Friday, August 21, 2015

A CMC não se interessa que reponham o friso de azulejos Arte Nova?



Esta moradia em São João do Estoril, sobre a Azarujinha, era assim antes das obras que estão prestes a terminar. Foi rebocada a cimento, perfis de pvc e pintada de branco. Como se isso não bastasse, os azulejos desapareceram? Não voltam, é? E a CMC, não quer saber, é?

Thursday, August 20, 2015

Desafectações são mais que muitas, vem aí construção


Alteração da delimitação da Reserva Ecológica Nacional para o município de Cascais, ontem publicada: https://dre.pt/application/file/70050415.

Monday, August 03, 2015

Temia-se o pior, saiu-nos o melhor:


Temia-se o pior, saiu-nos o melhor. Obrigado à CMC e a quem fez e implementou o projecto de requalificação da escada de acesso ao largo da estação do Monte Estoril. Está MUITO BOM! E um dia, se se quiser desenterrar a escada original, ela está lá por trás. Mas está um belo de um arranjo, da escada e de todo o largo, assim como do remate do novo Atlântico, ao detalhe. Agora só falta mesmo cuidar da bela estação da CP, designadamente aquele estaminé inqualificável que se auto-intitula de café. Parabéns, CMC, e FORÇA!


(fotos: TMS)

Thursday, July 30, 2015

Assembleia Municipal de Cascais aprova compra do Autódromo do Estoril


In Observador (30.7.2015)
Por Manuel Moura/LUSA

«Foi aprovada na quarta-feira à noite a compra do Autódromo do Estoril pelo município por quase cinco milhões de euros.

A assembleia municipal de Cascais aprovou, na quarta-feira à noite, a compra do Autódromo do Estoril pelo município por quase cinco milhões de euros, para potenciar a atividade económica local, atrair mais turistas e criar emprego. A proposta foi aprovada pela maioria PSD/CDS-PP, mas mereceu os votos contra da oposição (PS, CDU, BE e movimento independente Ser Cascais).

Para o PS, o modelo de investimento previsto para o Autódromo assusta e considera que a autarquia está a servir de muleta à administração central. A CDU questionou os motivos da compra do equipamento, considerando o negócio “pouco transparente” e que “não há argumento válido para que a câmara se substitua ao Estado para gerir um enorme elefante branco”.

Já o Ser Cascais alertou para os custos acrescidos aos valores anunciados no investimento, considerando a compra como “um grande esforço financeiro”. O Bloco de Esquerda considerou a compra do Autódromo como um “mau negócio” e que “vai hipotecar o município por mais de uma década”.

O presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, sublinhou que o valor da compra “é baixo” e que o equipamento é importante para o concelho, uma vez que “tem valências que não têm sido exploradas”. De acordo com a proposta, para o espaço (comprado por 4,921 milhões de euros), a autarquia admite a possibilidade de instalar um kartódromo e um autódromo virtual e incluí-lo num museu dedicado ao motor que integre oficinas especializadas em veículos clássicos e contemporâneos.

Além disso, acrescenta, é ainda possível instalar uma pista dedicada ao ensino, formação e capacitação em segurança rodoviária e testes de segurança, bem como criar um centro de investigação de desenvolvimento da indústria automóvel e das suas formas de interação com as cidades e o ambiente.

A autarquia informa ainda que tem já um entendimento com a Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, bem como com a Federação Motociclismo Portugal, para obter os seus contributos na futura programação e dimensão desportiva do autódromo.

A Câmara de Cascais considera ainda que o Autódromo do Estoril será “um potencial centro de excelência para a dinamização de testes para as principais equipas de motociclismo e automobilismo”, adiantando que há já várias personalidades dispostas a “fazer a ponte” com instituições internacionais para a captação de provas internacionais.»

Saturday, July 11, 2015

PDM de Cascais suspenso


In Expresso Online (11.7.2015)
Por Raquel Moleiro

«O Plano Diretor Municipal de Cascais, aprovado em junho, foi suspenso pelo Tribunal Administrativo de Sintra na sequência de uma providência cautelar apresentada por duas empresas de gestão imobiliária

O Plano Diretor Municipal (PDM) de Cascais foi suspenso pelo Tribunal Administrativo de Sintra, que aceitou os fundamentos da providência cautelar apresentada por duas empresas de gestão imobiliária detentoras de terrenos em Caparide, Carcavelos e Alcabideche.

