Monday, September 29, 2014

As traseiras do "nosso" Cruzeiro:


«A antiga sede do Estoril Praia nas traseiras do edifício Cruzeiro, em pleno coração do Monte Estoril! Ao que sei pertence ao BPI que, além de não fazer a devida limpeza, não permite o acesso dos moradores para a fazerem...»

Por Alexandra Meirelles, no grupo Facebook da Associação dos Moradores do Monte Estoril.

Tuesday, September 23, 2014

Enquanto isso ...

Imagino que o écran do Cine-Atlântico da Parede continue assim, ainda que sem graffiti...

TEXTO CORRIGIDO

Foto: Ruin'Arte (2011)

Jornadas Europeias do Património


Friday, September 19, 2014


Orç.Particip.-Cascais 2014-Mais perto dos cidadãos...


Chegado por e-mail:


«Hoje dia 18,na J.F.Estoril/Cascai foram analisadas as seguintes propostas: :

-Arranjos na igreja S.ta Casa Miseriórdia em................ Cascais
-Auditório Parque Palmela em........................................ Cascais
-Sala terapeutica para a Escola Pereira Coutinho em.....Cascais
-Espaços Verdes no Cobre, em.........................................Cascais
-Criação de Albergue no Forte da Poça,no........................Estoril

Cito a informação dos Organizadores:

"Este ano o O.P. está ainda mais perto dos cidadãos. Para que os moradores de cada Freguesia possam acompanhar de perto todo o processo do O.P.,para as propostas... (ver acima)

Como morador da Freguesia do Estoril, estou deveras desiludido.Como poderei acompanhar de perto a única proposta, Albergue,será para os sem abrigo ??? se sim, terá o meu apoio.

Dos 112 participantes do O.P. no Estoril,pelos vistos não seriam moradores da Freguesia,vieram de outras bandas,que garantiram propostas eleitas mas, não foram hoje aqui postas à consideração,foram para as suas Freguesias locais. Grato pela atenção.

Laranjeira Dinis»

Thursday, September 18, 2014

Nova quer atrair alunos estrangeiros para vida "californiana" em Carcavelos


In Público (18.9.2014)
Por MARISA SOARES

«Escola de economia deverá mudar-se de Lisboa para Carcavelos em 2017, quando estiver pronto o novo Campus. Será a primeira universidade pública portuguesa construída com dinheiro privado.

Sol, mar e surf: são estes os trunfos que a escola de Economia da Universidade Nova de Lisboa vai usar para atrair os estudantes estrangeiros para o novo Campus previsto para Cascais, junto à praia de Carcavelos e ao forte de S. Julião da Barra. A obra deve arrancar no primeiro trimestre de 2015 e estar pronta em 2017, mas a Nova precisa ainda de amealhar os 25 milhões de euros que faltam para financiar o projecto.

“You and I can make it happen” (Tu e eu podemos fazer acontecer) é o slogan da campanha de angariação de fundos lançada pela direcção da Nova School of Business and Economics (SBE), esta terça-feira. O repto dirige-se a empresas e aos 12.000 antigos alunos, que ao apoiarem o projecto vão juntar-se aos mecenas já garantidos: o banco Santander Totta, o grupo Jerónimo Martins e o empresário Alexandre Soares dos Santos. Os três terão uma palavra a dizer sobre a gestão da escola, uma vez que farão parte da fundação a ser criada para o efeito.

“Este é um projecto inovador porque apesar de ser uma universidade pública não vai ter a contribuição do Orçamento do Estado”, disse Pedro Santa Clara, professor da SBE e coordenador do projecto. O complexo de Carcavelos, orçado em 50 milhões de euros (38 milhões para a construção e o restante para a aquisição de equipamentos e a contratação de professores), será a primeira universidade pública construída de raiz com dinheiro privado. Se a campanha de angariação de fundos não for bem sucedida, o plano B implica pedir um empréstimo ao Banco Europeu de Investimento. ...»

Ai que lindo e modernaço que Carcavelos vai ficar, com salas de aula com vista para o mar e Pingo Doce e tudo! É assim a modos que a Califórnia nas Marianas e mais parece um aeroporto e está em zona que até agora era protegida, mas que importa isso? Haja construção, que a crise no sector é grande.

Tuesday, September 09, 2014


Monday, September 08, 2014

Não compre azulejos nem nas feiras da ladra nem nos antiquários!

