Friday, September 20, 2013

Avenida Saboia

Alguém sabe o que é isto?

Thursday, September 19, 2013

Cidadania em Cascais?

A Marginal foi pomposamente redenominada de Avenida Marginal.
Assim é afectada de um coeficiente 2,5 num máximo de 3,0, no que toca a IMI...
É uma via "sensível" pois, para além dos cidadãos que lá vivem - de segunda certamente- existem hoteis de cinco estrelas, noveis apartamentos de luxo, clínicas, residencias para idosos, hospitais e outras instalações de somenos importancia para quem manda e recebe impostos.
Pois este paraíso é diáriamente agredido por ruído de tráfego que em média ultrapassa em muito o que as leis determinam, segundo medições por empresas habilitadas.
Mas fora da média, os picos que ultrapassam o imaginável, produzidos pelas motos com escapes modificados, acordam toda agente, com ou sem os chamados vidros de isolamento.
Muitos turistas se vão embora, perguntando se estão na Europa.
Há meses que me queixo a quem de direito.
O Ministério da Administração Interna responde que encaminhou o assunto para a PSP e Câmara Municipal de Cascais. - Os responsáveis(?).
A PSP responde que compreende o problema mas que não tem meios técnicos para fazer cumprir a Lei.
A Câmara Municipal de Cascais responde que enviou o assunto à Polícia Municipal.
Que me responde que o problema não é com ela.
A Câmara em si, responde umas coisas sem nexo.
A GNR diz que tem os meios, mas que o problema é com a PSP.
E assim vão passando os meses, num país de impunidades gerido por gente inimputável.
Que quer ir a votos...
Para quê?
Algo vai ter de mudar, e muito.

Wednesday, September 18, 2013

Uma obra fantástica

Chegado por e-mail:

«Este é o fantástico passeio, construído em 2012, que constitui o principal acesso pedonal à escola Quinta do Marquês, uma escola na fronteira entre os concelhos de Cascais e de Oeiras, que tem mais de mil alunos, muito dos quais vêm para a escola a pé:


Em frente à entrada da escola não havia nenhuma passadeira. Esta é a fantástica passadeira posta lá há três meses (Junho de 2013), com lugares de estacionamento no canal de atravessamento pedonal - a passadeira assim não serve para nada, não é utilizada, os alunos atravessam onde calha:

Fantástico, não é?

Entidades responsáveis: Câmara Municipal de Cascais e Câmara Municipal de Oeiras.

Queixámo-nos um ano atrás. Tudo continua basicamente na mesma.

Estes e outros pormenores disponíveis aqui:

http://pombaldomarques.blogspot.pt/2012/09/autarcas-com-automoveis-no-cerebro_9.html (situação em Setembro de 2013) [...]

bela.vista.carcavelos@gmail.com»

Tuesday, September 17, 2013

Cidadania em Cascais?
Para avançar com um projecto, a Câmara exige ao cidadão respostas em 15 dias.
Mas atribui-se o "direito" de manter silêncio à mesma questão durante 120!!!
Impunemente.
Prejudicando a economia.
Corroendo pessoas e bens.
Muito vai ter de mudar.

Friday, September 13, 2013

Wednesday, August 28, 2013

Processo de revisão do PDM


Eis o link da CML para consulta da informação a ele relativa http://www.cm-cascais.pt/sub-area/processo-de-revisao-do-plano-diretor-municipal.

Lido na diagonal, e independentemente do que importa opinar sobre o Regulamento e respectivos anexos, a primeira conclusão é a de que não consta online nenhuma informação sobre o modo de se ... participar. Ou seja: onde estão os formulários para participação dos cidadãos?

Friday, August 16, 2013

Friday, July 12, 2013



Monday, June 24, 2013

Pós -Graduação em JARDINS E PAISAGEM na FCSH

O curso, com início em Outubro de 2013, compreende um estágio incluído na unidade curricular de Projecto, no qual o aluno desenvolverá um projeto individual em consonância com o local onde está a realizar o estágio. Para mais informações consulte: http://fcsh.unl.pt/ensino/pos-graduacoes-pt/documentos/pos-graduacao-jardins-e-paisagens.

Wednesday, June 12, 2013

Avenida Saboia

Aqui está uma fotografia do que se está a aprontar na Av. Saboia, em frente à ex-Mimosa. é outra versão do que fizeram no Hotel de Inglaterra.

Wednesday, June 05, 2013

Obras acabadas, a fachada está magnífica... descubra as diferenças!

...

Esta moradia não está no Inventário Municipal?



Então, como é possível ter sido dada autorização ao esventramento total do logradouro desta vivenda da Av. Emídio Navarro, em Cascais, dando assim provimento a um projecto de ampliação que se prevê catastrófico em termos da verdadeira reabilitação? Tenho saudades do cão velho que por ali esteve de guarda durante anos a fio, ladrando a quem se aproximava. Para que serve um Inventário Municipal do Património? (21/3/2012)

Largo da Estação vai ser requalificado



Tuesday, June 04, 2013

Novo posto da PSP Cascais - Quando fica pronto?

Diz o cartaz que ficaria pronto no final do 1º. trimestre de 2013.

Já vamos no inicio do 2º. Semestre e as obras estão assim:

Seremos breves?

Consta que o empreiteiro dexou de pagar aos empregados, etc... etc... e o resultado é este atraso.
A CMC não terá nada a dizer?
Não existem responsabilidades por esta situação?

Monday, June 03, 2013

Alarvidade, mesmo.


«Como é possível uma Câmara do PSD/CDS , como a de Cascais, permitir este crime?», pergunta Manuel Maria Pinto Machado no Facebook, ainda sobre este assunto em boa hora postado por João Nuno Barbosa. Mais adianta MMPM: «O Hotel de Inglaterra é um edifício arquitectonicamente explêndido e a sua visão , cá de baixo, era uma maravilha e quase um ex-libris do Estoril. Vão lá e vejam esta alarvidade. Infelizmente vale a pena ver»

Pois é, 100% de acordo. Contudo:

Isto não é só uma questão de gosto, infelizmente, há regras urbanísticas a respeitar. Desconheço o índice previsto no PDM para ali, desconheço se a CMC tinha alguma espécie de classificação do hotel, etc. As pessoas têm que estar atentas mto antes das coisas aparecerem feitas, geralmente, só se mexem qdo as coisas lhes aparecem pela varanda adentro... há que fazer um levantamento dos lotes intactos e apetitosos, depois consultar sistematicamente os processos de obra e os projectos entrados na CMC, pois como já se saber que regra geral não são afixados avisos no local, mto menos com imagens virtuais do que é previsto aparecer lá, e muito menos ainda, projectos individuais mesmo que com este impacto visual são objecto de discussão pública... quando se acorda, zás, já está feito. E neste país nunca nada é deitado abaixo... Portanto ;-)

Sunday, June 02, 2013

Preservação do património

Já é evidente o resultado das obras de "modernização" do Hotel de Inglaterra. É o costume desta terra. Mais um caixote a tapar as vistas e a desvalorizar o pouco que resta e era bom.

Tuesday, May 21, 2013


Sunday, May 19, 2013

Mais outro candeeiro Belle Époque roubado???


Há coisa de ano e meio foi um do par a nascente, agora é este a poente. Será que foi roubado? Por quem? A CML tem-no para restauro? Ninguém passa cavaco a ninguém. Vila a saque.

Wednesday, May 15, 2013


Negócio

Fechou a estação dos CTT do Monte Estoril. Por falta de procura, dizem eles. O que era um serviço agora é negócio e o cidadão tem que se submeter ao dinheiro, ao lucro, à ganância.
Quem quizer um sêlo que vá a cascais.

Arte Mar

A exposição de escultura no paredão está, este ano, pior do que nunca. É difícil reunir tão grande número  de "obras" como estas. Mas insistem em fazê-la. Cada instalação daquelas necessita de cerca de 16 furos nas lages do pavimento. Vezes onze dá 176, vezes cinco edições dá 880. Pobre paredão.

Friday, April 26, 2013

Que laracha de slogan! Tirem-me esse telão daí, por favor :-(


E, já agora, deitem abaixo o prédio onde ele está afixado e libertem-nos as vistas, plantando árvores e mais árvores! Coisa horrorosa...

Friday, April 19, 2013

Abate de plátanos motiva protestos


In Público (19/4/2013)
Por João Pedro Pincha

Obras de reabilitação do mercado municipal envolveram o abate de plátanos que cidadãos dizem ser saudáveis


A Câmara Municipal de Cascais está a abater plátanos junto ao mercado municipal da cidade, no âmbito de um projecto de reabilitação da zona envolvente àquele equipamento. A situação está a provocar protestos por parte de alguns cidadãos, que consideram aqueles abates injustificados.

“As árvores estavam saudáveis”, diz Maria Ramalho num e-mail enviado ao Fórum Cidadania Cascais. “Um abate em tão grande escala só [é] justifi cável porque se pretende remodelar o esquema de circulação do estacionamento” do mercado, acusa a munícipe.

Até agora, garante a activista, já foram derrubadas sete árvores — o aviso camarário ali afixado informava sobre o corte de três. O abate, afirma Maria Ramalho, foi provocado pela própria câmara, uma vez que “o projecto de estacionamento foi feito sem contar com as árvores”, o que não impediu que os trabalhos se iniciassem, danifi cando as raízes.

A câmara confi rma que houve “intervenções no solo que podem ter tido influência no sistema radicular [as raízes] das espécies”, mas garante que “três delas já apresentavam problemas fi tossanitários que implicariam o seu abate”, de acordo com um relatório do Instituto Superior de Agronomia encomendado pelo município. Entretanto, afirma, os serviços camarários concluíram ser necessário o abate de mais três.

A autarquia promete que serão plantadas novas árvores no lugar das antigas e que uma parte do projecto foi alvo de alterações de modo a evitar o corte de um plátano. “Não serão criados mais lugares de estacionamento”, diz a câmara, que assume considerar os plátanos “de vital importância no conjunto arquitecto-paisagístico da zona”.

O projecto de reabilitação do mercado de Cascais tem como principal objectivo a requalificação do espaço onde se realiza a feira semanal, pelo que as obras envolverão a repavimentação do terreno e a criação de um percurso pedonal para usufruto dos utentes, explica o município.

Wednesday, April 17, 2013

MUITO URGENTE travar este abate de árvores !





Chegado por e-mail:

«A Empresa Cascais Próxima está a implementar um Projecto de Remodelação do Estacionamento de viaturas em redor do Mercado da Vila de Cascais afectando, de forma drástica e irresponsável, um conjunto alargado de plátanos saudáveis e de grande porte.

Foi afixado um Aviso à população alertando para o abate de 3 árvores por razões de segurança o que não corresponde à verdade.

A VERDADE é que o projecto de estacionamento foi feito sem contar com as árvores que ali existem há dezenas de anos originando a que agora tenham que ser abatidos vários exemplares permitindo assim as novas acessibilidades. Importa salientar que a área de circulação que já existe sempre deu para circularem viaturas, inclusivamente pesados de mercadorias.

Por outro lado, na sequência da retirada do alcatrão antigo e de abertura de valas foram afectadas de forma irresponsável as raízes de muitos outros plátanos, pelo menos todos os que se situam em redor do edifício do Mercado, pondo agora em causa a sua subsistência e obrigando a podas radicais.

Assim, alerto todos para que protestem de todas as formas para que este este verdadeiro crime contra o património ambiental e paisagístico de Cascais encapotado de preocupação com os cidadãos de modo a travar o abate de mais árvores e que os responsáveis sejam punidos.

Por favor falem, escrevam ou telefonem para todos os responsáveis da CMCascais que conhecem mas tem que ser muito rápido !

Muito obrigada

Maria Ramalho»

Carlos Carreiras e Paula Rêgo assinam protocolo em Londres:




Monday, April 15, 2013

O que é isto? Lá se vai a mancha verde de Carcavelos junto à Marginal?!!


Bom, parece que o mega-projecto de construção de torres na mata de Carcavelos (gestão Judas) voltou a estar nos planos da actual CMC, já que a anterior (de AOC, ou será a mesma?) o tinha metido na gaveta e bem. Independentemente de andarem a fazer de parvos todos quantos se interessam pelos destinos deste território, a verdade é que continuamos 'às escuras' sobre o que realmente se está a congeminar para aquela mata e terrenos limítrofes e isso é péssimo. Enquanto isso, o PDM faz de conta que se actualiza...Mais betão, NÃO, por favor!

Foto: Chegada por e-mail

Friday, April 05, 2013

Derrocada





Chegado por e-mail:

«As imagens que aqui anexo dizem respeito à derrocada dos taludes de uma urbanização localizada na proximidade do Bairro Fausto de Figueiredo e do campo de futebol do Grupo Desportivo Estoril-Praia. A urbanização em causa tem cerca de 10 anos e foi construida na base de uma encosta muito ingreme e instável. A escavação nalguns pontos atingiu 15 m de altura. Os muros de contenção que foram levantados para suster as terras não aguentaram e no Inverno do ano passado acabaram por derrocar com enorme violência. A situação, talvez por não ser muito visível, é apenas conhecida de quem por ali circula. Até ao momento a CMCascais limitou-se a colocar umas grades e um aviso de perigo. João Fragoso»

Thursday, April 04, 2013


Monday, April 01, 2013

Conferências de Alexandre Pais dias 4 e 11 de abril | 18h30


Câmara de Cascais não paga a arquitectos que ganharam concurso


In Público (31/3/2013)
José AntóniO Cerejo

«Faz agora seis anos que a equipa de arquitectos liderada por Pedro Pacheco ganhou um concurso lançado em 2006 pela Câmara de Cascais para projectar uma obra municipal. O contrato foi assinado em 2007, os projectos só fi caram concluídos em 2011, devido a contingências alheias aos autores, mas o município nunca pagou senão 40% dos cerca de 73 mil euros combinados. E nunca respondeu aos protestos dos lesados.

Quem o diz são os vencedores do concurso. E a autarquia não o nega. O gabinete do presidente da câmara, Carlos Carreiras, diz apenas que “não faz quaisquer comentários”, o mesmo afirmando a administração da Cascais Próxima — empresa municipal que acompanha o assunto.

O que não oferece dúvidas é o facto de a reabilitação do antigo quartel dos Bombeiros de Cascais, mesmo ao lado dos Paços do Concelho, estar em curso desde Dezembro. E foi precisamente para projectar essa intervenção que o atelier de Pedro Pacheco foi contratado. Mas o painel afixado pela câmara no local, para espanto de quem conhece a história do concurso lançado em 2006, indica que o projectista da obra se chama Francisco Castro, do gabinete P.G. Arquitectos Associados.

Sem contestar o direito do município a mudar de intenções e não executar o projecto que lhe encomendou, Pedro Pacheco não esconde a sua perplexidade. Não só por estar a ser construído um projecto que a câmara diz não ser o dele, sem nada lhe ter sido dito — em violação das regras deontológicas da sua profi ssão —, mas sobretudo porque a dona da obra nunca rescindiu o contrato assinado com o seu atelier.

“Estivemos anos a trabalhar para um projecto com uma equipa enorme, foi um trabalho complexo de reabilitação, de produção de conhecimento, com mais de cem desenhos, e não me parece que o procedimento da câmara seja correcto”, diz Pedro Pacheco. Embora estranhasse há muito o facto de a câmara nunca lhe ter comunicado a aprovação final do projecto de execução e apenas lhe ter pago perto de 30.000 dos 73.000 euros previstos, o arquitecto só decidiu actuar em Março de câmara estava a preparar outro projecto para o local. Desde então dirigiu duas cartas a Carlos Carreiras, telefonou “inúmeras vezes” para a câmara e para a Cascais Próxima, mas sem sucesso. “Nunca me responderam”, garante.

No final do ano passado, os rumores que lhe tinham chegado quanto à entrega do projecto a outro arquitecto confirmaram-se com o início das obras no paiol militar do séc. XIX, que durante quase um século acolheu os bombeiros e que a câmara queria transformar num centro de informação urbana. O enorme painel ali afi xado pela câmara diz que o projectista da obra se chama Francisco Castro.

O que Pedro Pacheco não imaginava era que isso não fosse verdade. Mas foi mesmo o que assegurou ao PÚBLICO o próprio Francisco Castro. “O projecto não é da minha autoria e não tenho qualquer relação contratual com a câmara ou com a Cascais Próxima”, afirmou o arquitecto, acrescentando que desconhecia o facto de a equipa de Pedro Pacheco ter projectado uma intervenção no local. Segundo explicou, a sua relação com a obra é apenas de acompanhamento da execução e surgiu a convite da Vamaro, a empresa contratada pela Cascais Próxima para fazer as obras.

Contactado pelo PÚBLICO, Miguel Casaca, administrador da Cascais Próxima, disse ter recebido “há dias” uma carta do advogado de Pedro Pacheco, mas escusou-se a fazer qualquer comentário “enquanto o assunto não estiver resolvido”. Carlos Carreiras optou igualmente pelo silêncio e não quis esclarecer quem é, afi nal, o autor do projecto.