A Câmara Municipal de Cascais tem dez dias após a decisão para contra-argumentar. Ao Expresso, o gabinete de imprensa da autarquia esclarece que "a aprovação do PDM cumpriu todos os preceitos e procedimentos legais e está em vigor desde o dia 30 de Junho". Explica ainda que "a estratégia municipal, que está consignada no PDM, passa por conter os perímetros urbanos e não permitir a expansão habitacional, privilegiando a salvaguarda dos recursos naturais, a requalificação e regeneração do perímetros urbanos consolidados".

A proposta final do PDM foi aprovada em Assembleia Municipal por maioria simples (19 votos a favor e 18 contra) a 25 de Junho de 2015. De acordo com os requerentes da providência cautelar, na sequência das alterações aprovadas, a nova carta de qualificação dos solos proíbe a construção - até agora permitida - em todos os terrenos detidos pelas duas empresas - Brasfer e Quinta do Junqueiro - o que, alegam "provoca um desajustado prejuízo patrimonial”.

Um dos terrenos em causa, localizado em Carcavelos, junto ao mar, é atualmente alvo de litígio judicial na sequência do processo de expropriação desencadeado pela Câmara de Cascais para efeitos da instalação do Campus da Nova School of Business ans Economics, no concelho.

Durante a fase de discussão do PDM, as empresas de gestão imobiliária apresentaram uma reclamação à câmara “que foi desconsiderada em absoluto”, dizem. Avançaram então para a impugnação directa do PDM, alegando que está “viciado de várias ilegalidades”.»

Wednesday, July 08, 2015

MONO da Estação

Alguém sabe o que se passa com as obras?
Estão paradas há cerca de mês e meio. e tiraram os andaimes esta semana.
Consta, em conversa de caserna, que a demolição ultrapassou um andar em relação ao previsto e que teria que ser reposto. Será?
Aqui fica o aspecto actual.


Tuesday, July 07, 2015

Thursday, July 02, 2015

Obra em curso junto à estação do Monte:


Porque as escadas antigas estavam em muito mau estado, etc. Tenho pena que tenha desaparecido o ar rústico de princípio do século passado... até porque bastaria reparar as escadas antigas, ou não?

Wednesday, July 01, 2015

Mobilidade saudável para Carcavelos - uma oportunidade



Carta Aberta aos Ex.mos Senhores


  Presidente da Câmara Municipal de Cascais​
​  Director da Nova School of Business and Economics


​Ex.mos Senhores​


Vejo com muito agrado a instalação de uma Escola desta natureza e prestígio na freguesia e no concelho.
Será um motor de desenvolvimento a vários níveis: estimulando a economia local, trazendo gente nova, de elevada formação e origens diversas, elevando a exigência cultural e cívica, e contrariando o movimento diário laboral em direcção a Lisboa, que essencialmente faz desta região um dormitório de bom nível.
Fico portanto muito satisfeito com esta perspectiva para esta região.​
Há porém um ponto que me preocupa.
 ​
Se nada for feito em contrário, e de acordo com os hábitos portugueses, a NSB​E será mais um forte polo gerador de trânsito automóvel, a somar num concelho que é já hoje uma cidade dos carros. A NS​BE pode no entanto ser um catalisador de mudança. Se a Escola e a Câmara em colaboração pretenderem que assim seja, a primeira poderá não só ter pouco peso em termos de trânsito automóvel, como alé​m disso ser um foco promotor da adopção de hábitos mais saudáveis de deslocação na restante população, em particular de bicicleta e a pé, em combinação com o comboio, graças a um efeito de contágio da comunidade escolar para a sociedade em geral.

Esta Escola terá uma situação óptima para que os seus utilizadores se desloquem de bicicleta: perto de duas estações, em zona plana, com um clima ameno. A redução do sufocante trânsito automóvel ac​tual será mais um factor de promoção da NSBE nacional e internacionalmente.

