Tuesday, November 15, 2011

Paisagem Classificada de Sintra - QUERCUS condena novo arboricídio em curso

Não é em Cascais mas é como se fosse...


Recebido por e-mail:

«A Câmara Municipal de Sintra está a levar a cabo novo abate de árvores centenárias em plena Vila histórica: depois de dois plátanos localizados junto ao Palácio da Vila, foram já abatidas várias tílias de grande porte na Rua D. João de Castro, as quais haviam sido objecto de severas podas em Abril do ano passado, como já então denunciado pela QUERCUS. [1, 2]

O efeito regulador destas árvores no ambiente urbano, a sua contribuição para absorver os impactes da circulação rodoviária, e ainda o seu valor cénico e estético em local (ainda) classificado pela UNESCO, foram implacavelmente aniquilados, sem que aparentemente tenham sido consideradas alternativas para a conservação deste património arbóreo.

Acresce que, não obstante o direito à informação legalmente consignado, uma vez mais não se dignaram os Serviços camarários fornecer qualquer informação prévia à população sobre a intervenção prevista e o suporte técnico respectivo: estudos técnicos de diagnóstico fitossanitário e análise da estabilidade biomecânica das árvores que justifiquem ou recomendem as intervenções/abates de que foram alvo.

A decisão de abate de uma árvore, enquanto bem público e elemento fundamental do ambiente urbano que é, deverá ser sempre um último recurso, a ponderar de forma fundamentada e criteriosa.

Neste contexto, o Núcleo de Lisboa da QUERCUS, não pode deixar de condenar quaisquer intervenções camarárias que impliquem a destruição de mais exemplares arbóreos na Vila de Sintra, salvo se imperiosas e justificadas razões fitossanitárias o recomendassem.

Não sendo conhecidas, nem tendo sido atempadamente divulgadas tais razões, foram pela QUERCUS solicitados, com carácter de urgência, diversos esclarecimentos ao Presidente da Câmara Municipal respectiva, no que concerne à intervenção em curso, bem como as razões, de índole fitossanitária ou outra, subjacentes aos abates verificados.

Entendemos que qualquer intervenção camarária no arvoredo público de Sintra deve ser tecnicamente justificada e ambientalmente sustentada.

O Núcleo Regional de Lisboa da QUERCUS - A.N.C.N. deplora a atitude da Câmara Municipal de Sintra e apela à imediata suspensão dos trabalhos de abate em curso, bem como à divulgação pública das razões que o determinaram

Porque o património arbóreo de Sintra é, também, Património da Humanidade!


Lisboa 14 de Novembro de 2011

Notas:
1 Novo Arboricídio em Sintra - Centenas de árvores podadas incorrectamente e fora de época
http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultArticleViewOne.asp?categoryID=567&articleID=3200
2 Rua D. João de Castro em Sintra, fotos de 21-04-2010 - Blog Rio das Maças
http://riodasmacas.blogspot.com/2010/04/sem-mais-comentarios.html»

Thursday, November 10, 2011

Associativismo no sector do Comércio e Serviços - a União faz a Força!

Todos sabemos que as Associações (do Comércio e não só!) não se conseguem manter, bem longe disso, apenas com as quotizações dos seus associados, no entanto, há que pôr a questão também noutros termos, isto é, de que forma é que será possível fazer com que os associados passem a pagar quotas de um valor mais significativo de modo a que o conjunto das quotizações represente uma parcela representativa no total das receitas ? Naturalmente que, e porque estamos a tratar de um universo constituído por empresários e comerciantes (convém apesar de tudo distinguir as duas tipologias!), os associados estarão dispostos a pagar mais se constatarem que esse pagamento corresponde a uma satisfação de necessidades que, por exemplo, o corpo técnico da Associação lhe garanta de uma forma eficaz e eficiente, quando comparado com “outros prestadores de serviços da mesma índole”. Refiro-me, por exemplo, a serviços de consultoria fiscal, consultoria jurídica, contabilidade, consultoria de gestão, serviços de vitrinismo, serviços de merchandising, serviços de marketing e/ou publicidade, entre outros. Quem acompanhou a evolução do tecido associativo em Portugal, nos últimos 10-15 anos, constata que as estruturas associativas de hoje pouco ou nada terão a ver com aquilo que se então se passava. O dinamismo e a profissionalização vieram substituir a carolice e o amadorismo, apesar de curiosamente tal transição nem sempre ter implicado a substituição de pessoas em determinado tipo de cargos. Neste âmbito é extremamente importante não esquecer de referir aquilo que o PROCOM (Programa de Apoio à Modernização do Comércio), mais concretamente a Medida referente ao Associativismo, conseguiu incutir nas Associações Comerciais. Que pena não termos ainda ouvido uma palavra sobre Comércio (sua revitalização, dinamização e ... possível salvação!) da parte do nosso actual Governo!!!

Gestores de hospital fechado há 2 anos ainda recebem

In Diário de Notícias (10/11/2011)

«O antigo hospital de Cascais não tem doentes desde Fevereiro de 2009. Mas mantém um conselho de administração que continua a receber.

De acordo com o jornal "Público", os dois administradores ainda estão a tratar da liquidação que resta do património e por isso são remunerados.

Miguel Vieira, assessor de imprensa do ministério da Saúde, referiu que a situação foi herdada do anterior Governo. E que o actual elenco, assim que soube da situação, accionou uma portaria de extinção. "As situação já devia estar resolvida há muito tempo", referiu.»

Monday, November 07, 2011

Para quem se interessa pela preservação das árvores em meio urbano

Em torno dos mitos sobre a poda da Árvore em Meio Urbano… chegado por mão amiga (AEloy):

«SE AS ÁRVORES FALASSEM !

As árvores que dignificam as nossas praças e avenidas e embelezam os nossos jardins e parques são um elemento essencial de qualidade de vida, autênticos oásis no "deserto" que são tantos dos nossos espaços urbanos actuais. E, no entanto, é por demais evidente a ainda quase absoluta ausência de sensibilidade para o papel da Árvore em Meio Urbano. Provam-no os autênticos “massacres de motosserra” que destituem de dignidade e valor estético as árvores – ditas ornamentais – que marginam os nossos arruamentos e estradas.

Estas podas radicais são comummente justificadas com base em preconceitos que continuam arreigados na população, que muitas vezes as exige quando os responsáveis pela sua gestão e manutenção optam por outros modelos de condução. Assim, temos ouvido dizer, como justificação, que estas “rolagens” rejuvenescem e fortalecem as árvores, ou que são a única forma económica de controlar a sua altura e perigosidade... Será isto verdade?

