Monday, April 15, 2013

O que é isto? Lá se vai a mancha verde de Carcavelos junto à Marginal?!!


Bom, parece que o mega-projecto de construção de torres na mata de Carcavelos (gestão Judas) voltou a estar nos planos da actual CMC, já que a anterior (de AOC, ou será a mesma?) o tinha metido na gaveta e bem. Independentemente de andarem a fazer de parvos todos quantos se interessam pelos destinos deste território, a verdade é que continuamos 'às escuras' sobre o que realmente se está a congeminar para aquela mata e terrenos limítrofes e isso é péssimo. Enquanto isso, o PDM faz de conta que se actualiza...Mais betão, NÃO, por favor!

Foto: Chegada por e-mail

Friday, April 05, 2013

Derrocada





Chegado por e-mail:

«As imagens que aqui anexo dizem respeito à derrocada dos taludes de uma urbanização localizada na proximidade do Bairro Fausto de Figueiredo e do campo de futebol do Grupo Desportivo Estoril-Praia. A urbanização em causa tem cerca de 10 anos e foi construida na base de uma encosta muito ingreme e instável. A escavação nalguns pontos atingiu 15 m de altura. Os muros de contenção que foram levantados para suster as terras não aguentaram e no Inverno do ano passado acabaram por derrocar com enorme violência. A situação, talvez por não ser muito visível, é apenas conhecida de quem por ali circula. Até ao momento a CMCascais limitou-se a colocar umas grades e um aviso de perigo. João Fragoso»

Thursday, April 04, 2013

Monday, April 01, 2013

Conferências de Alexandre Pais dias 4 e 11 de abril | 18h30


Câmara de Cascais não paga a arquitectos que ganharam concurso


In Público (31/3/2013)
José AntóniO Cerejo

«Faz agora seis anos que a equipa de arquitectos liderada por Pedro Pacheco ganhou um concurso lançado em 2006 pela Câmara de Cascais para projectar uma obra municipal. O contrato foi assinado em 2007, os projectos só fi caram concluídos em 2011, devido a contingências alheias aos autores, mas o município nunca pagou senão 40% dos cerca de 73 mil euros combinados. E nunca respondeu aos protestos dos lesados.

Quem o diz são os vencedores do concurso. E a autarquia não o nega. O gabinete do presidente da câmara, Carlos Carreiras, diz apenas que “não faz quaisquer comentários”, o mesmo afirmando a administração da Cascais Próxima — empresa municipal que acompanha o assunto.

O que não oferece dúvidas é o facto de a reabilitação do antigo quartel dos Bombeiros de Cascais, mesmo ao lado dos Paços do Concelho, estar em curso desde Dezembro. E foi precisamente para projectar essa intervenção que o atelier de Pedro Pacheco foi contratado. Mas o painel afixado pela câmara no local, para espanto de quem conhece a história do concurso lançado em 2006, indica que o projectista da obra se chama Francisco Castro, do gabinete P.G. Arquitectos Associados.

Sem contestar o direito do município a mudar de intenções e não executar o projecto que lhe encomendou, Pedro Pacheco não esconde a sua perplexidade. Não só por estar a ser construído um projecto que a câmara diz não ser o dele, sem nada lhe ter sido dito — em violação das regras deontológicas da sua profi ssão —, mas sobretudo porque a dona da obra nunca rescindiu o contrato assinado com o seu atelier.

“Estivemos anos a trabalhar para um projecto com uma equipa enorme, foi um trabalho complexo de reabilitação, de produção de conhecimento, com mais de cem desenhos, e não me parece que o procedimento da câmara seja correcto”, diz Pedro Pacheco. Embora estranhasse há muito o facto de a câmara nunca lhe ter comunicado a aprovação final do projecto de execução e apenas lhe ter pago perto de 30.000 dos 73.000 euros previstos, o arquitecto só decidiu actuar em Março de câmara estava a preparar outro projecto para o local. Desde então dirigiu duas cartas a Carlos Carreiras, telefonou “inúmeras vezes” para a câmara e para a Cascais Próxima, mas sem sucesso. “Nunca me responderam”, garante.

No final do ano passado, os rumores que lhe tinham chegado quanto à entrega do projecto a outro arquitecto confirmaram-se com o início das obras no paiol militar do séc. XIX, que durante quase um século acolheu os bombeiros e que a câmara queria transformar num centro de informação urbana. O enorme painel ali afi xado pela câmara diz que o projectista da obra se chama Francisco Castro.

