno com 18.500 m2, mas também uma parcela de terreno, dita do ex-Forte da Junqueira.

"Fruição pública"

"É um bom preço, com uma boa taxa de juro, e comprámos três em um. Isto é, para além dos edifícios do antigo hospital, adquirimos também o pinhal do Junqueiro, que já tinha e continuará a ter fruição pública", disse ao PÚBLICO Carlos Carreiras, presidente da Câmara de Cascais. A manutenção das valências de saúde das instalações estará ainda condicionada à negociação com a Administração Regional de Saúde, ainda que seja essa a intenção do município.

Quanto ao quartel da bateria da Parede, desafectado do domínio público militar no ano passado - outra das propostas aprovadas por unanimidade, na semana passada, pelo executivo municipal -, Carlos Carreiras sustenta que se trata de um espaço com uma vista privilegiada, mas que se encontra muito degradado. A área total, superior a 9300 m2, insere-se em ambiente urbano residencial, mas está repartida pela zona da bateria, composta por três peças de artilharia, e pelo aquartelamento que as servia. "Estamos a desenvolver com a Defesa um projecto para um jardim público que aproveite as vistas, sendo que os canhões ficarão onde estão. Já na parte do quartel deverá ser reinstalada a esquadra da PSP da Parede, e onde também pensamos criar postos de trabalho com desenvolvimento de um pólo de indústrias criativas da região", explicou o autarca de Cascais.

Esta aquisição, no valor de 2,6 milhões de euros, tal como a do antigo hospital ortopédico, requer ainda o escrutínio da assembleia municipal, que as apreciará dia 23. A minuta do contrato-promessa de compra e venda será depois enviada ao Tribunal de Contas, para fiscalização prévia.


Wednesday, January 18, 2012

O fim


O episódio de morte noticiado aqui, vai-se encerrando por estes dias... como sempre, há memórias que se apagarão com o tempo.

Tuesday, January 17, 2012

Divulgação de iniciativa de participaç​ão pública

Chegado por e-mail:



«Boa tarde

Venho dar-vos a conhecer uma iniciativa lançada pela Rede Social de Cascais, caso julguem pertinente a sua divulgação no blogue. Trata-se de uma acção de participação pública, sob a forma de questionário, a partir da qual se pretende conhecer a percepção dos munícipes sobre a pertinência para o concelho de um conjunto alargado de problemas.

A Rede Social é uma plataforma dos agentes sociais concelhios, que promove a articulação e congregação de esforços entre os agentes sociais concelhios, com vista a dois grandes objectivos: promover o desenvolvimento social local e combater à pobreza e à exclusão social.

Para mais informações sobre a Rede Social e para aceder ao questionário: www.redesocialcascais.net

Cumprimentos


Rosário Daugbjerg»

Monday, January 16, 2012

Estacionamento de duração limitada

Felizmente ocupam a rua

 Arte. Ela anda por aí. Inesperada e em boas mãos. Sem pedir licença e sem pedir nada a ninguém. Atravessa-se nos caminhos como um convite para vivermos (a cidade) com um pouco mais de atenção... felizmente.