Thursday, January 29, 2015

Inutilidade politicamente correcta


Este é o panorama do largo da estação do Monte Estoril aos dias de semana. Pergunta-se para que serve o parque pago. Não serviu ninguém e incomoda toda a gente, enchendo de carros as ruas de cima.

2 comments:

Diogo Pacheco de Amorim said...

meu caro João Nuno Barbosa, peço -lhe desculpa por discordar de si, mas faço-o pelas seguintes razões:
1. Desde logo, porque em Março irá abrir o novo Hotel Atlântico que necessitará de lugares de estacionamento para fornecedores e clientes. Os da Alameda Columbano serão os únicos possíveis. Ora eu prefiro facilitar a vida a um hotel de 5 estrelas que trás benefícios claros ao Monte Estoril (movimento, qualidade e riquezas) do que facilitar um estacionamento de longa duração que em nada contribui para a qualidade de vida do Monte Estoril.
2. Depois, porque muitos dos moradores do alto do Monte Estoril, quando querem ir à praia, ou às esplanadas, têm de ir deixar o carro ao Estoril ou a Cascais, não só pagando a gasolina como pagando também o parqueamento. Ora eu prefiro facilitar a vida aos moradores do Monte Estoril do que aos moradores do Pai do Vento, de Alcabideche ou da Amoreira, usualmente os clientes do estacionamento de longa duração por causa da CP.
3. Acresce que, pessoalmente, estou farto de, como morador no Monte Estoril, andar a tropeçar em carros que aqui dormitam o dia todo sem qualquer vantagem, sequer, para o comércio de rua: quando chegam ainfa as lojas estão fechadas, quando partem já as mesmas lojas estão fechadas. São um peso morto e um factor negativo do ponto de vista da nossa qualidade de vida.
4. Finalmente, não tenho reparado em que tenha aumentado a sobrecarga de estacionamento nas ruas superiores, até por uma razão: já não havia mais espaço muito antes de ser tarifado o estacionamento na Columbano. Aliáá´s, e já que vem a talho de foice o assunto, acho inaceitável que a avenida das Acácias esteja, de há muito, transformada num parque de estacionamento de longa duração com os inerentes riscos para os peões que têm de circular pela faixa de rodagem.
Um abraço amigo do Diogo Pacheco de Amorim

aragonez said...

Tudo isto tem uma certa graça.
Chamar Hotel ao que foi o "Atlantico", parece-me no minímo forçado: Julgo que a maior parte é destinada a venda, com a localização, condições e áreas concebidas para um verdadeiro hotel.
Espero que o novo prédio de apartamentos que foi também hotel junto ao "Jardim dos Passarinhos" contemple parque próprio...
É que aí, já é o segundo com o euromilhões.
Quanto a estacionamentos, foram agora criados alguns na Fausto De Figueiredo, mas pagos: deixaram de servir "o povo" que vai de comboio trabalhar.
Eu penso que o Estoril não precisa de automóveis não afectos à "hotelaria", para coisa nenhuma.
Carros têm de ser banidos...dão cabo dos estacionamentos.