1. A poda drástica rejuvenesce a árvore? – NÃO! São as folhas a “fábrica” que produz o seu alimento. Uma poda que remova mais do que um terço dos ramos da árvore – e as “podas” radicais removem a copa na totalidade – interfere muito com a sua capacidade de se auto-alimentar, desregulando o equilíbrio copa/tronco/raízes. O facto de as árvores apresentarem uma rebentação intensa após uma operação traumática – resultante do abrolhamento de gemas até então inibidas pelo controlo hormonal dos ápices agora removidos – não significa rejuvenescimento, mas sim uma “tentativa desesperada” de repor a copa inicial, à custa da delapidação das suas reservas energéticas. Nalguns casos este “esforço” pode mesmo ser fatal, se à supressão de copa se somarem outros factores de stress, como um Verão seco ou ataques de parasitas...

2. Fortalece-a? – NÃO, pelo contrário, a poda radical é um acto traumatizante e debilitante, uma porta aberta às patologias. As pernadas duma árvore massacrada têm, pelo seu grande diâmetro, dificuldade em formar calo de “cicatrização”, e os cortes nestas condições são muito vulneráveis a ataques de fungos lenhívoros. Para além disso, a copa das árvores funciona como um todo, sendo as folhas periféricas um escudo para a parte mais interna, protegendo-a das queimaduras solares. O nosso país está cheio de tristes exemplos, árvores cujo estado sanitário decadente é o revoltante resultado destas práticas no passado, as quais deviam envergonhar os seus mandantes!

3. Torna-a menos perigosa? – NÃO, estas “podas” induzem a formação, nas zonas de corte, de rebentos epicórmicos de grande fragilidade mecânica, pois têm uma inserção anormal e superficial no tronco. Como, ao longo do tempo, se desenvolvem podridões nesses locais, esta ligação fica ainda mais fraca, tornando estes ramos instáveis e potencialmente perigosos a longo prazo. Acresce ainda que nem todas as novas ramificações são viáveis, pelo que, após alguns anos de concorrência, surgem relações de dominância entre elas e as dominadas acabam por secar, aumentando o volume de madeira morta na copa.

4. É a única forma de a controlar em altura? – NÃO, a quebra da hierarquia – que estava estabelecida entre as ramificações naturalmente formadas – permite o desenvolvimento de novos ramos de forte crescimento vertical, mas agora de uma forma anárquica e muito mais densa! Não se resolve, assim, o motivo por que geralmente se recorre a esta supressão da copa, pois em alguns anos a árvore retoma a altura que tinha, sem nunca mais voltar a ter a mesma estabilidade nem a beleza característica da espécie...

5. É mais barata? – NÃO, se a gestão do património arbóreo for pensada a médio e longo prazo! Aparentemente parece ser mais económico recorrer-se a uma “rolagem” única do que fazer pequenas intervenções anuais e utilizar os princípios correctos de poda e corte, investindo na formação do pessoal ou recorrendo a profissionais especializados nas situações mais complexas. No entanto, esta economia é de curto prazo, pois, se por um lado as árvores se desvalorizam a todos os níveis, por outro lado está-se a onerar o futuro, que terá que “remediar” uma decrepitude precoce ou resolver a instabilidade mecânica dos rebentos formados após os cortes. E a redução da esperança de vida das árvores implementa custos acrescidos para sua remoção e substituição...

Acerca destas “ideias feitas”, responsáveis por tantos atentados à beleza, saúde e dignidade dos exemplares arbóreos das nossas urbes, já dizia o saudoso Eng.º Vieira da Natividade: “o podador domina porque enfraquece, vence porque suprime... em boa verdade a vitória não é brilhante”! E de facto, devia dizer-se de uma poda o mesmo que de um árbitro: - tanto melhor quanto menos se der por ela!

Francisco Coimbra
Consultor em Arboricultura Ornamental
Ex - Vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Arboricultura

Bibliografia sobre este tema:
Drénou, C. 1999. La taille des arbres d’ornement. I.D.F., Paris, 268 p.
Shigo, A. 1994. Arboricultura moderna. Edição portuguesa publicada pela Sociedade Portuguesa de Arboricultura, 165 p.»

Friday, November 04, 2011

Regulamento da Urbanização e Edificação do Município de Cascais

Regulamento n.º 589/2011. D.R. n.º 212, Série II de 2011-11-04
Município de Cascais
Regulamento da Urbanização e Edificação do Município de Cascais.

Friday, October 28, 2011

Termos de referência do PP da Boca do Inferno em discussão pública


Retirado daqui. Quem quiser participar tem até dia 8 de Novembro!

Discussão Publica da Alteração ao POOC Cidadela - Forte S. Julião da Barra

In Site da Administração da Região Hidrogeográfica do Tejo:

«Manuel Lacerda, Presidente da Administração da Região Hidrográfica do Tejo, I.P. (ARH do Tejo, I.P.), torna público que, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 3 do artigo 48.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, na sua redacção actual, a ARH do Tejo, I.P. vai proceder à abertura do período de participação pública da proposta de alteração do Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Cidadela – Forte de S. Julião da Barra, cuja elaboração foi determinada pelo Despacho n.º 6561/2011, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 79, de 21 de Abril.

O processo referente à alteração do POOC pode ser consultado no edifício da ARH do Tejo, I.P. sito na Rua Braamcamp, n.º 7, 1250-048 Lisboa (Telefone 211 554 800), no edifício da Capitania do Porto de Cascais, sito na Rua Fernandes Thomaz, n.º 2, 2750-342 Cascais (Telefone 214 830 136) ou no edifício da Câmara Municipal de Cascais, sito na Praça 5 de Outubro, 2754-501 Cascais (Telefone 214 825 000 ou 214 815 000), durante o horário normal de expediente.

Os interessados poderão apresentar as suas reclamações, observações ou sugestões, por escrito remetidas pelo correio ou entregues nos locais acima referidos. Os documentos estão ainda disponíveis na página da Internet da ARH do Tejo, I.P. (www.arhtejo.pt), do Instituto da Água, I.P. (www.inag.pt), da Autoridade Marítima Nacional (www.marinha.pt), da Câmara Municipal de Cascais (www.cm-cascais.pt) e do portal do cidadão (www.portaldocidadao.pt).

O período de participação pública terá dia 3 de Outubro, e terá a duração de 30 dias úteis, terminando deste modo a 15 de Novembro de 2011

Thursday, October 27, 2011

Harley Davidson gera 5 milhões de receitas em Cascais


«A maior concentração europeia de Harley Davidson vai gerar receitas na ordem dos 5 milhões de euros na economia de Cascais. É esta a previsão da organização do 21º Harley Owners Group. Entre os dias 14 e 17 de Junho de 2012, milhares de Harleys e fãs da marca americana – “gente que gosta de viajar e de gastar” - são esperados na vila portuguesa para um dos maiores acontecimentos do Verão.»

Fonte: CMC


...

Gosto de Harleys mas duvido que tal rally equivalha a umas receitas tamanhas, enfim, fantasias.

