Monday, July 18, 2016
Friday, July 15, 2016
Protesto à CMC e à DGTF: Forte de Santo António da Barra (São João do Estoril) está completamente a saque
Dr. Carlos Carreiras
Exma. Senhora Directora-Geral
Dra. Elsa Roncon Santos
CC: PM, DGPC, AMC e media
Tivemos conhecimento do estado de abandono do Forte de Santo António da Barra, vulgo Forte de São João do Estoril, Imóvel de Interesse Público desde 1977 (Decretio nº 129/77, DR 1ª Série, nº 226) e obra emblemática da arquitectura militar de costa, da autoria do célebre engenheiro militar de Filipe I, Vicenzo Casale, com alterações durante o reinado de D. João IV; abandono e desprotecção de que dão conta as imagens que junto enviamos, retiradas da Net.
Serve o presente para apresentarmos o nosso protesto junto da Câmara Municipal de Cascais (CMC) e da Direcção-Feral do Tesouro e Finanças (DGFT), a quem recentemente o Ministério da Defesa Nacional passaram a responsabilidade de decidirem sobre a tutela deste Monumento.
Com efeito, é inaceitável que a CMC e a DGFT, independentemente de estarem ainda por definir sobre o futuro do Forte de Santo António da Barra, nomeadamente qual o seu destino/utilização, permitam que o mesmo esteja completamente "escancarado" ao vandalismo, ao roubo, ao estropiamento, o qual, segundo nos apercebemos, já começou.
Apelamos a V.Exas., para que sejam lestos nas tramitações dessa transferência e para que procedam a uma acção urgente de protecção do Monumento, selando todos as portas e janelas do mesmo, e instalando sistema de vigilância electrónica, bem como um serviço de ronda.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Fernando Boaventura, António Branco Almeida, Nuno Castelo-Branco, João Aníbal Henriques, Maria Ramalho, Diogo Pacheco de Amorim, António Santos Cristóvão, João Nuno Barbosa, Jorge Kreye, Manuel Valadas Preto, Fátima Castanheira
Monday, June 20, 2016
Saturday, June 11, 2016
Acesso de bicicleta à Nova School of Business and Economics de Carcavelos
"Ex.mos Sr. Presidente e Sr. Chefe de Gabinete do Presidente
Li que a construção da faculdade NSBE será iniciada em breve. Suponho que no âmbito da sua construção também estejam incluídas as chamadas acessibilidades.
Pergunto por isso que eco teve a minha exposição feita há um ano atrás.
Em concreto, gostaria de saber se vai ser possível a todos aqueles que quiserem, independentemente da sua idade, deslocarem-se à NBSE de bicicleta, a partir dos pontos principais da sua zona de implementação (incluindo obviamente a estação da CP), seja por vias próprias, seja por vias onde a coexistência com o trânsito automóvel é garantida por meio de medidas sobejamente conhecidas pelos desenhadores urbanos. Ou se pelo contrário será perdida a oportunidade, e a NBSE se vai constituir como mais um polo de atração e geração de trânsito automóvel, a juntar à atual realidade do concelho."
Tuesday, June 07, 2016
Praias
Também teria ajudado a reter as areias se a areia que é arrastada para cima dos molhes da praia das Moitas e do Tamariz fosse removida periodicamente para o seu local de origem. Isto não acontece e, cada vez que há um temporal, uma porção grande de areia galga os molhes para o lado oposto, perdendo-se na praia seguinte.
Friday, June 03, 2016
Wednesday, June 01, 2016
Tuesday, May 24, 2016
Cascais vai substituir paralelipípedos durante a madrugada
Por LILIANA BORGES
Era uma vez no Castelinho. Quem tem medo dos fantasmas do Estoril?