A Escola pode alcançar este objectivo de várias formas, na senda do que se faz nas escolas da Europa.

Não deverá facilitar o estacionamento nas suas instalações, privilegiando eventualmente e apenas os professores.

Deverá promover activamente a utilização da bicicleta: criando espaços cobertos e seguros de estacionamento no seu interior, criando facilidades ou acordos para a sua manutenção e, até, como parte da contrapartida das propinas pagas, fornecendo uma bicicleta aos seus alunos. Afinal, uma boa bicicleta começa em 150 ou 200€, o que representa uma pequena percentagem da propina anual. Ao que me dizem, esta já era uma​ prática nalgumas escolas europeias há 30 anos que pode ser adoptada e usada como factor de promoção.


A Câmara pode contribuir para este objectivo de forma óbvia, criando boas condições de circulação a pé e de bicicleta entre os principais polos de interesse: as estações da CP de Carcavelos e de Oeiras, os respectivos centros urbanos, a praia​ e a Escola​.

Construindo ciclovias onde estas forem necessárias, adoptando medidas de coexistência e indutoras de redução de velocidade nas restantes vias, sem passagens aéreas dissuasoras da utilização da bicicleta ou da deslocação a pé, antes com atravessamentos de nível. A estrada variante vizinha à Escola não é nem deve ser uma auto estrada dentro dos aglomerados urbanos. Tem passadeiras e pode ter cruzamentos para ciclistas com semáforos.

​É preciso que as vias destinadas à bicicleta sejam práticas e funcionais, e não apenas uma forma de dizer que existem, mas na realidade, pelos obstáculos, distância, desníveis, etc, não serem apelativas aos seus utilizadores. O mesmo se aplica os percursos pedonais, que por vezes existem, mas são totalmente desincentivadores de serem utilizados.​

​A Câmara pode ainda promover a criação de parques seguros para bicicletas junto da estação. Por essa Europa muito são os trabalhadores e estudantes que deixam as suas bicicletas junto da estação, seguindo depois para casa de comboio.

Julgo que numa época em que muitas cidades e vilas do país trabalham no sentido de reduzir a dependência do automóvel (veja-se Lisboa aqui ao lado, com tantas iniciativas no sentido da mobilidade racional), ninguém entenderia que não se aproveitasse esta oportunidade que pode ser tão marcante e fundadora em termos de mudança de paradigma, não só para a comunidade escolar, mas ainda mais para as comunidades que vão receber esta Escola.

​Pode ainda funcionar como montra para aquilo que no futuro próximo em termos de mobilidade é inevitável em todo o concelho.​

Entendo a NSBE como uma grande oportunidade para esta freguesia e concelho.
Tenho esperança de ter demonstrado e convencido, com o texto acima, que pode também ser uma oportunidade do ponto de vista da mobilidade saudável e racional.


​Gostaria muito que os meus filhos, daqui a poucos anos, pudessem andar de forma normal, segura e frequente de bicicleta ou a pé na zona de influência desta Escola.

Tuesday, June 30, 2015

E pronto, aí está o novo PDM de Cascais:


O texto completo do PDM: AQUI.

Tuesday, June 09, 2015

Novo Plano Director Municipal de Cascais – uma proposta sem futuro


In Público (9.6.2015)
Por MARIA RAMALHO e SORAYA GENIN

«Esta proposta de PDM promove um tipo de política de gestão territorial que julgávamos estar já posta de lado.

Esteve recentemente em discussão pública uma proposta de revisão do Plano Diretor Municipal de Cascais que, caso seja aprovado, será responsável pelo reforçar de uma estratégia sem futuro, num território já demasiado castigado por políticas passadas que quase sempre assentaram no fomento da construção, na depauperação das suas magníficas condições naturais e na “turistificação” do concelho, levando a que hoje grande parte da região se apresente descaraterizada e até com má qualidade de vida, tendo em conta o enorme potencial com que contava à partida.

