Thursday, June 25, 2009

Praias "geração pitbull"


Ao fim de 4 idas à Praia da Conceição (uma vez que na da Duquesa e areia já foi...), e de assistir a múltiplas pegas entre o débil banheiro de serviço à concessionária da mesma e os variados espécimes chegadinhos não se sabe muito bem de onde, por causa ora de boladas por todo o lado, guarda-sóis colocados indevidamente (onde páram os cabos-mar?), os palavrões e as rixas por causa disto e daquilo; e por muito que goste de nadar no pacato "lago" em que a marina transformou aquelas águas, dei por encerrada a minha época balnear na praia do Prof. Marcelo.

No paga a pena.


P.S-Esta coisa só se resolveria se Cascais tomasse como bom o exemplo de mais de 30 anos de praias em Itália (da Ligúria à Sicília) onde as cadeiras-espreguiçadeiras pagas se estendem até à borda de água. Quem quer paga quem não quer vai para outro sítio, geralmente um recanto da praia. Se houver outra solução, força!




Foto

Wednesday, June 24, 2009

Casa Henrique Sommer.... finalmente?


Será que finalmente as obras vão ter inicio?
Sim! Pois o problema, segundo as "linguas", está resolvido.
Esperemos que as palmeiras não sejam destruidas e que tudo fique conforme a traça original.
Mas... Porque será que estas coisas coincidem com a proximidade das eleições?

Tuesday, June 23, 2009

«Eclipse total no Estoril» ... a construção de um monstro:










In Público (2/2007)





Fotos: MVP, PC, FB e JNB

Monday, June 22, 2009

Cascais quer reduzir "pegada ecológica", 18 por cento acima da média nacional

In Público (20/6/2009)


«Cascais possui uma "pegada ecológica" acima da média nacional, estimada em 5,2 hectares globais, a área necessária a cada pessoa para produzir o que consome e absorver os resíduos que produz. Esta avaliação, segundo o vice-presidente da autarquia, Carlos Carreiras, permitirá "antecipar medidas para proteger o ambiente e promover o desenvolvimento sustentável do concelho".
Um estudo realizado pela Agenda Cascais 21, em colaboração com o Centro de Estudos e Estratégias para a Sustentabilidade, calculou a "pegada ecológica" de Cascais com base em determinadas variáveis como alimentação, mobilidade e transportes, habitação, bens de consumo e serviços. A área abstracta (hectare global) apurada permite relacionar, numa mesma unidade, hectares com produtividade biológica diversa. No caso de Cascais, a "pegada" de 5,2 ha é superior em 18 por cento à média nacional (4,4 ha) e fica acima da média da União Europeia (4,7 ha). Estes valores ficam abaixo de cidades como Marin (EUA), com 10,9 ha; Vistoria (Austrália), com 8,1 ha, e Londres, com 6,63 ha.

"Se todos consumissem como os habitantes de Cascais, seriam precisos dois planetas e meio", comentou Carlos Carreiras, salientando que o estudo, elaborado em parceria com a Global Footprint Network, vai contribuir para a autarquia "planear a médio e longo prazo para que venha a ter uma pegada ecológica menor". De acordo com as várias "subpegadas" de Cascais, cada habitante precisa de 52 por cento de área para absorção do C02 que produz; 24 por cento de área agrícola, para a produção de alimentos; dez por cento de terrenos de pastoreio, para a alimentação animal; nove por cento para a produção piscícola; quatro por cento de floresta (para diversas actividades); e um por cento relacionado com a construção (impermeabilização do solo).
Uma fonte do gabinete municipal Agenda Cascais 21 adiantou que, perante os resultados actuais, será preciso "o equivalente a 79 vezes a área do município para satisfazer as necessidades" dos 187 mil habitantes de Cascais. Eugénio Sequeira, da Liga para a Protecção da Natureza, não estranhou que Cascais exiba "uma pegada ecológica elevada" e sublinhou que o cenário não é pior devido à extensa área concelhia no Parque Natural de Sintra-Cascais. O ambientalista, entre as várias medidas para atenuar os impactes, aconselhou a substituição da iluminação pública pela tecnologia de LED, o aumento de recolha de água da chuva, que deve ser usada para rega, o aproveitamento de espaços verdes para a produção hortícola, e a melhoria do sistema de transportes públicos, através da articulação dos diferentes modos e mais estacionamento junto ao caminho-de-ferro.
Almada também já calculou a sua "pegada ecológica", em 5,82 hectares por habitante, o que se traduziria na necessidade de "três planetas para sustentar" o modo de vida no município da margem sul do Tejo. Luís Filipe Sebastião»

...

Talvez seja por isso que a CMC permite os empreendimentos que lavram pela Quinta da Marinha, mais o tal de PP do Hotel Miramar, mais o abate das árvores na Quinta Montrose, mais os empreendimentos a poente do clube de golfe junto à auto-estrada, etc., etc. É tudo em prol de um desenvolvimento sustentável... O ridículo mata.

Monday, June 15, 2009

Festival do Gelado em Cascais não seria o mesmo sem a presença do Santini

In Público (14/6/2009)

«Manter a qualidade e seguir a primeira receita é o segredo de 60 anos dos gelados da antiga geladaria, apesar da anunciada expansão do negócio


A completar 60 anos, os gelados Santini continuam a ser uma referência em Cascais e, porque "o segredo é a alma do negócio", os responsáveis revelam apenas que a qualidade e a tradição são as razões do sucesso.
Quem passa em frente a um Santini não resiste a comprar um gelado, ainda que tenha de enfrentar vários minutos de espera na fila que, no fim, são compensados por breves minutos de prazer. Em copo ou em cone, morango, meloa, framboesa, limão, chocolate, café, noz, são alguns dos sabores mais procurados pelos admiradores do Santini, que não conseguem nomear um só sabor para dizer qual é o melhor.
"São todos maravilhosos. Se pudesse pedia um cone com dez bolas para escolher dez sabores", disse uma das clientes, citada pela agência Lusa. Para Eduardo Santini, responsável pela produção, "manter a qualidade e seguir a receita dos gelados como se faziam em 1949" são as razões do sucesso, além dos "produtos frescos e as matérias-primas da maior qualidade".
Considerando que são produtos para todas as classes, Eduardo Santini descarta a ideia de que os seus gelados são direccionados para as elites, sublinhando que o número de vendas não é a preocupação, mas sim manter o nome da família. Actualmente o Santini só existe em duas lojas no concelho de Cascais - São João do Estoril e Cascais -, mas Martim de Botton, responsável pela expansão, promete fazer crescer a marca com a mesma qualidade: "Para o ano vamos abrir uma nova loja em Lisboa e depois queremos entrar em outros sítios, mas sempre de uma forma controlada, para conseguirmos manter a qualidade".
Apesar de ter novos sócios, Eduardo Santini garante que continua a ser um negócio de família, "porque é aí que está o segredo", acrescentando que os novos sócios dedicam-se apenas à parte de expansão da marca e de crescimento. "A qualidade é exactamente igual e os produtos são exactamente os mesmos", acrescentou Martim de Botton, o novo sócio.
No seguimento da primeira edição do Festival do Gelado, este fim-de-semana na Cidadela de Cascais, os gelados Santini são uma presença obrigatória. "Era inconcebível fazer um Festival do Gelado sem a presença do Santini", evidenciou Susana, organizadora do evento. Além do Santini, estão presentes mais seis geladarias e vários ateliers que visam dar a conhecer às crianças a origem do gelado. O último dia do Festival do Gelado decorre hoje entre as 10h e as 22h, na Cidadela de Cascais, com acesso livre»

...


Só é pena que os preços dos gelados dos participantes não tenham sido abaixo dos preços correntes, uma vez que festa pressupõe isso mesmo, mas em relação ao Santini houve a possibilidade de saborear um magnífico novo sabor, de cereja, a custo zero por força da parceria com o Millennium, que tinha, aliás, um belo espaço (tal como o Santini, com muito bom gosto) e umas belas anfitriãs.

Em relação ao espaço da Cidadela, sempre que entrou ali fico com uma sensação esquisita já que não concebo aquele espaço como sendo privado. Será que não havia outra maneira de recuperar aquilo e de lhe dar um uso sem ser por via da privatização?

Linha de Cascais terá controlo de sinalização mais avançado do país

In Público (15/6/2009)
Carlos Cipriano

«Refer avança com investimentos na área da segurança que vão custar cerca de 45 milhões de euros. Obras deverão estar concluídas em 2014


A Rede Ferroviária Nacional (Refer) lançou um concurso público internacional para dotar a Linha de Cascais do sistema de controlo e comando de sinalização mais avançado de toda a rede ferroviária nacional. Trata-se do ERTMS (European Rail Traffic Management System), que garante a interoperacionalidade técnica dos comboios portugueses no espaço europeu.