Por João Pedro Pincha
Tuesday, April 26, 2016
A mediocridade da segurança pedonal no interior da Parede
Tuesday, April 19, 2016
Monday, April 11, 2016
Pedido à CMC para comprar Chalet Faial
Dr. Carlos Carreiras
C.c AMC e media
No seguimento das conferências “Entre Arquitetos. Raul Lino e a Arquitetura Portuguesa na 1ª Metade do Século XX”, em boa hora organizadas pela Câmara Municipal de Cascais, onde, naturalmente, a “Arquitectura de Veraneio” assume particular relevância no concelho de Cascais, marcando ainda de forma indelével o presente o mesmo;
Considerando que o Chalet Faial, sito na Alameda Duquesa de Palmela, nº 175, em Cascais, é um dos mais emblemáticos e carismáticos exemplares dessa arquitectura e que por essa razão está classificado como Monumento de Interesse Público, desde 2012 (http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/9571472);
Considerando que o Chalet Faial se encontra neste momento à venda pela ESTAMO (ver http://www.estamo.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=93&Itemid=183);
Somos a instar Vossa Excelência e a Câmara Municipal de Cascais a negociarem com a ESTAMO a aquisição do Chalet Faial, antes que este se degrade de forma irreversível e se perca a oportunidade de o resgatar do abandono e da degradação.
Estamos certos que o Chalet Faial dará, por exemplo, uma magnífica casa-museu da “Arquitectura de Veraneio em Cascais”, um projecto que seria pioneiro no país!
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Maria João Pinto, António Branco Almeida, Júlio Amorim e Fátima Castanheira
Foto: blogue hoje conhecemos
Thursday, February 11, 2016
Tuesday, February 09, 2016
Saturday, February 06, 2016
Mobilidade pedonal em Cascais
Agora vejamos o tratamento dado aos peões.
Ao mesmo tempo que noutras zonas do concelho, nomeadamente na Parede, se fazem intervenções para transformar lancis em rampas nos passeios (e bem), aqui o peão é presenteado com 3 degraus num curtíssimo espaço (alem de um contentor de lixo, logo para começar) . Isto depois de intervenção na zona, repito.
Tuesday, February 02, 2016
Mais um para a moda das obras clandestinas em Cascais?
No que foi o Instituto de Cegos Branco Rodrigues (ver história da casa aqui), após doação do terreno juntinho à Choupana, em São João do Estoril, à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, pelos donos da Quinta da Carreira (foto do edifício antes do incêndio que o assolou há um punhado de anos), parece que a moda das obras clandestinas continua, pois da placa que anuncia o futuro condomínio (e não é suposto a doação ter sido só para fins de beneficência, e reverter o terreno para os antigos donos em caso de alteração de uso, como é o caso?), vê-se zero sobre o licenciamento respectivo. A Oeste nada de novo...
Monday, February 01, 2016
Saturday, December 19, 2015
Inacreditável como a vergonha continua no Chalet Faial!
Thursday, December 03, 2015
Câmara de Cascais cria sistema de créditos para incentivar a participação
Por INÊS BOAVENTURA
Monday, November 23, 2015
Um hotel é um teatro
ALEXANDRA PRADO COELHO (texto) e ENRIC VIVES-RUBIO (Fotografia)
Thursday, November 05, 2015
Mobilidade pedonal em Cascais - um exemplo
O pavimento da rua foi renovado e o acesso do passeio a 2 passadeiras foi refeito em rampa e dotado de bom piso. Melhorias positivas.
Em boa parte do troço intervencionado, porém, o passeio é muito mau: é estreito, inclinado, com muitos obstáculos que o estreitam ainda mais. Nas horas de atividade dos restaurantes próximos, o passeio está sempre ocupado por automóveis. A velocidade desta rua é muito excessiva (apesar do sinal de 30km/h).
Apesar de tudo isto, esta intervenção deixou o passeio tal como estava, como documentam as fotografias abaixo e com exceção dos pontos exatos das passadeiras.
Assiste-se assim ao incrível de alguém com um carro de bebé ou cadeira de rodas poder agora atravessar melhor a rua, mas logo a seguir ter que circular pela estrada - e pelo meio da estrada, porque normalmente não pode sequer ir junto do medíocre passeio, pois está ocupado por carros. Será que os técnicos que desenham as nossas cidades alguma vez andaram a pé, empurrando carros de bebé ou cadeiras de rodas?
O passeio ficou portanto tal como estava, desconfortável, perigoso e grande parte do tempo indisponível, ao mesmo tempo que a velocidade na rua aumentou, pois o piso ficou melhor e o desenho da rua nada fez que induzisse menor velocidade.
É inacreditável como se faz um investimento na remodelação de uma rua, aparentando existir alguma preocupação com os peões (caso das passadeiras), mas o básico, e que salta à vista, fica no mesmo baixíssimo grau em que estava.
