Wednesday, June 12, 2013
Avenida Saboia
Wednesday, June 05, 2013
Obras acabadas, a fachada está magnífica... descubra as diferenças!


...
Esta moradia não está no Inventário Municipal?


Então, como é possível ter sido dada autorização ao esventramento total do logradouro desta vivenda da Av. Emídio Navarro, em Cascais, dando assim provimento a um projecto de ampliação que se prevê catastrófico em termos da verdadeira reabilitação? Tenho saudades do cão velho que por ali esteve de guarda durante anos a fio, ladrando a quem se aproximava. Para que serve um Inventário Municipal do Património? (21/3/2012)
Tuesday, June 04, 2013
Novo posto da PSP Cascais - Quando fica pronto?
Já vamos no inicio do 2º. Semestre e as obras estão assim:
Seremos breves?
Consta que o empreiteiro dexou de pagar aos empregados, etc... etc... e o resultado é este atraso.
A CMC não terá nada a dizer?
Não existem responsabilidades por esta situação?
Monday, June 03, 2013
Alarvidade, mesmo.

«Como é possível uma Câmara do PSD/CDS , como a de Cascais, permitir este crime?», pergunta Manuel Maria Pinto Machado no Facebook, ainda sobre este assunto em boa hora postado por João Nuno Barbosa. Mais adianta MMPM: «O Hotel de Inglaterra é um edifício arquitectonicamente explêndido e a sua visão , cá de baixo, era uma maravilha e quase um ex-libris do Estoril. Vão lá e vejam esta alarvidade. Infelizmente vale a pena ver»
Pois é, 100% de acordo. Contudo:
Isto não é só uma questão de gosto, infelizmente, há regras urbanísticas a respeitar. Desconheço o índice previsto no PDM para ali, desconheço se a CMC tinha alguma espécie de classificação do hotel, etc. As pessoas têm que estar atentas mto antes das coisas aparecerem feitas, geralmente, só se mexem qdo as coisas lhes aparecem pela varanda adentro... há que fazer um levantamento dos lotes intactos e apetitosos, depois consultar sistematicamente os processos de obra e os projectos entrados na CMC, pois como já se saber que regra geral não são afixados avisos no local, mto menos com imagens virtuais do que é previsto aparecer lá, e muito menos ainda, projectos individuais mesmo que com este impacto visual são objecto de discussão pública... quando se acorda, zás, já está feito. E neste país nunca nada é deitado abaixo... Portanto ;-)
Sunday, June 02, 2013
Preservação do património
Tuesday, May 21, 2013
Sunday, May 19, 2013
Mais outro candeeiro Belle Époque roubado???