Eis o apêlo de Rosa Pomar através de um engenhoso cartaz, em que apela aos turistas para que não comprem azulejos antigos em feiras e antiquários. Também sugere a ideia de um projecto de lei que proíba a venda de azulejos antigos de origem não certificada. Vamos fazer acontecer? (http://aervilhacorderosa.com/2014/09/azulejos/).


Via Inês Barreiros

Wednesday, September 03, 2014

E nasceu o Cidadania STR:


AQUI. A quem interessar a Vila de Sintra e o PNSC, claro.

Largo Cidade de Vitória - Desleixo.

O piso do Largo Cidade de Vitória está cada dia que passa em adiantado estado de destruição.
Hoje ao passar por lá, mais uma das milhares de vezes que por ali passo, não resisti e tirei mais umas fotos que demonstram o total abandono, desleixo pela manutenção do piso daquele Largo, por onde milhares de pessoas passam diáriamente ou semanalmente.
Recordo a inauguração Pomposa com entidades da vida pública, no tempo do presidente António Capucho.
Escolha errada do material, empreiteiro, etc...
Voltando ao dia de hoje, observei que um Policia Municipal, embora estivesse a poucos metros do local, estava mais preocupado em multar do que verificar as condições de segurânça dos peões que por ali passam. Uma criança tropeçou e caiu. Não se aleijou.
Pergunto: Para quando uma intervenção para repor em condições o piso, onde 90% das lajes estão degradadas?
Será que das verbas gastas em tantas festas, festivais e coisas mais, não sobra nada para a reparação Urbana?
Onde anda a tal Cascais Próxima - Mobilidade? Proválvelmente preocupada em multar condutores em infração ao código de estrada, (quando a própria Cascais Próxima disponibiliza espaços em total infração ao referido código).
Este meu desagrado vai ser enviado para a caixa de correio electónico do sr.Presidente da CMC. Qual será a resposta?????

Monday, August 25, 2014

A propósito do mastro gigante na Cascais de ontem e anteontem:


Fica a "recordação" de 2013:

ANÁLISE CRÍTICA AO OP CASCAIS 2014


Chegado por e-mail:

«FALACIOSO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO CASCAIS 2014

Decorreu na Junta de Freguesia do Estoril,(agora Cascais/Estoril),a 9.ª Sessão,em 27 de Maio.

Presentes 112 participantes.
Número de propostas no plenário 15.
Aprovadas 6 propostas.
Após selecção de análise geral,no total do Concelho de Cascais,ficaram apuradas 30 propostas com orçamentos previstos para votação.

Consultando todos os dados apresentados,extrai-se os seguintes resultados:

... J.F.Cascais/Estoril----com 5 propostas para votação.
... J.F.Alcabideche-------- " 5 " " " .
... J.F. S. D. de Rana------ " 10 " " " .
... J.F. Carcav./Parede--- " 10 " " " .

Pelo que é dado verificar, como participante,as propostas aprovadas na 9.ª Sessão,sómente 3 foram selecionadas,das apresentadas na sessão,que passo a descrevê-las:
1.º-------Clube Cromitos,com 27 votos.
2.º------Criação de albergue para peregrinos em Fortes da Praia da Poça,com 24 votos.
3.º------Passeio pedonal Adroana/Manique,com 18 votos.
Mais ainda,verifica-se que, o 1.º pertence à J.F. Carcavelos/Parede,que o 3.º pertence à J.F. Alcabideche,e que o 2.º e único pertence à J.F. Cascais/Estoril.

Então, dos 112 participantes presentes no edificio da ex. J.F. Estoril,estarão decerto decepcionados com a proposta considerada, da criação de albergues para peregrinos nos fortes da Praia da Poça,(peregrinos de onde e para onde ????). O Estoril tem faltas e falhas,em que, algumas foram apresentadas,mas não consideradas.Como se baseiam as análises e que critérios existirão em comparação com a requalificação/ criação de espaços verdes e de lazer para crianças e fregueses em geral, nos terrenos livres da C.M.Cascais, servindo assim a suas populações locais,refiro-me aos Bairros localizados em Amoreira-Rua D.Bosco e no geral,e tambêm os do Centro dos Antigos Alunos Salesianos do Estoril.

Esta proposta obteve 17 votos,mas não foi considerada.
Já em 2011 no O.P. tambêm não foi considerada.