Segundo alguns documentos incluídos nos inúmeros volumes que foram colocados à disposição dos cidadãos, é possível concluir que a redação final da proposta não é idêntica à versão que foi apreciada pela Comissão Técnica de Acompanhamento na sua última reunião de maio de 2013. Depois dessa data não foi agendada mais nenhuma reunião de concertação suplementar com todos os representantes da Comissão, mas apenas uma conferência de serviços convocada pelo presidente da câmara em dezembro de 2014, onde é apresentada, apenas por sua iniciativa, uma versão com um conjunto substancial de alterações ao documento aprovado, algo que não é possível enquadrar nas suas atribuições. Assim sendo, interrogamo-nos desde logo sobre a validade da proposta de revisão que foi agora colocada à discussão pública.

Analisada a versão apresentada procuraremos destacar apenas alguns dos muitos aspetos que consideramos preocupantes. Apesar das dificuldades na leitura das cartas, algo que, inexplicavelmente, se repete demasiadas vezes, foi possível observar um considerável número de exclusões à REN e a sua extensão no território, nomeadamente ao longo da orla costeira, área de particular relevância no que respeita ao património natural e construído do concelho. Examinadas as referidas exclusões, verifica-se que a justificação mais comum é estes espaços serem avaliados como espaços urbanos consolidados. Ora se a situação atual se deve à construção excessiva e não controlada pela CMC no passado, desrespeitando o princípio original da REN, não faz sentido que agora se excluam essas áreas, ainda com importantes valores ecológicos a preservar, incluindo-as em áreas urbanas (ou outras), incentivando assim novas construções. Esta medida não só não tem em conta os enormes perigos que comprovadamente tem a aposta na edificação em zonas costeiras e os custos que essas ações têm tido quer em vidas humanas, como em despesas adicionais para o município, como conduzem à descaracterização dos maiores valores que Cascais ainda possuiu como a paisagem, o património natural – com espécies de grande importância ecológica situadas na zona costeira – e o património arquitetónico, nomeadamente arquitetura de veraneio conjunto único no país.

Outro dos aspetos inseridos nesta proposta que consideramos especialmente negativo prende-se com a questão patrimonial, verificando-se que a lista sobre o Património Arquitetónico incluída no Anexo II do Regulamento, exclui tanto a existência de diferentes níveis de proteção para os imóveis que não se encontram protegidos por qualquer classificação ou pré-classificação, como não se faz referência aos 1166 imóveis que integravam um Catálogo-Inventário proposto pela Câmara Municipal de Cascais em 2010, catálogo este elaborado na sequência de uma aturada investigação promovida pelo Município, com a colaboração de diferentes associações e investigadores, e que tinha também por objetivo informar a presente proposta de PDM. Refira-se que do total de imóveis organizados em função do seu nível de proteção, 238 estavam com o nível de proteção 1 (o mais elevado) e 928 com o nível de proteção 2. O que agora se verifica é que da atual lista apenas constam 155 imóveis de valor cultural, sendo excluídos 1011 imóveis. Desses 155 bens, 32 correspondem a imóveis que, na proposta de 2010, tinham o nível de proteção 1 e 119 correspondem a bens que tinham o nível de proteção 2. O facto de se terem excluído mais de 200 bens antes considerados merecedores da proteção máxima que o PDM podia conferir é uma questão particularmente grave, ficando também por explicar qual o critério aplicado aos que agora constam do anexo.

Ainda dentro dos valores patrimoniais e da forma como são tratados nesta proposta de revisão, seria de saudar a autonomização dos parques, jardins e quintas históricas. No entanto, logo a seguir constata-se que para as quintas históricas a regulamentação também é feita remetendo para o regime do uso do solo, ou da categoria de espaço, aplicável ao local em que as mesmas se situam, esvaziando assim os efeitos da sua autonomização ...»

...

Sunday, May 03, 2015

O saque

Já não bastava passar a pagar o estacionamento em todas as praias, agora também se passou a pagar ao domingo na Av. de Biarritz (rua da Garret), no Estoril. A sanguessuga é insaciável, qualquer beco tem que render dinheiro.

Thursday, April 16, 2015

Linha de Cascais: estações vandalizadas e sem manutenção


Chegado por e-mail:

«ESTORIL! e PAREDE!

É deprimente fazer esta viagem de comboio Lx-Cascais... tudo grafitado, vandalizado...

Têm de protestar!