O que Pedro Pacheco não imaginava era que isso não fosse verdade. Mas foi mesmo o que assegurou ao PÚBLICO o próprio Francisco Castro. “O projecto não é da minha autoria e não tenho qualquer relação contratual com a câmara ou com a Cascais Próxima”, afirmou o arquitecto, acrescentando que desconhecia o facto de a equipa de Pedro Pacheco ter projectado uma intervenção no local. Segundo explicou, a sua relação com a obra é apenas de acompanhamento da execução e surgiu a convite da Vamaro, a empresa contratada pela Cascais Próxima para fazer as obras.

Contactado pelo PÚBLICO, Miguel Casaca, administrador da Cascais Próxima, disse ter recebido “há dias” uma carta do advogado de Pedro Pacheco, mas escusou-se a fazer qualquer comentário “enquanto o assunto não estiver resolvido”. Carlos Carreiras optou igualmente pelo silêncio e não quis esclarecer quem é, afi nal, o autor do projecto.


Ajuste directo para as obras viola a lei

Artigo invocado não dispensa concurso

Aempreitada de remodelação do antigo edifício dos bombeiros foi adjudicada em Dezembro, por ajuste directo e por 348.786 euros, à empresa Vamaro. O anúncio da adjudicação, publicado pela empresa municipal Cascais Próxima no portal dos contratos públicos, informa que o recurso ao ajuste directo (sem concurso) tem como fundamento a alínea a) do artº 19º do Código dos Contratos Públicos. Acontece que essa norma dispõe que “a escolha do ajuste directo só permite a celebração de contratos de valor inferior a 150.000 euros”. O PÚBLICO quis saber se a invocação daquela cláusula foi um lapso da empresa municipal, embora no portal haja outros ajustes directos de montante superior a 150.000 euros igualmente justificados com a mesma norma, mas o gabinete de Carlos Carreiras não forneceu qualquer explicação. A obra prevista quando a câmara lançou o concurso para a execução do projecto, no tempo de António Capucho, estava orçada em 800.000 euros.»

Friday, March 22, 2013

Directora do museu Paula Rego demitiu-se


In Público (22/3/2013)
Por Lucinda Canelas

«Os papéis ainda não estão assinados,mas há já duas semanas que Helena de Freitas pediu a demissão do cargo de directora da Casa das Histórias Paula Rego, o museu dedicado à pintora portuguesa, em Cascais. Há duas semanas que não vai àquela que foi a sua casa nos últimos três anos. “Neste momento sinto que não tenho condições para continuar”, disse ao PÚBLICO esta curadora de 52 anos que em 2010 trocou o Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, aonde deverá regressar, por Cascais, a convite da artista. “O projecto não é o mesmo, a equipa não é a mesma, a colecção não será a mesma”, justificou.

A decisão vem na sequência da extinção da fundação com o nome da artista, sustentáculo da Casa das Histórias, confi rmada em Diário da República a 8 de Março. Segunda-feira, o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras (PSD), disse em reunião com o seu executivo que a família da pintora e a autarquia tinham chegado a acordo em relação aos novos moldes em que o museu virá a funcionar. Paula Rego continuará a dar nome ao espaço museológico, onde será instalada uma exposição permanente da sua obra, mas o acervo à guarda da Casa das Histórias desde 2009 deverá sofrer alterações. Com a extinção da fundação, é a câmara quem passa a assumir a gestão – e os custos – do museu. Reduzir os gastos é, disse Carreiras, o principal objectivo da reestruturação.

