AQUI. A quem interessar a Vila de Sintra e o PNSC, claro.
Wednesday, September 03, 2014
Largo Cidade de Vitória - Desleixo.
Hoje ao passar por lá, mais uma das milhares de vezes que por ali passo, não resisti e tirei mais umas fotos que demonstram o total abandono, desleixo pela manutenção do piso daquele Largo, por onde milhares de pessoas passam diáriamente ou semanalmente.
Recordo a inauguração Pomposa com entidades da vida pública, no tempo do presidente António Capucho.
Escolha errada do material, empreiteiro, etc...
Voltando ao dia de hoje, observei que um Policia Municipal, embora estivesse a poucos metros do local, estava mais preocupado em multar do que verificar as condições de segurânça dos peões que por ali passam. Uma criança tropeçou e caiu. Não se aleijou.
Pergunto: Para quando uma intervenção para repor em condições o piso, onde 90% das lajes estão degradadas?
Será que das verbas gastas em tantas festas, festivais e coisas mais, não sobra nada para a reparação Urbana?
Onde anda a tal Cascais Próxima - Mobilidade? Proválvelmente preocupada em multar condutores em infração ao código de estrada, (quando a própria Cascais Próxima disponibiliza espaços em total infração ao referido código).
Este meu desagrado vai ser enviado para a caixa de correio electónico do sr.Presidente da CMC. Qual será a resposta?????
Tuesday, August 26, 2014
Concessão da linha de Cascais a privados vai reduzir oferta de serviços
Por CARLOS CIPRIANO
Monday, August 25, 2014
ANÁLISE CRÍTICA AO OP CASCAIS 2014
«FALACIOSO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO CASCAIS 2014
Decorreu na Junta de Freguesia do Estoril,(agora Cascais/Estoril),a 9.ª Sessão,em 27 de Maio.
Presentes 112 participantes.
Número de propostas no plenário 15.
Aprovadas 6 propostas.
Após selecção de análise geral,no total do Concelho de Cascais,ficaram apuradas 30 propostas com orçamentos previstos para votação.
Consultando todos os dados apresentados,extrai-se os seguintes resultados:
... J.F.Cascais/Estoril----com 5 propostas para votação.
... J.F.Alcabideche-------- " 5 " " " .
... J.F. S. D. de Rana------ " 10 " " " .
... J.F. Carcav./Parede--- " 10 " " " .
Pelo que é dado verificar, como participante,as propostas aprovadas na 9.ª Sessão,sómente 3 foram selecionadas,das apresentadas na sessão,que passo a descrevê-las:
1.º-------Clube Cromitos,com 27 votos.
2.º------Criação de albergue para peregrinos em Fortes da Praia da Poça,com 24 votos.
3.º------Passeio pedonal Adroana/Manique,com 18 votos.
Mais ainda,verifica-se que, o 1.º pertence à J.F. Carcavelos/Parede,que o 3.º pertence à J.F. Alcabideche,e que o 2.º e único pertence à J.F. Cascais/Estoril.
Então, dos 112 participantes presentes no edificio da ex. J.F. Estoril,estarão decerto decepcionados com a proposta considerada, da criação de albergues para peregrinos nos fortes da Praia da Poça,(peregrinos de onde e para onde ????). O Estoril tem faltas e falhas,em que, algumas foram apresentadas,mas não consideradas.Como se baseiam as análises e que critérios existirão em comparação com a requalificação/ criação de espaços verdes e de lazer para crianças e fregueses em geral, nos terrenos livres da C.M.Cascais, servindo assim a suas populações locais,refiro-me aos Bairros localizados em Amoreira-Rua D.Bosco e no geral,e tambêm os do Centro dos Antigos Alunos Salesianos do Estoril.
Esta proposta obteve 17 votos,mas não foi considerada.
Já em 2011 no O.P. tambêm não foi considerada.