E não é por falta de espaço que tal aconteceu: como se pode ver nas fotografias, a rua é de sentido único e tem largura para pelo menos 2 carros lado a lado, e um passeio mais largo (poderia ser muito mais largo) não rouba espaço de estacionamento, pois ali é proibido estacionar (embora tal seja letra morta). Estreitar a faixa de rodagem, aliás, teria como consequência a redução de velocidade.
Também não foi certamente por falta de orçamento nem oportunidade: se se faz aquela intervenção nas passadeiras, como não fazer também, e com maior prioridade, o alargamento de um passeio em talvez 20 metros?
Julgo que infelizmente este caso ilustra o menosprezo que há em Cascais por quem precisa ou quer andar a pé.
Friday, October 23, 2015
Thursday, October 08, 2015
Câmara de Cascais compra antigo hospital da vila por 3,5 milhões
Por MARISA SOARES
«Ainda não está definido o destino a dar ao imóvel, mas em princípio será para fins sociais. [...]»
Wednesday, October 07, 2015
Proteção dos peões pela CMC
O passeio poderia e deveria estar há muito reposto. Deveria haver o maior cuidado para minimizar o tempo de indisponibilidade do passeio, mas isso não acontece. Para o empreiteiro, e sem qualquer pressão da Câmara, o passeio é sua última preocupação. Enquanto a obra decorre, é um seu domínio tal como o estaleiro.
A Câmara deveria velar pelas boas condições de circulação na via pública, nomeadamente em situações de obras, fiscalizando o tempo de ocupação e sua reposição. E fá-lo quando se trata de circulação automóvel. Nesse casos, os cortes são os mínimos possíveis. Não o faz, porém, quando se trata dos utilizadores mais vulneráveis do espaço público. E isto apesar de a CMC já ter sido alertada por 2 vezes sobre esta situação, em agosto e em setembro, sem nenhum resultado.
Tratasse-se este de um caso isolado, e não seria notícia. Infelizmente, é um exemplo da quase nula importância que é dada pela CMC aos munícipes que querem ou têm que andar a pé nas ruas do concelho.
Hablas serio, ABC?
Tuesday, September 22, 2015
«Sob o lema “Património Industrial e Técnico”, a Câmara Municipal de Cascais assinala, de 26 a 27 de setembro, as Jornadas Europeias do Património cujo ponto alto será a apresentação do vídeo “Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes”, património cultural imaterial classificado este ano como de interesse municipal.
Sabia que em Cascais existem Cetárias datadas da época romana? Ou que o Marégrafo de Cascais é o único sistema mecânico/analógico no mundo inteiro a registar diariamente, desde 1882, a evolução das marés?
Estas são duas curiosidades a revelar durante o programa de acesso gratuito com que Cascais assinala as Jornadas Europeias do Património. Das atividades previstas fazem parte uma visita guiada às dunas da Cresmina (inscrições a partir de dia 21.09), uma rota pedestre pelas quatro tipologias de moinhos existentes em Alcabideche e ainda a Conferência “Guitarras Portuguesas construídas em Santa Cruz - Ilhas, Goa, entre as décadas de 1885 e 1950” por Dr. Manuel Morais.
Iniciativa anual do Conselho da Europa e da União Europeia, as Jornadas Europeias do Património visam sensibilizar os cidadãos para a importância da salvaguarda do Património como testemunho do passado. O tema deste ano coincide com a comemoração do Ano Europeu do Património Industrial e Técnico, aludindo ao vasto conjunto do património presente no nosso quotidiano, como fábricas, pontes, moinhos, linhas de caminho-de-ferro, entre outras realizações da indústria e da técnica, alguns ainda em uso e outros abandonados ou já reutilizados, mas todos testemunho do engenho e criatividade de gerações passadas.
Programa
26 de setembro de 2015
Apresentação do vídeo “Mini documentário sobre a Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes”
16h00 | Igreja dos Navegantes
Pela sua história, a Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes assume papel destacado no Plano Estratégico para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial de Cascais, atualmente em curso. A proposta de Classificação da Procissão de N.ª S.ª dos Navegantes como Património Cultural Imaterial de Interesse Municipal, aprovada em sessão de Câmara, em abril de 2015, refere que “a Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes constitui uma manifestação de cultura popular tradicional que dignifica a memória coletiva e enaltece a especificidade da identidade local, merecendo, assim, ser devidamente estimada, preservada e apreciada”. É essa memória que se quer agora preservada em registo audiovisual.