FJ»

Wednesday, April 08, 2015

Quem bem se escreve em Cascais


Chegado por e-mail:

«Com as habituais pressa e falta de profissionalismo a que esta câmara já nos habituou, mais um exemplo do total descontrolo na gestão da coisa pública. Depois do crime cultural/patrimonial perpetrado no mercado de Cascais, eis que a asneira continua, desta vez numa tenda montada num espaço contíguo.
Cumprimentos
G. Couceiro Feio»

Sunday, March 15, 2015

Atentados à mobilidade pedonal na Parede


Chegado por e-mail:

«Ex.mos Senhores Comandantes das Esquadras da Parede e Carvavelos


Habito na Parede. Os meus filhos estão a atingir a idade em que deveriam começar a circular sozinhos e a pé, nomeadamente para a escola.

Devido aos excessos de velocidade, aos maus percursos pedonais e ao permanente estacionamento nos passeios, porém, tenho muito receio de os deixar andar sozinhos.

Todos os dias encontro centenas (e são mesmo centenas) de carros estacionados nos passeios das freguesias de Carcavelos e Parede, muitos dos quais nos obrigam a caminhar pela estrada (e quando circulo com carro de bebé, ainda é pior). Porém, acho que nunca vi - ou se vi, terá sido tão raro que francamente não me lembro, - nenhum carro multado. Deste modo, uma grande parte dos automobilistas consideram que, se é possível estacionar nos passeios, então eles fazem-no.

Com frequência peço colocação de pilaretes à Câmara. Estes pilaretes só são necessários devido à falta de civismo dos cidadãos, numa primeira análise, e depois à falta de fiscalização da PSP, na falta do primeiro. Com frequência, porém,a Câmara responde-me que me queixe à entidade responsável pela fiscalização.

Gostaria de saber porque razão a PSP não multa (ou mesmo reboca) as centenas de carros que estão constantemente nos passeios destas localidades, tal como prevê a lei e julgo que fará parte da missão da Polícia.

Muito obrigado pela atenção

Melhores cumprimentos»

Leitor identificado

Saturday, March 14, 2015

"Tubarões" fazem hotel, casas e uma clínica à entrada de Cascais

Noticia vinculada pelo Jornal Diário de Noticias de hoje parece ser este o projecto para o antigo espaço do Hotel Nau.

 
"Miguel Ribeiro Ferreira e Tim Vieira, do programa da SIC Radical Lago dos Tubarões, vão recuperar espaço do antigo Hotel Nau
 
Os empresários Miguel Ribeiro Ferreira e Tim Vieira, agora conhecidos por serem dois dos investidores do programa da SIC Radical Lago dos Tubarões, vão recuperar os terrenos do antigo Hotel Nau, junto ao largo da estação de comboios de Cascais. Um espaço devoluto que estava para ser reabilitado, mas que se viu embrulhado em revogações de licenças, falências e processos judiciais já desde 2007.
O projeto, que foi apresentado à população de Cascais na quinta-feira à noite, chama-se Edifício Dom Pedro I e vai incluir um hotel, apartamentos, uma cervejaria e ainda uma clínica de saúde"

Thursday, February 26, 2015

Wednesday, February 04, 2015

Câmara de Cascais procura comprador para terreno do antigo Hotel Nau


In Público (3.2.3015) Por Marisa Soares

«Demolição da estrutura em betão abandonada desde 2007, no Largo da Estação, começou nesta terça-feira. Autarquia aceita propostas para o espaço até ao fim do mês.

O esqueleto em betão e ferro do edifício situado junto à estação da CP de Cascais era uma das pedras no sapato de Carlos Carreiras desde que assumiu a presidência da câmara, em 2011. Nesta terça-feira, terminou um dos processos que mais envergonhava o autarca e começou “um novo futuro” para o terreno do antigo Hotel Nau. Bastaram poucos minutos para a máquina giratória destruir, com um braço mecânico, um pilar do poço de elevador situado no último dos cinco pisos do imóvel, deixando escapar a água da chuva que se foi acumulando nos últimos meses sobre a cobertura. A operação, executada sob o olhar atento de Carreiras e de uma larga comitiva de vereadores e técnicos municipais, marcou o início da demolição do edifício inacabado que substituiu o Hotel Nau.