Cascais recebe primeira edição do “Restaurant Week”

In Público (27/10/2011)
Por Ana Isabel Silva

«A vila de Cascais vai receber, entre 3 e 13 de Novembro, a primeira edição do "Restaurant Week". A iniciativa, que associa 34 estabelecimentos do concelho, permite comer uma refeição em casas "conceituadas" por um valor mais acessível e, ao mesmo tempo, contribuir para causas sociais.

O projecto “Cascais Restaurant Week”, que decorre durante dez dias, disponibiliza diversos menus nos diferentes restaurantes, que a organização garante serem produzidos com “produtos de alta qualidade”. Cada refeição custará 20 euros, mas os restaurantes envolvidos aceitaram doar um euro para o Movimento Mulheres de Vermelho e a Associação CrescerSer, segundo explica, em comunicado, a Câmara de Cascais.

O presidente da autarquia, Carlos Carreiras, esclarece no comunicado que a adesão à iniciativa se justifica, principalmente, pela "promoção de um dos sectores mais prestigiados, o da restauração, e da identidade da gastronomia local”. O autarca considera que este é um projecto “destinado ao sucesso”.

A iniciativa é organizada pela autarquia em colaboração com a Fundação Cascais. O director-geral do “Restaurant Week”, Rui Amaral, defende que "o sucesso [do projecto] passa por possibilitar o acesso democrático à restauração de topo". E acrescenta que um dos objectivos para o futuro passa por "descentralizar a iniciativa para outras zonas do país”.

Em Portugal, o projecto “Restaurant Week” teve início em Lisboa, em Maio de de 2009, e no Porto, em Outubro do mesmo ano, com o apoio das autarquias. Em Abril de 2010, Loures também se juntou à iniciativa, que pretende “promover a restauração e a gastronomia nacional”, e por outro lado sensibilizar para uma “responsabilidade social”. A par das ajudas às intituições sociais, o projecto também pretende “democratizar da restauração de qualidade”.

Este foi um projecto criado em Nova Iorque, em 1992, no âmbito de uma parceria com a Fashion Week, que tinha como principal objectivo aumentar o volume de vendas na época baixa, numa altura em que se registou uma redução no fluxo turístico da restauração. Na primeira edição associaram-se 90 restaurantes, porém, actualmente, a iniciativa conta com mais de dez mil restaurantes, tendo já chegado a Boston (EUA), Londres (Inglaterra), Amesterdão (Holanda) e São Paulo (Brasil).»

Wednesday, October 26, 2011

Palácio da Presidência vai abrir ao público na Cidadela de Cascais


In Público (26/10/2011)
Por Luís Filipe Sebastião

«A recuperação do palácio da Cidadela de Cascais está em fase de conclusão e a Presidência da República vai abrir as portas do renovado espaço à próxima reunião do Conselho para a Globalização, que se realiza no mês de Novembro. O museu das ordens honoríficas vai ter de esperar por disponibilidades financeiras para a sua instalação.

Quem passar pelo Passeio da Rainha D. Maria Pia, à beira da baía de Cascais, ainda ouve barulho de obras. Os trabalhos no interior da alta e larga muralha contígua dizem respeito à empreitada de adaptação da Cidadela para fins turísticos, nomeadamente uma pousada do grupo Pestana. O palácio afecto à Presidência da República, bem como a capela anexa, já se encontram recuperados. Entre muros, a calçada junto ao imóvel está pronta, e a azáfama tomou conta da antiga parada para que tudo fique pronto nas próximas semanas.

A reabilitação do palácio da Presidência, como costuma ser designado, teve por base um projecto do arquitecto Pedro Vaz. A assessoria para a comunicação social da Presidência da República confirmou ao PÚBLICO, por escrito, que a obra "encontra-se quase concluída" e que as instalações devem abrir "até finais de Novembro de 2011".

"Não está prevista uma inauguração", salienta a nota do gabinete de Cavaco Silva, acrescentando que foram executadas as infra-estruturas com vista à instalação de um pólo do Museu da Presidência da República, mas "para a sua concretização não existe uma data prevista, tendo em atenção as restrições orçamentais". O pólo do museu será dedicado às ordens honoríficas, como estava projectado, e entretanto o espaço vai servir para exposições temporárias.

Essa será, aliás, a forma encontrada para abrir as portas do palácio durante um mês, entre 20 de Novembro e 20 de Dezembro, segundo o PÚBLICO apurou. Aníbal Cavaco Silva vai usar o espaço por ocasião da próxima reunião do Conselho para a Globalização, iniciativa que costuma juntar personalidades portuguesas e estrangeiras, mas que este ano vai reunir apenas um conjunto de empresários e gestores portugueses com actividade fora do país. Este primeiro evento oficial no palácio está agendado para 25 de Novembro. E, esclarece a assessoria da Presidência da República, para além da "utilização dos salões principais para reuniões ao mais alto nível" e para "outras cerimónias de carácter institucional", pretende-se definir, com o apoio da Câmara de Cascais, um "perímetro de visitas" para o público.

É nesse sentido que, a par da reunião do Conselho para a Globalização, está a ser preparada uma exposição que servirá como pretexto para que os visitantes possam constatar o resultado da recuperação do monumento. De acordo com o projecto, a área do museu ocupa as caves e as garagens que se encontravam devolutas, com acesso pelo topo sul do piso térreo. No topo norte será criada uma cafetaria, com esplanada, e a bilheteira servirá o museu e o percurso palaciano. Os salões de banquetes, o salão nobre, as salas de jantar e de fumo do Presidente Craveiro Lopes, o gabinete moçárabe e o quarto do rei D. Luís beneficiaram de restauro. Manteve-se a distribuição das salas, vestíbulo e quarto do rei D. Carlos. Os quartos para as comitivas oficiais ficam virados para a praça e, no piso superior, estão incluídos aposentos para o Presidente da República.

Pousada abre em Fevereiro

A capela da Cidadela, nota a assessoria de Cavaco Silva, "reúne condições para a reintrodução do culto" e, por isso, "pretende-se encontrar um equilíbrio entre o seu uso e a sua condição como parte do núcleo do palácio". A empreitada de reabilitação do palácio orçou em 6,534 milhões de euros, dos quais três milhões resultam das contrapartidas anuais da zona de jogo da Costa do Estoril. O restante montante inscrito no PIDDAC (Plano de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) foi repartido no Orçamento do Estado dos últimos quatro anos.

"Estamos muito agradecidos ao Presidente da República por ter sido possível recuperar o palácio da Cidadela, que se encontrava muito degradado, e vamos ajudar a encontrar uma forma de manter o espaço aberto a visitas regulares do público", comentou o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras.