A questão fulcral é a seguinte: Os organizadores do O.P. não entendem que existem grandes grupos organizados,que vão aos plenários dos O.P. e votam aonde querem em massa,sabendo-se que nas mesas só poderá ser eleita 2 propostas.O pessoal senta-se nas mesas mas não interferem,pretendem sim receber as duas" mãos"para colocá-las no painel já considerado eleito em uma das mesas,previamente indicada,para marcar votos.
Assim não vale a pena intervir nos futuros O.P.,mas uma coisa é certa a C.M.Cascais,através das suas Juntas de Freguesias,terá de resolver as lacunas existentes no Concelho.
Um cascalense,em prol da cidadania,
Laranjeira Dinis»
Sunday, August 24, 2014
E se valeu a pena esperar ...
Depois de muitos mandatos à espera de ver transformado o uso de hotel para apartamentos, eis que a coisa foi "finalmente" aprovada. Bom negócio, sim senhor(es).
Friday, July 25, 2014
Os cidadãos beneficiados...
Julguei que aquilo, mais o derrube da araucária, fosse trabalho apenas em benefício do tal ex-hotel em tão boa hora transformado em apartamentos para venda. Sobre o mar.
Mas confesso ter-me enganado: aquilo melhora e de que maneira, a vida dos cidadãos.
Os tais que gramam o barulho infernal dos motociclistas de escape livre.
Os donos dos tais apartamentos devem pertencer a algum "core", porque se assim não fosse não teriam, alegadamente, conseguido aquela "obra". O edifício, não a rotunda...
Ora, perante tal pessoal, Cascais não pode continuar a parecer a avenida principal de Bamako.
A barulheira vai acabar!
Coisa de Cidadania é também o Cruzeiro e seus acessos que testam diáriamente os reflexos dos utentes, lutando para evitar colisões, até com os transportes públicos que atravessam aquilo em velocidades dignas Indianapolis.
Mas essa rotunda não renderia...
Mas mais giro é que o edifício, neste caso, se está a desmoronar.
E alma iluminada mandou afixar paineis que disso avisam os passantes.
Mas só os passantes que não passem perto, pois a estes é impossível vê-los: estão na vertical sobre as suas cabeças!
Não houve tempo para pensar????
Wednesday, June 18, 2014
EM DEFESA DO MERCADO DE CASCAIS E DO BEM-ESTAR DOS CIDADÃOS
«O Mercado de Cascais é, como o nome indica, primeiro de tudo um MERCADO, um ícone de Cascais e um bom projecto de arquitectura modernista que MERECIA SER CLASSIFICADO COMO IMÓVEL DE INTERESSE CONCELHIO.
Como bem sabem todos os que frequentam este espaço, o Mercado Municipal de Cascais hoje designado “Mercado da Vila” é muito estimado não só pelos seus habitantes como por muitos que vêm de longe, sendo notória a frequência de estrangeiros que admiram o ambiente tradicional e os bons produtos regionais sem necessidade nenhuma de serem etiquetados como “gourmet” para serem apreciados.
Isto não quer dizer que este conjunto edificado e sua natural envolvente não possa ser aproveitada também para novos usos, mas NÃO AO PONTO DE O DESVIRTUAREM E ATÉ DEMOLIREM como se viu com a alteração das letras originais e demolição de estruturas, para não falar do abate de árvores para dar lugar a um miserável estacionamento sem qualidade nenhuma, um mar de alcatrão sem gosto nem cuidado paisagístico. De notar que foi assumido pela Câmara, e assinado pelo anterior Presidente António Capucho num documento/resposta à Cidadania Cascais que se iria proceder a “um conjunto significativo de obras de recuperação e requalificação do Mercado, sem qualquer alteração da respectiva traça arquitectónica nem da vocação actual do Mercado de Cascais”.
Nos últimos dias a vida tornou-se UM INFERNO para quem vive junto ao Mercado, com a poluição sonora que atinge valores que claramente desrespeitam a legislação vigente. É esta a ideia de Cultura que agora se defende para a Vila?
