Saturday, April 29, 2017
Thursday, April 20, 2017
Invasão de de terreno privado pela Câmara Municipal de Cascais!
«Caros Senhores/as,
Esta manhã [5 de Abril] pelas 9.30, vários funcionários da Camara Municipal de Cascais, invadiram um terreno privado, sito nas traseiras do Mercado municipal de Cascais, com uma grande máquina recto-escavadora, tendo para o efeito derrubado/arrancado as vedações privadas do terreno, bem como o sinal de proibição de estacionar, sito na entrada do mesmo. Com o apoio de agentes da Policia Municipal e várias outras viaturas municipais.
Segundo sabemos, este terreno, propriedade do edifício adjacente, é motivo de disputa antiga entre os dois intervenientes. Todavia sendo propriedade dos coproprietários do referido edifício.
Como agora se comprova, e na falta de qualquer legitimidade para assim proceder, a CMC, aparentemente, decidiu e contra o estado de direito, em que supostamente vivemos, tomar posse "manu militari" do referido terreno, contra as leis que salvaguardam o direito de propriedade no nosso País.
Depois de chamada ao local a PSP, estes conversaram, e aparentemente abandonaram o local, tendo todavia deixado no interior do mesmo a dita máquina recto-escavadora (para próximas intervenções) e deixado derrubadas as vedações metálicas privadas.
Vimos por este meio solicitar o v/apoio e denuncia, para que esta violação ao direito básico de propriedade de alguns munícipes do centro de Cascais, não continue impunemente.
Que executivo camarário (PSD/CDS) é este que perpetra tamanho abuso à propriedade privada e às leis deste País ?
Isto não pode continuar !
Na esperança da v/ajuda,
os melhores cumprimentos,
MJA»
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«Ex.mos Senhores,
Ontem [8 de Abril] e hoje, funcionários do dept. obras da CMC, vieram, depois da invasão do dito terreno e propriedade privada do edifício adjacente, alcatroar e marcar 47 novos lugares de estacionamento, tendo inclusive tal efectuado em frente à porta de saída do edifício para a rua, o que a partir do momento que venham a aí estacionar carros, impedirá em absoluto a saída de todo e qualquer morador para o nosso terreno e via publica.
Ou seja, a Camara Municipal de Cascais, além de invadir uma propriedade privada, que sempre esteve na posse dos seus verdadeiros e legais proprietários, agora inclusive pretende, via a esta ocupação abusiva, e mediante as vedações municipais colocadas, impedir os verdadeiros proprietários, o acesso ao Centro de Cascais.
Vimos por este meio solicitar o v/apoio e denuncia, para que esta violação ao direito básico de propriedade de alguns munícipes do centro de Cascais, não continue impunemente.[...]»
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«Ex.mos Senhores,
Muito obrigado pela v/publicação desta grave violação da propriedade privada, pela autarquia de Cascais.
Faz-nos recordar o caso do terreno "expropriado" perto da praia de Carcavelos....
Junto enviamos fotos do (agora) estacionamento publico em terreno privado, marcado pela CMC, no local.
Bem como cópia da sentença, afim de poderem verificar que aquilo que afirmamos é verdadeiro:
Os coproprietários do edifício adjacente são os legais proprietários de todo o terreno, embora o Tribunal reconheça à autarquia o direito de ocupar apenas a parte onde prestam serviço publico de estacionamento pago, na parte que ocupam desde Novembro de 2002, e que todos os visitantes do Mercado de Cascais conhecem muito bem - não a pequena parcela adjacente ao edifício e que sempre foi ocupada pelos seus coproprietários. [...]»
Monday, April 17, 2017
Muchaxo em grande, hein?
Wednesday, April 05, 2017
Friday, March 31, 2017
Tuesday, March 14, 2017
Thursday, February 16, 2017
Thursday, January 05, 2017
Monday, November 28, 2016
Mais um monumento ao "patobravismo" em versão "forrado a chapa".
Tuesday, November 22, 2016
Ao lado da finanças...
As operações urbanísticas a executar no espaço central histórico devem contribuir para o reforço da imagem global destas áreas históricas e para o enriquecimento progressivo das suas características morfológicas, designadamente da estrutura urbana, espaço público, formas de agregação, tipologias construídas, materiais de revestimento, cromatismo, ritmos e dimensões de vãos.(PDM)
Nas obras de reabilitação, ainda que prevejam a demolição interior, total ou parcial, deverá optar -se pela conservação da fachada principal e demais elementos estruturais ou decorativos de valor inquestionável ou que constituam um contributo para a caracterização do conjunto onde se inserem.(PDM)
TEM DIAS...
JFragoso»
Monday, November 21, 2016
Tuesday, November 15, 2016
Obrigado, CMC, mas é coisa muito pouca anunciar-se somente a manutenção da fachada...
In Diário Imobiliário (13.11.2016)
...
Obrigado, CMC, mas desculpem lá uma coisinha: então se o edifício não está em perigo de cair pq o vão demolir por dentro e, em vez, não o reabilitam? O tal centro de artes não é compatível com a actual compartimentação do Cruzeiro? Balelas. Manter a fachada? E vêm caixotes em vidro como os estilo Polis em frente à cidadela de Cascais, é? Bah!
Fotos: Ruin'Arte
Tuesday, October 25, 2016
Thursday, October 20, 2016
Monday, September 26, 2016
Saturday, September 17, 2016
A injusta repartição do espaço público em Cascais
Tuesday, September 06, 2016
Monday, September 05, 2016
Escavadoras nas dunas protegidas de Cascais
Exmºs responsáveis pela "Cascais Ambiente"
É com muito desagrado e tristeza que comunico e dou conhecimento a outros interessados desta situação que coloca em causa uns dos maiores valores que o nosso concelho possui.
Desde que foram colocados os passadiços nas dunas na zona do Guincho e da Cresmina, em pleno Parque Natural Sintra-Cascais, que é recorrente a realização de acções de manutenção dos mesmos de forma extremamente negativa para as dunas, afectando directamente os valores que a Cascais Ambiente diz preservar.
Os passadiços tornaram-se mais um cartão turístico do que uma medida de preservação dos ecossistemas, tendo potenciado uma enorme pressão de pessoas nestas áreas e a necessidade da sua manutenção por meios pesados. Para além disso, o passadiço que se encontra junto à Estrada do Guincho (N 247) afecta o normal funcionamento do sistema dunar que, como se sabe, depende das areais da praia do Guincho que neste momento encontram um obstáculo incontornável.
Perante esta situação exige-se que a "Cascais Ambiente" proceda à avaliação dos custos em termos ambientais da manutenção destes passadiços que estão sempre a ser alvo de desaterro através de meios profundamente desadequados como o que se observa na foto e que programe, com o máximo de urgência, o desmantelamento do passadiço junto da Estrada do Guincho.
Com os melhores cumprimentos aguardando esclarecimentos sobre este assunto
Maria Ramalho



















































