Monday, June 20, 2016
Saturday, June 11, 2016
Acesso de bicicleta à Nova School of Business and Economics de Carcavelos
"Ex.mos Sr. Presidente e Sr. Chefe de Gabinete do Presidente
Li que a construção da faculdade NSBE será iniciada em breve. Suponho que no âmbito da sua construção também estejam incluídas as chamadas acessibilidades.
Pergunto por isso que eco teve a minha exposição feita há um ano atrás.
Em concreto, gostaria de saber se vai ser possível a todos aqueles que quiserem, independentemente da sua idade, deslocarem-se à NBSE de bicicleta, a partir dos pontos principais da sua zona de implementação (incluindo obviamente a estação da CP), seja por vias próprias, seja por vias onde a coexistência com o trânsito automóvel é garantida por meio de medidas sobejamente conhecidas pelos desenhadores urbanos. Ou se pelo contrário será perdida a oportunidade, e a NBSE se vai constituir como mais um polo de atração e geração de trânsito automóvel, a juntar à atual realidade do concelho."
Tuesday, June 07, 2016
Praias
Também teria ajudado a reter as areias se a areia que é arrastada para cima dos molhes da praia das Moitas e do Tamariz fosse removida periodicamente para o seu local de origem. Isto não acontece e, cada vez que há um temporal, uma porção grande de areia galga os molhes para o lado oposto, perdendo-se na praia seguinte.
Friday, June 03, 2016
Wednesday, June 01, 2016
Tuesday, May 24, 2016
Cascais vai substituir paralelipípedos durante a madrugada
Por LILIANA BORGES
Era uma vez no Castelinho. Quem tem medo dos fantasmas do Estoril?
Por João Pedro Pincha
Tuesday, April 26, 2016
A mediocridade da segurança pedonal no interior da Parede
Tuesday, April 19, 2016
Monday, April 11, 2016
Pedido à CMC para comprar Chalet Faial
Dr. Carlos Carreiras
C.c AMC e media
No seguimento das conferências “Entre Arquitetos. Raul Lino e a Arquitetura Portuguesa na 1ª Metade do Século XX”, em boa hora organizadas pela Câmara Municipal de Cascais, onde, naturalmente, a “Arquitectura de Veraneio” assume particular relevância no concelho de Cascais, marcando ainda de forma indelével o presente o mesmo;
Considerando que o Chalet Faial, sito na Alameda Duquesa de Palmela, nº 175, em Cascais, é um dos mais emblemáticos e carismáticos exemplares dessa arquitectura e que por essa razão está classificado como Monumento de Interesse Público, desde 2012 (http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/9571472);
Considerando que o Chalet Faial se encontra neste momento à venda pela ESTAMO (ver http://www.estamo.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=93&Itemid=183);
Somos a instar Vossa Excelência e a Câmara Municipal de Cascais a negociarem com a ESTAMO a aquisição do Chalet Faial, antes que este se degrade de forma irreversível e se perca a oportunidade de o resgatar do abandono e da degradação.
Estamos certos que o Chalet Faial dará, por exemplo, uma magnífica casa-museu da “Arquitectura de Veraneio em Cascais”, um projecto que seria pioneiro no país!
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Maria João Pinto, António Branco Almeida, Júlio Amorim e Fátima Castanheira
Foto: blogue hoje conhecemos
Thursday, February 11, 2016
Tuesday, February 09, 2016
Saturday, February 06, 2016
Mobilidade pedonal em Cascais
Agora vejamos o tratamento dado aos peões.
Ao mesmo tempo que noutras zonas do concelho, nomeadamente na Parede, se fazem intervenções para transformar lancis em rampas nos passeios (e bem), aqui o peão é presenteado com 3 degraus num curtíssimo espaço (alem de um contentor de lixo, logo para começar) . Isto depois de intervenção na zona, repito.
Tuesday, February 02, 2016
Mais um para a moda das obras clandestinas em Cascais?
No que foi o Instituto de Cegos Branco Rodrigues (ver história da casa aqui), após doação do terreno juntinho à Choupana, em São João do Estoril, à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, pelos donos da Quinta da Carreira (foto do edifício antes do incêndio que o assolou há um punhado de anos), parece que a moda das obras clandestinas continua, pois da placa que anuncia o futuro condomínio (e não é suposto a doação ter sido só para fins de beneficência, e reverter o terreno para os antigos donos em caso de alteração de uso, como é o caso?), vê-se zero sobre o licenciamento respectivo. A Oeste nada de novo...
Monday, February 01, 2016
Saturday, December 19, 2015
Inacreditável como a vergonha continua no Chalet Faial!
Thursday, December 03, 2015
Câmara de Cascais cria sistema de créditos para incentivar a participação
Por INÊS BOAVENTURA
Monday, November 23, 2015
Um hotel é um teatro
ALEXANDRA PRADO COELHO (texto) e ENRIC VIVES-RUBIO (Fotografia)
Thursday, November 05, 2015
Mobilidade pedonal em Cascais - um exemplo
O pavimento da rua foi renovado e o acesso do passeio a 2 passadeiras foi refeito em rampa e dotado de bom piso. Melhorias positivas.
Em boa parte do troço intervencionado, porém, o passeio é muito mau: é estreito, inclinado, com muitos obstáculos que o estreitam ainda mais. Nas horas de atividade dos restaurantes próximos, o passeio está sempre ocupado por automóveis. A velocidade desta rua é muito excessiva (apesar do sinal de 30km/h).
Apesar de tudo isto, esta intervenção deixou o passeio tal como estava, como documentam as fotografias abaixo e com exceção dos pontos exatos das passadeiras.
Assiste-se assim ao incrível de alguém com um carro de bebé ou cadeira de rodas poder agora atravessar melhor a rua, mas logo a seguir ter que circular pela estrada - e pelo meio da estrada, porque normalmente não pode sequer ir junto do medíocre passeio, pois está ocupado por carros. Será que os técnicos que desenham as nossas cidades alguma vez andaram a pé, empurrando carros de bebé ou cadeiras de rodas?
O passeio ficou portanto tal como estava, desconfortável, perigoso e grande parte do tempo indisponível, ao mesmo tempo que a velocidade na rua aumentou, pois o piso ficou melhor e o desenho da rua nada fez que induzisse menor velocidade.
É inacreditável como se faz um investimento na remodelação de uma rua, aparentando existir alguma preocupação com os peões (caso das passadeiras), mas o básico, e que salta à vista, fica no mesmo baixíssimo grau em que estava.
E não é por falta de espaço que tal aconteceu: como se pode ver nas fotografias, a rua é de sentido único e tem largura para pelo menos 2 carros lado a lado, e um passeio mais largo (poderia ser muito mais largo) não rouba espaço de estacionamento, pois ali é proibido estacionar (embora tal seja letra morta). Estreitar a faixa de rodagem, aliás, teria como consequência a redução de velocidade.
Também não foi certamente por falta de orçamento nem oportunidade: se se faz aquela intervenção nas passadeiras, como não fazer também, e com maior prioridade, o alargamento de um passeio em talvez 20 metros?
Julgo que infelizmente este caso ilustra o menosprezo que há em Cascais por quem precisa ou quer andar a pé.