Por isso exigimos que RESPEITEM O CONJUNTO DO ACTUAL MERCADO, OS ANTIGOS VENDEDORES, OS HABITANTES DA ZONA E TODOS OS QUE NÃO GOSTAM DE RUÍDO EM EXCESSO. Também os que aqui habitam trazem riqueza para a vila e animam de vida esta zona!
É assim CONTRA O RUÍDO EM EXCESSO E A DESTRUIÇÃO DO NOSSO MERCADO que este protesto tem que ser entendido e, se nada for feito para evitar que nos próximos tempos esta zona se transforme num inferno diário, providenciaremos para que sejam tomadas medidas que protejam o património de Cascais bem como os seus cidadãos - comerciantes ou habitantes - pois o voto não é carta-branca para o actual executivo!
Grupo de Amigos do Mercado de Cascais
Cascais, 17 de Junho de 2014»
Ministério do Ambiente não tem conhecimento de mega-projeto em área protegida junto ao Parque Natural Sintra-Cascais
In Observador (17/6/2014,)
«O Ministério do Ambiente não conhece mega-projeto para a academia Aga Khan numa área protegida em Cascais - e lembra que o PDM limita a construção. Empresa e autarquia prometem solução equilibrada.
O Ministério do Ambiente diz desconhecer a existência do projeto para a Fundação Aga Khan em Cascais, que prevê a construção da primeira academia daquela instituição na Europa e ainda uma urbanização numa área de 57 hectares entre Areia e Birre adjacente ao Parque Natural Sintra-Cascais. O ministério lembra que a zona em questão é protegida.
“Não deu entrada na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional territorialmente competente qualquer solicitação relativa a este assunto, desconhecendo-se o projeto referido”, afirma o Ministério do Ambiente em resposta a um requerimento sobre este assunto apresentado pelo BE no Parlamento, acrescentando ainda: “De acordo com o Plano Diretor Municipal (PDM) em vigor, trata-se de área classificada maioritariamente como ‘Espaço de Proteção e Enquadramento’ e ‘Espaço Agrícola de Nível 4′. A nascente, existe uma mancha de ‘Espaço Natural de Nível 1′ que atravessa o local no sentido norte-sul”.
O nível 4 é o mais elevado dos níveis de proteção consagrados pelo atual PDM de Cascais relativamente aos espaços agrícolas, enquanto o nível 1 do espaço natural impede a “realização de loteamentos urbanos”.
O ministério respondia assim no dia 3 de junho à deputada do Bloco de Esquerda Cecília Honório, que em abril perguntara ao Governo se conhecia o projeto e se o Ministério do Ambiente pensava que “um município com excesso de oferta de habitação/alojamento deve aceitar mais um mega-projeto com a dimensão prevista no (…) acordo” estabelecido entre a fundação e a Câmara Municipal de Cascais. Nesse acordo, o município compromete-se “a tomar todos os procedimentos que sejam legalmente necessários para a aprovação da operação urbanística, na medida do possível, mesmo antes da entrada em vigor do novo PDM”, que permitirá a construção do empreendimento naquela zona.
O projeto abarca não só a construção da academia da Fundação Aga Khan – a ocupar 40 mil metros quadrados – como também habitação, um centro comercial, equipamentos de entretenimento, outros serviços, hotelaria e um parque de arte urbana “vasto” – previsto para 120 mil metros quadrados.
A empresa autora pelo projeto, a Promontório, garantiu ao Observador, através de um dos sócios, que o que está atualmente planeado “é equilibrado” e que respeita os condicionalismos da zona (que será revista no futuro PDM) e, acrescenta, “nem era possível de outra forma”.
Já a autarquia de Cascais considera “natural” que o Ministério do Ambiente não saiba da existência do plano, até porque, defende, “os terrenos (…) estão classificados no PDM de Cascais como terrenos urbanos e situam-se fora da área do Parque Natural Sintra-Cascais” e porque “o projeto não deu entrada no Departamento de Urbanismo da Câmara Municipal de Cascais”.
O acordo celebrado entre a autarquia, a Norfin (empresa proprietária dos terrenos) e a Fundação Aga Khan foi aprovado, em janeiro deste ano, em reunião da câmara com os votos contra do PS e da CDU e a abstenção da vereadora do movimento independente Ser Cascais.