Há coisa de ano e meio foi um do par a nascente, agora é este a poente. Será que foi roubado? Por quem? A CML tem-no para restauro? Ninguém passa cavaco a ninguém. Vila a saque.
Wednesday, May 15, 2013
Negócio
Quem quizer um sêlo que vá a cascais.
Arte Mar
Friday, April 26, 2013
Que laracha de slogan! Tirem-me esse telão daí, por favor :-(
Friday, April 19, 2013
Abate de plátanos motiva protestos
Por João Pedro Pincha
Obras de reabilitação do mercado municipal envolveram o abate de plátanos que cidadãos dizem ser saudáveis
A Câmara Municipal de Cascais está a abater plátanos junto ao mercado municipal da cidade, no âmbito de um projecto de reabilitação da zona envolvente àquele equipamento. A situação está a provocar protestos por parte de alguns cidadãos, que consideram aqueles abates injustificados.
“As árvores estavam saudáveis”, diz Maria Ramalho num e-mail enviado ao Fórum Cidadania Cascais. “Um abate em tão grande escala só [é] justifi cável porque se pretende remodelar o esquema de circulação do estacionamento” do mercado, acusa a munícipe.
Até agora, garante a activista, já foram derrubadas sete árvores — o aviso camarário ali afixado informava sobre o corte de três. O abate, afirma Maria Ramalho, foi provocado pela própria câmara, uma vez que “o projecto de estacionamento foi feito sem contar com as árvores”, o que não impediu que os trabalhos se iniciassem, danifi cando as raízes.
A câmara confi rma que houve “intervenções no solo que podem ter tido influência no sistema radicular [as raízes] das espécies”, mas garante que “três delas já apresentavam problemas fi tossanitários que implicariam o seu abate”, de acordo com um relatório do Instituto Superior de Agronomia encomendado pelo município. Entretanto, afirma, os serviços camarários concluíram ser necessário o abate de mais três.
A autarquia promete que serão plantadas novas árvores no lugar das antigas e que uma parte do projecto foi alvo de alterações de modo a evitar o corte de um plátano. “Não serão criados mais lugares de estacionamento”, diz a câmara, que assume considerar os plátanos “de vital importância no conjunto arquitecto-paisagístico da zona”.
O projecto de reabilitação do mercado de Cascais tem como principal objectivo a requalificação do espaço onde se realiza a feira semanal, pelo que as obras envolverão a repavimentação do terreno e a criação de um percurso pedonal para usufruto dos utentes, explica o município.
Wednesday, April 17, 2013
MUITO URGENTE travar este abate de árvores !
«A Empresa Cascais Próxima está a implementar um Projecto de Remodelação do Estacionamento de viaturas em redor do Mercado da Vila de Cascais afectando, de forma drástica e irresponsável, um conjunto alargado de plátanos saudáveis e de grande porte.
Foi afixado um Aviso à população alertando para o abate de 3 árvores por razões de segurança o que não corresponde à verdade.
A VERDADE é que o projecto de estacionamento foi feito sem contar com as árvores que ali existem há dezenas de anos originando a que agora tenham que ser abatidos vários exemplares permitindo assim as novas acessibilidades. Importa salientar que a área de circulação que já existe sempre deu para circularem viaturas, inclusivamente pesados de mercadorias.
Por outro lado, na sequência da retirada do alcatrão antigo e de abertura de valas foram afectadas de forma irresponsável as raízes de muitos outros plátanos, pelo menos todos os que se situam em redor do edifício do Mercado, pondo agora em causa a sua subsistência e obrigando a podas radicais.
Assim, alerto todos para que protestem de todas as formas para que este este verdadeiro crime contra o património ambiental e paisagístico de Cascais encapotado de preocupação com os cidadãos de modo a travar o abate de mais árvores e que os responsáveis sejam punidos.
Por favor falem, escrevam ou telefonem para todos os responsáveis da CMCascais que conhecem mas tem que ser muito rápido !
Muito obrigada
Maria Ramalho»
Monday, April 15, 2013
O que é isto? Lá se vai a mancha verde de Carcavelos junto à Marginal?!!

Bom, parece que o mega-projecto de construção de torres na mata de Carcavelos (gestão Judas) voltou a estar nos planos da actual CMC, já que a anterior (de AOC, ou será a mesma?) o tinha metido na gaveta e bem. Independentemente de andarem a fazer de parvos todos quantos se interessam pelos destinos deste território, a verdade é que continuamos 'às escuras' sobre o que realmente se está a congeminar para aquela mata e terrenos limítrofes e isso é péssimo. Enquanto isso, o PDM faz de conta que se actualiza...Mais betão, NÃO, por favor!
Foto: Chegada por e-mail
Friday, April 05, 2013
Derrocada