O autarca social-democrata acrescentou que a abertura, para breve, da Fortaleza de Nossa Senhora da Luz, monumento anexo à cidadela, em colaboração com o Ministério da Defesa, permitirá criar uma nova dinâmica na área do turismo e "valorizar o património de Cascais". A pousada da Cidadela deverá ser inaugurada em Fevereiro de 2012, revelou o presidente da Câmara de Cascais. As obras da unidade hoteleira, com 127 quartos, estão prontas e até ao final do ano devem ficar concluídas as restantes áreas de comércio e serviços e espaços públicos. A exploração do espaço - cedido por 70 anos ao município contra 2,8 milhões de euros para os ministérios das Finanças e da Defesa - foi concessionada ao grupo Pestana, que se propôs investir 20,5 milhões e pagará 285 mil euros por ano (mais dois por cento da facturação bruta).»

Thursday, October 13, 2011

Registe-se e participe!

Ainda sobre o Orçamento Participativo, só para informar que os projectos/propostas (http://op.cm-cascais.pt/cache/binImagens/OP_Cascais_listagem-905.pdf) entrarão em votação, inclusive via net a partir de 27 de Outubro e até 24 de Novembro.

Mais informação em http://op.cm-cascais.pt/.

Registe-se e participe, pode ser que valha a pena, nunca se sabe.

Monday, October 10, 2011

Prepotência de director de escolas

Chegado por e-mail:


«Exmo(a). Sr(a).

Solicitamos a divulgação do seguinte,

Decisão absurda de Director de Agrupamento de Escolas de leva ao encerramento de Escola de Danças de Salão da AMQC com 40 alunos, em S. João do Estoril.

A EDSAMQC, foi criada em Março de 2010 e desde então tem funcionado na Escola EB1 de S. João do Estoril, tendo para tal sido assinado um Protocolo de Cedência de Instalações entre o Agrupamento de Escolas da Galiza e a AMQC, que tem sido criteriosamente cumprido por ambas as partes.

A enorme receptividade da Comunidade Local a esta iniciativa da AMQC tem promovido a aproximação de todos os associados e amigos da Quinta da Carreira, reunindo todas as Terças e Quintas Feiras cerca de 40 alunos de todas as idades que saudavelmente se divertem na aprendizagem desta actividade.

Ao longo deste ano e meio de existência foram várias as actuações públicas, com especial destaque para as Festas de Aniversário da AMQC (Ver Vídeo) e da Noite Cultural AMQC que tiveram um enorme participação do Público como atestam as fotos anexas.

Atendendo ao sucesso da EDSAMQC, e por forma a melhorar as suas condições e promover o seu crescimento, a AMQC conjuntamente com a CMC e a Junta de Freguesia do Estoril fizeram um investimento de aproximadamente 7.500,00€ tendo sido adquiridos; uma aparelhagem de som, duas tendas para espectáculos e instalado uma parede de espelhos na Escola EB1 de S. João do Estoril, sendo esta uma mais valia também para as actividades curriculares da Escola.

No final de Agosto do corrente ano, com o intuito de dinamizar ainda mais a EDSAMQC, foi preparada uma campanha de divulgação (que está a decorrer) do “regresso às aulas de danças de salão” com um forte investimento financeiro por parte da AMQC.

De referir que de acordo com o Relatório e Contas de 2010 prevê-se atingir o “break–even Point” em Abril de 2011 (já atingido), sendo que a partir daí passou a Escola a gerar um sistemático, mas pequeno lucro para a AMQC, que minimizará a sua dependência de subsídios municipais, caminhando-se para a auto-sustentação da AMQC.

É portanto, para nós um enorme orgulho garantir a satisfação dos praticantes, garantir um posto de trabalho e promover a cultura e o espectáculo no Concelho de Cascais sem necessitar de subsídios que poderão ser redireccionados para fins Sociais/Solidários tão necessários nesta época de constrangimentos orçamentais.

Contudo, fomos confrontados no passado dia 16 de Setembro, com a impossibilidade de continuarmos a realizar as aulas da EDSAMQC na Escola EB1 de S. João do Estoril, “por razões logísticas, mais concretamente por falta de pessoal” em resultado de ter sido aprovado (em Julho 2011) o regulamento interno do Agrupamento de Escolas que “não permite a utilização das instalações escolares por terceiros sem a abertura das mesmas estar salvaguardada por um funcionário da escola, pelo que esse procedimento fica vedado a entidades externas às escolas.”.

A falta de alternativa de instalações levará à óbvia extinção de uma actividade auto-sustentada de promoção da qualidade de vida da comunidade e de promoção da cultura, podendo eventualmente levar à perda de independência financeira da AMQC.

Refira-se ainda, que a partir do momento em que a EDSAMQC passou a gerar receitas, a AMQC assumiu compromissos com outros, que como é hábito e dever desta instituição tudo fará para cumprir, sendo que esta decisão porá em causa esses mesmos comprometimentos.

É assim, com enorme estranheza que vemos esta tomada de decisão por parte da Direcção do Agrupamento de Escolas de S. João do Estoril, que para além de pecar por tardia, peca também por falta de justificação, uma vez que em ano e meio de existência, nunca foi necessária a presença de um funcionário da Escola, nunca houve qualquer tipo de problema com a utilização das instalações escolares e nunca houve acréscimo de custos para a escola pelo facto de existir a EDSAMQC.

De referir que segundo o Novo Modelo de Edifício Escolar da Parque Escolar, no seu ponto 4, prevê: “Abertura à Comunidade – Criação de condições de abertura de sectores específicos da escola para utilização pela comunidade exterior, com particular ênfase nos espaços de Biblioteca, Conhecimento e da Memória (núcleos museológicos), salas polivalentes (exposições, teatro, cinema, dança), Centros de Novas Oportunidades, bar e cantina e nas áreas de desporto”

Estranhamos ainda, que em época de constrangimentos orçamentais, se faça um regulamento que por ter acréscimos de despesa, se torne impraticável. Aparentemente está-se a legislar à dinamarquesa num País tolhido financeiramente e que se quer gerido com um rigor consentâneo com a sua realidade.

Assim, está em causa um património cultural e associativo municipal, promovido por uma instituição com de 20 anos de existência, representativa da Comunidade.

Certos da Vossa atenção,

Com os melhores cumprimentos,


Carlos Guimarães
(Presidente da Direcção da AMQC)»

Tuesday, October 04, 2011

Sunday, October 02, 2011

Vandalismo

Não demorou muito para que os magníficos paineis de azulejo de Nadir Afonso fossem borrados pelos grafiteiros do costume. O belo túnel que liga o Parque Palmela à praia foi já estragado pelos artistas do spray que vão vandalizando o nosso país, muitas vezes com a complacência das autoridades. Há que proteger a arte pública, dizem iluminados autarcas, mesmo destruindo as outras artes e o bem estar colectivo. Ninguém vai preso e eles até assinam os "trabalhos". É só ir buscá-los a casa.

Monday, September 26, 2011

Ainda sobre o PDM



...