O PDM de Cascais está em fase final de revisão.»
Wednesday, May 28, 2014
Assembleia Municipal de Cascais aprova plano polémico para Carcavelos sob forte protesto
Por Marisa Soares, Público de 28 Maio 2014
Durante o período de intervenção do público, que antecedeu a votação, várias pessoas manifestaram-se contra o PPERUCS pelos seus impactos no ambiente e na qualidade de vida dos munícipes. Rita Neto, moradora em Carcavelos, apontou falhas como a ausência do estudo do quarteirão exigido pela lei e o aumento da impermeabilização do solo, com o consequente aumento do risco de cheias. “Os erros que agora se cometerem dificilmente serão reversíveis e irão repercutir-se nas gerações vindouras”, acrescentou Anamaria Azevedo, porta-voz do Fórum por Carcavelos.
Tuesday, May 27, 2014
Plano para Carcavelos-Sul votado terça-feira sob forte contestação
Sunday, May 25, 2014
Cascais Golden
Friday, May 16, 2014
Monday, May 12, 2014
Cascais assinala os 100 anos do projecto de Fausto de Figueiredo:
«Projeto turístico pioneiro de cariz cosmopolita e erigido de raiz em Portugal, o Projeto Estoril foi implementado a partir de 1914, sob os desígnios do visionário Fausto de Figueiredo cujo empreendedorismo ainda hoje marca a vida do concelho.
A homenagem inicia-se às 12h00 com uma deposição de flores junto à estátua de Fausto de Figueiredo nos Jardins do Casino Estoril e prossegue, durante a tarde, com o seminário que visa evocar os planeadores, gestores e promotores dos atrativos naturais e construídos, bem como dos lazeres plurais implantados no antigo pinhal do Vale de Santo António do Estoril a partir de 1914. [...]»
Mais informação, aqui: http://www.cm-cascais.pt/noticia/cascais-assinala-centenario-da-iniciativa-de-fausto-de-figueiredo-100-anos-do-projeto.
Friday, May 09, 2014
Acrílico inútil
Até hoje estas vidraças não fizeram falta nenhuma Que falta fazem agora?
Fazem lembrar as marquises de alumínio.
Wednesday, April 30, 2014
Passeio Dª. Maria Pia
Será por causa do vandalismo? Mas porque a Policia Municipal não efectua mais policiamento?. Foi para isso que foram criadas, (proteger o património Municipal). As fotos demonstram o que acabei de citar.
Tuesday, April 29, 2014
Queremos a Lx Factory no Centro Comercial do Cruzeiro no Estoril!
Presidente da Câmara de Cascais, Dr. Carlos Carreiras,
Presidente da Comissão Executiva do C.A. do BPI, Dr. Fernando Ulrich,
Director da Mainside, SGPS, Dr. José Carvalho,
C.C. Assembleia Municipal, Junta de Freguesia e Media
No seguimento do protocolo estabelecido no ano passado pela empresa MAINSIDE, SGPS., a CML e a ESTAMO, S.A., visando reabilitar e reutilizar o antigo Hospital do Desterro, em Lisboa, por um período de 10 anos (iniciativa que aplaudimos e a que desejamos as maiores felicidades), somos a apelar a V. Exas. para desenvolvam igual propósito no edifício do antigo Centro Comercial Cruzeiro, no Estoril!
Como é do conhecimento de V. Exas., o Cruzeiro é um edifício emblemático do Estoril; um edifício modernista que foi o primeiro centro comercial do país. E se é verdade que nunca foi um projecto bem-sucedido do ponto de vista comercial, foi-o enquanto espaço afectivo dos moradores e de quem o frequentava. Da sua importância tratam os 3 depoimentos em anexo. Cruzeiro encontra-se praticamente abandonado (apenas 2 espaços comerciais subsistem) e foi demolida a sua característica pála, por ter partes da sua estrutura a ameaçarem cair na via pública.