Organização: Câmara Municipal Cascais. Divisão de Arquivos Municipais
Informações: Núcleo do Património Histórico-Cultural | 21 481 53 45
(Participação condicionada à lotação da sala)
Das 15h00 às 18h00 | Visita guiada “Património Industrial e Técnico. Das técnicas tradicionais à tecnologia de ponta (séc. XIX e séc. XX)”
A Câmara Municipal de Cascais e o Bairro dos Museus promovem uma visita guiada a alguns elementos patrimoniais que se encontram presentes no quotidiano e que testemunham o engenho e criatividade de gerações passadas. A visita passa pelas Cetárias (Rua Marques Leal Pancada), datadas da época romana, Marégrafo de Cascais - onde será possível observar o único sistema mecânico a nível mundial que regista diariamente, e desde 1882, a evolução das marés - e pelo Farol-Museu de Santa Marta, que conjuga espaços de cultura e lazer com as funções de sinalização costeira.
Local de encontro: Edifício dos Paços do Concelho
Organização: Câmara Municipal Cascais e Bairro dos Museus
Informações e inscrições: Núcleo do Património Histórico-Cultural
Inscrições a partir de 21 de setembro (10h00-13h00 | 14h00-17h00) para o nº 21 481 53 02
27 de setembro de 2015
Das 10h00 às 13h00 | Roteiros do Património Concelhio: “Património Histórico e Natural - Orla Costeira/Cresmina”, Visita guiada por Mário Lisboa (CMC), Margarida Ferreira e Sara Saraiva (Cascais Ambiente)
As dunas da Cresmina - Guincho são uma pequena parcela do complexo dunar Guincho-Oitavos, localizado no Parque Natural de Sintra-Cascais. Será neste ambiente que decorrerá o próximo roteiro sobre património histórico e natural de Cascais. Par além de dar a conhecer a vegetação costeira e fauna destas dunas e arribas, este percurso abordará também os fenómenos geológicos e os acontecimentos históricos que marcam até hoje o local.
Local de encontro: Centro Cultural de Cascais, Av. Humberto II de Itália
Organização e colaboração: CMC. Divisão de Arquivos Municipais | Cascais Ambientev
Inscrições: a partir de 21 de setembro (10h00-13h00 | 14h00-17h00) para os nº 21 481 53 41/45
Das 09h30 às 13h00 | Rota dos Moinhos - Passeio Pedestre
Moinho de Armação - tipo Americano. Alcabideche
O Moinho de Armação promoverá uma rota pedestre pelas quatro tipologias de moinhos existentes em Alcabideche, pelo que estará aberto a todos os que queiram participar no circuito pedonal que terá a duração aproximada de quatro horas num percurso de cerca de 8 km.
Organização: CMC. Divisão de Animação e Patrimónios Culturais / Moinho de Armação
Informações e inscrições: Sujeito a marcação prévia até à semana anterior da atividade das 9h às 13h e das 14h às 17h para o n.º 21 481 59 42 | Moinho.armacao@cm-cascais.pt
16h00 | Conferência “Guitarras Portuguesas construídas em Santa Cruz - Ilhas, Goa, entre as décadas de 1885 e 1950” por Dr. Manuel Morais | Museu da Música Portuguesa-Casa Verdades de Faria. Av. de Sabóia, n.º 1146. Monte Estoril
Apresentação do trabalho de investigação sobre Guitarras portuguesas construídas em Santa Cruz – Ilhas, Goa. O investigador encontrou neste Estado Indiano um grande número de Guitarras, construídas por violeiros de origem portuguesa, bens patrimoniais que são testemunho da presença portuguesa no mundo. Atualmente, apesar do desaparecimento desta indústria artesanal, há um grupo muito significativo de guitarristas goeses que fazem uso de instrumentos históricos, tocando quase diariamente em hotéis e bares divulgando a guitarra portuguesa, bem como o nosso Fado.
Organização: CMC | Bairro dos Museus / Museu da Música Portuguesa
Informações e inscrições: Museu da Música Portuguesa - Casa Verdades de Faria | 21 481 59 04 / 05 | mmp@cm-cascais.pt»












