O investimento, no valor de 45 milhões de euros, vai substituir todas as infra-estruturas de sinalização, controlo de velocidade e telecomunicações existentes naquela linha e deverá estar concluído em 2012, altura em que se prevê a entrada ao serviço dos novos comboios suburbanos entretanto adquiridos pela CP.
Este é o primeiro passo de um projecto de modernização que inclui a substituição integral da linha férrea. Como a última renovação de via foi realizada em 1975, torna-
-se agora necessário sanear a plataforma, isto é, levantar os carris e o balastro, retirar a terra que está por baixo e substituir tudo por um novo leito e uma nova superestrutura.
Esta obra, porém, ainda não foi adjudicada e só estará concluída em 2014, de acordo com o plano de actividades da Refer, que prevê gastar até 2016 mais de 160 milhões de euros na Linha de Cascais.
Privatização à vista?
O projecto está praticamente concluído desde 2006 e a empresa chegou a anunciar que as obras teriam início nesse mesmo ano, apontando-se então que a requalificação da linha estaria concluída em 2012. De acordo com esse calendário, a nova sinalização electrónica agora anunciada, teria sido implementada até 2008 e teria custado 33 milhões de euros (menos 12 milhões do que agora). Os trabalhos na via e a substituição das catenárias teriam lugar entre 2008 e 2012, mas agora a Refer prevê que os mesmos só venham a decorrer entre 2011 e 2014.
O que aconteceu então? O Governo decidiu travar o projecto, mantendo-
-o congelado nos últimos três anos e só agora decidiu avançar. Por óbvias razões financeiras, embora tal decisão nunca tenha sido publicamente assumida, ao contrário da modernização da Linha do Norte, que também foi parada, mas neste caso com a justificação de que o projecto deveria ser repensado tendo em conta o TGV (alta velocidade) entre Lisboa e Porto.
A situação de envelhecimento da Linha de Cascais tornou insustentável mais adiamentos, pelo que os primeiros concursos foram agora lançados. A par de sinalização, a Refer lançou um outro concurso para a remodelação das estações desta linha, por forma a dotá-las de maior conforto e segurança para os utilizadores da ferrovia.
A empresa diz ainda que pretende "conferir aos espaços de acolhimento dos passageiros da Linha de Cascais uma imagem singular, que permita a sua diferenciação relativamente às restantes estações e apeadeiros que integram a rede ferroviária nacional, nomeadamente com um design para a simbologia, sinalética e utilização de elementos cromáticos". Uma opção que pode significar a preparação desta linha para uma eventual privatização após as obras.
Em Junho de 2006, a Refer assegurava que a quadruplicação na Linha de Sintra, entre Queluz e Cacém, e da Linha da Cintura, entre Chelas e Braço de Prata, tinham as candidaturas ao Quatro Comunitário de Apoio concluídas e que as obras estariam concluídas em 2011. A estação do Cacém, construída de raiz, estaria concluída em 2008. Três anos depois, só recentemente foram iniciadas as obras para quadruplicar a via entre Barcarena e Cacém, cuja estação está longe de estar terminada. Na Linha da Cintura não começaram quaisquer obras e nem o plano de actividades da Refer tem previsto até 2011 qualquer investimento de vulto para quadruplicar o troço entre Chelas e Braço de Prata.»

Thursday, June 11, 2009

Demolidas últimas barracas do Bairro do Fim do Mundo

In Público (10/6/2009)
Inês Boaventura

«A Câmara Municipal de Cascais demoliu ontem as últimas barracas do Bairro do Fim do Mundo, na freguesia do Estoril, onde chegaram a morar mais de 600 pessoas. A demolição, que gerou o protesto de alguns moradores, vai permitir a renaturalização deste espaço da Reserva Ecológica Nacional.
Em comunicado, a autarquia sublinhou ter criado "as condições necessárias para erradicar este foco de pobreza e degradação", que surgiu no fim da década de 1970 e teve "uma franca expansão" na década seguinte. Segundo um recenseamento realizado em 1993, o Bairro do Fim do Mundo tinha na altura 141 barracas, nas quais moravam 619 pessoas de 278 agregados familiares.
Ontem foram demolidas as últimas habitações depois de, segundo a Câmara de Cascais, terem sido realojadas "as últimas 14 famílias recenseadas no âmbito do Programa Especial de Realojamento", instrumento ao abrigo do qual foram realojados 280 agregados familiares ao longo de 16 anos. No comunicado acrescenta-se que, "após a limpeza do entulho resultante destas demolições, o espaço irá ser beneficiado pela implementação de um projecto de renaturalização, a levar a cabo pela Agência Municipal Cascais Natura", que permitirá "a devolução do Pinhal de Santa Rita à população".
Durante a manhã de ontem, alguns habitantes protestaram contra a acção do município e a não apresentação de soluções para o seu realojamento. Armandinho Sá, da comissão de moradores, disse à Lusa que se vivia um "ambiente calmo", empunhando os contestatários cartazes onde se lia "as pessoas não têm alternativas". Armandinho Sá disse que a população se tem manifestado a favor da destruição das barracas, embora reclame alternativas de habitação. As demolições foram acompanhadas pela PSP e Polícia Municipal. »

Friday, June 05, 2009

Requalificação da Avenida Sabóia no Monte Estoril

Imprensa Cascais:

«Requalificação da Avenida Sabóia no Monte Estoril


Cortes de trânsito antecipados.

Estão a decorrer em ritmo acelerado os trabalhos de requalificação da Avenida Sabóia no Monte Estoril, de tal modo que foi possível antecipar a conclusão na frente de trabalho designada por Zona 2A, no troço da Avenida Sabóia frente ao Hotel Éden.

A obra avança já para a fase seguinte, no troço da Avenida de Sabóia | Jardim dos Passarinhos, entre a Rua D. Manuel de Mello e a Rua de Belmonte, pelo que os cortes de trânsito previstos foram igualmente antecipados.

Assim, a partir das 8h00 de dia 05/06/2009 encontrar-se-á implementado o novo Plano de Corte de Trânsito e Sinalização Temporária – Zona 3, em função do corte e desvios de trânsito impostos pelas obras no troço referido.

De referir que foi implementado dia 03 de Junho com a ScottUrb o novo circuito para os autocarros e está já em funcionamento a sinalização provisória relativa a esta fase dos trabalhos.

Até dia 28 de Junho, vai funcionar o Parque de Estacionamento de Táxis Zona 3, uma estrutura provisória com capacidade para 10 viaturas»

Thursday, June 04, 2009

Estoril premiado na Alemanha. IMEX 2009 elogia Destino Verde

In LCM

«O Estoril foi distinguido, com dois galardões, numa das mais importantes feiras mundiais dedicada ao Turismo de Negócios, a IMEX 2009, realizada em Frankfurt, confirmando o reconhecimento generalizado do trabalho levado a cabo em prol do desenvolvimento sustentável.
O Centro de Congressos do Estoril (CCE) recebeu o prémio “Equipamento Ambientalmente Sustentado”, o de maior prestígio atribuído neste certame – visitado por mais de 8.700 profissionais -, ao qual concorria a par de congéneres do Mónaco e da Suíça.
O estudante português Miguel Neves foi agraciado, no Fórum dos Futuros Líderes, com o prémio “Meetings Planners International” (MPI), uma distinção que visa reconhecer o elevado valor estratégico e organizacional que caracterizam o projecto para a realização de um evento sustentável no CCE.
A participação do Estoril na edição deste ano da IMEX - efectuada de 26 a 28 de Maio, em Messe, Frankfurt, na qual participaram 3.500 expositores de 150 países - teve por objectivo captar um maior número de eventos para o destino.
No âmbito da sua política interna de desenvolvimento sustentável, o Estoril definiu, no início de 2007, o “Plano Estratégico Green Destination 2010”, que visa a reestruturação do CCE.
Neste contexto, o CCE foi reconhecido, já este ano, pela Green Globe International como um “Green Venue”, tornando-se no primeiro centro europeu com certificação ambiental.
O CCE é um equipamento de referência a nível mundial que complementa e confirma a já longa tradição da Costa do Estoril como destino de eleição para acolhimento e organização de seminários, conferências e outras reuniões, reflectindo uma nova visão transversal e sustentavelmente responsável de todos os sectores do mundo empresarial.
De referir, ainda, que o Turismo de Negócios é um dos dez produtos estratégicos do Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT).»

Monday, June 01, 2009

Chegado por e-mail:


«Boa tarde,e parabens pelo seu blogue!

Sendo um utente diário da linha de Cascais,tenho notado algumas defeciencias nos acessos á estação de Cascais pelo que,e mesmo não tendo qualquer conhecimento de urbanismo ou mobilidade,tentei criar um esquiço de uma ideia que já tinha á algum tempo em relação aos acessos a esta estação e gostaria portanto de partilhar com os Cascalenses esta ideia.

Envio em anexo o esquiço e a explicação do projecto para vossa apreciação.
Agradecia desde já o Anonimato.
Com os meus melhores cumprimentos»

Sugestão para melhoramentos de acessos inferiores á estação de Cascais

o Acessos á estação a partir da Avenida de Sintra-Quem vier a pé ou de autocarro poderá utilizar um novo túnel de acesso directo aos apeadeiros da estação,ao parque de estacionamento,e á alameda Duquesa de Palmela evitando o atravessamento de duas avenidas.Para isso teria que ser criado um pequeno terminal rodoviário para alargamento do passeio com acessos a partir de escada ou elevador ao novo túnel.Quem vier da avenida e pretender seguir até ao actual terminal rodoviário poderá faze-lo através de uma nova ligação ao actual túnel vermelho expandindo-o até a avenida D.Pedro I.
o Acessos á estação a partir da avenida 25 de Abril-Quem se encontrar do lado oposto á estação poderá utilizar um túnel alternativo que atravessa a parte inferior da avenida através de rampa evitando o tempo de espera actual para a atravessar retirando opcionalmente os sinais luminosos para um melhor escoamento do transito, criando assim um acesso directo á estação a partir desse novo túnel até á já existente entrada para a gare,evitando ter que utilizar o já actual acesso ao túnel vermelho do terminal rodoviário em que o mesmo tem de ser feito através de escadas não só prejudicando os utentes de mobilidade condicionada como também os que pretendem chegar rapidamente á estação a partir da avenida.O túnel vermelho continua a exercer a mesma função (acessos de quem chega do terminal rodoviário até á estação)criando também uma rampa de acesso ao exterior próximo á entrada do centro comercial Cascaisvilla.»

Thursday, May 28, 2009

Petição "Urge um debate público nacional sobre o futuro do Terreiro do Paço!"


Assine em http://www.gopetition.com/online/28118.html
E divulgue!



Caro(a) Amigo(a)


Considerando a aprovação em reunião pública da CML, de 27.05.2009, do “Estudo Prévio do Terreiro do Paço”, sem que até ao momento quem de direito (CML e Governo) tenha promovido o indispensável período de debate que um projecto de espaço público desta envergadura exige (por se tratar de um projecto comprovadamente intrusivo, ex. introdução de novos materiais, desenhos e soluções arquitectónicas), facto que é agravado por se tratar do Terreiro do Paço;

E considerando que decorrem a bom ritmo as obras de preparação para a execução do Estudo Prévio agora aprovado, tornando o mesmo irreversível;

Os abaixo-assinados solicitam a quem de direito que proceda, quanto antes, à abertura de um período de discussão pública antes de se iniciar o projecto de execução ou (pelo menos) antes do concurso ser lançado.

OBRIGADO!

PETIÇÃO
Urge um debate público nacional sobre o futuro do Terreiro do Paço!
Assine em http://www.gopetition.com/online/28118.html

E divulgue!

Tuesday, May 26, 2009

A. Santo vai interpor acção judicial contra a Câmara de Cascais

In Público (26/5/2009)


«A empresa de Américo Santo, envolvido no "caso Judas", vai mover uma acção contra a Câmara de Cascais por incumprimento dos protocolos firmados com a construtora.
O filho de Américo Santo confirmou que, "dentro de duas ou três semanas", avançará com uma "acção cível que consiste num pedido de indemnização, avaliada em centenas de milhões de euros", faltando só "fazer o apanhado de todos os prejuízos que a A. Santo teve em relação ao incumprimento dos protocolos". O construtor alega que não tem qualquer objectivo de "prejudicar politicamente" o presidente da câmara, esclarecendo que a acção não avançou há mais tempo porque ainda estava a decorrer o processo-crime em que eram arguidos Américo Santo e o ex-presidente da câmara José Luís Judas. "Esta acção não tem nada de vingança. Apenas queremos defender os nossos interesses".

O actual presidente afirmou que, "perante qualquer nova acção judicial, a câmara fará o que é normal: apresentará a sua contestação". António Capucho (PSD) salientou que a principal divergência com a empresa A. Santo prende-se com as declarações de nulidade de um plano de pormenor aprovado em 2001 para Tires e de um loteamento, com cerca de 2500 fogos, aprovados pela maioria anterior [do socialista José Luís Judas] na véspera da sua "tomada de posse em 2002".»


É preciso ter descaramento. Só mesmo neste país. E assim vai continuar a ser enquanto não se legislar sobre "crime urbanístico".

Monday, May 25, 2009

Inspecção do Ambiente aprecia hotel de luxo na Quinta da Marinha

In Público (25/5/2009)
Luís Filipe Sebastião


«Câmara de Cascais aprovou projecto, mas Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade pede investigação ao Ministério Público


A Câmara de Cascais deferiu a construção de um novo hotel de luxo na Quinta da Marinha e as máquinas começaram nos últimos dias a demolir as estruturas de apoio à antiga piscina, mas o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) quer que o Ministério Público verifique da legalidade do projecto, por não ter sido de novo apresentado a parecer do Parque Natural de Sintra-Cascais (PNSC).
O Onyria Marinha Hotel terá uma área de construção de 6278 metros quadrados, com 68 quartos e quatro suites. A nova unidade hoteleira de cinco estrelas, junto ao campo de golfe, terá dois pisos acima do solo e até dois em cave. O projecto contempla ainda estruturas de apoio como zona de pitch&putt e novo club house.
As obras arrancaram em Outubro passado sem licença camarária, quando o projecto estava desde Maio de 2008 em apreciação nos serviços municipais. O vice-presidente da câmara, Carlos Carreiras, responsável pelo Urbanismo, acabou por embargar os trabalhos, após reiteradas denúncias do Grupo Ecológico de Cascais (GEC). Na sequência da apresentação de novos elementos pelo promotor, que alegadamente corrigiam discrepâncias entre o projecto e as normas da área protegida, a autarquia deu seguimento ao processo.
Segundo informou agora a câmara, o hotel mereceu um despacho do vice-presidente a 11 de Maio, após os diversos pareceres técnicos "de teor favorável". E acrescentou: "Não há qualquer comunicação do ICNB porquanto o procedimento [Regime da Comunicação Prévia] não se encontra sujeito a parecer daquela entidade, visto estar enquadrado em alvará de loteamento aprovado [pelo organismo que tutela o PNSC]."

GEC pondera queixa

"A nossa leitura do plano de ordenamento [da área protegida] é a de que o projecto tem que ter novo parecer do PNSC", esclareceu, por seu turno, Sandra Moutinho, assessora de imprensa do ICNB. A mesma fonte oficial revelou que foi "levantado um auto" na obra e pedido um inquérito à Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território. As máquinas, no entanto, prosseguiam com as demolições nos últimos dias.
O instituto, adiantou a porta-voz, também "enviou o processo para o Ministério Público", para verificar a legalidade do entendimento diferente da câmara. A posição do instituto já havia sido avançada, em Novembro de 2008, por Sofia Silveira, responsável pelas áreas classificadas do Litoral de Lisboa e Oeste, quando garantiu ao PÚBLICO que "o Parque Natural Sintra-Cascais tem que ser consultado no âmbito deste processo". Além disso, parte do terreno está abrangido pelo Plano de Ordenamento da Orla Costeira.
Pedro Silva Lopes, advogado e membro do GEC, também defendeu que o projecto de construção devia ser de novo objecto de parecer vinculativo do organismo do Ministério do Ambiente. Por isso, salientou que "o GEC está a ponderar a apresentação de uma queixa ao Ministério Público, junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra", para verificar da legalidade do licenciamento.
O vereador do Urbanismo reafirmou que a câmara entendeu não ser preciso novo parecer do PNSC, "uma vez que o projecto respeita os parâmetros estipulados pelo alvará aprovado" e, embora em área abrangida pelo PNSC, encontra-se "em perímetro urbano". Carlos Carreiras explicou que os trabalhos foram retomados após o pagamento, pelo promotor, do valor das contra-ordenações, por ter avançado com as máquinas, em Outubro, sem ter licença para o fazer.
Posteriormente, confrontado com a decisão do instituto, comentou apenas "esperar que um organismo dependente do Governo central assuma sempre e em cada momento as suas obrigações e responsabilidades".»

Sunday, May 24, 2009

Alerta à população: Aridez é o novo conceito de ambiente urbano



A imagem triste desta rua (desafio a que nos enviem mais) é eloquente: a cidade fica muito pior. Mais árida e ainda mais feia, até porque, sem o "filtro" das árvores que até há pouco tempo aqui estavam, se dará mais visibilidade a "coisas" que podiam (outras deviam) estar mais recatadas do olhar.
Aposto que um bom número de argumentos "políticamente correctos", serão despejados sobre quem ponha em causa a cirurgia plástica que determinou mais este abate das árvores.
Acima desses argumentos estará o mais bondoso e paternalista de todos: o de "fazer cumprir a lei [esquizofrénica, digo eu] das acessibilidades". É necessário tirar dos passeios os obstáculos à circulação pedonal. Com esse argumento muitos de nós se calarão. Aos resistentes espera-os um bom número de outros e, com relutância, lá se afirmará o da necessidade de redução de custos com a manutenção das árvores e dos espaços verdes.

Reproduzo o alerta que nos chegou:
"ALERTA:
CM Cascais cortou rente TODAS as árvores do troço norte da Av. Costa Pinto, em Cascais. Alguém sabe o porquê e para quê?
Eram árvores de grande porte, frondosas, que davam grande sombreamento àquela rua, fazendo dela uma excelent
e alternativa pedonal à, também despida de árvores, Av de Sintra. Agora é um deserto. Mete dó.
Se isto não é crime o que será?
É assim que se faz Ambiente em Cascais? Vai lá vai..
.
"

Pormenor do corte rente de uma das árvores (todas ficaram assim e ontem estavam uns operários, inclusivé, a desfazer os "tocos" para colocarem empedrado de passeio por cima!)

Saturday, May 23, 2009

Autarquia descarta viveiros de bivalves ao largo de Cascais

In Publico
22.05.2009 - 20h37 Luís Filipe Sebastião

O presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, considerou que a localização prevista para a instalação de um viveiro de bivalves na zona da Guia, a uma milha da costa, “não deve ser aceite pelas autoridades competentes”.
“Sou favorável ao projecto, que me parece muito interessante, mas a localização inicialmente prevista, designadamente pelas razões apontadas pelo Clube Naval de Cascais, tem impactes negativos”, afirmou o autarca social-democrata ao PÚBLICO. António Capucho respondeu desta forma à possibilidade de se ocupar parte dos melhores campos de regatas náuticas com uma aquacultura numa área de 500 hectares. O que levou o presidente do clube naval, José Matoso, a alertar que, se o projecto for licenciado, “acaba-se com a vela de alta competição em Cascais”.
O tema foi abordado na última reunião do executivo municipal. O vice-presidente da câmara, Carlos Carreiras, admitiu a necessidade de articular o projecto com as actividades náuticas (pesca e vela) e de se conciliarem todos os interesses sob pena de se perder o investimento. O social-democrata argumentou que a localização das bóias foi feita com base em cartas que terão sido mal referenciadas pelo Clube Naval de Cascais, conforme já afirmara o promotor do projecto.
A Zona Salgada apresentou na semana passada o projecto ao clube naval, mostrando disponibilidade para reconfigurar o campo de cultivo de ostras, mexilhões e vieiras. Segundo a empresa, existem no local dois campos de regatas totalizando cerca de 5400 hectares. A área dos viveiros, a cinco metros de profundidade, sobrepõe-se em 18% da zona Norte do campo de regatas a Oeste. A Administração da Região Hidrográfica vai analisar as reclamações.
...

Friday, May 22, 2009

Deliberações da Reunião Ordinária de Câmara de 18 de Maio

A Câmara Municipal de Cascais, em reunião ordinária pública de 18 de Maio de 2009, entre outras matérias, deliberou:

1. Aprovar as propostas de protocolos de parceria no âmbito dos “Programas Integrados de Requalificação e Inserção de Bairros Críticos”, estabelecidos entre a Câmara Municipal de Cascais e diversas entidades. Estes acordos enquadram-se na candidatura para a requalificação do território compreendido entre os bairros da Cruz Vermelha e da Adroana que o Município irá submeter ao Programa Operacional de Lisboa do Quadro de Referência Estratégico Nacional.

2. Aprovar a remissão do projecto de execução da Via Oriental de Cascais (troço 1) à Agência Portuguesa do Ambiente para a respectiva apreciação. Esta via virá permitir a articulação rodoviária entre a Rotunda junto à Quinta do Barão, em Carcavelos (EN 6-7), e a Abóboda (nova variante à EN 249-4), descongestionando o trânsito junto ao Cemitério de S. Domingos de Rana e restabelecendo a malha urbana.

3. Atribuir um subsídio no valor de € 44.575,00 à Associação Grupo Desportivo e Recreativo do Bairro da Tojeira para apoio à realização de obras de beneficiação nas suas instalações desportivas, nomeadamente arranjos exteriores, implementação de sanitários e acessos para pessoas com mobilidade reduzida. Este subsídio destina-se ainda a apoiar os projectos de construção do edifício-sede da Associação, o qual irá desenvolver-se num único piso e de forma integrada na área desportiva.

4. Aprovar um parecer positivo com vista à obtenção do Estatuto de Utilidade Pública por parte da Sociedade de Instrução e Recreio de Janes e Malveira. Fundada em 1938, esta entidade tem desenvolvido, ao longo da sua existência, um serviço importante para a comunidade nas vertentes social, cultural e desportiva, de que são exemplo o funcionamento da Banda, Escola de Música, Grupo Cénico, Grupo de Dança com actividade regular e as diferentes iniciativas como o Corso de Carnaval, Encontro de Teatro, Encontro de Dança, evento Bandajanes, além de festas no Dia Mundial da Criança e no Natal.

5. Aprovar os termos do acordo tripartido a celebrar com a Direcção Geral das Artes e a Associação Internacional de Música da Costa do Estoril para promover a consolidação da actividade cultural desenvolvida pela Associação, bem como da articulação estratégica na área entre a Câmara Municipal de Cascais e a Direcção Geral das Artes. De acordo com o documento agora aprovado, a Câmara de Cascais compromete-se a apoiar financeiramente com €100.000,00 por ano a Associação Internacional de Música da Costa do Estoril, de modo a permitir a realização anual das Semanas de Música do Estoril que integram actividades como o Festival do Estoril, os Encontros Nova Geração de Compositores do Mediterrâneo, os Cursos Internacionais de Música do Estoril e a promoção, no plano nacional e internacional, de jovens valores.

6. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de € 60.000,00 à Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, no âmbito da atribuição de bolsas de estudo para frequência do Conservatório de Música de Cascais.

7. Atribuir um subsídio no valor global de €103.304,31 às Juntas de Freguesia e instituições parceiras da Componente de Animação Sócio-Educativa da Educação Pré-Escolar 2008/2009.

8. Atribuir uma verba no valor de €70.000,00 à Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Cascais, com vista a ampliar as respostas terapêuticas do Centro de Recursos para a Inclusão através terapias complementares, designadamente hidroterapia e terapia com animais.

9. Aprovar um subsídio no valor de €40.000,00 à Escola Profissional de Teatro para apoio ao funcionamento e actividades extracurriculares.



...

Mais do mesmo, à excepção dos pontos 1. e 2. que, por sinal, envolvem construção civil, o que em tempo de eleições é, obviamente, mais do mesmo.

Thursday, May 21, 2009

Zona de implementação do Viveiro de Bivaldes

Após alguma pesquisa dei com o mapa de localização do pretendido local para criação de bivaldes em Cascais.

Existe um site da empresa promotora onde se pode carregar um ficheiro do Google Earth e verificar as distâncias entre terra e as boias que delimitam a área assim como algumas legendas.

Para quem não tem o Google Earth aqui fica uma imagem explicativa.


Aqui está o endereço do sitio da empresa promotora http://www.clubic.aqua.pt/quintas

As distância entre o Farol da Guia e as boias, mais ou menos, são: C1-3,56 Km; C2-3,11Km; C3-1,88Km; C4-1,18Km; C5-2,89Km; C6-1,7Km.

Espero ter ajudado na localização

Tuesday, May 19, 2009

Aviso geral (LARANJA) à população

Mantenhamo-nos atentos então. Até porque este anúncio é mesmo Laranja (na propaganda nunca há inocência... há burrice mas é quando o publicitário é baratucho).
O alerta LARANJA da eficaz e civilizada Câmara Municipal de Cascais, avisa-nos (claro!!) para aquilo que será um verão quente e efusivo, com uma lista infindável de entretenimentos que nos hão-de anestesiar com foguetório, folguedos e actividades até à naúsea... mas isso é "bom" para, muito entretidos, não termos, nem tempo nem "saúde mental" para ligar muita importância a tudo o "resto" (que talvez seja o mais importante).
Com uma anestesia inoculada pelo farto menu de actividades, até ficaremos a pensar que sim senhora (!!), estes senhores (do laranja, pois claro!) fartam-se de trabalhar para nos animar (que é o que precisamos mesmo!). Cascais está muito animada! Colorida! Ganha na corrida das vizinhas. A corrida da cidade-mais-animada-do-Verão-onde-podemos-e-devemos-esquecer-que-há-eleições-e-só-nos-lembrar-mos-do-laranja (!!). São giras estas corridas: há uma corrida onde todos correm com t-shirt laranja, outra com t-shirt rosa, outra com azul bebé, outra... mas é bonito de se ver, toda a gente de igual... ficam as ruas cheias de cor forte e movimento!

Mas a propaganda é um pau de dois bicos. Só se esquece o seu efeito perverso se o que se anuncia se vai cumprindo:
... e é sempre patético tentar disfarçar as coisas com umas camadinhas de tinta por fora para, ao menos...

Monday, May 18, 2009

Estações ferroviárias de S. Pedro e S. João do Estoril requalificadas até final de 2010

In Público (16/5/2009)

«Após inúmeras mortes na via-férrea em São Pedro do Estoril, a passagem de nível vai ser substituída por passagens inferiores pedonais


A Rede Ferroviária Nacional (Refer) comprometeu-se ontem, num protocolo assinado com a Câmara Municipal de Cascais, a requalificar as estações ferroviárias de S. Pedro e S. João do Estoril e a suprimir a última passagem de nível naquela linha até Dezembro de 2010.
O presidente da Refer, Luís Filipe Pardal, lembrou que a sinistralidade é um problema que se deve continuar a combater, pelo que extinguir "as passagens de nível é uma obrigação legal", sublinhando que, nos últimos nove anos, a empresa "investiu cerca de 270 milhões de euros na supressão de 1300 passagens de nível".
"É gratificante haver sintonia e convergência de preocupações com a Câmara Municipal de Cascais", para concretizar um protocolo que é "seguramente positivo e que vai contribuir para a segurança" do concelho, acrescentou o responsável.
Segundo o líder camarário, António Capucho, esta intervenção é "importante para o acréscimo de conforto e bem-estar e para evitar a perigosidade das duas estações".
Na presença da secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, o presidente da Câmara de Cascais lembrou que a economia do concelho assenta no turismo e a ligação de Cascais ao aeroporto é "fulcral".
Por seu turno, Ana Paula Vitorino referiu que "este protocolo, agora celebrado, representa a boa coordenação entre a administração central e a administração local, para bem dos cidadãos", algo que a deixa "bastante satisfeita". Ainda durante o seu discurso, a secretária de Estado recordou que "até 2013 estará concluída a terceira travessia do Tejo e a ligação de alta velocidade", projectos considerados "fundamentais para o desenvolvimento do país".
"O acordo hoje [ontem] firmado é a prova de que a cooperação entre o Governo, a Refer e a administração local não só existe como dá os frutos que todos nós desejamos", concluiu Ana Paula Vitorino.
Este protocolo surge no âmbito do Projecto de Modernização da Linha de Cascais e que prevê, para São Pedro do Estoril, a construção de duas passagens inferiores pedonais, o que permitirá o encerramento definitivo do atravessamento da linha, além de estar também prevista a criação de espaços de apoio ao cliente ferroviário (bilheteiras, lojas, instalações sanitárias) e a colocação de novo pavimento e coberturas parciais de apoio a passageiros.
A Refer irá intervir naquelas estações para reforço da segurança, da informação e conforto. Lusa
Para São Pedro do Estoril está prevista a construção de duas passagens inferiores pedonais, o que permitirá o encerramento definitivo do atravessamento da linha. Para São João do Estoril está prevista a construção de uma passagem rodoviária inferior para desnivelamento da via-férrea sob a Av. Marginal. O projecto para o local contempla ainda a contrução de uma passagem inferior pedonal na estação para atravessamento do público e de escadas de acesso ao cais, bem como plataforma mecânica elevatória.»

Thursday, May 14, 2009

Chegado por e-mail:

Bom dia

Alguém me poderá informar porque é que em Cascais, mesmo quando chove a cântaros continua ligada o sistema de rega dos espaços públicos???????

Numa época em que basta ir à Internet para saber o tempo que vai fazer nos próximos 2/3 dias, com uma incrível certeza, continuamos a ver este gasto injustificado de água, que TODOS pagamos, além de ser um desperdício, numa época em que tanto se fala de ambiente!

Já uma vez falei para a Câmara Municipal, por causa deste problema e responderam-me que "é rega automática".......palavras para quê???? Quando eu disse que em casa também tenho um sistema de rega automático mas que quando chove o desligo, como qualquer pessoa normal, responderam-me que era a única explicação que tinham para me dar.....

Não há ninguém para a desligar quando se sabe que vai chover?? Claro que se fossem os funcionários responsáveis por este tal sistema automático a pagar a conta ao fim do mês, veriamos se continuava desligado!!!!

Outro assunto: os cócós dos cães! (O que vou dizer não invalida que a maior parte das pessoas é COMPLETAMENTE INCIVILIZADA e não apanha os ditos dos seus animais de estimação - Seria precisa uma campanha à séria, para tentarmos modificar as mentalidades).

Há uma motoreta que passeia de vez em quando a apanhá-los, mas sempre nas mesmas ruas. Quando perguntei ao funcionário porque não nas outras ruas, respondeu-me que não tinha tempo para todas e que além disso eram só as ruas principais.....Mais uma vez, palavras para quê????

Se o dito funcionário não passasse tanto tempo com a motoreta parada, a falar ao telemóvel (presenciado por várias pessoas!!!) e se variasse as ruas, talvez estivesse tudo mais limpo... E porquê só as principais? não pagamos todos imposto municipal???

Além disso, as (pouquìssimas) caixas onde estão sacos de plástico (muito pequenos) para apanhar os mesmos, estão normalmente vazias! Portanto ou os donos (entre os quais me incluo) ou levam de casa, ou então nada feito.