Ajuste directo para as obras viola a lei

Artigo invocado não dispensa concurso

Aempreitada de remodelação do antigo edifício dos bombeiros foi adjudicada em Dezembro, por ajuste directo e por 348.786 euros, à empresa Vamaro. O anúncio da adjudicação, publicado pela empresa municipal Cascais Próxima no portal dos contratos públicos, informa que o recurso ao ajuste directo (sem concurso) tem como fundamento a alínea a) do artº 19º do Código dos Contratos Públicos. Acontece que essa norma dispõe que “a escolha do ajuste directo só permite a celebração de contratos de valor inferior a 150.000 euros”. O PÚBLICO quis saber se a invocação daquela cláusula foi um lapso da empresa municipal, embora no portal haja outros ajustes directos de montante superior a 150.000 euros igualmente justificados com a mesma norma, mas o gabinete de Carlos Carreiras não forneceu qualquer explicação. A obra prevista quando a câmara lançou o concurso para a execução do projecto, no tempo de António Capucho, estava orçada em 800.000 euros.»

Friday, March 22, 2013

Directora do museu Paula Rego demitiu-se


In Público (22/3/2013)
Por Lucinda Canelas

«Os papéis ainda não estão assinados,mas há já duas semanas que Helena de Freitas pediu a demissão do cargo de directora da Casa das Histórias Paula Rego, o museu dedicado à pintora portuguesa, em Cascais. Há duas semanas que não vai àquela que foi a sua casa nos últimos três anos. “Neste momento sinto que não tenho condições para continuar”, disse ao PÚBLICO esta curadora de 52 anos que em 2010 trocou o Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, aonde deverá regressar, por Cascais, a convite da artista. “O projecto não é o mesmo, a equipa não é a mesma, a colecção não será a mesma”, justificou.

A decisão vem na sequência da extinção da fundação com o nome da artista, sustentáculo da Casa das Histórias, confi rmada em Diário da República a 8 de Março. Segunda-feira, o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras (PSD), disse em reunião com o seu executivo que a família da pintora e a autarquia tinham chegado a acordo em relação aos novos moldes em que o museu virá a funcionar. Paula Rego continuará a dar nome ao espaço museológico, onde será instalada uma exposição permanente da sua obra, mas o acervo à guarda da Casa das Histórias desde 2009 deverá sofrer alterações. Com a extinção da fundação, é a câmara quem passa a assumir a gestão – e os custos – do museu. Reduzir os gastos é, disse Carreiras, o principal objectivo da reestruturação.

Helena de Freitas, que chegou ao museu para substituir a primeira directora, a historiadora de arte Dalila Rodrigues, prefere não falar do acervo que vai ser exposto a partir daqui. Admite que os anos de trabalho em Cascais foram “muito difíceis”, mas “extremamente compensadores”, em boa parte por causa da equipa do museu e do contacto directo com Paula Rego. “Ela é uma artista incrível e uma pessoa extraordinária. Trabalhar com Paula Rego foi um privilégio que pude partilhar com uma equipa que respeito muito. Tenho muito orgulho no que fizemos juntos.”
com Lusa»

Tuesday, March 19, 2013

Cascais e Paula Rego extinguem fundação


In Público (19/3/2013)
Por João Pedro Pincha

«O museu instalado na Casa das Histórias e Desenhos Paula Rego, em Cascais, vai funcionar em novos moldes que visam assegurar a sua continuidade depois da extinção da Fundação Paula Rego ter sido confirmada a 8 de Março em Diário da República, no fi nal de um processo que o Governo iniciou em Janeiro do ano passado com a avaliação de viabilidade a todas as fundações existentes no país. O acordo entre a câmara e a família da pintora foi anunciado ontem, estando prevista a inauguração de uma nova exposição já em Abril, que terá a ópera como tema.

O acordo assinado entre Nick Willing, filho da pintora, e o município prevê a manutenção do nome Paula Rego para o espaço museológico e a instalação de uma exposição permanente da artista. Quanto às obras, Paula Rego confi rmou a doação já feita em Setembro de 2009, data em que o museu foi inaugurado. Também as obras de Victor Willing, o marido da pintora falecido em 1988, continuarão no museu. Segundo Carlos Carreiras, presidente da autarquia, com a solução agora encontrada “vai haver uma redução de custos”, uma vez que era a câmara “a suportar a fundação”.

Já Paula Rego “não pretende manter-se ligada a uma fundação de natureza exclusivamente pública, nem tem intenção de criar uma fundação privada para as mesmas fi nalidades”, lê-se no comunicado. “Colocámos várias possibilidades à pintora e ela optou pela extinção da fundação”, diz Carlos Carreiras, para quem este entendimento permitirá “desenvolver sinergias” com os restantes equipamentos culturais do concelho. Ainda segundo o comunicado, a câmara “readquire a propriedade plena” do edifício desenhado por Eduardo Souto de Moura.