Ou seja, desbravemos e opinemos sobre o PDM em http://www.cm-cascais.pt/Cascais/Cascais/PlanoDirectorMunicipal/... vamos a isso.

Monday, September 19, 2011

Vergonha - Antiga Rua Direita



Para muitas centenas de pessoas que circulam na antiga Rua Direita já se tornou um "exlibris".

Para quando o fim desta vergonha na antiga Rua Direita?
Será que a autarquia não pode tomar posse administrativa e efectuar obras coercivas e apresentar a conta aos proprietários?
Quando alguém levar com os restos das janelas, paredes, etc… e os danos forem mito graves talvez então a CMC e a Protecção civil tome alguma acção.
Até lá, já parece um monumento com tantos turistas a tirar fotografias, e já tenho ouvido, dizerem alguns comentários nada abonatórios.
Uma Vergonha!

Thursday, September 15, 2011

Participe na revisão do PDM!


Por AQUI. Contudo, o que mais interessa, mesmo, o Regulamento, não está ali.

Mais abate de Arvores

COMUNICADO CASCAIS Abate de árvores em mau estado fitossanitário na Alameda Duquesa de Palmela
2011-09-13 a 2011-09-21 . Avisos

Por motivos de segurança vai realizar-se no próximo dia 21 de Setembro, na Alameda Duquesa de Palmela, em Cascais, uma intervenção para abate de oito árvores em mau estado fitossanitário, sendo que algumas representam risco de queda. De referir que os exemplares agora abatidos serão alvo de reposição em época própria.

Os trabalhos são da responsabilidade da Câmara Municipal, vão decorrer entre as 8h00 e as 14horas e, por motivos de segurança, implicam a limitação dos lugares de estacionamento durante a intervenção.


Minha nota:

Será que têm mesmo que ser abatidas? Não será possivel tratar pelo menos algumas? E logo oito!

Tuesday, September 13, 2011

Será desta?


Espero, desejo que sim, e que o lançamento do concurso público para a empreitada de reabilitação da Casa Sommer dê na sua reabilitação de facto. Peço o favor de transplantarem a imensa palmeira ali existente para o jardim em frente!

Monday, September 12, 2011

Hotel na Marina, outra vez?


Em entrevista ao Expresso, o responsável pela marina de Cascais atirou o barro à parede, referindo o tonto do hotel como solução para os problemas da marina ... Lindo.



Foto

Thursday, September 08, 2011

Wednesday, September 07, 2011

Centro Comunitário de Carcavelos vai servir mais duas mil pessoas

In Público Online 6/9/2011
Por Lusa

«O Centro Comunitário de Carcavelos (Cascais) vai alargar as suas instalações e inaugurá-las no sábado. Assim, a instituição passa a conseguir dar resposta a mais dois mil utentes, por ano.

“Com o passar do tempo, o espaço do centro comunitário tornou-se exíguo para o número de respostas sociais que foram sendo desenvolvidas”, justificou a directora do Centro Comunitário de Carcavelos, Conceição Fernando. “Já não tínhamos espaço para dar resposta a tanta gente e concretizar os projectos que queríamos. Portanto, este novo edifício vai trazer várias mais-valias no âmbito da realização de novas actividades”, esclareceu.

“Não podemos especificar um número, porque há pessoas que participam nas actividades esporadicamente, mas contamos em atender, por ano, mais duas mil pessoas além das que já temos”, adiantou Conceição Fernando.

O novo equipamento, orçado em cerca de 2,1 milhões de euros, terá valência de creche com capacidade para 50 crianças, o que implica ainda o aumento do quadro de pessoal, que integrará mais 12 pessoas. Além disso, a nova construção contempla três pisos com refeitório, berçário, sala de convívio e salas de ateliês. Com as novas condições, será ainda possível disponibilizar 400 refeições por dia, sendo que o serviço poderá ser alargado também ao domicílio.

O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos foi criado em 1981 e é uma instituição particular de solidariedade social que “promove a melhoria das condições de vida, o equilíbrio social e o bem-estar da comunidade”.

A inauguração das novas instalações realiza-se no sábado e contará com a presença do cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, e do presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras.»

Wednesday, August 31, 2011

Saturday, August 20, 2011

Exemplar:




Fotografias tiradas no início da Avenida de Sintra, em Cascais, onde a CMC fez o favor de cortar uma árvore sem motivo aparente servindo assim para criar mais um local de estacionamento. LINDO!

Também no Jardim Costa Pinto (ex-Parada), o desbaste de árvores na respectiva moldura continuou recentemente a bom gás. LINDO!

Ai é política ambiental, ai é, e sustentável. LINDO!


Fotos: ACP

Saturday, August 13, 2011

Dom Manolo faz o que quer?


A CMC vem fazendo boa pedagogia no que toca à maior parte das esplanadas em Cascais, seja pela introdução de mobiliário de melhor qualidade, seja pela delimitação dos respectivos espaços com vasos com plantas, no que é de aplaudir. No entanto, tal medida parece ter-se esquecido do mais célebre churrasqueiro de frangos da vila. Nestes dias e noites de regata, tem-se assistido a uma ocupação abusiva do espaço público, com a colocação de mesas e cadeiras por todo o passeio defronte ao estabelecimento tendo os transeuntes que pisar a relva do canteiro, e ocupando também o espaço nas traseiras da Drogaria. É à margem da lei, é?




Foto

Friday, August 12, 2011

CP - Linha de Cascais






Chegado por e-mail:

«Boa noite

Na sequência do post de 25 de Julho de 2011 referente ao (não) funcionamento dos postos de venda de bilhetes venho por este meio enviar uma série de fotografias que tirei hoje, terça-feira dia 8, por volta das 11 da manhã. Ou seja, sem ser à hora de ponta nem num dia de festival ou outro acontecimento maior.

Como se pode ver pelas fotografias, o sistema de cartões simplesmente não está a funcionar como seria devido - quer devido a dificuldade de percepção da parte dos utilizadores, quer por não ter instruções em, pelo menos, inglês, além de problemas no pagamento, vandalismo, entre muitos outros que já enumerei em comentário ao post acima referido. As soluções não são assim tão complicadas mas não se vê qualquer esforço da parte do organismo em tentar resolver.

Fica aqui mais um "protesto"

Os melhores cumprimentos
ACP»

...

As nossas desculpas pelo atraso na publicação. Coisas de férias;-)

Wednesday, August 10, 2011

ECOPONTO MARÍTIMO






O Ecoponto Marítimo inaugurado com pompa e circunstância á poucos meses no cais estacado, de hà duas semanas a esta parte encontra-se no estado que as fotos demonstram.


Para que serve assim? O contentor que falta foi parar ao areal da praia da Ribeira, ou por vandalismo ou pela força do vento forte que por aqui passou.

Tem-se notado também que nem sempre é feita a recolha atempada dos detritos.

Será que não existe nenhum Responsável Operacional da EMAC que tome atenção a esta situação?

Espero que este alerta dê os seus frutos para bem da salubridade pública.

Thursday, August 04, 2011

CP. Linha de Cascais em risco de fechar

In Jornal I (4/7/2011)

«Catenárias têm tensão diferente das da rede nacional. Para salvar a linha são precisos muitos milhões

Comboios com motores dos anos 50 que já não se fabricam, catenárias com uma tensão de 1,5 KV DC, isto é, corrente contínua - uma situação única na rede ferroviária, que tem uma tensão de 25 KV AC, corrente alterna -, sinalização electrónica de controlo e comando e telecomunicações obsoletas. É esta a situação da Linha de Cascais, que transportou 30 milhões de passageiros em 2010. E que pode, a qualquer momento, pura e simplesmente entrar em ruptura e parar por completo. Sem alternativas. Ninguém no mundo, incluindo a Renfe, os parceiros espanhóis da CP, pode ajudar quando os motores derem o estoiro final. É evidente que o mal não é de hoje. A administração da CP tinha consciência da gravidade do problema e teve luz verde do governo socialista, em 2008, para avançar com um plano de modernização que incluía a introdução de novos sistemas de sinalização electrónica, controlo, comando e telecomunicações, modernização da superstrutura da via, renovação da catenária com a migração para a tensão de 25 KV/50 Hz, tornando-a igual à da restante rede, eliminação das passagens de nível e requalificação de estações e apeadeiros.

Na sequência deste plano, em 2009, a CP lançou um concurso para a aquisição de 36 unidades múltiplas eléctricas bi-tensão, isto é, automotoras, no valor de 180 milhões de euros para a Linha de Cascais.

A crise económica internacional e os sucessivos cortes levaram o governo de Sócrates a anular o plano e a aquisição das novas automotoras. Neste quadro de ruptura de uma linha fundamental na área metropolitana de Lisboa, vai tudo por água a baixo. Em primeiro lugar, o projecto de a ligar à Linha de Cintura, o que permitiria chegar à Estação do Oriente em 54 minutos, sem transbordos, em vez dos 80 actuais, com mudanças de comboio. Em segundo lugar, a sua privatização no âmbito da reestruturação da CP, como está previsto no Memorando da troika e no programa do actual governo. Se a Linha de Sintra, por exemplo, é um negócio bastante atractivo para grupos privados, ninguém estará disposto a ficar com a concessão da Linha de Cascais sabendo à partida que são necessários muitos milhões de investimento para garantir o seu funcionamento a curto prazo. E como só o fornecimento de novas automotoras demora pelo menos cinco anos, o seu futuro é mais que negro.

Governo e CP estão bem conscientes de que o problema não tem uma solução fácil a curto e médio prazo. As ordens da troika são reduzir custos e cortar no endividamento das empresas públicas, nomeadamente no sector dos transportes, que atinge o valor astronómico de 20 mil milhões de euros. E mesmo em matéria de resultados operacionais, a situação é dramática. Em 2010, por exemplo, a CP teve um prejuízo de mais de 195 milhões de euros. Para agravar ainda mais este quadro, o número de passageiros nas linhas de Lisboa registou um ligeiro decréscimo em 2010. Com a ferrovia a atravessar uma crise, a Linha de Cascais está em coma. »

Wednesday, July 27, 2011

Parque do Outeiro de Polima


Chegado por e-mail:


«Caros senhores,


Há dias publiquei no fórum da junta, que ultimamente tem demorado muito tempo a responder, a informar da situação deplorável a que se deixou o Parque do Outeiro de Polima.

Para melhor saber do que falo, envio junto o link do post, com fotografias:

http://www.jf-sdrana.pt/sitemega/forum/display_topic_threads.asp?ForumID=30&TopicID=489&PagePosition=1

Para além disto gostava de saber se tem informações sobre a VOC, ainda não se ouviu falar de obras...


Grato,

Vasco Alexandre Violante Rodrigues»

...

Caro Vasco Rodrigues, "VOC"?

Monday, July 25, 2011

C.P. Venda de bilhetes.

Desde que a CP instalou as actuais máquinas de vender bilhetes que o caos está instalado, perante a indiferença daquela empresa que nós sustentamos. Se, nas máquinas anteriores, qualquer pessoa que soubesse ler comprava o bilhete e pagava rapidamente, com o actual e modernaço sistema é preciso entabular um diálogo de surdos, aprender a linguagem da máquina e gastar muito mais tempo em cada operação. O utente comum lá foi aprendendo à sua custa, perdendo comboios e tempo, de vez em quando ajudados por algum funcionário que a CP punha junto às máquinas. Isto nas estações principais, porque estações há que não têm ninguém, nem nos guichets. Por isso muita gente, em desespero se metia no comboio sem bilhete. Chega o Verão, banhistas e turistas são confrontados pela primeira vez com o sistema e é ver uma multidão desesperada, todos os dias, a tentar comprar um simples bilhete, que, descobrem depois, é mais complicado do que um bilhete de avião. Presenciei ontem, um estrangeiro desvairado, aos berros por não conseguir apanhar um comboio por não ser capaz de adquirir bilhete. E a CP impávida.
Está mais do que visto que o sistema não serve e que é preciso mudá-lo. A CP ignora. Os informáticos que conceberam este aborto também o devem saber modificar. Ou não?
Há ainda aquele detalhe simpático de toda a gente ter que comprar o cartão, mesmo que seja para fazer uma única viagem. Cinquenta cêntimos mete a CP no bolso. Argumentam que pode ser reembolsado. Experimentem. Não pode porque não tem o recibo! Não pode porque já passaram cinco dias! E nós a aturar isto.
Não se podem extreminar?

O MISTÉRIO DA (A-5) ESTRADA DE CASCAIS" E NÃO SÓ...

Chegado por e-mail:


«Quem saberá o que se está a "tramar" para a zona norte de Cascais?

- O prelongamento da auto-estrada, com tabuleiro sobre a estrada da Malveira da Serra e a terminar, de forma abrupta, na vedação dos terrenos da ALCATEL ( !!! ), está prontíssimo há alguns anos, com candeeiros, taipais de insonorização - já com a selvajaria dos grafitis, barreiras, etc., MAS CONTINUA DESERTO E BARRADO AO TRANSITO, enquanto os coitados dos automobilistas desesperam em todas as filas que atravessam as rotundas de Birre e Cobre.

- Mas agora, desde há alguns meses, a ALCATEL (antiga Standard Eléctrica) passou a funcionar em novo gigantesco (e modernaço!) edifício, construído de raíz em frente à vasta zona que antes utilizava, tendo ficado aquele enorme espaço com aparência de devoluto e a aguardar novo destino.

- ALGUM AMIGO DESTE BLOG TERÁ ALGUMA PISTA ?

Agradeço a atenção e apresento cumprimentos.

Artur Ramalho / Cascais»

Wednesday, July 20, 2011

Reclamação sobre o Complexo Desportivo da Abóbada

Chegado por e-mail:

«Boa tarde

Não sei se poderão ajudar, publicando no vosso blog, a minha reclamação enviada no dia 16 de Julho e que ficou registada no CRM do website da C.M.C com o número 20110716053304ev


Exmos. Senhores

Pela segunda época consecutiva não irá ser possível aos cidadãos do Concelho de Cascais e seus Concelhos vizinhos adquirirem pacotes de senhas para utilização livre da piscina do Complexo Desportivo da Abóbada, tal como acontece na esmagadora maioria das piscinas municipais.

Este facto é considerado uma afronta aos cidadãos amantes desta modalidade e que não dispõem da disponibilidade profissional para a sua prática com a regularidade necessária que justifique uma inscrição mensal.

Os cidadãos que desejam a prática ocasional da natação pura ver-se-ão assim obrigados a frequentar durante a época 2010-2011 outras piscinas mais distantes onde a possibilidade da aquisição de senhas individuais nunca terá estado em causa.

Mas já chega.

Faço assim um apelo a V.Exas que reponham o regime anterior e que autorizem a aquisição de pacotes de senhas sem limite anual para a utilização livre da piscina do Complexo Desportivo da Abóbada já a partir de 1 de Agosto de 2011.

Com os melhores cumprimentos


Agradeço a vossa atenção e parabéns pela iniciativa

Um abraço

Pedro Sequeira»

Friday, July 15, 2011

Monday, July 11, 2011

Loteamento no Bairro do Moínho

Chegado por e-mail:

«Boa noite

Para vossa informação:

http://diaummais.blogspot.com/2011/07/cascais-ciclavel.html

Melhores cumprimentos

João Fernandes»

24 pilotos e sete pára-quedistas. Cem mil pessoas para ver acrobacias aéreas em Cascais

In Público (11/7/2011)
Por Marisa Soares

«Este ano, até o S. Pedro ajudou a organização do Estoril AirShow. "Encomendámos bom tempo", brinca Duarte Salema Cordeiro, da ProAir, organizador deste espectáculo de acrobacias aéreas que, ontem, deixou mais de 100.000 pessoas, segundo números dos promotores, de olhos postos no céu.

Pelo terceiro ano consecutivo, Cascais acolheu a demonstração de acrobacias radicais realizadas por 24 pilotos portugueses, espanhóis e franceses, civis e militares. Um dos pontos altos na praia do Tamariz foi a exibição de oito pára-quedistas do Exército português, os "Falcões Negros", que pela primeira vez saltaram para uma praia repleta de pessoas.

"Cascais é terra, é mar e ar também", afirmou o presidente da câmara, Carlos Carreiras, satisfeito com a grande afluência de pessoas. Mas ainda não é certo que o sucesso se repita em 2012. O Estoril AirShow foi pensado há três anos e o contrato com a ProAir, que decorreu de uma candidatura ao Turismo de Portugal, termina este ano. Neste momento, diz o autarca, a lógica é de "contenção", mas "a perspectiva é de continuidade". Porém, deixa um um aviso: "Teremos de fazer mais com menos, e melhor."

O evento, que custou 150 mil euros, foi financiado com as receitas do jogo do Casino Estoril, "não representando nenhum investimento dos contribuintes de Cascais". Quanto ao impacto económico no concelho, "é difícil precisar". "Temos o litoral de Cascais completamente cheio. Cada uma destas pessoas ajuda o comércio local e a restauração, o que é reconfortante", prosseguiu.

Chuva de estrelas

O espectáculo começou às 11h00 e durante duas horas e meiavárias "estrelas" rasgaram o céu. Até o vento foi "perfeito" para o alinhamento, diz Duarte Salema Cordeiro, frisando que, em 2010, o forte vento obrigou a cancelar uma actuação.

Destaque para a estreia no Estoril AirShow da patrulha Aspa, da Força Aérea espanhola, com a exibição de cinco helicópteros em jeito de coreografia, acompanhada por música. Também de Espanha veio a equipa Jacob 52, com cinco aviões. A equipa civil francesa Reva "desfilou" em três aviões com design de um astronauta da NASA.

O espectáculo incluiu também uma demonstração de salvamento marítimo feita pela Força Aérea portuguesa. O piloto Lino Gonçalves -o piloto português que até hoje conseguiu os melhores resultados nas competições internacionais, segundo a organização - fez uma exibição aos comandos de um Extra-300, um avião que permite acrobacias aéreas mais avançadas.

Entre os pilotos nacionais esteve apenas uma mulher, Diana Gomes da Silva, que se estreou no Estoril AirShow no ano passado. Continua a ser a única representante feminina na acrobacia aérea lusa e uma das mais jovens do mundo.

A garantir a segurança da iniciativa estiveram 34 bombeiros, três elementos da Protecção Civil, 15 da Polícia Municipal, 12 da PSP, dez da Marinha e seis do Instituto de Socorros a Náufragos.

Notícia substituída às 08h38 de 11 de Julho»

Tuesday, July 05, 2011

Torre de São Patrício, Casa Verdades de Faria

Anúncio n.º 9223/2011. D.R. n.º 127, Série II de 2011-07-05
Ministério da Cultura - Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I. P.

Projecto de Decisão relativo à classificação como Monumento de Interesse Público (MIP) da Torre de São Patrício, Casa Verdades de Faria, freguesia do Estoril, concelho Cascais, distrito de Lisboa, e à fixação da respectiva zona especial de protecção (ZEP)

Cascais anfitrião do XI Congresso Internacional de Reabilitação do Património Arquitectónico e Edificado


Excelente iniciativa. A ver se as câmaras de Lisboa e ... Cascais, pelo menos essas, tomam apontamentos... e, claro, se até lá não escavacam mais nada.

Site do Congresso em Cascais: http://www.inditech.es/fundacion/congreso/index.htm

Thursday, June 30, 2011

Edifício inacabado vai ser demolido


In Jornal da Região (29/6/2011)

Wednesday, June 29, 2011

El Corte Inglés e a Linha de Cascais

In Diário Económico (28/6/2011)
EDITORIAL


«O projecto de um centro comercial El Corte Inglés na linha de Cascais, o terceiro em Portugal - depois de Lisboa e Gaia - vai finalmente avançar, após anos e anos a marcar passo. O grupo espanhol anunciou a intenção de investir naquela zona em 2005 e desde então o projecto tem sofrido avanços e recuos, chegando a ser disputado pelas autarquias de Oeiras, Sintra e Cascais.