Obrigada pelo vosso trabalho em geral e antecipadamente pela vossa atenção para estes assuntos.
Cumprimentos
Beatriz Empis

Wednesday, May 13, 2009

Victória


Ao fim de muitos anos de esquecimento e dois anos depois de reclamarmos neste blog, o muro que se encontrava no passeio da Av. Aida, no Estoril, foi finalmente demolido. Uff!

Turismo do Estoril contesta viveiros de bivalves

In Público (13/5/2009)

«O presidente do Turismo do Estoril, Duarte Nobre Guedes, criticou ontem a instalação de viveiros de bivalves na costa da Guia, manifestando uma posição "claramente negativa e contra" o projecto pela possibilidade de prejudicar as competições de vela no litoral de Cascais.
"Estes viveiros, a serem instalados, vão comprometer a utilização do maior campo de regatas do mundo", afirmou o responsável pelo Turismo, citado pela agência Lusa, considerando que o projecto vem "condenar um campo de regatas, os eventos de vela e condenar a promoção de um produto turístico que é muito importante na costa do Estoril e que faz parte do Plano Estratégico Nacional de Turismo". Pedro Sarmento-Coelho, promotor da aqualcultura para a criação de mexilhão, vieira e ostra em 500 hectares, comentou que o Clube Naval de Cascais foi contactado em Outubro de 2008, "mas só depois de concluídos os estudos" é que reclama. "Estou disposto a alterar o projecto se, efectivamente, provarem que há obstáculos para a competição da vela", admitiu o empresário, apesar de sustentar que os viveiros "apenas ocupam parte de um dos cinco campos de regatas, assim como não interferem com a vela turística".»

Empresa comprou sítio "denominado Quinta da Carreira"

In Público (13/5/2009)


«Na contestação entregue no tribunal, a empresa Pimenta & Rendeiro, que é contra-interessada na acção do MP, argumenta que "nada sabia, nem tinha obrigação de saber acerca dos termos da escritura de doação" que, em 1967, atribuiu à câmara a propriedade dos logradouros da Quinta da Carreira e alega que, a existirem direitos de propriedade por parte da autarquia, estes já "prescreveram".
A empresa sustenta ainda que agiu de "boa-fé, na convicção de que comprava aquilo que estava livre e sem ónus". A transacção efectuou-se em 1999, tendo a escritura de compra e venda sido celebrada no 15.º Cartório Notarial de Lisboa. Esta escritura, que é um outro caso dentro deste caso, está assim lavrada: por dois milhões e 500 mil contos, a família Cardoso vendeu à Pimenta & Rendeiro "um prédio rústico denominado Quinta da Carreira, sito em São João do Estoril". Não são referidas áreas, nem lotes, nem confrontações. À época da venda, a Quinta da Carreira incluía já uma escola secundária e alguns milhares de fogos que, na maior parte dos casos, pertencem às pessoas que neles residem.
A venda foi feita pelos herdeiros da viúva de Marques Leal, o comerciante que no século XIX comprou o sítio: era uma pedreira, ele transformou-o numa quinta agrícola. Mais tarde, já depois de meados do século passado, os seus herdeiros procederam à urbanização do espaço.
Na ocasião, para lá dos logradouros entre os prédios, também cederam à autarquia várias outras parcelas para a construção de uma escola, de uma igreja, de um centro paroquial, de um mercado, de passeios e estacionamentos. No local destinado ao mercado foi agora erguido o novo centro de saúde do Estoril. C.V.
A empresa Pimenta & Rendeiro diz que agiu de "boa-fé na convicção de que comprava" terrenos livres e "sem ónus "»

Esse Sr. Rendeiro é o mesmo do BPP, right?

Câmara de Cascais garantiu direitos a um construtor num terreno municipal

In Público (13/5/2009)
Clara Viana


«Terreno doado ao município foi vendido a uma construtora pelos particulares que fizeram a doação. Ministério Público diz que a autarquia beneficiou a empresa ao licenciar obra no local



O facto de o Estado e as autarquias não conhecerem com rigor o seu património, ou alegarem desconhecê-lo, já fez várias vezes com que a propriedade de bens públicos acabasse nas mãos de privados. Em Cascais terá acontecido algo ainda mais grave. Devido a uma situação desse género, o Ministério Público interpôs em 2005 uma acção contra o município local. A autarquia não contestou. O processo, que está a correr no Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra, deverá conhecer um desfecho em breve.

Perto da estação da CP de São João do Estoril, na urbanização da Quinta da Carreira, há um logradouro entre prédios que tem um antigo tanque de rega e um dragoeiro, classificado como de interesse público. Em 1967, através de uma escritura pública, essa parcela foi doada à câmara para ser integrado no domínio público municipal, o que deveria ter acontecido logo após a conclusão dos prédios que a rodeiam. Mas, algumas décadas depois, foi a construtora Pimenta & Rendeiro que se apresentou como proprietária, na sequência de uma transacção que efectuou com os antigos donos, os mesmos que efectuaram a doação (ver caixa).
Em 2001, a empresa conseguiu que a câmara licenciasse para ali um conjunto de edifícios, e depois, que lhe garantisse, num local próximo, direitos de construção para a compensar das áreas que não podia construir - embora por razões que não tiveram em conta o facto de, afinal, o espaço ser municipal. No processo, que o PÚBLICO consultou em tribunal, o procurador Fernando Gomes, autor da acção contra a autarquia, sustenta que tudo isto aconteceu tendo a Câmara de Cascais na sua posse os documentos que comprovam que tanto aquele terreno como os dos outros logradouros da urbanização pertenciam ao domínio público municipal.
Para a zona está a ser elaborado, há anos, um plano de pormenor, cujos termos de referência foram negociados com a Associação de Moradores da Quinta da Carreira. No centro destas negociações figurava a área de nova construção que seria autorizada naquele logradouro e num local próximo. Dos 50 mil metros quadrados pretendidos pela P&R passou-se, no plano de pormenor, para 19.500. Mas para este cálculo foram contabilizados os direitos de construir 10 mil metros quadrados alegadamente adquiridos pela empresa com o licenciamento aprovado para a zona do tanque pelo então presidente José Luís Judas, no dia seguinte a ter perdido as autárquicas de 2001.
Este licenciamento foi depois declarado nulo pelo social-democrata António Capucho. O conjunto de qua-
tro prédios, com sete pisos cada e um total de 50 fogos aprovados para o logradouro (10 mil m2) não respeitava nem o Plano Director Municipal, nem o alvará de loteamento original, já que autorizava construção para locais que este consagrou como non edificandi. Caso o tribunal decida a favor da posição do Ministério Público e anule o acto administrativo que deu origem ao licenciamento de 2001, a possibilidade de construir os 19.500 m2 no outro terreno da empresa poderá também ser posta em causa, uma vez que às "ilegalidades" já apontadas, e que são evocadas de novo pelo MP, se junta agora a questão da propriedade do terreno à conta do qual foi contabilizado o direito de construir 10 mil m2. José Casquilho, que era presidente da associação de moradores aquando das negociações do plano de pormenor, lembra que os limites para a construção autorizados pelo plano foram negociados de modo a "obstar à indemnização" do promotor pela câmara. Agora que se sabe que o terreno afinal é público, Casquilho defende que ou se retira ao máximo negociado a área que primeiro foi autorizada para a zona do tanque (os tais 10 mil m2) ou a câmara expropria os terrenos que ali ainda pertencem à empresa, integrando tudo no domínio público municipal em benefício de mais espaços verdes e equipamentos. "Era a melhor solução para salvar a face de câmara", argumenta.
O vice-presidente da câmara, Carlos Carreiras, diz que a autarquia espera uma decisão do tribunal e acrescenta: "Só muito recentemente se soube da existência desta acção cujo conteúdo era desconhecido por completo à data da negociação do plano de pormenor com a associação de moradores". A empresa não respondeu às perguntas do PÚBLICO.»

Wednesday, May 06, 2009

Deliberações da Reunião Ordinária de Câmara de 4 de Maio

«A Câmara Municipal de Cascais, em reunião ordinária de 4 de Maio de 2009, entre outras matérias, deliberou:

1. Atribuir um subsídio no valor de € 95.000,00 ao Instituto de Cultura e Estudos Sociais para a realização dos XVI Cursos Internacionais de Verão de Cascais. Sob a coordenação do Professor José Tengarrinha, os Cursos Internacionais de Verão de Cascais têm registado um elevado impacto cultural, quer pelas conferências sobre temas da actualidade por oradores de reconhecida craveira intelectual, quer pelo programa cultural complementar, que este ano incidirá sobre as comemorações dos 350 anos do nascimento de Purcell, dos 200 anos da morte de Haydn e dos 250 anos da morte de Händel e que serão assinalados por concertos da Escola de Música do Conservatório Nacional.

2. Atribuir um subsídio no valor de € 27.500,00 à Associação dos Antigos Alunos do Extinto Colégio João de Deus, no Monte Estoril, para a edição de uma monografia sobre a História da Freguesia da Parede.

3. Aprovar o desenvolvimento de um projecto de loteamento camarário industrial, a implementar em terreno municipal situado em Trajouce. Este loteamento virá proporcionar condições de relocalização de pequenas indústrias instaladas em construções precárias em Áreas Urbanas de Génese Ilegal que, por via da requalificação e legalização das zonas em causa irão ser demolidas. Possibilita-se, assim, uma solução urbanística compaginável com a reconversão das AUGI, sem provocar constrangimentos de ordem laboral e social.

4. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor global de €79.500,00 às sete instituições da rede solidária parceiras da Câmara Municipal, no âmbito do protocolo “Melhor Saúde no Concelho”. Em 2008, foram apoiados 378 beneficiários, garantindo-se uma cobertura concelhia.

5. Aprovar um subsídio no valor global de €72.500,00 para atribuir aos 50 participantes na terceira edição do Programa Jovens Activos. Tendo por objectivo proporcionar uma primeira experiência em contexto profissional a jovens entre os 18 e os 30 anos, residentes em Cascais, o Programa Jovens Activos resulta de uma parceria estabelecida entre a Câmara e empresas locais, sendo cada vez maior o número de jovens que permanece nas empresas após finalizar o estágio. A presente edição arrancou a 21 de Abril.