A anunciada demolição integral do Cruzeiro por via do pedido de informação prévia submetido à CMC, visando a sua substituição por um edifício contemporâneo, envidraçado e inspirado na estética do Pavilhão Atlântico da Expo’98, tem provocado indignação nos cidadãos, a começar pelos moradores na zona.
É nossa forte convicção que o Cruzeiro poderá ser uma experiência muito bem-sucedida tanto para investidores, como para o proprietário, e, desde logo, para o concelho e os cascalenses; se lhe for aplicado o “modelo” Lx Factory/Hospital do Desterro. O Cruzeiro tem uma localização excelente, tem espaço e tem potencial para muitos e diversificados mercados e públicos-alvo, e, não menos importante, para uma variada oferta de serviços e comércio de qualidade e inovadores.
Cremos, por isso, que o Cruzeiro pode servir de alavancagem local, quer do ponto de vista económico como social e urbanístico.
Pelo que, apelamos à CMC, ao BPI e à Mainside, para que estabeleçam um protocolo à semelhança do desenvolvido para o Hospital do Desterro, em Lisboa, e vejam no Cruzeiro uma oportunidade para levarem por diante um projecto estratégico para o concelho de Cascais.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Júlio Amorim, Manuel Valadas Preto, João Aníbal Henriques, Maria José Ravara, António Branco Almeida, Maria João Amorim, Diogo Pacheco de Amorim, José d' Encarnação
Monday, April 21, 2014
Cascais convida a subir aos faróis para conhecer séculos de história
Sunday, April 20, 2014
Que iluminação mais medonha, credo! :-(
Que coisa medonha esta inova iluminação da rua direita e arredores. Cascais continua no bom caminho da 'Albufeirizacao" ...
Araucária - árvore protegida no município de Cascais (em Regulamento). Será?
«Ontem 16 de Abril foram abatidas 5 árvores no "triângulo separador" entre a Marginal de Cascais e Av. Sabóia, frente à construção do "Atlântico Estoril Residence". Seriam Casuarinas; e Tamargueiras (?).
Hoje, 17 de Abril de 2014, está a ser abatida a Araucária centenária do espaço contíguo. Terá (teria a esta hora?) entre 15 a 20 metros de altura? Ou mais?
No passado, pelo seu porte, antiguidade e outras características, esta Araucária tinha sido proposta para árvore protegida nacional - a proposta terá sido recusada, desconheço os motivos.
De qualquer modo, não percebo porque não foram acautelados os planos de arruamentos de modo a evitar este abate. A arquitectura paisagística moderna não se coaduna com esta atitude. A preservação das espécies de grande porte também não. O turista que vem a Cascais, ao Monte Estoril gostaria de ter usufruído da beleza deste espécime, tal como eu gostei.
Pergunto: houve aviso público de que estas árvores iriam ser abatidas? De que este exemplar protegido seria abatido?
No site da Câmara vejo esta informação onde não é claro o abate.
Também não é linear que ao se olhar para os desenhos publicados no site da Câmara, ou no local pela construtora, se tenha percebido antecipadamente que estes abates iriam ocorrer.
Nota: ontem estive na Comissão de Educação da AMC e informei os presentes do que se estava a passar. Foi-me dito que no seu lugar iriam por certo ser plantadas outras árvores... E que provavelmente esta, ao ser plantada, tê-lo-á sido no lugar de outras, também elas arrancadas. Em prol do progresso.
Outras pessoas também alegaram que nem sempre as árvores têm de ser protegidas, nomeadamente os plátanos que causarão alergias. Algumas (poucas) disseram que iriam passar no local para ver.
Só acrescento o que ali disse: insensibilidade, falta de visão... estratégica? E não estamos a falar de nenhum plátano, convenhamos. Mas sim de uma árvore protegida pelo Regulamento Municipal de Cascais.
Aguardo resposta à pergunta que dirijo acima, que proponho que seja remetida ao executivo camarário.
Cumprimentos
Paulina Esteves
Eleita pelo Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal de Cascais»