A questão fulcral é a seguinte: Os organizadores do O.P. não entendem que existem grandes grupos organizados,que vão aos plenários dos O.P. e votam aonde querem em massa,sabendo-se que nas mesas só poderá ser eleita 2 propostas.O pessoal senta-se nas mesas mas não interferem,pretendem sim receber as duas" mãos"para colocá-las no painel já considerado eleito em uma das mesas,previamente indicada,para marcar votos.

Assim não vale a pena intervir nos futuros O.P.,mas uma coisa é certa a C.M.Cascais,através das suas Juntas de Freguesias,terá de resolver as lacunas existentes no Concelho.

Um cascalense,em prol da cidadania,

Laranjeira Dinis»

Sunday, August 24, 2014

E se valeu a pena esperar ...


Depois de muitos mandatos à espera de ver transformado o uso de hotel para apartamentos, eis que a coisa foi "finalmente" aprovada. Bom negócio, sim senhor(es).

Friday, July 25, 2014

Os cidadãos beneficiados...

Tenho vindo a reparar no progresso da rotunda em frente do que foi o Hotel Atlântico e sinto-me satisfeito como cidadão.
Julguei que aquilo, mais o derrube da araucária, fosse trabalho apenas em benefício do tal ex-hotel em tão boa hora transformado em apartamentos para venda. Sobre o mar.
Mas confesso ter-me enganado: aquilo melhora e de que maneira, a vida dos cidadãos.
Os tais que gramam o barulho infernal dos motociclistas de escape livre.
Os donos dos tais apartamentos devem pertencer a algum "core", porque se assim não fosse não teriam, alegadamente, conseguido aquela "obra". O edifício, não a rotunda...
Ora, perante tal pessoal, Cascais não pode continuar a parecer a avenida principal de Bamako.
A barulheira vai acabar!
Coisa de Cidadania é também o Cruzeiro e seus acessos que testam diáriamente os reflexos dos utentes, lutando para evitar colisões, até com os transportes públicos que atravessam aquilo em velocidades dignas Indianapolis.
Mas essa rotunda não renderia...
Mas mais giro é que o edifício, neste caso, se está a desmoronar.
E alma iluminada mandou afixar paineis que disso avisam os passantes.
Mas só os passantes que não passem perto, pois a estes é impossível vê-los: estão na vertical sobre as suas cabeças!
Não houve tempo para pensar????

Wednesday, June 18, 2014

EM DEFESA DO MERCADO DE CASCAIS E DO BEM-ESTAR DOS CIDADÃOS


Chegado por e-mail:

«O Mercado de Cascais é, como o nome indica, primeiro de tudo um MERCADO, um ícone de Cascais e um bom projecto de arquitectura modernista que MERECIA SER CLASSIFICADO COMO IMÓVEL DE INTERESSE CONCELHIO.

Como bem sabem todos os que frequentam este espaço, o Mercado Municipal de Cascais hoje designado “Mercado da Vila” é muito estimado não só pelos seus habitantes como por muitos que vêm de longe, sendo notória a frequência de estrangeiros que admiram o ambiente tradicional e os bons produtos regionais sem necessidade nenhuma de serem etiquetados como “gourmet” para serem apreciados.

Isto não quer dizer que este conjunto edificado e sua natural envolvente não possa ser aproveitada também para novos usos, mas NÃO AO PONTO DE O DESVIRTUAREM E ATÉ DEMOLIREM como se viu com a alteração das letras originais e demolição de estruturas, para não falar do abate de árvores para dar lugar a um miserável estacionamento sem qualidade nenhuma, um mar de alcatrão sem gosto nem cuidado paisagístico. De notar que foi assumido pela Câmara, e assinado pelo anterior Presidente António Capucho num documento/resposta à Cidadania Cascais que se iria proceder a “um conjunto significativo de obras de recuperação e requalificação do Mercado, sem qualquer alteração da respectiva traça arquitectónica nem da vocação actual do Mercado de Cascais”.

Nos últimos dias a vida tornou-se UM INFERNO para quem vive junto ao Mercado, com a poluição sonora que atinge valores que claramente desrespeitam a legislação vigente. É esta a ideia de Cultura que agora se defende para a Vila?

Por isso exigimos que RESPEITEM O CONJUNTO DO ACTUAL MERCADO, OS ANTIGOS VENDEDORES, OS HABITANTES DA ZONA E TODOS OS QUE NÃO GOSTAM DE RUÍDO EM EXCESSO. Também os que aqui habitam trazem riqueza para a vila e animam de vida esta zona!