6. Aprovar um subsídio global no valor de €113.555,63 para apoiar a Associação Escoteiros de Portugal, Corpo Nacional de Escutas e Associação de Guias de Portugal no desenvolvimento dos respectivos planos de actividades.

7. Aprovar a atribuição de um subsídio no valor de € 13.749,00 a diversas entidades de apoio social no âmbito do Protocolo de Ajudas Técnicas, para apoio à renovação e alargamento de stocks. Celebrado entre a Câmara Municipal de Cascais e 12 Instituições Particulares de Solidariedade Social da rede solidária concelhia, este protocolo abrangeu 200 beneficiários em 2008, sobretudo mulheres com idade superior a 80 anos, por motivo de doenças cardiovasculares, seguidas de doenças degenerativas.

8. Aprovar a atribuição de uma comparticipação financeira de € 221.244,00 à administração conjunta da Área Urbana de Génese Ilegal “Lombas”, sita nos limites de Trajouce para apoio na realização de obras de infra-estruturas.

9. Aprovar a elaboração do projecto de requalificação urbana de Talaíde no âmbito do contrato-programa celebrado com a ESUC – Empresa de Serviços Urbanos de Cascais. Situada no limite nordeste do concelho, Talaíde apresenta-se hoje como um aglomerado urbano descaracterizado em clara assimetria relativamente aos níveis de qualidade exigíveis no concelho. O projecto de requalificação vai incidir em três zonas distintas: núcleo histórico, o perímetro da AUGI e toda a zona de expansão da povoação a Norte do núcleo histórico.

10. Aprovar o aditamento ao contrato de urbanização e a atribuição de uma comparticipação financeira de € 46.788,00 à administração conjunta do Bairro Terra do Modelo Grande, em S. Domingos de Rana, para apoio na realização de obras de infra-estruturas.

11. Atribuir um subsídio no valor de € 100.000,00 à Associação Juvenil Criativa, para apoio na realização do “Festival MUSA – Música Urbana e Sons Alternativos”, que terá lugar no âmbito da Semana da Juventude.

12. Aprovar a atribuição de subsídio extraordinário à Junta de Freguesia de S. Domingos de Rana no valor de €30.000,00, para requalificação do Bairro dos Sete Castelos, designadamente para uma intervenção que envolve o talude e margens da ribeira que atravessa o bairro.»

...

A escuro, aqueles pontos que me parecem justificar maior atenção.

Friday, May 01, 2009

Viveiro de bivalves em rota de colisão com a melhor zona para regatas em Cascais

In Público (1/5/2009)
Por Luís Filipe Sebastião


«ARH do Tejo assegura que aquacultura para mexilhões, ostras e vieiras não está licenciada e vice-presidente da câmara admite ter de se encontrar outra localização no concelho

O projecto para instalar um viveiro de bivalves numa área de 500 hectares no mar da costa da Guia está a agitar as águas em Cascais. O clube naval teme o desaparecimento do melhor campo de regatas do país. A autarquia e o promotor garantem que a iniciativa não será viabilizada à custa de prejuízos para a prática da vela.


O alerta soou esta semana no Clube Naval de Cascais, mas o processo já tem vários meses. A Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Tejo fez publicar, no Diário da República de 31 de Dezembro de 2008, um edital a informar sobre um pedido para o cultivo de moluscos bivalves em mar aberto, nas águas costeiras de Cascais, numa área de 500 hectares, com vista a uma produção anual até 50 mil toneladas de mexilhões, ostras e vieiras.
Um novo edital da Direcção Regional de Agricultura e Pescas, de 6 de Abril, dá conta de que a Zona Salgada-Aquaculturas requereu a instalação de uma exploração de bivalves ao largo de Cascais e que "todos os que considerem que o pedido" interfere "com os seus interesses" podem apresentar reclamações em 30 dias. Foi este edital que, segundo o presidente do Clube Naval de Cascais, José Matoso, lhe foi enviado pela capitania do porto de Cascais a 23 de Abril. Quatro dias depois receberia o projecto em apreciação na ARH.

Fim da vela em Cascais
"Se este projecto avançar acaba-se com a vela de alta competição em Cascais", frisa o responsável do clube naval, explicando que "o melhor campo de regatas, que deu fama a Cascais, fica precisamente na zona da costa da Guia, que coincide com a implantação projectada para os viveiros". José Matoso assegura que, para além do campo ao largo da praia do Estoril, condicionado como zona de fundeamento afecta ao porto de Lisboa, a área da Guia "é uma das melhores do mundo" para a prática da vela. Exagero? A zona não só é a mais utilizada nas muitas competições internacionais organizadas no nosso país, como serviu de palco para as regatas do ISAF 2007, que trouxe a Cascais as classes olímpicas de vela, e também fez parte da candidatura portuguesa finalista à America's Cup, que acabou por se realizar no Verão de 2007 em Valência.
"Do ponto de vista náutico é, como alguém disse, o mesmo que plantar um batatal no meio do relvado do Estádio Nacional", ironiza José Matoso, que salienta o impacte da náutica de recreio em termos de receitas turísticas para a costa do Estoril. Por isso, o clube naval vai comunicar a sua oposição à localização, apoiado no testemunho de uma dúzia de velejadores com experiência internacional.
Miguel Lacerda, velejador e mergulhador, considera que o projecto "é um autêntico disparate, poderei dizer mesmo um crime". Num parecer enviado à entidade responsável, o colaborador em arqueologia subaquática contesta a implantação de uma estrutura numa zona com muito para estudar no campo arqueológico e classifica como "inacreditável e inconcebível" a ocupação "de um dos melhores campos de regata a nível mundial". Além disso, alerta que, apesar da sinalização prevista, o local será "uma ratoeira" para a navegação.
"Vemos o projecto com grande interesse, mas desde que não choque com outras prioridades do concelho", comenta o vice-presidente da autarquia, Carlos Carreiras, que reconhece a mais-valia da vela, admitindo que "vai ter que se encontrar uma solução, embora também não se queira perder esta iniciativa".

Cerimónia para lançamento da primeira bóia em Julho

Coordenador do projecto promete "não fazer nada contra as pessoas"

O Cluster de Bivalves de Cascais (Clubic) já tem programado o lançamento da 1ª Bóia, em 15 de Julho, com a presença de nada menos do que cinco secretários de Estado, para assinalar a Nova Economia do Mar e apresentar o Estudo de Sustentabilidade Global, em que assenta o projecto da Zona Salgada.
Pedro Sarmento-Coelho, coordenador do projecto, assegura que "não vai fazer nada contra as pessoas" e mostra-se disposto a encontrar uma solução que não inviabilize o campo de regatas da Guia. O também presidente da Associação de Aquaculturas de Portugal lamenta que o Clube Naval de Cascais não se tenha mostrado interessado em participar nos contactos que terá efectuado anteriormente para aferir da viabilidade do projecto e refuta que este coincida exactamente com a área de desportos náuticos.
O Clubic, com um investimento de quase 30 milhões de euros, criará 54 postos de trabalho directos. Os viveiros consistem em 20 blocos, a uma milha náutica da costa, entre a marina e o emissor submarino da Guia. As estruturas submersas (long-lines), presas ao fundo, são mantidas a cinco metros do nível do mar através de bóias. As cordas (para o mexilhão) e as lanternas (para as ostras e vieiras) ficam suspensas até 12 metros de profundidade.
Sarmento-Coelho acrescenta que a área científica encontra-se ao largo de Sagres e Cascais será a primeira zona comercial. Adianta ainda que estão em estudo mais seis locais para instalar viveiros do género: no Norte, Centro, Alentejo e Algarve. O único projecto que estará mais avançado será em Portimão/Lagos, para uma área de dois mil hectares.
Outros viveiros, de outro promotor, estão previstos para a zona da Ponta do Sal (São Pedro do Estoril). A vice-presidente da ARH do Tejo, Simone Pio, confirma que o projecto "do ponto de vista ambiental não apresenta problemas", mas que o licenciamento só ficará concluído após os pareceres da Agricultura e Pescas (favorável) e da autoridade marítima nacional, sobre a sinalização e segurança. L.F.S.»

Um assunto sério. Vindo do Sr. Ministro, fico já de pé atrás. Cascais não pode ficar a dormir ... Essa insistência tola que nos querem fazer crer de que Cascais tem que ser um pólo industrial do que quer que seja é altamente duvidoso, obscuro e inapropriado, especialmente em ano de eleições.

Thursday, April 30, 2009

Atenção ao mar

Tomei conhecimento de um edital, desses que ninguém vê e justificam a consulta pública, que, nem mais nem menos,anuncia o estabelecimento de uma cultura marinha em mar aberto, com 500 hectares de área a implantar ao largo de Cascais! Tratando-se de assunto do mar, o edital é do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas!!! Dá trinta dias para quem quizer reclamar (já passaram vinte e tal) se dirigir à Capitania do Porto de Peniche (!) ou às Caldas da Rainha onde está a Delegação Regional do Oeste da Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo. Assina uma engenheira agrónoma! Surrealista.
Acontece que a implantação de um equipamento destes e com esta área vai impôr uma redução brutal nos tradicionais campos de regatas de Cascais e constituir um obstáculo/ armadilha para a navegação que demanda o Porto de Lisboa. Não admira que os agrónomos a quem entregaram o mar neste País não percebam nada disto, mas não terão sido consultadas outras entidades antes de promulgar o edital?
Tenho conhecimento de que uma entidade privada já iniciou uma contestação, mas seria bom que a Câmara e outras entidades do concelho se manifestassem.

Sunday, April 26, 2009

Ponto negro


A última rotunda da Av. D. Nuno Álvares Pereira, Estoril, de quem desce vindo da auto-estrada, é palco de despistes e colisões com enorme frequência. Aos sábados à noite o prédio que se vê na foto já foi alvo de três colisões no espaço de um ano. A última, que ocorreu ontem, foi quinze dias depois de o muro ser reconstruido após outra colisão! Note-se que, de cada vez que há um embate destes, os contadores de gás do prédio são todos arrancados... Obviamente que é preciso assinalar e iluminar melhor o local, para além de medidas de redução de velocidade.