A entrada em vigor da solução encontrada para o museu aguarda apenas a aprovação defi nitiva da extinção da fundação em Conselho de Ministros.»

Tuesday, March 12, 2013

Att. do novo Secretário de Estado do Turismo:


A marca Estoril não pode acabar por decreto nem por ignorância. Há que a recolocar na promoção turística do país. Att. do novo SET, Adolfo Mesquita Nunes.

Thursday, March 07, 2013

Vimeca deixa de aceitar passes intermodais a partir de 1 de Abril


In Público (7/3/2103)
Por Inês Boaventura

«A partir de dia 1 de Abril a empresa Vimeca, que opera fundamentalmente nos concelhos de Amadora, Cascais, Odivelas, Oeiras e Sintra, vai deixar de aceitar os passes intermodais a bordo dos seus autocarros. Os autarcas destes cinco municípios dizem que “milhares de utentes” serão prejudicados por aquela medida, que acarretará um acréscimo de custos para os utilizadores de transportes públicos.

No seu site, a transportadora avisa que denunciou, a 5 de Dezembro de 2012, “a sua participação nos passes intermodais, em todos os seus tipos e modalidades, com efeitos a partir do dia 1 de Abril de 2013”. A partir dessa data, explica a empresa, os passes L1, L12, L123, L123SX, L123MA, L123FS, 012, 023 e 123 “deixam de ser válidos nas carreiras regulares operadas pela empresa”.

A transportadora publicou também uma informação com o que diz serem “todas as alternativas dispo Vimeca deixa de aceitar passes intermodais a partir de 1 de Abril níveis para os passes combinados com os demais operadores”. A título de exemplo, a Vimeca explica que quem antes adquiria o passe L1 por 48,85 euros tem agora três opções: comprar um passe Vimeca/CP por 43,35 euros, comprar um passe Vimeca/Carris por 43,6 euros ou comprar um passe Vimeca/Metropolitano de Lisboa também por 43,6 euros. Com isto a empresa conclui que os passageiros poderão poupar mensalmente um valor entre os 5,25 e os 5,5 euros.

Acontece que os títulos que a Vimeca apresenta como alternativa aos passes intermodais permitem utilizar apenas dois operadores de transportes. Já o L1, mencionado no exemplo anterior, permitia viajar na Vimeca, na Carris, no Metro, nalgumas ligações da Transtejo, na CP e na Rodoviária de Lisboa, nos percursos até ao limite exterior da chamada coroa 1. Na prática isto significa que a partir de Abril quem quiser viajar na Vimeca e em dois outros operadores terá de comprar não um, mas dois passes, com custos totais muito superiores.

[...] Anteontem as câmaras de Amadora, Cascais, Odivelas, Oeiras e Sintra emitiram um comunicado conjunto onde dizem estar “totalmente contra” a decisão da Vimeca, por esta “acarretar um prejuízo incomensurável para os milhares de utentes do transporte público regular de passageiros”.

Na origem do abandono do passe social terão estado atrasos do Estado no pagamento de verbas respeitantes à repartição das receitas do passe social e o desacordo da Vimeca quanto à forma como essa repartição é feita entre os diferentes operadores de transporte. O PÚBLICO pediu esclarecimentos sobre essas duas questões à Secretaria de Estado dos Transportes, mas não obteve resposta até ao fecho desta edição. »

Friday, March 01, 2013

Esgoto ao ar livre

Há muitos meses que corre água de esgoto pela Avenida Sanfré, no Monte Estoril. Provém de um colector ou caixa situada dentro de um condomínio cujos habitantes parece não se incomodarem muito com o facto. Esta situação foi repetidamente participada à Câmara, que já por lá apareceu umas vezes mas sem nada resolver. Será um problema tão difícil?
Parece que a situação está para durar, porque andaram por aqui a pintar um traço amarelo no pavimento para proibir o estacionamento e o traço foi interrompido em toda a extensão do curso do esgoto...

Friday, February 15, 2013

Wednesday, February 13, 2013

Monday, February 11, 2013

E se a CMC tomasse posse administrativa desta?


Escusado será dizer que fica sobranceira à Praia da Azarujinha, lembra Hitchock e é uma vergonha como para ali está, já sem telhas em muitos pontos do telhado, com vidros partidos, pombos, etc. A CMC podia fazer deste um caso exemplar!!