Helena de Freitas, que chegou ao museu para substituir a primeira directora, a historiadora de arte Dalila Rodrigues, prefere não falar do acervo que vai ser exposto a partir daqui. Admite que os anos de trabalho em Cascais foram “muito difíceis”, mas “extremamente compensadores”, em boa parte por causa da equipa do museu e do contacto directo com Paula Rego. “Ela é uma artista incrível e uma pessoa extraordinária. Trabalhar com Paula Rego foi um privilégio que pude partilhar com uma equipa que respeito muito. Tenho muito orgulho no que fizemos juntos.”
com Lusa»

Tuesday, March 19, 2013

Cascais e Paula Rego extinguem fundação


In Público (19/3/2013)
Por João Pedro Pincha

«O museu instalado na Casa das Histórias e Desenhos Paula Rego, em Cascais, vai funcionar em novos moldes que visam assegurar a sua continuidade depois da extinção da Fundação Paula Rego ter sido confirmada a 8 de Março em Diário da República, no fi nal de um processo que o Governo iniciou em Janeiro do ano passado com a avaliação de viabilidade a todas as fundações existentes no país. O acordo entre a câmara e a família da pintora foi anunciado ontem, estando prevista a inauguração de uma nova exposição já em Abril, que terá a ópera como tema.

O acordo assinado entre Nick Willing, filho da pintora, e o município prevê a manutenção do nome Paula Rego para o espaço museológico e a instalação de uma exposição permanente da artista. Quanto às obras, Paula Rego confi rmou a doação já feita em Setembro de 2009, data em que o museu foi inaugurado. Também as obras de Victor Willing, o marido da pintora falecido em 1988, continuarão no museu. Segundo Carlos Carreiras, presidente da autarquia, com a solução agora encontrada “vai haver uma redução de custos”, uma vez que era a câmara “a suportar a fundação”.

Já Paula Rego “não pretende manter-se ligada a uma fundação de natureza exclusivamente pública, nem tem intenção de criar uma fundação privada para as mesmas fi nalidades”, lê-se no comunicado. “Colocámos várias possibilidades à pintora e ela optou pela extinção da fundação”, diz Carlos Carreiras, para quem este entendimento permitirá “desenvolver sinergias” com os restantes equipamentos culturais do concelho. Ainda segundo o comunicado, a câmara “readquire a propriedade plena” do edifício desenhado por Eduardo Souto de Moura.

A entrada em vigor da solução encontrada para o museu aguarda apenas a aprovação defi nitiva da extinção da fundação em Conselho de Ministros.»

Tuesday, March 12, 2013

Att. do novo Secretário de Estado do Turismo:


A marca Estoril não pode acabar por decreto nem por ignorância. Há que a recolocar na promoção turística do país. Att. do novo SET, Adolfo Mesquita Nunes.

Thursday, March 07, 2013

Vimeca deixa de aceitar passes intermodais a partir de 1 de Abril


In Público (7/3/2103)
Por Inês Boaventura

«A partir de dia 1 de Abril a empresa Vimeca, que opera fundamentalmente nos concelhos de Amadora, Cascais, Odivelas, Oeiras e Sintra, vai deixar de aceitar os passes intermodais a bordo dos seus autocarros. Os autarcas destes cinco municípios dizem que “milhares de utentes” serão prejudicados por aquela medida, que acarretará um acréscimo de custos para os utilizadores de transportes públicos.

No seu site, a transportadora avisa que denunciou, a 5 de Dezembro de 2012, “a sua participação nos passes intermodais, em todos os seus tipos e modalidades, com efeitos a partir do dia 1 de Abril de 2013”. A partir dessa data, explica a empresa, os passes L1, L12, L123, L123SX, L123MA, L123FS, 012, 023 e 123 “deixam de ser válidos nas carreiras regulares operadas pela empresa”.

A transportadora publicou também uma informação com o que diz serem “todas as alternativas dispo Vimeca deixa de aceitar passes intermodais a partir de 1 de Abril níveis para os passes combinados com os demais operadores”. A título de exemplo, a Vimeca explica que quem antes adquiria o passe L1 por 48,85 euros tem agora três opções: comprar um passe Vimeca/CP por 43,35 euros, comprar um passe Vimeca/Carris por 43,6 euros ou comprar um passe Vimeca/Metropolitano de Lisboa também por 43,6 euros. Com isto a empresa conclui que os passageiros poderão poupar mensalmente um valor entre os 5,25 e os 5,5 euros.

Acontece que os títulos que a Vimeca apresenta como alternativa aos passes intermodais permitem utilizar apenas dois operadores de transportes. Já o L1, mencionado no exemplo anterior, permitia viajar na Vimeca, na Carris, no Metro, nalgumas ligações da Transtejo, na CP e na Rodoviária de Lisboa, nos percursos até ao limite exterior da chamada coroa 1. Na prática isto significa que a partir de Abril quem quiser viajar na Vimeca e em dois outros operadores terá de comprar não um, mas dois passes, com custos totais muito superiores.