É assim CONTRA O RUÍDO EM EXCESSO E A DESTRUIÇÃO DO NOSSO MERCADO que este protesto tem que ser entendido e, se nada for feito para evitar que nos próximos tempos esta zona se transforme num inferno diário, providenciaremos para que sejam tomadas medidas que protejam o património de Cascais bem como os seus cidadãos - comerciantes ou habitantes - pois o voto não é carta-branca para o actual executivo!

Grupo de Amigos do Mercado de Cascais

Cascais, 17 de Junho de 2014»

Ministério do Ambiente não tem conhecimento de mega-projeto em área protegida junto ao Parque Natural Sintra-Cascais


Diana Quintela/ Global Imagens

In Observador (17/6/2014,)

«O Ministério do Ambiente não conhece mega-projeto para a academia Aga Khan numa área protegida em Cascais - e lembra que o PDM limita a construção. Empresa e autarquia prometem solução equilibrada.

O Ministério do Ambiente diz desconhecer a existência do projeto para a Fundação Aga Khan em Cascais, que prevê a construção da primeira academia daquela instituição na Europa e ainda uma urbanização numa área de 57 hectares entre Areia e Birre adjacente ao Parque Natural Sintra-Cascais. O ministério lembra que a zona em questão é protegida.

“Não deu entrada na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional territorialmente competente qualquer solicitação relativa a este assunto, desconhecendo-se o projeto referido”, afirma o Ministério do Ambiente em resposta a um requerimento sobre este assunto apresentado pelo BE no Parlamento, acrescentando ainda: “De acordo com o Plano Diretor Municipal (PDM) em vigor, trata-se de área classificada maioritariamente como ‘Espaço de Proteção e Enquadramento’ e ‘Espaço Agrícola de Nível 4′. A nascente, existe uma mancha de ‘Espaço Natural de Nível 1′ que atravessa o local no sentido norte-sul”.

O nível 4 é o mais elevado dos níveis de proteção consagrados pelo atual PDM de Cascais relativamente aos espaços agrícolas, enquanto o nível 1 do espaço natural impede a “realização de loteamentos urbanos”.

O ministério respondia assim no dia 3 de junho à deputada do Bloco de Esquerda Cecília Honório, que em abril perguntara ao Governo se conhecia o projeto e se o Ministério do Ambiente pensava que “um município com excesso de oferta de habitação/alojamento deve aceitar mais um mega-projeto com a dimensão prevista no (…) acordo” estabelecido entre a fundação e a Câmara Municipal de Cascais. Nesse acordo, o município compromete-se “a tomar todos os procedimentos que sejam legalmente necessários para a aprovação da operação urbanística, na medida do possível, mesmo antes da entrada em vigor do novo PDM”, que permitirá a construção do empreendimento naquela zona.

O projeto abarca não só a construção da academia da Fundação Aga Khan – a ocupar 40 mil metros quadrados – como também habitação, um centro comercial, equipamentos de entretenimento, outros serviços, hotelaria e um parque de arte urbana “vasto” – previsto para 120 mil metros quadrados.

A empresa autora pelo projeto, a Promontório, garantiu ao Observador, através de um dos sócios, que o que está atualmente planeado “é equilibrado” e que respeita os condicionalismos da zona (que será revista no futuro PDM) e, acrescenta, “nem era possível de outra forma”.

Já a autarquia de Cascais considera “natural” que o Ministério do Ambiente não saiba da existência do plano, até porque, defende, “os terrenos (…) estão classificados no PDM de Cascais como terrenos urbanos e situam-se fora da área do Parque Natural Sintra-Cascais” e porque “o projeto não deu entrada no Departamento de Urbanismo da Câmara Municipal de Cascais”.

O acordo celebrado entre a autarquia, a Norfin (empresa proprietária dos terrenos) e a Fundação Aga Khan foi aprovado, em janeiro deste ano, em reunião da câmara com os votos contra do PS e da CDU e a abstenção da vereadora do movimento independente Ser Cascais. O projeto conta também com a oposição de um grupo de cidadãos que lançaram uma petição pública que, à data deste artigo, tem 1.503 assinaturas. Na página da petição, os seus autores colocaram um link para este vídeo, que dizem ser da zona para onde o projeto está previsto.

O PDM de Cascais está em fase final de revisão.»