“Finalmente cumpri aquilo com que me tinha comprometido”, afirmou o autarca. “Anunciei duas vezes que este edifício ia abaixo, mas logo a seguir se colocaram obstáculos pelo caminho. Parece que à terceira é de vez”, acrescentou.

A destruição total da estrutura até ao nível do solo vai demorar cinco meses. “Poderia demorar dois meses mas vai ser mais lenta para ter o mínimo impacto nas pessoas que moram nos edifícios vizinhos e nos utentes da estação da CP”, explicou. Entretanto, a câmara quer decidir o destino do espaço e aceita propostas de aquisição até ao final deste mês.

As propostas têm que cumprir alguns requisitos. O edifício a construir deverá ter no máximo quatro pisos e a sua superfície total de pavimento não pode ultrapassar os 4700 metros quadrados. “Pretendemos ter um edifício com maior abertura ao espaço público, mais enquadrado com a rotunda da estação, e que respeite o meio envolvente trazendo mais vida para o centro de Cascais”, afirmou, assegurando que qualquer projecto para um centro comercial será excluído à partida. Deixar o espaço livre também não é uma opção: “O edifício fecha um quarteirão e se não for aqui construído nada, não há requalificação.”

Carlos Carreiras adiantou que recebeu já duas manifestações de interesse mas aguarda outras propostas. Se no final de Fevereiro houver mais do que um projecto em cima da mesa, a decisão será da população. “Durante o mês de Março haverá um processo de democracia participativa e serão os munícipes a decidir.” [...]

Em 2007 o Ministério Público (MP) embargou a obra, na sequência de uma acção administrativa que pedia a nulidade da licença de construção, alegando que o novo edifício era um “elemento dissonante da envolvente local” e violava de forma “grosseira” o Plano Director Municipal.

Seguiram-se várias acções em tribunal, com a câmara a contestar a acção do MP e o promotor a pedir que fosse autorizado o prosseguimento dos trabalhos, o que só aconteceu em 2010. Pelo meio, a empresa titular do alvará abriu falência e os créditos ficaram com o BPN. A falência do banco afectou ainda mais o processo, segundo o actual presidente da autarquia.

[...]»

...

E a história aqui nem está contada a metade. Vamos ver o que sai daqui. Seja como for, é uma tremenda boa notícia o facto do mono desaparecer da face da terra.

Monday, February 02, 2015

Aceitam-se apostas:


«COMUNICADO | INÍCIO DA DEMOLIÇÃO DO EDIFÍCIO ARRANCA TERÇA-FEIRA

MENOS ALTURA e MENOS VOLUMETRIA. MAIS VIDA ao CENTRO de CASCAIS

“Na próxima terça-feira (03.02.2015) anunciaremos em Conferência de Imprensa o futuro do Edifício ex-Hotel Nau e toda a cronologia dos obstáculos criados desde 1997 e que desde que tomei posse como Presidente de Câmara tenho tentado resolver. A situação do "Esqueleto" em frente à Estação de Cascais era a que mais me envergonhava e não foi por falta de determinação que não foi resolvida há mais tempo. Foi por termos uma forte determinação que temos vindo a resolver muitos casos que se arrastaram dezenas de anos.

Em 1997 foi permitido que se construíssem 7.000 metros, em 2002 foi reduzido para 5.700, agora aceitaremos propostas que reduzam pelo menos 20% a área de construção e que reduzam na mesma proporção a cércea (altura) do edifício. A solução passa por disponibilizarmos mais 300 lugares de estacionamento ao centro de Cascais e uma requalificação do Largo da Estação com mais e melhor espaço público.

Se houver mais do que uma proposta será feita um processo de Democracia Participativa para que os Cascalenses se possam pronunciar e votar.”

Carlos Carreiras»

...

Obrigado pela demolição e pelo cumprimento de uma promessa eleitoral. «Menos altura e menos volumetria», esperamos que em sintonia com a média do quarteirão. «20% da cércea»... em 6 ou mais pisos que este teria, será o quê, 1 andar? E o revestimento, é de quê?

...

Memória do local: