Sunday, June 04, 2017

AUTÓDROMO DO ESTORIL-Curiosidade.


Chegado por e-mail:

«Decorria o ano de 1971, era eu colaborador em média empresa com valências diversas no apoio às grandes construtoras do nosso país.
Era necessário completar os trabalhos das bancadas do autódromo,para a inauguração.
Os serviços comerciais da empresa,foram contatados para que algum técnico,fosse à Autodril em Lisboa,para falar com o Arq.to Robinstein.
Fui falar com o sr. Arq.to, que me explicou:
"Toda a costrução em betão armado das bancadas estão executadas,exceto a cobertura,a qual não foi executada em igual construção,que não foi concluida apesar de projetada".
Assim,seria necessário um projeto em solução metálica,pelo que, pedi-lhe o plano da geometria da solução projetada.
Executei 2 estudos de soluções,uma com a geometria e outra com solução mais airosa.O Arq.to escolheu a mais airosa.
A Autodril,aprovou a proposta apresentada,incluindo projeto,fabrico e montagem,com exceção de custos adicionais da metalização das estruturas metálicas.
Recordo as grandes dificuldades de montagem das chapas da cobertura,devido aos ventos na zona.
A cobertura foi posteriormente substituida quando da requalificação do Autódromo,por igual formato em construção tubolar,mas bem airosa e bonita.

Nota: A razão do mau estado das estruturas metálicas, que o LNEC detetou risco de colapso,foi a corrosão do ar maritimo e o fato da não aceitação da metalizaçao pela Autodril.

Cumprimentos

Laranjeira Dinis»

foto: Diário Imobiliário

Friday, June 02, 2017

Thursday, June 01, 2017

7 de Junho - Conversas sobre as origens do Monte Estoril


Evento criado por José Santos Fernandes

Quarta-feira, 7 de Junho às 18:00 - 20:00

Belmonte Lounge Bar
Avenida São Pedro, 14, Monte Estoril

Wednesday, May 17, 2017

O esqueleto corrupto do ex-futuro-Nau foi abaixo e muito bem, mas...


Mas isto está assim até quando? Não havia promessa de projecto XPTO? Isto assim é que não vale.
Fotos: Manuela Guerra, in Facebook

Tuesday, May 16, 2017

E pronto, agora é o princípio do fim...


Ou como... porque raio é que Norte Júnior fez esta coisa para as cocheiras de Santos Jorge? Pérolas a porcos


Foto de Luis Beethoven in Facebook

Tuesday, May 09, 2017

Peão desprezado nas obras da Rua Machado dos Santos, Parede

As obras em frente do Clube Nacional de Ginástica foram inauguradas pela CMC. No Facebook a obra foi apresentada com referências a "novos passeios, passadeiras adequadas à circulação de pessoas com mobilidade condicionada" e um placard na rua refere "qualidade/segurança/espaço público".



A realidade para os peões, porém, é esta: as rampas de acesso às passadeiras servem para os carros não danificarem jantes e pneus, ao estacionarem num passeio agora maior que antes.
A verdadeira prioridade dada aos peões pela Câmara de Cascais é esta.





Thursday, April 20, 2017

Invasão de de terreno privado pela Câmara Municipal de Cascais!


Chegado por e-mail:

«Caros Senhores/as,
Esta manhã [5 de Abril] pelas 9.30, vários funcionários da Camara Municipal de Cascais, invadiram um terreno privado, sito nas traseiras do Mercado municipal de Cascais, com uma grande máquina recto-escavadora, tendo para o efeito derrubado/arrancado as vedações privadas do terreno, bem como o sinal de proibição de estacionar, sito na entrada do mesmo. Com o apoio de agentes da Policia Municipal e várias outras viaturas municipais.
Segundo sabemos, este terreno, propriedade do edifício adjacente, é motivo de disputa antiga entre os dois intervenientes. Todavia sendo propriedade dos coproprietários do referido edifício.
Como agora se comprova, e na falta de qualquer legitimidade para assim proceder, a CMC, aparentemente, decidiu e contra o estado de direito, em que supostamente vivemos, tomar posse "manu militari" do referido terreno, contra as leis que salvaguardam o direito de propriedade no nosso País.
Depois de chamada ao local a PSP, estes conversaram, e aparentemente abandonaram o local, tendo todavia deixado no interior do mesmo a dita máquina recto-escavadora (para próximas intervenções) e deixado derrubadas as vedações metálicas privadas.
Vimos por este meio solicitar o v/apoio e denuncia, para que esta violação ao direito básico de propriedade de alguns munícipes do centro de Cascais, não continue impunemente.
Que executivo camarário (PSD/CDS) é este que perpetra tamanho abuso à propriedade privada e às leis deste País ?
Isto não pode continuar !
Na esperança da v/ajuda,
os melhores cumprimentos,
MJA»

...

«Ex.mos Senhores,
Ontem [8 de Abril] e hoje, funcionários do dept. obras da CMC, vieram, depois da invasão do dito terreno e propriedade privada do edifício adjacente, alcatroar e marcar 47 novos lugares de estacionamento, tendo inclusive tal efectuado em frente à porta de saída do edifício para a rua, o que a partir do momento que venham a aí estacionar carros, impedirá em absoluto a saída de todo e qualquer morador para o nosso terreno e via publica.
Ou seja, a Camara Municipal de Cascais, além de invadir uma propriedade privada, que sempre esteve na posse dos seus verdadeiros e legais proprietários, agora inclusive pretende, via a esta ocupação abusiva, e mediante as vedações municipais colocadas, impedir os verdadeiros proprietários, o acesso ao Centro de Cascais.
Vimos por este meio solicitar o v/apoio e denuncia, para que esta violação ao direito básico de propriedade de alguns munícipes do centro de Cascais, não continue impunemente.[...]»

...

«Ex.mos Senhores,
Muito obrigado pela v/publicação desta grave violação da propriedade privada, pela autarquia de Cascais.
Faz-nos recordar o caso do terreno "expropriado" perto da praia de Carcavelos....
Junto enviamos fotos do (agora) estacionamento publico em terreno privado, marcado pela CMC, no local.
Bem como cópia da sentença, afim de poderem verificar que aquilo que afirmamos é verdadeiro:
Os coproprietários do edifício adjacente são os legais proprietários de todo o terreno, embora o Tribunal reconheça à autarquia o direito de ocupar apenas a parte onde prestam serviço publico de estacionamento pago, na parte que ocupam desde Novembro de 2002, e que todos os visitantes do Mercado de Cascais conhecem muito bem - não a pequena parcela adjacente ao edifício e que sempre foi ocupada pelos seus coproprietários. [...]»

Monday, April 17, 2017

Muchaxo em grande, hein?


Isto é tudo mto.bonito mas o Muchaxo pode construir assim em cima da arriba??? E vem aí o qê, alguém viu o projecto? Barraco amarquisado e de betão?? E o PNSC? Bah!

Tuesday, March 14, 2017


Thursday, February 16, 2017

Monday, November 28, 2016

Mais um monumento ao "patobravismo" em versão "forrado a chapa".


Mau mau, então a cércea do "novo Bauhaus" não vai acompanhar a inclinação da Avenida Sabóia, conforme estava estipulado? E visto da Marginal é quase tão mono, ainda que espelhado, quanto o que lá está?? Mais uma machadada em prol do "parque periférico" de Lisboa... Tenho muita pena que ninguém se mexa, não tanto pela perda de vistas que o novo empreendimento lhes possa tirar mas porque é mais um passo na direcção errada. Mas quem corre por gosto não cansa.

Tuesday, November 22, 2016

Ao lado da finanças...


Chegado por e-mail: «OLHA!

As operações urbanísticas a executar no espaço central histórico devem contribuir para o reforço da imagem global destas áreas históricas e para o enriquecimento progressivo das suas características morfológicas, designadamente da estrutura urbana, espaço público, formas de agregação, tipologias construídas, materiais de revestimento, cromatismo, ritmos e dimensões de vãos.(PDM)

Nas obras de reabilitação, ainda que prevejam a demolição interior, total ou parcial, deverá optar -se pela conservação da fachada principal e demais elementos estruturais ou decorativos de valor inquestionável ou que constituam um contributo para a caracterização do conjunto onde se inserem.(PDM)

TEM DIAS...

JFragoso»

Monday, November 21, 2016

Uau, celebremos!


In Site da Câmara Municipal de Cascais:

«A5 tem nova saída

A construção da autoestrada chegou a Cascais em 1991 e o último troço ficou agora concluído, 25 anos depois. Foi assim criada uma rotunda no final da A5, a partir da qual saem duas ramificações: uma em direcção a norte do concelho, que afetará a Aldeia do Juso e a Charneca; e outra para sul, que irá servir as localidades de Birre, Torre, Areia, Quinta da Marinha, Guincho, entre outras.

O valor global da obra foi de 600 mil euros, assumidos pelo orçamento da Câmara Municipal de Cascais. Segundo o presidente Carlos Carreiras, isto foi possível "graças a termos uma situação financeira estável, o que nos permite resolver estes problemas e constrangimentos."

Joana Rodrigues, moradora na Charneca, explica que "o nó da A5 era um caos. Estudo no Estoril e demorava imenso tempo para chegar à faculdade. Perdia 20 minutos só para entrar na autoestrada. Agora, vai ser num instante." Vasco Pereira "demorava meia hora de manhã, só para levar a minha filha à escola, em três ou quatro quilómetros. Agora, vão ser sete minutos. Estas são melhorias muito boas e significativas. Queremos qualidade de vida na vila de Cascais, aqui tão perto do centro." Para Conceição Martins, moradora no Zambujeiro, "foi a melhor coisa que podiam ter feito aqui. Ao sair da Aldeia de Juso, apanhávamos logo filas de automóveis. Isto agora vai ser muito bom."

A A5 é a mais antiga autoestrada portuguesa, cujo primeiro troço foi inaugurado em 1944, e é também a mais movimentada, com 65 mil viaturas em circulação diariamente, ao longo de 25 quilómetros. Logo após a inauguração, foi possível passar a utilizar a nova saída da autoestrada.

"Temos feito melhorias em vários constragimentos a nível rodoviário", afirmou Carlos Carreiras, "como na ligação da Adroana a Manique, na circular interna de Manique, e na outra saída da A5, em São Domingos de Rana, no nó de Carcavelos, em direcção à Abóboda, Tires, Trajouce e Talaíde. Muitos cidadãos passavam horas infindas no trânsito, numa perda de tempo absoluta. Agora, podem chegar a casa mais cedo, consumindo menos combustível."

O presidente da Câmara Municipal de Cascais lembrou ainda que o aumento dos níveis de mobilidade no concelho "é uma estratégia que definimos como fundamental. Esta obra integra-se nessa estratégia, de melhoria da rede rodoviária de aposta nos transportes públicos (incluindo o aumento do estacionamento junto às estações e zonas que lhes são periféricas) e na mobilidade suave, com um forte investimento, quer em número de bicicletas partilhadas, quer em quilómetros de ciclovias."

A rotunda onde se dividem as duas saídas (norte e sul) tem o nome de Delfim Santos, um filósofo, pedagogo, escritor e professor universitário português, que habitou nessa zona.»