Depois de várias localizações prováveis, o El Corte Inglés decidiu avançar para um terreno em Carcavelos, no lado sul da auto-estrada do Estoril, junto à povoação do Arneiro. O projecto está para aprovação final na Câmara de Cascais e inclui, além do centro comercial, um hotel e os escritórios da sede do grupo em Portugal. Trata-se de um projecto grandioso, com uma área total de construção de 52 mil metros quadrados, um investimento de 200 milhões de euros e a criação de 2.000 postos de trabalho directos e indirectos.

O projecto nunca foi considerado PIN (Potencial Interesse Nacional) porque o anterior Governo entendeu, em 2007, que a construção de um centro comercial não preenchia os requisitos para beneficiar dessa classificação. Ainda assim, a autarquia de Cascais espera que o projecto do El Corte Inglés tenha um impacte económico e social importante na região.

Ao mesmo tempo, o grupo espanhol ficará obrigado a construir, como contrapartida, um equipamento social ainda a definir. Se as obras arrancarem até ao fim do ano e decorrerem com normalidade, o projecto deverá ser uma realidade no prazo de um ano. Apesar de se tratar de mais um centro comercial, é de saudar o desbloqueamento do El Corte Inglés da Linha de Cascais por se tratar de um investimento privado em período de crise e de uma unidade de qualidade, por certo semelhante à da de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa, e que ajudará a desenvolver uma zona interior e com pouca actividade.»

...

Está de volta o mono, que vai fazer daquele nó de Carcavelos o que se imagina. Ainda há a questão do leito de cheias, mas que importa isso face ao "interesse nacional" do projecto?

Monday, June 27, 2011

Wednesday, June 22, 2011

Esqueleto-mono vai ser demolido


O esqueleto do empreendimento que a ser feito seria um mono inqualificável bem no largo da estação de comboios, e de que aqui já deramos conta (http://cidadaniacsc.blogspot.com/2007/12/curiosidades-embargadas-2.html e cuja foto da altura aqui reproduzimos, de autoria de JNB), será demolido.

Assim o diz o Presidente da Câmara de Cascais, citado no Jornal do Metro. A obra estava embargada e o edifício a construir de novo será diferente, suponho, respeitando a escala do largo, volto a supor. Será? Espero que sim.

Thursday, June 16, 2011

Hospital de Sant'Ana classificado com respectiva ZEP



Portaria n.º 584/2011. D.R. n.º 115, Série II de 2011-06-16
Ministério da Cultura - Gabinete do Secretário de Estado da Cultura
Classifica o Hospital de Sant'Ana, situado no concelho de Cascais, distrito de Lisboa, a Casa Júlio Resende, situada no concelho de Gondomar, distrito do Porto, e a Igreja Matriz da Vila de Souselas, situada no concelho e distrito de Coimbra, como monumentos de interesse público e fixa as respectivas zonas especiais de protecção




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Uma EXCELENTE e oportuna notícia.



Foto

Orçamento Participativo Cascais

Exmos. Senhores


Congratulamo-nos com a iniciativa da Câmara Municipal de Cascais mencionada em epígrafe, e comprometemo-nos a dar o nosso contributo em prol do concelho de Cascais, sempre que possível e na medida das nossas possibilidades e disponibilidade.

Sugerimos a V.Exas., desde já, que também a fase de apresentação de propostas no âmbito do Orçamento Participativo de Cascais seja aberta ao envio das mesmas por via electrónica, e não apenas durante a fase de votação, como parece ser um facto nesta edição inaugural, o que poderá enviesar e reduzir significativamente a participação dos potenciais interessados em participar no OP.

Sem mais, e desejando os maiores sucessos a esta iniciativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos


Pelo Cidadania Csc

Paulo Ferrero

Orçamento Participativo de Cascais



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Mais informações em http://op.cm-cascais.pt/. E mais acrescento que esta é uma boa iniciativa, tão boa quanto a CMC souber aprender com a experiência de Lisboa... Iremos acompanhar este processo com atenção.

Wednesday, June 08, 2011

Buracos e escavações

O centro de Cascais tem sido este ano particularmente causticado pelas obras na via pública, para colocar novos colectores, canalizações, etc. Tem sido longo e penoso. Mas, mais uma vez, se vê tapar e, logo a seguir, destapar e destruir o trabalho feito uma ou duas semanas antes, para uma nova vala ser aberta. Há sítios que vi abrir três vezes em curto intervalo de tempo.
Ninguém tem mão nisto?

Convite-Uma Experiência Única com a Marca Estoril

Thursday, June 02, 2011

Obras na Marginal ...

A extrema incompetência dos responsáveis pela obra de re-pavimentação da Marginal em S.J.Estoril, após a abertura de uma faixa de cerca de 2 palmos de largura para instalar tubos de gás (acho eu), é assustadora. Não entendo como a Câmara ou as Estradas de Portugal, deixem passar esta falta de profissionalismo.
Moro nesta mesma Av Marginal, e até tenho um certo carinho pelos buracos, porque é uma forma bruta de fazer com que os veículos circulem a uma velocidade menor já que os semáforos de velocidade quase não são respeitados :-)

No entanto, esta obra foi paga com o nosso dinheiro, e como cidadãos não podemos permitir que este abuso passe sem a obrigação de repor o estado anterior da estrada.

A primeira foto mostra como ficou a repavimentação 1 semana depois de concluída, depois de um único dia de chuva.
















Os buracos foram tapados, mas de forma tão deficiente (podem-se ver os "remendos a cor mais clara), que nas chuvas seguintes abriu tudo de novo.

Acabaram à poucos dias de re-pavimentar o sentido Cascais-Lisboa, mas a obra ficou tão má ou pior que esta primeira.


Outro problema é que a faixa re-pavimentada ficou cerca de 2cm mais baixa com um degrau para o resto da estrada, o que é um perigo para as bicicletas que agora têm de circular no meio da faixa ou arriscam-se a ficarem pelo chão se o pneu raspar no "degrau".

Cascais faz 647 anos


Wednesday, June 01, 2011

Custava muito fazerem uma coisa assim?


Antigo Hotel Miramar

Tuesday, May 31, 2011

Mais outra artéria "privatizada"?


Já não bastava o caso da rua paralela ao Albatroz, para agora fazerem coisa igual no pequeno troço íngreme junto à antiga bomba da Shell / Discoteca Bauhaus, paredes meias com a Marginal? Desde quando aquilo é uma travessa privada, para que a possam vedar?

Friday, May 27, 2011

S.O.S Animal

In Jornal de Região (25/5/2011)

Santo António

Thursday, May 26, 2011

A partir de 5 Jun. no Centro Cultural de Cascais

In Expresso Online (26/5/2011)

«Fotos da famosa sessão de Bert Stern com Marilyn Monroe, dias antes da morte da atriz. Veja aqui parte dessas fotos (algumas estarão expostas a partir de 5 de junho no Centro Cultural de Cascais) [...]»

Tuesday, May 24, 2011

Edital da obra da Rua Conde Moser


Vem aí o quê? Queremos saber o que vai nascer na antiga maternidade.