Chegado por e-mail:
«As imagens que aqui anexo dizem respeito à derrocada dos taludes de uma urbanização localizada na proximidade do Bairro Fausto de Figueiredo e do campo de futebol do Grupo Desportivo Estoril-Praia. A urbanização em causa tem cerca de 10 anos e foi construida na base de uma encosta muito ingreme e instável. A escavação nalguns pontos atingiu 15 m de altura. Os muros de contenção que foram levantados para suster as terras não aguentaram e no Inverno do ano passado acabaram por derrocar com enorme violência. A situação, talvez por não ser muito visível, é apenas conhecida de quem por ali circula. Até ao momento a CMCascais limitou-se a colocar umas grades e um aviso de perigo. João Fragoso»
Thursday, April 04, 2013
Monday, April 01, 2013
Câmara de Cascais não paga a arquitectos que ganharam concurso
José AntóniO Cerejo
«Faz agora seis anos que a equipa de arquitectos liderada por Pedro Pacheco ganhou um concurso lançado em 2006 pela Câmara de Cascais para projectar uma obra municipal. O contrato foi assinado em 2007, os projectos só fi caram concluídos em 2011, devido a contingências alheias aos autores, mas o município nunca pagou senão 40% dos cerca de 73 mil euros combinados. E nunca respondeu aos protestos dos lesados.
Quem o diz são os vencedores do concurso. E a autarquia não o nega. O gabinete do presidente da câmara, Carlos Carreiras, diz apenas que “não faz quaisquer comentários”, o mesmo afirmando a administração da Cascais Próxima — empresa municipal que acompanha o assunto.
O que não oferece dúvidas é o facto de a reabilitação do antigo quartel dos Bombeiros de Cascais, mesmo ao lado dos Paços do Concelho, estar em curso desde Dezembro. E foi precisamente para projectar essa intervenção que o atelier de Pedro Pacheco foi contratado. Mas o painel afixado pela câmara no local, para espanto de quem conhece a história do concurso lançado em 2006, indica que o projectista da obra se chama Francisco Castro, do gabinete P.G. Arquitectos Associados.
Sem contestar o direito do município a mudar de intenções e não executar o projecto que lhe encomendou, Pedro Pacheco não esconde a sua perplexidade. Não só por estar a ser construído um projecto que a câmara diz não ser o dele, sem nada lhe ter sido dito — em violação das regras deontológicas da sua profi ssão —, mas sobretudo porque a dona da obra nunca rescindiu o contrato assinado com o seu atelier.
“Estivemos anos a trabalhar para um projecto com uma equipa enorme, foi um trabalho complexo de reabilitação, de produção de conhecimento, com mais de cem desenhos, e não me parece que o procedimento da câmara seja correcto”, diz Pedro Pacheco. Embora estranhasse há muito o facto de a câmara nunca lhe ter comunicado a aprovação final do projecto de execução e apenas lhe ter pago perto de 30.000 dos 73.000 euros previstos, o arquitecto só decidiu actuar em Março de câmara estava a preparar outro projecto para o local. Desde então dirigiu duas cartas a Carlos Carreiras, telefonou “inúmeras vezes” para a câmara e para a Cascais Próxima, mas sem sucesso. “Nunca me responderam”, garante.
No final do ano passado, os rumores que lhe tinham chegado quanto à entrega do projecto a outro arquitecto confirmaram-se com o início das obras no paiol militar do séc. XIX, que durante quase um século acolheu os bombeiros e que a câmara queria transformar num centro de informação urbana. O enorme painel ali afi xado pela câmara diz que o projectista da obra se chama Francisco Castro.
O que Pedro Pacheco não imaginava era que isso não fosse verdade. Mas foi mesmo o que assegurou ao PÚBLICO o próprio Francisco Castro. “O projecto não é da minha autoria e não tenho qualquer relação contratual com a câmara ou com a Cascais Próxima”, afirmou o arquitecto, acrescentando que desconhecia o facto de a equipa de Pedro Pacheco ter projectado uma intervenção no local. Segundo explicou, a sua relação com a obra é apenas de acompanhamento da execução e surgiu a convite da Vamaro, a empresa contratada pela Cascais Próxima para fazer as obras.
Contactado pelo PÚBLICO, Miguel Casaca, administrador da Cascais Próxima, disse ter recebido “há dias” uma carta do advogado de Pedro Pacheco, mas escusou-se a fazer qualquer comentário “enquanto o assunto não estiver resolvido”. Carlos Carreiras optou igualmente pelo silêncio e não quis esclarecer quem é, afi nal, o autor do projecto.
Ajuste directo para as obras viola a lei
Artigo invocado não dispensa concurso
Aempreitada de remodelação do antigo edifício dos bombeiros foi adjudicada em Dezembro, por ajuste directo e por 348.786 euros, à empresa Vamaro. O anúncio da adjudicação, publicado pela empresa municipal Cascais Próxima no portal dos contratos públicos, informa que o recurso ao ajuste directo (sem concurso) tem como fundamento a alínea a) do artº 19º do Código dos Contratos Públicos. Acontece que essa norma dispõe que “a escolha do ajuste directo só permite a celebração de contratos de valor inferior a 150.000 euros”. O PÚBLICO quis saber se a invocação daquela cláusula foi um lapso da empresa municipal, embora no portal haja outros ajustes directos de montante superior a 150.000 euros igualmente justificados com a mesma norma, mas o gabinete de Carlos Carreiras não forneceu qualquer explicação. A obra prevista quando a câmara lançou o concurso para a execução do projecto, no tempo de António Capucho, estava orçada em 800.000 euros.»









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