Cem metros mais abaixo e em sentido contrário, também aos sábados à noite, há inúmeros despistes de carros que fazem a curva em excesso de velocidade e se espetam no passeio, fazendo em seguida várias carambolas, batendo em carros e árvores que estão por perto. Ou melhor, estavam; a Câmara de Cascais eliminou agora os três canteiros e desistiu de ali ter árvores.

Tuesday, April 21, 2009

Detidos quando furtavam 20 mil euros de óculos em Cascais

In Público (21/4/2009)

«A PSP deteve em flagrante delito três homens que furtavam dezenas de óculos no interior de uma loja na Baixa de Cascais, disse ontem à Lusa fonte policial.
Os três homens arrombaram a porta do estabelecimento comercial, durante a madrugada de domingo, e foram "detidos quando saíam do interior do estabelecimento, com várias caixas de óculos nas mãos", explicou a mesma fonte. Aos três assaltantes, com idade de 20 anos, foram recuperadas dezenas de óculos no valor de 20 mil euros, de acordo com a mesma fonte.
A detenção do grupo e a recuperação dos bens furtados ocorreu quando uma equipa de intervenção rápida da PSP efectuava uma patrulha de rotina na Avenida 25 de Abril, em Cascais. Os três assaltantes foram apresentados na tarde de ontem a um juiz do Tribunal de Cascais.»

Alcançados no Estoril suspeitos de assalto em Cascais

In Público (21/4/2009)

«A A PSP anunciou ontem que deteve um grupo de quatro indivíduos suspeitos de roubo com ameaça física no interior de um comboio da CP da linha de Cascais, disse à Lusa fonte da corporação.
Os quatro presumíveis assaltantes, com idades compreendidas entre os 16 e os 20 anos, terão ameaçado fisicamente um dos passageiros da composição, a quem terão roubado a carteira com documentos e dinheiro, de acordo com a polícia. O grupo actuou no interior de uma carruagem de comboio, que estava parada na estação de Cascais, e fugiu depois a pé pelo paredão, junto ao mar, e em direcção ao Estoril. A PSP cercou todos os acessos da zona, tendo detido pouco depois os suspeitos e recuperado todos os bens roubados. O grupo foi ontem interrogado no Tribunal de Cascais.
Foi também detido, no sábado, por volta das 13h30, um dos presumíveis assaltantes de um homem que se encontrava na praça de táxis do Cais do Sodré. A vítima, de 28 anos, foi agredida fisicamente por dois homens, tendo-lhe sido furtado um telemóvel e a carteira.
Em acção concertada com a PSP foi combinado encontro com um dos presumíveis assaltantes através do telemóvel alegadamente furtado para restituição dos bens a troco de 100 euros. No local combinado, os agentes da PSP procederam à detenção de um dos presumíveis assaltantes, que foi ontem conduzido a tribunal. »

Friday, April 17, 2009

Mais de 20 moradores deslocados para hotel devido a incêndio em cabos de electricidade

In Sol Online (17/4/2009)

«Vinte e dois moradores de dois prédios em Matarraque, Cascais, tiveram de passar a noite num hotel após um incêndio em cabos subterrâneos da EDP, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Lisboa


O incêndio subterrâneo «na derivação do ramal da EDP» motivado pelo «sobreaquecimento dos cabos» fez um ferido ligeiro, que foi assistido no hospital de Cascais, sendo que outra pessoa teve de ser assistida no local, também devido à inalação de fumo.

A mesma fonte adiantou à Lusa que 22 moradores dos prédios números 9 e 13 tiveram de ser deslocados para um hotel.

As autoridades desligaram o fornecimento de gás aos dois prédios e às 7h30, ainda se encontravam no local funcionários da EDP, Digal e PSP, referiu a fonte.

Fonte da PSP adiantou à Lusa que inicialmente as autoridades suspeitaram de uma fuga de gás, tendo criado um perímetro de segurança.

Lusa / SOL»

Thursday, April 16, 2009

Cascais Assinala Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

«Visita guiada às Grutas do Poço Velho

– 18 de Abril | 15h00 | Largo das Grutas –

No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que se assinala a 18 de Abril, a Câmara Municipal de Cascais promove, às 15h00 deste dia, uma visita guiada às Grutas do Poço Velho, situadas no centro da Vila. A visita será complementada com o lançamento da monografia “As Ocupações Pré-Históricas das Furnas do Poço Velho”, da autoria do Prof. Victor Gonçalves.

Guiada e orientada por técnicos especializados, a visita às grutas do Poço Velho constitui um ponto de partida para a (re)descoberta deste importante património. A viagem prossegue até ao antigo muro de sustentação do leito da Ribeira das Vinhas, junto do qual será colocada uma placa alusiva. Este muro foi recentemente identificado no âmbito do acompanhamento arqueológico da implantação das RSU’s – Ilhas Ecológicas da Empresa Municipal de Ambiente de Cascais - EMAC.
Os participantes nesta iniciativa são ainda convidados a deslocar-se até ao Museu Condes de Castro Guimarães, onde irá ter lugar, às 16h00, o lançamento da monografia “As Ocupações Pré-Históricas das Furnas do Poço Velho” pelo seu autor, que levará depois os presentes a percorrer a exposição “Cascais, Terceiro Milénio Antes da Nossa Era”, patente na nova Sala de Arqueologia do Museu.

Breve descrição das Grutas de Poço Velho |
As grutas do Poço Velho situam-se na margem direita da ribeira das Vinhas, a cerca de 500 m da respectiva desembocadura, em plena vila de Cascais. Nos sedimentos que preenchiam o seu interior foram detectados (no final do século XIX) vestígios arqueológicos de período paleolítico, neolítico e calcolítico. A principal ocupação detectada é de época neolítica e calcolítica e refere-se à utilização da cavidade como necrópole, tendo fornecido um rico espólio, uma parte do qual pode ser visto na exposição patente na nova Sala de Arqueologia do Museu Condes de Castro Guimarães.

Muro de sustentação do leito da Ribeira das Vinhas | foi identificado no decorrer do acompanhamento arqueológico da obra de instalação de RSU's (Ilhas Ecológicas) pela EMAC, em Novembro de 2008. Esta estrutura terá, em princípio, cronologia contemporânea (podendo remontar ao final do século XVIII, início do século XIX). Durante a intervenção arqueológica foram escutados pelos nossos técnicos diversos testemunhos de cascalenses, que se recordam da Ribeira das Vinhas correr a “céu aberto”, delimitada por muros (que sustinham o seu leito), em época anterior ao seu encanamento e aterro (2º quartel do século XX).
Este muro tem por isso a característica de ser "elemento patrimonial vivo" que se conserva actualmente em depósito arqueológico. A colocação da placa explicativa permite que a população compreenda e interprete devidamente este desenho no passeio público.



PROGRAMA |

* 15h00 - Visita às grutas de Poço Velho, orientada pelo Prof. Doutor Victor S. Gonçalves e Drª Jacinta Bugalhão.
* 15h20 - Descerramento da placa explicativa, identificando a simulação na calçada do muro de sustentação do leito da Ribeira das Vinhas, identificada e intervencionada no âmbito do acompanhamento arqueológico da implantação das "RSU´s - Ilhas Ecológicas" da EMAC. Intervenção da responsável, Dra. Patrícia Gouveia.
* 16h00 - Apresentação do livro “As Ocupações Pré-Históricas das Furnas do Poço Velho (Cascais)”, do Prof. Doutor Victor Gonçalves, no Museu Condes de Castro Guimarães.
* 16H30 – Breve visita à exposição "Cascais, terceiro milénio antes da nossa era", orientada pelo Prof. Doutor Victor S. Gonçalves.»

Monday, April 13, 2009

Câmara requalifica parque escolar da Galiza

In Imprensa Cascais

«REQUALIFICAÇÃO DA ESCOLA E.B 2.3 DA GALIZA - PAVILHÃO, REFEITÓRIO, SALA DE ALUNOS E INSTALAÇÕES DESPORTIVAS EXTERIORES -

O Presidente da Câmara Municipal de Cascais, António d'Orey Capucho inaugura oficialmente as novas instalações da Escola EB.2.3 da Galiza, na próxima terça-feira, dia 14 de Abril, às 11h00.

Substituindo o antigo edifício esta moderna infra-estrutura vem permitir melhores condições para a prática desportiva, serviço de refeitório e cozinha proporcionando ainda um conjunto de novas salas de apoio.

Com exigentes padrões de qualidade, indispensáveis ao bom desempenho da disciplina de Educação Física o novo pavilhão desportivo tem as dimensões de 28,00m x 16,00m, permitindo a prática de diversas modalidades desportivas, dispondo ainda balneários/vestiários, instalações sanitárias para os alunos e arrecadação de apoio à actividade desportiva.

Na outra ala deste edifício, instalou-se o refeitório, a cozinha e demais zonas de serviço, com todas as condições, em espaço e equipamento, para o serviço de refeições à população escolar.

No Piso 1, foi instalada a nova sala e bar de alunos, papelaria e instalações sanitárias. Ainda neste piso, na ala do pavilhão, encontra-se a sala auditório, a sala de trabalho e vestiários/balneários para professores.

No exterior, na área a nascente do pavilhão, foi construído um Campo Desportivo com as dimensões de 42,00m x 27,00m, com iluminação artificial, apto para a prática de jogos de várias modalidades, bem como, uma zona com corredor de velocidade e salto em comprimento.

À semelhança das outras instalações desportivas escolares do concelho, onde a Câmara Municipal de Cascais tem participado na construção e/ou beneficiação, será possível após o horário escolar o acesso aos espaços desportivos por parte da comunidade, designadamente através de associações e clubes desportivos.

Esta requalificação surge após o acordo de colaboração entre a Câmara Municipal de Cascais e a Direcção Regional de Educação de Lisboa, num investimento global de €1,3 milhões.»



Texto editado

Saturday, April 11, 2009

Boa Páscoa


Um Bom domingo de Páscoa para todos os colaboradores e suas familias.

Thursday, April 09, 2009

Passeio D. Maria Pia


Hoje finalmente a empresa ESUC colocou a placa no seu lugar assim como reparou a muralha.
Os mastros de bandeira é que continuam na mesma. Veremos até quando!
Passaram precisamente 26 dias.