[...] Anteontem as câmaras de Amadora, Cascais, Odivelas, Oeiras e Sintra emitiram um comunicado conjunto onde dizem estar “totalmente contra” a decisão da Vimeca, por esta “acarretar um prejuízo incomensurável para os milhares de utentes do transporte público regular de passageiros”.

Na origem do abandono do passe social terão estado atrasos do Estado no pagamento de verbas respeitantes à repartição das receitas do passe social e o desacordo da Vimeca quanto à forma como essa repartição é feita entre os diferentes operadores de transporte. O PÚBLICO pediu esclarecimentos sobre essas duas questões à Secretaria de Estado dos Transportes, mas não obteve resposta até ao fecho desta edição. »

Friday, March 01, 2013

Esgoto ao ar livre

Há muitos meses que corre água de esgoto pela Avenida Sanfré, no Monte Estoril. Provém de um colector ou caixa situada dentro de um condomínio cujos habitantes parece não se incomodarem muito com o facto. Esta situação foi repetidamente participada à Câmara, que já por lá apareceu umas vezes mas sem nada resolver. Será um problema tão difícil?
Parece que a situação está para durar, porque andaram por aqui a pintar um traço amarelo no pavimento para proibir o estacionamento e o traço foi interrompido em toda a extensão do curso do esgoto...

Wednesday, February 13, 2013

«O murchar das palmeiras»

In Publico Online (6/2/2013)
Por Helena Freitas

«Controlar e assegurar a sanidade dos materiais de propagação e monitorizar e erradicar as doenças não é possível sem recursos técnicos adequados.

Recordo estas duas situações de calamidade associadas à mortalidade de espécies vegetais, sendo uma espécie de interesse ornamental e uma espécie florestal com forte impacto económico, mas podia citar muitas outras, em particular as doenças que nunca deixam de ameaçar sectores vitais da nossa economia, como a fruticultura nacional ou mesmo o importante sector do vinho.

Ao fazê-lo, tenho dois propósitos: por um lado, manifestar a preocupação que tenho com a perda de recursos e competências do Estado para monitorizar e resolver situações fitossanitárias que são cada vez mais complexas, entre outras coisas, porque as causas também o são, e, por outro, chamar a atenção para a necessidade de pensar os ecossistemas e as espécies seleccionadas em meio urbano, não apenas pela sua expressão estética ou por conveniência de momento, mas também na perspectiva de se evitarem espécies mais susceptíveis às pragas, o que acontecerá mais facilmente quando a escolha se sustenta numa importação pouco cuidadosa de espécies exóticas, tantas vezes desadequadas aos espaços que as acolhem.»

Chegado pela mão da Liga dos Amigos do Jardim Botânico

Monday, February 11, 2013

E se a CMC tomasse posse administrativa desta?


Escusado será dizer que fica sobranceira à Praia da Azarujinha, lembra Hitchock e é uma vergonha como para ali está, já sem telhas em muitos pontos do telhado, com vidros partidos, pombos, etc. A CMC podia fazer deste um caso exemplar!!

Friday, February 08, 2013

Paredão

Estão em curso reparações no paredão para substituir algumas lages corroidas pela água salgada. Felizmente houve o bom senso de substituir aquele azulino de Cascais por outra pedra, que me parece calcáreo, capaz de aguentar a acção corrosiva da água do mar. O pavimento ficará pintalgado por lages brancas, mas se continuarem com a obra e forem substituindo as que se gastam, daqui a umas dezenas de anos teremos um pavimento uniforme na cor e no piso.

Monday, February 04, 2013

Fica o memento!


O que era e o que é . Mais valia terem deixado a bomba. E a promessa de demolição do esqueleto do mono, por cumprir. Até quando?

Foto: grupo Facebook "O Pessoal da Linha Vem à Rede"

Friday, January 18, 2013

Friday, January 11, 2013

Enquanto, "Raio Verde" na mesma:


De 2008 para cá aconteceu ZERO. Até quando?

Monday, December 31, 2012

Mais uma classificação!


A Casa de Santa Maria foi classificada hoje como Monumentos de Interesse Público (http://dre.pt/sug/2s/getpartes.asp?s=dia&p=c&dr=252.2012S02).

Obrigado!