Wednesday, April 08, 2009

O candeeiro


Após longa ausência voltou ao seu pedestal o candeeiro que faltava na entrada do Parque do Casino. Uma boa notícia...

Assembleia Municipal aprovou PP Qtª do Barão

In Público (8/4/2009)

«A Assembleia Municipal de Cascais aprovou, segunda-feira à noite, a versão final do Plano de Pormenor do Espaço de Reestruturação Urbanística da Quinta do Barão, em Carcavelos, onde nascerá o Museu da Vinha e do Vinho. O documento, que já recebeu o parecer positivo da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, foi aprovado por maioria com os votos da maioria PSD/CDS-PP e do PS, a abstenção da CDU e os votos contra dos deputados bloquistas. A reestruturação da Quinta do Barão, área com 17 hectares a nordeste do centro histórico de Carcavelos, implicará um investimento público de cerca de 3,511 milhões de euros.»

Tuesday, April 07, 2009

Deliberações da Reunião Pública extraordinária de Câmara de 2 de Abril e reunião ordinária de 6 de Abril de 2009

A Câmara Municipal de Cascais, em reunião extraordinária de 2 de Abril e reunião ordinária de 2009, entre outras matérias, deliberou:

1. Aprovar a suspensão da aplicação do nº 3 do Artigo 5º do Regulamento dos Mercados Municipais do Concelho de Cascais, o que permitirá a abertura nos dias 25 de Abril e 13 de Junho de 2009, por pedido expresso dos comerciantes, tendo em conta a conjuntura económica difícil que se atravessa.

2. Atribuir um subsídio no valor € 80.000,00 à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Carcavelos e S. Domingos de Rana para obras de construção das camaratas femininas do quartel.

3. Atribuir um subsídio no valor de € 81.000,00 à Associação para a Ilustração de Livros Infantis ―Ver para Ler‖, para apoio à organização do II Encontro sobre o Livro e o Imaginário Infantil de Cascais – ―Farol dos Sonhos‖.

4. Aprovar o projecto de alterações apresentado pela Régis Hotel — Actividade Turísticas e imobiliárias, SA, para remodelação e reclassificação do Grande Hotel do Monte Estoril em Hotel de Apartamentos Turísticos de quatro estrelas. As alterações propostas são essencialmente interiores, prevendo-se a criação de 39 unidades de alojamento.

5. Aprovar a adjudicação do concurso público para construção da Praça do Parque de Palmela‖ à empresa Armando Cunha, SA, pelo valor de € 1.047. 277,29.

6. Aprovar a adjudicação do concurso público para a implementação do reordenamento do trânsito entre Zambujal e Rana à empresa JAOP, SA, no valor € 401.774,93.

7. Atribuir comparticipações financeiras para obras de infra-estruturas às Administrações dos Bairros Alto da Portela - € 81.696,26, Casal dos Grilos - € 137.382,00 e Mata da Torre - €24.715,07.

8. Aprovar subsídios diversos para elaboração de projectos de instalações desportivas, designadamente €20.000,00 para a Sociedade de Instrução e Recreio de Janes e Malveira e €22.380,00 para o Grupo Recreativo Familiar de Murches.

9. Apoiar a construção de sedes juvenis e aquisição de equipamento necessário às actividades dos Grupos de Escoteiros da Associação Escoteiros de Portugal, Agrupamentos de Escuteiros do Corpo Nacional de Escutas e Companhias de Guias da Associação de Guias de Portugal no valor de € 166.319,21.

10. Aprovar um subsídio global no valor de €22.720,00 no âmbito do Programa de Ocupação de Jovens, designadamente para a participação no funcionamento da rede de lojas Geração C e no Programa de Modernização Administrativa e Acesso à Informação.

11. Aprovar a descentralização de €1.000.000,00 para as Juntas de Freguesia no âmbito do "Protocolo de colaboração para a execução de obras de requalificação de Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico e Jardins de Infância da rede pública".

12. Aprovar a descentralização de €518.413,61 para as entidades parceiras e Juntas de Freguesia no âmbito do Programa de Actividades de Enriquecimento Curricular para o 1º Ciclo do Ensino Básico.

13. Aprovar a atribuição de €105.000,00 ao Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora para apoio ao funcionamento da Ludoteca da Galiza e Ludoteca do Monte Estoril.

14. Atribuir verbas a diversas entidades no montante global de €24.630,50 para a manutenção e €731.473,78 para a construção de espaços verdes, no âmbito do Programa CEVAR – Construção de Espaços Verdes em Áreas Reduzidas.

15. Aprovar o protocolo a celebrar entre o Município de Cascais e a CERCICA – Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Cascais, CRL e a atribuição de subsídio no âmbito do protocolo no valor de €358.000,00 no âmbito da construção do Pavilhão de Jardinagem, espaço fundamental para desenvolver o Centro de Actividades Ocupacionais daquela instituição.

16. Aprovar o protocolo a celebrar entre o Município de Cascais e o Centro Comunitário de Tires e a atribuição de subsídio de €100.000,00 no âmbito da construção do novo edifício para creche que irá dar resposta a 60 crianças.

17. Aprovar a proposta de protocolo a celebrar entre o Município de Cascais e o Centro Comunitário de Carcavelos e atribuição de um subsídio no valor de € 300.000,00, no âmbito da construção de um equipamento com as valências de creche, centro de dia e apoio domiciliário, que dará resposta a 60 crianças e a 142 pessoas idosas.

18. Atribuir um subsídio no valor de €139.750,00 a diversas Instituições no âmbito do Protocolo ―Oficina Social‖, que respeita à execução de pequenas reparações em casa de munícipes carenciados.

19. Aprovar a celebração do protocolo entre o Município de Cascais e a Ordem dos Advogados – Delegação de Cascais para o ano 2009. Este protocolo visa apoiar o funcionamento de um gabinete para prestação de informação e consulta jurídica gratuita a munícipes economicamente carenciados nas instalações da Delegação, sitas na Av. Combatentes da Grande Guerra, Ed. São José, 306, Piso 3, em Cascais.

Friday, April 03, 2009

Thursday, April 02, 2009

Semente Interminável - Fotografia Susana Neves


«"A Semente Interminável" mostra 16 fotografias de Susana Neves sobre o imaginário das árvores centenárias do Parque Natural Sintra/Cascais. Realizada ao longo de vários meses, de Junho de 2008 a Janeiro de 2009, esta pesquisa deu origem a centenas de imagens, das quais se apresenta ainda 43 reunidas no filme "Tree Notes".

Patente na Eco-cabana (frente ao Parque Marechal Carmona, em Cascais) até final de Abril, a exposição integra-se na Land Art Cascais 2009, uma iniciativa da Natura Cascais, com direcção artística da Fundação D. Luís (comissariado de Luísa Soares de Oliveira) que este ano inclui ainda obras de Alberto Carneiro e Hamish Fulton.

«Oscar Wilde defendia que "a natureza imita a arte", eu defendo que, às vezes, a arte irrita a natureza de modo positivo: ao entrar na essência e imaginário de cada árvore pode-se identificar a matriz criativa de grandes artistas do Ocidente e do Oriente, a origem das escritas, das fábulas e das mitologias fundadoras. A Land Art do princípio do século XXI beneficia de um banco de imagens gigantesco mas a natureza em estado selvagem é cada vez mais rara. Partilhando com os pioneiros deste movimento o princípio da marcha como instrumento primordial de criação, o meu trabalho não pretende, contudo, intervir nem interferir na paisagem; nasce antes do desejo que a natureza se torne escrita interior e possa reescrever o nosso estar no mundo».

Susana Neves, in catálogo Land Art Cascais 2009

Eco-Cabana (frente ao Parque Marechal Carmona), Cascais.
De 7 de Março a 29 de Abril.
Todos os dias das 10 às 19H00.

Junto enviamos uma montagem das fotografias em pequeno formato, que poderá ampliar clicando sobre o ficheiro, caso precise de alguma imagem em particular para divulgação, não hesite em contactar:

Susana Neves
email: mariposa_roja@yahoo.com»

Wednesday, April 01, 2009

Alcabideche pode vir a ter metro ligeiro de superfície

In Público (1/4/2009)


«Uma linha de metro ligeiro de superfície, na envolvente do futuro hospital de Cascais, e a construção de uma nova urbanização para habitação e equipamento junto à localidade do Cabreiro, às portas do Parque Natural de Sintra-Cascais, fazem parte da proposta a desenvolver no âmbito do Europan.
A área em estudo corresponde a 37 hectares, em Alcabideche, mas a intervenção urbana incidirá sobre 8,7 hectares. Na zona mais próxima do perímetro da área protegida admite-se a criação de um parque urbano, com espaços e recintos desportivos, além de uma ocupação residencial de baixa densidade. Um apeadeiro do transporte ligeiro de superfície, a funcionar a médio/longo prazo, deverá fazer a ligação à povoação do Cabreiro. Numa segunda zona deve promover-se a reaqualificação urbana, com reabilitação do espaço público, e a articulação do metro de superfície com a terceira zona do estudo. Nesta parte do território deve dar-se especial atenção aos espaços públicos, à melhoria das ligações com a rede viária em redor e articulação do novo modo de transporte público entre a povoação do Cabreiro e o futuro hospital, em construção avançada.

O plano admite ainda a construção de uma unidade hoteleira, residências assistidas para a terceira idade, equipamentos para a infância e um centro de apoio e reabilitação de deficientes visuais. Segundo um dirigente municipal, a autarquia pretende que, "através de uma intervenção qualificada, haja uma contaminação positiva na requalificação do bairro do Cabreiro". A área máxima destinada a habitação será de 40 por cento, dos quais 20 por cento terão que se destinar a apartamentos para jovens. Luís Filipe Sebastião»

A ideia em si não é má (refiro-me ao metro ligeiro de superfície), simplesmente, há duas coisas a ter em conta:

1. A construção dessa linha não pode envolver abate maciço de árvores nem impermeabilização excessiva do solo.

2. Uma linha de metro ligeiro só funciona se for em rede, ou seja, se for mais um troço do género que Isaltino construiu, sem ligação a nenhum outro ramal, inter-face, e apenas um sorvedouro de dinheiros públicos, mais vale desistirem da ideia.